Nova gestão municipal começa ganhar forma…

Nesse início de nova administração municipal, aos poucos, a gestão vem ganhando forma. E, paradoxalmente, o marasmo se instalando. Ao eleitor que sufragou seu voto, majoritariamente, pela não continuidade administrativa, na última eleição municipal, resta-lhe, apenas, recolher-se a sua insignificância e renovar sua fé e esperança para outra oportunidade, que certamente lhe parecerá um novo embate. Imagino!

Ao que parece o sentimento de mudança do eleitor nativo será, mais uma vez, deixado de lado e prevalecerá, pelo nadar da carruagem, o “modus operandi” já reinante na nossa urbe, há décadas.

Maus exemplos, temos aos montes.  A feira do milho verde no Largo da Estação, instalada pontualmente em junho de 2015, em função das festividades juninas, hoje, já virou uma espécie de “direito adquirido”, mesmo que contrarie frontalmente à lógica urbana e ponha em risco os transeuntes, sobretudo as crianças e os idosos.

Não podemos ignorar o momento de contingência financeira, muito menos de um ambiente político nacional nebuloso, mas também não podemos deixar de dizer que existe tanta coisa que poderia ser realizada apenas com o ingrediente sagrado da boa vontade que, vez por outra, chegamos a questionar de que serve a abundante inteligência aos políticos.

Diretas já ou já mais?

A mídia nacional mostra diariamente movimentos sociais pedindo “Diretas Já”. Exigem eleições diretas em afronta ao que já determina a CF/88, principalmente, no momento atual de grave fragilidade Republicana.

O fato é que para o caso de vacância do cargo de Presidente da República, nos últimos dois anos da gestão presidencial, o art. 81, §1º, da CF/88, prevê que a eleição para substituição do mesmo se dará de forma indireta, realizada pelo Congresso Nacional, órgão representativo dos Estados brasileiros e de suas respectivas populações, posto que o Congresso Nacional nada mais espelha ou reflete, senão o cerne do eleitorado brasileiro.

Tentar violar a CF/88, no contexto atual, não se mostra prudente. Vemos atualmente, gritante desinteligência em atritos sérios, envolvendo os três Poderes e órgãos de relevância institucional (Judiciário, Executivo, Legislativo, Polícia Federal e Ministério Público Federal), o que deixa a população pensante mais insegura do que já se acha.

É de se questionar então, se esse Movimento “ Diretas Já ” é um movimento realmente espontâneo do Povo Brasileiro, ou não passa de manobras Promovidas por integrantes de Sindicatos e apoiadores do Ex-Presidente Lula? Sabemos que reformas em andamento no Congresso Nacional retiram dos Sindicatos o direito de descontar de todos os trabalhadores brasileiros, um dia de salário por ano, para pagamento de imposto Sindical.

Certamente, se aprovada esta mudança na Lei, montanhas de dinheiro deixarão de entrar nos cofres dos Sindicatos. Lula jamais iria perder o apoio de seus companheiros sindicalistas, de forma que essa alteração não passaria no Congresso,

caso fosse eleito. Sendo assim, Sindicato e Lula estão unidos por interesses idênticos. Por óbvio, que financeiro!

Na situação atual, o Ex-Presidente Lula pode candidatar-se a Presidência da República? Pode!

A Lei Complementar nº 64/90, regulamentando o art. 14, § 9º, da CF/88, com alterações dadas pela Lei da Ficha Limpa, prevê os casos de inelegibilidade, assim como prazos de cessação além de dá outras providências quanto à matéria.

Nessa toada, o art. 1º, alínea “e” da LC nº 64/90, prevê que: “São inelegíveis, os que forem condenados, em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão judicial colegiado …. “

Por sua vez, o §4º, do art. 86 da CF/88, determina que: “ O Presidente de República, na vigência de seu mandato, não pode ser responsabilizado por atos estranhos ao exercício de suas funções. “

No caso Lula, para ele ficar impedido de se candidatar, teria que ser condenado na 1ª instância e esta condenação ser confirmada na 2ª instância, antes da eleição presidencial de 2018. Isso porque diz a Constituição Federal que a simples condição de réu não configura fato impeditivo para Lula se candidatar. Por isso, Hoje, ele pode ser candidato.

