A publicação vai ser lançada no fim do mês e relembra também fatos importantes que marcaram a história do interior de Pernambuco
Vai ser lançado no próximo dia 31 o livro ABTV – Fazendo História do jornalista Luís Boaventura. A publicação “ABTV – Fazendo História”, mostra a emissora desde o dia 1ª de agosto de 1991 até os tempos atuais, bem como os funcionários, o trabalho de levar as notícias locais para os telejornais nacionais, além de como é feito o ABTV.
“Diferentemente das histórias que a emissora contou e que se encontram preservadas em um centro de documentação em fitas U-Matic, BetaCam, VHS, em DVD e, mais recentemente, em HDs, a história da própria emissora não está registrada. Ela foi conservada nas lembranças dos diversos funcionários que fizeram parte do processo de consolidação da TV Asa Branca no mercado jornalístico do interior e eu fui atrás dessas histórias”, explicou Boaventura.
Essa é a primeira publicação a registrar a evolução da emissora do interior de Pernambuco. Além de relatar a evolução do canal de TV, Boaventura também faz um relato ano a ano, de 1991 a 2016, dos principais fatos que a emissora cobriu. “Fatos que fazem parte da história de Pernambuco e foram registrados pela Asa Branca como a tragédia da hemodiálise, denúncia de trabalho infantil na Feira da Sulanca, tremores de terra e as enchentes”, exemplifica o autor.
Também foi feita uma busca para encontrar os repórteres que passaram pela Asa Branca e cobriram esses fatos destacados e fizeram comentários sobre o processo de construção da notícia e a repercussão na época. Alguns, inclusive, dos primeiros anos da TV, como Ana Paula Freire que hoje mora no interior de São Paulo e Sérgio Farias, que está no Rio Grande do Norte.
O prefácio é do repórter especial da TV Globo, Francisco José, que trabalha há 40 anos na emissora e conhece muito bem a região onde a TV Asa Branca está inserida, já tendo mostrando ao Brasil as belezas do Vale do Catimbau, a alegria do São João de Caruaru e denunciado o escândalo da mandioca.
Este é o primeiro livro de Boaventura, que trabalhou na TV Asa Branca, TV Clube/PE, TV Globo Nordeste e atualmente é professor de telejornalismo do Centro Universitário Maurício de Nassau – Uninassau. O lançamento vai ser no Shopping Caruaru, no dia 31 de julho, às 16h, véspera dos 25 anos da emissora.
Serviço:
Lançamento do Livro – ABTV Fazendo História
Quando: 31/07/16 às 16h
Onde: Caruaru Shopping – Bairro Indianópolis/Caruaru.
(no corredor da Top Presentes, próximo a Le Biscuit)
Hoje, 19 de julho, é dia de comemorar a passagem natalícia de uma das figuras mais agradáveis do nosso convívio. O professor, pensador e poeta vitoriense, Sosígenes Bittencourt, ultrapassou a barreira das seis décadas de vida sem perder a curiosidade do mundo infantil e mantendo os arroubos da juventude. Portanto, sem sombra de duvida, podemos dizer que sua alma continuará circulando pela nossa cidade, nas mais diversas ocasiões, pelos próximos séculos. Parabéns professor…
Para comemorar a passagem dos seus 74 anos de vida, o presidente do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória, professor Pedro Ferrer, reuniu no sábado (16) – dia do seu aniversário – membros da diretoria do Instituto, familiares e amigos mais próximos para um “bota-fora” regado a vitoriosa e boas conversas.
O amigo “Pedoca”, como os mais “antigos” carinhosamente lhe chamam, chega aos 74 anos inteiraço. Viajado e portador de uma cultural geral invejável, Pedro é desses sujeitos rigorosos consigo mesmo. Fiel aos seus princípios ele, em alguns casos, “vai de 0 à 100 em menos de 10 seg”, retornando na mesma intensidade pela grandiosidade do seu coração. Para um homem que quase foi padre, Pedro é um cara “mente aberta”. Encara as mudanças da vida mundana com naturalidade, sem abrir mão da sua inabalável fé em Deus.
Pedro Ferrer encarna bem a máxima que diz: “feliz é o filho que pode se orgulhar da sua terra assim como, feliz a é a terra que pode se orgulhar do filho que tem”. Como escritor premiado, Pedro vem seguindo os passos do eterno Mestre Aragão que registrou em livro a memória nativista da terra desbravada pelo português Diogo de Braga.
