1. Case com quem você gosta de conversar. (afinidade)
2. Não acredite em tudo que ouve. (lógica)
3. Não gaste tudo que tem. (autocontrole)
4. Não durma tanto quanto quer. (tempo)
5. Quando perder, não perca a lição. (sabedoria)
Tantra
Tantra (do Sânscrito: tratado sobre ritual, meditação e disciplina). Yoga tântrico ou Tantrismo é uma filosofia comportamental de características matriarcais, sensoriais e desrepressoras.
“Estréia no dia 30 de março “Para Roubar o Céu”. O filme é uma parceria do grupo de teatro vitoriense “O Círculo Mágico da Cabriola” com o “Canal Tapacurá”, e tem o incentivo do governo do estado, através da Lei Aldir Blanc. A direção do filme é de Durval Cristóvão, e a trilha sonora original é de Jonatas Onofre , grande parceiro do Canal. O elenco é composto pelos atores Arthur Carvalho, Hugo Tavares, Sammia Gonçalves, Wellington Luiz e Kelryn Laynim. O filme será publicado nas redes sociais do Círculo Mágico da Cabriola e do Canal Tapacurá.”
Ao “senhor tempo” foi dada várias tarefas. No tempo presente se vive os fatos, é nele que a vida acontece. Ao tempo futuro, oceano de mistérios em 360 graus, cabe-nos, apenas, a tarefa hercúlea de conjugá-lo sem a parceira de primeira hora que atende pelo nome de ansiedade. Ao tempo pretérito, território que pertence apenas ao tutor do mesmo, chancelado por escrituras secretas, invariavelmente revisitado, configura-se no mais fantástico roteiro “turístico” do qual já tivemos acesso, mas, para tanto, faz-se necessário uma disruptura com aquilo que nos impulsiona à indesejada e sempre disponível companheira, sobretudo nos momentos melancólicos, a “senhora” depressão.
Foi nesse emaranhado de sentimentos que despertei de uma noite de sono profundo, nas primeiras horas de hoje, quarta-feira, dia 24 de março de 2021. Hoje, exatamente hoje, completa-se 10 anos do último suspiro terráqueo do antonense Zito Mariano. Também poderia grafar sem nenhum problema: comemoração de uma década da passagem do meu pai, até porque a morte, me perdoem os religiosos, não é uma receita de bolo que todo mundo a conhece e tem nas mãos o poder de manipular ou mesmo precifica-la.
“Seu” Zito Mariano, enquanto viveu, foi completo. Não deixou nada por fazer. Sorte teve a nossa “aldeia” – Vitória de Santo Antão – em tê-lo como filho. Privilégio tiveram os que gozaram do seu convívio. Dos seus ensinamentos e proteção, sua família não teve do que se queixar. Resta-nos, portanto, na qualidade de sociedade lembrar, lembrar e lembrar…..
Um dos mais importantes Passistas de Frevo da segunda metade do século passado, foi o pouco lembrado Egídio Bezerra, nascido no bairro da Torre, Recife, em 1º.09.1925, que deteve nas décadas de 50 e 60 o honroso título de Rei do Passo, até morrer precocemente, aos 47 anos, no dia 8.8.1972. Dentre os 11 filhos que Egídio teve – 6 mulheres e 5 homens – destacou-se, na sua arte, uma das filhas: Zenaide Bezerra.
Desde criança, e até depois de já adulta, Zenaide foi aquela que mais se dedicou ao aprendizado de todas as danças populares que o pai dominava e a acompanhá-lo nas apresentações, em praça pública e em clubes sociais. Quando seu pai partiu, Zenaide já era casada, mas continuava a participar de vários shows com Egídio.
A morte de Egídio, tão novo, foi um abalo grande para todos os filhos, em especial para Zenaide. Mas, como mulher de fibra que sempre foi e é, pouco tempo após, em 1975, ela retomou as atividades do Grupo Folclórico Egídio Bezerra, que o pai criara duas décadas antes, no bairro da Torre.
Zenaide passou, desde então, a ensinar às crianças e jovens da família e do bairro e de outros locais do Recife a dançar o frevo, o coco, o xaxado, o baião etc. O que faz até hoje. E, além de ensinar a dançar, Zenaide compra os tecidos e costura as roupas dessa turma toda, além de sair, muitas vezes de ônibus, levando todos para se apresentarem em vários locais do Recife.