Por sua vez, o STF entende que um réu não pode ocupar a linha sucessória da Presidência da República. Entretanto, a decisão do STF que proíbe que o réu ocupe o cargo de quem está na linha sucessória à Presidência da República (Presidente da Câmara, do Senado Federal e do STF), não se aplica ao candidato à Presidência da República, pois, nos termos do § 4º, do art. 86, da CF/88, o Presidente da República não pode ser responsabilizado por atos estranhos ao mandato.

É o caso do Ex-Presidente Lula, pois, os processos onde é réu não estão relacionados com o futuro cargo de Presidente da República, por óbvio!

Esse entendimento constitucional parece paradoxal entre à ideia de autonomia e o próprio sistema constitucional. No entanto, é a que prevalece, face ao critério da especialidade da matéria.

Ademais, como visto, o § 4º, do art. 86, da CF/88, proíbe que o Presidente da República seja responsabilizado por atos estranhos ao exercício das suas funções naquele mandato, e, sendo assim, resulta na suspensão de processos em curso, envolvendo fatos que não estejam relacionados diretamente com o cargo de Presidente da República que esteja exercendo.

Dessa forma, qualquer processo contra Lula, estranhos ao exercício do seu cargo de Presidente da República, ficaria suspenso até terminar o seu mandato. É uma espécie de isolamento e proteção dada ao Presidente da República, presente no § 4ª, do art. 86, da CF/88.

Nesse sentido, o Ex-Presidente Lula pode no momento ser candidato a Presidência da República, mesmo sendo réu em diversos processos em 1ª instância. E, mesmo que ele seja condenado em 1ª instância não haverá impeditivo para sua candidatura, o que só ocorreria caso ele fosse condenado em 2ª instância, antes das eleições presidenciais de 2018, pelo TRF – 4ª Região.

Por fim, caso seja eleito, mesmo que venha a ser condenado em 1ª instância, por ainda não existir condenação em 2ª instância antes da sua posse, os processos em curso contra ele seriam suspensos, até o término do seu mandato, nos termos da Constituição Federal.

Restaria processualmente, alternativa perante a Justiça Eleitoral, em Ação Eleitoral, como, por exemplo, Recurso Contra Expedição de Diploma (RCED), previsto no art. 262, do Código Eleitoral, proposta até 03 dias após a diplomação, por força da inelegibilidade superveniente ao registro da sua candidatura.

Para que Lula não possa se candidatar, só três possibilidades existem, são elas:

a) Uma decisão condenatória em 2ª instância, antes do pleito, pois, esta o impediria de concorrer a Presidência da República em 2018;

b) A aprovação de uma emenda constitucional, antes do pleito eleitoral de 2018, que modificasse o § 4º, do art. 86, da CF/88;

c) Alteração na Lei da Ficha Limpa, não se exigindo mais uma decisão colegiada, bastando decisão condenatória em 1ª instância, já valendo para as eleições de 2018 e esta ocorrendo antes da eleição.

De lege ferenda, é preciso que seja entendido que a etimologia da palavra candidato, advêm de cândido, de se ser puro. Portanto, para cargo público eletivo se faz necessário que o candidato seja probo, tenha reputação ilibada, como se exige dos Ministros do STF. Mormente, para ocupação de cargos como o de Presidente da República, Presidente da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.

Com efeito, nota-se que o pós-positivismo e o neoconstitucionalismo tem ideologias próximas e que foram insertas na CF/88. Isso porque o pós-positivismo impõe uma necessária conexão entre Direito e Moral. Já o neoconstitucionalismo, diz não ser possível separar-se valores éticos e jurídicos.

Sendo assim, temos que da maneira como está imposto na CF/88, em nosso ordenamento jurídico, não está vinculado aos candidatos à exigência de terem valores morais em harmonia com os valores jurídicos (reputação ilibada), como condição imposta para ocupação de cargos eletivos, principalmente, para os que envolvam o destino da nação.

Precisamos avançar na teoria discursiva da Democracia Habermasiana, pois, a República Federativa do Brasil constitui-se em Estado Democrático de Direito, no qual todo poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente. O sentido da democracia está justamente na possibilidade de o cidadão exercer a soberania popular, e essa soberania não pode ser entregue àqueles desprovidos de moralidade e reputação ilibada.

Oswaldo Otávio da Cruz Gouveia
Advogado e Professor Universitário

Mesa Diretora da Assembleia Legislativa dá um péssimo exemplo às gerações futuras!

