Moradores da Vitória vivendo num “mar de bosta”!!


De maneira geral a vida não está fácil para ninguém. Se já não bastasse todas as dificuldades do stress diário, atualmente, nós brasileiros,  estamos na “crista da onda” do fantasma do desemprego. Para os pernambucanos, pontualmente falando, a “nuvem negra” da violência parece haver pairado  sobre nossas cabeças. No nosso torrão, Vitória de Santo Antão, a população permanece em compasso de espera, pois, até o presente momento, a nova gestão municipal ainda não colocou a mão na massa. Contudo, se não bastasse todos esses percalços, para os moradores da Rua 14 e adjacências, bairro da Bela Vista, as coisas conseguem ficar ainda pior. Para esse pessoal, literalmente, a vida tem sido um “mar de lama” (para não dizer “mar de bosta”).


Pois bem, recentemente, recebi um pedido de “help”. Um morador da referida comunidade, entre outras coisas, disse-me que lá, as pessoas estão sofrendo muito por conta dos transtornos causado pelo estouro de um esgotamento sanitário. É importante dizer: O PROBLEMA NÃO NOVO. Entre pioras e melhoras, se arrasta por anos, e ninguém dá jeito. Lamentou o dito cujo.

Ao longo da via pública corre, perenemente, água fétida e tudo mais que se possa imaginar de dejetos, naturalmente, impróprios para se viver bem, sobretudo para as crianças, principais vítimas desse descaso.

Ainda segundo o morador, os pequenos comércios da localidade – banca de frutas, pizzaria, mercadinho e etc -, Além dos efeitos da desaceleração da macroeconomia, os “coitados” estão perdendo os fregueses, pois quem “diabo” vai querer meter o pé na “bosta” para comprar alguma coisa ou fazer um lanche?

Pois bem, após observarmos os muitos registros fotográficos, enviado pelo aflito, desolado e revoltado morador resta-nos, na qualidade de imprensa, indagar as autoridades do município: qual foi o pecado  ou os pecados cometidos por esses moradores? Por que é que até agora as “senhoras” COMPESA E PREFEITURA, não tomaram uma atitude? Será mesmo que esse pessoal tem obrigação de  viver na bosta?

Com a palavra os responsáveis pelo descaso e inoperância…

Silvio Serralheiro é destaque empresarial.

Recentemente o amigo empresário vitoriense, Silvio Serralheiro, recebeu o Prêmio Destaque Empresarial na vizinha cidade de Glória do Goitá. Esse tipo de notícia, para quem o conhece e goza da sua amizade, é motivo de alegria. Silvio é um sujeito “sangue bom”. Portador de  um estilo próprio, é guerreiro e avança com naturalidade, nas mais diversas áreas de  que atua. Portanto, segue nossos parabéns ao amigo Silvio Serralheiro.

Compositor Aldensio Tavares: virando mais uma folha do calendário.

Hoje é dia de parabenizar nosso colunista, Aldenisio Tavares, por mais uma passagem natalícia. Na qualidade de consagrado compositor vitoriense, Aldenisio, tornou-se uma espécie de patrimônio vivo dos antonenses. Do carnaval ao religioso, do brega ao forró e do romântico à batida descartável, Aldenisio, com sua versatilidade e sensibilidade, já musicou, em verso e prosa, nossa Vitória de Santo Antão nas mais diferentes configurações. Parabéns amigo!! Que a natureza lhe conceda pelos menos mais uns cem anos de vida!!!

Representação do Instituto Histórico participou da 2ª Sessão Magna Cultural do Bicentenário da Revolução 1817, promovida pela Maçonaria.

Na noite de ontem (25), uma comissão especial de sócios do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória, capitaneada pelo seu presidente, professor Pedro Ferrer, se fez represente na 2ª Sessão Magna Cultural em homenagem ao Bicentenário da Revolução Republicana de 1817. O  evento foi promovido pela Grande Loja Maçônica de Pernambuco, ocorrido na Antiga Sede da GLMPE, na cidade do Recife.

Na ocasião, entre outras comemorações e condecorações, o professor Doutor, José Luiz da Mota Menezes proferiu brilhante palestra realçando as causas e efeitos, assim como a participação e importância da Maçonaria no marcante episódio aludido.

