Candidato a prefeito derrotado: qual caminho político seguir ?

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Com o fim das eleições municipais, realizadas em todo Brasil, a operação Lava Jato volta a ser o assunto mais comentado,  nas mais diversas rodas políticas. Com as recentes prisões de dois ex-governadores do importante Estado do Rio de Janeiro –  Anthony Garotinho e Sérgio Cabral – por fatos distintos,  mas que tem à corrupção como  linha mestra, os atores políticos, nas mais diversas esferas do poder começam repensar, com mais profundidade, seus próximos passos, sejam na seara política eleitoral e/ou no contexto administrativo.

Na nossa cidade, Vitória de Santo Antão, as atenções e curiosidades na questão política, hoje, estão mais voltadas à montagem da equipe administrativa que deverá promover o prefeito eleito Aglailson Junior, assim como à eleição da mesa diretora da Casa Diogo de Braga.

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É natural que as pessoas próximas ao grupo do prefeito Elias Lira, neste momento, demonstrem sinais de abatimento e estejam mergulhados no isolamento. Após uma disputa nas urnas, basicamente, analisam-se dois tipos de contexto; o político e o eleitoral. O grupo amarelo saiu-se mal nos dois.

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Já com relação às outras chapas majoritárias, que não lograram êxito eleitoral na última disputa municipal, devemos observar por outro prisma. Para o candidato Zé Catinga, apesar da votação abaixo das expectativas, ele conseguiu eleger um vereador e demonstrou que não entrou na política para “se vender”, como muitos apregoavam. Aliás, segundo informações, em função dos vínculos  criados com o partido (PV) que  disputou a eleição, deverá enfrentar as urnas,  no pleito que se avizinha (2018).

O candidato Edmo Neves, na qualidade de experiente pensador político, certamente, não deverá cometer o pecado de voltar ao grupo do prefeito Elias Lira para apoiar a candidatura  do deputado Joaquim Lira (2018),  pois se assim o fizer ou até compor com as postulações apresentadas pelos os outros dois tradicionais grupos locais (verde e vermelho) estará apagando e desmanchando aquilo que conseguiu construir, em recente empreitada solo.

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Na qualidade de herdeiro primogênito do Deputado Henrique Queiroz, decano da Assembleia Legislativa do Estado de Pernambuco, o Henrique Filho, no quesito político e eleitoral, aparentemente, alcançou o desejado com o resultado do pleito. Logicamente, não devemos esquecer, claro,  de creditar a maior parte da façanha ao seu pai.  Deverá, portanto, esperar o dinamismo do mapa geopolítico do estado para seguir carreira, uma vez que seu caminho político já foi “traçado na maternidade”, como bem diz a música de Cazuza.

Já com relação ao candidato Paulo Roberto, caso queira continuar na vida política com reais chances de ter um mandato para “chamar de seu”, deverá repensar sua ligação com o prefeito Elias Lira, pois, apesar da expressiva votação alcançada nas urnas – mais de 30.000 sufrágios – e de ter saído do pleito um pouco maior que entrou, não conseguiu identificar, eleitoralmente, o que “foi seu e o que lhe foi dado pelos seus principais apoiadores”, verdadeiramente. Para avançar terá que sair da sua zona de conforto, ou seja:  impreterivelmente deverá anunciar, já no dia 02 de janeiro de 2017, sua candidatura a deputado estadual por outra legenda e se distanciar de Elias Lira.

Quanto aos candidatos a vice, das chapas derrotadas, pairam algumas  incógnitas. À exceção deste grupo, na minha modesta opinião,  será o caminho a ser percorrido pelo  advogado Ozias Valentim, pois pelo seu histórico político, evidentemente, continuará fazendo parte do mesmo grupo e estará, em 2018, empinado a reeleição do deputado do Joaquim Lira. Estas, portanto, seriam as primeiras observações pós eleitoral, na Terra de João Cleofas de Oliveira, o Maior de Todos. De resto, é esperar pela natural  gangorra política,  inerente ao  ciclo do poder.