Na tarde de ontem (28) ao me encontrar no Pátio da Matriz com o amigo Antônio Freitas ele foi logo me dizendo: “tenho uma coisa para lhe mostrar”. Sacou da carteira um recorte de jornal e após minha atenta leitura, questionou: “você, que sabe escrever, deveria fazer alguma coisa no seu blog”.

Apesar de naquele instante já haver realizado a minha costumeira leitura nos três grandes jornais Capital, confesso que se não fosse à interferência do amigo Antônio Freitas o fato, por mim, haveria de passar em “brancas nuvens”. Não observei a nota, publicada no Jornal do Commercio (ontem -28), na pag 19 – Opiniões. Eis a nota:

Pois bem ao ler a referida nota, escrita pelo senhor Franklin Santos (não o conheço), assim como o amigo Antônio Freitas, fiquei indignado. Comprometi-me, com ele e comigo mesmo, escrever uma espécie de desagravo, para salvaguardar a memória do ilustre Joaquim Nabuco.

Como “prudência e canja de galinha não faz mal a ninguém”, hoje, antes de escrever  “carregando nas tinhas”, sobre esse episódio,  entrei em contato com a superintendência de comunicação da ALEPE – Assembleia Legislativa do Estado de Pernambuco, através do telefone 3183-2211.

A primeira pessoa que me atendeu foi senhora Malú. Identifiquei-me e relatei o conteúdo da nota. Ela, sem maiores delongas, disse não saber do fato e logo transferiu a ligação para outra pessoa. Atendeu-me, então,  Felipe Marques. Esse, com muita educação e preparo, disse haver um mal entendido no conteúdo da nota aludida e que eles já estavam redigindo uma explicação.

Na verdade, segundo falou-me Felipe, não existe troca de nomes, até porque no atual plenário não existe nome algum. A proposta da Mesa Diretora da casa é dá nome – Eduardo Campos – ao plenário do novo prédio que está sendo preparado na Rua da União. O atual – Palácio Joaquim Nabuco – continuará com o mesmo nome. Com as explicações do senhor Felipe, respirei mais aliviado.

O “crime” praticado pela mesa diretora, capitaneado pelo seu presidente, Guilherme Uchoa, doravante, passa a ser, por me catalogado, como de “menor potencial ofensivo”. Ainda me utilizando das informações do senhor Felipe Marques, o novo prédio da ALEPE se chamará Miguel Arraes de Alencar.

De posse de todas essas informações não posso deixar fazer algumas ponderações:

Ora! Num seria um excesso de bajulação colocar o nome do avô (Miguel Arraes)  e do neto (Eduardo Campos), de uma só vez, no novo prédio do Poder Legislativo do Estado? Acho que sim!!

Não obstante haverem sido governadores da nossa Província e políticos nacionalmente conhecidos, Pernambuco tem história! A nossa Capitania não começou com os “Arraes”… Nas nossas terras derramou-se muito sangue por liberdade, igualdade e devoção: Restauração Pernambucana, Revolução de 1817, Confederação do Equador (1824) e a Insurreição Praeira, no segundo reinado são inequívocos exemplos de episódios que revelaram figuras emblemáticas à consolidação da Nação Brasileira.

Aliás, sem sair da seara política, cuja liturgia é algo próprio, distante dos discursos e fora da lógica aplicada a toda sociedade, na própria composição da Mesa Diretora da ALEPE e nas arrumações das chapas majoritárias – governador, vice e senadores – aplica-se à regra da proporcionalidade, sob o argumento do equilíbrio: nunca se privilegiando uma só corrente política. Ou num é? Não se pode, sob qualquer argumento, apagar a história de quem quer que seja. Acho que os senhores deputados, se assim procederem, estão dando um evidente atestado de sucinto conhecimento histórico e um obtuso mau exemplo às gerações vindouras.

De resto encerro essas linhas dizendo que não consigo encontrar elementos mínimos para tentar comparar Joaquim Nabuco com Eduardo Campos – o que não foi ocaso.  Ao tentar realçar seus feitos, suas obras, suas contribuições coletivas, seus exemplos na vida terrena – em tempos diferentes – só consigo dizer que quanto mais o tempo passa o nome de Joaquim Nabuco aumenta de estatura, na medida em que o de Eduardo Campos apodrece, no transcorrer da operação Lava Jato.

“FORROZÃO DA PITÚ” mantém tradição junina!

