Augusto Cesar faz a festa no Varanda.

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Na tarde do sábado (29) aconteceu no Restaurante Varanda do Tadeu mais um Encontro dos Amantes da Boa Música. Após várias apresentações de artistas locais, o renomado cantor Augusto Cesar, patrocinado pela PITÚ, fechou a festa com “Chave de Ouro”. Veja o vídeo:

O amigo Macena, fã de Augusto Cesar, aproveitou para levar para casas os novos CDs do artista, já autografado.
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Aniversário de Moisés Sales: “AO VIVO!”

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Na tarde noite do domingo (31) a “corriola da Matriz” rendeu homenagens ao amigo Moisés Sales em função da passagem do seu aniversário. Moisés, o “eterno camisa 10” do Praça Futebol Clube, é um sujeito “sangue bom”.

Fá incondicional do cantor Roberto Carlos, Moisés tem associado, nas paredes da sua privilegiada memória, várias passagens da sua vida de jovem, ao sucesso do Rei no ano correspondente ao fato. Sobre seu nascimento, ocorrido em um sábado, as 14h, no Engenho Vila Granito o acontecimento já foi marcado por festa e comemoração. Veja o vídeo:

Após algumas garrafas de uísque o clima ficou mais animado. Com os filhos e os amigos o aniversariante escolheu uma musica do Rei para celebrar o auspicioso momento. Veja o vídeo:

Patt Lou: esse é o nome da fábrica de cerveja da Vitória. Você sabia?

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Se mergulharmos no conteúdo do premiado Livro “República da Cachaça”, escrito pelo professor Pedro Humberto Ferrer de Moraes, começaremos entender um pouco da vocação da nossa cidade no que diz respeito à fabricação da bebida genuinamente brasileira. Não à toa, Vitória de Santo Antão também é conhecida como a “Terra da Pitú”.

Pois bem, recentemente, através de uma reportagem publicada no Jornal Diário de Pernambuco – no caderno Economia – fiquei sabendo que desde de 2015 uma nova história vem sendo escrita no nosso Estado com relação à fabricação da cerveja, em microcervejarias e cervejeiros artesanais.

Para minha surpresa, uma das sete microcervejaria pernambucana tem sede em na nossa Vitória de Santo Antão. Quatro em Recife, uma em Olinda e outra em Jaboatão.

Muito bem, de posse dessa informação questionei algumas pessoas amigas sobre a existência de uma  fábrica de cerveja aqui, na Vitória. 100% das respostas foram por desconhecer tal informação. “ nunca ouvi falar”, algumas responderam.

Por ocasião do evento comemorativo do 11º aniversário da AVLAC,  ocorrido quarta (26), no elegante Restaurante Pizza Grill, ao chegar no evento um colega acadêmico disse: “olha aí, Pilako, a cerveja fabricada em Vitória”.

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Mesmo não sendo um cervejeiro dos melhores, rapidamente pedi uma garrafa ao garçom, para experimentar a loura gelada “made in Vitória”. A cervejaria chama-se Patt Lou e tem vários tipos. A fábrica fica localizada em Terra Preta e trás no rótulo, entre outras coisas, a seguinte frase: “Fazendo cerveja para amigos e apoiando o movimento beba menos, beba melhor

A minha opinião, no que diz respeito à qualidade da cerveja ingerida, não tem muito peso, em virtude de não pertencer ao clube dos apreciadores da bebida, mas, confesso que gostei do produto. Uma cerveja “com alma de cerveja”, se é que alguém possa me entender.

De resto, desejo aos empreendedores – que não sei de quem se trata – sucesso  e boas vendas e que no futuro possamos dizer: Vitória, terra da Aguardente  Pitú e da Cervejaria Patt Lou.

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Rafael de Oliveira e o seu LiterAtos – Ordem dos Cavaleiros dos Setestrelo.

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Em recente evento cultural tive a oportunidade de fazer uma breve entrevista com o acadêmico da AVLAC, professor Rafael de Oliveira,  onde o mesmo falou do seu mais novo livro – LITERATOSOrdem dos Cavaleiros do Setestrelo.

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Dom Pirrito II, como também se autointitula, refletiu nas páginas do seu quarto trabalho literário experiências extraídas na sala de aula, juntamente com seus alunos. “um sarau itinerante. Sair da escola e ir para outros lugares. Para ruas e praças.” Esse foi o ponto de partida, disse Rafael de Oliveira. Veja o vídeo:

Com evento festivo, a AVLAC comemora seu 11º aniversário.