Recentemente, dia 22/03, Zenaide completou 72 anos de idade, com invejável disposição física e com uma família belíssima e imensa, que tem um orgulho dela, igualmente imenso: 5 filhos, 15 netos e 12 bisnetos. Sem contar os genros, noras, sobrinhos, sobrinhos-netos e sobrinhos-bisnetos.
Há um mês, tive o prazer de conversar com essa grande personagem da nossa Cultura durante 50 minutos, juntamente com o Jornalista Lucas Fittipaldi, no Paço do Frevo, dentro do Projeto LAB “Frevo – Conversas livres com os Mestres”, peço qual entrevistamos outros 11 grandes nomes do Frevo. O vídeo editado com partes das 12 entrevistas será lançado no Youtube até o final do próximo mês.
PARABÉNS, ZENAIDE! Paz, alegrias e SAÚDE!! E viva a Cultura Pernambucana!!!
Com relação ao recente post na nossa coluna ” O Tempo Voa”, realçando evento realizado no Clube Abanadores ” O Leão”, recebemos uma importante e segura contribuição do amigo Nozinho Neto.
“Pilako, esse evento foi a visita dos colunistas sociais à Vitoria de Santo Antão, quando do centenário do jornal o Lidador. Houve uma serie de eventos na cidade, desde lautos jantares, visitas a pontos de destaque como Monte das Tabocas, Engenho Gameleira e inauguração do busto de Antão Borges Alves que meu avô, o prefeito de então, Nô Joaquim, fez erigir na avenida Silva Jardim, uma homenagem a Antão Borges Alves – a iniciativa foi do Instituto Histórico”.
Repercutiu “com força” o caso do descarte irregular das ossadas humanas ocorrido no Cemitério São Sebastião. Os filmes, além das redes sociais, ganharam força no noticiário nacional dando à nossa “aldeia” – Vitória de Santo Antão – uma incômoda exposição. A internet, quando usada corretamente, se configura numa importante ferramenta de cidadania e controle social.
Motivada pela “bola nas costas” a prefeitura da Vitória cuidou de realizar “mutirão no Cemitério São Sebastião neste fim de semana”. Entre outras coisas, construiu três novos ossários, no sentido de promover a devida destinação aos restos mortais dos nossos irmãos antonenses. Antes, em nota à imprensa, emitida na última quarta-feira (17), a municipalidade havia decidido “levar as ossadas para serem enterradas em dois outros cemitérios na Zona Rural”.
Por mais que tenha errado a atual gestão pública do município na condução desse caso – em não haver acusado o problema lá atrás, ainda no inicio da transição de governo – deve-se entender que o seu “pecado”, proporcionalmente, será sempre menor, na comparação com a gestão passado que, diga-se de passagem, até agora, silenciou diante dos últimos acontecimentos.
Ainda no bojo desse lamentável episódio, o atual prefeito, Paulo Roberto, evocou uma Lei Municipal de 2014 (3961) para dizer que, doravante, os restos mortais só serão exumados após três anos e não mais um ano meio, como era realizado pela administração anterior, segundo garantiu a mais recente nota emitida pela municipalidade.
Inaugurado às 16h do dia 9 de maio de 1875 o nosso “espaço santo” – Cemitério São Sebastião –, do ponto de vista histórico, é provedor de um rosário de curiosidades. Aliás, em se tratando de sepultamento na nossa “Aldeia”, se “abanarmos a poeira” dos arquivos que contam a história dos nossos antepassados, encontrar-se-á registros relevantes que diz respeito a muita gente que apenas “conhecemos pelos nome”.
Encontraremos, por exemplo, que ainda na primeira década da segunda metade do século XIX a Câmara teve que optar em investir na construção do “Açougue da Carne” em detrimento de um cemitério.
Para concluir, lembremos que já em 1859 o então vigário da Matriz de Santo Antão, Francisco Xavier dos Santos, já cobrava, através de ofício à Câmara Provincial, pela urgência na construção de um cemitério e que também – tal qual como hoje – já reclamava, dizendo: “as sepulturas eram abertas ainda frescas e antes dos prazos estabelecidos”.
160 anos depois, a história se repete em novos capítulos e com novos atores, claro……
Conheci-a no oitão da Igreja Matriz de Santo Antão, eventualmente, num Domingo, à noite, apropriado teatro para sua vocação religiosa, sua catolicidade teórica e praticante.
Animada, fluente na conversa, dissertava sobre assuntos mais diversos e manifestava o interesse por variedades, como tocar piano, falar duas línguas neolatinas: francês e italiano – e uma anglo-saxônica: inglês. Colecionadora de antiguidades, também versejava, embora não revelasse interesse de editar livro até então. Na correnteza esperta do tempo, como no dizer do poeta Drummond, fomos consolidando amizade, fundada na preocupação intelectual com o Universo.
Pouco poderia imaginar que, lá adiante, tanto iria precisar de seus saberes científicos, médicos, como especializada em Endocrinologia, não obstante experiente em Clínica Geral, resgatando-me o ombro de uma dolorosa bursite e a vida do acometimento da Covid-19. Diagnóstico e medicação sem pestanejar, lépida, despachada, e combate efetivo das enfermidades. Uma eficiência, acendrada no conhecimento, adquirido com a aplicação da inteligência, ressaltando-lhe a Sabedoria. Como diziam os gregos: A Inteligência é uma faculdade humana, cuja virtude é a Sabedoria (Sofia).
Por tudo exposto, já não era sem tempo, manifestar o meu agradecimento pelas dádivas e fazê-lo em nome de minha cidade, pelo resgate de tantas vidas, ora acorrentadas a doenças, ora no limiar da morte, durante 16 anos e três meses de medicina horária, assídua em Vitória de Santo Antão.
Eu, Marcos Sales, também fui aluno dessa conceituada escola – Colégio de Pacas. Na época morava em Recife, no bairro de Casa Amarela, e minha mãe ficou viúva. Meu pai era a coluna da casa e faleceu novo e minha mãe ficou indefesa, sem recursos para criar os filhos, logo foi orientada a procurar um colégio e eu meu irmão (Carlos) fomos internados no Instituto. Foi nessa escola que ficamos amparados e aprendemos muito. Lá, logo fizemos amizades e aprendi várias profissões: fabricar colchão e dirigir trator VALMET com um profissional Darlan, e o meu irmão, Carlos , tocava na banda musical com o Tenente Nicácio – por volta dos ano de 73-74. Devido a idade fomos transferidos para o colégio de Jangadinha, em Cavaleiro Jaboatão dos Guararapes. Aos 17 anos a minha mãe, Maria, veio nos buscar para irmos marar em São Paulo, local que até hoje moramos: cidade de Jundiaí. Sou muito grato a Deus por haver feito parte dessa escola, Instituto de Pacas. Entre outros, conheci o Antônio de Pádua e Castelo que tocava pistão. Meu email é msales1961@gmail.com e hoje estou na presença de Deus: um crente em Cristo Jesus!
Recebemos para uma LIVE, hoje (16), para falarmos de “Saúde Mental”, nesse período de mais de uma ano de pandemia, o Psicólogo Clínico vitoriense Cleiton Nascimento.
No contexto atual, em que estamos vivenciando um momento extraordinário das nossas vidas, manter a saúde mental, no sentido da esperança de dias melhores é um desafio constante. Com experiência de 13 anos, o Psicólogo Cleiton foi categórico em afirmar que os casos de adoecimento mental na nossa cidade teve números alarmantes.
Parafraseando a música que diz que “que todo dia era dia de índio, mas agora ele só tem o dia 19 de abril”, gostaria de dizer que nossa “aldeia” – Vitória de Santo Antão -, ontem, 18 de março de 2021, produziu, aos olhos da história, principalmente aos que militam na área, um dia marcante, sobretudo ao nosso Poder Legislativo – ou seja: todo dia estamos fazendo história.
Ao deixar de ser “Freguesia” – 28 de maio de 1812 – para descortinar a tão sonhada categoria de “Vila” ( Vila de Santo Antão), isto é, a verdadeira conquista da autonomia política, social, econômica e tudo mais que se almejava (para época) dentro do regime posto, nosso lugar, sob todos os pontos de vista, se transformou e ascendeu doravante. Foi nesse recorte temporal que surgiu a nossa “Câmara de Vereadores” – há exatos 209 anos.
Outro acontecimento importante da nossa cidade, em que mais uma vez o Poder Legislativo produziu papel de relevo, ocorreu em 21 de novembro de 1889. Nesse dia o então presidente da Câmara, Capitão Antônio Melo Verçosa, em sessão extraordinária, comandou o ingresso, oficialmente, ao regime republicano. Apenas a título de curiosidade, ao final da aludida sessão, uma banda de música executou a Marselhesa.
