Alarme na Matriz: defeito ou estratégica de marketing?

Na qualidade de frequentador do Pátio da Matriz, sou testemunha ocular de uma perturbação intermitente que vem ocorrendo há mais ou menos um mês. A bronca é a seguinte: em um dos estabelecimentos comerciais da localidade um equipamento de alarme foi instalado e, certamente, por está com defeito, dispara constantemente. O barulho por ele provocado, sem a função devida, causa incômodo aos vizinhos, transeuntes e a todos que buscam no espaço público (praça) um momento de lazer. Na noite de ontem (01), por exemplo, feriado nacional, o alarme disparou várias vezes, causando a indignação do nosso amigo, professor Rogério. Veja o vídeo:

Por ocasião desse mesmo barulho, outro dia, um sujeito sentado à mesa, que já havia tomados umas e outras, disse que esse problema não seria um  defeito e sim,  uma espécie de estratégica de marketing, para chamar a atenção das pessoas. Pois,  se isso vem ocorrendo com frequência e os donos do estabelecimento não tomam uma atitude, algum retorno  positivo deve estar  lhes trazendo.

Bem, digo apenas uma coisa: se o alarme foi colocado para denunciar alguma ação relacionada a um possível arrombamento, doravante, vai perder a função.

O péssimo e caro serviço de transporte público local: e agora, prefeito Aglailson Junior, mexer ou deixa como tá?

Apesar das muitas formas de locomoção coletiva, públicas e privadas, o ônibus, nas médias e grandes cidades, se configura como peça fundamental na chamada mobilidade urbana. Aliás, tanto a ideia quanto o conceito e até o nome (ônibus) que conhecemos hoje,  advém da França. No nosso Brasil o primeiro transporte dessa natureza surgiu em 1817, no Rio de Janeiro. Naquela ocasião  D. João VI concedeu ao sargento-mor da Guarda Real e também seu barbeiro, Sebastião Fábregas de Suriguê, as primeiras  concessões de transporte de pessoas. As linhas, por assim dizer,  já cumpriam itinerário, tarifa e horário previstos e faziam o seguinte percurso: Praça XV – Quinta da Boa Vista e Praça XV- Fazenda de Santa Cruz.

Já na nossa cidade, conta a historiografia, que antes da chegada do trem, em 1886, os conterrâneos mais abastados financeiramente faziam seus deslocamentos à Capital em luxuosas carruagens  ou cabriolet, disponíveis, à época, como se hoje fossem uma espécie de locação de helicóptero. O ponto de partida era do local, hoje,  conhecido como Praça Leão Coroado, antes e após a construção da Estação,  também chamada de “Largo da Estação”. Mais adiante, os vitorienses conviveram com a “sopa” – simpático nome do ônibus que levava passageiros ao Recife.

Pois bem, o transporte coletivo de passageiro, com o passar das décadas, tornou-se uma ferramenta vital para o crescimento das cidades, diga-se de passagem. À necessidade do deslocamento das pessoas – moradoras dos perímetros urbano e rural – deve ser encarado como algo de fundamental importância, sobretudo pelas administrações publicas,  reais detentores constitucional da regulamentação, organização e fiscalização do segmento aludido.

Digo tudo isso para adentrar na questão atual do transporte público local. Nossa cidade, Vitória de Santo Antão, avançou do ponto de vista populacional, econômico e social ao ponto de  ostentarmos, inclusive,  o título de Capital da Zona da Mata, mas, infelizmente,  continuamos operando com um sistema quase “artesanal”, no que diz respeito ao transporte coletivo público.

Entra prefeito, sai prefeito, fica prefeito e até agora nenhum sujeito desses, teve interesse em organizar o setor. Nesse caso, então, caberia várias perguntas: O que há, de tão misterioso nesse segmento que as correntes políticas se revezam no poder e mantém tudo do mesmo jeito? Qual o segredo que existe nesse segmento,  que ninguém quer revelar? O que tem dentro dessa “caixa-preta”, que nenhum governante quer interferir? Que relação deve permear os interesses dos proprietários das linhas de ônibus em detrimentos às necessidades prementes da população? São muitas perguntas e quase nenhuma resposta…………….

Fica evidente que enquanto tudo isso não for “destravado” –  com a exceção de alguns poucos – todos saem perdendo, principalmente a nossa já castigada população, sobretudo os de menor poder aquisitivo. Nos três principais modais de locomoção pública local – ônibus, taxi e mototaxis – existem problemas estruturais “eternos”,  há décadas,  e nada de solução, por parte da prefeitura.

Na questão do TAXI, não obstante a gestão do Governo de Todos haver iniciado  a aplicação do taxímetro, existem “taxistas” que “rodam”,  há mais de vinte anos,  sem a chamada “placa vermelha”, curiosamente, na outra ponta,  existem pessoas que tem a concessão apenas para ganhar os benefícios da aquisição no carro “OKM” e  o pior: para mantê-los na  garagem,  para uso estritamente particular e, em alguns casos, segundo informações de pessoas do ramo,  já morando fora da nossa cidade. Esse é apenas um dos problemas.

Com relação aos mototaxistas a bagunça é a regra. Não existe, por parte da prefeitura, nenhum tipo de controle. Qualquer pessoa, habilitada ou não, que quiser prestar o referido serviço,  o faz até com  uma moto roubada e adultera. É só colocar um colete qualquer e meter bronca!! Ao subir numa moto, o passageiro, coitado,  sem saber, pode estar embarcando na última viagem da sua vida.

No quesito ônibus (coletivo urbano) a população parece continuar vivendo no período da escravidão, pois são obrigados a embarcar em veículos  velhos, sem nenhuma manutenção, com funcionários desqualificados para a função e ainda pagar um preço injusto. Apenas a título de ilustração, por exemplo, com menos de R$ 10,00 – partindo da Vitória – um passageiro chega ao Shopping Center Recife (+ ou – 65 km),  em compensação o mesmo passageiro, partindo do Lídia Queiroz (+ ou – 3 km), para chegar ao Vitória Park Shopping, tem que pegar dois ônibus e  ainda pagar quase R$ 5,00. Para o mesmo local (Shopping Vitória), se o passageiro estiver no bairro de Lagoa Redonda, por exemplo,  e quiser seguir numa moto, haverá de pagar R$ 7,00, “sem choro nem vela”.

A classe média da nossa cidade não convive com essa distorção,  pelo fato de não se utilizar dos sistemas públicos de transporte, passando longe do problema. Com pouca informação  e sem poder de reação, a população mais pobre da nossa cidade “come o pão que o diabo amassou”,  na mão dos donos das empresas de ônibus  e ainda são obrigados a pagar um preço muito além do razoável.

Portanto, esse e outros problemas deveriam ser objetos de estudo do novo prefeito,  Aglailson Junior. Não se pode fazer uma cidade avançar, nos mais variados segmentos – social, econômica e etc – sem que se quebre velhas práticas,  vícios e sistemas,   que apenas favoreçam uma pequena classe, aliás,  já privilegiada.  De modo a pensar, daqui pra frente, que o novo gestor possa criar  um  ambiente,  nesse segmento,  com  mais transparência e respeito ao povo pois,  só assim,  estaria abrindo um novo ciclo na administração pública local. Caso contrário, se deixar tudo como está,  e continuar  “empurrando com a barriga”,  será MAIS UM DOS MESMOS, ou seja: A MESMA COISA.

BICHOS NAS RUAS: Só após a pamonha do São João!!

Através das redes sociais tomei conhecimento de algumas atividades do vereador Lourinaldo Junior. Respaldado pelas urnas, logo na sua primeira disputa, como um dos postulantes mais votado da cidade o jovem edil vem adotando postura de cobrança, em relação ao Poder Executivo. Independente de correntes políticas e de interesses particulares, a população espera que os nobres vereadores atuem com afinco, na missão que lhes foi conferido pelo voto popular. Segue, abaixo, reprodução da postagem do referido vereador:

“Na última sessão (20.04.17) destacamos alguns requerimentos:
• Retirada dos animais de grande porte das vias públicas que provocam grandes riscos à população.
• Contenções laterais da Ponte do Dique: Requeremos em caráter de urgência a reforma da mesma que encontra-se danificada.
• Visita nas escolas: Parabenizando a Diretora da Escola de Natuba por sua competência, destacando as dificuldades como falta de bancas e de profissionais, rodízios de aula que vem gerando uma preocupação com o desempenho do aluno e com o cumprimento do calendário escolar, assim como também ocorre na Faculdade da Criança no bairro do Lídia Queiroz.
• Posto de Natuba: Encontra-se em condições precárias, passando por grandes dificuldades sem funcionamento das salas odontológicas e de vacinação.
• Posto do Lídia Queiroz: Encontra-se em ótimas condições físicas e funcionais, porém, há falta de segurança.

Foram roubados equipamentos, televisão e assim também como foi relatado pelo vereador João Erodilson Teofilo dos Santos, há falta de medicamentos”.

Lourinaldo Junior.

Pois bem, aqui, nesse momento, irei apenas comentar sobre uma das suas solicitações, ou seja: retirada dos animais de grande porte das vias públicas, isso porque essa é uma pauta antiga do nosso jornal eletrônico, intitulado Blog do Pilako.

Com a mudança do comando na gestão local,  procurei, na medida do possível, nesse início de administração, filtrar os assuntos pertinentes às atividades governamentais locais. Evidentemente, é natural que se precise de um tempo mínimo para ajustar a “máquina”.

Sobre o referido assunto – bichos nas ruas – por ocasião de uma reunião no Ministério Público local, ocorrida no inicio do mês de fevereiro (2017), para tratativas atinentes ao carnaval, questionei o sempre simpático  e amigo, Bio da Morepe, atual secretário de serviços públicos, sobre o tema.

Após as suas explicações, realçando as dificuldades administrativas,  em praticamente todas as áreas, disse-lhe que o blog do Pilako iria dá uma“refresco” de seis meses nas cobranças,  relacionada aos bichos soltos nas ruas.

Vale salientar que a gestão anterior passou oito anos e não conseguiu solucionar o problema, apesar de haver tentado várias vezes,  e fracassado em todas as tentativas. Para essa missão,  inclusive, o chefe do executivo, à época,  escalou vários atores para essa empreitada. Começou com Roberto Silva, depois passou pelas mãos de Roberto Bezerra, seguindo por Beto Lira, depois num sei quem, mais num sei quem, para depois deixar banda voou mesmo….

Pare encerrar, contudo, espero que esse grave problema de saúde pública e até de segurança, como bem aventou o vereador Lourinado Junior,  que aliás, já demonstrou, na questão em tela,  ser menos paciente do que o blogueiro que vos fala (escreve), gostaria de dizer, portanto, que na questão dos bichos soltos nas ruas, o amigo Bio da Morepe só vai ser cobrado, por mim, só após a pamonha das festividades juninas, esse é o tempo que julgo razoável,  para começar minhas cobranças….

Moradores da Vitória vivendo num “mar de bosta”!!


De maneira geral a vida não está fácil para ninguém. Se já não bastasse todas as dificuldades do stress diário, atualmente, nós brasileiros,  estamos na “crista da onda” do fantasma do desemprego. Para os pernambucanos, pontualmente falando, a “nuvem negra” da violência parece haver pairado  sobre nossas cabeças. No nosso torrão, Vitória de Santo Antão, a população permanece em compasso de espera, pois, até o presente momento, a nova gestão municipal ainda não colocou a mão na massa. Contudo, se não bastasse todos esses percalços, para os moradores da Rua 14 e adjacências, bairro da Bela Vista, as coisas conseguem ficar ainda pior. Para esse pessoal, literalmente, a vida tem sido um “mar de lama” (para não dizer “mar de bosta”).


Pois bem, recentemente, recebi um pedido de “help”. Um morador da referida comunidade, entre outras coisas, disse-me que lá, as pessoas estão sofrendo muito por conta dos transtornos causado pelo estouro de um esgotamento sanitário. É importante dizer: O PROBLEMA NÃO NOVO. Entre pioras e melhoras, se arrasta por anos, e ninguém dá jeito. Lamentou o dito cujo.

Ao longo da via pública corre, perenemente, água fétida e tudo mais que se possa imaginar de dejetos, naturalmente, impróprios para se viver bem, sobretudo para as crianças, principais vítimas desse descaso.

Ainda segundo o morador, os pequenos comércios da localidade – banca de frutas, pizzaria, mercadinho e etc -, Além dos efeitos da desaceleração da macroeconomia, os “coitados” estão perdendo os fregueses, pois quem “diabo” vai querer meter o pé na “bosta” para comprar alguma coisa ou fazer um lanche?

Pois bem, após observarmos os muitos registros fotográficos, enviado pelo aflito, desolado e revoltado morador resta-nos, na qualidade de imprensa, indagar as autoridades do município: qual foi o pecado  ou os pecados cometidos por esses moradores? Por que é que até agora as “senhoras” COMPESA E PREFEITURA, não tomaram uma atitude? Será mesmo que esse pessoal tem obrigação de  viver na bosta?

Com a palavra os responsáveis pelo descaso e inoperância…

Silvio Serralheiro é destaque empresarial.

Recentemente o amigo empresário vitoriense, Silvio Serralheiro, recebeu o Prêmio Destaque Empresarial na vizinha cidade de Glória do Goitá. Esse tipo de notícia, para quem o conhece e goza da sua amizade, é motivo de alegria. Silvio é um sujeito “sangue bom”. Portador de  um estilo próprio, é guerreiro e avança com naturalidade, nas mais diversas áreas de  que atua. Portanto, segue nossos parabéns ao amigo Silvio Serralheiro.

Compositor Aldensio Tavares: virando mais uma folha do calendário.

Hoje é dia de parabenizar nosso colunista, Aldenisio Tavares, por mais uma passagem natalícia. Na qualidade de consagrado compositor vitoriense, Aldenisio, tornou-se uma espécie de patrimônio vivo dos antonenses. Do carnaval ao religioso, do brega ao forró e do romântico à batida descartável, Aldenisio, com sua versatilidade e sensibilidade, já musicou, em verso e prosa, nossa Vitória de Santo Antão nas mais diferentes configurações. Parabéns amigo!! Que a natureza lhe conceda pelos menos mais uns cem anos de vida!!!

Representação do Instituto Histórico participou da 2ª Sessão Magna Cultural do Bicentenário da Revolução 1817, promovida pela Maçonaria.

Na noite de ontem (25), uma comissão especial de sócios do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória, capitaneada pelo seu presidente, professor Pedro Ferrer, se fez represente na 2ª Sessão Magna Cultural em homenagem ao Bicentenário da Revolução Republicana de 1817. O  evento foi promovido pela Grande Loja Maçônica de Pernambuco, ocorrido na Antiga Sede da GLMPE, na cidade do Recife.

Na ocasião, entre outras comemorações e condecorações, o professor Doutor, José Luiz da Mota Menezes proferiu brilhante palestra realçando as causas e efeitos, assim como a participação e importância da Maçonaria no marcante episódio aludido.

Prefeito Aglailson Junior: caminhando por um terreno pantanoso.

A gestão do prefeito Aglailson Junior, por opção, vem caminhando num terreno pantanoso. Além de se comunicar mal a administração, até o presente momento, passa distante da chamada agenda positiva – ferramenta imprescindível para impactar, logo na largada da gestão. A esmagadora parcela da população, ao que parece, comunga do sentimento de que nada mudou positivamente. Parece haver, inclusive, um desânimo generalizado.

Diz um provérbio português: “Esperteza, quando é muita, vira bicho e come o dono”. Os eleitores da nossa Vitória de Santo Antão já estão ressabiados com esse papo de crise financeira, no inicio do ciclo do mandato eletivo.

O estado letárgico, no qual a administração pública municipal vem operando suas atividades suscita, aos mais observadores, algumas linhas lógicas de raciocínio. Segundo interlocutores da atual gestão, e até do próprio chefe do executivo, os cofres da prefeitura estão carentes de recursos. Atribui-se à culpa, desse e de tantos outros problemas,  aos desmandos praticados pelos comandantes da gestão anterior. Até aí, tudo bem. É fato que o grupo político que lhe antecedeu desocupou o Palácio Municipal pela porta dos fundos.

O curioso dessa tal “equação desmonte”, praticada pela gestão anterior, alardeada pelo prefeito  Aglailson Junior, é que até o agora não houve nenhuma publicação para  realçar  os resultados de alguma auditoria oficial, onde exista comprovação da malversação do dinheiro público. Certamente o novo prefeito deve ter informações que interessa a população.

Mas, se o novo prefeito, por motivos alheios a lógica administrativa não promover, rapidamente, uma boa justificativa para essa sua “sonolência administrativa” certamente irá pagar um preço alto – na qualidade de gestor público – além, claro, de produzir um bom argumento para os seguidores do principal grupo político rival, na medida em que ficará “provado” (politicamente), por “A” + “B”,  que independente de quem esteja no poder  a cidade não tem condições estruturais de ser governada, dentro dos anseios razoáveis da população, muito menos  avançar, no quesito qualidade de vida.

A decisão agora cabe, portanto, exclusivamente ao prefeito Aglailson Junior, ou seja:  se o mesmo continuará reproduzindo a mesma política danosa à cidade, administrativamente falando, recorrente nas últimas décadas,  ou se terá capacidade para  imprimir uma NOVA MARCA, pois, até agora, vem sendo O MESMO DOS MESMOS!!!!

Na noite da sexta, teve bala na Matriz…


Na medida do possível procuro não abordar o tema da violência urbana, aqui, no nosso jornal eletrônico, intitulado Blog do Pilako. Esse assunto, de certa forma, já vem sendo exaustivamente exposto, diariamente, nas mais diversas plataformas de comunicação,  chegando  ao ponto, inclusive,  de estarmos, aos poucos, banalizando o tema.

Pois bem, se os noticiários televisivos nos coloca “dentro” dos tiroteios, ocorridos nos morros da cidade maravilhosa e a internet, através das redes sociais, nos reproduz o terror das decapitações  – via de regra como código de “conduta e ética” – dentro dos presídios do no nosso estado, não sou eu quem vou multiplicar tudo isso, apesar do assunto gerar altas taxas de audiência para um público, aparentemente, cada vez mais sedento por cenas bizarras.

Desta vez abordo o assunto para realçar minha frustração. Na qualidade de brasileiro, com fé e esperança na minha Nação, tempos atrás, apostei e até fiz campanha, no bom sentido da palavra,  para o processo do “Estatuto do Desarmamento”, ocorrido no inicio dos anos 2000. Naquela ocasião, entre os argumentos, para endossar a campanha, socorria-me da seguinte equação:  com menos armas nas ruas, obrigatoriamente teríamos menos tiros disparados. Ledo engano. Uma década e meia se passou, e estamos, agora, num verdadeiro “beco sem saída”.

As armas continuam circulando “livremente” pelas mãos de pessoas mal intencionadas. Para tê-las, basta querer comprar e ter uma mixaria qualquer no bolso. Aliás, segundo informações de pessoas mais “vividas”, aqui na nossa cidade, existe até locadora de armas com as respectivas balas. O sujeito pega a “danada” num dia e entrega no outro. Podendo, inclusive, nem disparar um tiro sequer, apenas para exibi-la,  nas  devidas “paradas”, com a intenção de arrecadar o dinheiro necessário para o consumo da droga e outras necessidades pontuais. Digo tudo isso, para potencializar minha frustração, diante da constatação de que a Polícia e o Poder Judiciário estão, a olhos vistos, perdendo a guerra para o crime, cada vez mais organizado.

Sobre essa tal de “sensação de insegurança”, que paira, atualmente,  sobre o Estado de Pernambuco, aparentemente ignorada pelos que deveriam fazer justamente o contrário, devo dizer, que  a mesma, nos parece ser a mola propulsora para a não menos perigosa  “sensação de  impunidade”.

Como caricatura dessa cruel e infeliz engrenagem, na noite do feriado da última sexta (21), em pleno Pátio da Matriz, fui obrigado a ouvir tiros disparados de uma pistola. Como reação humana, procurei me abrigar por trás de uma parede, com medo de virar notícia, pois, ser vitima de bala perdida  na nossa cidade, ainda não é uma coisa tão comum assim, tal qual em algumas favelas e morros dos grandes centros urbanos, em determinadas regiões do  território  nacionais.

Encerro,  perguntando: por que é que a delinquência geral,  goza de tanto prestígio com aqueles que deveriam mantê-los afastados da sociedade?

O cantor ZEZO é absoluto na Vitória de Santo Antão

Na noite do sábado (22) estive presente na festa promovido pela L.I. Produções e Eventos que contou, entre outras, com a apresentação do consagrado artista nordestino, ZEZO. O encontro ocorreu na casa de eventos Haras Bela Vista.

Apesar de já conhecer o espaço físico, ainda não havia participado de nenhum movimento  festivo na casa. Indiscutivelmente, no quesito estrutura para grandes eventos, o Haras Bela Vista é o melhor espaço que temos na cidade. Dotada de camarotes, palco, camarins e amplo espaço interno, inclusive com restaurante, o local vai muito além de um espaço para shows.

Já com relação ao cantor Zezo, que construiu “com as próprias mãos” sua carreira vitoriosa, fica-nos a certeza de que,  para o público vitoriense, o mesmo  configura-se  num FENÔMENO MUSICAL. Com estilo musical próprio ele (Zezo) é uma espécie de  legítimo representante do gosto popular. Os festeiros que, fielmente, o acompanham sabem cantar todos os sucessos, por ele interpretado. Participam do seu show animadamente, cantando e dançando, desde o inicio até o fim. “Queiram ou não queiram os juízes” musicais de plantão, ZEZO é o que muitos gostariam de ser e não são, ou seja: ele é “vendedor” de ingresso  em potencial e criou um fá clube consistente, que, na minha modesta opinião,  nem tão cedo será desidratado, pois é formado tanto por coroas quanto por jovens.

Nosso Tiro de Guerra promoveu Solenidade em comemoração ao Dia do Exército.

Por ocasião da passagem do Dia do Exército, ontem, 19 de abril, o nosso Tiro de Guerra promoveu Solenidade Comemorativa. O evento ocorreu na sua sede, localizado no Alto do Reservatório. Além dos familiares da tropa, também participaram das comemorações autoridades civis militares. O comandante do 21ª Batalhão da Polícia Militar, Tenente Coronel Edivaldo Francisco, o Presidente do Poder Legislativo local, vereador Novo da Banca, o Presidente do Instituto Histórico, professor Pedro Ferrer entre outros.

Dentro da programação do evento alusivo ao Dia do Exército, os Sargentos Sidiclei e Clauberrobson, instrutor chefe e auxiliar, respectivamente, promoveram, além das atividades formais do Exército, várias atividades para abrilhantar a noite. Dentre as quais, destacamos a condecoração com o título de “Amigo do Tiro de Guerra” aos seguintes agraciados: Capitão José Eudes de Souza, Tenente Coronel Edivaldo Francisco de Oliveira, Celso Gama Pessoa da Silva e Cristiano de Melo Vasconcelos Barros.

Na ocasião registramos,  em vídeo, alguns momentos da solenidade: Ordem unida, desfile e canção do Exercito, todos com vibração e entusiasmo. Veja os vídeos:

O comandante da Instrução, Sargento Sidiclei, na sua fala agradeceu a presença dos convidados e realçou a importância da data para o Exercito Brasileiro, relembrando à Batalha ocorrida no Monte dos Guararapes. Na direção dos novos monitores, disse: “desejo a todos os monitores sucesso no procedimento das suas atribuições”. Veja o vídeo:

Com a chegada da turma 2017 do nosso Tiro de Guerra –  que incorporou no inicio de março – chegam também os novos atiradores que se identificam com as atividades diárias do serviço militar. Alguns desses jovens, inclusive, confessaram-nos que antes de conhecer o cotidiano do quartel não tinham desejo de servir ao Exército. Veja os Vídeos:

Portanto, eis aí, mais uma noite de glória para o nosso Tiro de Guerra que apesar de dificuldades locais, vem cumprindo com afinco e determinação a missão pela qual foi criado, ou seja:  formar e qualificar jovens para servir à Pátria.

Viagem Pedagógica: História de Pernambuco

Sob a orientação e coordenação dos professores Júlio Reinaux e Acidalia Tavares, participamos, ontem (19), de uma viagem pedagógica. Sob o contexto da história de Pernambuco, entre outros, visitamos a igreja mais antiga do Brasil, em funcionamento assim como uma das fortificações realizada pelos holandeses, no tempo em que por aqui se instalaram, ou seja: Século XVII.

AUDIÊNCIA PÚBLICA – CONVITE.

Registramos o recebimento do convite, emitido pela Câmara de Vereadores – para uma  Audiência Pública que tem por objetivo “discutir a melhoria da segurança pública em nosso município”, proposta pelo comunicador e vereador Jota Domingos.

O evento será realizado no próximo dia 25 de abril (terça-feira), ás 19h, no plenário  Cândido Carneiro.

Príncipe Herdeiro do PSB: muitas explicações para 2018!!

O Jornal do Commercio do domingo (16) publicou matéria denunciando que o então  alardeado projeto para  tornar o Rio Capibaribe navegável, no Recife, como uma das opções para atenuar os efeitos nocivos do caos no trânsito, não passou,  mais uma vez, de  “chuva de verão”, da qual os políticos são mestres em provocar.

Desta feita, o  todo poderoso mandatário do Partido Socialista Brasileiro, Eduardo Campo, falecido em desastre de avião, em 2014, empenhou sua palavra que o tal projeto – Rios da Gente – estaria pronto para a Copa da FIFA, realizada no Brasil. Nada feito !!! Tudo cascata!!! Conversa para boi dormir.

Na década de 1980, lá pelas bandas do Recife, quando cheguei para estudar, ouvi falar nessa mesma conversa. Ou seja: que iríamos ter barcos, carregando gente, como se ônibus fossem. Como forma de novidade, naquela época, fui dizer a papai – Zito Mariano. Ele escutou atentamente minhas explicações, e disse: “desde solteiro, quando fazia entrega de farinha pelo Recife, que escuto falar nisso, quem sabe um dia isso num aconteça”. Numa conta rápida, papai casou em 1955, ou seja: há mais de 60 anos que essa mentira vem rolando.

Resta-nos, portanto, agora, colocar nossas esperanças nas chamadas delações premiadas, para sabermos ao menos o que foi que fizeram com os mais de 50 milhões de reais, aplicado nessa “parada”, nos últimos cinco anos. Em Pernambuco, nas eleições do ano que vem (2018), a cúpula do PSB terá que arrumar explicações para muita coisa, afinal, o herdeiro do maior cacique da sigla pretende continuar o legado político do pai. Certamente nossa cidade, Vitória de Santo Antão, será um dos grotões usados,  pela cúpula partidária,  para  que seja amealhado os sufrágios necessários, para  que o mesmo garanta a viagem à Brasília.

Apelidos Vitorienses: NÉNEM DA JOELMA.

Dando continuidade a nossa coluna, Apelidos Vitorienses, que tem por objetivo maior revelar a origem da alcunha dos conterrâneos, que são mais conhecidos na cidade pelo apelido do que pelo próprio nome, hoje, realçamos o motivo pelo qual o senhor Josenilson Francisco do Nascimento tornou-se o “Nénem da Joelma”.

Pois bem, contou-nos o senhor Josenilson Francisco do Nascimento que seus pais optaram pela letra “J”, como inicial para o nome dos filhos. Cinco irmãos – quatro homens e uma mulher –  e o nome de todos começa pela letra “J”. Josenilson, não fugiu à regra.

Ainsa bem novinho, o Josenilson, foi “rebatizado” pela avó, com o carinhoso apelido de “Nénem”. Em 1975, os pais do senhor Josenilson, em ato ousado, comercialmente falando, empreenderam num ponto comercial fixo, para venderem calçados, negócio que já desempenhavam antes, na feira-livre local. Em homenagem a filha caçula, Joelma, o nome fantasia da loja foi:  “Joelma Calçados”.

Trabalhando com pais e os irmãos no negócio da família, o senhor Josenilson acabou incorporando o nome fantasia da loja, como uma espécie de “sobrenome” ao seu já consolidado  apelido. Portanto, ais aí, mais um vitorienses que é mais conhecido na cidade pelo apelido – Nénem da Joelma – do que o pelo próprio nome de batismo – Josenilson Francisco do Nascimento.

Blog do Pilako bota prefeitura para trabalhar……

Na nossa postagem da terça – dia 11 de abril – onde realçamos nossas particulares impressões, sobre a atuação dos novos gestores da Vitória de Santo Antão, nos seus primeiros cem dias de administração, pontuamos que o recorte temporal aludido, já  havia sido um tanto demasiado para que os mesmos ainda não houvesse realizado uma “faxina geral” no município, sobretudo no nosso centro comercial.

Pois bem, na quinta-feira (13) pela manhã – dois dias após a postagem – nossas lentes registram o amigo e sempre simpático, Biu da Morepe, secretário de serviços públicos, comandando uma  limpeza nas ruas centrais da cidade. Coincidência ou não, o serviço começou justamente pelo local apontado, antes, pelo nosso jornal eletrônico, intitulado Blog do Pilako. Nesse caso, contudo, não posso deixar dizer: BLOG DO PILAKO BOTA A PREFEITURA PARA TRABALHAR.

Procissão do Senhor Morto.

Por ocasião da súbita falta de energia elétrica, ocorrida no início da noite do feriado da Sexta-Feira Santa registramos, no escuro, a passagem, pelo Pátio da Matriz, da tradicional Procissão do Senhor Morto. Ao som das matracas – que na semana santa substitui os sinos –  e cânticos religiosos, os fiéis católicos seguiram com o cortejo, sendo auxiliados pela luminosidade dos  aparelhos de celulares e dos faróis dos automóveis. Veja o vídeo:

Bate-papo no escuro…

No início da noite do feriado da sexta (14), os “boyzinhos” da Matriz, mantiveram o papo animado, apesar da completa escuridão em função da falta de energia elétrica, no bairro da Matriz. Aliás, a voz se constitui em dos nossos principais meios de comunicação. Desde que nascemos o choro, o grito e o riso, para quem ainda não encontrou  o caminho do dialogo convencional, são as principais ferramentas na interação com o “novo mundo”. Pois bem, mesmo no escuro, na roda de bate-papo, todos sabiam  com quem estava interagindo,  por também a voz ser uma espécie de “digital” do “bicho ser humano”.

Chuvas e transtornos: qual a atitude que o prefeito Aglailson Junior vai tomar?

Foto: Divulgação / Internet

Na manhã de hoje (13) as redes sociais – face e zap – foram inundadas com fotos, mostrando os efeitos da chuva na nossa cidade, sobretudo no nosso centro comercial. Os lojistas, juntamente com seus respectivos funcionários, foram obrigados a empreenderem uma força tarefa, as pressas, para atenuar os efeitos contrários ao bom andamento dos negócios.

Em tempos de estiagem na nossa região, racionamento e rodízios no abastecimento realizado pela COMPESA, não podemos, evidentemente, reclamar das chuvas, no entanto, também não podemos dizer que os seus pontuais efeitos, para vida urbana, não seja um incômodo.

Nossa cidade, Vitória de Santo Antão, ficou traumatizada com enchentes. Já ocorreram várias de grande proporções. Esses eventos, que tem como principal causa os fenômenos naturais, se constitui em um dos graves problemas dos aglomerados da vida em sociedade

Aliás, a nossa principal via do comércio, Avenida Mariana Amália, num é a primeira a encher, por ocasião das chuvas, simplesmente, por acaso. Naquele local, na origem do nosso povoamento, corria um riacho que desaguava no Rio Tapacurá, assim como acontece hoje, quando as águas da chuva, seguem à mesma direção. Até a primeira metade do século XX, a referida via era conhecida como “Bomba de Magalhães”. Não à toa, bem antes disso, vale salientar, quando  o bairro do Livramento nem existia, a cidade terminava – mais ou menos – onde fica localizado,  hoje,  o Banco do Brasil.

Pois bem, contra a força da natureza não se pode reclamar. Mas o poder público municipal e a população em geral, também precisam fazer a sua parte. Na última terça-feira, dia onze de abril,  quando postei matéria realçando minhas impressões sobre os cem primeiros dias da gestão do prefeito Aglailson Junior, questionei os motivos pelos quais os receptores das águas pluviais, do nosso centro comercial,  ainda  não haviam sido desobstruídos?

Foto: Divulgação / Internet

Não precisa ser nenhum gênio, para imaginar que se todos os “bueiros” do nosso centro comercial estivessem desobstruídos e limpos,  os efeitos dessas chuvas que caíram – de ontem pra hoje – impactariam menos no cotidiano da nossa cidade.

Contudo, esse acontecimento de hoje – transtornos decorrentes das chuvas – se configura em uma ótima oportunidade para questionarmos o prefeito, Aglailson Junior, sobre seu planejamento, medidas e ações para solucionar os constantes alagamentos no nosso centro comercial, em períodos invernoso.

A sociedade vitoriense não pode ficar de braços cruzados, esperando que as soluções cheguem dos céus – tal qual  às chuvas. Aliás, seria também uma boa oportunidade para que a nova gestão municipal se recomponha do erro e corra a trás do prejuízo, convocando as entidades representativas do comércio para traçar, em conjunto, soluções para esse grave problema que inferniza, há décadas,  a vida de todos os munícipes.

Uma relíquia do futebol brasileiro que guardo há 24 anos.

Se hoje, nas eliminatórias para a Copa da Rússia, a seleção brasileira, comandada pelo técnico Tite, está “voando em céu de brigadeiros” em 1993, rumo à Copa dos EUA, as coisas estavam bem diferentes. Dizem alguns jornalistas da área, inclusive, que naquele período, cujo comando estava nas mãos do técnico Parreira, foi um dos piores momento da história da “amarelinha”.

Aliás, à participação do Brasil no certamente promovido pela FIFACopa de 1994 –  chegou a ser questionada, tanto por especialistas quanto por boa  parte dos torcida brasileira. A verdade é que a seleção estava “ruim das pernas” e muito desacreditada.

Pois bem, não custa nada lembrar, também, que o Brasil – naquela ocasião –  enfrentava um jejum de vinte e quatro anos sem título mundial. O último havia sido conquistado no México, em 1970. Existia, realmente, por parte da torcida, uma  cobrança muito forte.

Relembro tudo isso para chegar justamente na partida emblemática – para não dizer épica – ocorrida no Recife, em 29 de agosto de 1993, entre os selecionados brasileiro e boliviano. Ressaltemos, porém, que um mês antes, em Lá Paz, a Seleção da Bolívia havia quebrado a invencibilidade de 40 anos da seleção brasileira em eliminatórias, metendo-lhe 2×0.

O jogo da volta, no Recife, contudo, passou a ser decisivo para o Brasil. Era ganhar ou ganhar. Nesse contexto, o nativo e então jogador da seleção brasileira, Ricardo Rocha (xerife da zaga), cumpriu papel decisivo, no incentivo aos pernambucanos em apoiar a seleção, naquele momento, ou seja: “no fundo do poço”.

No palco (Estádio do Arruda), a torcida fez a sua parte. Compareceu “com força”. Mais de setenta mil pessoas se solidarizaram com time de Parreira que tinha, entre outros jogadores, Tafarel, Bebeto, Raí, Jorginho, Branco, Dunga, Leonardo, Ricardo Gomes e etc.

Pois bem, dentre esses mais de setenta mil pernambucanos, que foram testemunhas oculares dessa história, encontrava-se, EU. Juntamente com um grupo de amigos organizamos uma caravana. Após nossa chegada, lá, em função da grande quantidade de gente e o tumulto para adentrar no estádio, acabamos nos dispersando – lembremos que naquele tempo, ainda não havia ingressos com cadeira numeradas, muito menos dispúnhamos de telefones celulares, internet, face, zap e coisa do gênero, para facilitar o reencontro.

Sozinho, e sem condições de procurar os integrantes do grupo – que acabou se dividindo em quatro – plantei-me na arquibancada, atrás de uma das barras. O Brasil, para alegria dos milhões de brasileiros e delírios dos mais de setenta mil torcedores presentes, meteu 6 gols na Bolívia, 5 dos quais só no primeiro tempo! Algo inimaginável para o mais otimista dos brasileiros.

Como premio de consolação, por haver assistido toda partida distante dos amigos, acabei sendo presenteado, pelo então goleiro da Seleção Brasileira, Tarafel – “vai que é tua Tarafel”- com uma das suas luvas, usada naquela tarde\noite, em momento histórico para o futebol brasileiro e mundial.


Após joga-las, na direção dos torcedores, que estava na arquibancada atrás do gol em que  ele estava, acabei sendo um dos agraciados. As luvas vieram “certinho” na minha direção. Apenas tive o trabalho de me levantar e pegar, umas das luvas do goleiro Claudio Tarafel, conforme está grafada na mesma.

Conto essa história, hoje – nunca antes revelada publicamente – pelo motivo de haver, ontem (11), por outro motivo,  revirado alguns dos meus arquivos. Meu filho, Gabriel, atualmente com pouco mais de treze anos e sintonizado com o noticiário futebolístico, ficou vibrando com a história e com a peça única e valiosa que, por puro lance de sorte, trago comigo,  até hoje, quase vinte e quatro anos depois. Para entender melhor essa história, click no link abaixo e veja o vídeo:

http://globoesporte.globo.com/pa/copa-do-mundo/noticia/2014/05/o-recife-da-selecao-jogo-contra-bolivia-no-arruda-vira-um-marco.html