A VONTADE DO POVO E A ATIVIDADE GOVERNAMENTAL

O Direito Eleitoral no Brasil, em sua evolução histórica, pode ser dividido em três grandes fases: Período colonial; Período Imperial e Período Republicano até os dias atuais, estando atualmente a refletir a vontade desse povo, com objetivo de valorizar a cidadania democrática.

PERÍODO COLONIAL

O período colonial do Direito Eleitoral Brasileiro compreende desde o descobrimento, tornando-se colônia do Reino de Portugal, até a Independência, em 1822. Nesse período o país era governado por uma monarquia hereditária e vitalícia. Entretanto, nas vilas e cidades fundadas havia organização política republicana, onde o governo era constituído por meio de eleições populares, para os cargos ditos oficiais de: Vereadores, Juiz e Procurador do Conselho.

A presidência de uma vila cabia ao Juiz Ordinário. Os Vereadores compunham a Câmara e o Poder Executivo era exercido pelos Procuradores. Essas eleições eram disciplinadas pelo Código das Ordenações do Reino em determinadas vilas e cidades.

O sufrágio era universal, pois a plebe podia votar. Entretanto, só podiam ser votados os indivíduos pertencentes à nobreza das vilas e cidades e eram denominados homens bons ou republicanos. Portanto, só os nobres e seus descendentes podiam ser eleitos nesse período.

As eleições eram divididas em duas fases: a eleição de primeiro grau e a eleição de segundo grau. Assim, cada cidadão se dirigia à mesa eleitoral e dizia ao escrivão, junto ao seu ouvido, o nome de 06 pessoas. Essas 06 pessoas, chamadas de homens bons, eram quem votavam na eleição de segundo grau.

No segundo grau, os 06 eleitores escolhidos pelo sufrágio universal, escolhiam os membros do Conselho, para os próximos 03 anos. Esses 06 eleitores, após separados em 03 grupos de 02, eram levados a uma casa para escolherem as pessoas da nobreza da vila ou cidade que iriam ocupar os cargos eletivos.

Superada essa segunda etapa ou fase, passava-se ao processo de apuração. Esses 03 grupos entregavam as suas relações ao Juiz mais antigo, que juntava em uma folha de papel denominada pauta, os nomes relacionados pelos eleitores do segundo grau.

Ao Juiz cabia o importante papel de conciliar os nomes, selecionando de acordo com critério de conveniência e praticidade, os governantes dos próximos 03 anos, de maneira que a vila ou cidade fosse melhor governada.

Assim, escolhidos os nomes que iriam compor os 03 próximos governos, o Juiz escrevia em pequenos pedações de papel os nomes dos governantes, separados por cargo e por ano de mandato. Após, colocava cada pedaço de papel em esferas de cera do tamanho de balas de canhão, chamadas de pelouro.

Eram fechadas essas esferas de cera e colocadas em sacos de pano e após, colocadas em cofre de ferro, com 03 fechaduras, cujas chaves eram entregues a 03 vereadores cujos mandatos estava se extinguindo, de forma que para abrir o cofre, seria necessária a presença simultânea dos 03 ex-vereadores.

A cada ano, as chaves passavam sucessivamente aos vereadores cujos mandatos terminavam. Ao final de cada ano, os oficiais da Câmara Municipal publicavam um edital convocando o povo e os homens bons para a abertura dos pelouros.

No dia marcado, um menino de até 07 anos de idade era escolhido para enfiar a mão em cada compartimento do saco para sortear um pelouro. Assim eram designados os governantes do ano seguinte. Após, o saco era guardado no cofre novamente.

Sorteados os pelouros, os nomes eram levados ao conhecimento do ouvidor-geral, que expedia a chamada carta de confirmação de usanças, correspondente as atuais diplomações dos candidatos eleitos. A posse dos eleitos ocorria no 1º dia de janeiro do ano seguinte. Tinha-se, assim, o processo eleitoral na fase Colonial do país.

PERÍODO IMPERIAL

Com a independência do Brasil no ano de 1824, foi outorgada a Constituição, onde em seus artigos 90 a 97 dispunha sobre o sistema eleitoral. A escolha dos deputados e senadores da Assembleia Geral e dos membros dos Concelhos Gerais das Províncias ocorreria por eleições indiretas. Nesse período eram escolhidos os chamados eleitores de província, os brasileiros no gozo dos direitos políticos e os estrangeiros naturalizados. Nessa fase muitas pessoas eram proibidas de votar em razão da idade, da profissão e da renda anual auferida.

Para ter direito de ser votado para o cargo de deputado, além de ser brasileiro nato, professar a religião do Estado, tinha que ter renda mínima anual de 400 mil réis. A partir de então o Brasil passou a editar sua própria legislação eleitoral, surgindo diversos diplomas legais.

PERÍODO REPUBLICANO

O período republicano é dividido em 02 períodos: da Proclamação da República até a Revolução de 1930; e desta até nossos dias. O 1º período é marcado por uma legislação eleitoral esparsa e o segundo período pelas grandes codificações eleitorais e pela influência de 03 Constituições Federais.

Primeiro Período Republicano

Proclamada a República, foi promulgada a Constituição de 1891 que passou a prever normas referentes ao Direito Eleitoral Federal, surgindo o Congresso Nacional composto pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal, com eleições simultâneas em todo o país. Com a Constituição de 1891 surgiu à inelegibilidade para os cargos de Presidente e Vice-Presidente da República.

Segundo Período Republicano

Com o término da Revolução de 1930, em 1934 foi promulgada a Constituição cuja principal inovação foi determinar que a Justiça Eleitoral torna-se ser órgão do Poder Judiciário. Essa Carta Política atribui aos juízes vitalícios jurisdição eleitoral em sua plenitude e estabelece a competência privativa da Justiça Eleitoral para o processo das eleições em todos os níveis, dispondo também sobre direitos políticos, alistamento eleitoral e as inelegibilidades. Atualmente, o processo eleitoral acha-se fortemente judicializado, visando proporcionar paridade de armas aos concorrentes aos cargos eletivos e que os eleitos realmente expressem a manifestação da vontade popular.

Conclusão

Percebe-se que ao longo da história, o Direito Eleitoral tem sofrido importantes modificações, com a finalidade de alcançar um aperfeiçoamento, para propiciar que a atividade governamental cada vez mais reflita efetivamente a vontade do seu povo.

O Código Eleitoral ainda vigente, datado de 15 de julho de 1965, em seu artigo segundo diz, verbis: “ Todo poder emana do povo e será exercido, em seu nome, por mandatários escolhidos, direta e secretamente, dentre candidatos indicados por partidos políticos nacionais, ressalvada a eleição indireta nos casos previstos na Constituição e leis específicas.”

A Constituição Federal de 1988, em seu artigo primeiro, parágrafo único, dispõe, ad literam: “ Todo poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição.”

Atualmente, os dispositivos que cuidam do Direito Eleitoral expressam de forma direta e forte que no Brasil todo o Poder Emana do Povo que em seu nome será exercido por representantes eleitos por este Povo, de forma direta ou indireta.

Esses dispositivos legais, de tão belos e sensíveis que são mais lembram poemas humanitários e sociológicos, que letras frias da lei. Por tamanha e evidente sensibilidade, com amplo sentido de justeza, merece e deve ser respeitado.

Portanto, a Lei Eleitoral convida o povo brasileiro, cidadãos eleitores, a fazerem valer seus dispositivos legais, a fim de não permitir que esse Poder que lhe emana e lhe pertence, possa continuar sendo mal empregado, em evidente detrimento dos interesses coletivos, de fortes consequências negativas para a dignidade e a qualidade de vida da sua gente. O Brasil, efetivamente, pertence ao Povo Brasileiro e por ele deve ser protegido.

Oswaldo Gouveia

advogado e professor universitário

RECORDANDO COSME DO TROMBONE – Trombonista e arranjador da Orquestra Venenosa da cidade da Vitória de Santo Antão, PE, e, Ex-Aluno do Maestro Aderaldo Avelino da Silva (in memoriam).

Não podíamos esquecer de relembrarmos o dia 09/04/2017 (domingo), onde uma figura que contribuiu com a cultura vitoriense, carnavalesca, cívica, e, orquestral, que faleceu em 08/04/2016, sendo sepultado no Cemitério de são Sebastião nesta cidade da Vitória de Santo Antão, PE, em 09/04/2016, no sábado a tarde. Estamos nos referindo a José Cosme dos Santos, conhecido no cenário musical vitoriense, por Maestro Cosme da Orquestra Venenosa, onde o mesmo arranjava e orquestrava as músicas carnavalescas, organizando-as, para que tudo que fosse trabalhado durante os ensaios, seria executado no Bloco ETsão, conforme os foliões vitorienses viram no último carnaval de 2016 ao vivo, ou, através da Internet, por meio do vídeo, no Jornal Eletrônico, Blog do Pilako da cidade da Vitória de Santo Antão. PE.

Aos componentes da Orquestra Venenosa, ao seu  irmão Joselito – Ex-Trombonista da Euterpe Musical 03 de Agosto, do Maestro Aderaldo Avelino da Silva (in memoriam), a família de modo geral, e, a todos músicos, seja de sopros ou cordas que o conheceram, meus sentimentos. Jamais esquecerei a última conversa que tivemos no dia 25/02/2016, no Cemitério de São Sebastião em Vitória, PE, no sepultamento do Maestro Aderaldo Avelino da Silva, sobre alguns assuntos referentes as minhas pesquisas musicais, que infelizmente, não tive a oportunidade de colocarmos em prática. Teus esforços na música para colocar a Orquestra Venenosa nas ruas da Vitória de Santo Antão, PE, com a tua execução no Trombone de Vara, com seu próprio estilo de soprá-lo, jamais os foliões esquecerão, como também, a minha pessoa, onde tive a oportunidade de conhecê-lo pessoalmente na Euterpe Musical 03 de Agosto, do Maestro Aderaldo Avelino da Silva (in memoriam), com a Sede localizada na Rua da Águia, ao lado do Centro Espírita, no bairro da Matriz. No ano de 1987 a 1994,  onde participamos em diversos eventos.  Descanse em paz amigo Cosme! Deus ti abençoe! Amém!

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João Bosco do Carmo

Ex-Aluno, Ex-Trombonista, Ex-Componente da Euterpe Musical 03 de Agosto do Maestro Aderaldo Avelino da Silva (in memoriam).

Prefeito Aglailson Junior: caminhando por um terreno pantanoso.

A gestão do prefeito Aglailson Junior, por opção, vem caminhando num terreno pantanoso. Além de se comunicar mal a administração, até o presente momento, passa distante da chamada agenda positiva – ferramenta imprescindível para impactar, logo na largada da gestão. A esmagadora parcela da população, ao que parece, comunga do sentimento de que nada mudou positivamente. Parece haver, inclusive, um desânimo generalizado.

Diz um provérbio português: “Esperteza, quando é muita, vira bicho e come o dono”. Os eleitores da nossa Vitória de Santo Antão já estão ressabiados com esse papo de crise financeira, no inicio do ciclo do mandato eletivo.

O estado letárgico, no qual a administração pública municipal vem operando suas atividades suscita, aos mais observadores, algumas linhas lógicas de raciocínio. Segundo interlocutores da atual gestão, e até do próprio chefe do executivo, os cofres da prefeitura estão carentes de recursos. Atribui-se à culpa, desse e de tantos outros problemas,  aos desmandos praticados pelos comandantes da gestão anterior. Até aí, tudo bem. É fato que o grupo político que lhe antecedeu desocupou o Palácio Municipal pela porta dos fundos.

O curioso dessa tal “equação desmonte”, praticada pela gestão anterior, alardeada pelo prefeito  Aglailson Junior, é que até o agora não houve nenhuma publicação para  realçar  os resultados de alguma auditoria oficial, onde exista comprovação da malversação do dinheiro público. Certamente o novo prefeito deve ter informações que interessa a população.

Mas, se o novo prefeito, por motivos alheios a lógica administrativa não promover, rapidamente, uma boa justificativa para essa sua “sonolência administrativa” certamente irá pagar um preço alto – na qualidade de gestor público – além, claro, de produzir um bom argumento para os seguidores do principal grupo político rival, na medida em que ficará “provado” (politicamente), por “A” + “B”,  que independente de quem esteja no poder  a cidade não tem condições estruturais de ser governada, dentro dos anseios razoáveis da população, muito menos  avançar, no quesito qualidade de vida.

A decisão agora cabe, portanto, exclusivamente ao prefeito Aglailson Junior, ou seja:  se o mesmo continuará reproduzindo a mesma política danosa à cidade, administrativamente falando, recorrente nas últimas décadas,  ou se terá capacidade para  imprimir uma NOVA MARCA, pois, até agora, vem sendo O MESMO DOS MESMOS!!!!

JUDÔ- EXAME NACIONAL DE ARBITRAGEM

No último final de semana (22 e 23/04), na cidade de Aracaju / SE, durante a realização do Campeonato Brasileiro de Judô Região II – 2017, foi realizada uma etapa do Exame Nacional de Arbitragem.