Apesar das décadas que nos separa, nutro com o professor Pedro uma saudável e sincera amizade. Estou sempre com ele no Instituto, na Academia, nas festas, na praça e etc. Ele diz, em alguns casos, que é ingênuo e precisa “aprender” comigo algumas coisas, mas, no fundo eu é que sou um privilegiado por gozar da sua amizade e confiança. Por tanto, VIDA LONGA AO PRESIDENTE DA CASA DO IMPERADOR…
Hoje (18) pela manhã, ao caminhar pelo Centro Comercial da nossa Vitória de Santo Antão, deparei-me, mais uma vez, com uma placa de sinalização de trânsito “deitada” no chão, sem a menor serventia.
Já perdi a conta de quantas placas iguais a está, na mesma situação, já registrei e coloquei aqui no blog. Até parece que o prefeito Elias Lira, juntamente com os técnicos da AGTRAN, programou-as para “ficar de pé” o tempo necessário para a conclusão do seu mandato, como prefeito.
No ritmo que vai, aparentemente, na segunda quinzena de dezembro de 2016 não haverá mais sinalização (trânsito) vertical nas vias da cidade. Aqui, em Vitória, as coisas parecem que são feitas de “mentirinha” e de “brincadeirinha”…
Aconteceu na tarde do sábado (16), no Restaurante Varanda do Tadeu Souza, mais um Encontro dos Amantes da Boa Música. Abrindo a programação festiva o talentoso vitoriense Edilson Silva e o seu Quinteto Dourado interpretou as boas canções da música popular brasileira. Veja o vídeo:
Conforme anunciado, por volta das 18h, subiu ao palco Augusto Cesar, um dos mais populares artista de Pernambuco que com seu show inconfundível recebeu calorosos aplausos de toda “galera”, aliás, Augusto Cesar é um espetáculo em todos os lugares que se apresenta.
O Serviço Social da Indústria de Pernambuco (Sesi/PE) lança, nesta sexta-feira (15), uma série de atividades culturais e esportivas na Zona da Mata. De Colônia de férias, para ajudar os pais a lidar com as férias da turminha, a saraus literários para os adultos que curtem literatura regional, passando por descontos especiais no hotel da entidade em Tamandaré, a ideia é agitar as férias de julho.
“Assim como fizemos ao longo da nossa história, buscamos fazer uma programação que facilite o acesso do público à cultura e oportunize, especialmente à população carente, uma opção de lazer sadia e de qualidade”, afirma o superintendente do Sesi/PE, Nilo Simões. Ele completa que a entidade pretende realizar mais de 185 mil atendimentos na área de cultura, lazer e esportes neste segundo semestre.
Até o final do ano, as três bibliotecas Sesi Indústria do Conhecimento da Zona da Mata oferecem gratuitamente seções de cinema, oficinas artísticas, gincanas, atividades recreativas e contação de história. Os adultos também poderão participar dos saraus literários sobre autores pernambucanos de cada região e palestras educativas sobre saúde e relacionamentos familiares. Além disso, o público encontra nas bibliotecas mais de mil livros, cds, dvds e computadores com acesso à internet.
As bibliotecas da Zona da Mata ficam em Chã de Alegria, Nazaré da Mata e Tamandaré. As demais dezoito bibliotecas distribuídas pelo Estado também vão oferecer programações culturais gratuitas. Elas estão situadas em Abreu e Lima (graças a parceria com a Fibrasa), Itapissuma e Paulista (esta última em parceria com a Brilux), na RMR; Agrestina, Bezerros, Bonito, Garanhuns, Itaíba, Limoeiro, Panelas, Passira, Poção, Santa Cruz do Capibaribe (devido a parceria com a Rota do Mar), São Caetano e São João, no Agreste; Araripina e Floresta, no Sertão do Estado.
A criançada que prefere praticar esportes pode participar das escolinhas de futebol, vôlei, atletismo, judô, natação, hidroginástica disponível em Escada e Goiana, na Zona da Mata. Nas demais regiões as pessoas podem encontrar escolas esportivas em Caruaru, no Agreste, no Cabo de Santo Agostinho, Camaragibe, Moreno, Paulista, na Região Metropolitana do Recife, e também Araripina e Petrolina, no Sertão.
Praia – Já quem deseja viajar, o Sesi está com desconto de 20%, até meados de agosto, nas diárias da Unidade Tamandaré, uma espécie de hotel da instituição, que fica entre as praias de Tamandaré e Carneiros. No local há quartos e chalés climatizados, sauna, restaurante, salão de jogos, piscina para crianças e adultos, campo de futebol e vôlei e auditório. No período, o trabalhador da indústria pagará apenas R$ 89,90 (por pessoa) e comunidade R$ 119,90 (por pessoa) por diária com as três refeições principais inclusas. Mais informações (81) 3412.8330 ou pelo e-mail relacionamento@pe.sesi.org.br.
Essas atividades integram a programação de 70 anos que o Sesi/PE que completa neste mês.
Com vistas à Primeira Festa da Saudade estou, desde o mês de junho, fazendo contato com amigos e pessoas que gostam de uma boa noitada, ao som de um extraordinário conjunto musical. Confesso que a receptividade ao evento tem sido das melhores. Hoje, ainda faltando quatro semanas para o dia do evento já tenho reservado mais de 70% das mesas disponíveis, uma vez que não haverão ingressos individuais avulsos disponíveis à venda. Quero aproveitar também para externar meus agradecimentos a todos que já confirmaram presença no “embalo de sábado à noite”
Aproveito também para realçar à participação dos dois patrocinadores da festa – Engarrafamento Pitú e o Vitória Park Shopping – agradecendo aos amigos Alexandre Ferrer e Valdir Nagem, respectivamente. Aliás, os dois, com suas respectivas famílias, deverão marcar presença e também dançar ao som da Orquestra Super Oara.
Aos que já reservaram suas mesas, gostaria de dizer que a partir desta semana (dia 20) estarei enviando as senhas referentes às entradas, com os devidos avisos (Central de Taxi – Brindes enviados pelos patrocinadores – programação festiva e etc).
Portanto, para você que ainda não garantiu seu lugar na Primeira Festa da Saudade o faça com certa brevidade, pois fiz muitos contatos e estou esperando muitas respostas para aquisição de mesas (entradas). Acredito, que este evento deverá marcar de maneira positiva o calendário festivo da nossa cidade.
SERVIÇO
Evento: Primeira Festa da Saudade
Local: Clube dos Motoristas “O CISNE”
Data: 06 de Agosto 2016 Valor da mesa com quatro lugares: R$ 180,00
Na minha recente visita à 17ª FENEARTE, ao caminha pelos corredores cujos estandes estampavam os nomes das mais diversas e longínquas cidades pernambucanas, nasceu a expectativa em deparar-me com o do meu torrão: Vitória de Santo Antão.
Pois bem, ao avista-lo, me aproximei. Notei um pessoal diferente, não conheci ninguém. Uma moça se aproximou e falou: “Boa noite senhor, deseja alguma coisa?” Perguntei: vocês são de Vitória? Ela disse: “não, somos de Recife. Gostou do material? Eu, desapontado, acabei sendo obrigado a desconversar. Pedi um cartão e sai por ali, meio de fininho.
Mas, depois de fazer uma “pesquisa informal” por lá, acabei sabendo que a prefeitura não cumpriu completamente o combinado com os promotores do evento, ano passado. Daí, então, o estande, mesmo estampando o nome da nossa cidade, haver sido “passado pra frente”.
Portanto, este é mais um triste exemplo dos nossos gestores – Paulo Roberto e Elias Lira – após oito anos consecutivo no poder. Além de não promoverem oportunidades para os artesãos da terra, nem na própria pólis muito menos na mais importante feira do gênero na América Latina, ainda tentaram acabar com o carnaval, investindo milhões de reais em estrutura e atração alienígena nas noites de MOMO. Por falar em carnaval, o palco reservado para apresentação, no dia em que estive lá, a Agremiação Carnavalesca Pitombeira dos Quatro Cantos, de Olinda, foi quem fez a festa. O estandarte da agremiação estampava a data da sua fundação (1947). Os nossos gestores são tão malvados e malignos com o nosso maior patrimônio imaterial, que nem se importaram em articular apresentações das nossas seculares agremiações carnavalesca em um espaço privilegiado e com custo insignificante. Quando acabar… Paulo Roberto ainda se acha o cara mais sabido do mundo…
Dias atrás ao caminhar pelo nosso Centro Comercial encontrei uma amiga moradora da Rua Rui Barbosa, também conhecida como “Ladeira da Paz” em função do hino da Girafa, composta pelo amigo Gustavo Ferrer. Disse-me ela: “Pilako, faz uma matéria sobre a escuridão lá da rua. Rapaz, enquanto as lojas ainda estão abertas até que não dá passar, mas quanto fecha tudo, a rua é uma escuridão só”.
Pois bem, conforme relatou a moradora, que não vou revelar seu nome por motivos óbvios, de fato, no horário noturno a rua está parecendo uma caverna.
Portanto, devemos registrar em letras garrafais, QUE ESTA TAL EMPRESA QUE O PREFEITO ELIAS LIRA JUNTO COM BARBOSA CONTRATOU, PARA RESOLVER O PROBLEMA DA ESCURIDÃO NAS RUAS DA CIDADE CONTINUA PASSANDO “MANTEIGA NA VENTA DE GATO”, ou seja: tudo continua como antes, mas já com relação ao dinheiro que deve tá saindo dos cofres da prefeitura… Com a palavra, o BARBOSINHA…
Recentemente estive circulando pelos corredores da 17ª FENEARTE. Toda vez que participo saio de lá mais impressionado com a diversidade e qualidade dos artigos expostos à venda. Este ano – com crise e tudo – os números são expressivos: 5.000 expositores, representação de todos os estados do Brasil, participação de artesãos de 41 países e etc.
Como um dos destaques da maior feira de artesanato da América Latina, o vitoriense Fernandes Rodrigues, como sempre, não deixou a peteca cair. Algumas de suas peças foram escolhidas para compor os salões de destaques do evento. Uma delas – “A Benzedeira”- inclusive, já foi adquirida por um turista estrangeiro.
Na minha modesta avaliação – até porque não sou “expert” no assunto – de todos os estandes que visitei, destacaria três: o do estado de Minas Gerais, pelas peças de arte sacras produzidas em madeira. O trabalho de um artesão de Garanhuns (não lembro o nome) pelos detalhes da suas peças e o “realismos” das peças do nosso conterrâneo Fernandes Rodrigues.
Portanto, não posso deixar de indicar a 17ª FENEARTE como um roteiro agradável e curioso. O evento acontece até o próximo domingo (17), lá no Centro de Convenções de Pernambuco. Vale a pena!
Para quem pensa que esgoto estourado, fedentina, lixo e catinga de merda é apenas uma realidade de quem mora na periferia da nossa Vitória de Santo Antão, gostaria de dizer que as coisas são bem diferentes.
Na Rua Demócrito Cavalcanti – também conhecida como “Rua da Prefeitura” – ou seja: BEM DEBAIXO DO NARIZ DO PREFEITO E DA SUA TROPA, o transeunte é obrigado a circular tapando o nariz.
O prefeito Elias Lira começa arrumar as suas gavetas na prefeitura depois da mais longa temporada no Palácio Joaquim José da Silva. Se no campo político avançou, uma vez que conseguiu eleger o filho deputado e é, hoje, indiscutivelmente um dos “mandachuva” do PSD no estado, partido do qual faz parte, no campo administrativo/social/educacional/cultural/infraestrutural/logístico e humano, deixa um legado desastroso. Para quem prometeu nas praças publicas, caso fosse eleito, promover uma “Vitória bem administrada” Elias entra para história da cidade como um dos políticos MAIS MENTIROSO DA PARÓQUIA.
A abordagem referente a composição musical, abrange de modo geral, uma das modalidades ou gêneros, contidos dentro do campo musical. Quando falamos em composição musical, existem duas linhas que podemos pesquisar e assim, explorar o que for possível para que o entendamos e, consigamos produzir melodias, arranjos e letras, sem nenhuma complicação, onde sem o devido cuidado e preocupação, dificultaria os músicos no momento da execução da peça composta. Referindo-se as duas linhas de pesquisas existentes – a erudita e a popular – vamos discutir a linha composicional popular, para que possamos entender o passo a passo do foco apresentado.
Podemos fazer uma comparação, que a composição musical, seja uma carta escrita por alguém que sabe ler e escrever. Se por acaso, uma pessoa que não sabe ler, nem escrever, mas tem uma ideia e quer colocar em um papel, precisará de um auxílio de outra pessoa para registrar esta ideia de forma manuscrita, pois quem está escrevendo, conhece as “ ferramentas” existentes na gramática, no alfabeto, nas vogais e, escreve corretamente. A composição musical vai surgindo através de diversos fatores, por exemplo: um fato real, uma ficção, uma homenagem, um namoro com sucesso, uma desilusão, e, outros fatores existentes na sociedade. Algumas pessoas tem dificuldades neste campo da música, por não saber compor algo e, não conhecer mesmo de forma básica esta técnica, em razão da complexidade existente neste campo musical, onde por algum motivo ou, a falta da oportunidade de encontrar a fonte da pesquisa relacionada a composição musical, no entanto, podemos trabalhar a técnica da composição musical de forma simples, onde iremos descobrindo passo a passo a técnica pessoal de escrever bons arranjos. Vamos trabalhar uma melodia bem simples, que todas pessoas conhecem desde a sua infância, por exemplo: “ Parabéns pra Você! “. Se por acaso um Clarinetista, executasse esta canção muito bem, mas não soubesse distribuir para uma Banda Musical composta por: (03) Clarinetes, (02) Sax Altos, (02) Sax Tenores, (04) Trompetes, (01) Bombardino, (04) Trombones Tenores sem rotor, (01) Tuba Bb, (01) Tuba Eb. Individual, o Clarinetista desenvolveria muito bem, no entanto, para que fosse distribuído para a Banda Musical, ele precisaria conhecer as extensões de cada instrumento musical, a Clave de Fá que é trabalhada por: Trombone, Bombardino, Tuba Bb, Tuba Eb. Mesmo que o Clarinetista não tocasse o Trombone, mas precisaria conhecer a escala ascendente e descendente do Trombone, do Bombardino, das Tubas Bb e Eb, para escrever os arranjos, as peças individuais de cada instrumentos, a grade ou condutor, a peça que fica na estante em frente ao Maestro.
Ação de marketing da cachaçaria pernambucana foi gravada na Rua da Imperatriz em formato de talk show e já é sucesso no Youtube.
Apostando em ações de marketing que proporcionam uma maior interatividade entre o público consumidor da cachaça e a marca pernambucana, a Pitú inova mais uma vez e lança novo formato da ação “Repórter Resenha”. A série de vídeos já é sucesso entre os pituzeiros no Youtube. O episódio mais recente, publicado no último dia 28 de junho, foi gravado na Rua da Imperatriz, no Centro do Recife, em formato de “talk show”. Em pouco tempo no ar, a publicação já pode ser considerada viral, com quase 20 mil visualizações no site.
Diferente das últimas edições, o cenário da gravação, desta vez, contou com mesinha de petiscos, banners de sinalização e um tecladista que fez a trilha sonora dos quadros. E como não poderia ser diferente, o público caiu na resenha sem hesitar. Durante a pauta, o Repórter Resenha entrevistou figuras irreverentes e propôs o desafio do quadro “Afinando o Gogó”: um karaokê em inglês. Já imaginou? As performances viraram uma completa gréia na Rua da Imperatriz, centro da cidade. O quadro “Desafio do Pituzeiro” arrematou o clima de descontração e espontaneidade resgatando no público a tradição dos pequenos desafios de mesas de bar. Curioso para assistir? Aperta o play no canal da Pitú no Youtube (www.youtube.com/user/PituOficial).
Repórter Resenha – A ação é assinada pela agência Ampla Comunicação. A equipe já gravou os vídeos em diversos formatos e lugares do Grande Recife, do interior de Pernambuco e até da Paraíba. O Repórter Resenha já esteve no Carnaval de Olinda, nos mercados públicos do Recife, no São João de Caruaru, na Vaquejada de Surubim e até na final da Copa do Nordeste 2016, em Campina Grande. A ideia é promover a resenha com humor e criatividade em cada cantinho da Nação Pituzeira.
Na noite do sábado (09) participamos da promoção festiva realizada pela Agremiação Carnavalesca SAI NA MARRA. Intitulado 5º Forró do Sai Na Marra o evento contou com três apresentações musicais que se revezaram no palco do Restaurante Gamela de Ouro.
Bruno Barros, acompanhado da banda, abriu a festa. Os conjuntos musicais Pombinho do Acordeom e o Forró Baião botaram “fogo” no fole e o salão ficou cheio de forrozeiros. Veja os vídeos:
Nossa cidade, Vitória de Santo Antão, sem sombra de duvida, é festeira. Aqui, o frevo e o forró tem espaço o ano inteiro. Portanto, mais vez, em nome do amigo Wagner parabenizo, toda diretoria da Troça Carnavalesca Sai Na Marra.
Na tarde do sábado (09) aconteceu mais um Encontro dos Amantes da Boa Música no Restaurante Varanda do Tadeu. Por lá, pessoas amigas e conhecidas para curtir o espetáculo musical apresentado pelos artistas Neide & Pepeu. Veja o vídeo:
Como sempre alguns frequentadores com dotes musicais, após a apresentação principal, também subiram ao palco para animar a festa. Entre eles, o amigo Tony. Veja vídeo.
Na tarde do domingo (10) o encontro dominical da “Corriola” – como bem diz o professor, pensador e poeta, Sosígenes Bittencourt – foi animado e bastante concorrido. Marcaram “presença rotativa” os seguintes membros: Jonas, Jurandir, Moisés, Zé Reinaldo, João do Livramento, Lavoura, Seu Orlando, Aldenisio,Pedro Ferrer, Carlos Freire, Geazi, Paulinho, Cornélio, Elias e Tadeu.
Nossa cidade, Vitória de Santo Antão, ainda é devedora de uma grande homenagem a um dos seus filhos mais ilustre. Outro dia, em uma roda de bate-papo formada por bons conterrâneos, enumerei, sob minha visão, os dez maiores vitorienses de todos os tempos. Na minha lista, o nome de José Aragão Bezerra Cavalcanti foi grafado de maneira destacada.
Em vida, o Mestre Aragão recebeu muitas homenagens, todas elas, diga-se de passagem, justíssimas. O auditório da FAINTVISA e o Teatro Silogeu do Instituto Histórico, estampam “sua graça”. Ele também emprestou seu nome ao Terminal Rodoviário Local. Salve engano, só isso e mais nada para reverenciar o Mestre.
Pois bem, quando falo: “só isso”, não estou menosprezando as lembranças e homenagens, que aliás são relevantes. Mas, se levarmos em consideração a eminente figura do Mestre Aragão juntamente com sua atuação nas mais diversas frentes em prol da comunidade vitoriense, logo veremos, que só estas, foram aquém da sua estatura cidadã.
Sem querer estender-me na vasta folha de serviços prestados pelo Mestre à sua pólis, gostaria apenas de ater-me à sua mais importante obra, escrevendo, desde o povoamento da então Cidade de Braga (1626) até as últimas décadas do século 20 (1982), obra esta, que vem sendo continuada por uma junta de intelectuais vitorienses.
Nas últimas décadas nossos governantes, por falta de conhecimento histórico ou até por falta de espírito público, não se preocuparam em promover ações que realçassem a importância do Mestre Aragão para as gerações vindouras. Volto a dizer: Vitória continua devedora de uma grande homenagem a este homem.
Neste sentido, então, o que esperar daqui pra frente: apesar do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória manter acesa, diuturnamente, a chama edificadora do Mestre Aragão, os políticos da cidade que conviveram e os que não o conheceram, juntamente com os que não sabem da sua história, certamente, ignorarão sua importância.
Aliás, o que esperar de uma Câmara de Vereadores que no seu conjunto de membros, a esmagadora maioria, não sabem nem o nome da Praça aonde o prédio da mesma está situada, muito menos, que serventia tem o nosso Instituto Histórico. Tudo isso é profundamente lamentável.
Resta-nos, apenas, para que se faça justiça histórica, apelar para que as futuras gerações formadas de cidadãos capazes e proativos, corrijam esta falta grave promovidas por todos nós. Para mim, pelo menos fica uma certeza: estes políticos que hoje estão vivos e que tem a intenção, com a sua indiferença, de apagar a história do Mestre Aragão, logo logo serão enterrados e devidamente esquecidos, quanto que, o Mestre Aragão já mais será sepultado, isso porque, sua obra é imortal.
Já passando dos primeiros dias do mês de julho entramos, definitivamente, na segunda metade do ano em curso (2016). Apesar da alardeada “crise financeira” por que passa o País, sobretudo os municípios no nosso estado, os festejos juninos financiados com dinheiro publico transcorreram em “céu de brigadeiro”.
Recentemente a grande mídia repercutiu que artistas pernambucanos denunciaram um esquema de propina – na base de 50% – onde os mesmos seriam obrigados, para subirem e tocarem em alguns palcos de cidades pernambucanas teriam que “colaborarem” com a “caixinha” da corrupção. “Verso errado” neste setor, não é novo e em ano de eleição ele funciona com mais força.
Muito bem, voltando aos festejos propriamente dito, Caruaru, como sempre, é o município pernambucano campeão, apesar de também ter sido alvo da chamada “agenda negativa”, em função do polêmico cachê do Safadão.
Foi na vizinha cidade do Limoeiro, com praticamente metade da nossa população e arrecadação, que o São João mais cresceu. Lá, o dinheiro apareceu e a mídia compareceu. Na Mata norte, foi quem comandou a festa.
Na cidade que é conhecida como o “Portal do Sertão do Moxotó“, Arcoverde, a prefeita Madalena Brito, logo após a festa, com “crise e tudo”, através da imprensa realçou os números positivos da movimentação financeira na chamada economia formal e informal.
Mas, na minha opinião, foi da maior cidade do Sertão, Petrolina, que veio os melhores exemplos de festas populares promovidas com o dinheiro público. Lá, o prefeito Julio Lóssio, além de realizar o mais “longo” São João do Estado, eliminou os “atravessadores” e negociou diretamente com os artistas.
Montou no próprio pátio de eventos um gabinete para a secretária municipal de finanças e pagou, no ato do show, o cachê dos artistas sem nenhuma “gordura”. Também veio de Petrolina a inteligente parceria com os proprietários de estrutura (palco, som, camarotes, barracas e etc) onde os mesmos bancaram a montagem da festa em troca da exploração na venda de camarotes, espaços publicitários e comerciais. Toda este planejamento e transparência fez com que os cofres municipais da cidade das carrancas economizassem 6 milhões de reais. Ou seja, por lá, todos ganharam: prefeitura, iniciativa privada e principalmente a população. Parabéns ao prefeito Julio Lóssio que, após oito anos de gestão, deixa um legado para cidade sertaneja.
Pois bem, já na nossa cidade, Vitória de Santo Antão, mesmo após oito consecutivos da gestão do Governo de Todos o que enxergamos (2016) foi um péssimo exemplo de planejamento e falta de respeito com a população. Para se ter uma ideia da “torre de Babel Junina“, há três dias da noite de São João a população ainda não sabia qual artista se apresentaria na “magrinha” programação junina na Terra em que o Rei do Baião, Luis Gonzaga, deixou seu coração.
Desde o primeiro São João, pilotado por esta gestão (2009), descontinuidade parece ser ter sido a regra e o planejamento. Lá no inicio, com direito ao lançamento da festa no Restaurante Parraxaxá, no Recife, até essa edição (programação oculta), foram tantas mudanças que parece que foi programado originalmente para não dá certo.
No início, anunciava-se: “Vitória do Pé de Serra” e “Forró do Pixototinho”. Ao longo dos anos parece-me que as produtoras de eventos conseguiram “convencer” o Paulo e o Elias que a festa com os artistas caros, do Sul do País, deixariam a “brincadeira” mais animada. Até um tal de Michel Teló fez, literalmente, a população da Vitória “dança”…Ai …se eu teu pego!!!
Outra coisa curiosa é que os atuais e incompetentes gestores da nossa cidade, ao longo dos últimos anos, não conseguiram viabilizar, de forma sustentável, financiamentos alternativos para os eventos de grande porte realizados na cidade ficando, portanto, exclusivamente na dependência do dinheiro público. Fica, então, apenas uma pergunta: nesses últimos oito anos quanto foi o investimento da FACOL e do Radar nas festas populares, promovidas pela prefeitura ?
Posso até está enganado, mas acho que só com a metade do dinheiro investido na desastrosa festa junina deste ano (2016), patrocinada pelos cofres da municipalidade, daria para fazer ressurgir e incrementar a cultura do concurso de quadrilha junina vitoriense, que já foi muito forte regionalmente, como bem relatou, no vídeo abaixo, o amigo Sandro Sorriso que sempre atuou de maneira destacada nessa atividade. Veja o vídeo.
O curioso é que em poucos anos esses sujeitos (gestores) conseguiram desmanchar e acabar tudo que Vitória havia construído nessa área (quadrilhas estilizadas), ao longo do tempo. Hoje, em ano eleitoral, para uma quadrilha junina fazer uma apresentação de “MIGUÉ”, no Pátio da Matriz, se fez necessário trazer grupos de outros municípios.
Aliás, não custa nada lembrar que os “tais” donos de produtoras (estes camaradas sabidos) também conseguiram “convencer” o Paulo+Elias em acabar com o nosso carnaval produzido HÁ MAIS DE UM SÉCULO pelas agremiações locais, nas ruas, para transforma-lo em festa “pasteurizada” DE PALCO.
Em 2014 os diretores das agremiações carnavalescas, assim como os foliões vitorienses foram obrigados a desfilarem sendo “escoltados e empurrados” pela polícia, para que todos encerrassem suas apresentações nas ruas, rapidamente para só assim, lotar Pátio de Eventos “equação”, aliás, que deu ERRADO. Esse “MACABRO” planejamento, que mais pareceu um esquema tático futebolístico, promovido por Paulo+Elias, acabou transformado o carnaval vitoriense de 2014 em o pior da sua história do município. Diga-se de passagem: o que mais promoveu violência contra os foliões e diretores de agremiação. Violência esta, que foi denunciada pelos diretores da ABTV – Associação dos Blocos de Trios da Vitória – à Promotora de Justiça da nossa Comarca.
Portanto, para encerrar essas linhas, não poderia deixar de dizer: NA PROMOÇÃO DE FESTIVIDADES PÚBLICAS TRADICIONAIS, NA NOSSA CIDADE, PROMOVIDAS COM O DINHEIRO PÚBLICO, PAULO ROBERTO E ELIAS LIRA SÃO DOS INCOMPETENTES !!
Na manhã de ontem (07) ao trafegar pelo “funil” que fica em frente a Casa dos Pobres, rua ao lado da Igreja Assembleia de Deus, na Matriz, observei que duas motocicletas da prefeitura estavam estacionadas justamente no local onde a parada, na minha opinião, deveria ser proibida, aliás, tema já bastante realçado aqui no blog.
Pois bem, ao contrário de quase sempre, ontem, o fluxo de veículos estava tranquilo. Ao ser obrigado parar no semáforo, no cruzamento da “Rua do Funil” com a Rua Joaquim Nabuco, avistei que um agente de trânsito estava de plantão no local – certamente haviam dois, mas na hora do registro só havia um.
Moral da história: minhas constantes postagens, falando da complicada configuração do trânsito daquele localidade, implantada pela equipe técnica da AGTRAN, com toda certeza obrigou o diretor do órgão, Hildebrando Lima, despachar dois agentes para tentar atenuar os efeitos de uma falha no planejamento inicial.
Mas, como nossa cidade possui O MENOR CONTIGENTE DE AGENTES DE TRÂNSITO DO ESTADO DE PERNAMBUCO – das cidades que já municipalizaram o trânsito – também não deixa de ser um ação desproporcional manter quase 20% do efetivo em apenas um cruzamento da cidade, enquanto outras localidade também com necessidade de atuação dos agentes, ficam totalmente desguarnecida.
Portanto, mais uma vez, sugiro ao amigo Diretor da AGTRAN, Hildebrando Lima, a retirada do estacionamento de veículos ao lado da Igreja Assembleia de Deus. Não custa nada tentar Hildebrando, aceite meu desafio: RETIRE AQUELE ESTACIONAMENTO AO LADO DA IGREJA ASSEMBLEIA DE DEUS POR UMA SEMANA, E PERGUNTE AOS MOTORISTAS QUE TRAFEGAM DIARIAMENTE PELO LOCAL SE FICOU MELHOR OU PIOR… .Simples assim. Aliás, meu desafio continua de pé…
Em breve, nosso país estará recebendo um dos eventos mais sublimes do planeta. Faltam apenas 60 dias para a realização dos Jogos Paraolímpicos, promovendo a inclusão social ao mesmo tempo em que realçam o caráter de superação e disciplina que revestem as práticas esportivas. O evento mundial traz para debate uma constante maratona enfrentada pelo Brasil: a implementação da acessibilidade.
A temática é questão primordial para o pleno exercício da cidadania, uma vez que o cidadão deficiente deve ter assegurado o seu direito de ir e vir a todos os lugares que necessitar. Nesse cenário, a universalização do acesso a bens e serviços requer a participação política da sociedade na construção de alternativas e programas sociais que visem garantir o máximo desenvolvimento dos talentos e habilidades das pessoas com deficiência, na busca por uma sociedade inclusiva.
“Se o lugar não está pronto para receber todas as pessoas, o lugar é deficiente”. Thais Frota