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Comemorando o seu 11º primeiro aniversário de fundação, a AVLAC – Academia Vitoriense de Letras, Artes e Ciência – sob a liderança da sua presidente, professora Lúcia Martins, reuniu acadêmicos, sócios e convidados para brindar o auspicioso acontecimento. A celebração festiva aconteceu no requintado Restaurante Pizza Grill, localizado na Praça Diogo de Braga.

O evento foi aberto com as palavras da professora Lúcia Martins que chamou atenção à difícil caminhada da instituição. Professora Severina Moura, primeira presidente da AVLAC, também presente, brindou a todos com um conteúdo inédito. Veja o vídeo:

Os acadêmicos Aldenisio Tavares, Stephem Beltrão e Rafael de Oliveira, oportunamente, apresentaram os seus mais novos trabalhos, respectivamente. Veja o vídeo:

A atuante acadêmica Fátima Santos realçou a contribuição de todos os presidentes, ao longo desses últimos onze anos, dizendo que apensar das dificuldades a academia tem que continuar promovendo cultura na cidade da Vitória. Veja o vídeo:

Após outras intervenções, relembrando o Centenário da Academia dos Superstíciosos  e o sesquicentenário da imprensa vitoriense, ambos ocorridos, agora, em 2016, a acadêmica Ilka Carvalho, viúva do idealizador da AVLAC –  Melquesedec – disse vibrar com cada conquista da instituição, pois, em cada um deles continua vivo o sonho do seu José Severino de Militão. Veja o vídeo:

Ao final do jantar comemorativo e descontraído, aconteceu o tradicional “parabéns pra você” e o aguardado  corte do bolo.

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Os “orelhões” também mudou a forma das pessoas se relacionarem na sociedade.

Em praticamente todo território brasileiro os famosos “Orelhões” entraram em decadência. Em tempos de telefonia móvel, whatsapp, facebook e etc, hoje, sobretudo os mais jovens, não se dão conta da importância e do alcance social que cumpriram os velhos e sempre “salvadores” orelhões.  Na nossa cidade, Vitória de Santo Antão, as coisas também  não tão diferentes.

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Na verdade a telefonia brasileira existe desde 1920, com os chamados telefones “semi-públicos” instalados em hotéis e restaurantes. Só a partir de 1971 que a telefonia “ganhou” as calçadas, com cabines que teve seu modelo copiado da Inglaterra.

Por incrível que pareça, foi uma chinesa, naturalizada brasileira, com nome de Chu Ming Silveira, casada com um brasileiro, que criou o modelo de orelhão que conhecemos. As primeiras peças do novo  modelo foram  instaladas no Rio de Janeiro e logo depois na Capital do Estado de São Paulo.

historia-dos-orelhoes-no-blog-do-diego-03Pois bem, primeiro, como todos devem lembrar, usávamos as “fichas telefônicas”,  depois,  à modernidade chegou, e passamos a utilizar o  cartão telefônico. O resto da história, teoricamente, todo já sabe.

Na nossa cidade não sei exatamente quando os mesmo foram introduzidos, mas lembro-me bem do tempo em que eles não existiam por aqui. Na Rua Silva Jardim, no bairro da Matriz, por exemplo, recordo-me que houve um tempo que só existiam duas casas com telefones. A de João Valois e na casa de papai (Zito Mariano). Eu, ainda criança, atuava como uma espécie de “molequelá”, ou seja: era o encarregado para chamar os vizinhos para atender as ligações, lá em casa.

Voltando à desativação paulatina do sistema de telefonia “fixa-pública”- os chamado “orelhões”- a cidade de São Paulo, através de uma ação integrada com os artistas da localidade, conseguiu dá uma nova feição aos referidos equipamentos públicos , reaproveitando-lhes como obras de arte. Lixo e arte, dependendo de quem esteja observando, pode ser a mesma coisa.

Elias Lira: “muita paima e mentira!!”…

Ao entardecer de ontem (26) comecei uma caminha no Parque Joel Cândido Carneiro, mais conhecido por “Praça da Bela Vista”. Por lá, muita gente. Jovens, adultos, crianças e idosos, praticamente todos na salutar prática esportiva. Ao final da minha caminhada, com uma hora de duração, parte do equipamento público ficou no escuro.

