CINECLUBE AVALOVARA EXIBE “O MENINO E O MUNDO” EM SESSÃO ESPECIAL NESTE MÊS DAS CRIANÇAS

o menino

Outubro é mês das crianças, e, visando despertar a criança que ainda existe em todos nós, Cineclube Avalovara apresentará no próximo dia 18 de outubro o filme O Menino e o Mundo (2013), do animador e diretor de cinema brasileiro Alê Abreu. A sessão é uma viagem aberta para as crianças de todas as idades.

Como parte do presente, nós ainda teremos o lançamento de 03 (três) livros infanto-juvenis antes da sessão. Eles são de autoria de Augusto França, pedagogo, editor e escritor vitoriense. O valor dos livros é de R$ 10,00 cada.

A programação terá início normalmente às 17h, e após o lançamento teremos a exibição do filme.

Sinopse:
Um garoto mora com o pai e a mãe em uma pequena casa no campo. Diante da falta de trabalho, no entanto, o pai abandona o lar e parte para a cidade grande. Triste e desnorteado, o menino faz as malas, pega o trem e vai descobrir o novo mundo em que seu pai mora. Para a sua surpresa, a criança encontra uma sociedade marcada pela pobreza, exploração de trabalhadores e falta de perspectivas. (Fonte: Adoro Cinema)

O Cineclube Avalovara possui apoio do Museu do Instituto Histórico e Geográfico de Vitória de Santo Antão (IHGVSA) e da Federação Pernambucana de Cineclubes – FEPEC.

SERVIÇO
Cineclube Avalovara exibe “O MENINO E O MUNDO”
Dia e horário: 18 de outubro (domingo), às 17h00
Local: Silogeu do Instituto Histórico (praça Diogo de Braga, s/n, Matriz)
Classificação indicativa: LIVRE
A entrada é GRATUITA.

Jesus Cristo

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Para falar de Jesus Cristo

Nós precisamos entender

Que ele sofreu todo calvário

Pra nossa alma não perecer

 

Esta dívida da humanidade

Eu e você é quem produz

A cada dia nós pregamos

Jesus Cristo em nossa cruz

 

As cusparadas em sua face

São proferidas por rejeição

A filosofia do jesus homem

Que não adentra o coração

 

Gananciosos o esbofeteiam

E o açoitam todos mesquinhos

Cada aborto é o que terce

Sua coroa de espinhos

 

É flagelado pelos corruptos

E por mentirosos caluniado

Os violentos com suas lanças

Sempre o atingem abrindo o lado

 

No indigente as suas sedes

Com amargor são saciadas

Porém se a sede for de justiça

As suas pernas serão quebradas

 

Só cessará tal sofrimento

Se a humanidade compreender

Que quando fere seu semelhante

A Jesus Cristo faz padecer

 

João do Livramento.

INCONSOLÁVEL MURMÚRIO

O que você poderá dizer para consolar o juiz Francisco Múrmura, que viu sua esposa ser alvejada por traficantes, sentada ao seu lado, dentro do automóvel, na Favela do Caramujo, no Rio de Janeiro, só porque pensaram que ele era policial? Qual a diferença para a Síria, dividida entre facções que lutam pelo poder e fazem com que civis, aterrorizados, se lancem no mar?

Sosígenes Bittencourt

Internauta Sosígenes Bittencourt comenta no blog

Mestre Zé Guedes

Hoje, creio que pouquíssimas pessoas sabem que quem construiu os jazigos da primeira entrada do Cemitério São Sebastião foi meu bisavô, José Guedes da Costa. E não só, ele também esculpiu os frontispícios do Cemitério e do Mercado de Farinha.

José Guedes era pai de minha avó materna, Natércia Guedes Pereira. Ele morava em frente ao cemitério, onde hoje deve ser uma Casa Funerária que oferece espaço para velar os mortos. Conta, minha mãe, que levava bolacha com café para ele lanchar no canteiro da construção.

José Guedes não tinha formatura em nada e burilava suas obras com a ponta da colher de pedreiro. No braço, estava o caminho entre a intuição e a arte. Foi assim que cinzelou o brasão do Mercado de Farinha, ainda hoje do mesmo jeitinho, porque ninguém saberia refazer a arquitetura tal e qual o Mestre Zé Guedes, com a mesma desenvoltura, a mesma técnica.

Foi no tempo do fogo-fátuo. Minha mãe ficava pastorando o cemitério, escondidinha, para ver as línguas de fogo que saíam das covas. Eu ainda me lembro dessa história que contavam quando era menino lá na Feira das Panelas. A luz era da Pirapama, as ruas ensombradas, e o medo de caveira, de assombração.
Monumental abraço!

Sosígenes Bittencourt

Internauta Léo Walk comenta no blog

Comentário postado na matéria “RECORDAR É VIVER – Mané Capão“.

Lembro-me do Mané Capão e do Pisca-pisca… kkkkkkk… realmente são figuras folcloricas da nossa cidade. Que pena que naquela época ninguém se ligou de tirar fotos ou fazer algumas filmagens desses personagens, pois com certeza seriam famosos hoje e estariam inclussive no Instituto Histórico de Vitória!!!

Léo Walk