Briga de torcidas na Vitória: A REPRODUÇÃO DO MACRO SISTEMA.

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Durante o dia de ontem (17) circulou nas redes sociais, com bastante ênfase, imagens relacionadas ao confronto violento ocorrido nas proximidades do Prédio da Antiga Estação Ferroviária, aqui na nossa Vitória de Santo Antão. Dos dois vídeos que circularam, acabei reproduzindo alguns  momentos, que seguem abaixo:

Muito bem, esses lamentáveis acontecimentos não podem ser mais considerado uma exceção. Praticamente toda semana ocupam as manchetes jornalísticas dos mais diversos meios de comunicação do País. Se levarmos em conta que só são noticiados os casos considerados graves, chegaremos a uma rápida e triste conclusão: A COISA É MUITO PIOR DO QUE IMAGINAMOS.

Não faz muito tempo que da poltrona das nossas residências, através da TV, observávamos estes acontecimentos como uma coisa distante, afinal, esse confronto insano só ocorria lá pelas bandas do Rio de Janeiro e São Paulo. Posteriormente, os torcedores pernambucanos foram se enquadrando nessa modalidade primitiva de demonstrar “amor e paixão” pelo seu time de futebol.

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Abrindo mão do entretenimento proporcionado por uma boa disputa dentro das quatro linhas, o resto –  no que se referem ao futebol profissional –  está vinculado ao “PROCESSO INDUSTRIAL DE ILUSÃO”. A instrumentalização das massas, através do futebol, é algo impressionante, nunca antes visto no mundo. No Brasil, na categoria de “País do Futebol”, com uma população carente de quase tudo, vencer no futebol é o que sobra para o individuo se sentir grande, feliz,  satisfeito e “realizado na vida”.

Voltando a nossa aldeia – Vitória de Santo Antão – podemos dizer, infelizmente,  que começamos a colher, na prática,  os dejetos no que se refere ao futebol como “produto enlatado”,  àquilo que os estudiosos da Escola de Frankfurt, ainda na metade do século passado, deram o nome de  “INDUSTRIA CULTURAL”.

Resumindo: os comandantes do espetáculo engordam seus lucros e o raio de poder. A grande mídia recebe sua parte para não deixar o torcedor (sofredor) sair do “aquário”,  mantendo-o “informado e motivado” constantemente  e a sociedade, naturalmente, fica com a conta mais pesada e com  um pouco daquilo de positivo  que cair da mesa dos cartolas do futebol.

Palestra sobre o surgimento do nosso Tiro de Guerra.

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Revivendo os tempos de soldado do Tiro de Guerra, hoje (17), por volta das 6h cheguei ao quartel. Antes de tudo, porém, gostaria de dizer que ultrapassar os muros do nosso Tiro de Guerra, localizado no Alto do Reservatório, sempre é uma alegria renovada. No ano de 1986, sob o comando do então subtenente Eudes – hoje Major da reserva – vivi e aprendi muitas coisas boas na já referida  escola cívica.

Pois bem, meu retorno, hoje, na condição de Atirador da reserva, foi para cumprir uma missão pedagógica. Por lá, na sala de instrução, ministrei uma palestra, que durou  pouco mais de uma hora,  cujo tema foi: A HISTÓRIA DO SURGIMENTO DO NOSSO TIRO DE GUERRA. O assunto abordado, evidentemente, encontrou “campo fértil”.

Com o recinto lotado de soldados atentos e ávidos por informações curiosas, fiz questão de traçar um paralelo ligando o Decreto 5464 de 29 de abril de 1907 ao dia 16 de dezembro de 1910 – dia da oficialização da “Sociedade do Tiro de Guerra 3 de Agosto”,  então, sob o numero 113.

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Na ocasião, naturalmente, realcei os locais em que funcionou o nosso Tiro de Guerra, assim como suas atividades, eventos e até suas dificuldades. Fiz questão de evidenciar para os presentes que muitos dos que fizeram parte do inicio da “sociedade do Tiro”, aqui na Vitória, hoje, emprestam seus nomes às ruas e Avenidas da cidade, a exemplo do Capitão Antônio Melo Verçosa e o poeta Henrique de Holanda.