Marcando o calendário junino vitoriense há mais de uma década o “Forrozão da Pitú2017 manteve a tradição. Realizado pela primeira vez no Haras Bela Vista, o evento teve como atrações musicais Geraldinho Lins e a dupla sertaneja Felipe e Gabriel. Veja os Vídeos:

Uma quadrilha junina estilizada, dirigida pelo grupo vitoriense Maquina Teatral, apresentou-se no evento. Na ocasião anunciou-se sua participação no concurso da Rede Globo Nordeste, na qualidade de representante da nossa cidade. Veja o vídeo:

Sob o comando do casal amigo, Charles e Lizandra, a Kiko Produções se esmerou em proporcionar uma noite agradável aos participantes do evento. Animado do o inicio até o fim, a festa agradou os forrozeiros vitorienses.

Na ocasião registramos, em vídeo, a satisfação do amigo Charles Romão pelo sucesso de mais uma edição do Forrozão da Pitú. Veja o vídeo:

Em Vitória, Igreja Católica registra passagem do Dia Mundial das Comunicações

Mesa Redonda comunicação social

Uma mesa redonda de reflexão marcou a noite da última sexta-feira (26/05), no Teatro Silogeu da Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata, para debater o que expõe a Carta do Papa Francisco para 51º Dia Mundial das Comunicações, trazendo o tema: “Não tenhais medo, que Eu estou contigo – Comunicar esperança e confiança, no nosso tempo”.

A iniciativa foi promovida pela Pastoral da Comunicação (Pascom) que tem seus núcleos em todas as Paróquias de Vitória, com o apoio do Vicariato Vitória, coordenado pelo Monsenhor Maurício Diniz, pároco da Matriz de Santo Antão. Na oportunidade, padres, blogueiros, radialistas, escritores e professores partilharam suas visões acerca da Carta do Papa aos Comunicadores junto ao público presente.

O Papa Francisco vem através desse documento reforçar junto aos comunicadores a  tarefa de estimular a Evangelização, procurando levar a população fatos do mundo a partir de um ponto de vista positivo, tendo em vista que assistimos por diversos meios a espetacularização de notícias trágicas que acometem a sociedade.

Lissandro, J. Santos e ClaytonAlém do Padre Maurício, participaram da mesa redonda o Pe. Rosivaldo (Paróquia de Água Branca), Pedro Ferrer – presidente do Instituto Histórico, os Blogueiros Lissandro Nascimento e Danilo Coelho, os radialistas Jota Santos e Márcio Lima, o escritor Clayton Cordeiro, bem como as professoras Maria Nazareno e Antonia da Paz.

O Monsenhor Maurício Diniz ressaltou a vontade em estimular a relação da Paróquia com a Imprensa local, considerando que este foi o primeiro passo “para germinar a semente” da construção de conteúdo positivo junto às mídias, conforme reflete o Papa Francisco.

O editor do Blog A Voz da Vitória e Diretor da ABlogPE, Lissandro Nascimento, parabenizou a iniciativa da Igreja Católica. O Blogueiro lembrou que a comunicação é um direito humano e de que sua evolução é baseada no acúmulo cultural da sociedade, aproveitando para fazer um breve histórico dos meios de comunicação. “É importante frisar que a disseminação de uma notícia mais positivista parte de duas essências, a primeira é indagarmos de quem é o dono do condutor do veículo, e a outra é a superação do conceito individualista e consumista que presenciamos na relação humana, tão questionada pelo Papa Francisco. A construção de um bom conteúdo midiático parte também da necessidade de ampliarmos os canais de comunicação a muitas vozes da sociedade civil, valorizando este País com perfil multicultural, pelo qual reforça o papel das igrejas neste esforço de amadurecimento social”, defendeu.

51 Dia Mundial da Comunicação Vitória PE

Fonte: Blog A Voz da Vitória

Moradores da Rua “Nova Vitória” estão dando exemplo ao MUNDO!

Nem tudo está perdido! É com essa frase que começo essas linhas para divulgar uma ação coletiva, protagonizada por alguns moradores da Rua Severino da Costa Gomes (Nova Vitória), localizado no bairro da Matriz, na direção dos chamados “catadores de produtos recicláveis”.

Pois bem, por lá, sem nenhuma intervenção do Poder Público ou qualquer ONG do gênero, fixaram em um muro tecidos nas cores básicas da representação reciclável: (verde – vidro), (azul – papel), (amarelo – metal), (vermelho – plástico).