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Temos atrás, postei matéria realçando este mesmo problema, no referido Parque. O prefeito Elias Lira, há alguns meses, reuniu alguns secretários e então candidatos a vereador, na Praça Duque de Caxias para fazer um pronunciamento onde reconheceu os problemas com a iluminação e prometeu solução.

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Moral da história: de verdade, apenas à constatação que a cidade estava às escuras e que a população estava pagando pela taxa de iluminação pública, sem ter as ruas iluminadas. De resto, aquele velho blá, blá, blá, já conhecido de todo mundo… Muita paima e mentira…

Apelidos Vitorienses: Zé Ribeiro.

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Em recente encontro com o amigo “Zé Ribeiro”, descobri que seu nome de batismo é outro. Ou seja: desde que me entendo por gente que o conheço por “Zé Ribeiro”.  Mas ao comentarmos sobre o nosso livro – Apelidos Vitorienses –  ele foi taxativo: “Pilako, meu nome é Rivonaldo”.

Pois bem, diante da “novidade” – pelo menos para mim – aprofundei-me no tema. Segundo o senhor Rivonaldo Gomes Tavares  seu nome foi escolhido por seu pai, em função dele  haver achado bonito o nome de um comandante da Aeronáutica, durante a Segunda Guerra Mundial.

Contou-nos também o amigo Rivonaldo que a “turma da praça” –  da qual fazia parte no tempo da juventude –  “inventou” uma brincadeira – copiando o quadro “Qual é a Música?” do Programa Silvio Santos –  que tinha por objetivo realizar  disputas,  para saber, do grupo,  quem era o maior conhecedor de música. Esse grupo foi apelidado, à época, de “Clube dos Artistas”.

O amigo Rivonaldo,  que antes era tratado apenas por “Riva”  passou, doravante, ser chamado pela alcunha de  “Zé Ribeiro”  em função da sua admiração e interpretação do famoso cantor Zé Ribeiro que, entre outras musicas, emplacou sucessos como: “A Beleza da Rosa” e “ Bom dia Meu Amor”.

O curioso é que os “apelidados” do famoso “Clube dos Artistas” da turma da praça, capitaneada pelos então jovens Moisés Sales, Tadeu Lourenço, Zé Maria, Wayne Cardoni e tantos outros, só o do amigo Rivonaldo “pegou”.

Portanto, o amigo Rivonaldo Gomes Tavares será mais um vitoriense catalogado pela coluna do Blog do Pilako e que terá também a história do seu apelido – “Zé Ribeiro”- grafada nas páginas do segundo livro Apelidos Vitorienses. Veja o vídeo:

Governo de Todos: “Apertem o cinto, o piloto sumiu!!”

Segundo informações de pessoas que sempre estão no entorno da Praça Leão Coroado, foi na manhã do último domingo (23) que a placa publicitária pertencente a prefeitura municipal da Vitória, fixada próxima ao Colégio 3 de Agosto, foi arrancada pelo vento. Alguns populares retiraram a mesma do meio da rua e a colocaram na calçada da Antiga Estação Ferroviária.

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Com as graças de Deus e a proteção do Glorioso Santo Antão ninguém ficou  machucado. Essa placa, e tantas outras,  foram introduzidas na “paisagem” da nossa cidade pela gestão do Governo de Todos, por ocasião do pesado projeto de mídia promovido pelo prefeito Elias Lira,  visando sua reeleição. Essa e tantas outras placas passavam a mensagem de “um governo em movimento e próspero”  e ainda dizia: “o que tá bom, vai ficar melhor”.

Pois bem, passado todo aquele teatro onde o prefeito Elias Lira conseguiu êxito (reeleição) as referidas placas foram abandonadas e sucateadas. Aliás, não custa nada lembrar que  em várias ocasiões fizemos matérias realçando o descaso,  aqui pelo blog.

Moral da história: Se a prefeitura, que tem como obrigação fiscalizar as placas e toda material de propaganda que estão fixados nos pontos comerciais da cidade, não está nem conseguindo observar e dá manutenção às suas próprias placas, imagina o risco que todo mudo está correndo.

Aldenisio Tavares e Stephem Beltrão: MPV – Música Popular Vitoriense.