Pois bem, no dia de ontem – 18 de março de 2021 -, após 209 ano de instituído (208 anos, 9 meses e 20 dias) o nosso Poder Legislativo ( Câmara de Vereadores) realizou a primeira “Sessão Ordinária Remota” da sua história. O referido ato teve como condutor o atual presidente, o vereador André de Bau.
No meu modesto entendimento acredito que depois dessa matéria, destacando o ineditismo do acontecimento, o referido fato histórico deverá ser, mais adiante, em momento oportuno, comemorado pelo atual presidente. Aproveito até para sugerir o dia: 28 de maio de 2022 – momento em que o Poder Legislativo local chegará aos 210 anos.
É possível dizer que os tempos pandêmicos alteraram o curso dos acontecimentos globais, sobretudo aos que se refere ao “mundo das tecnológicas”. Mas, por uma questão de justiça, venho observando que nesse inicio de legislatura os parlamentares de primeiro mandato, André Carvalho, Carlos Henrique e Felipe Cezar , nas mais diversas formas de atuação, tem “puxado” o debate na Câmara de Vereadores “para cima”, ajudando assim, de maneira geral, a melhoraria da imagem do parlamento local.
Vale salientar que, necessariamente, não há de minha parte um automático alinhamento programático muito menos ideológico com os edis aqui nominados, respectivamente.
Portanto, assim sendo, segue meus parabéns a todos os vereadores que tiveram o privilégio de participar desse momento importante e histórico da “Casa do Povo”, da nossa Casa Diogo Braga…..
O Brasil agoniza! Na atualidade, em praticamente todo território nacional a contaminação pelo novo coronavírus ganha números ainda mais expressivos, inclusive, batendo novos recordes.
Em nosso estado, Pernambuco, estamos vivenciando uma espécie de “quarentena” restritiva que segue até o próximo dia 28/03. Com efeito, uma onda de inquietação, através das redes sócias, ganha contornos de sonoridade negativa. Os que compõem o comércio formal e informal, por questões óbvias, evidentemente, lideram o cordão dos insatisfeitos.
Se olharmos os gráficos que retratam o desempenho dos números da pandemia em solo verde/amarelo – de março a dezembro de 2020-, logo veremos que foi a parir de segundo semestre que os números começaram abrandar. Foi justamente nesse recorte temporal que as autoridades do País, após ouvir especialistas nas mais diversas áreas da ciência, tomaram a decisão pela realização das eleições municipais, adiadas para o mês de novembro.
Por mais que se emitissem protocolos sanitários – nacionais e até internacionais -, na prática, o pleito municipal sempre foi uma rinha local. Não foi raridade, vídeos e imagens das mais variadas regiões e cidades do Brasil circulando, em alto e bom som, demonstrando que na cabeça da população em geral a “tal” pandemia havia ficado no tempo passado.
Moral da História:
Após o pleito propriamente dito, vieram às comemorações, as festividades de final de ano e, a partir de então, os números fatais não pararam mais de ganhar musculatura. Hoje, 18 de março de 2021, estamos amargando os piores índices de toda questão pandêmica – COVID-19.
Como seria bom ter a oportunidade de perguntar aos eminentes Ministros do TSE e seus respectivos “conselheiros cientistas” : onde foi que erramos?
LIVE com o tema: ” A Saúde Mental – um ano de pandemia”- erros e acertos – sexta-feira (19), às 17h.
Convidamos para construir conosco esse momento o Psicologo Clínico vitoriense – espacialistas em saúde mental -, Cleiton Nascimento. Entre outros assuntos, abordaremos a questão do impacto das mudanças na vida das pessoas, após um ano de pandemia.
Live Bate-papo – Saúde Mental – um ano de pandemia.
Por volta das 20h de ontem (17), através do espaço dedicado aos comentários, o vereador André Carvalho registrou algumas indagações, no sentido da nota emitida pela prefeitura, relacionada ao descarte das ossadas no cemitério local. Abaixo, segue o comentário:
“Quer dizer que a prefeitura estava ciente, desde janeiro, que a gestão anterior fez o descarte ilegal das ossadas? A pergunta que a prefeitura deve responder é: foi feita a denúncia em relação a essas ilegalidades?”
Com relação aos vídeos que circulam na internet, hoje, denunciando ossadas humanas expostas no nosso principal cemitério – São Sebastião – a Prefeitura da Vitória emitiu a seguinte nota: