Paulo Roberto: “faça o que digo não faça o que faço”

Réveillon 2014 | Copacabana - Foto: Fernando Maia | Riotur

Réveillon 2014 | Copacabana – Foto: Fernando Maia | Riotur

O  que seria, hoje, do réveillon do Rio de Janeiro se não fosse os fogos de artifícios? Aliás, vou mais além: o que seriam das comemorações da virada do ano novo e dos grandes eventos, no mundo inteiro, sem os famosos fogos de artifícios?  Pois bem, vejamos o que diz a Wikipédia sobre os chamados  fogos de artifícios.

fogos de artifício são explosivos dotados de um pavio para iniciar a combustão. A combustão inicial provoca a rápida ascensão do foguete, que a certa altura explode violentamente. Eles são usados em festas populares ou celebrações para criar um efeito ruidoso ao acontecimento, e como meio de aviso de que algum acontecimento está iniciando ou terminando”

Complementa  ainda a Wikipédia: ”os chamados fogos de artifício datam de alguns milhares de anos antes de Cristo, isto é, em uma época muito anterior ao conhecimento da pólvora”

Pois bem, isto posto gostaria de narrar, aqui, alguns fatos e depois fazer algumas indagações.

Na noite da última sexta (02) estive na Câmara de Vereadores, localizada na Praça 3 de Agosto, por ocasião do lançamento do livro sobre Pedro Ribeiro, escrito pelo professor Pedro Ferrer.

Ao sair do evento, por volta das 22h  (fui um dos últimos), caminhei pelo centro da referida praça, na direção da Praça Leão Coroado para pegar o meu carro, lá estacionado por conta do movimento político promovido pelo candidato a prefeito Paulo Roberto, nas proximidades da Câmara.

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No centro da Praça 3 de Agosto –  também conhecida como “Praça do Anjo” – observei que uma grande quantidade de caixas de fogos de artifícios foram usadas no evento político. Até aí, tudo bem, faz parte do processo…

O curioso é que foi o próprio Paulo Roberto, na qualidade de secretário de Cultura, Turismo e Esporte e portanto, coordenador do carnaval vitorienses nos oito anos da gestão do Governo de Todos, que proibiu todas as agremiações  (clubes, troças, blocos e etc) no inicio e\ou encerramento das suas respectivas apresentações, soltarem  fogos de artifícios, atreves de um TAC – Termo de Ajustamento de Conduta.

Pois bem, depois dessa pequena narrativa faço algumas indagações:

  • A verdadeira  intenção do Paulo Roberto, com a proibição dos fogos de artifícios no carnaval, foi para melhorar e animar o tradicional evento vitoriense ou prejudicar os diretores de agremiações e por tabela a maior festa popular da cidade?
  • Se a proibição dos fogos de artifícios, nas festividades carnavalescas,  foram implantadas visando à segurança do folião vitoriense cabe, portanto, uma outra pergunta: ora!  Quer dizer, então,  que os eleitores da “família 55” não estão necessitando de proteção? Será que num estariam, também,  “correndo risco” com esses mesmos fogos de artifícios?

Dias atrás uma pessoa que é próxima de Paulo Roberto – que não vou revelar seu nome por motivos óbvios –  em uma bate papo sobre política,  saiu-se com essa: “Pilako, vou te dizer uma coisa: o inimigo de Paulo Roberto, é ele mesmo”.

Portanto, essa é mais uma, entre tantas incoerências desses sujeitos que tentam passar para o “mundo” uma imagem bem diferente do que eles realmente são. Pensem nisso!

O “Príncipe do Gueto”, Billy Show, fala pra galera da Vitória.

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No domingo (04) encontrei o consagrado artista vitoriense Billy Show, na Matriz. Intitulado o “Príncipe do Gueto” da Vitória, Billy anunciou sua candidatura a vereador nessas eleições (2016), mas acabou desistindo da disputa, o que gerou comentários através das redes sociais – espaço que ele sempre se utiliza para postar seus comentários e divulgar seu trabalho. Por ocasião do nosso encontro registrei, em vídeo, o motivo pelo qual ele recuou  da postulação. Veja o vídeo:

A história do Santa Cruz em boas mãos…

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Recentemente o professor Pedro Ferrer, torcedor do Tricolor do Arruda, ganhou do seu sobrinho Alexandre Ferrer – Diretor do Santa Cruz – uma coleção comemorativa ao centenários do referido clube, cujo conteúdo realça com riqueza de detalhes à vitoriosa  historia do time de futebol preferido do povão pernambucano.

Na qualidade de um dos mais emblemáticos torcedores da “cobrinha” da  nossa cidade e também sendo, indiscutivelmente,  um dos caras que mais entende de futebol na Terra da PItú, Moisés Sales, recebeu o acervo emprestado pelo professor Pedro para enriquecer seus conhecimentos no que diz respeito ao seu time do coração. Aliás, na foto – Moisés, Aldenisio, Pedro  – só tem torcedor do Santa Cruz.

EDUCAÇÃO MUSICAL – Abordagem e noção básica referente a arte de compor. (PARTE 5)

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Após o  processo da formação das estrofes, das tonalidades, das cifragens aplicadas, para Violão, Teclado e Baixo, pensaremos em produzir para os instrumentos de sopros: Trompetes, Trombones, Saxofones (Altos e Tenores), Requintas, Tubas Bb e Eb. Esta formação típica para trabalharmos músicas e canções carnavalescas, nos gêneros: Frevo de Rua e Frevo Canção. Observamos duas abordagens contidas dentro do campo composicional, a primeira para compositores letristas, e, a segunda para letristas, compositores, arranjadores, orquestradores e copistas.

Conforme estamos observando, o campo composicional é abrangente, complexo e profundo, no que diz respeito, em razão a técnica da composição se aperfeiçoar a cada letra, arranjo, orquestração, composição. O que queremos, é justamente que entendamos esta técnica e assim, possamos contribuir na pedagogia musical de forma somatória e produzirmos letras, arranjos e melodias simples, porém harmonizadoras.

João Bosco do Carmo
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E-mail: bcarmo45.bcm@gmail.com

 

Além da bagunça e a esculhambação, uma guerra poderá acontecer no Pátio da Matriz.

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Nossa cidade, Vitória de Santo Antão, por várias vezes tornou-se noticia em função das refregas políticas. Entre tantas, destacamos que a mais sangrenta e fatal, segundo os livros que contam nossa história, foi a que ocorreu no Pátio da Matriz, mais precisamente nas dependências da Igreja do Rosário. Ainda hoje, o Instituto Histórico da Vitória guarda no seu acervo imagens sacras com marcas das balas. Este triste e lamentável evento, ocorridos em 1880  por divergências políticas, ficou catalogado na história do município como a HECATOMBE DA VITÓRIA.

Entre tantas outras refregas políticas, inclusive com assassinato no plenário da nossa Casa Legislativa, lembramos que na recente eleição municipal de 2008 as imagens de guerra e  do vandalismo, ocorridas nas vias públicas em frente ao Fórum local, circulou  o Brasil inteiro e até outros países, através dos grandes meios de comunicação.

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Pois bem, dito isto, chamo à atenção das autoridades constituída da Justiça Eleitoral da nossa Comarca,  no que diz respeito à falta de ordem e cumprimento às determinações, recentemente  estabelecidas pelos magistrados que estão  comandado o pelito local, pois na tarde de ontem – domingo 04 – mais uma vez, a BAGUNÇA E A ESCULHAMBAÇÃO FOI GRANDE NO PÁTIO DA MATRIZ.

Pelo que me consta,  ontem – segundo o rodízio estabelecido – foi destinado para movimentações políticas  da coligação comandada por Edmo Neves e Zé da Juliana, mas o que se viu no Pátio da Matriz, mais uma vez, foi inequívocos flagrantes de desrespeito às regras básicas de convivência em sociedade e um acinte às determinações, por conta dos partidários das coligações comandadas por Paulo\Ozias e Aglailson Junior\Saulo.

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Vale salientar que além dos riscos iminentes de uma verdadeira guerra, com proporções incalculáveis, o cidadão comum está tendo o seu direito usurpado. Postando, desde já, seria de imperiosa necessidade, solicitar uma providencia das autoridades para que esses absurdos não voltem  a acontecer, sobretudo nas próximas tardes de domingo no Pátio da Matriz e\ou em qualquer outro lugar na cidade.

