Apelidos Vitorienses: BAIANO.

Sem haver nenhuma referência ao estado da federação que atende pelo nome da Bahia, o amigo vitoriense,  João Caetano Batista Filho, foi rebatizado pelo apelido de “Baiano”, aliás,  algo que o próprio não encontra uma explicação. Desse ele: “minha prima, do nada, na brincadeira, me chamou de João Baiano”.

Pois bem, contou-nos o senhor João Caetano Batista Filho –  atualmente com mais de  com sessenta anos –  que foi sua prima, que se chama Rosa e morava na cidade pernambucana de Igarassu, ao passar um final de semana na sua casa, em Vitória, que lhe “batizou” por baiano. “Na escola, as pessoas me chamavam por João ou Joãozinho”, falou o “Baiano”.

Desde pouco mais dos dez anos que o senhor João é chamado pela alcunha – Baiano. Ao servir o Exército Brasileiro, através do nosso Tiro de Guerra, seu nome de “guerra” passou a ser Caetano. Aliás, nos dias atuais,  só alguns companheiros dessa jornada é que não lhe chamam pelo apelido, tais como o instrutor, Major Eudes, e o companheiro de turma Ozias Valentim.

Portanto, eis aí um vitoriense que ficou mais conhecido na cidade pelo apelido de que pelo o  próprio nome. Assim sendo, o senhor João  Caetano Batista Filho é mais um que destacamos para fazer parte do nosso genuíno projeto,  que atende pelo nome de “APELIDOS VITORIENSES”.

Palestra sobre a história da Vitória na reunião festiva do Lions Clube.

Na categoria de palestrante participei, na noite de ontem (31), da reunião festiva do Lions Clube Vitória Centenário. Tendo como tema central a história da nossa Vitória de Santo Antão, durante os poucos mais de cinquenta minutos em que estive ao microfone, elencamos, entre outras coisas,  o sentido do surgimento da nossa cidade, suas datas importantes e os seus respectivos significados, o melhor e o pior momento da nossa história, nossas transformações econômicas e sociais, assim como o surgimento da “figura dos bichos” no secular carnaval vitoriense.

Após os informes regimentais da instituição o encerramento do encontro foi celebrado com  um lanche  reforçado. Aos diretores da instituição, agradeço pela oportunidade que me foi dada para falar sobre a história da nossa polis, afinal, O CENTRO DO MEU MUNDO É A MINHA CIDADE.

 

Batfino ou João Vitor: qual vai ser o “otário”?

Dias atrás, após o time colombiano vencer o Sport Clube Recife na Ilha do retiro, pela Copa Sul-Americana, testemunhei o debate futebolístico entre dois torcedores emblemático da Vitória de Santo Antão. Batfino e João Vitor, rubro-negro do Leão e Tricolor do Arruda, respectivamente, são amigos, independente de qualquer coisa, aliás, como deveriam ser todas as pessoas que gostam de futebol, mesmo que sejam torcedores de times  diferentes. Brigar por conta de futebol é algo descabido!

Pois bem, conversa pra lá, conversa pra cá, o amigo João Vitor, gozador por natureza, disse, em tom de deboche,  que era torcedor do Barranquilla desde criancinha. Batfino, sentiu-se ferido!! Cantou-lhe uma aposta, dizendo: “pego um gol e sou Sport no jogo da volta. Casa cem reais, otário!”.

Pois bem, eu, na qualidade de torcedor do  tipo “Paraguai” do timbu, fiquei no meio desse “fogo-cruzado”. Veja o vídeo e tire suas conclusões:

O internauta Manoel Carlos comenta postagem sobre os 500 anos da Reforma Protestante.

Em função da minha postagem de ontem (31), realçando os 500 anos da Reforma Protestante, o amigo e internauta Manoel Carlos, produziu um comentário que reproduzo abaixo. Entre outras coisas,  ele coloca: “o protestantismo é um primeiro e irreversível passo rumo ao ateísmo”. A frase é forte e polêmica. Boa leitura:

“Querido Pilako a dita “reforma protestante” é tida por muitos estudiosos como algo que não surgiu pronta, como pensam alguns, mas foi ao longo de décadas, séculos se moldando ao gosto de muitos teólogos, governos, etc.
Vários mitos são hoje propagandeados sobre a mesma. Alegam alguns que a dita “libertou” o homem da escravidão de verdades dogmáticas, e que nesta toada ajuda a fundar um estado moderno. Será mesmo?
O filosofo Olavo de Carvalho em artigo primoroso analisa os desdobramentos da dita reforma.
Veja:
“Um dos mitos preferidos da cultura americana é o de que a Reforma protestante foi uma das fontes principais da liberdade religiosa, dos direitos individuais e da proteção contra os abusos de um governo central. Some-se a isso a falsa crença weberiana (ou semiweberiana) de que a “ética protestante” gerou o capitalismo, e a única conclusão possível é que o cidadão de hoje em dia deve a Lutero e Calvino, no fim das contas, praticamente todos os benefícios legais, políticos e econômicos de viver numa democracia moderna. Mas tudo isso é propaganda, não História. Desde logo, a supressão da autoridade política da Igreja – um dos objetivos declarados da Reforma, que nisso concordava perfeitamente com Maquiavel – liquidava toda mediação espiritual institucionalizada entre o governo e o povo, reduzindo a sociedade a um campo de disputa entre duas forças apenas: de um lado, uma poeira dispersa de consciências individuais com suas crenças subjetivas infindavelmente variadas e variáveis; de outro, a vontade de ferro do governante, consolidada na doutrina da “Razão de Estado”, necessidade incontroversa à qual ninguém podia se furtar.
Não é preciso dizer qual dessas duas forças acabou por prevalecer. O clássico estudo de Bertrand de Jouvenel, Du Pouvoir, Histoire Naturelle de sa Croissance (1949), demonstrou de uma vez por todas que o crescimento do poder do Estado, com a consequente atrofia das liberdades individuais, é a mais nítida constante da História ocidental moderna, pouco importando se falamos de “democracias” ou de “ditaduras”.” (http://www.olavodecarvalho.org/heranca-e-confusoes/)
Caro amigo: moralmente os frutos da reforma protestante são fracos: os Luteranos de hoje nada lembram o próprio Lutero. O Lutero que rompeu com Roma (talvez num primeiro momento não tenha rompido com o catolicismo) manteve seu amor a Maria Santíssima, cria na Santa Eucaristia, reverenciava as Imagens Tridimensionais, pugnava pela Sucessão Apostólica dos seus Bispos e padres, e, inclusive, era dogmático.
Lutero aparenta ter querido mais romper com a submissão a um poder temporal do que com o catolicismo propriamente. Mas, de toda sorte, a evolução da dita reforma, se olhada pelos frutos modernos ver-se-á que é um fracasso retumbante, moralmente.
Alguns, caro pilako, querem pontuar que desde seu surgimento o capitalismo se instala. Veja esta análise:
“Em meados do século 18, decorridos nada menos do que dois séculos da Reforma protestante, a França católica ainda era o país mais próspero e culto da Europa, enquanto a Alemanha, berço de Lutero, jazia no atraso econômico e cultural mais abjeto, ao ponto de que o alemão não tinha sequer se consolidado como língua de alta cultura (os intelectuais escreviam em francês ou latim). Ainda em meados do século 19, foi em Paris que pela primeira vez um governante alemão, Otto von Bismarck, percebeu que era importante para cada nação ter uma classe média educada, modelo que ele então procurou implantar no seu país, apenas com signo religioso invertido, perseguindo os católicos e fomentando a educação protestante.”

Pilako “o protestantismo é um primeiro e irreversível passo rumo ao ateísmo”. Os países que primeiro foram engolidos pelo luteranismo e pelo calvinismo (e, no caso da Inglaterra, pelo Anglicanismo) são aqueles que, hoje, rejeitam os valores cristãos. Liberam antes de todos os demais países as drogas, equiparam uniões gay ao matrimônio, permitem a eutanásia e o aborto e possuem baixíssima natalidade.
A promoção do ateísmo pelo protestantismo foi intencional? Certamente que não. Mas foi uma consequência inevitável do esvaziamento da doutrina cristã ao bel prazer de cada teólogo e “paxtô” protestante. Dessa dita “reforma”, só pode resultar relativismo e descrença. Disso Lutero deu um eloquente testemunho, com seu desespero e suicídio.
Sempre, em todas as épocas e partes do mundo, existiram ateus. Mas o protestantismo, meio sem querer, incentivou e é, com certeza, o pai do ateísmo ocidental moderno, como ideologia, quaisquer que seja a forma que esse assuma”.

Manoel Carlos Junior.

500 anos da Reforma Protestante: estamos precisando de outra reforma ou voltar aos princípios dela?

Em 31 de outubro de 1517, há exatos 500 anos, o alemão, monge agostiniano, Martin Luther (Martinho Lutero) atuou como uma espécie de porta-voz de uma das mais importantes transformações estruturais da civilização. Com a publicação das suas 95 teses em meio a uma ebulição econômica e cientifica, precificada exatamente no contexto do sentimento da mudança – “tempos medievais para os tempos modernos -,   incentivada e efetivada pela  então classe burguesa,  antes às margens das decisões  políticas, funcionou como o alvorecer do mundo que hoje está desenhado e posto.

Separar a igreja da fé, entender a religião pelas lentes do poder político, naturalmente, não é tarefa das mais fáceis. Não se pode cobrar das pessoas em geral um raciocínio no sentido contrário às verdades dogmáticas. Pensar “fora da caixa”,  além de ser politicamente incorreto, dá trabalho e proporciona  exclusão social.

Se hoje, meio milênio depois, as denominações religiosas atuam como os pilares da sustentação do pensamento coletivo imaginemos, então, romper essa  “embalagem” lá no período  que os historiadores chamam de feudal, sob o véu e à hegemonia continua e perene – século V a XV – dos católicos medievais, cujo o conhecimento cientifico era guardado como trunfo, tal qual  uma das suas propriedades privada.

Antes de Lutero nascer, contudo, outros religiosos, no mesmo sentido,   já haviam enfrentado o poder soberano de Roma. John Wycliff e John Huss, em momentos  diferentes na linha do tempo,  também  se insurgiram, mas o contexto externo não sopravam na direção da mudança, tal qual no momento de Lutero (século XVI). Entre muitos outros fatores favoráveis às ideias do monge alemão estavam  as grandes navegações e a imprensa, inventada por Johann Gutenberg em 1430.

O dia 31 de outubro não foi escolhido por acaso para que  Martinho Lutero  divulgasse  suas ideias. Os dois primeiros dias do mês de novembro são representativos para os católicos. Dia de todos os santos (01) e dia de finados (02). Ocasiões, portanto, muita celebradas pelos fies católicos, momento oportuno para seus posicionamentos, lá em 1517.

Refletir sobre esses fatos e acontecimentos, quinhentos anos depois,  tentando estabelecer pontos de ligação  entre o passado e o presente, nos faz amadurece, nos inclina a  pensar e avançar,   sob todos os pontos de vista. Concluo, portanto, esse artigo alusivo à REFORMA PROTESTANTE sugerindo um dos ideais de Lutero: “Igreja reformada sempre se reformando”.

Apenas uma pergunta: será que já num passou da hora das igrejas se reformarem ou, quem sabe até, voltar ao ponto de partida, ou seja: aos princípios elencados por Lutero?

AGTRAN continua trabalhando em “marcha lenta”…

Mesmo após dez meses da nova gestão da AGTRAN, sob o comando do diretor Elmir Nogueira, o órgão continua trabalhando na “marcha lenta”. Até o presente momento nenhuma ação consistente, no que tange ao dinamismo da mobilidade urbana, saltou aos olhos dos observadores, muito menos da população.

Pois bem, recebido como herança da administração passada o problema de ordem técnica, no que diz respeito ao estacionamento impróprio, localizado ao lado do prédio da Assembleia de Deus, na Matriz, registramos, na manhã de  hoje, mais uma vez, que os condutores de veículos continuam “pagando o pato”, pela falta de capacidade e até interesse dos que deveriam se debruçar sobre o problema.

A bronca continua a mesma: os motoristas dos  veículos que circulam  pela Rua Dr José Rufino Bezerra (Matriz), nos dois sentidos, são obrigados a enfrentar um engarrafamento infernal, nas imediações da “Casa dos Pobres”, por conta de um estacionamento “sem noção”, que a AGTRAN insiste em manter.

Na nossa cidade, infelizmente, as coisas não funcionam como deveriam. A AGTRAN, ao que parece, tal qual na gestão passada, continua servindo como um ótimo cabide de emprego,  ao passo que se revela num péssimo prestador de serviço público. Enquanto os gestores não tomarem uma atitude, para sanar os velhos (atuais)  problemas de sempre a população segue  se virando como pode…

Parabéns Moisés Sales: a mesma pessoa! Ontem, hoje e sempre…….

Não fosse a visível mudança no couro cabeludo e à ausência nos gramados, estampando o numero 10 do Praça Futebol Clube, por assim dizer, poderíamos atestar que o  senhor tempo “perdeu o seu tempo” com o amigo Moisés Sales, isso porque, em regra geral, ele, não obstante já  haver entrado no  grupo dos sessentões, onde formalmente é considerado um cidadão  idoso, continua interagindo com o mundo,  como se ainda vivesse na época jovem guarda.

Sem perder seus princípios religiosos, sua formação familiar e seus símbolos da juventude o amigo Moisés Sales é um tipo de pessoa que não nasce em série. Espirituoso e com um alto astral perene, que lhe permite enfrentar situações embaraçosas com galhardia, é amigo dos amigos e com a mesma facilidade com que faz novas amizades se posiciona quando algo não lhe convém.

O conheço desde que me entendo por gente. Desde o tempo que vivíamos – juntos e misturados – na Avenida Silva Jardim (Matriz). Moisés começou trabalhar cedo. Na adolescência, revelou-se um líder inconteste. Era ele que escalava o seu time – sem espaço para contestações. Na juventude dos anos dourados, foi absoluto: viveu com esplendor todas as fases.

Hoje, porém, no dia que completa mais um “caju”, certamente, comemorará da mesma forma, do meso jeito, independente de ser uma segunda-feira. Pena que o seu time do coração – Santa Cruz – não esteja numa boa situação, mas como o time rival – Sport – também tá numa maré baixa, fica mais fácil, mais palatável o dessabor futebolístico. Aliás, nessa matéria (futebol), reconheço nele um especialista.

Além dos seus marcantes traços – lealdade, alegria, correção e etc – encontro no amigo Moisés Sales, também, “um cantor autêntico”, um Roberto Calos que, no palco da vida, “vive esse momento lindo” diuturnamente.

Concluo esse “parabéns pra você”, em forma de artigo, acrescentando o que, vez por outra,  lhe de viva voz:  quero que você viva 200 anos, mas, caso  faça a viagem sem volta,  antes de mim, na hora do seu sepultamento pedirei a palavra aos seus familiares para dizer: AQUI, AGORA, ESTAMOS ENTERRANDO UMA RADIOLA DE FICHA, AO VIVO!!!

O I Ciclo de Palestras “Arqueologia e Patrimônio”, promovido pelo Instituto Histórico e a Fundação Paranã-buc, foi concluído sábado com o tema: “Registros Rupestres em Pernambuco”.

Com a palestra sobre “Registros Rupestres em Pernambuco” concluiu-se,  no último sábado (28),  o I Ciclo de Palestras – Arqueologia e Patrimônio – promovido pelo Instituto Histórico e Geográfico da Vitória e a Fundação Paranã-buc.

As professoras Marília Perazzo e Daniela Cisneiros realçaram o tema nos seus mais variados aspectos. Desde a introdução aos mais recentes conceitos. Sobre o tema – arqueologia – podemos dizer: se muito se percorreu até aqui, um sem números de possibilidades ainda há de se avançar!!

As boas músicas no Clube Abanadores “O Leão”.

Conforme anunciado, aconteceu na noite do sábado (28), no Clube Abanadores “O Leão”, a apresentação do grupo musical vitoriense “Os Boêmios”. Com repertório focado nos clássicos da musica brasileira que marcaram época, o espetáculo agradou a todos. Veja os vídeos:

Promoções festivas que buscam promover as boas músicas, assim como manter e ativar espaços dedicados ao público mais maduro, na nossa cidade, ainda é um grande desafio. Portanto, parabenizo os artistas vitorienses Márcia Nascimento, a dupla Neide & Pepeu e todo grupo musical pelo evento.

INFERNO: espaço garantido para a maioria dos políticos da Vitória!

Ao término do programa televisivo, que foi ao ar na tarde de ontem (26) – Globo Esporte – fiquei  imaginando: meu Deus!! Se realmente esse negócio de céu e inferno existe, boa parte dos políticos da Vitória,  ou já estão ou irão “direitinho” para o caldeirão quente do Satanás…

Pois bem, revelou a reportagem aludida que na pequena cidade de IATÍ, localizada bem distante da capital pernambucana (300 km), com menos de vinte mil habitantes, uma ação esportiva já transformou,  e continua  transformando,  a vida de muita gente, sobretudo das crianças e dos adolescentes.

 Disse o professor de educação física Diego Carvalho,  que antes de apostar no Badminton, como modalidade esportiva, investiu no basquete e no vôlei. “É uma realização pessoal… eu era pequeno e morava em Iatí, esperava que alguém me desse uma oportunidade… (o tempo passou  e hoje) … eu vejo em mim essa pessoa que posso dar essa oportunidade para eles”.

Após três anos de um trabalho implantado com seriedade,  os atletas – crianças e adolescentes – conseguiram ser campeões estaduais, assim como disputar competições nos quatro cantos do País. Além, claro, da melhora nos estudos,  na escola, no comportamento,  também passaram a ser mais disciplinados, algo necessário para que se alcance o sucesso,  em qualquer área de atuação na vida,  adulta e profissional.

Realço todos esses pontos para mostrar que nem tudo está perdido! Quando vejo ações como essas,  implementadas em lugares improváveis para tal florescimento,  volto a questionar: será que na nossa cidade, Vitória de Santo Antão, nada dessa natureza poderia ser  frutificado?

Não custa nada lembrar que na década de 1970, por iniciativa do então prefeito José Augusto Ferrer , Vitória “respirou”, de maneira efetiva, uma “fábrica de transformar sonho em realidade”, isto é: ergueu-se um Centro Olímpico Municipal. Nessa perspectiva o local seria voltado ao uso e à prática dos esportes olímpicos, destinado, de maneira  gratuita,  aos alunos atletas do município.

Moral da história: o projeto não foi dado sequencia pela  gestão seguinte   e o médico Ivo Queiroz, na qualidade de prefeito,  se encarregou de transacionar o espaço com a iniciativa privada e colocar, de vez,  uma  “pá de cal” no nosso “real” sonho olímpico. O  referido local,  hoje,  é toda área que repousa  a AABB – Associação Atlética Banco do Brasil.

Nas duas últimas duas décadas, onde gestões administrativas tiveram o “privilégio” de receber a confiança da população por duas vezes seguidas – oito anos consecutivos no comando do município – nenhum projeto esportivo  consistente foi iniciado e efetivado. Absolutamente nada!! NEM UM CAMPEONATO DE PORRINHA SEQUER.

Concluo essas linhas voltando a me perguntar: quando é que o povo da Vitória vai encontrar a “porta de saída” desse ciclo político vicioso?

Enquanto esse dia não chega, continuemos entregando a vida, e o futuro das nossas crianças e adolescentes  mais vulneráveis,  nas mãos dos traficantes de drogas…

Alerta: a placa de trânsito poderá cair na sua cabeça!!!

Aos amigos internautas do nosso jornal eletrônico segue um alerta: umas das placas de sinalização de trânsito, fixada na calçada do entorno da Praça Leão Coroado, poderá tombar a qualquer momento. Essa placa será mais uma, entre tantas, que não mais terá serventia. Aliás, sobre essa atitude administrativa, de fixar placas de trânsito com barrotes de madeira, já fiz várias matérias e comentários.

Já estamos com dez meses da nova gestão municipal. A direção da AGTRAN mudou, mas as coisas continuam no mesmo ritmo e, em alguns casos, dando marcha à ré. Se bem administrado, só com o valor dos dez últimos salário pago aos diretor do órgão – cerca de setenta mil reais – já dava para se fazer muita melhoria no sistema – trocados todos esses barrotes de madeiras por canos de ferros apropriados,  por exemplo.

Sai prefeito, fica prefeito, entra prefeito e as ações urgentes,  na questão relacionada à mobilidade urbana na nossa cidade,  são renegadas ao último plano. Nem uma reavaliação nos espaços destinados ao estacionamento da chamada “Zona Azul” foram realizados,  até agora, não obstante haver sido  um dos “Cavalos de batalha”  do então candidato a prefeito, Aglailson Junior.

 

Vitória de Santo Antão é a sede da XXII edição do Congresso Estadual da Ordem Demolay (CEOD).

O Capítulo Cavaleiros do Monte das Tabocas – N° 345, filiado ao Supremo Conselho da Ordem Demolay para o Brasil, única potência legítima e soberana, convida a juventude vitoriense para prestigiar a abertura do XXII Congresso Estadual da Ordem DeMolay. O evento acontecerá hoje  – 27 de outubro – ás 19h:30 no Teatro Silogeu Prof José Aragão, localizado na Rua João Fernandes Vieira, 200 – Matriz.

A Ordem Demolay é a maior organização juvenil do mundo. Foi criada nos EUA por Frank Sherman Land, no ano de 1919,  e trazida ao Brasil em 1980 pelo saudoso Alberto Mansur. Desde então mais de cem mil jovens brasileiros já receberam os ensinamentos da ordem,  que é uma sociedade filosófica e filantrópica voltada ao público juvenil –  entre 12 anos completos e 21 anos incompletos.

A Ordem é patrocinada pela Maçonaria por este motivo é uma ordem dentro de outras denominadas paramaçônicas. Dentro da Ordem, é aperfeiçoada as qualidades do jovem para que o mesmo  se torne um cidadão de bem, enfatizando as Virtudes do Amor Filial, Reverência pelas Coisas Sagradas, Cortesia, Companheirismo, Fidelidade, Pureza e Patriotismo.  

Em torno dos diversos momentos grandiosos que a Ordem Demolay proporciona ao jovem, o Congresso Estadual da Ordem Demolay (CEOD) é o maior evento dentro da esfera estadual de nossa Ordem. O aludido  evento,  que está em sua XXII edição,  terá como sede para o ano de 2017 a cidade da Vitória de Santo Antão, no estado de Pernambuco. O  Capítulo Cavaleiros do Monte das Tabocas – N° 345, sediará o evento,  patrocinado pela A.R.LS Segredo e Verdade VI – N° 4460. 

Mano e Jairo: se divertem com suas diferenças…

Recentemente, mais uma vez, presenciei os amigos em comum, Mano do Cartório e Jairo Medeiros, dialogando, civilizadamente, sobre  questões de ordem política partidária. O recente encontro ocorreu, dessa vez,  no Pátio da Matriz. Mano,  enxerga o atual momento,  propício para uma intervenção militar. Já o doutor, sonha acordado com à volta do Partido dos Trabalhadores ao poder central. Eis aí, portanto, um bom exemplo de pessoas maduras, com posições e visões políticas contrárias, mas que são capazes de até se divertirem, diante das diferenças… Viva a Democracia!!!

É neste sábado: “Os Boêmios” e Neide & Pepeu no Clube Abanadores “O Leão”.

Acontecerá amanhã, sábado (28), no  Clube Abanadores “O Leão”, a apresentação do grupo vitoriense “Os Boêmios”. O evento, que terá início às 22h, é voltado ao público que aprecia uma boa música. Os filhos do inesquecível “ Bí do Violão”, Neide & Pepeu, com seu rico repertório, comandarão o espetáculo.

Primeiro Ciclo de Palestras do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória – registros rupestres em Pernambuco.

Dentro da programação do Primeiro Ciclo de Palestras do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória – “Arqueologia e Patrimônio” – acontecerá amanhã, sábado, 28 de outubro, a partir das 9h, no Salão Nobre da instituição, a 4ª conferência. Fechando o primeiro ciclo do projeto as  professoras Marília Perazzo e Daniela Cisneiros abordarão o seguinte tema: registros rupestres em Pernambuco.

O milho verde do Edvaldo: muito além de um ponto comercial…

Desde que me entendo por gente que o Pátio da Matriz sempre foi meu habitat. Nascido e criado na Avenida Silva Jardim meu primeiro contato com as letras foi na banca escolar da professora Regina, na casa “pareia de meia” com “O Leão”. Pois bem, hoje, com quase meio século de vida, ainda considero aquele conjunto urbano uma extensão da minha casa.

Na noite de ontem (25) estive na “banca do milho verde”, do amigo Edvaldo. Sou cliente antigo e frequente. Ele – o dono do estabelecimento – é sabido! Aliás, quem negocia tem que ser atento, ativo e atraente, não necessariamente pelas formas físicas, e sim pelo tratamento, pela forma de cativar o cliente,  que posteriormente vira um amigo.

Aos clientes mais chegados, antes mesmo de perguntar alguma coisa, diz o Edvaldo:

– Hoje só vim por tua causa… hoje,  o milho tá do jeito que tu gosta… tá capa de revista…

E assim ele vai angariando a simpatia necessária da clientela, para vender sua mercadoria comprovadamente qualificada. Por lá, encontro pessoas das mais variadas tendências e extratos sociais. Ontem, por exemplo, bati um papo com o comandante da Orquestra Venenosa, o Maestro Silvano.

Como todos sabem, Silvano é daqueles camarada tranquilão. Nem mesmo a situação nebulosa que passa seu time do coração – Santa Cruz – lhe faz sair do trilho. Entre outras coisas, confidenciou-me o maestro, que “está mais amigo” das redes sociais. Disse, inclusive, que agora está acompanhando diariamente o nosso jornal eletrônico, assim como às postagens relativas ao nosso carnaval, na pagina pessoal (facebook) do compositor,  comunicador  e professor em frevo, Guilherme Pajé.

O milho verde do amigo Edvaldo também serve para ficar sabendo um pouquinho da vida dos amigos…

Os porcos continuam nas ruas virando sacos de lixo, cagando e urinando nas calçadas!!!

Na noite de ontem (25) nossas lentes registraram que os porcos ainda continuam perambulando pelas vias públicas da cidade. O referido flagrante ocorreu numa rua próxima à FAINTVISA, localizada no bairro do Cajá.

Por mais que o fato seja corriqueiro e até já tenha virado algo comum na nossa cidade, convenhamos que a  cena é algo deprimente, horrorosa e até depõe contra todas as noções básicas de civilidade. Um animal desse porte fuçando lixo, cagando e urinando nas calçadas, configura-se, indiscutivelmente, num GRAVE PROBLEMA DE SAÚDE PÚBLICA.

Por dever de justiça devemos  dizer que após os serviços de fiscalização e recolhimento dos bichos nas ruas passarem  a ser monitorados pela secretaria de agricultura, sob o comando do amigo Darlan, o problema tem sito atenuado. Isso é fato!!

Portanto, continuar cobrando soluções se faz necessário… Essa “bronca” não é bicho de 7 cabeças para ser sanada, demanda pequeno investimento e um grau elevado de empenho e boa vontade… BASTA QUERER RESOLVER… Simples assim!

Zé Chacrete: continua a mesma coisa de sempre…

Já comecei escrever o terceiro livro dos apelidos. Estou “caçando” apelidados. Pois bem, recentemente encontrei o amigo “Zé Chacrete”. Conheço Zé há, mais ou menos, quarenta anos. Desde a infância, ele era amigo dos meus irmãos mais velhos. Ao encontra-lo, recentemente, não deu para fazer o costumeiro vídeo, mas combinei com ele e sua esposa, Joelma, que em breve faríamos. Aliás, no bom sentido da palavra, o amigo Zé continua a mesma pessoa de sempre. Brincalhão e atencioso. Até as suas  medidas corporais se mantém intactas, desde os tempos em era craque de bola, algo não comum para os que já estão próximo de chegar ao clube dos sessentões. De modo que, da próxima vez que encontra-lo,  irei catalogar a história do seu apelido.

Mestre Aragão: um estudioso, um visionário!

Contar a história depois do acontecido é tarefa corriqueira. O grande desafio, entendo, seja prospectar o futuro. Tem uma frase que diz: “quem não sabe de onde veio, continuará  caminhado sem saber aonde quer chegar…”.

Recentemente, sobre as questões urbanas da nossa cidade, li um artigo escrito, em 1946,  pelo professor José Aragão, ou seja: há mais 70 anos. Nele, entre outras coisas, dizia que para se resolver os graves problemas da habitação na nossa cidade, deveriam os “homens de dinheiro” construir “casas de aluguel”. Além da visão mercadológica apontava ele, também, às localidades apropriadas.

Pois bem, o tempo passou e constatamos que suas opiniões estavam dentro de uma coerência, de uma lógica exequível. Não à toa, hoje, os maiores investimentos em moradia popular na nossa cidade estão dentro das suas previsões.

Abaixo, portanto, segue um pequeno trecho do referido artigo:

“Não se diga que não há terrenos para construir. Não há, ou há pouco, no perímetro urbano. Mas é preciso compreender que a cidade não pode conter nas ruas principais toda população. Acabar com essa mania de só construir “dentro da rua”, como se diz vulgarmente. Temos, no trecho compreendido entre o Jiquiá e a rua da Ponte, a zona natural de expansão da cidade. Terreno elevado, livre de inundações, à margem de estradas intermunicipais de tráfego intenso, já servido, em boa parte, de água, luz e escolas. Nesse trecho existem já edificações regulares, que formam as ruas Dr José Rufino e Joaquim Nabuco, e prédios importantes, como a Casa dos Pobres, a sede da sociedade “Amor e Trabalho” e a nova Escola Rural. Por aí é que a cidade tem de avançar logo que a prefeitura, desapropriando terrenos ainda não edificados nas pequenas propriedades que margeiam os subúrbios, rasgar novas artérias estendendo o meio fio e as redes de iluminação e água potável”.

Made in Vitória: “um novo teste para Lei Seca”.

Numa mesa de bar tem de tudo e mais um pouco. Há quem diga, por exemplo, que mesmo depois de longas horas de explanações e argumentações das mais diversas é na descontração e informalidade da “mesa do bar” que as grandes questões, de fato, são concluídas. Aliás, explicam especialistas da área dos  recursos humanos que é mais fácil traçar o perfil de um funcionário num churrasco,  promovido pela empresa na confraternização natalina,  que durante um ano inteiro de convivência, no sisudo ambiente de trabalho.

Pois bem, de maneira espirituosa e brincalhona, até porque em boa medida reproduz sua linha de convivência social, o amigo Mesmer “inventou” um novo método, e também eficaz, para se realizar o popular teste da Lei Seca. Após bebericar, o litro vazio, antes detentor do “líquido precioso”, deverá ser equilibrado pelo sujeito na cabeça. O mesmo deverá levantar-se e circular pelo ambiente. Continuando o frasco no mesmo lugar (equilibrado na cabeça), estará o indivíduo “liberado” para pedir outro litro lacrado.  Evidentemente que tudo isso deverá ser atentamente acompanhado pelo chamado “amigo da vez”, essa é a condição sine qua non para que o teste seja validado, pois, como todos já estão carecas de saber,  álcool e direção não combinam…