O Tiro de Guerra da Vitória, ao longo desses mais de cem anos de existência, indiscutivelmente, prestou um serviço inestimável a toda sociedade local e ainda, apesar das dificuldades conjunturais nas mais diversas áreas, continua firme na sua missão.

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Ao final da nossa agradável participação também fiz referências à minha passagem pelo Tiro de Guerra, há três décadas,  dizendo aos futuros reservistas que certamente  sentirão muita  saudade dessa vivência única que após atravessarem os portões do Quartel, em função do inevitável desligamento, eles poderiam até sair do Tiro de Guerra, mas que nunca deixassem o Tiro de Guerra saír de dentro  deles.

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O prefeito Eias Lira cochilou em serviço…

Através de um internauta, que pediu para não ser identificado, recebi mais um vídeo mostrando que o Pátio da Matriz, entre outras serventias, é um bom espaço para o pasto de equino. Após oito anos da gestão do Governo de Todos, infelizmente, a população vitorienses continua sendo obrigada a conviver com cenas do século XIX. O prefeito Elias Lira, que já começou limpar suas gavetas na prefeitura, passou oito anos cochilando no que diz respeito à fiscalização e o recolhimento de animais de grande porte nas vias públicas. Veja o vídeo:

Apelidos Vitorienses: Val.

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Na coluna Apelidos Vitorienses, hoje, destacaremos o motivo pelo qual o senhor Rosival Antônio de Lima tornou-se mais conhecido na cidade pela alcunha de  Val, que pelo nome o qual foi registrado e batizado.

Contou-nos o senhor Rosival Antônio de Lima que no seio familiar, desde muito pequeno,  seus pais sempre lhe chamou pela terminação do seu nome, ou seja: Val. Ao ingressar nas escolas Atneu Santo Antão e Colégio Municipal 3 de Agosto, Dona Maria Aragão e Doutor Mário Bezerra, professora e diretor respectivamente, juntamente com demais  professores e colegas,  todos lhe chamava por Rosival.

Ainda nos contou o senhor Rosival Antônio de Lima que nas outras  instituições de ensino em que estudou, nas cidades de Palmares, Escada e Recife também continuou sendo chamada pelo nome “original”. Mas, na medida em chegava na sua cidade, Vitória de Santo Antão, seus familiares, colegas e vizinhos do seu bairro de origem, o Cajá, continuaram lhe chamando pelo apelido de VAL.

Hoje, em função dos vários ramos de atividade que atua, no segmento empresarial, o apelido – VAL – recebe outros sobrenomes. Tipo: “Val da Banca”, “Val do Restaurante” e etc. Portanto, o senhor Rosival Antônio de Lima é mais um vitoriense que é mais conhecido pelo apelido de que pelo próprio nome. Veja o vídeo:

Neste caso, como fica a situação do pedestre ?

Se já não bastassem os inúmeros obstáculos que os pedestres são obrigados a vencer, diariamente,  na nossa Vitória de Santo Antão, em função do péssimo estado de conservação e mau uso dos passeios públicos, com construções irregulares, mercadorias de comerciantes, ambulantes e etc, recentemente, registramos que a empresa Vitória Metralha também vem contribuindo para dificultar ainda mais a vida dos transeuntes.

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Há semanas, venho observando que uma caçamba de ferro da referida empresa vem sendo colocada em cima da calçada, em uma obra próxima à Praça 3 de Agosto, mais conhecida como “Praça do Anjo”. Já presenciei várias vezes pessoas sendo obrigadas a caminhar na faixa de rolamento, dividindo o espaço com os veículos. Não ter metralhas e entulhos de construção jogados nas vias, não deixa de ser um avanço, mas ocupar a calçada com esses equipamentos, indiscutivelmente, configura-se em um tremendo abuso.