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Fruto da parceria dos compositores Aldenisio Tavares e Stephem Beltrão, membros atuantes da AVLAC – Academia Vitoriense de Letras, Artes e Ciência – recentemente, foi  lançado o selo musical MPV – Música Popular Vitoriense – que tem como objetivo, entre outras coisas, promover o trabalhos dos artistas locais.

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Com o título ENCONTRO DE COMPOSITORES – Entre Ritmos – o primeiro CD trás vinte músicas compostas pelos dois, dez de cada. Stephem, hoje mais ligado à literatura, começou sua carreira nas artes através da música. Já o Aldenisio Tavares, completando 40 anos de estrada na música – certamente o compositor vitoriense mais gravado  (+ de 60 canções) – tem suas composições  ligadas  aos mais variados segmentos, tais como: carnaval, política, gospel, vaquejada e etc.

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Na manhã do último domingo (23), no Instituto Histórico da Vitória, registramos um descontraído bate-papo com os dois artistas, onde falaram um pouco das suas respectivas carreiras artísticas e prometeram mais parcerias. Veja o vídeo:

Denuncia ao Tribunal de Justiça de Pernambuco.

Recebi do senhor Leonardo Felipe Augusto, presidente da AACDV – Associação de Assistência a Criança Deficiente da Vitória,  um e-mail, onde ele denuncia ao Tribunal de Justiça de Pernambuco o não cumprimento da Lei de Acessibilidade por parte do Juizado Especial. Abaixo, segue denuncia.

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A Associação de Assistência a Criança Deficiente da Vitoria, denuncia Juizado Especial Cível e Criminal de Vitória de Santo Antão ao Presidente do TJPE por descumprimento do Art. 53. da Lei Brasileira de Inclusão de n 13.146, de julho de 2015.

Segundo o presidente da instituição, as pessoas com deficiência não tem acesso a este órgão do poder judiciário relatou ainda que a acessibilidade é direito que garante a pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida viver de forma independente e exercer seus direitos de cidadania e de participação social. Então solicitou providencias ao TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE PERNAMBUCO, onde o mesmo encaminhou o departamento de engenharia e arquitetura para realizar as devidas necessidades.

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Domingo aconteceu eleição na Casa do Imperador.

img_2394Cumprindo o que manda o seu estatuto, na manhã de ontem (23), o Instituto Histórico e Geográfico da Vitória realizou eleição para diretoria. Concorrendo na condição de chapa única os professores Pedro Ferrer e Hiram Gomes e o advogado Claudemir foram eleitos presidente, segundo vice-presidente e primeiro vice-presidente, respectivamente, para o biênio 2016/2018. A comissão eleitoral foi formada pelos sócios: João Nicodemos, Fátima Santos e Stephem Beltrão.

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Após a liturgia regulamentar eleitoral, o vereador e recém-eleito vice-prefeito,  Saulo Albuquerque , foi o escolhido para dá posse a nova diretoria. Doutor Saulo, como assim é mais conhecido, em rápidas palavras agradeceu o convite e ressaltou à importância do momento. Professor Pedro, na condição de presidente reeleito, prometeu dá continuidade ao trabalho que já vem sendo desenvolvido pela equipe. Veja o vídeo:

Ao final, em clima de descontração, a  diretoria da casa ofereceu um lanche aos presentes para comemorar, entre outras coisas, vida longa do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória.

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Estudantes promoveram brechó na Avenida Mariana Amália.

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Na manhã do sábado (23), em plena Avenida Mariana Amália, um grupo de jovens estudantes promoveram um “evento  comercial” que teve como objetivo arrecadar fundos financeiros visando a promoção de uma festa.

img_2381Ao escutar aquele “barulho diferente” aproximei-me do grupo para saber do que se tratava. Ao pergunta qual o motivo daquela “bagunça organizada”, um deles disse:  “o senhor quer comprar uma rifa?” Antes mesmo que eu respondesse, uma garota perguntou: “o senhor não quer uma água geladinha?

img_2380Pois bem, depois de comprar dois bilhetes acabei gravando uma vídeo com o pessoal que tinha como “força motriz” da atividade comercial um brechó. Portanto vejam o vídeo e, caso queira contribuir com o pessoal entre em contato para doar roupas e ajudar a “causa da galera”, pois, segundo informações deles no  próximo sábado tem mais.

