Arquivo do Autor: Arquiles Petrus
Momento PITÚ
É, meu rei, já tá na hora de aproveitar o sol!
Arrocha o nó que a turma já tá agoniada querendo que passe logo a semana pra curtir de boa o sabadão. Simbora, minnha #NaçãoPituzeira.
Tempo Voa: Diretores da PITÚ
Momento Grau Técnico Vitória
Hoje na História – 13/OUT – por Tadeu Prado
DIA DA CRIANÇA

O importante não é fazer uma criança sorrir no Dia da Criança,
é não permitir que ela chore pelo resto dos dias.
Sosígenes Bittencourt
Jr Senna
Antologia da AVLAC
CINECLUBE AVALOVARA EXIBE “O MENINO E O MUNDO” EM SESSÃO ESPECIAL NESTE MÊS DAS CRIANÇAS
Outubro é mês das crianças, e, visando despertar a criança que ainda existe em todos nós, Cineclube Avalovara apresentará no próximo dia 18 de outubro o filme O Menino e o Mundo (2013), do animador e diretor de cinema brasileiro Alê Abreu. A sessão é uma viagem aberta para as crianças de todas as idades.
Como parte do presente, nós ainda teremos o lançamento de 03 (três) livros infanto-juvenis antes da sessão. Eles são de autoria de Augusto França, pedagogo, editor e escritor vitoriense. O valor dos livros é de R$ 10,00 cada.
A programação terá início normalmente às 17h, e após o lançamento teremos a exibição do filme.
Sinopse:
Um garoto mora com o pai e a mãe em uma pequena casa no campo. Diante da falta de trabalho, no entanto, o pai abandona o lar e parte para a cidade grande. Triste e desnorteado, o menino faz as malas, pega o trem e vai descobrir o novo mundo em que seu pai mora. Para a sua surpresa, a criança encontra uma sociedade marcada pela pobreza, exploração de trabalhadores e falta de perspectivas. (Fonte: Adoro Cinema)
O Cineclube Avalovara possui apoio do Museu do Instituto Histórico e Geográfico de Vitória de Santo Antão (IHGVSA) e da Federação Pernambucana de Cineclubes – FEPEC.
SERVIÇO
Cineclube Avalovara exibe “O MENINO E O MUNDO”
Dia e horário: 18 de outubro (domingo), às 17h00
Local: Silogeu do Instituto Histórico (praça Diogo de Braga, s/n, Matriz)
Classificação indicativa: LIVRE
A entrada é GRATUITA.
Momento Cartório Mais
O internauta Adelson reclama de iluminação pública.
Jesus Cristo

Para falar de Jesus Cristo
Nós precisamos entender
Que ele sofreu todo calvário
Pra nossa alma não perecer
Esta dívida da humanidade
Eu e você é quem produz
A cada dia nós pregamos
Jesus Cristo em nossa cruz
As cusparadas em sua face
São proferidas por rejeição
A filosofia do jesus homem
Que não adentra o coração
Gananciosos o esbofeteiam
E o açoitam todos mesquinhos
Cada aborto é o que terce
Sua coroa de espinhos
É flagelado pelos corruptos
E por mentirosos caluniado
Os violentos com suas lanças
Sempre o atingem abrindo o lado
No indigente as suas sedes
Com amargor são saciadas
Porém se a sede for de justiça
As suas pernas serão quebradas
Só cessará tal sofrimento
Se a humanidade compreender
Que quando fere seu semelhante
A Jesus Cristo faz padecer
João do Livramento.
Momento PITÚ
Tá vendo aí? Tira-gosto é o que não falta!
Tem uva, banana, goiaba, pêra, laranja e graviola. Tem mais fruta aí do que gente no mundo, armaria! Tem que variar uma lapada pra cada fruta, pra tentar apreciar todas.
O Pituzeiro Ubirajara Dantas sabe o que faz… Simbora, #NaçãoPituzeira, que amanhã já é sexta! ARRÊA!
O Tempo Voa: Escritora Adjane Dultra sendo homenageada no Instituto Histórico.
Momento Grau Técnico Vitória
Hoje na História – 08/OUT – Por Tadeu Prado
INCONSOLÁVEL MURMÚRIO
O que você poderá dizer para consolar o juiz Francisco Múrmura, que viu sua esposa ser alvejada por traficantes, sentada ao seu lado, dentro do automóvel, na Favela do Caramujo, no Rio de Janeiro, só porque pensaram que ele era policial? Qual a diferença para a Síria, dividida entre facções que lutam pelo poder e fazem com que civis, aterrorizados, se lancem no mar?
Sosígenes Bittencourt
Brunno Cesar
Internauta Sosígenes Bittencourt comenta no blog

Mestre Zé Guedes
Hoje, creio que pouquíssimas pessoas sabem que quem construiu os jazigos da primeira entrada do Cemitério São Sebastião foi meu bisavô, José Guedes da Costa. E não só, ele também esculpiu os frontispícios do Cemitério e do Mercado de Farinha.
José Guedes era pai de minha avó materna, Natércia Guedes Pereira. Ele morava em frente ao cemitério, onde hoje deve ser uma Casa Funerária que oferece espaço para velar os mortos. Conta, minha mãe, que levava bolacha com café para ele lanchar no canteiro da construção.
José Guedes não tinha formatura em nada e burilava suas obras com a ponta da colher de pedreiro. No braço, estava o caminho entre a intuição e a arte. Foi assim que cinzelou o brasão do Mercado de Farinha, ainda hoje do mesmo jeitinho, porque ninguém saberia refazer a arquitetura tal e qual o Mestre Zé Guedes, com a mesma desenvoltura, a mesma técnica.
Foi no tempo do fogo-fátuo. Minha mãe ficava pastorando o cemitério, escondidinha, para ver as línguas de fogo que saíam das covas. Eu ainda me lembro dessa história que contavam quando era menino lá na Feira das Panelas. A luz era da Pirapama, as ruas ensombradas, e o medo de caveira, de assombração.
Monumental abraço!Sosígenes Bittencourt
Internauta Léo Walk comenta no blog
Comentário postado na matéria “RECORDAR É VIVER – Mané Capão“.
Lembro-me do Mané Capão e do Pisca-pisca… kkkkkkk… realmente são figuras folcloricas da nossa cidade. Que pena que naquela época ninguém se ligou de tirar fotos ou fazer algumas filmagens desses personagens, pois com certeza seriam famosos hoje e estariam inclussive no Instituto Histórico de Vitória!!!
Léo Walk













