Na noite do sábado (29), ao cruzar o Pátio da Matriz, encontrei o meu amigo Paulo Lavoura acompanhado por uma bela morena, que se chama Juliana. Lavoura, com seu estilo próprio, não tem aperreio. Toda vez ele me diz “Pilako, meu médico só me receita lazer”.
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Nova edição do Jornal da Vitória já esta circulando.
Patt Lou: esse é o nome da fábrica de cerveja da Vitória. Você sabia?
Se mergulharmos no conteúdo do premiado Livro “República da Cachaça”, escrito pelo professor Pedro Humberto Ferrer de Moraes, começaremos entender um pouco da vocação da nossa cidade no que diz respeito à fabricação da bebida genuinamente brasileira. Não à toa, Vitória de Santo Antão também é conhecida como a “Terra da Pitú”.
Pois bem, recentemente, através de uma reportagem publicada no Jornal Diário de Pernambuco – no caderno Economia – fiquei sabendo que desde de 2015 uma nova história vem sendo escrita no nosso Estado com relação à fabricação da cerveja, em microcervejarias e cervejeiros artesanais.
Para minha surpresa, uma das sete microcervejaria pernambucana tem sede em na nossa Vitória de Santo Antão. Quatro em Recife, uma em Olinda e outra em Jaboatão.
Muito bem, de posse dessa informação questionei algumas pessoas amigas sobre a existência de uma fábrica de cerveja aqui, na Vitória. 100% das respostas foram por desconhecer tal informação. “ nunca ouvi falar”, algumas responderam.
Por ocasião do evento comemorativo do 11º aniversário da AVLAC, ocorrido quarta (26), no elegante Restaurante Pizza Grill, ao chegar no evento um colega acadêmico disse: “olha aí, Pilako, a cerveja fabricada em Vitória”.
Mesmo não sendo um cervejeiro dos melhores, rapidamente pedi uma garrafa ao garçom, para experimentar a loura gelada “made in Vitória”. A cervejaria chama-se Patt Lou e tem vários tipos. A fábrica fica localizada em Terra Preta e trás no rótulo, entre outras coisas, a seguinte frase: “Fazendo cerveja para amigos e apoiando o movimento beba menos, beba melhor”
A minha opinião, no que diz respeito à qualidade da cerveja ingerida, não tem muito peso, em virtude de não pertencer ao clube dos apreciadores da bebida, mas, confesso que gostei do produto. Uma cerveja “com alma de cerveja”, se é que alguém possa me entender.
De resto, desejo aos empreendedores – que não sei de quem se trata – sucesso e boas vendas e que no futuro possamos dizer: Vitória, terra da Aguardente Pitú e da Cervejaria Patt Lou.

Pitú vence 1° lugar em categoria do JC Recall de Marcas
Cachaça é a mais lembrada pelos consumidores desde a criação do prêmio em 1998
Pelo 19° ano consecutivo, a Pitú ostentou o 1° lugar da categoria “Aguardente” do JC Recall de Marcas. A marca pernambucana é a mais lembrada pelos consumidores do segmento desde 1998, ano em que a primeira pesquisa foi realizada pelo Jornal do Commercio em parceria com o Instituto Harrop. A mania de brasileiro também estampou a Pitú na 2ª colocação do ranking geral de marcas mais lembradas pelos pernambucanos nesta edição do prêmio, com o maior percentual de lembrança em sua categoria e em comparação às marcas vencedoras das demais categorias pesquisadas. O levantamento foi realizado com 500 consumidores do Recife, Olinda e Jaboatão dos Guararapes.
Alexandre Ferrer, diretor comercial e de marketing da Pitú, foi quem representou a marca e recebeu o prêmio em cerimônia realizada no auditório do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação (SJCC), no último dia 25 de outubro. A agência Ampla, quem assina as campanhas publicitárias da marca, também foi homenageada. “É uma satisfação ter nossa marca reconhecida em uma pesquisa de grande credibilidade no mercado como a do JC Recall de Marcas. É o retorno do público pernambucano que tem um carinho imenso pela nossa marca. O prêmio mostra isso, pelas últimas posições que temos conseguido”, comemora Ferrer.
Para manter a preferência entre os consumidores e conquistar cada vez mais seguidores, o segredo da Pitú é investir em ações de marketing que unem interatividade, criatividade e humor refinado. Entre as que fazem mais sucesso está o Repórter Resenha. Em espaços públicos e eventos populares, como mercados, vaquejadas e praias, o repórter entrevista os “pituzeiros” de plantão e promove dinâmicas divertidas com o público. Os vídeos são sucesso no Youtube e podem ser acessados pelo canal da marca (www.youtube.com/user/PituOficial). As campanhas da Pitú também podem ser acompanhadas pelas redes sociais, a exemplo da página no Facebook (www.facebook.com/PituOficial) e perfil no Instagram (http://instagram.com/pituoficial_).
Pitú é referência quando o assunto é cachaça
A Engarrafamento Pitú, uma das maiores indústrias de cachaça do Brasil, criada em 1938 por Joel Cândido Carneiro, Severino Ferrer de Moraes e José Ferrer de Moraes, é referência nacional quando o assunto é cachaça. Sendo uma das maiores indústrias da bebida do Brasil, engarrafa e comercializa anualmente 95 milhões de litros.
Genuinamente pernambucana, a fábrica da Pitú está localizada no município de Vitória de Santo Antão (PE), na Avenida Áurea Ferrer de Moraes S/N, onde é possível também conhecer um pouco da trajetória da empresa por meio do acervo do seu Centro de Visitação, que reúne histórias e relíquias dos 78 anos de existência da marca pernambucana.
Além da cachaça tradicional e das envelhecidas Premium – Pitú Gold e a Extra Premium – Pitú Vitoriosa, a Pitú também tem em seu portfólio a bebida mista de cachaça com limão – Pitú Limão, a bebida alcoólica mista à base de noz de cola – Pitú Cola, a vodka Bolvana e a bebida mista à base de vinho – Do Frei.
Líder no mercado externo
Por ser uma cachaça para todos os gostos, a Pitú se mantém entre as 20 marcas de bebidas destiladas mais produzidas no mundo. Comprovando sua preferência, principalmente em território pernambucano, a Pitú conquista em todas as edições, desde a criação dos prêmios, a classificação de aguardente mais lembrada pelo público, sendo líder absoluta na categoria no Top Marcas, Marcas que Eu Gosto e no JC Recall de Marcas.
Na Europa, a Pitú comanda o mercado e tem a Alemanha como o país líder em consumo, tendo conquistado em 2012 market share de 62%. Outros países do Velho Continente também importantes para a marca são Áustria, Suíça, Portugal, Espanha, Itália, Reino Unido, Irlanda e França. Nos demais continentes a Pitú também está presente e se mostra líder em alguns países, como nos Estados Unidos. A bebida marca presença importante na Argentina, Austrália, Canadá, Chile, Índia, México, Angola, Tailândia, África do Sul e Emirados Árabes.
Mais sofisticada
A brasileiríssima cachaça alçou também novos voos, sendo apreciada não apenas pelo seu valor, mas por sua qualidade. As destilarias têm investido em tecnologias de produção, que vão desde a escolha minuciosa da muda da cana de açúcar até a embalagem, resultando em um sabor e uma estética mais sofisticados.
Para ser considerada Premium, a cachaça precisa ser envelhecida em barril de madeira por pelo menos um ano. A Pitú tem dois produtos no seu portfólio que se encaixam nessa avaliação, a Pitú Gold Premium, envelhecida em barris de carvalho americano por dois anos, e a Vitoriosa, envelhecida por no mínimo cinco anos em barris de carvalho francês. Após esse período, a Vitoriosa é transferida para barris de carvalho americano, onde ocorre o aprimoramento da qualidade sensorial do produto através do refinamento e da harmonização de aromas e cor. Com uma sofisticação diferenciada entre a cachaça, a Vitoriosa é o produto conceito da marca pernambucana.