No contexto atual cobrar alguma atitude da prefeitura, no sentido de fiscalizar e agir contra o reiterado absurdo é algo inócuo. Neste caso vale mais à reclamação das pessoas nas redes sociais, divulgando a imagem, para que a empresa seja forçada a se enquadrar na sempre boa, lúcida  e universal regra do bom senso.

O jornalista Inaldo Sampaio falou de uma Vitória de Santo Antão que não conheço.

Hoje pela manhã, como faço costumeiramente, li a coluna diária do conceituado jornalista Inaldo Sampaio. Ele, na qualidade de experiente observador da cena política nacional, sobretudo do nosso estado, produz boas reflexões e comentários pertinentes ao dinâmico “mundo da política”.

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Pois bem, é sobre o comentário, abaixo, escrito por ele, hoje (14), que  farei algumas observações. Disse a nota:

“Torcida – Comerciantes e empresários de Vitória de Santo Antão estão torcendo para que o prefeito eleito Aglailson Júnior (PSB) escolha um secretariado “técnico” como fez o atual Elias Lira (PSD)”

Sinceramente, na qualidade de antonense e observador da cena política da terra de João Cleofas de Oliveira, não sei quem foi que repassou essa informação para o companheiro blogueiro Inaldo Sampaio, pois, se houve algo que o Prefeito Elis Lira, ao longo dos últimos oito anos,  não conseguiu fazer, foi montar um secretariado “técnico”.

Não custa nada lembrar – e o amigo Inaldo é sabedor  disso – que o então deputado  Elias Lira chegou à vitória nas urnas, em 2008, em virtude de muitas variáveis, dentre elas e talvez a determinante, foi um “consórcio” eleitoral celebrado com também deputado Henrique Queiroz.

Fica difícil de imaginar, em ato continuo, que duas raposas políticas felpudas,  dessa natureza, juntas, e com herdeiros políticos na “panela de pressão”, tivessem interesse de promover um governo, eminentemente,  técnico.

De resto, apenas para ilustrar o que digo e não me alongar muito, nas duas pastas mais importantes de qualquer administração pública – Saúde e  Educação  – o prefeito Elas Lira foi buscar duas co-pilotas no seio da família, ou seja: duas sobrinhas para comandar, aliás, com incapacidade gerencial comprovada, pois são nessas duas áreas, ao término do seu governo, que se encontram as maiores dificuldades. Dentre elas: desabastecimento de produtos, obras inacabadas, falta de pagamentos, movimentos grevistas… para ficar só nesses maus exemplos.

Para concluir essas pequenas observações, na nossa cidade,  é moenda corrente, inclusive no próprio grupo político do prefeito, que Elias e seu filho Joaquim, contrataram três irmãos para executar as tarefas internas  da maioria das pastas, causando assim , um grande cosntrangimento no secretariado. Portanto, amigo Inaldo devo lhe dizer que seus “informantes” da Vitória de Santo Antão, estão lhe passando noticias desalinhadas com a  realidade.

Um passeio com o Helder da Pitú.

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Acompanhando o amigo Helder Nery, domingo (13) pela manhã, juntamente com nosso amigo em comum, Severino Roberto, estive fazendo uma espécie de “city tour” nas vizinhas cidades de Bezerros e Gravatá. Nessas localidades, cujas terras já pertenceram ao nosso município, pude observar que o comunicativo Helder Nery ganha outro sobrenome.

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Por lá, na qualidade de “ponte” entre os bares e restaurantes com a empresa que mais representa nossa terra, o articulado Helder é conhecido por todos como Helder da Pitú. Com livre trânsito e bastante prestigiado pelos proprietários dos estabelecimentos, posso dizer, sem sombra de dúvida,  que circular com o amigo Helder é UM PASSEIO BARRIGA CHEIA.

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Em Terra Preta, poste pode desabar a qualquer momento.

Se já não bastasse a quantidade de buraco, esgoto correndo a céu aberto, poeira e escassez de calçadas, a via que nos leva à Terra Preta, próxima ao bairro da Ficam, tem um poste quebrado que está perigando desabar a qualquer momento.

