ARREBOL DE SANGUE OU TOQUE DE RECOLHER

Amanhecemos o dia com uma estatística que nos impõe silencioso toque de recolher. Em 2014, no Brasil, fora o que não foi informado, a polícia matou 3.011 pessoas, enquanto 398 policiais foram assassinados.

Com 300 milhões de habitantes, os norte-americanos contabilizam 15 mil assassinatos por ano. No Brasil, 200 milhões de habitantes produzem mais de 50 mil vítimas no mesmo período, sem contar com o número de desaparecidos que “supostamente” engordam essa estatística.

No Reino Unido, apenas dois policiais foram mortos em serviço nos últimos sete anos, com apenas três disparos efetuados entre maio de 2012 e abril de 2013. Os baixos índices de criminalidade no Reino Unido atestam a restrição às armas de fogo em território britânico, além da menor pobreza e desigualdade social.

No Brasil, ninguém pode andar armado, mas os fora da lei andam porque a lei não os alcança. Afinal, os obedientes procuram andar dentro da lei enquanto os marginais andam fora da lei.

Apavorado abraço!

Sosígenes Bittencourt

Momento Cultural: ABANDONO – por ADJANE COSTA DUTRA

Adjane Costa Dutra

Buscam-me em cada encruzilhada.

É meu abandono na carnificina humana.

A lei do uso desuso tornou-me um intruso.

Sou gente, não carnificina humana.

Nesse açougue da espera os instintos animalescos

são atendidos, mas eu gente, NÃO.

Porque o abandono é como aquele bêbado que cai em cada

esquina, a criança órfã que chora no abandono de todas

as coisas.

 

(TAPETE CÓSMICO – ADJANE COSTA DUTRA – pág. 53).

 

“Foi assim só aqui na Terra das Tabocas?” – diz internauta JAIRO MEDEIROS

Comentário postado na matéria “Eleição Conselho Tutelar: os eleitores vitorienses fizeram sua parte.“.

Foi assim só aqui na Terra das Tabocas?

Caro Pilako, peço venia a discordar da sua exação numérica e isenção de alguns que creio responsáveis pela balbúrdia do pleito para o Conselho Tutelar de Vitória.

O que escreves em “O CONDICA E A RESPECTIVA COMISSÃO ELEITORAL ESTÃO DE PARABÉNS” não o tenho o mesmo sentimento e creio que muitos que tentaram votar ou participar seguir esse entendimento de desprezo a lisura e ampla participação.

Alguns como eu que fui duas vezes tentar votar. Na primeira as 11horas uma fila quilométrica a Sol a pique e noutra as 16 horas numa balbúrdia dentre do único local de votação!

Um único local para votação é, no mínimo, desrespeitoso ao cidadão que sai de sua casa para se espremer e ser ‘tangido’ como gado manso.

Quem ganha com tamanha incompetência? E quem são os perdedores?
Estes últimos é certo que somos nós que esperávamos no certame a escolha dos melhores, mas, infeliz e novamente vemos um cenário de horrores, decepcionante.

Uma palavra: absurdo!

JAIRO MEDEIROS

A MENTE E O CORAÇÃO

Se você sentir uma pontada no coração, preste atenção. Ele deve estar desapontado com o que você está pensando.

Pensar é muito rápido, por isso você deve parar para pensar no que está pensando.

O coração não ama, ele é o termômetro do amor. A mente é que ama.

Ódio e inveja são lixos mentais, seja gari de suas emoções, higienizando sua mente.
O poeta não faz poesia com as estrelas, ele quer que você vá habitar as estrelas. Por isso, ele dá polimento no céu para seduzir o inquilino. Pense nisso e vá ser feliz. Infeliz do homem que trabalha para ser feliz no domingo. Felicidade não tem hora marcada. Felicidade é agora.

Sosígenes Bittencourt

Internauta Vanessa Melo comenta no blog

Comentário postado na matéria “A NECESSIDADE DE CONSTRUÇÃO COLETIVA“.

É com o ponto de vista participativo, levantando não só questionamentos, mas oferecendo participação social e coletiva que me uni a esse grupo no qual acredito que, apesar de ataques constantes de indivíduos que deveriam representar a esfera municipal, representam apenas os interesses individuais, e neste momento de crise tendem a oferecer em promessas mais do que jamais teriam condições de realizar em condições mais favoráveis economicamente. Essa “política econômica” individual não tem trazido crescimento algum para a cidade coletivamente. Com campanhas milionárias visando visibilidade, reconhecimento e prestação de serviço quase invisível!

Palavra chave: visibilidade.

Mas de quem? Pra que? Para quando? E o mais importante: PARA QUEM?

Acredito num mandato no qual se pense de forma colaborativa, esse sim é um mandato necessário.

#MandatoNecessário
#NosEleja

Vanessa Melo