Na noite da sexta (09) aconteceu no Teatro Sologeu José Aragão o lançamento do 3º livro do professor Serafim Lemos do Nascimento. Com o título “A revolução de 1964 e a história do Engenho Galileia” a obra do membro da Academia Vitoriense de Letras, Artes e Ciência, mergulha nos fatos importantes ocorridos na história do Brasil e daa nossa Vitória de Santo Antão.
Sobre a origem do Engenho Galileia, narra Serafim:
“Segundo relatos, o nome do engenho é obra da família Beltrão, que tinha como tradição visitar a região de Israel todos os anos. Viram semelhança entre a paisagem da Galileia atual Israel, quando compraram as terras resolveram fazer uma homenagem ao local”.
Abaixo, contudo, segue um vídeo contendo uma explanação do autor sobre a referida obra. Veja o vídeo:
Existem pessoas que até morrem, como todas as outras. Existem pessoas que continuarão sendo lembradas, mesmo depois de cumprir sua missão no mundo dos vivos. O filósofo contemporâneo, Mário Sergio Cortella, em um dos seus livros, questiona: Qual é a Tua Obra? Adaptando a pergunta para o antonense Elmo Cândido Carneiro, perguntaríamos: Quais foram as tuas obras?
Após o sepultamento do corpo de Seu Elmo da Pitú, ocorrido na tarde de ontem (11), no Cemitério São Sebastião, aqui na Vitória de Santo Antão, seu nome certamente será grafado nas mais variadas situações: rua, praça, escola, clube de serviço, prédios de instituição financeira, empreendimento comercial e etc. Tudo isso será importante e compreensivo.
Se Seu Elmo fosse um atleta olímpico, certamente ele ganharia medalha de ouro no Pentatlo Moderno. Nessa modalidade esportiva não basta se destacar apenas em uma atividade, o atleta tem que ser bom em tudo, numa mesma jornada, ou seja: hipismo, esgrima, natação, tiro esportivo e corrida.
Na qualidade de chefe de família Seu Elmo vivenciou com sua esposa, Dona Vitorinha, o melhor sentido da palavra cumplicidade. Aos filhos não foi apenas um bom provedor, virou herói e exemplo de ética. Aos netos e bisnetos uma fonte de sabedoria e carinho.
No mundo dos negócios – Elmo da Pitú – triunfou. Construiu pontes nos cinco continentes falando o idioma universal do empreendedorismo para fazer com que o cidadão planetário provasse, gostasse e comprasse sua mercadoria Made In Vitória. Dizia seu Elmo: “as duas melhores cidades do mundo: Paris e Vitória de Santo Antão”.
Em nossa Terra Mãe Elmo Carneiro interagiu em todas as direções do tecido social, foi uma espécie de “elo 360º”: do carnaval ao religioso, do clube de serviço ao futebol, da filantropia ao empresarial, da educação ao setor público, enfim, podemos dizer que o nosso conterrâneo, que acaba de fazer a viagem sem volta, foi, indiscutivelmente “de um tudo” na nossa polis.
Com apenas vinte e quatro anos, Seu Elmo foi um dos fundadores do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória. Se hoje falar ao telefone já é algo ultrapassado, em função da internet, foi com a sua articulação e empenho que nossa cidade saiu do isolamento na década de 1960, com a implantação do sistema de telefonia fixa. Seu Elmo foi um homem plural, na medida em que os interesses coletivos sempre estiveram acima dos individuais.
Desde criança fui impulsionado a admira-lo. Meu pai, Zito Mariano, o admirava, respeitava-o e reconhecia nele um dos homens com maior visão na Terra de Diogo de Braga. Hoje, na qualidade de vitoriense adulto e conhecedor da história da cidade, ratifico, na figura do empresário Elmo Cândido Carneiro, uma das mais profícuas que por aqui nasceu e viveu.