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Portanto, aos que por ali circulam, principalmente  os muitos alunos do Instituto federal, a atenção devem ser redobrada. Se o pedaço do poste, que está pendurado apenas por um arame cair em alguém, com toda certeza, a vaca vai pro brejo.

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“Quem morre de véspera, é peru. Vamos ganhar o jogo”. Disse Moisés Sales.

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No domingo (13), mais uma vez, gravei um vídeo com o amigo Moisés Sales que vem realçando, através do Blog do Pilako, momentos marcantes vivenciados pelo grupo de jovens que ficaram conhecidos em toda cidade como: “A Turma da Praça”. À época, os coroas de hoje, tal qual o próprio Moisés, vale salientar, eram todos rapazes solteiros e festeiros.

Pois bem, no vídeo de hoje, Moisés relembrou à participação do “Time da Praça”, em um campeonato de Futsal – que se chama futebol de Salão – promovido pela empresa vitoriense MG PNEUS. Todas as partidas foram disputadas na quadra do Colégio Nossa Senhora da Graça. Isso ocorreu no início da década de 80.

O então time da Pitú, coordenado pelo amigo e desportista Joel Neto, nesta ocasião, havia conseguido desbancar as grandes equipes da Capital e sagrou-se Campeão Pernambucano da temporada. O campeonato foi formado por 12 equipes.

Em uma mesma “chave”, caíram os times da “Praça”, Pitú e Compesa. No primeiro jogo da “Chave” a “Praça” ficou em um empate de 2×2 com a Compesa. Logo depois, a “Pitú” meteu 8×0 na Compesa. No jogo final, para decidir o primeiro lugar da Chave, a “Pitú”  jogava  pelo empate com a “Praça”, mais acabou se engasgando e levando de 3×2.

A história desse jogo, segundo contou nosso amigo Moisés Sales, “foi muito emocionante”. Após a contratação de uma  “charanga”, para levantar o astral do time e da torcida, o jogo ganhou outra conotação e história mudou. Disse Moisés: “quem morre de véspera, é peru. Vamos ganhar o jogo.” Veja o vídeo:

Na comemoração dos 10 anos do Varanda a Banda Made In Recife comandou a festa.

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De maneira especial o Encontro dos Amantes da Boa Música, que sempre ocorre na tarde dos sábados, durante o ano inteiro, comemorou os 10 anos de atividade ininterrupta do Restaurante Varanda do Tadeu Souza.

Para marcar auspiciosamente a celebração festiva a Banda MADE IN RECIFE e convidados – cantores profissionais e amadores – subiram ao palco para promover um belo espetáculo. Como sempre, o conjunto musical Made In Recife – comando por Raminho na Bateria e Fabí no vocal – promoveram  uma viagem no tempo, ao interpretarem os clássicos internacionais e os sucessos das paradas brasileiras que marcaram as gerações dos anos 80/90. Veja o vídeo:

Após o corte do tradicional “bolo de aniversário”, realizado pelo casal anfitrião da casa, Tadeu e Cleide, a festa seguiu com muita animação. Além do Tadeu, Edmilson e Willams, já consagrados cantores do “pedaço”, outros não menos talentosos – Beto do Cavaco, Tony e Taty Medeiros -também  participaram da festa se apresentando com estilo e emoção. . Veja os vídeos:

Na ocasião gravamos um pequeno vídeo com o amigo Tadeu onde aproveitou para agradecer aos amigos, que junto com seus familiares, construíram esse espaço que tem por finalidade o entretenimento na área musical, sobretudo priorizando à  música romântica de qualidade.Veja o vídeo:

Nós,  que fazemos o Blog do Pilako, aproveitamos para desejar  à família Souza mais sucesso e desejar pelo menos,  mais dez décadas de vida. Parabéns!!

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Instituto Histórico homenageia “Brother” e “Bia da Tapioca”.

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Dentro da programação da 4ª Semana da Consciência Negra, promovida pelo Instituto Histórico e Geográfico da Vitória, aconteceu, na noite da sexta (11), no Salão Nobre da Instituição a palestra proferida pelo professor Wellington Barbosa. O evento teve  como objetivo, entre outras coisas, discutir sobre o racismo, discriminação social e preconceito racial na sociedade brasileira. Veja o vídeo:

Após os debates, os vitorienses Luis José de Santana e Severina da Silva, mais conhecidos como “Brother” e “Bia da Tapioca”, respectivamente, foram agraciados e homenageados por terem vencidos, cada qual na área de atuação, a barreira da invisibilidade social, “naturalmente”, fruto da desigualdade racial brasileira que derivou do histórico processo escravocrata colonial.

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Nas suas palavras de agradecimento “Bia” disse: “eu estou muita emocionada”. Luis de Santana, o “Brother”, ao fazer uso da palavra, relatou fatos curiosos sobre sua vida. Veja os vídeos:

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Nosso artigo pela passagem dos 150 anos da Imprensa Antonense.

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Na qualidade de membro atuante do nosso Instituto Histórico e Geográfico da Vitória, agradeço à diretoria pela oportunidade de contribuir com esta edição histórica onde comemoramos o sesquicentenário da imprensa local. Escrever nas páginas de um veículo de comunicação com 150 anos de existência, não deixa de ser – perdoe-me a ironia – UM ORGASMO JORNALÍSTICO.

Em ato continuo, ainda saber também que permanecerei “vivo”, mesmo após o sono profundo na morada sem volta,  nos arquivos do nosso museu, ao lado de todos àqueles que empreenderam na arte da pena,  nessas últimas quinze décadas, não deixa de ser também um momento de reflexão (…) na morte, na vida e o que  fizemos com o tempo que usamos e o que faremos no espaço que ainda nos resta, indiscutivelmente, menor  do que aquele que  já nos foi ofertado pelo maior mistério de todos os mistérios.

Imaginar o impacto do ineditismo do primeiro numero do jornal – “O Vitoriense” – na nossa bucólica Vitória de Santo Antão, em 05 de novembro de 1866 ao passo que o Brasil Imperial começava rabiscar uma identidade nacional e que rareava os que já haviam se apropriado da condição cognitiva da leitura, não deixa de ser, para os curiosos, um delicioso e instigante exercício sociológico e antropológico.

Neste recorte de tempo, vale lembrar, nossa polis acabara de recepcionado a Família Real, 1859, e duas décadas depois, quebrava  a barreira do isolamento através da efetivação da estrada de ferro ambos, indiscutivelmente, acontecimentos relevantes para analisarmos e entendermos à pujante Vitória de Santo Antão de hoje. Não custa nada lembrar que foi através da locomotiva que os vitorienses passaram a ter acesso aos grandes jornais da Capital.

Na imprensa escrita, no que se refere aos jornais impressos na nossa Vitória de Santo Antão, fomos bem servidos. Tivemos para todos os gostos. Desde os contundentes aos mais arejados, passando por aqueles de vida longa,  como o “A VOZ  PAROCHIAL” e “O LIDADOR”, assim como os de vida efêmera. Aliás, deve-se ressaltar: praticamente todo este patrimônio local repousa nos arquivos do nosso Instituto Histórico  e Geográfico sob o manto protetivo e intransigente dos que nele tomaram assento, na qualidade de presidente. Atualmente, sob égide do preclaro professor Pedro Humberto Ferrer de Moraes.

Hoje, na aurora do século XXI, comunicação virou gênero de primeira qualidade. Antes, havia a sensação generalizada que o mundo girava na velocidade do interesse e da vontade de cada sujeito social. Não obstante à identidade e às garantias dos direitos individuais tão ameaçados pelos que insistem em sobrepor suas vontades e seus interesses capitalistas corporativos, como bem alertaram os estudiosos da escola Frankfurt, ainda na metade do século próximo passado, estamos sendo submetido, sob ponto de vista dos veículos de comunicação de massa, à robotização e à alienação tecnológica.

Por uma questão estratégica, estão nos passando, a todo momento, a informação que estar off-line é algo atrasado e inconcebível para um sujeito  que quer ser  atualizado e moderno. O Mundo, definitivamente, virou uma aldeia conectada que distancia quem está perto e “aproxima” quem se encontra distante.

Nossa Vitória de Santo Antão, torrão inserido neste contexto e a reboque das grandes transformações planetárias  as que chamo de “Tecnocentrismos”, na imprensa, continua viva.

Apesar de todo cidadão haver sido transformado em um  repórter de rua, em função do smartfone,  que lhe acompanha como  uma espécie de segunda pele,  sobretudo nos mais jovens, o ativismos nas redes sociais elevou a quantidade exponencialmente de informação à qual o sujeito está submetido mas, na ordem diametralmente inversa, perdeu-se o contato, na esmagadora maioria dos casos,   com o que realmente lhe é útil e saudável no que diz respeito ao conhecimento.

Portanto, amigos antonenses e companheiros do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória de Santo Antão, em tempos de Whats App, Facebook e aplicativos funcionais das mais diversas ordens, gostaria de dizer que na atividade jornalística o único produto imperecível é o conteúdo de boa qualidade, independente da ferramenta e plataforma utilizada.

Viva A Imprensa Antonense! Seus jornais, suas rádios, sua TV, seus blogs e os famosos carros de som. Viva o Instituto Histórico e Geográfico e todos aqueles que construíram esse verdadeiro Patrimônio Material e Imaterial da Terra de Antão Borges Alves.

Obs: nossa contribuição para edição especial – 150 anos – do jornal antonense “O VITORIENSE“, fundado por Antão Borges Alves em 05 de novembro de 1866.

Foi um sucesso o 8º Sarau do Colégio Santo Inácio.

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Através do convite formulado pelo meu filho, Gabriel, na noite de ontem (10), compareci ao 8º Sarau do Instituto Santo Inácio Loiola. O evento aconteceu na quadra coberta do educandário, localizada no bairro do Cajá, e contou com a participação efetiva de professores, alunos e familiares. Nesta oitava edição o tema escolhido foi: “UM PASSEIO PELA MPB”.

Em tempos de músicas descartáveis, onde a apresentação se sobrepõe ao conteúdo, em função da rotatividade mercadológica, “passear” em alguns clássicos da música popular brasileira, para essa meninada, não deixa de ser uma atividade recreativa saudável ao passo que também cumpre um complemento curioso às aulas de história do Brasil contemporâneo.

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Por lá, escutei boas músicas. Desde Chico Buarque de Holanda, Roberto Carlos e Tim Maia até os frenéticos “Mamonas Assassinas”. Com passagem pela Jovem Guarda e o Samba de Raiz. Aliás, músicas que retrataram momentos distintos do nosso País, tais como: ditadura e fuga dos nordestinos, na direção da Região Sudeste,  em busca de uma “vida melhor”.

Portando, na qualidade de pai de aluno, parabenizo toda equipe do Instituto Santo Inácio de Loiola – na pessoa do amigo Roque Andrade – pela excelente projeto e  à efetivação da iniciativa. São atividades como está que enriquecem o aprendizado que, naturalmente,   deve ir muito além do conteúdo pedagógico.

Na medida do possível, registrei, em vídeo, praticamente todas as  apresentações. Veja os vídeos:

Mais uma aberração urbanística sendo concluída no Centro Comercial da Vitória.

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Ao passar pelo Largo da Estação, hoje pela manhã, notei que a obra irregular, tocada por apadrinhados do prefeito Elias Lira, está a todo vapor, ou seja: correndo contra o tempo. Aliás, já postamos várias matérias, aqui no blog, sobre esta invasão. Relembremos:

“O prefeito Elias Lira, nessa “parada sinistra”, tá dando uma de LULA, ou seja: “NÃO SABE DE NADA”. Os secretários municipais Barbosa e Manoel Jorge, respectivamente das pastas de planejamento e obra, que foram citados formalmente através dos ofícios protocolados por Douglas França (3601 – 3602) estão precisando  consultar o dicionário para saber o sentido da palavra PREVARICAÇÃO”.