“Deus abre os braços para dizer: vem Rebeca”;

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Na manhã do domingo (23), na condição de tio-avô, participei do encontro religioso que batizou a pequena Rebeca, filha de Eudes e Suélem.  O ato ocorreu na Capela de São Severino Abade, localizada no bairro do Livramento. O Padre João Severino, condutor da celebração, entre outras coisas disse: “Deus abre os baços para dizer: vem Rebeca”. Veja o vídeo:

Reunião da ABLOGPE – Associação do Blogueiros do Estado de Pernambuco.

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Na tarde da sexta (21), na sua sede em Recife, a diretoria da ABLOGPE – Associação dos Blogueiros do Estado de Pernambuco – promoveu um encontro para tratar de uma extensa pauta que teve como objetivo, entre outros, organizar a tradicional confraternização natalina com os produtores de conteúdo, vinculados a entidade,  oriundos de todas as regiões  do nosso Estado.

Será que o prefeito estaria satisfeito?

Na noite da sexta (21) nossas lentes registraram, mais uma vez, nas proximidades do Colégio Pedro Ribeiro, uma porca circulando livremente. Os moradores das ruas que ficam no entorno do educandário, assim como em outros bairros, foram “sentenciados” pelos gestores locais a viverem atolados na sujeira e na bosta provocada por esses bichos. Será,  que se os porcos tivessem cagado todo dia, nesses últimos oito anos, na calçada da casa do prefeito Elias Lira ele  e sua família estariam, hoje,  satisfeito?

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Ilustríssimos Ministros: a vaquejada não pode ser uma “ilha” no contexto dos maus tratos aos animais!!

Saindo um pouco da nossa linha editorial, que tem por objetivo realçar os assuntos atinentes ao nosso torrão e\ou aos conterrâneos, hoje, falarei de um tema que vem ganhando fôlego em todo País, sobretudo na Região Nordeste, no que diz respeito à polêmica decisão da corte suprema da nação de chuteiras. Para pôr um pouco de “gasolina no incêndio” basta dizer que o placar decisório, com 11 votantes, ocorreu pelo escore 6×5.

Muito bem, eu, na qualidade de morador de uma cidade do interior do Nordeste brasileiro, certamente não tenho condições de opinar sobre este assunto  com total isenção. Naturalmente, de certa forma, a vaquejada é parte integrante da nossa cultura e, aos olhos da ciência que estuda o cotidiano da raça humana no tempo, falar de cultura é mexer em vespeiro.

Aliás, antes de sermos submetidos à cultura dos portugueses – nossos colonizadores e algozes –  que justificaram tudo, ao concluírem que éramos animais que comia uns aos outros não procuraram, antes, saber que não se comia a carne de qualquer um, pois, acreditava-se,  à época, que ao degustar um pedaço de qualquer parte do corpo de um forte guerreiro da tribo inimiga, adquiria-se seus dotes na arte de guerrear. Também é verdade que esses mesmos senhores que nos catequizaram, em nome do mesmo Deus, também cortaram a cabeça dos seus irmãos europeus –  meio milênio antes – através das cruzadas.

Voltando para os maus tratos promovido pela vaquejada, já que estamos vivendo e evocando o “mundo civilizado” que, entre outras coisas eleva e melhora o tratamento ao animal, este,  merece muitas reflexões. A quem interessa, por exemplo, tratar cachorro como um ente da família? Sou de um tempo em que se criava um cão, para vigiar o terreiro da casa e não para dormir no ar-refrigerado, aos pés do seu dono e ser, via de regra, o ponto de convergência da casa.

A mídia de massa, aos poucos e à serviço dos fabricantes de produtos direcionado para esse segmento, vem criando uma nova cultura na sociedade moderna e as pessoas ,sem maldade, estão aderindo a esse novo conceito. Temos Leis para proteger qualquer agressão a um  “cão indefeso”, mas podemos criar um bode no quintal de casa para engorda-los e, no momento que acharmos oportuno, sangra-lo, arrancar suas tripas e leva-lo ao fogo, para  come-lo e festejarmos. Ora! O que tem de tão diferente entre o cachorro e o bode,? Será que um nasceu para ser  da “nossa família”  e o outro para servi apenas para nos alimentar? Aos olhos da maioria das pessoas, tudo isso é NORMAL. Aliás, muita gente não consegue nem raciocinar na direção contrária, em virtude do alto grau de alienação, vítimas da cargar midiática praticada pelos meios de comunicação da massa.

Com os pássaros e os peixes, acontece situação semelhante. Existe legislação para  regulamentar a prisão de um passarinho numa gaiola, mas não existe, pelo menos que eu saiba, nenhuma  ilegalidade  na criação de peixes em aquário caseiro. Ora! Que diferença tem em limitar a vida de um pássaro numa gaiola com à mobilidade de um peixe em um aquário?

Na questão da vida animal, relacionada aos “seres humanos”,  existe muita gente criando situação para se dá bem. Aliá, nas grandes cidades criaram  todo tipo de discurso em favor dos animais, para que os mesmos não puxem carroças,  mas  nas muitas cidades do interior, sobretudo no nordeste brasileiro,  é a tração animal que faz o “mundo girar”, inclusive carregando água para os humanos não morrerem de sede. Retira-los das ruas,  nas grandes cidades,  ajuda a melhorar o trânsito. Já nas diminutas urbes  o animal é mais bem tratados por ser uma fonte de renda e elemento social.  O discurso, nas cidades grande,  é oportunista e mentiroso e o pior: ainda tem gente se elegendo vereador usando-os como cabo-eleitorais.

Com relação aos bois, sob o pretexto de não fazê-los sofrer, deveria acontecer um  movimento também para acabar com os  grandes rodeios, sobretudo no Estado de São Paulo, aliás deveríamos ir mais além: deixarmos todos de comer carne bovina. Ora! Se não podemos  ao menos derrubar o boi como poderíamos,  então,   engordar o bicho para depois sangra-lo,  mata-lo e come-lo?

Aos poucos, nós humanos, estamos evoluindo. Antes, no famoso “pão e circo”,  se colocava  gente para brigar com gente, animal para brigar com animal e até gente para ser comida por animais carnívoros,  de sangue quente. Isso mudou. Mas, curiosamente,  em favor do lucro de poucos e para o delírio das massas os canais de televisão transmitem as famosas lutas de UFC e MMA. Volto a  perguntar: será, que em nome do “mundo civilizado”,  evocado pelos ministros da Suprema Corte,  estamos educando bem nossos  filhos? Incentivar à lutar com agressividade entre os seres  humanos é mais civilizado do que puxar o rabo do boi?

Outra pergunta: porque é que temos total parcimônia com a pescaria onde se comete, na minha modesta  opinião,  a maior das agressões a um “sujeito” do mundo animal? Aliás, diga-se de passagem, da forma mais covarde e violenta, na direção de um bicho indefeso e que em nada está incomodando o “ser humano”, muito pelo contrário, o “bicho homem e\ou mulher”  é que sai do seu habitat  natural e vai ataca-lo no seu espaço social. Não tenho a  menor duvida que AS  PESCARIAS QUE OCORREM EM TODO BRASIL,  É UM TROÇO MUITO MAIS VIOLENTO QUE AS VAQUEJADA DO NORDESTE. Também não  tenho nenhuma dúvida  que temos muitos   “pescadores” espalhados nas  chamadas cortes brasileiras.

Portanto, senhores seis Ministros do Supremo Tribunal Federal que votaram pela não regulamentação da vaquejada,  como prática desportiva e cultural do nosso tão sofrido e castigado Nordeste, acho que os senhores estão certos. Apenas nasceram cem anos antes, e, de forma anacrônica não estão levando em consideração a historicidade do nosso tempo.

Espero, contudo, que antes de resolvermos o problema da queda dos bois, que  não deixa de ser um questionamento  justo e equilibrado, resolvamos também o problema dos bodes, dos porcos e dos peixes, sem esquecer, claro,  antes,  de solucionar a mal tratada vida dos  humanos, cantada em verso e prosa pelo admirável Zé Ramalho, sobretudo à vida das  nossas crianças e dos nossos velhos, pois, como bem diz o nosso poeta antonense, Sosigenes Bittencourt: “dos velhos, pois foram eles que cuidaram de nós e das crianças porque são elas que irão cuidar de todos nós”. Para concluir: .Abaixo a Industria Cultural de massa e salvemos, com força e fé, a genuína e tradicional industria nordestina,  sem chaminé e representativa de toda uma região, já estigmatizada pela pobreza e tantas outras agruras.