Nesse evento, realizaram e foram aprovados no exame, os árbitros da FPJU, Fabiano Rocha e Luciene Silva, para a categoria de “Árbitro Nacional B” e Francisco Fernandes, para a categoria de “Árbitro Nacional C”.

Parabéns a todos! Continuem sempre em busca de novos conhecimentos.

Fonte: Federação Pernambucana de Judô

Na noite da sexta, teve bala na Matriz…


Na medida do possível procuro não abordar o tema da violência urbana, aqui, no nosso jornal eletrônico, intitulado Blog do Pilako. Esse assunto, de certa forma, já vem sendo exaustivamente exposto, diariamente, nas mais diversas plataformas de comunicação,  chegando  ao ponto, inclusive,  de estarmos, aos poucos, banalizando o tema.

Pois bem, se os noticiários televisivos nos coloca “dentro” dos tiroteios, ocorridos nos morros da cidade maravilhosa e a internet, através das redes sociais, nos reproduz o terror das decapitações  – via de regra como código de “conduta e ética” – dentro dos presídios do no nosso estado, não sou eu quem vou multiplicar tudo isso, apesar do assunto gerar altas taxas de audiência para um público, aparentemente, cada vez mais sedento por cenas bizarras.

Desta vez abordo o assunto para realçar minha frustração. Na qualidade de brasileiro, com fé e esperança na minha Nação, tempos atrás, apostei e até fiz campanha, no bom sentido da palavra,  para o processo do “Estatuto do Desarmamento”, ocorrido no inicio dos anos 2000. Naquela ocasião, entre os argumentos, para endossar a campanha, socorria-me da seguinte equação:  com menos armas nas ruas, obrigatoriamente teríamos menos tiros disparados. Ledo engano. Uma década e meia se passou, e estamos, agora, num verdadeiro “beco sem saída”.

As armas continuam circulando “livremente” pelas mãos de pessoas mal intencionadas. Para tê-las, basta querer comprar e ter uma mixaria qualquer no bolso. Aliás, segundo informações de pessoas mais “vividas”, aqui na nossa cidade, existe até locadora de armas com as respectivas balas. O sujeito pega a “danada” num dia e entrega no outro. Podendo, inclusive, nem disparar um tiro sequer, apenas para exibi-la,  nas  devidas “paradas”, com a intenção de arrecadar o dinheiro necessário para o consumo da droga e outras necessidades pontuais. Digo tudo isso, para potencializar minha frustração, diante da constatação de que a Polícia e o Poder Judiciário estão, a olhos vistos, perdendo a guerra para o crime, cada vez mais organizado.

Sobre essa tal de “sensação de insegurança”, que paira, atualmente,  sobre o Estado de Pernambuco, aparentemente ignorada pelos que deveriam fazer justamente o contrário, devo dizer, que  a mesma, nos parece ser a mola propulsora para a não menos perigosa  “sensação de  impunidade”.

Como caricatura dessa cruel e infeliz engrenagem, na noite do feriado da última sexta (21), em pleno Pátio da Matriz, fui obrigado a ouvir tiros disparados de uma pistola. Como reação humana, procurei me abrigar por trás de uma parede, com medo de virar notícia, pois, ser vitima de bala perdida  na nossa cidade, ainda não é uma coisa tão comum assim, tal qual em algumas favelas e morros dos grandes centros urbanos, em determinadas regiões do  território  nacionais.

Encerro,  perguntando: por que é que a delinquência geral,  goza de tanto prestígio com aqueles que deveriam mantê-los afastados da sociedade?

O cantor ZEZO é absoluto na Vitória de Santo Antão

Na noite do sábado (22) estive presente na festa promovido pela L.I. Produções e Eventos que contou, entre outras, com a apresentação do consagrado artista nordestino, ZEZO. O encontro ocorreu na casa de eventos Haras Bela Vista.

Apesar de já conhecer o espaço físico, ainda não havia participado de nenhum movimento  festivo na casa. Indiscutivelmente, no quesito estrutura para grandes eventos, o Haras Bela Vista é o melhor espaço que temos na cidade. Dotada de camarotes, palco, camarins e amplo espaço interno, inclusive com restaurante, o local vai muito além de um espaço para shows.

Já com relação ao cantor Zezo, que construiu “com as próprias mãos” sua carreira vitoriosa, fica-nos a certeza de que,  para o público vitoriense, o mesmo  configura-se  num FENÔMENO MUSICAL. Com estilo musical próprio ele (Zezo) é uma espécie de  legítimo representante do gosto popular. Os festeiros que, fielmente, o acompanham sabem cantar todos os sucessos, por ele interpretado. Participam do seu show animadamente, cantando e dançando, desde o inicio até o fim. “Queiram ou não queiram os juízes” musicais de plantão, ZEZO é o que muitos gostariam de ser e não são, ou seja: ele é “vendedor” de ingresso  em potencial e criou um fá clube consistente, que, na minha modesta opinião,  nem tão cedo será desidratado, pois é formado tanto por coroas quanto por jovens.

Nosso Tiro de Guerra promoveu Solenidade em comemoração ao Dia do Exército.

Por ocasião da passagem do Dia do Exército, ontem, 19 de abril, o nosso Tiro de Guerra promoveu Solenidade Comemorativa. O evento ocorreu na sua sede, localizado no Alto do Reservatório. Além dos familiares da tropa, também participaram das comemorações autoridades civis militares. O comandante do 21ª Batalhão da Polícia Militar, Tenente Coronel Edivaldo Francisco, o Presidente do Poder Legislativo local, vereador Novo da Banca, o Presidente do Instituto Histórico, professor Pedro Ferrer entre outros.

Dentro da programação do evento alusivo ao Dia do Exército, os Sargentos Sidiclei e Clauberrobson, instrutor chefe e auxiliar, respectivamente, promoveram, além das atividades formais do Exército, várias atividades para abrilhantar a noite. Dentre as quais, destacamos a condecoração com o título de “Amigo do Tiro de Guerra” aos seguintes agraciados: Capitão José Eudes de Souza, Tenente Coronel Edivaldo Francisco de Oliveira, Celso Gama Pessoa da Silva e Cristiano de Melo Vasconcelos Barros.

Na ocasião registramos,  em vídeo, alguns momentos da solenidade: Ordem unida, desfile e canção do Exercito, todos com vibração e entusiasmo. Veja os vídeos:

O comandante da Instrução, Sargento Sidiclei, na sua fala agradeceu a presença dos convidados e realçou a importância da data para o Exercito Brasileiro, relembrando à Batalha ocorrida no Monte dos Guararapes. Na direção dos novos monitores, disse: “desejo a todos os monitores sucesso no procedimento das suas atribuições”. Veja o vídeo:

Com a chegada da turma 2017 do nosso Tiro de Guerra –  que incorporou no inicio de março – chegam também os novos atiradores que se identificam com as atividades diárias do serviço militar. Alguns desses jovens, inclusive, confessaram-nos que antes de conhecer o cotidiano do quartel não tinham desejo de servir ao Exército. Veja os Vídeos:

Portanto, eis aí, mais uma noite de glória para o nosso Tiro de Guerra que apesar de dificuldades locais, vem cumprindo com afinco e determinação a missão pela qual foi criado, ou seja:  formar e qualificar jovens para servir à Pátria.

Viagem Pedagógica: História de Pernambuco

Sob a orientação e coordenação dos professores Júlio Reinaux e Acidalia Tavares, participamos, ontem (19), de uma viagem pedagógica. Sob o contexto da história de Pernambuco, entre outros, visitamos a igreja mais antiga do Brasil, em funcionamento assim como uma das fortificações realizada pelos holandeses, no tempo em que por aqui se instalaram, ou seja: Século XVII.

AUDIÊNCIA PÚBLICA – CONVITE.

Registramos o recebimento do convite, emitido pela Câmara de Vereadores – para uma  Audiência Pública que tem por objetivo “discutir a melhoria da segurança pública em nosso município”, proposta pelo comunicador e vereador Jota Domingos.

O evento será realizado no próximo dia 25 de abril (terça-feira), ás 19h, no plenário  Cândido Carneiro.

Príncipe Herdeiro do PSB: muitas explicações para 2018!!

O Jornal do Commercio do domingo (16) publicou matéria denunciando que o então  alardeado projeto para  tornar o Rio Capibaribe navegável, no Recife, como uma das opções para atenuar os efeitos nocivos do caos no trânsito, não passou,  mais uma vez, de  “chuva de verão”, da qual os políticos são mestres em provocar.

Desta feita, o  todo poderoso mandatário do Partido Socialista Brasileiro, Eduardo Campo, falecido em desastre de avião, em 2014, empenhou sua palavra que o tal projeto – Rios da Gente – estaria pronto para a Copa da FIFA, realizada no Brasil. Nada feito !!! Tudo cascata!!! Conversa para boi dormir.

Na década de 1980, lá pelas bandas do Recife, quando cheguei para estudar, ouvi falar nessa mesma conversa. Ou seja: que iríamos ter barcos, carregando gente, como se ônibus fossem. Como forma de novidade, naquela época, fui dizer a papai – Zito Mariano. Ele escutou atentamente minhas explicações, e disse: “desde solteiro, quando fazia entrega de farinha pelo Recife, que escuto falar nisso, quem sabe um dia isso num aconteça”. Numa conta rápida, papai casou em 1955, ou seja: há mais de 60 anos que essa mentira vem rolando.

Resta-nos, portanto, agora, colocar nossas esperanças nas chamadas delações premiadas, para sabermos ao menos o que foi que fizeram com os mais de 50 milhões de reais, aplicado nessa “parada”, nos últimos cinco anos. Em Pernambuco, nas eleições do ano que vem (2018), a cúpula do PSB terá que arrumar explicações para muita coisa, afinal, o herdeiro do maior cacique da sigla pretende continuar o legado político do pai. Certamente nossa cidade, Vitória de Santo Antão, será um dos grotões usados,  pela cúpula partidária,  para  que seja amealhado os sufrágios necessários, para  que o mesmo garanta a viagem à Brasília.

Pitú lança lata especial para o Abril pro Rock

Os apreciadores do bom e velho rock and roll ganham mais uma latinha temática da Pitú para a coleção. A cachaçaria lançou, nesta segunda-feira (17/04), três milhões de unidades da sua embalagem de 350 ml da cachaça tradicional com a arte personalizada do Abril pro Rock 2017 – festival consagrado na cena musical pernambucana e que este ano acontece nos próximos dias 28 e 29, no Classic Hall, em Olinda-PE. O layout da lata especial utiliza a ilustração oficial do evento e foi adaptado pela agência Extra Comunicação. O público do festival Abril pro Rock contará, também, com ações interativas da Pitú assinadas pela agência Ampla Comunicação.

A latinha do Abril pro Rock é bastante esperada pelos colecionadores de produtos da Pitú. Em todos os anos a marca lança embalagens personalizadas para o festival e também para datas comemorativas como Carnaval, São João e Réveillon. O diretor comercial e de marketing da Pitú, Alexandre Ferrer, explica como surgiu a ideia da criação das latinhas temáticas: “A nossa intenção é estreitar cada vez mais a relação de afetividade entre a marca e o consumidor oferecendo um produto diferenciado. É uma forma, também, de registrar na memória momentos especiais e comemorativos”.

Com informações da assessoria de imprensa.

CINECLUBE AVALOVARA – COLABORE!

O Cineclube Avalovara é um projeto cineclubista que realiza sessões mensais gratuitas no Teatro Silogeu do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória de Santo Antão. Temos como proposta ser um espaço que contribua na formação cultural e crítica dos espectadores e na popularização do cinema, exibindo obras que geralmente não fazem parte do circuito comercial e da programação de TV. Assim, os filmes escolhidos são dos mais variados gêneros, abordando diversos temas e dando espaço tanto para produções de curta e curtíssima duração quanto médias e longas-metragens.

Este mês o Cineclube Avalovara está completando 4 anos de (r)existência, e no próximo dia 23 de abril será realizado um evento para comemoração. A sessão contará com a exibição de um filme (ainda surpresa) e apresentação de bandas da cidade.

Para a realização do aniversário, serão necessários o aluguel de equipamento de som, gastos com transporte dos equipamentos, equipes e artistas colaboradores e ajustes no Teatro Silogeu (blackouts na porta e janelas e limpeza). Como o cineclube não cobra ingressos e nem possui patrocínios, estamos fazendo essa vaquinha como forma de angariar fundos para a realização do evento.

Caso exceda o valor das doações, o dinheiro será destinado à manutenção do cineclube durante o ano de 2017.

Nossas ações são muito importantes para a propagação de uma cultura ainda muito elitizada e restrita. E mais: para a formação crítica e cidadã das pessoas.

PAGUE PRA VER! – Clique e colabore!

Mais informações: www.facebook.com/cineavalovara