Portanto, a obra ou as obras plantadas por Seu Elmo – ao longo das nove décadas da sua proeminente existência – nas mais variadas esferas de sua atuação, com raio de alcance muito além dos nossos olhos não cessarão com sua partida da nossa bolha comum – que chamamos de convivência – pois as mesmas não foram codificadas com a marca do individualismo e do egoísmo e sim na plenitude do coletivo e sempre no contexto do bem comum. Em nome de todos antonenses, Obrigado Seu Elmo Cândido Carneiro!!
Sintonizado com os grandes meios de comunicação do País que sempre, ao final de cada ano condensam em um só programa, intitulado RETROSPECTIVA, os fatos marcantes e importantes do Brasil e do Mundo nosso Jornal Eletrônico Vitoriense – Blog do Pilako – convida, mais uma vez, os internautas ANTONENSES a construir conosco a RETROSPECTIVA 2016 da nossa Vitória de Santo Antão.
Na medida do possível iremos catalogar os fatos e acontecimentos, nas mais diversas áreas, que foram importantes e relevantes para história da nossa cidade no ano de 2016.
Portanto, envie sua indicação e sugestão – a partir de hoje para o nosso e-mail, pilakovb@hotmail.com – para construirmos juntos nossa retrospectiva vitoriense Se preferir, comente nesta postagem!
Para você quais foram os acontecimentos relevantes e fatos marcantes que acorreram na nossa cidade durante o ano de 2016?
Recentemente registrei mais uma placa de sinalização de trânsito tombada na calçada. Não custa nada lembrar que por ocasião das aplicações das mesmas (placas) pela prefeitura, sob a coordenação da AGTRAN, denunciamos que o material usado era inadequado.
O entendimento das variantes que circunscreve a chamada mobilidade urbana está calcada, hoje, em um conjunto de competências que vai muito além do imaginável da esmagadora maioria dos gestores públicos. Políticos e prefeitos ultrapassados, que na maioria dos casos não tem o salutar costume de escutar técnicos, estão sendo vencido pelo tempo, como é o caso do atual gestor da nossa Vitória de Santo Antão, Elias Alves de Lira.
Por ocasião dos sempre animados encontros que ocorriam nas tardes do sábado na propriedade do saudoso Romildo Mariano (meu tio), em 2008, nos meses que antecederam a campanha para prefeito, repeti várias vezes a seguinte explicação:
Elias já está ultrapassado. Ele foi prefeito da Vitória em outras circunstâncias, hoje os tempos são outros… Para exemplificar dizia: é a mesma coisa de um motorista que dirigiu durante algum tempo um caminhão Mercedes 1113, ele continua um bom motorista, mas não tem capacidade de viajar pilotando um caminhão moderno que seja instrumentalizado por um painel eletrônico computadorizado e que o motor só “vira” depois da autorização via satélite……. e ainda completava: Elias tem capacidade para administrar uma cidade do porte de Feira Nova, Glória do Goitá, Chã Grande e por aí vai…., não uma cidade do porte da Vitória de Santo Antão… Testemunhas para atestar o que disse, lá atrás, é o que não falta…
Pois bem, passaram-se oito anos e o que eu falei lá atrás, hoje, configura-se uma flagrante realidade. Apenas para ficar na ceara da mobilidade, por exemplo, não tem nenhuma lógica que uma via feito a Avenida Henrique de Holanda (Antiga BR 232), que se configura como uma espécie de “espinha dorsal” viária do município, ao invés de ser alargada e ampliada, venha ficando mais estreita, em função das constantes CONSTRUÇÕES IRREGULARES, cujas banquetas foram e continuam sendo “doadas” pelo prefeito Elias Lira.
Para as futuras gerações, porém, ficarão mais gargalos no fluxo do trânsito e mais riscos de mortes, atropelamentos e colisões. Esses serão, portanto, alguns dos saldos negativos desta macabra equação – INVASÕES – que foram, e continua sendo, o expediente do atual gestor da nossa cidade, nesses últimos oito anos, no comando da gestão do Governo de Todos.
Na noite de ontem (07), aqui na Praça Leão Coroado, bati um alongado papo com o vereador reeleito Novo da Banca. No meio da nossa conversa informal resolvemos gravar um vídeo sobre os movimentos ocorridos nos bastidores políticos, no que diz respeito à eleição da mesa da Câmara de Vereadores para o próximo biênio – 2017/2018.
Não custa nada lembrar que, há mais ou menos um mês, em outro encontro casual, havíamos conversado sobre este mesmo tema. Naquela ocasião, inclusive, disse-me ele (Novo) que as coisas estavam seguindo por um caminho, antes, inimaginável, mas não quis entrar em detalhes sobre o mesmo.
Pois bem depois de muita negociação entre os parlamentares e também com o prefeito eleito, Aglailson Junior, o consenso foi criado em torno do nome do vereador Novo da Banca, para assumir a presidência da Casa Diogo de Braga, a partir de janeiro de 2017.
Na circunscrição política municipal é praxe que o prefeito – chefe do executivo – se coloca como um “forte cabo-eleitoral” na escolha do presidente do Poder Legislativo local. No nosso caso, indiscutivelmente, o interesse do prefeito eleito, Aglailson Junior, na eleição do Novo da Banca, configurou-se em ato determinante para o consenso.
Vale salientar que o Novo da Banca disputou a última eleição em outro grupo, fato pouco comum nessas escolhas. Disse-me o Novo da Banca: “ me surpreendeu (…… ) quando fui procurado por Aglailson Junior e Romero dizendo que Romero não era mais o candidato a presidente e que o candidato seria Novo da Banca”.
Já pensando na gestão, uma vez que o consenso está formado em torno do seu nome, disse-me Novo que pretende arregimentar um corpo técnico consistente para produzir uma administração dentro dos padrões exigidos pela Lei vigente.
Abaixo, contudo, segue dois vídeos com a nossa conversa completa, inclusive com a revelação do Novo da Banca, realçando problemas do passado que gerou, de certa forma, uma divida de gratidão para o processo de hoje, entre ele o prefeito eleito, Aglailson Junior. Veja os vídeos:
Na qualidade de sócio do Instituto Histórico da Vitória e membro da AVLAC – Academia Vitoriense de Letras, Artes e Ciência – o compositor Aldenisio Tavares, em parceria com o também compositor e comunicador Guilherme Pajé, está com um novo trabalho artístico na praça.
“Memória Viva do Carnaval”, lançado recentemente em função do Tríduo Momesco que se anuncia (Carnaval 2017), tem como coluna vertebral, por assim dizer, o objetivo de reverenciar os compositores, cantores e músicos do autêntico ritmo pernambucano que se encontram “Nas Nuvens”.
A obra independente, produzida pela dupla de compositores mais gravada do carnaval vitoriense, procurou reunir nomes de consagrados autores pernambucanos, como Nelson Ferreira e Maestro Nunes sem esquecer, contudo, os artistas antonenses, tais como: Nestor de Holanda, Teixeira de Albuquerque, Bené de Cachoeirinha, José Marques de Senna e etc.
Em “tempos bicudos”, no que se refere ao momento econômico e ao baixo nível de produção musical qualificada, sobretudo no que diz respeito às composições carnavalescas, produzir uma obra com recursos próprios para enaltecer o trabalho daqueles que já se encontram “Nas Nuvens”, não deixa de ser, pelo menos pra mim, uma inconteste declaração de amor à cultura, à arte e aos vitorienses que se imortalizaram através das suas músicas. Portanto: MUITAS PALMAS PARA OS COMPOSITORES ALDENISIO TAVARES E GUILHERME PAJÉ.
Dias atrás registramos na rua conhecida como “Subida da Bela Vista” dois cavalos se alimentando de lixo, na calçada. A gestão do Governo de Todos, após oito anos no poder, está chegando ao fim e deixa como uma das marcas da sua pífia administração o “RETRATO” dos animais de grande porte circulando livremente, dia e noite, pelas as ruas, praças e avenidas da cidade. É lamentável!!
Dando continuidade a nossa coluna: Apelidos Vitorienses, que tem por objetivo revelar a origem dos apelidos dos conterrâneos que são mais conhecidos pela alcunha do que o próprio nome, hoje, revelaremos a história do senhor João Severino dos Santos Junior.
Contou-nos o senhor João Severino dos Santos Junior que seu apelido surgiu quando ele ainda era garoto (12 anos) e cursava o 5º ano no Colégio Polivalente. Antes, todos lhe chamava apenas por Junior.
Pois bem pelo fato do Junior usar a mão e os dedos (firmes) para dá uma “catucadinha” na barriga dos colegas, na medida em que falava com os mesmos, em tom de brincadeira, uma menina, com o nome de Edvânia chamou-lhe pela primeira vez de “Facadinha”.
Desse dia em diante, contudo, os demais colegas passaram a lhe tratar por “Junior Facada”. Confidenciou o “Junior Facada” que inicialmente ele resistiu ao apelido, mas não teve como fazer os colegas esquecer da brincadeira.
Eis aí, portanto, a história do apelido do senhor João Severino dos Santos Junior que ficou mais conhecido na cidade pelo apelido – Junior Facada – do pelo próprio nome. Veja o vídeo:
Aos que não gozam de uma relação mais próxima com o jornalista José Edalvo, certamente, a marca da formalidade seja um dos seus traços mais saliente, não obstante, porém, todos reconhecer na sua figura uma pessoa estudiosa, preparada e de fino trato.
Portador de uma cultural geral extraordinária, Edalvo também encarna, hoje, o título de sujeito que mais testemunhou e registrou fatos históricos na nossa República da Cachaça. Aliás, não custa nada lembrar: são quase quarenta anos ininterruptos na arte da pena.
Na qualidade de pessoa próxima do Edalvo – jornalista zeloso e cuidadoso – posso dizer que o mesmo também é um talentoso poeta, compositor, declamador e um exímio narrador de “contos e causos”.
A natureza – soberana nas suas ações – por ocasião do seu nascimento nos concedeu um claro atestado de equilíbrio, pois se não lhe ofertou uma razoável beleza física compensou-lhe com uma memória privilegiadíssima. Recentemente, contudo, em momento de descontração ao seu lado tive a oportunidade de registrar, em vídeo, uma cana rara do eclético e versátil jornalista José Edalvo. Veja o vídeo:
O vitoriense que circula no Centro Comercial local já deve ter notado que nos últimos meses, sobretudo após o pleito eleitoral de 02 de outubro, as calçadas, canteiros e praças estão sendo invadidas pelo comercio ambulante. Isso é fato. Na Avenida Mariana Amália, por exemplo, observo que as carroças estão sendo colocadas para “agredir” o pedestre, ou seja: TEM GENTE ORQUESTRANDO O CAOS.
Apenas a título de ilustração, no Cruzamento da Avenida Mariana Amália com as Ruas Senador João Cleofas e Rui Barbosa, as carroças estão ficando estacionadas nas calçadas, justamente ao lado das faixas de pedestres, por onde os transeuntes deveriam seguir.
Em uma das ilhas centrais da referida Avenida – defronte à Farmácia Santo Antão e Ferreira Collor – onde não “existe tempo” no semáforo para o pedestre, uma carroça foi colocada justamente no único espaço disponível para o pedestre se proteger dos veículos, na sempre difícil travessia de um lado para o outro, sobretudo dos idosos e das crianças.
Outra coisa curiosa e que também está acontecendo nesse final de mandato é que qualquer pedido de ligação elétrica solicitado à prefeitura o mesmo é deferindo sem o menor questionamento. A história é mais ou menos assim: a CELPE só pode colocar um “quadro de energia” e fazer a ligação num ponto de comercio ambulante se a prefeitura autorizar, através de ofício. Se antes havia algum critério, hoje (final de mandato) as coisas “avacaiaram” de vez.
Certa vez disse-me uma pessoa que é vinculada à construção civil, que a ligação provisória realizada pela CELPE em um canteiro de obra deve seguir uma série de procedimentos para que mesma seja efetivada, tais como: aterramento, altura regulamentar de 1,53 para o leitor, poste de cimento e etc.
Pois bem, recentemente, registrei um pedaço de madeira com um quadro de energia, na Praça Severino Ferrer (Praça do Fórum), que foi autorizado pela prefeitura e que certamente não cumpriu as normais de segurança estabelecida pelas regras vigentes. Neste caso, contudo, cabe uma pergunta: se alguém morrer eletrocutado, quem será o responsável: a prefeitura ou a CELPE? Diz um ditado popular que na “briga entre o rochedo e o mar, quem se lasca é caramujo”.
Para quem observa a cena política da cidade, há décadas, já deve ter notado que essa “zona toda” no nosso Centro Comercial não é algo inédito. O prefeito Elias Lira, caladinho, está colocando o prefeito eleito, Aglailson Junior, a partir de janeiro de 2017, numa verdadeira “sinuca de bico”, como se diz no popular.
Ora! Se o grupo vermelho, lá atrás, através do canal de televisão 58 e das rádios do grupo, assim como durante a última campanha eleitoral, promoveram o maior escarcéu com um vendedor de macaxeira, por ocasião da apreensão das suas mercadorias pelos funcionários da gestão do Governo de Todos, agora, chegou a vez de Elias Lira dar-lhe o troco, ou seja: DEIXAR O CENTRO COMERCIAL “ENTUPIDO” DE AMBULANTES E CAMELÔS PARA QUE O NOVO PREFEITO SEJA OBRIGADO A TOMAR MEDIDAS IMPOPULARES. Esse é o jogo travado nos bastidores… E a cidade? A cidade, junto com as pessoas, que se lasquem pra lá!!!!
Por ocasião da celebração festiva realizada conjuntamente pelo Instituto Histórico e Geográfico da Vitória e AVLAC – Academia Vitoriense de Letras, Artes e Ciência, ocorrida na noite do sábado (03) no Restaurante Pizza Grill, foi-me ofertada a oportunidade de falar um pouco sobre a história do Instituto e também das revistas, por ele publicada. Nos poucos mais de dez minutos, em que estive com a palavra, por assim dizer, fizemos uma viagem até o ano de 1838, ano de fundação do IHGB – Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, passando depois por 1862 , ano de fundação do Instituto Arqueológico Pernambucano, até chegar em 19 de dezembro de 1950, ano de fundação do nosso maior projeto cultural de todos os tempos: IHGVSA – Instituto Histórico e Geográfico da Vitória de Santo Antão, que completou, recentemente, 66 anos de fundação. Neste contexto, agradeço também ao repórter José Sebastian, pela oportuna intervenção no registro, em vídeo, da minha participação oral. Veja o vídeo:
Neste final de semana jornais da Capital realçaram o drama vivenciado por moradores de algumas cidades do interior do nosso estado, no que diz respeito à explosão dos caixas eletrônicos. As quadrilhas organizadas estão botando terror com força. A população está com medo e a polícia acuada. Fala-se, inclusive, que estamos voltando aos tempos do cangaço. Naquela época os bandos aramados chegavam e saqueavam as cidades.
Para completar o cenário de guerra civil não declarada, no nosso estado, só nesse final de semana morreram cinquenta pessoas vitimas da violência. Infelizmente o governador Paulo Câmara ainda não conseguiu calibrar sua gestão na área da segurança. O Pacto Pela Vida demonstra claramente sinais de esgotamento, a situação dos presídios atesta o caos e a população refém da bandidagem, são provas inequívocas de que medidas urgentes precisam ser postas em prática. NÃO PODEMOS VIVER NO MEIO DO FOGO CRUZADO DOS BANDIDOS!!