A cachaça extra Premium Vitoriosa participou de um teste às cegas da revista Wine Enthusiast, nos EUA. A publicação degusta, pontua e avalia vinhos, destilados e cervejas para publicar em sua revista e no website. Na análise sensorial da Wine Enthusiast, a Pitú Vitoriosa conseguiu a pontuação de 93 pontos.
Hoje, a Pitú é distribuída para todos os continentes e está entre as 20 marcas de bebidas destiladas mais produzidas no mundo.
Rafael de Oliveira e o seu LiterAtos – Ordem dos Cavaleiros dos Setestrelo.
Em recente evento cultural tive a oportunidade de fazer uma breve entrevista com o acadêmico da AVLAC, professor Rafael de Oliveira, onde o mesmo falou do seu mais novo livro – LITERATOS – Ordem dos Cavaleiros do Setestrelo.
Dom Pirrito II, como também se autointitula, refletiu nas páginas do seu quarto trabalho literário experiências extraídas na sala de aula, juntamente com seus alunos. “um sarau itinerante. Sair da escola e ir para outros lugares. Para ruas e praças.” Esse foi o ponto de partida, disse Rafael de Oliveira. Veja o vídeo:
Desfile “relâmpago” da Banda do Colégio 3 de Agosto.
Não sei por qual motivo, hoje pela manhã, a Banda Marcial do Colégio Municipal 3 de Agosto estava na rua. Mas, independente de qualquer coisa, vê-la e ouvi-la sempre é bom. Eis aí, portanto, um flash do seu desfile. Veja o vídeo:
IV Semana da Consciência Negra do IHVSA

Há quatro anos, o Instituto Histórico vem desenvolvendo e realizando diversas ações em prol da Educação das Relações étnico-raciais. Ao longo desse tempo, buscamos trazer a problemática étnico-racial para o centro dos debates para depois desconstruí-la. E isso foi e está sendo importante. Durante este mês de novembro, realizaremos mesas redondas, lançamento de livros, shows, oficinas de teatro, penteados e capoeira. Ações em prol da promoção da diversidade étnica e cultural do nosso povo. Esperamos contar com a participação de todos/as, afinal a sua participação marca o seu envolvimento e comprometimento com o Instituto e com os eventos que ele promove.
Com informações da assessoria de imprensa.
Com evento festivo, a AVLAC comemora seu 11º aniversário.

Comemorando o seu 11º primeiro aniversário de fundação, a AVLAC – Academia Vitoriense de Letras, Artes e Ciência – sob a liderança da sua presidente, professora Lúcia Martins, reuniu acadêmicos, sócios e convidados para brindar o auspicioso acontecimento. A celebração festiva aconteceu no requintado Restaurante Pizza Grill, localizado na Praça Diogo de Braga.
O evento foi aberto com as palavras da professora Lúcia Martins que chamou atenção à difícil caminhada da instituição. Professora Severina Moura, primeira presidente da AVLAC, também presente, brindou a todos com um conteúdo inédito. Veja o vídeo:
Os acadêmicos Aldenisio Tavares, Stephem Beltrão e Rafael de Oliveira, oportunamente, apresentaram os seus mais novos trabalhos, respectivamente. Veja o vídeo:
A atuante acadêmica Fátima Santos realçou a contribuição de todos os presidentes, ao longo desses últimos onze anos, dizendo que apensar das dificuldades a academia tem que continuar promovendo cultura na cidade da Vitória. Veja o vídeo:
Após outras intervenções, relembrando o Centenário da Academia dos Superstíciosos e o sesquicentenário da imprensa vitoriense, ambos ocorridos, agora, em 2016, a acadêmica Ilka Carvalho, viúva do idealizador da AVLAC – Melquesedec – disse vibrar com cada conquista da instituição, pois, em cada um deles continua vivo o sonho do seu José Severino de Militão. Veja o vídeo:
Ao final do jantar comemorativo e descontraído, aconteceu o tradicional “parabéns pra você” e o aguardado corte do bolo.
Os “orelhões” também mudou a forma das pessoas se relacionarem na sociedade.
Em praticamente todo território brasileiro os famosos “Orelhões” entraram em decadência. Em tempos de telefonia móvel, whatsapp, facebook e etc, hoje, sobretudo os mais jovens, não se dão conta da importância e do alcance social que cumpriram os velhos e sempre “salvadores” orelhões. Na nossa cidade, Vitória de Santo Antão, as coisas também não tão diferentes.

Na verdade a telefonia brasileira existe desde 1920, com os chamados telefones “semi-públicos” instalados em hotéis e restaurantes. Só a partir de 1971 que a telefonia “ganhou” as calçadas, com cabines que teve seu modelo copiado da Inglaterra.
Por incrível que pareça, foi uma chinesa, naturalizada brasileira, com nome de Chu Ming Silveira, casada com um brasileiro, que criou o modelo de orelhão que conhecemos. As primeiras peças do novo modelo foram instaladas no Rio de Janeiro e logo depois na Capital do Estado de São Paulo.
Pois bem, primeiro, como todos devem lembrar, usávamos as “fichas telefônicas”, depois, à modernidade chegou, e passamos a utilizar o cartão telefônico. O resto da história, teoricamente, todo já sabe.
Na nossa cidade não sei exatamente quando os mesmo foram introduzidos, mas lembro-me bem do tempo em que eles não existiam por aqui. Na Rua Silva Jardim, no bairro da Matriz, por exemplo, recordo-me que houve um tempo que só existiam duas casas com telefones. A de João Valois e na casa de papai (Zito Mariano). Eu, ainda criança, atuava como uma espécie de “molequelá”, ou seja: era o encarregado para chamar os vizinhos para atender as ligações, lá em casa.
Voltando à desativação paulatina do sistema de telefonia “fixa-pública”- os chamado “orelhões”- a cidade de São Paulo, através de uma ação integrada com os artistas da localidade, conseguiu dá uma nova feição aos referidos equipamentos públicos , reaproveitando-lhes como obras de arte. Lixo e arte, dependendo de quem esteja observando, pode ser a mesma coisa.
Elias Lira: “muita paima e mentira!!”…
Ao entardecer de ontem (26) comecei uma caminha no Parque Joel Cândido Carneiro, mais conhecido por “Praça da Bela Vista”. Por lá, muita gente. Jovens, adultos, crianças e idosos, praticamente todos na salutar prática esportiva. Ao final da minha caminhada, com uma hora de duração, parte do equipamento público ficou no escuro.

Temos atrás, postei matéria realçando este mesmo problema, no referido Parque. O prefeito Elias Lira, há alguns meses, reuniu alguns secretários e então candidatos a vereador, na Praça Duque de Caxias para fazer um pronunciamento onde reconheceu os problemas com a iluminação e prometeu solução.

Moral da história: de verdade, apenas à constatação que a cidade estava às escuras e que a população estava pagando pela taxa de iluminação pública, sem ter as ruas iluminadas. De resto, aquele velho blá, blá, blá, já conhecido de todo mundo… Muita paima e mentira…
As Bruxas de Santo Antão

As bruxas de Santo Antão é um festival-manifesto de música e poesia que acontece em Santo Antão da Mata durante a alta primavera, quando a Natureza se espalha em gorjeio de fadas, elfos, centauros e borboletas, no desabrochar da fauna e flora, se alinhando com a Terra acobertada pelo manto da lua-nova. As luzes vespertinas entram na escalera de Vênus à Plutão numa vibração espaço-temporal que transcende as paixões e o corpo. A embriaguez mediada de alegria e os sentidos da Razão enaltecidos da felicidade, numa explosão Astral. Buscamos “lugares da Mente” que tocados pelas harmonias sonoras e poéticas, projetam o mundo mágico e político da música folclórica.
Nossa postura busca a desconstrução de valores estabelecidos pela burguesia, nos opomos a qualquer autoridade, não reconhecemos governo golpista, nem parlamento dos reacionários da extrema direita. Reservamos todo o nosso serviço à contemplação das Artes e dos prazeres consolidados na força da humanidade em coletivo. A poesia Alternativa, pulsa, grita, protesta no auge do Capitalismo XXI. Espera pelos olhos da população acender as cadeiras do Teatro Encantado. Que a Poesia circule no imaginário de nossa cidade. Poetas, vamos trazer O Iracema de volta!
Nessa edição do festival acontecerá o lançamento do livreto, O POETA E O TAROT, de autoria de Rildo de Deus. São poemas inspirados nos arcanos maiores do baralho. Trazendo o lirismo simbólico de cada carta. Projetando o universo Medieval e Moderno na fruição da leitura de cada carta-soneto. O fanzine é uma construção das imagens poéticas transportadas para verso-rima e estrutura. Singelos e tristonhos sonetos (não zonem do poeta!). Num livreto com o carinho da centenária Tipografia João de Deus e os cortes da faca-lâmina saturnina, são poucos os exemplares garanta o seu.
29 de outubro no SIPAÚBAR, às 19:00. (O Sipaúbar fica na primeira esquerdar subindo pela rua Melo Verçosa em sua única viela perto da Delícia do Trigo). O evento é no pátio mais fértil da poesia e música alternativa em Santo Antão da Mata, onde diversos festivais Rock ‘n Roll aconteceram, seguidos de muitas noites de prosa e glosas no sofá. Texugos, corujas, timbu… No bosque da Sipaúba há vários jardins secretos, ruínas, a engenharia alquímica do Mago, bananeiras, poste de luz vermelha no deserto. Venham todos nessa florescente noite.
Com as bênçãos da santidade papal!
Programação: Adega Vazia, Poesia de Improviso, Célio Lima, Germano Rabelo, Kleber Oliveira, Luann Ribeiro, Jonatas Onofre, Lu Rabelo & Antônio Hollanda, Anaíra Mahin e Rildo de Deus.
19º ENCONTRA

Neste ano, concretizaremos o 19º ENCONTRA – Encontro de Conhecimentos Tradição. O evento será realizado no dia 28 de outubro, numa sexta-feira. Convidamos todos para assistir às apresentações dos nossos alunos, mestres do conhecimento. No horário da manhã, das 8h às 12h, haverá exposição de trabalhos nas áreas de Ciências Humanas e Ciências da Natureza e, no período da tarde, das 13h às 16h, as atividades serão de Linguagens e Matemática. Também, na quadra do colégio, Ovídio de Melo Verçosa Filho, acontecerá o Momento Artístico, pela manhã, das 9h30 às 11h e, à tarde, das 14h30 às 16h.
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PROGRAMAÇÃO |
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Manhã |
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8h |
Abertura |
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8h30 às 11h30 |
Exposição de trabalhos |
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9h às 10h30 |
Momento Artístico na Quadra do CDB |
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Tarde |
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13h às 16h |
Exposição de Trabalhos |
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14h30 às 16h |
Momento Artístico na Quadra do CDB |
IV Semana da Consciência Negra do IHVSA

Há quatro anos, o Instituto Histórico vem desenvolvendo e realizando diversas ações em prol da Educação das Relações étnico-raciais. Ao longo desse tempo, buscamos trazer a problemática étnico-racial para o centro dos debates para depois desconstruí-la. E isso foi e está sendo importante. Durante este mês de novembro, realizaremos mesas redondas, lançamento de livros, shows, oficinas de teatro, penteados e capoeira. Ações em prol da promoção da diversidade étnica e cultural do nosso povo. Esperamos contar com a participação de todos/as, afinal a sua participação marca o seu envolvimento e comprometimento com o Instituto e com os eventos que ele promove.
Com informações da assessoria de imprensa.
Apelidos Vitorienses: Zé Ribeiro.
Em recente encontro com o amigo “Zé Ribeiro”, descobri que seu nome de batismo é outro. Ou seja: desde que me entendo por gente que o conheço por “Zé Ribeiro”. Mas ao comentarmos sobre o nosso livro – Apelidos Vitorienses – ele foi taxativo: “Pilako, meu nome é Rivonaldo”.
Pois bem, diante da “novidade” – pelo menos para mim – aprofundei-me no tema. Segundo o senhor Rivonaldo Gomes Tavares seu nome foi escolhido por seu pai, em função dele haver achado bonito o nome de um comandante da Aeronáutica, durante a Segunda Guerra Mundial.
Contou-nos também o amigo Rivonaldo que a “turma da praça” – da qual fazia parte no tempo da juventude – “inventou” uma brincadeira – copiando o quadro “Qual é a Música?” do Programa Silvio Santos – que tinha por objetivo realizar disputas, para saber, do grupo, quem era o maior conhecedor de música. Esse grupo foi apelidado, à época, de “Clube dos Artistas”.
O amigo Rivonaldo, que antes era tratado apenas por “Riva” passou, doravante, ser chamado pela alcunha de “Zé Ribeiro” em função da sua admiração e interpretação do famoso cantor Zé Ribeiro que, entre outras musicas, emplacou sucessos como: “A Beleza da Rosa” e “ Bom dia Meu Amor”.
O curioso é que os “apelidados” do famoso “Clube dos Artistas” da turma da praça, capitaneada pelos então jovens Moisés Sales, Tadeu Lourenço, Zé Maria, Wayne Cardoni e tantos outros, só o do amigo Rivonaldo “pegou”.
Portanto, o amigo Rivonaldo Gomes Tavares será mais um vitoriense catalogado pela coluna do Blog do Pilako e que terá também a história do seu apelido – “Zé Ribeiro”- grafada nas páginas do segundo livro Apelidos Vitorienses. Veja o vídeo:
Internauta Alexandre Rogério no blog
Comentário postado na matéria “Denuncia ao Tribunal de Justiça de Pernambuco.“.
Fico feliz em outra entidade do nosso segmento faça também essa denuncia contra a falta de respeito em cumprir legislação vigente do nosso País em prol da Pessoa com Deficiência deste órgão, Pasmem, do Poder Judiciário, que é Juizado Especial Cível e Criminal de Vitória de Santo Antão.
Nós da ADVISA, reivindicamos acessibilidade plena deste Juizado desde 2007, chegando até a Ouvidoria e nunca conseguimos exito, que foi matéria já publicada nesse conceituado Blog do Pilako, esperamos que a AACDV consiga, porque já é hora de resolver esse problema e perdura quase 10 anos e ninguém faz nada!!!!
Vale salientar que esse imóvel onde funciona o Juizado é alugado, não seria justo e digno se alugar um imóvel com mais acessibilidade? Fica essa pergunta ao Tribunal de Justiça de Pernambuco.
Alexandre Rogério
EDUCAÇÃO MUSICAL – Abordagem e noção básica referente a arte de compor. (PARTE 7)
Conforme estamos observando todo processo no que diz respeito, da construção e produção de poemas, versos e estrofes, onde o foco do produto final resultará na composição de uma canção, estruturada pela melodia solfejada oralmente, instrumental – sopros, teclas ou cordas – ou mentalmente, o que precisamos é saber trabalhar de forma bem simples, evitando complicar este momento fluídico e belo, referente ao trabalho do cérebro no momento da mensagem. Por exemplo: cérebro, mãos (caneta), papel (letra) ou, cérebro, Laringe (voz), mãos (caneta), papel (letra). Vamos dizer que o exemplo apresentado, seja uma fórmula para denominar este processo, porque está tudo no abstrato. Quando o compositor prepara sua obra, não conseguimos ver a execução deste processo, apenas a obra pronta.
O modo de estarmos apresentando estes detalhes, é justamente, para descomplicar a abordagem referente a técnica da arte de compor. Estamos trabalhando a abordagem dos instrumentos de sopros, onde não estamos esquecendo dos instrumentos harmônicos, tais quais: Violão, Teclado, Baixo, Guitarra, Acordeon. O objetivo que estamos buscando, é que quando compormos, seja um poema, uma poesia, uma letra de uma canção, ou uma melodia em uma peça – partitura – para um instrumento de sopro, saibamos e tenhamos uma noção mesmo que simbólica, de todo processo da técnica composicional e, a essência que não podemos esquecer nem perder, é o respeito por todos que compõem. Quando estamos fazendo a referência quanto a quantidade das estrofes, em uma letra de uma canção, deixamos a critério da fluidez mental de cada compositor. O que estamos buscando, é a simplicidade em todo processo de preparação do momento de colocarmos a idéia no papel e, conseguirmos bons resultados composicionais.
João Bosco do Carmo.
http://lattes.cnpq.br/8222363703321930
E-mail: bcarmo45.bcm@gmail.com
CINECLUBE AVALOVARA
Estamos em outubro, cerca de três meses de Governo Temer e o país está em ebulição. Até o momento, segundo a UNE – União Nacional dos Estudantes , são contabilizadas 57 universidades, 961 escolas e IF’s ocupados pelos estudantes em todo o Brasil. Em algumas delas, servidores e discentes estão entrando em greve. No Centro Acadêmico de Vitória, da Universidade Federal de Pernambuco, nada disso é diferente. Inicialmente ocupado por cerca de 20 estudantes no último dia 17, instalados no prédio administrativo, fala-se que agora este número chega a cerca de 900, após greve estudantil deflagrada no último dia 20, todos se revezando, com total apoio dos docentes, para resistirem até terem suas vozes ouvidas e reivindicações atendidas. Não se trata simplesmente de levantar bandeira contra ou a favor da PEC 241/2016 e da MP 726/2016; queremos, acima de tudo, exigir que elas sejam amplamente discutidas com a sociedade. O Cineclube Avalovara acredita nesta ideia, apoia todas as ocupações estudantis e, por isso, estaremos levando nossa próxima sessão, no dia 30, às 17h, para o CAV / UFPE Centro Acadêmico de Vitória, em parceria com o CAV r_EXISTE e apoio do Fincar (Festival Internacional de Cinema de Realizadoras).
Na ocasião, estaremos apresentando o Circuito Cineclubista FINCAR, uma parceria com a Federação Pernambucana de Cineclubes. “A equipe do festival entende os cineclubes enquanto espaços de resistência artística e política e a parceria também é uma forma de valorizar as existências dos mesmos”.
Foram selecionados seis filmes de curta-metragem, de diferentes nacionalidades, estilos e gêneros, porém, todos com algo em comum: realizados por mulheres. Cinema nas suas mais diversas linguagens sob a ótica feminina mundial. São eles:
– ENTRE ANDARES [de Aline van der Linden e Marina Maciel, Pernambuco, 2016]
– CIALO OBCE [Corpo Estrangeiro, de Marta Manuska, Polônia, 2016]
– HALAHACHES [de Alejandra Jaramillo, Chile, 2015]
– LA PETITE ACADIENNE [A Garota Acadiana, de Gabrielle Provost, Canadá, 2015]
– FRAU IM MOND [Mulher na Lua, de Kasia Prus, Reino Unido/Polônia, 2016]
– DO PORTÃO PARA FORA [de Letícia Bina, São Paulo, 2016].
Após as exibições, faremos um debate com as presenças especialíssimas de Maria Cardozo, jornalista, curadora e diretora artística do FINCAR; e Pedro Severien, cineasta, diretor do longa “Todas as cores da noite” (2015) e mestre em Produção de Cinema e Televisão pela Universidade de Bristol, na Inglaterra. Convide mais um, venha ocupar a nossa universidade e reivindicar nossos direitos conosco! Ocupe o CAV!
Contamos com a presença e divulgação de todos/as!
Governo de Todos: “Apertem o cinto, o piloto sumiu!!”
Segundo informações de pessoas que sempre estão no entorno da Praça Leão Coroado, foi na manhã do último domingo (23) que a placa publicitária pertencente a prefeitura municipal da Vitória, fixada próxima ao Colégio 3 de Agosto, foi arrancada pelo vento. Alguns populares retiraram a mesma do meio da rua e a colocaram na calçada da Antiga Estação Ferroviária.
Com as graças de Deus e a proteção do Glorioso Santo Antão ninguém ficou machucado. Essa placa, e tantas outras, foram introduzidas na “paisagem” da nossa cidade pela gestão do Governo de Todos, por ocasião do pesado projeto de mídia promovido pelo prefeito Elias Lira, visando sua reeleição. Essa e tantas outras placas passavam a mensagem de “um governo em movimento e próspero” e ainda dizia: “o que tá bom, vai ficar melhor”.
Pois bem, passado todo aquele teatro onde o prefeito Elias Lira conseguiu êxito (reeleição) as referidas placas foram abandonadas e sucateadas. Aliás, não custa nada lembrar que em várias ocasiões fizemos matérias realçando o descaso, aqui pelo blog.
Moral da história: Se a prefeitura, que tem como obrigação fiscalizar as placas e toda material de propaganda que estão fixados nos pontos comerciais da cidade, não está nem conseguindo observar e dá manutenção às suas próprias placas, imagina o risco que todo mudo está correndo.

Aldenisio Tavares e Stephem Beltrão: MPV – Música Popular Vitoriense.
Fruto da parceria dos compositores Aldenisio Tavares e Stephem Beltrão, membros atuantes da AVLAC – Academia Vitoriense de Letras, Artes e Ciência – recentemente, foi lançado o selo musical MPV – Música Popular Vitoriense – que tem como objetivo, entre outras coisas, promover o trabalhos dos artistas locais.
Com o título ENCONTRO DE COMPOSITORES – Entre Ritmos – o primeiro CD trás vinte músicas compostas pelos dois, dez de cada. Stephem, hoje mais ligado à literatura, começou sua carreira nas artes através da música. Já o Aldenisio Tavares, completando 40 anos de estrada na música – certamente o compositor vitoriense mais gravado (+ de 60 canções) – tem suas composições ligadas aos mais variados segmentos, tais como: carnaval, política, gospel, vaquejada e etc.
Na manhã do último domingo (23), no Instituto Histórico da Vitória, registramos um descontraído bate-papo com os dois artistas, onde falaram um pouco das suas respectivas carreiras artísticas e prometeram mais parcerias. Veja o vídeo:
Denuncia ao Tribunal de Justiça de Pernambuco.
Recebi do senhor Leonardo Felipe Augusto, presidente da AACDV – Associação de Assistência a Criança Deficiente da Vitória, um e-mail, onde ele denuncia ao Tribunal de Justiça de Pernambuco o não cumprimento da Lei de Acessibilidade por parte do Juizado Especial. Abaixo, segue denuncia.
A Associação de Assistência a Criança Deficiente da Vitoria, denuncia Juizado Especial Cível e Criminal de Vitória de Santo Antão ao Presidente do TJPE por descumprimento do Art. 53. da Lei Brasileira de Inclusão de n 13.146, de julho de 2015.
Segundo o presidente da instituição, as pessoas com deficiência não tem acesso a este órgão do poder judiciário relatou ainda que a acessibilidade é direito que garante a pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida viver de forma independente e exercer seus direitos de cidadania e de participação social. Então solicitou providencias ao TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE PERNAMBUCO, onde o mesmo encaminhou o departamento de engenharia e arquitetura para realizar as devidas necessidades.

