De maneira colaborativa e sem qualquer interesse financeiro os moradores estão, em  suas respectivas residências,  separando seu lixo e depositando-o de maneira seletiva no painel correspondente.  Alguns catadores – sem hora marcada ou qualquer aviso previu – passam e coleta o material,  já separado e limpo, pois,  assim,  os produtos agregam cerca de 40%  no valor, na hora da revenda

Pois bem, enquanto os políticos brasileiros estão nos dando exemplos de como não devemos proceder, nas mais variadas situações, alguns moradores da nossa Vitória de Santo Antão – em atitude diametralmente oposta –  estão ofertando ao mundo um belo exemplo de civilidade e amor ao próximo!

Em Vitória a AGTRAN continua sem “sinal de vida”!

Dias atrás, aqui pelo blog, cobrei da AGTRAN “sinal de vida”. Na ocasião, entre outras coisas,  sugestionei à implantação da campanha internacional – MAIO AMARELO – na nossa cidade. O mês de maio está se findando e até agora NADA!

Praticamente cinco meses já se passaram, sob a regência da nova administração municipal,  e até o presente momento, na questão da MOBILIDADE URBANA,  nossa cidade continua sem direcionamento, sem “pegada”, para não dizer PATINANDO.

Hoje pela manhã, por exemplo, registramos que um ônibus escolar da própria prefeitura ficou estacionado, “sem a menor cerimônia”, em cima da calçada e ainda por cima no sentido contrário da via, próximo à Antiga Estação Ferroviária,  ou seja: TUDO ERRADO. Chego até a imaginar que esse condutor nem habilitado deva ser.

Sai prefeito, entra prefeito, fica prefeito, entra novo prefeito e até o presente momento o trânsito da nossa cidade continua  na mesma bagunça. O que é  que falta para que o mesmo seja tratado com a devida seriedade pelos nossos gestores? Vitória continua sendo o município pernambucano que possui menos agentes de trânsito nas ruas, tanto em números reais quanto proporcionais. Aliás, essa é uma realidade não é nova e nos parece, pelo andar da carruagem, que ainda vai continuar na ordem do dia.

Portanto, mais uma vez, cobro do novo diretor da AGTRAN, Elmir Holanda, alguma atitude no sentido do planejamento da sua gestão. Quais serão os próximos passos da AGTRAN na nossa cidade? A mesma continuará na plateia ou entrará em campo para jogar?

Heitor e seus conhecimentos sobre a “Civilização Maia”.

Ao amigo e companheiro de sala de aula, Heitor Acioli, rendo-lhe, mais uma vez, minhas homenagens. Dessa vez ele nos enriqueceu ao buscar um ponto foro da curva, como bem realçou o nosso mestre, Júlio Reinaux, ao se aprofundar e até levantar novas teses sobre a Civilização Maia, que convenhamos é algo que a grade curricular posta não nos “incentiva”.

Portanto, apesar de todas as dificuldades inerentes às pesquisas dessa natureza, sobretudo ao colega Heitor que tem uma limitação visual e busca complementar boa parte dos seus conhecimentos através dos áudios, no canal do youtube, sua apresentação,  para todos nós,  configura-se num claro atestado de superação e lição de vida. Assim sendo, não poderia deixar de fazer esse registro, parabenizando-o, mais uma vez.

Brasília: BRIGA DE “GANGUES” EM DISPUTA POR TERRITÓRIO!

Com o apoio imprescindível do canal do youtube, ontem (24), por acaso, revivi alguns momentos históricos das eleições presidências 1989, cujo pleito contou com vinte e dois candidatos e reabriu um novo tempo político na Pátria de Chuteiras. Naquela ocasião, a maioria do eleitorado estava votando pela primeira vez, na escolha de um presidente da república– a última havia ocorrido em 1960.

O chamado pluripartidarismo, desde o inicio dos anos 80, provocou, na nação brasileira, um frisson, um otimismo cívico, afinal, antes, sob o regime militar, votava-se, apenas,  em parlamentares da ARENA ou do MDB e acho que em prefeitos de cidades pequenas. À possibilidade de um “cardápio partidário” bem mais amplo e à legalização de siglas históricas, mais adiante, consolidava, definitivamente, a DEMOCRACIA BRASILEIRA.

Pois bem, atualmente diante da falência moral da classe política brasileira, onde apenas uma empresa – JBS –  pagou propina para quase dois mil vigaristas e, diante das cenas protagonizadas em Brasília, ontem (24), patrocinada com o dinheiro público, através das centrais sindicais e movimentos sociais, chegamos a questionar, mesmo que por alguns instantes, O QUE FIZEMOS COM A NOSSA LIBERDADE POLÍTICA?.

O povo – fiador de tudo isso – continua acuado, assistindo, assim como ocorre nos morros cariocas, UMA VERDADEIRA DISPUTA DE GANGUES PARTIDÁRIAS. De um lado, os que roubaram e sangraram  a Petrobrás e o BNDES, do outro os que também meteram  a mão no dinheiro público e deram cobertura a tudo isso e, agora, querem protagonizar novas trapaças, até porque eles – senhores denunciados – representam os dois lados de uma  mesma moeda.

Voltando ao início do texto, gostaria de dizer que lá em 1989, no primeiro turno da eleição presidencial, votei no candidato Mário Covas. No segundo turno votei em Collor. Hoje, quase trinta anos depois, justifico minha opção por questões obvias, ou seja: o discurso do Lula, naquela ocasião, era muito radicalizado e pouco confiável. Hoje, após as operações policias deflagradas, no âmbito da Operação Lava Jato, entendo que erraria de qualquer  jeito, pois os dois, sem tirar nem pôr, são a mesma coisa, apenas se apresentam de formas diferentes para enganar todos nós.

Mas, para concluir, recomendo a visualização do vídeo abaixo, realçando um pouco dos pensamentos do então candidato Enéas Carneiro, do Prona (56). Lá atrás, a mídia cuidou de estigmatiza-lo como “um louco”. Foi constantemente ridicularizado – não obstante suas colocações serem as mais profundas e sensatas. Cabe-nos, portanto, refletirmos, também, sobre a velha frase – século XIX –  do filósofo francês, Joseph-Marie Maistre (1753-1821), que diz: “cada povo tem o governo que merece”.

Veja o vídeo:

https://www.youtube.com/watch?v=W4axuadd1Bk

O Brasil nunca mais será o mesmo! AVANTE LAVA JATO!

O Brasil está vivendo uma das maiores crises da sua história. Até aí, nenhuma novidade. A quantidade de pedido de impeachment, na direção do presidente Michel Temer não para de crescer, já passa de uma dúzia. Por mais que o discurso, por parte do chefe do executivo federal, seja pela continuidade do governo sua renuncia será o caminho natural, para que seja preservado o pouco que o conjunto administrativo construiu,  nesse pouco mais de um ano de “gestão tampão”. Daqui, do “centro meu mundo”, imagino já haver em curso, nos bastidores, adiantas tratativas nesse sentido, afinal, esse pessoal não é principiante na atividade política.

Acredito estarmos assistindo o momento de maior descrédito da classe política nacional. O “conjunto da ópera” apodreceu. Ex-presidentes, presidenta, vice que assumiu, ministros, ex-governadores, principais nomes de partidos de oposição, assessores próximos e até membros do judiciário estão sem condições de colocar a “cabeça do lado de fora”, na janela de casa.

E aí, para acabar de lascar, hoje (24), foi deflagrada a operação “Epístolas”, para prender parentes do traficante Fernandinho Beira Mar. O curioso é que o mesmo encontra-se trancafiado num presídio Federal em Porto Velho e, mesmo assim, consegue  controlar (pasmem!), através de bilhetes, um conjunto de atividades econômicas na Baixada Fluminense, Rio de Janeiro.

Confesso que não sei o que é pior: se escutar Lula dizer que não sabe de nada ou que Aécio “não fez dinheiro na vida pública”. Ou então, saber que Fernandinho Beira controla atividades criminosas à distância ou constatar que o dinheiro do BNDES serviu para turbinar o patrimônio dos já ricos irmãos Batista, hoje, livres, leves e soltos, circulando na 5ª Avenida, nos EUA.

Pois bem, não obstante serem os magistrados, capitaneado pelo juiz federal Sergio Moro, à força motriz dessa verdadeira cruzada de assepsia ética e moral nacional coloco-me a dizer que a raiz de todos esses problemas reside no histórico de impunidade no nosso País, curiosamente promovido pelo mesmo judiciário que hoje abala os pilares da república.