Pois bem, postamos também, por ocasião de registros fotográficos, relacionados com outras matéria –  um buraco na Rua 15 de novembro –  à “evolução” da obra, desde o seu inicio. Período que compreende o dia 07 de setembro de 2015 ao dia 25 de agosto do mesmo ano.

.Fica, portanto, após os últimos oito anos da gestão do Governo de Todos, comandada pelo prefeito Elias Lira e sua tropa, entre outros descalabros, a marca da INVASÃO AOS ESPAÇOS PÚBLICOS. Esta obra, contudo, se somará com outras aberrações urbanísticas da nossa cidade.

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” O Vitoriense” e ” O Lidador” também marcam os 150 anos da imprensa vitoriense com publicações especiais.

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Dentro das comemorações alusivas à passagem dos 150 anos da imprensa escrita, na nossa cidade, Vitória de Santo Antão,  dois importantes títulos de jornal – “O Vitoriense” e “O Lidador” –  ganharam as ruas com publicações especiais.

Dentro dos seus respectivos conteúdos, cada qual ao seu estilo, claro, ambos trouxeram referência importantes no contexto jornalístico do nosso torrão. “O Vitoriense” foi o primeiro de todos. Lançado por Antão Borges Alves, em 05 de novembro de 1866, ao longo do tempo, passou por altos e baixos, hoje, é uma espécie de órgão noticioso oficial do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória.

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Já “O Lidador”, órgão não menos importante, chegou a ser o jornal mais antigo em circulação do interior de Pernambuco. Foi fundado em 12 de junho de 1880 pelo senhor Oliveira Maciel. Hoje sob o domínio da família dos Deus e Melo (sem publicação regular).

Na qualidade de membro atuante do nosso Instituto Histórico, gostaria de agradecer, mais uma vez, a sua diretoria pelo convite a me formulado para contribuir com um artigo para esta memorável edição especial –  “O Vitoriense”. De resto, parabenizo também todos àqueles que, de forma direta e indireta,  contribuíram com materialização do mesmo nesse auspicioso acontecimento da Terra de Antão Borges Alves e José Aragão Bezerra Cavalcanti.

Apelidos Vitorienses: Regis do Amendoim.

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Dando continuidade a nossa coluna, Apelidos Vitorienses, hoje, destacaremos o motivo pelo qual o senhor Reginaldo Antonio de Barros ficou mais conhecido na cidade pelo apelido de que pelo próprio nome.

Contou-nos o senhor Reginaldo que desde criança todos lhe chamavam por Regis. Mas após o falecimento do seu pai, na qualidade de família pobre, suas privações materiais começaram ocorrer. Regis, após constatar que sua mãe viva chorando em função das dificuldades, resolveu tomar uma atitude.

Pois bem, foi a partir de uma cesta de um cidadão, que vendia carvão, que o menino Regis começou vender amendoim. No inicio ele, assim como outros garotos, pegavam o amendoim das mãos de um homem chamado por Duvá, para pagar no apurado. Após alguns meses, o garoto Regis já procurou torrar seu próprio amendoim.

Após melhorar seu preparo, com as dicas do Padre Renato Cavalcanti, Regis aumentou sua freguesia. Vendia em toda cidade, nas festas de rua, carnaval e até no baixo meretrício, localizado na Rua Primitivo de Miranda. Quem acrescentou o “sobrenome Amendoim” ao Regis, foi Seu Sitonho do Posto. Dizia ele: “Menino agente precisa de uma referência. Ser conhecido por alguma coisa”.

Inicialmente, confessou o senhor Reginaldo Antonio de Barros, o apelido não lhe agradava, mas depois se acostumou. Com o “Amendoim” no nome, Regis conseguiu vencer na vida e torna-se um atacadista da referida mercadoria; Hoje, diz ele: “eu me orgulho quando as pessoas chamam Regis do Amendoim”. Veja o vídeo: