Academia Vitoriense de Letras, Artes e Ciência comemorou seu 12º aniversário de fundação.

Na noite do último sábado (11) a  AVLAC – Academia Vitoriense de Letras, Artes e Ciência – reuniu acadêmicos, sócios, autoridades, intelectuais e toda sociedade vitoriense para celebrar, entre outras coisas, os doze anos da sua fundação, que teve como mentor o imortal José Severino de Militão (Melchisedec). O evento ocorreu no Teatro Silogeu José Aragão.

Em noite memorável o evento de caráter cultural, promovido pela Academia Vitoriense de Letras contou com apresentação musical, tomada de posse de sócios e acadêmica, assim como da nova diretoria para o biênio 2018/2019.

Na ocasião dois novos patronos foram homologados. Novos sócios tomaram posse assim como a Dra Leila Maria Vieira Medeiros, na qualidade de acadêmica. No seu discurso de posse, entre outras coisas,  falou da sua felicidade de se juntar ao seleto realçando a significativa contribuição dada à Vitoria de Santo Antão pelo o seu Patrono, José Bonifácio de Holanda Cavalcanti. Veja o vídeo:

Fechando a programação solene o novo presidente da AVLAC, Serafim Lemos, produziu discurso de posse. Destacamos as seguintes palavras: “a missão dessa nova Diretoria, implica num crescimento contínuo, como sempre foi. Permanecerei fiel ao regimento e aos princípios que fundamentam a atuação desta casa. A Academia Vitoriense de Letras, Artes e Ciência (AVLAC) é uma sociedade civil, sem fins lucrativos, que congrega cultura e valores. Portanto, as Letras, as Artes e a Ciência tem sido uma paixão diária para todos nós acadêmicos.” Vídeo completo:

Ao final do evento todos foram convidados ao corte do bolo de aniversário no qual o tradicional “parabéns pra você” não foi esquecido. Um coquetel também foi servido  aos presentes.

Varanda do Tadeu: com seu fechamento a cena musical vitoriense fica empobrecida!

Dentre as inúmeras frases musicais existentes escolhi a do Moacyr Franco para sintetizar o momento, com relação ao fechamento do espaço festivo/gastronômico, intitulado “Varanda do Tadeu”: “o que era doce e o que não era se acabou”.

Por iniciativa particular do seu proprietário o “Restaurante Varanda do Tadeu” encerrou suas atividades no último sábado (11), ao comemorar seu décimo primeiro aniversário de fundação. Indiscutivelmente nossa cidade, Vitória de Santo Antão, fica empobrecida musicalmente.

Preservado sob o bom gosto musical, a promoção dos novos talentos locais e até dos anônimos “cantores de chuveiro”,  o Restaurante  “Varanda do Tadeu”, ao longo da sua existência,  manteve o ritmo do pulsar do coração, guiou-se  pela métrica da emoção sem nunca haver  perdido a dose certa da embriaguez que a boa musica estabelece com as pessoas, sobretudo com aquelas que aprenderam degustar com os ouvidos e e digerir com a cérebro.

Na qualidade de cantor “consagrado” e principal atração da casa, ao longo de todos esse tempo, o amigo Tadeu Souza, no último sábado, ao  entrar em cena e interpretar  uma das músicas do Rei Roberto Carlos, resumiu tudo: “ se chorei ou se sorri, o importante é que emoções eu vivi”. Veja o vídeo:

Fechar ciclos, concluir projetos, mudar de rumo e seguir com altivez é tarefas para os fortes, mesmo quando o coração aponta noutra direção. Independente de qualquer coisa a vida continua para os “amantes da boa música” que se acostumaram  a ouvir, na tarde dos sábados, no Varanda, o melhor do que existe na música popular brasileira, afinal, não é em qualquer lugar do Brasil que se escuta, ao vivo, Nelson Gonzaga, Ataulfo Alves, Dalva de Oliveira, Benito de Paula, Luis Américo, Agepê, Martinho da Vila, Alcione, Reginaldo Rossi e etc e etc…

Concluo essa postagem parabenizando a família “Souza” pela contribuição musical ao município da Vitória de Santo Antão, sob todos os pontos de vista. Ao amigo Tadeu e a sua esposa Cleide, assim como toda equipe que fizeram o Restaurante ‘Varanda do Tadeu”, até o último sábado, 11 de novembro de 2017, resta-nos,  nesse momento, apenas dizer, com saudade, OBRIGADO, OBRIGADO e OBRIGADO!!!!

“Lavoura” receita medidas para contra-atacar a chamada “pressão alta”.

Registramos na noite de domingo (12), no Pátio da Matriz, o popular “Lavoura” papeando com sua amiga Tati. Ao me aproximar do casal o amigo Lavoura lembrou-se que continua mantendo sua rotina, para contra-atacar os efeitos da chamada “pressão alta”. Dentre elas destacou: cantarolar diariamente a música de Zeca Pagodinho (deixe a vida me levar), não “esquentar” com nada e manter seu círculo de amizade, sobretudo com as mulheres,  sempre crescente… Eis aí, portanto, alguns dos  segredos  da vitalidade e animação do sessentão Paulo Fernando…

A polêmica continua: qual o melhor carnaval? O de ontem ou de hoje?

Hoje, 10 de novembro, é o dia que marca a distância de três meses para, oficialmente, começar o carnaval. Previsto para o Sábado de Zé Pereira “cair” no dia 10 de Fevereiro, que para nós, antonenses,  esse dia passou a ser grafado como  o “Sábado do ETSÂO”, aqui e acolá, já tem gente colocado, através das redes sociais,  seu “bloco” na rua.

O folião local mais saudosista estufa o peito para dizer que o carnaval bom era o do seu tempo!! Já os mais jovens realçam que esse (agora) é o tempo, até porque ninguém pode sentir saudade daquilo  que não vivenciou. Polêmicas à parte, gostaria de dizer que essa discussão não é nova,  na terra de José Marques de Sena.

Outro dia, revirando meus arquivos deparei-me com uma nota,  escrita pelo eterno José Aragão, há exato meio século (1967),  cujo título era: “Carnavais de Outrora”. Nela a polêmica e o assunto central…..

“É bem certo que tudo passa sobre a terra. Que a evolução é condição essencial da contingência humana.

Por isso não se há de estranhar tenha o nosso Carnaval, aqui, como em toda parte, sofrido radical transformação.

Para Melhor? Para Pior? Isto depende do ângulo em que se coloca o observador.

Os que não conheceram os carnavais de outrora, nem o doce encanto da vida em outros tempos, estranham se diga que o carnaval de hoje é bem inferior aos de trinta, quarenta ou cinquenta anos atrás. Estranham e contestam.

Os remanescentes desses bons tempos pedem, apenas, se faça um cotejo entre as realizações de ontem e as de hoje, observada fielmente a lei das compensações, para concluir que, nos carnavais de outrora, havia mais alegria, comunicabilidade, exuberância, bom gosto e etc.”

Pois bem, mesmo cinquenta anos depois o artigo do Mestre Aragão continua ATUALIZADÍSSIMO!!!

 

Livros – Apelidos Vitorienses – continuam disponíveis à venda!!

Aos amigos conterrâneos, quer estejam residindo ou não na nossa terra-mãe, informo que ainda possuo exemplares do nosso Projeto Cultural, intitulado “Apelidos Vitorienses”, disponíveis à venda. No volume um, narramos à origem dos seguintes apelidos:

Além do meu apelido (Pilako), catalogamos: Americano, Batifino, Baleado, China Contador, Doutor do Posto, Fernando Diamante, Furão, Giba do Bolo, Heleno da Jaca, João de Qualidade, Lavoura, Mané Mané, Manga Rosa, Matuto, Nanãe, Natal do Churrasquinho, Olho de Pires, Moleza, Pindura, Pirrita, Toco, Tonho Trinpa, Torto e Zé Catinga.

Nesse segundo volume estão:

Babai Engraxate, Novo da Banca, Pea Preta, Branca, Gongué, Vei Eletricista, Brother, Bambam Água, Zé Ribeiro, Regis do Amendoim, Val da Banca, Pirraia do Feijão, Pituca, Junior Facada, Pezão, Moreno, João Potó, Touro, Lino, Eraldo Boy, Cocota, Castanha, Miro da Cachorra, Nininho e Neném da Joelma.

Local de venda – Redação do Blog do Pilako – Praça Leão Coroado.

Valor: Volume 01 – R$ 30,00 / volume 02 R$ 30,00

Contato: 9.9192.5094 ou pelo zap 9.8456.4281

Obs: Para as vendas fora da cidade, somar despesas postais.

Academia Vitoriense de Letras promove nesse sábado Solenidade Festiva.

Para comemorar doze anos de fundação e empossar sua nova diretoria a AVLAC – Academia Vitoriense de Letras, Artes e Ciência – realizará na noite desse sábado (11) uma celebração festiva no Teatro Silogeu José Aragão.

O encontro de caráter cultural também marcará a posse de uma nova acadêmica, assim como deixará a presidência, após dois mandatos consecutivos, a professora Lúcia Martins. Após a atividade solene será servido um coquetel nas dependências da “Casa do Imperador”. O encontro terá inicio às 19h:30.

“Monge Magro”: Rivaldo Felipe virando mais uma página no calendário da vida!

Nossos parabéns de hoje (10) seguem na direção do amigo roqueiro Rivaldo Felipe, o famoso “Monge Magro”, em função da passagem dos seus quarenta e cinco anos de vida. Rivaldo é desses camaradas apaixonado por tudo que acredita e defende. Na qualidade de torcedor do “Tricolor do Arruda” encarna bem o trecho do hino que diz: “eu sou Santa Cruz de corpo e alma e serei sempre de coração”.

Autêntico carnavalesco e folião pernambucano, o roqueiros Rivaldo é identificado com a Troça Carnavalesca Companhia dos Monges em Folia que, em 2018, estará comemorando duas décadas de fundação. Ele, na qualidade de diretor fundador, representa, como ninguém,  a história dessa singular agremiação. Diz a música: “na quarta veio a ideia de revirar a história”. Amigo dos amigos, nosso Rivaldo Felipe deverá ser bastante lembrado e comemorado no dia de hoje. Parabéns roqueiro!!!

Nota oficial: Governo do Estado de Pernambuco

Nota oficial

Com relação à operação da Polícia Federal e da Controladoria Geral da União, realizada hoje em prédios da Secretaria da Casa Militar do Estado, o Governo de Pernambuco reafirma a disposição de prestar todos os esclarecimentos necessários, como sempre tem feito quando solicitado por órgãos de controle e fiscalização.

A Operação Reconstrução, ocorrida a partir de julho de 2010, envolveu recursos advindos do Estado de Pernambuco e da União, dirigidos ao atendimento emergencial às 120 mil pessoas da Zona da Mata Sul atingidas pela enchente, bem como o trabalho de reconstrução das cidades.

As prestações de contas respectivas foram apresentadas a tempo e modo às autoridades competentes, estaduais e federais.  Não foi descumprido nenhum prazo ou foi negada nenhuma informação por parte do Governo de Pernambuco.

Com relação à Operação Prontidão, realizada após a enchente deste ano de 2017, os prazos de prestação de conta ainda estão em curso.

A Operação Reconstrução construiu a Barragem de Serro Azul e cinco hospitais, o Hospital Regional de Palmares, os hospitais municipais de Água Preta, Cortês, Barreiros e de Jaqueira.  A Operação Reconstrução também entregou 12.131 mil casas; recuperou ou reconstruiu 71 pontes, recuperou 185 vias urbanas e 28 muros de arrimo em diversos municípios atingidos.

A Operação Reconstrução recuperou, ainda, 63,13 quilômetros de rodovias e 203 quilômetros de estradas vicinais; reconstruiu 29 escolas atingidas, revitalizou a orla de Palmares; recuperou e reconstruiu 123 bueiros e 11 passagens molhadas, promoveu a dragagem do Rio Una e criou a Rede de Monitoramento Hidrometeorológico.

É absolutamente lastimável o processo de espetacularização negativa das atividades de controle da atuação pública. O que assistimos hoje é exemplo da grave prática de buscar criminalizar toda a atuação dos agentes públicos e políticos. Os trabalhos da Operação Reconstrução envolveram grande número de servidores públicos, que realizaram um esforço extraordinário na missão de minimizar o sofrimento que as enchentes causaram à população pernambucana.

É lamentável a operação desproporcional realizada no Gabinete do chefe da Casa Militar, no Palácio do Campo das Princesas. O acesso a todos os documentos e equipamentos ali localizados, assim como a qualquer outro documento público, poderia ter sido solicitado sem a necessidade de qualquer ordem judicial.

Logo que disponha de mais informações, o Governo de Pernambuco voltará a se pronunciar publicamente.

Governo do Estado de Pernambuco

“Bronca no Palácio”: quem vai pular primeiro? Elias ou Henrique?

Na manhã de hoje aconteceu um fato que certamente será bastante explorado nos guias eleitorais das  próximas eleições. O “baculejo” que a Polícia Federal – “Operação Torrentes” – está promovendo em várias localidades, inclusive no Palácio do Campo das Princesas, buscar colher elementos e provas sobre o possível desvio de dinheiro público, utilizados na reconstrução das cidades da Mata Sul, atingidas pelas enchentes em 2010 e 2017, segundo informou o portal de noticias G1.

Ainda segundo a mesma fonte (G1) os valores giram na casa de 400 milhões de reais: “os agentes federais estão cumprindo 71 mandados judiciais. São 36 de busca e apreensão, 15 de prisão temporária e 20 de condução coercitiva.”

A situação política do grupo do PSB pernambucano continua se deteriorando, tanto no campo administrativo quanto ético. Eventos dessa natureza, somados a tantos outros, poderá inviabilizar a reeleição do governador Paulo Câmara.

Outro dia, aqui pelo blog, aventei a possibilidade das três maiores correntes políticas da nossa Vitória, diferentemente da eleição estadual passada (2014), caminharem em palanques diferentes, ou seja: não mais subirem juntos no palanque da frente popular, liderado pelo candidato do PSB – Paulo Câmara.

Por força do partido, o único que não tem como “correr da parada” é grupo do prefeito Aglailson Junior. Obrigatoriamente terá que se abraçar com um possível “defunto”. Já com relação ao ex-prefeito Elias Lira e o deputado Henrique Queiroz, pelo andar da carruagem, deverão “pular do barco” e se agarrarem no novo grupo de oposição que está se construindo.

A regra na política é assim: o que vale a lei da sobrevivência. Mas, até as coisas ficaram mais claras, todos estarão em perfeita harmonia, isto é: esperando a hora certa para promover a traição e inventar qualquer desculpa…

Bichos nas ruas: CAVALO COMENDO LIXO!!!

Na noite de ontem (08) nossas lentes registraram, numa rua próxima a FAINTVISA, bairro do Cajá, um cavalo perambulando pelas vias públicas e promovendo a maior sujeira e imundice. Animais de grande porte, circulando livremente pelas ruas da cidade configura-se num grave problema de Saúde Pública.

Segue, portanto, mais uma vez, a cobrança para que o secretário de agricultura do município, Darlan, responsável pelos serviços de fiscalização e recolhimento desses animais intensifique os trabalhos. Até porque a bronca ainda continua…

Nota de Desagravo: Sindicatos que representam o funcionalismo público local.

Ao caminhar pelas ruas centrais da nossa Vitória de Santo Antão, hoje, pela manhã, presenciei um carro de som anunciando uma NOTA DE DESAGRAVO. O conteúdo alardeado, assinado pelos sindicatos dos funcionários municipais local, entre outras coisas, falava em perseguição, desrespeito, ausência de dialogo, ditadura, redemocratização e etc. Ainda segundo a nota estaria ocorrendo, por parte da atual gestão municipal, uma diminuição nas horas/aula de uma professora que é dirigente sindical por perseguição.

Muito bem, divergências entre  a categoria do funcionalismo  público com as gestões municipais locais não é nenhuma novidade. Faz parte daquilo que Karl Marx precificou, lá na metade do século XIX,  como a eterna luta de classes segundo a qual a sociedade passou a ser dividida – burguesia X proletariado – e que só acabaria com o sepultamento do sistema capitalista.

Deixando de lado um pouco a filosofia de Marx e partindo para uma leitura mais contemporânea dessa relação – prefeitura X sindicato –  logo entenderemos que sempre existiu excessos de parte à parte. Para o sindicato todos os gestores são opressores e para os gestores todos sindicalistas são radicais……. Esse é o jogo jogado há décadas… Não gostaria, aqui, de entrar no mérito da atual  questão, afinal, agora, não tenho informações suficientes para construir um juízo de valor sobre o que está ocorrendo.

Para concluir, contudo, afirmo ser conhecedor de que a relação histórica entre as partes mencionadas nunca foi transparentes aos olhos do contribuintes (o verdadeiro patrão das duas categorias). Na nossa cidade, por exemplo, tem profissionais da educação ganhando salário muito acima da realidade, o que é pior:  sem colocar os pés na sala de aula.

Do outro lado tem profissionais recebendo sem desempenhar a função, apenas por ser  “fies” cabos-eleitoral dos gestores de plantões. Dessa forma a conta nunca fechará. Todos sabem disso, mas fazem de conta que não sabem!!!

Apenas uma pergunta,  na direção dos dirigentes sindicais e dos atuais gestores públicos: VOCÊS TOPARIAM FAZER UMA AUDITORIA SÉRIA E INDEPENDENTE NA FOLHA DE PAGAMENTO DA EDUCAÇÃO DO MUNICÍPIO,  PARA  DEPOIS IMPLANTAR O PONTO ELETRÔNICO EM TODA REDE MUNICIPAL?

Com a palavra os gestores e os sindicalistas…

Hildebrando Lima: “95 anos da Assembleia de Deus em Vitória de Santo Antão”.

Semanas atrás, ao tomar conhecimento do livro lançado pelo amigo Hildebrando Lima no qual narra os “95 anos da Assembleia de Deus” em Vitória de Santo Antão, interessei-me em comprar um exemplar ao próprio autor. Na manhã de hoje, através do seu filho, chegou em minhas mãos  um exemplar.

Em uma rápida leitura, até por que ainda não tive tempo de me aprofundar, o opúsculo traz, de maneira simples e objetiva, os primeiro passos da respeitada instituição religiosa em nossa cidade. Além de nominar os pioneiros pregadores, as primeiras atividades, os fatos relevantes e até algumas curiosidades, o autor  também  confidencia sua relação pessoal e sua dedicação na construção desse patrimônio religioso em nossas terras.

Apesar de ser uma pessoa interessada na história da nossa Vitória de Santo Antão confesso que pouco sei sobre as instituições não católicas da nossa polis. Aliás, nas minhas muitas pesquisas sobre nossa terra, pouco se encontra relatos sobre outras denominações. De sorte que esse trabalho do amigo Hildebrando Lima jogará luz sobre os que desejam saber mais sobre a história da Vitória de Santo Antão.

Essa minha parente, Luislinda Valois, envergonhou o Brasil e a França.

Confessor que mesmo acompanhado o noticiário político local, estadual, nacional e  até internacional não conhecia nada dessa Ministra dos Direitos Humano do governo do presidente Michel Temer. Muito menos que a eminente Luislinda Valois é desembargadora aposentada do Tribunal de Justiça da Bahia e que é filiada ao Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB).

Nada disso eu sabia até a mesma aparecer na mídia nacional em função da sua atrapalhada, atinente aos seus pleitos salariais. Antes de tudo, gostaria de dizer que se “espremer” com força, essa senhora ainda chega a ser parente minha. Seu sobrenome – VALOIS – oriundo da França, é o mesmo da família da minha mãe. Aliás, aqui na Vitória tem muita  gente dessa mesma origem.

A senhora Luislinda Valois, a coitadinha, queria receber salário de R$ 61.400,00 por mês,  quando o teto máximo permitido é de R$ 33.700,00. Nesse caso em tela, pior do que o seu pedido no ordenado,  foram suas colocações para justificar o pedido. Entre outra coisas, disse ela:

Todo mundo sabe que quem trabalha sem receber é escravo.

Após a polêmica gerada ela ainda emendou:

“O Brasil está sendo justo comigo? Como é que eu vou comer? Como é que vou beber? Como é que vou calçar?”

E ainda completou:

“É cabelo, é maquiagem, é perfume, é roupa, é sapato, é alimentação. Se eu não me alimentar, eu vou adoecer e aí vou dar trabalho para o Estado.”.

Com todo respeito a senhora Luislinda Valois – “minha parente” – acredito que a mesma não tem “miolo” para ocupar um cargo de Ministro de Estado. O pior ainda é saber que essa senhora é magistrada aposenta. Saber que uma pessoa que usa de rasas  argumentações  para justificar um pedido “fora da lei”,  era uma pessoa  e que a união lhe reservava o direito de julgar os procedimentos alheios.

Portanto esse episódio é mais a jogar luz no nosso sistema político falido, cujos os cargos de maior relevo, aqui e acolá, são ocupados por pessoas despreparadas, sem a menor capacidade de entender a liturgia da função que exerce,  mesmo que lhe sobre diplomas, títulos e “notório saber”.

Concluo dizendo: se  isso aconteceu na Esplanada dos Ministérios, imagina nas administrações estaduais e nas mais de cinco mil prefeituras,  espalhadas pelo nosso Brasil continental?

Vitória e os seus messias: NOVO RECORDE DE ARRECADAÇÃO!!!

De certa forma temos um pouquinho de sangue português correndo nas nossas  veias. Não fosse pela composição genética, os costumes, as mazelas, a língua e as crenças da terra do atual melhor jogador do mundo, Cristiano Ronaldo, face à colonização, iniciada há meio século, tudo isso já chancelaria nossas ligações.

O sebastianismo, crença mística segunda a qual o jovem Rei de Portugal, falecido em combate, reapareceria para salvar o seu País da miséria assim como resgatar o seu povo do fundo do poço, também ganhou forma e corpo no nosso Pernambuco, precisamente na cidade de São José do Belmonte (1838)

Pois bem, pouco ou muito, por formação, o povo brasileiro, sobretudo o nordestino,  ainda acredita no “messias”, ou seja: aquele que no momento mais difícil aparecerá  para nos salvar. Os nossos políticos, de maneira geral, mesmo sem saber da origem desse atmosfera,  conhecem muito bem esses traços do eleitorado tupiniquim.

Não à toa, na nossa Vitória de Santo Antão, terra com forte tradição religiosa, conservadora por essência,  os políticos se acostumaram a trabalhar da mesma forma. Ou seja: PARA MELHORAR,  SE FAZ NECESSÁRIO PIORAR. ENTRA EM CENA, ENTÃO, O SALVADOR DA PÁTRIA!!

Segundo informações técnicas do consultor financeiro vitoriense, Elias Martins, o nosso município bateu novo recorde em arrecadação financeira. Oficialmente não há contestação aos números anunciados por ele. O que nos levar a crer que tudo é real. Tudo é verdade.

Nesse contexto, observamos que tanto na gestão anterior quanto na atual o discurso padrão  continua o mesmo: “CRISE FINANCEIRA E DÉBITOS DEIXADOS PELA GESTÃO ANTERIOR”.

Curiosamente, tanto na gestão passado quanto na atual, as coisas só irão engrenar no momento oportuno, ou seja, próximo das eleições. O bom dessa “rotina” administrativa local – cíclica,  continua e perene –  é que os eleitores  já começaram a entender essa manobra. Resta-nos saber, portanto,  se a velha crença no messias irá prevalecer mais uma vez, pois acreditar que alguém poderá nos salvar, convenhamos,  não deixar de ser, indiscutivelmente,  um alento, um  conforto para o povão!!

LAIKA: a cachorrinha que foi sacrificada por todos nós…

Em tempo de redes sociais, na quais qualquer pessoa do planeta poderá emitir opinião sobre todo tipo de questão – não necessariamente com a mínima propriedade para tal – é possível se dizer que  “embarcamos” num mundo nunca antes pensado. Lembremos, então, que por conta de opiniões divergentes muita gente morreu em brasas (fogueiras), em espetáculos promovidos nos espaços públicos.

Estamos vivenciando também, sob o patrocínio do segmento industrial “pet”, a chamada “humanização dos bichos”. Cachorro e gato, por exemplo, agora, são considerados entes das famílias.

A tal civilidade, tão evocada nessa corrente de pensamento, deveria nos proporciona um entendimento de que a vida de todos os animais tem o mesmo valor e o mesmo sentido. Racionalmente falando não podemos achar, por exemplo, que um cachorro seja merecedor de uma festa de aniversário ao passo que um bode, simplesmente,  nasceu apenas para nos servir de alimento, após sua fase de crescimento e engorda. Essa ideia foge totalmente do princípio da razoabilidade…

Pois bem, na última sexta, 03 de novembro, comemoramos sessenta anos do lançamento do primeiro ser vivo ao espaço. A “figura” escolhida pra o sacrifício, foi uma cachorrinha vira-lata,  recolhida nas ruas de Moscou – União Soviética.

Laika, “premiada” entre meia dúzia de similares para entrar para história, foi ungida pelo seu caráter esperto, por ser dócil e ser portadora de um olhar curioso. “Pedi a ela que nos perdoasse e chorei ao acariciá-la pela última vez”, explicou, à época, a bióloga russa que fez parte da missão. Tudo isso ocorreu no ápice da chamada “Guerra Fria”, travada por décadas,  entre EUA e URSS.

Diante de todas essas informações peguei-me a imaginar: Já pensou se no momento atual alguém anunciasse que iria enviar um cachorro ao espaço, mesmo sabendo que ele não  mais voltaria ao convívio dos humanos? O que os internautas, do mundo inteiro, iriam escrever nas redes sociais sobre esse episódio? Os conceitos, ao longo do tempo, realmente, mudam e nos sugerem, muitas vezes, mudar com eles, afinal não vivemos numa ilha…..

“Seu” Orlando de Souza Leão: DE BEM COM A VIDA!!

Comemorando sessenta e um anos de união – cinco de namoro e cinquenta e seis de casado – “Seu” Orlando de Souza Leão convocou um grupo de amigos para uma rodada de comes e bebes na sua residência, corrida na tarde do domingo (05).

“Seu” Orlando, “Tricolor do Arruda” apaixonado, é a representação maior daquilo que todo bom farrista, dançarino e boêmio gostaria de ser.  Com quase oitenta e cinco anos de idade mantém sua rotina intacta. Atualizado e aberto a todo tipo de conversa, fala do passado, do presente e do futuro com mesmo grau de interesse e entusiasmo. De sorte que, compartilhar do seu convívio, me é sempre uma ótima oportunidade de mergulhar na Vitória que o tempo levou.

Em reunião ordinária Instituto Histórico recebe mais uma peça para o seu acervo.

Aconteceu na manhã do domingo (05) a reunião ordinária do nosso Instituto Histórico que, entre outros objetivos, debateu a pauta do evento alusivo às comemorações dos sessenta e sete anos da instituição, que acontecerá no próximo dia 17.

A solenidade contará com aposição de fotografias, tomada de posse de novos sócios, entrega de títulos, abertura de exposição e palestra proferida pelo secretário do Instituto Arqueológico Pernambucano, Reinaldo Carneiro Leão, sobre a formação dos principais engenhos vitorienses. Após a sessão solene será servido um coquetel.

Através da professora e artista vitoriense, Marilene, juntamente com seu irmão, a reunião do domingo também contou com um momento teatral.

De maneira espontânea e cívica o casal,  Ednaldo e Terezita Torres, fizeram a doação de uma câmera filmadora para o acervo do Museu da “Casa do Imperador”. Entre as muitas imagens captadas pela mesma estão os carnavais de mais de uma década da nossa terra. Na ocasião, realizamos um pequeno vídeo com o casal amigo.

Segunda Festa da Saudade: VÍDEO OFICIAL – SHOW DE BOLA!!!

Relembrar as coisas boas nos faz um bem danado. Diz uma máxima popular que na vida não existe felicidade, e sim “momentos felizes”. De sorte que registramos, em boa medida, na  Segunda Festa da Saudade, ocorrida no dia 16 de setembro, no Clube dos Motoristas “O Cisne”, uma espécie de “momento de felicidade coletiva”.

Confeccionado pela empresa vitoriense Duo Studio Produções, com imagens de Bruno Freitas, entrevista e roteiro de Priscylla Ingrend, estamos publicando o vídeo oficial da Segunda Festa da Saudade. Nele, as imagens não mentem. Num cenário de alegria, descontração e confraternização, indiscutivelmente, celebramos um bom momento social/dançante, na Terra da Pitú.

Com homenagem ao amigo festeiro, Paulo Freitas, entrevistas exclusivas, muita música e dança, aproveitamos para dedicar esse roteiro aos nossos patrocinadores e, principalmente, a todos amigos que compareceram para concretizar a festa conosco.

A imprensa na Terra de Antão Borges Alves…

No próximo domingo, 05 de novembro, nossa cidade, Vitória de Santo Antão, comemora os 151 anos da chegada da imprensa. Com o jornal “O Vitoriense”, impresso em gráfica própria pelo seu proprietário, Antão Borges Alves,  inaugurou-se nas nossas terras um novo tempo, sobretudo na vida artística.

Realcemos, porém, que o primeiro equipamento para se produzir jornal só chegou ao Brasil em 1808, com a chegada da Família Real, fugida da Europa por conta tropas francesas, lideradas pelo lendário Napoleão Bonaparte.

Vitória foi a quinta cidade de Pernambuco a ter jornal próprio. Repousa no nosso Instituto Histórico um sem números de exemplares de todos os títulos catalogados, cerca de duas centenas. É bem verdade que nesses cento e cinquenta e um ano de imprensa as coisas mudaram. Com a chegada do rádio, da Televisão e da internet a configuração da imprensa mudou.

Na figura do jornalista José Edalvo, editor-diretor do Jornal da Vitória, quero  parabenizar  todos aqueles que fizeram e fazem da arte da pena um ideal de vida. VIVA A IMPRENSA ANTONENSE!!!

Colégio Projeção: UMA BOA INICIATIVA!

Dias atrás, através de um vídeo postado nas redes sociais, acompanhei a vista de um grupo de alunos (crianças) aos monumentos da nossa Vitória de Santo Antão. Nessa aula de campo, por assim dizer, os pequeninos estudantes recebiam as devidas explicações da professora. Faziam suas anotações e certamente seriam arguidos posteriormente.

Pois bem, até então, nunca havia tomado conhecimento que outro educandário tenha realizado tal atividade. Iniciativas como essa só produz coisa boa. Se apropriando do conhecimento essas crianças passarão reproduzi-los, sobretudo aos pais. O “não saber” é principal motivo da indiferença.

Portanto, contar nossa história de maneira prática, realçando  os nossos monumentos e os motivos pelos quais eles foram construídos, indiscutivelmente,  oportuniza mudança de atitude na população. Eis aí, então, um bom motivo para aplaudir a iniciativa do Colégio Projeção.