Ora! Se a justiça, ao longo dos anos, houvesse cumprido seu papel com rigor não teríamos chegado ao ponto que chegamos ( a Justiça Eleitoral é um exemplo emblemático).  É verdade que todos nós carregamos na nossa composição genética, pouco ou muito,  a herança do famoso “jeitinho brasileiro”, mas, vale lembrar, que os julgadores de oficio, são preparados para fazer cumprir as Leis. Concluo, dizendo: depois do que estamos assistindo, hoje,  o Brasil nunca mais será o mesmo!! AVANTE LAVA JATO !!!!

CONVITE – 51º Dia Mundial das Comunicações

Registro o recebimento do convite, emitido pela “Pastoral da Comunicação das Paróquias da Vitória de Santo Antão”, no sentido do evento que ocorrerá na próxima sexta, dia 26, no Teatro Silogeu, às 19:30h que tem como objetivo promover uma “mesa redonda” na perspectiva à mensagem do Papa Francisco: “Comunicar a esperança e confiança no nosso tempo”. O acontecimento contará com a presença de padres, escritores, professores, radialistas e blogueiros.

O trágico jogo da Baleia Azul, infelizmente, também chegou na nossa Vitória.

Noticia recente dá conta de mais uma vítima do chamado “jogo da Baleia-Azul”. Desta feita na nossa cidade, Vitória de Santo Antão. O tema é muito delicado. Para esse tipo de episódio não existe uma explicação pronta e acabada, capaz de narrar tamanha estupidez humana. É importante que ressaltemos: cada caso é um caso.

Fala-se que essa “praga cibernética” surgiu na rede social russa. O termo faz referência às baleias que ficam encalhadas e que acabam morrendo. A macabra relação fatal, segundo alguns especialistas, baseia-se num conjunto de desafios e tarefas que a vítima, tal qual num game alucinante, é obrigada seguir instruções culminado por atentar contra  própria vida.

Há duas semanas um ataque com proporções planetárias, promovidos por hackers, espalhou pânico e correria, nos quatro cantos do mundo. Assim como os piratas dos mares, que saqueavam e roubavam cargas preciosas, os “internautas do mal” sequestraram arquivos e bloquearam softwares de alta complexidade, destravando-os em troca de um “saco de 300 moedas”,  que atende pelo nome de BITCOIN.

Pois bem, para nós, simples mortais, parece que o futuro chegou, definitivamente. Desde os tempos pré-históricos que os humanos convivem com as ameaças, sejam elas individuais ou coletivas. Em nenhum momento da linha do tempo tivemos tanta propriedade do tamanho do mundo que nos cerca, assim como dos seus avanços científicos e até das suas incongruências.

O conhecimento individual é algo muito perigoso. Na alta Idade Média os católicos dominaram o mundo suprimindo as descobertas e disseminando o caminho do inferno, para àqueles que deles discordassem. Com a chegada dos Tempos Modernos, a partir do século XVI, a civilização parecia haver encontrado a rota da felicidade. Eis que surge, então, o embrião do chamado Capitalismo. Em ato continuo, contudo, a chegada do Liberalismo e  depois do Neoliberalismo foi mais um ato expansionista – com nova roupagem –  do desejo primitivo humano, isto é:  do domínio do homem sobre o homem.

Na sua essência os meios de comunicação de massa, com inteligentes disfarces, entre outras coisas, cumprem a extraordinária função de “pasteurizar” nossas mentes, para sermos  sedentos por desejos alheios às nossas necessidades, tal qual “desfilar pelas ruas e eventos badalados” com uma peça  rasgada da nossa indumentária, em função da MODA.

Portanto, no tempo de agora, entre tantos, esse é mais um desafio. Como conviver com o “pessoal da turma do mal”, que se apropriou da neurociência, para sobrepor e subjugar as massas? Que bom seria, se os avanços, nas mais variadas áreas,  apenas pudessem contemplar as demandas do bem…….Que bom seria!!!!!

Do outro lado do atlântico o “embaixador” vitoriense, Pedro Ferrer, manda notícias…

Genebra, capital da paz. A cidade transpira liberdade e paz. Liberdade ampla em seus diversos aspectos: político, racial, religioso. Este último chamou-me a atenção. Ruas, monumentos e praças grafados com nomes dos reformadores protestantes. A catedral de Genebra originalmente era católica romana, com o advento da reforma, comandada por Calvino, passou para o controle do protestantismo  e sobre sua tutela  , permanece até aos dias atuais. Foi erigido no século passado um muro,”Muro dos Reformadores” que narra a formação do País e o advento do protestantismo. São painéis, gravuras, escritos e grandes estátuas dos reformadores religiosos.