Os vídeos, abaixo, postados dão uma dimensão clara do perigo, DA BAGUNÇA E DA ESCULHAMBAÇÃO.

Livro sobre Pedro Ribeiro: Patrimônio Imaterial da Vitória é preservado pelo professor Pedro Ferrer.

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Na noite da sexta (02) o plenário da Câmara de Vereadores da Vitória  ficou lotado para prestigiar o lançamento de mais uma oportuna obra do professor Pedro Humberto Ferrer de Moraes. Desta vez, o presidente do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória, Pedro Ferrer,  entre outras coisas, salvaguardou à história de um dos mais destacados  vitorienses  – Pedro Ribeiro –  que fez com que a nossa terra fosse respeitada e observada atentamente, no então explosivo Pernambuco do inicio do século XVIII,   elevando-a, inclusive, à condição de ser um dos pedaços de chão  mais importante de toda região.

O professor Pedro Ferrer convidou o deputado Joaquim Lira para fazer a apresentação do seu livro. Veja o vídeo:

Na fala do professor Pedro Ferrer ele justificou os motivos pelos quais escreveu  o livro sobre Pedro Ribeiro. Acrescentou também o escritor que “o livro não trás nenhum fato novo”. Com relação ao possível exagero na tintas, justificou  o professor Pedro Ferrer: “meu ufanismo por Vitória de Santo Antão”. Veja o vídeo:

Entre os que fizeram uso da palavra destacamos o presidente do Instituto Arqueológico de Pernambuco, o arquiteto Luis da Mota Menezes e o padre e professor Clóvis. Veja os vídeos:

Portanto, na qualidade de estudioso da história da nossa Vitória de Santo Antão, parabenizo, mais uma vez, o professor Pedro Ferrer por mais esta,  e tantas outras iniciativas,  que o coloca,  indiscutivelmente, na galeria dos vitorienses que mais contribuíram\contribuem  com a manutenção do acervo Patrimonial  Material e Imaterial da Terra de Diogo de Braga.

Elias, Aglailson e Henrique, em Vitória, estão traindo o governador Paulo Câmara.

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Entre tantos detalhes e nuances que ocorrem nos bastidores de uma campanha eleitoral, sobretudo na sua reta final,  se chegassem ao conhecimento do grande público,  onde fossem  reveladas algumas das histórias macabras e dignas de filmes que mostram os mais astutos gângsters, certamente, o eleitor bem intencionado rasgaria seu título e provavelmente nunca mais colocariam seus dedos numa urna eletrônica.

Segundo a liturgia dos políticos, sobretudo os mais experientes, na disputa eleitoral “o feio é perder”. Mas, segundo o jogo do poder, cujo as regras são próprias e passa longe do que determina o arcabouço jurídico vigente, há quem ganhe, mesmo perdendo nas urnas e existem também aqueles que pode até ganhar  nas urnas, mas não vão governar.

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Pois bem, digo tudo isso para fazer uma pergunta aos candidatos a prefeito da Vitória que foram indicados pelos três tradicionais grupos políticos locais que são aliados do Governador do Estado, Paulo Câmara.

Por que é que até agora vocês estão escondendo o nome do líder de vocês nas suas respectivas  falas,  nos  seus  materiais  de campanha e nos seus  guias eleitorais ?

Algum cabo eleitoral mais fiel e entusiasmado poderá, então,  dizer: Pilako, a  eleição, agora é para prefeito e vereador, o governador num  tem nada haver…

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Verdade, os cargos em disputas, neste momento, não é o de deputado nem de governador.  Mas, não custa nada lembrar que na eleição municipal  passada – 2012 – o prefeito Elias Lira, que fazia parte do partido 25, há décadas, mudou para o 55 na sua reeleição, apenas para poder se aproximar politicamente do então governador Eduardo Campos e assim, sob os “rigores da lei”,  poder explorar sua imagem nas inúmeras peças da campanha, dividindo com o grupo do 40, aliado histórico de  Eduardo  Campos na cidade, à possibilidade de também ser do “aliado do governador”.

Elias, Aglailson e Henrique, hoje, ao ESCONDER O GOVERNADOR PAULO CÂMARA,  nas respectivas campanhas eleitorais, aqui em Vitória, estão promovendo  – do ponto de vista político – uma verdadeira  TRAIÇÃO E COVARDIA com o seu “líder” maior. Certamente, as pesquisas estão indicando que o governador Paulo Câmara está “ruim das pernas” os seus “aliados” locais  Elias, Aglailson e Henrique querem ficar bem  longe  dele, ou seja: ESTÃO CORRENDO DE PAULO CÂMARA, COMO O DIABO CORRE DA CRUZ.

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Pontos fortes e fracos dos candidatos a prefeito no guia eleitoral.

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Faltando exatamente um mês para o dia 02 de outubro –  domingo em que os eleitores deverão comparecer nos seus respectivos locais de votação – começamos a entender que 45 dias é tempo suficiente para uma campanha eleitoral acontecer, sobretudo nas cidades pequenas  e de médio porte, como nossa.

Passados os quinze primeiros dias da largada oficial da disputa e com apenas uma semana de guia eleitoral no rádio e na TV, podemos dizer que o conteúdo das referidas peças de propagandas ainda estão nas suas fazes embrionárias, ou seja: até agora foi só espuma.

Segundo informações, o candidato a prefeito apoiado pela máquina pública municipal, Paulo Roberto, demonstrou insatisfação à proposta da Justiça Eleitoral em alternar os dias para eventos políticos públicos – dividido pelos cinco postulantes. No atual contexto é compreensível que a coligação que detém o comando da prefeitura fique insatisfeita.

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Apenas a título de curiosidade na eleição municipal de 2008 –  quando o prefeito era Demétrius Lisboa e o mesmo disputava a reeleição – foi o próprio grupo amarelo, por intermédio do aliado histórico e então presidente da ACIAV – Associação Comercial da Vitória, Gildo Espósito, que propôs aos juízes e promotores, através de oficio,  à eliminação dos grandes movimentos políticos aos sábados,  sob a alegação de que “aquela bagunça atrapalhava o comercio”. Naquela ocasião, os contratados e comissionados da prefeitura “marchavam e desfilavam”  com as camisetas e bandeiras vermelhas. Bem diferente do atual contexto.

Outra coisa curiosa, é que nos últimos anos foi o próprio Paulo Roberto – na condição de Secretário Municipal – que, junto com a promotoria da cidade, se socorreu do argumento do pequeno contingente policial do 21ª Batalhão de Polícia, para determinar a diminuição do tempo das festividades carnavalesca – através de um TAC – Termo de Ajustamento de Conduta.

Pois bem, como é que haveria de ter, agora, policiais suficiente para garantir segurança,  simultaneamente, às famílias\eleitores das cinco coligações da nossa cidade, e ainda cumprir (a polícia) seu papel nas outras cidades que estão na circunscrição do 21ª Batalhão  – que também estão em plana efervescência eleitoral?

Disto isto, gostaria de dizer que  na medida do possível estou acompanhando o pleito local. Até o  presente momento não fui observar nenhum candidato “dançar” nas  praças públicas. Mas, através da TV, do rádio e da internet tenho acompanhado os movimentos.

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A chapa de Zé Catinga – PV 43 – pelo pequeno espaço que tem  na TV, deveria investir em um bordão ou em uma frase de efeito. Com menos de um minuto é  quase impossível desenvolver um raciocínio que consiga “colar” na cabeça do eleitor.

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Na qualidade de atual vice-prefeito da cidade e que até pouco tempo atrás tinha sua imagem colada com o prefeito e Elias Lira e, consequentemente,  na gestão do Governo de Todos, Henrique Filho – PR 22 – ainda não conseguiu encaixar uma  linha consistente  no  discurso.

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Até agora, na minha modesta opinião, Edmo – PMN 33-  está produzindo o  melhor guia.  É bem verdade que o tempo – pouco mais de dois minutos – também  está ajudando. Edmo está conseguindo fazer o tripé da comunicação eleitoral, ou seja: está equilibrando  oba-oba, proposta e pancada.

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A chapa encabeçada por Aglailson Junior – PSB 40 –  ainda não conseguiu transmitir, através do guia eleitoral, uma proposta clara de governo que faça o eleitor entender que a melhor opção, neste momento,  é retirar a tropa de Elias e trazer de volta a sua. À falta de conteúdo de Aglailson Junior e sua inabilidade na arte da comunicação, apesar da longa estrada que já percorreu  na política,  ficam evidentes na hora em que ele vai  tentar passar as mensagens.

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Apesar do grupo amarelo, liderado por Elias Lira, haver juntado a maior quantidade de partidos, Paulo Roberto erra quando concentra o maior tempo do guia  na sua  imagem , isso porque pesa justamente sobre ele a maior rejeição à chapa. No poder há oito anos e sem nada de relevante e consistente para mostrar nas suas área de atuação – esporte, turismo e cultura – Paulo está preferindo mostrar seu novo prédio particular do que as ações que lhe “credenciaram” a ser o candidato do grupo. Apesar de ter  quase a metade do tempo de todo o guia eleitoral (10 minutos) o programa ainda não conseguiu empolgar, refletindo assim, o seu alto grau de rejeição no próprio grupo amarelo.

Portanto, essas são  algumas das minhas primeiras impressões sobre o guia eleitoral dos candidatos que estão disputando a eleição 2016,  na nossa Vitória de Santo Antão. Em breve, na medida do possível, farei alguns comentários sobre outros detalhes da campanha local.

Vitória: disputa eleitoral no modelo colonial ou medieval?

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Não obstante fazermos parte de uma geração privilegiada, na medida em que dispomos de equipamentos tecnológicos, antes, só imaginado nos filmes de ficção cientificas, infelizmente,  temos que reconhecer que na nossa cidade praticamos uma disputa pelo poder central que nos remete aos tempos coloniais ou até mesmo medievais.

Por incrível que possa parecer, na nossa polis os postulantes não precisam dizer nada! Basta colocar música para tocar, comprar pessoas dos  grupos opostos  e  contratar pessoas para inflar seus movimentos nas ruas – passeatas e carreatas. O eleitorado, coitado, para não “perder seu voto” inclina-se na direção do “chefe”  que  conseguir juntar mais gente e fazer a maior algazarra.

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Pois bem, mesmo após oito anos consecutivos no poder a gestão do Governo de Todos tem como meta, caso se mantenha no poder, manter os bichos de grande porte soltos nas vias públicas. Pelo menos, até o presente momento,  é o que tá aparentando. Hoje (02) pela manhã, por exemplo, dois cavalos “pastavam” tranquilamente pela Rua Silvino Lopes, bairro do Cajá. Lamentável.

Pernambucana vai carregar tocha dos Jogos Paralímpicos

Crédito: Arquivo Pessoal/ Divulgação

Crédito: Arquivo Pessoal/ Divulgação

Costuma-se dizer que o que diferencia as pessoas é a forma como elas reagem às adversidades. Elas podem se deixar abater ou transformar a situação em oportunidade para se reinventar. Um exemplo de superação é a pernambucana Pollyana Almeida, de 40 anos, de Vitória de Santo Antão, que participará da passagem da tocha do Jogos Paralímpicos do Rio, próximo dia 6 de setembro.  A administradora sofreu um acidente de carro há 19 anos, teve um esmagamento no pé e acabou perdendo dois terços da região. “Fiquei com a vida bem limitada, andava sem muletas, mas o pé tinha úlceras frequentemente e eu sentia muita dor. Até que fiz uma viagem para a Argentina e andei muito, não conseguia tocar o pé no chão. Procurei um médico e ele propôs uma amputação mais alta”, recordou Pollyana.

Crédito: Arquivo Pessoal/ Reprodução

Crédito: Arquivo Pessoal/ Reprodução

Mesmo sabendo desde a época do acidente que isso poderia acontecer, Pollyanna ficou muito assustada com a ideia. Procurou um segundo médico e o diagnóstico foi o mesmo. “Tinha dois caminhos: ou ficava com aquele pé e com uma vida limitada, ou fazer a amputação e arriscar uma vida bem melhor”, relembrou. Em dezembro de 2015, Pollyanna decidiu pelo procedimento. Com a ajuda de profissionais, que ela chama de amigos, conseguiu encontrar a prótese ideal e colegas para compartilhar a mesma experiência. “Tenho um grupo no WhatsApp chamado Amputados Vencedores, com deficientes de todo o Brasil, compartilhando seus medos, dificuldades e suas conquistas”, contou.

Crédito: Arquivo Pessoal/ Reprodução

Crédito: Arquivo Pessoal/ Reprodução

Já a oportunidade de carregar a tocha dos Jogos Paralímpicos do Rio surgiu para Pollyanna como uma forma de “mostrar para o país que os deficientes também são capazes”. Ela foi escolhida entre cinco candidatos no Brasil. “Participei de concurso interno da empresa em que a pessoa com deficiência física deveria contar sua experiência com algum esporte. Então, falei da sensação de liberdade que sinto ao pedalar, que era uma forma de integração para mim”, recordou e completou: “Todo mundo (familiares e amigos) está muito feliz e ansioso porque é um momento único. É uma oportunidade de estar representando meu país e a superação das pessoas que enfrentam uma deficiência. Mostrar para que somos capazes e não coitados”, contou Pollyanna.

Crédito: Arquivo Pessoal/ Reprodução

Crédito: Arquivo Pessoal/ Reprodução

Cerca de 700 pessoas nas cinco regiões participaram da passagem do simbolo paralímpico. Para não fazer feio durante o percurso de 200 metros com a tocha, Pollyana tem uma rotina de atleta. Ela faz musculação três vezes na semana, pilates uma e pedala aos domingos. Ela vai representar Pernambuco no Rio de Janeiro. Extraoficialmente, sabe-se que a participação dela deve ocorrer no dia 6. O trecho que irá percorrer ainda não foi divulgado, mas ela já sabe que será uma das experiências mais felizes de sua vida.

BLOG JOÃO ALBERTO 

Livro será lançado HOJE em Vitória

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Após o lançamento deste livro a história da Vitória de Santo Antão, não será mais a mesma. Leia, conheça a participação desse antonense na Guerra dos Mascates, 1710. Movimento que buscava a liberdade de Pernambuco. Professor Aragão considerava Pedro Ribeiro da Silva o antonense mais digno de homenagens.

O mestre Aragão, quando prefeito, criou dois grupos escolares, os mais importantes da cidade. Um, ele cognominou Pedro Ribeiro da Silva. Fica ao lado da Matriz de Santo Antão. O professor Pedro Ferrer resgata-nos através deste opúsculo, o bravo capitão mor
Pedro Ribeiro. O exemplar custa apenas R$ 30,00. Você poderá adquiri-lo no dia 2 de setembro por ocasião do seu lançamento na Câmara de Vereadores, às 19.30 h. ou na sede do Instituto Histórico e Geográfico.

Participe desse evento. Sua presença é fundamental.

A cultura da Vitória de Santo Antão é forte e dinâmica.

Ajude a mantê-la viva.

Fui entrevistado pelos alunos do 9º do Colégio Pedro Ribeiro.

Na tarde de ontem (31) recebi na nossa redação um grupo de estudantes do Colégio Pedro Ribeiro, alunos da professora Lucian Lee Conolly, para conceder-lhes  entrevista no sentido de contribuir com um trabalho escolar. O grupo – alunos 9º ano – era formado  pelos seguintes jovens: Gabriel Casado, Gabriel da Silva, Eddyer Ellton, Matheus Casado, Felipe Xavier e Cainã Fernando.

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Na pauta dos trabalhos, por assim dizer, constou uma entrevista sobre o recém-lançado livro Apelidos Vitorienses e também sobre o conteúdo histórico realçado nas postagens  do nosso Jornal Eletrônico, intitulado Blog do Pilako.

De posse de um notebook e vários smartphones, os meninos deram um show de produção e domínio com as novas tecnologias. Todo matérial colhido será editado por eles mesmos e exibido em sala de aula. Na ocasião, fiz questão de narrar alguns fatos históricos sobre nossa cidade, assim como falar sobre a origem de alguns monumentos, expostos nas vias públicas da nossa Vitória. Confesso que fiquei surpreso com o nível de interesse do grupo sobre as coisas atinentes ao nosso torrão. Ao final, gravei um vídeo para marca o agradável encontro.

 

Banda Quinteto Dourado com CD novo na praça…

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Dias atrás fui presenteado pelo amigo Edmilson Silva, líder do grupo musica Quinteto Dourado, com um CD “ao vivo” da banda. O detalhe é que a gravação do mesmo foi realizada no “Clube dos Motoristas “O CISNE”, no último dia 06 de agosto, por ocasião da Primeira Festa da Saudade. Edmilson, como todos que o conhecem sabem, é um cara talentoso e comprometido, na mesma medida que é humilde e leal. Parabéns ao Grupo Musical, Quinteto Dourado. o CD  custa R$ 5,00 e pode ser adquirido com o próprio Edmilson pelo fone 9.8821.1027

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Livro sobre Pedro Ribeiro será lançado no dia 2 de Setembro

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Após o lançamento deste livro a história da Vitória de Santo Antão, não será mais a mesma. Leia, conheça a participação desse antonense na Guerra dos Mascates, 1710. Movimento que buscava a liberdade de Pernambuco. Professor Aragão considerava Pedro Ribeiro da Silva o antonense mais digno de homenagens.

O mestre Aragão, quando prefeito, criou dois grupos escolares, os mais importantes da cidade. Um, ele cognominou Pedro Ribeiro da Silva. Fica ao lado da Matriz de Santo Antão. O professor Pedro Ferrer resgata-nos através deste opúsculo, o bravo capitão mor
Pedro Ribeiro. O exemplar custa apenas R$ 30,00. Você poderá adquiri-lo no dia 2 de setembro por ocasião do seu lançamento na Câmara de Vereadores, às 19.30 h. ou na sede do Instituto Histórico e Geográfico.

Participe desse evento. Sua presença é fundamental.

A cultura da Vitória de Santo Antão é forte e dinâmica.

Ajude a mantê-la viva.

EDUCAÇÃO MUSICAL – Abordagem e noção básica referente a arte de compor. (PARTE 4)

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Digamos que temos uma ideia e, começamos rascunha-la em uma folha de papel ofício, mas inicialmente não estamos seguindo a estética no que diz respeito, a estrutura de uma letra de uma canção, por está parecendo com uma carta. Observamos neste momento, após realizarmos vários rascunhos e, encontrarmos o fechamento do pensamento adequado, já estamos  prontos para o surgimento da primeira e da segunda estrofe da letra. Enquanto a letra estava desorganizada, não tínhamos encontrado um sentido, uma direção, uma referência, para começarmos a preparação do trabalho da musicalização da letra escrita.

Ao passarmos este obstáculo, surgirá uma linha melódica, onde começaremos cantando de forma oral ou, mental, isso pode ser diferente de uma pessoa para outra. Deste momento inicial ao final, teremos uma melodia principal pronta para trabalharmos. Outro fator importante, é a formação de cada estrofe, por exemplo: uma letra simples, podemos trabalhar um Frevo Canção. Digamos que tocamos Violão Popular, após descobrirmos a linha melódica, iríamos trabalhar o campo harmônico utilizando as Cifras. Então, para não esquecermos, uma estrofe contém quatro versos, esses versos são as linhas que, somadas formam as estrofes, portanto, um Frevo Canção composto com duas estrofes, contém oito (08) versos que ao ser somados, teremos oito linhas contendo a letra.

João Bosco do Carmo
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Cansados de serem ignorados pelo poder público municipal, artistas vitorienses criam movimento reivindicatório.

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Conforme anunciado participei na noite de ontem (30), no Teatro Silogeu, do encontro promovido pelo MAV- Movimento dos Artistas da Vitória. O evento, entre outras coisas, teve como objetivo reunir artistas das mais variadas linguagens da cidade para discutir, planejar e executar melhorias para categoria. Da cidade do Limoeiro o secretário de Cultura, Radamés Moura, trouxe experiência governamentais  de sucesso.

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Atuou como mediador dos debates, na noite de ontem, o experiente artista vitoriense Ricardo Lima.

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O também conceituado artista local, Pablo Dantas, usou da palavra para externar seu apoio ao movimento ressaltando que praticamente todas aqueles questionamentos e demais propostas já foram objeto de debates no Conselho Municipal de Cultura, mas que é entende como importante a mobilização como instrumento de pressão.

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Ao final das apresentações reivindicatórias da categoria fiz uma pequena participação oral nos  dois minutos regimentais. Parabenizei-os pela oportuna  iniciativa, mas sugeri que todos os  atuais candidatos a prefeito da nossa cidade, recebessem uma cópia da pauta e fossem convidados separadamente para se comprometerem publicamente com as mudanças propostas pela categoria, sugestão, aliás, aceita por todos os presentes.

A minha expectativa com esse movimento é animadora. Constata-se, claramente, que as últimas administrações municipais não promoveram qualquer tipo de ação continua que pudesse abrir espaço para difusão e à profissionalização da categoria em nosso municio. Portanto, desde já, aprovo esse movimento.

Em Vitória, nessas eleições, tem candidato a vereador para todos os gostos e dietas.

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Dando continuidade às nossas postagens onde, na medida do possível,  estamos  realçando informações relevantes e/ou curiosidades sobre os candidatos a prefeito, vice-prefeito e vereadores que estão concorrendo nessas eleições – 2016 – na  nossa cidade, hoje, destacaremos os postulantes que associaram seus respectivos nomes a elementos que, de certa forma,  fazem parte da nossa rica culinária nordestina.

Para o eleitor que gosta de ficar com a barriga cheira, após uma abundante refeição, temos quatro candidatos que os nomes já  sugerem uma boa refeição. Charque (Marcone), Feijoada (Danda) , Churrasquinho (Inha) e Galeto (Luciano)

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Já para o eleitor que prefere no jantar uma refeição mais leve e menos calórica, a indicação nos nomes com Tapioca (Bia) e Mandioca (Moacir), certamente cairão bem.

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Para os postulantes que buscam conseguir o sufrágio dos eleitores que preferem uma alimentação mais natural e saudável, certamente,  associar-se às frutas e verduras não deixa de ser uma boa ideia. David Frutas e Verduras, Nathália do Chuchu e Carlinho da Verdura estão com a preferência.

3Como um gosto mais picante e extravagante, os eleitores que apreciam o efeito do alho e da pimenta, certamente optarão pelos candidatos Neo do Alho e Flávio da Pimenta.

5Já para os eleitores que são mais  chegados às refeições cujo ingrediente principal vem do mar, hipotecar o voto no Siri (Marcelo), com toda certeza será uma delicia.

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Nossos gestores ignoraram à importância da Avenida Henrique de Holanda.

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Na minha modesta opinião, a Avenida Henrique de Holanda (Antiga BR 232) está para a cidade da Vitória de Santo Antão assim como a Rodovia Luis Gonzaga – atual BR 232 – está para Pernambuco. As duas, em função da posição estratégica, se configuram como uma espécie de “coluna vertebral” para o Estado e o nosso município, respectivamente.

Ao longo das últimas décadas nossos gestores – prefeitos –  não tiveram a capacidade de antever a importância desta via para a cidade. Aliás, à época em que a nova BR foi inaugurada e o fluxo de carros diminuiu consideravelmente,  o então prefeito da nossa cidade, José Aglailson, ficava conversando besteira nas rádios dizendo que “Vitória iria virar Moreno”.

Pois bem, se já não bastasse à falta de visão dos nossos  governantes, foram  também esses sujeitos – últimos prefeitos – que também promoveram a total esculhambação e sucateamento da referida via. De conluio com seus cabos eleitorais,  cuidaram de invadir as margens da Avenida Henrique de Holanda tornando-a  uma espécie de “serra pelada”, ou seja: um verdadeiro salve-se quem puder.

Dias a trás  também  observei que a referida via, em pleno acesso à Universidade Federal (Subida do Reservatório), também não tem esgotamento sanitário.

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Será que esse pessoal que está no poder,  há anos, querem mesmo melhorar a cidade? Até quando, nós vitorienses, seremos  obrigados a conviver com essa falta de planejamento administrativo  e desrespeito ao dinheiro publico?

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