Mantendo a tradição os peladeiros do Campo de Zé Guelpher, sob a coordenação de Artur e Manoel Bem, promoveram durante todo dia do domingo (04) o seu sempre animado encontro. Marcado – desde de sempre – para o primeiro domingo de dezembro – quer chova ou faça sol – a festa manteve seu formato original, ou seja: partida futebolística logo cedo e comes e bebes em seguida, entrado de “tarde a dentro”, como se diz no popular.
Nossas lentes, no primeiro ato, conseguiu registrar dois lances que merecem destaques. Levando-se em consideração, hoje, o “enferrujamento” dos peladeiros, os dois lanes foram: a “bola na trave” do Junior Facada e do extraordinário drible que Florêncio deu em Tob. Veja os vídeos:
O peladeiro Denilson, como sempre, participou da partida fazendo propaganda das “VIRGENS DA VITÓRIA“, agremiação carnavalesca, aliás, da é o presidente e principal propagandista.
Na programação profana da confraternização, por assim dizer, registramos, em vídeo, um pouco do sentimento de cada um, no que diz respeito a esse evento que procura, na medida do possível, manter acesso e vivo os laço de amizade e convivência do passado, quando todos eram adolescentes e “bons de bola”. Veja o vídeo:
Após algumas latas de cervejas, umas lapadas de Pitú e à ingestão de uma suculenta feijoada, ao som das canções da boa época que não volta mais, fica a certeza que ano que vem estaremos reunidos novamente. Parabéns a todos, mais uma vez !!!
Comemorando sessenta e seis anos de profícua atuação na nossa cidade o Instituto Histórico e Geográfico da Vitória reuniu, na noite do sábado (03) no Restaurante Pizza Grill, um bom numero de pessoas para celebrar, junto com a AVLAC – Academia Vitorienses de Letras, Artes e Ciência – um conjunto de bons acontecimentos. Além do aniversário do Instituto, comemorou-se também: tomada de posse na nova diretoria, lançamento do XVI volume da Revista do Instituto e a confraternização natalina conjunta do IHGVSA e da AVLAC.
O sócio do Instituto e decano da imprensa vitoriense, João de Albuquerque Álvares, foi o escolhido para dá posse aos novos diretores do Instituto Histórico. Nas suas palavras, além de uma mensagem natalina, Seu João ressaltou o bom momento por que vem passando o Instituto Histórico. Entre outras coisas disse: “Pedro tem realizado uma administração dinâmica que salta aos olhos dos vitorienses”. Veja o vídeo:
O Professor Pedro Humberto Ferrer de Moraes, presidente reeleito por unanimidade, para o biênio 2016/1018, além de conduzir o evento, realçou as atividades desenvolvidas pela instituição na cidade assim como missões culturais em outras cidades, destacando também os eventos ocorridos nas dependências da Casa do Imperador, conforme exige o estatuto, na última reunião do ano. Veja o vídeo:
A presidente da AVLAC, professora Lúcia Martins, usou da palavra para agradecer a presença dos acadêmicos e amigos, aproveitando para desejar também um feliz Natal a todos. Veja o vídeo:
Por ocasião do lançamento da décima sexta edição da Revista do Instituto, o sócio Stephen Beltrão, coordenador dos trabalhos, falou da sua satisfação e sentimento de dever cumprido, ao passo que agradeceu aos membros da comissão responsável pela revista o esforço em conjunto.
Portanto, com o referido evento, o Instituto Histórico e Geográfico da Vitória encerrou sua programação institucional para o ano de 2016. Para o ano de 2017, garantiu o professor Pedro Ferrer, será mais um ano com grandes realizações mantendo os princípios norteadores historiográficos da instituição que foi fundada em 19 de novembro de 1950 por um grupo de bons vitorienses.
O encontro da “Corriola da Matriz”, na tarde do domingo (04), ocorreu em clima de confraternização natalina. Além da cerveja, do refrigerante e do uísque a mesa também ficou repleta de variadas iguarias que foram ofertaras pelos componentes do grupo. A “Corriola”, como diz o poeta Sosígenes Bittencourt, é um espaço de convivência dos mais democráticos assim como um poço de conhecimento, por congregar amigos das mais variadas gerações.
Na manhã de ontem (01), mais uma vez, constatei que o tanque ornamental da Praça da Restauração – também conhecida por “Praça do Jacaré” – continua vazio. Deve-se ressaltar que ali foi investido algo em torno de R$ 2.000.000.00 (dois milhões reais), exclusivamente pela obra da sua reforma.
Apesar do alto volume de dinheiro público gasto na referida praça o seu tanque ornamental continua “FURADO”. Não consigo imaginar um prefeito, um secretário municipal ou quem quer que seja, investindo seu dinheiro particular na construção de uma piscina ou uma cisterna, em sua propriedade, e depois não fazê-lo juntar água, função pela qual foi confeccionado. Até parece que o dinheiro do erário não tem valor.
Ficando ainda no mesmo tema – praça – observei que meses atrás ocorreu uma substituição das lixeiras na Praça Dom Luiz de Brito, também conhecida por “Praça da Matriz”. Antes, as mesmas, eram na cor azul. Atualmente refletem a cor do sol.
Certa vez disse-me um antigo observador da cena política local que o então prefeito Ivo Queiroz adornou o Pátio da Matriz plantando pés de bananeira numa alusão direta ao seu símbolo político. Aliás, não muito diferente o que fez o atual vice-prefeito, Henrique Filho, ao colocar os pés na prefeitura, em janeiro de 2009.
Com relação às bananeiras plantadas no Pátio da Matriz, sinceramente, não sei do seu resultado. Já com relação às plantadas no palácio municipal, recentemente, sem alarde e caladinho, o Elias Lira mandou arrancar, segundo comentário do pessoal do seu próprio grupo político.
Vez por outras sapeco esta frase: VITÓRIA NUNCA ESTEVE TÃO MUTANTE. Não podemos dizer, contudo, que somos detentores da exclusividade nas transformações do mundo, muito pelo contrario: estamos a reboque delas.
Para os que estão se formando nesse contexto (rápidas mudança) tudo é normal, tudo é igual. Mas para os que cresceram em tempos pretéritos, assim como eu e tantos outros que estão lendo estas linhas, contemplar, analisar e relacionar os acontecimentos não deixa de ser, porém, um agradável e salutar exercício mental.
Certa vez, por ocasião da incipiente efetivação do serviço de mototaxista na nossa cidade, disse meu pai, Zito Mariano: “um negócio assim, é complicado. Como é que uma mulher casada ou uma mocinha vai montar na garupa de uma moto com um sujeito que ela nem sabe quem é?” Na sua cabeça – imagino – aquele serviço só teria serventia para os homens. O tempo provou que a formação social do meu pai, nesse aspecto, foi atropelada pelas mudanças.
Esta semana, ao caminhar pelas ruas centrais na nossa cidade, deparei-me com dois artistas promovendo espetáculos nos intervalos do semáforo – cada qual na sua arte. Não me lembro de haver assistido, aqui na Vitória, um músico tocando sax em um sinal de trânsito, sobretudo “passando o chapéu” em busca da esperada compensação financeira, após a célere apresentação. Nesse aspecto, aliás, Nova Iorque nunca esteve tão presente na nossa polis…
Na manhã de ontem (01) estive sentado em uma mesma sala de espera de meses atrás. Nessas ocasiões, perdoem-me as pessoas que foram direcionadas por outras mais inteligentes ao vício tecnológico (Facebook e whatsapp), procuro, ao invés de ficar “mexendo” no celular, leituras com conteúdo. Aliás, segundo especialistas, em breve as pessoas que não largam o aparelho celular, permanecendo muito tempo com o pescoço voltado para baixo, estarão enchendo os consultórios dos algologistas.
Pois bem, ao pegar uma mesma revista – Superinteressante – reli a matéria com o seguinte título: “TELEMORKETING”. Diz o subtítulo: “Empresa americana ganha dinheiro telefonando para doentes à beira da morte. Ela diz que seu objetivo é ajudar essas pessoas. Mas também há outra razão”.
Pois bem, segundo a matéria existe uma empresa americana de telemarketing que se especializou em dialogar com pessoas acometidas de doença grave e que encontram-se na fase critica ou terminal. Na partida, adianta a telefonista que não está vendendo nada, apenas quer conversar para ajudá-la a tomar as melhores decisões sobre seu futuro.
Por incrível que pareça a referida empresa – por saber que as pessoas acometidas de doenças graves costumam ser mais passivas – tentam convencê-las de que quando não há chances de cura o melhor caminho é abandonar o tratamento.
O curioso é que por trás dessas ligações estão justamente as empresas dos planos de saúde, na tentativa de economizar alguns milhões de dólares com os alongados tratamentos. Parece até mentira que isso esteja ocorrendo, mas não é. Portanto, relembremos aquele velho conselho que diz: “não aceite ajuda de estranhos”
Na qualidade de curioso da história local e na “esteira” para tornar-me um historiador de ofício, ontem (29), mais uma vez, visitei, no bairro do Recife, A Sinagoga Kahal Zur Israel, a primeira das Américas. Desta vez em missão pedagógica coordenada pelo professor Marcelo Hermínio. Para os que desconhecem o termo Sinagoga ou Esnoga, os mesmos referem-se ao local de culto da religião judaica.
Muito bem, não entrarei aqui em detalhes do ponto de vista doutrinário da referida religião apenas, levarei em conta o ponto de ligação deste importante museu para história mundial com a épica batalha ocorrida no nosso Monte das Tabocas.
Mesmo sem citar o nome da nossa cidade, muito menos do nosso importante sítio histórico – Monte das Tabocas – a data 1645, estampada em um dos painéis que compreende uma espécie de Linha do Tempo do museu, é uma referência direta ao dia 3 de agosto de 1645 – dia no qual vencemos a primeira batalha contra os holandeses, aqui no Monte das Tabocas.
Pois bem, durante as três décadas de domínio holandês em Pernambuco, tal qual já ocorria na Holanda, os judeus gozaram da tolerância religiosa. A permissão de liberdade de culto contrariou frontalmente os interesses da igreja católica que comandava, à época, entre outras arbitrariedades, o temido Tribunal da Santa Inquisição.
Entre outras variantes a chamada Restauração Pernambucana – evento que nos enche de orgulho e nativismo – não deixa de haver sido, contudo, uma guerra no campo religioso. Não à toa narram os livros da nossa história:
“que durante os fortes combates, surgiram uma senhora com uma criança no braço, tendo ao lado um ancião barbudo com um cajado e eles além de alento, forneciam armas aos nossos bravos soldados. De acordo com a crença popular, seriam, Nossa Senhora com o Menino Jesus e Santo Antão”.
Para encerrar, apenas uma opinião: na nossa Vitória de Santo Antão, no que diz respeito aos fatos históricos relevantes, aos olhos dos pernambucanos, brasileiros e toda comunidade mundial é solo fértil e riquíssimo. Infelizmente, falta-nos gestores capazes de entender que o investimento no turismo histórico é a mais inteligente das realizações, simplesmente por não ter “data de validade” e não se fazer necessário a retroalimentação financeira. SIMPLES ASSIM…
Para quem mora ou circula diariamente pelo movimentado bairro do Cajá, não tem jeito: ou você “bate de frente” com um porco ou um cavalo ou até com os dois, concomitante, circulando livremente pelas ruas.
Na manhã de ontem (29), por exemplo – ainda não passava das 7h – meu primeiro “bom dia” foi para um equino alazão. A gestão do Governo de Todos que já começou arrumar as gavetas, depois de oito anos no poder, levará consigo, entre outras, a frustração de haver “naufragado” na questão da fiscalização e recolhimento dos Bichos nas Ruas.