De quebra visitei o Palácio das Nações, hoje sob tutela da ONU. A bandeira do Brasil é a primeira, fica na cabeça da fila. Senti-me orgulhoso, apesar de ….. Pobre pátria, tão distraída e traída. Mas vamos reconstruir nosso país apesar dos PMDB, PT, PSDB, PSOL, DEM e toda essa camarilha de corruptos.

Pedro Ferrer

O prefeito Aglailson Junior precisa se posicionar publicamente na questão dos ônibus dos estudantes!

Apesar de não haver acompanhado presencialmente o movimento público reivindicatório, promovido pelos estudantes universitários, ocorrido na manhã do sábado (20), no nosso Centro Comercial, que teve como principal pauta à questão do retorno dos ônibus que transportam os estudantes locais à Capital Pernambucana, é possível dizer que o mesmo, mais uma vez, cumpriu seu papel.

Na nossa cidade, de maneira geral, por incrível que possa parecer, essa questão – transporte público –, desde o seu nascedouro – na visão dos governantes –  está muito mais atrelada ao processo eleitoral do que mesmo à ceara administrativa. Deve-se levar em consideração, também, que não há muita clareza na legislação, quanto à sua aplicabilidade legal. Mas, independente de qualquer coisa, o pleito  dos estudantes é legítimo, até porque, à prestação desse serviço (aos eleitores) é algo considerado, com relevo,  nos respectivos planos de governo, dos então candidatos a prefeito.

Pois bem, em um passado não muito distante até um ônibus de primeiro andar foi apresentado como a melhor solução para os alunos, mesmo que à aplicação dessa alternativa confrontasse a lógica viária –  uma vez que o melhor uso desse tipo de veiculo esteja direcionada às viagens com longas distâncias.

Na última campanha eleitoral, o então candidato a prefeito, Aglailson Junior, acabou sendo o principal “beneficiário” pelo sucateamento dos ônibus e até da descontinuidade dos serviços oferecidos aos estudantes. Na ofensiva, o mesmo,  produziu esperança de dias melhores, na direção dos  insatisfeitos estudantes (eleitores), antes de se eleger e até  mesmo depois  da posse.

Com praticamente cinco meses sentado na cadeira mais importante da cidade, o nosso mandatário,  Aglailson Junior,  ao que parece, ainda não entendeu,  com clareza,  “a dor e a  delícia de ser o que é” – como bem interpretou o bom e eterno Caetano Veloso.

Na qualidade de gestor público, o sujeito não tem o direito de não ser claro, objetivo e conclusivo nas suas decisões. Afinal,  qual é o real planejamento da sua administração para essa demanda? Quais as alternativas que estão postas, até o presente momento? Existe, de fato, um planejamento municipal financeiro para esse tipo de serviço?

Pelo andar da carruagem – conforme outras experiências administrativas locais –  todas essas indagações e duvidas só serão respondidas às vésperas do pleito eleitoral que se avizinha (2018), confirmando assim, aquilo que realcei no inicio dessas linhas. O político Aglailson Junior, nas mais variadas situações, inclusive nas suas peças publicitárias da disputa mais recente, sempre se “auto-gabor” como um sujeito fiel aos compromissos assumidos e por ser  também  um “homem de palavra”.

Portanto, cabe-lhe, nesse momento, Aliás: Já passou da hora do mesmo,  expor com clareza qual é o seu planejamento ou ação no que diz respeito ao transporte público dos universitários. Falar e responder à população com sinceridade e rapidez, não é favor de nenhum gestor, muito pelo contrário,  é OBRIGAÇÃO, sobretudo nesse momento delicado em que vive o nosso País. Aguardemos, então seus próximos passos.

Varanda do Tadeu: o show de Reinaldo!

Aconteceu na tarde do sábado (20) mais um Encontro dos Amantes da Boa Música, ocorrido na Restaurante Varanda do Tadeu. Por lá, como sempre, música de qualidade! Na qualidade de banda base, os cantores Tadeu e Edmilson interpretaram os grandes clássicos nacionais.

Subindo ao palco, na condição de convidado, o amigo Reinaldo produziu uma qualificada e vibrante apresentação. Eis aí, portanto, um pouco da sua participação. Veja o vídeo: