Caro amigo Cristiano Pilako:
Sempre considerei seu blog uma espécie de “ouvidoria” para os cidadãos da nossa Vitória de Santo Antão. De modo que lanço mão deste espaço, que você sempre nos concede, para relatar-lhe um fato ocorrido na semana passada, mas precisamente no último sábado 03\06\17. Tendo eu visitado a pagina das lojas Riachuelo na web, encantei-me com o portfólio de jaquetas – acessório que uso bastante. Sem conseguir definir qual era a mais bonita, apesar de ser uma pessoa que não compra por impulso, dirigi-me ao Vitória Park Shopping – Centro de Compras da nossa cidade que tem como uma das “lojas âncora” a Riachuelo. Pois bem, lá chegando fui diretamente à Riachuelo, certo que escolheria um dos tantos modelos de jaquetas disponíveis no site. Para minha total decepção, após ser atendido por uma funcionária muito atenciosa, ao pedir para ver e provar as referidas peças recebi uma negativa, pois não existia uma única jaqueta na loja, o que me leva a acreditar que o cliente da Riachuelo que reside em Vitória de Santo Antão e Região, jamais terá a oportunidade de comprar tal acessório, na loja física da Riachuelo daqui, mesmo sendo um cliente detentor do cartão fidelidade da referida rede, o qual confesso: estou pensando em quebrá-lo.
João Nicodemos.
Arquivo da categoria: Editorial
Vereador Edmilson de Várzea Grande fará prestação de contas do seu mandato em praça pública.
Recebemos na nossa redação, hoje, o amigo e vereador Edmilson de Várzea Grande. Sua visita teve como principal objetivo o convite para o evento que será realizado no próximo domingo (11), no Distrito de Pirituba, onde o mesmo fará, em praça pública, uma prestação de contas dos seus seis primeiros meses de mandato popular. Na ocasião, também será realizado o “Luau dos Namorados”, uma espécie de abertura dos festejos juninos na comunidade.
Edmilson está exercendo seu primeiro mandato de vereador. Sua atuação na Casa Legislativa Municipal é pautada, prioritariamente, pelos interesses das localidades que representa – Pirituba, Várzea Grande e adjacências.
Toda vez que tenho a oportunidade de conversar com o amigo Edmilson, fico convencido de que as comunidades da Zona Rural (majoritariamente) acertaram na sua escolha, elegendo-o como representante oficial.
De maneira audível e sem subterfúgios ele se colocar a serviço dos eleitores que representa sem, necessariamente, “vestir” a camisa dos grupos políticos tradicionais da nossa cidade apesar – confidenciou-me – de muitas vezes ser obrigado a pagar um preço, pois, invariavelmente, os políticos tarimbados não são afeiçoados, muito menos gostam de se relacionarem com pessoas que procuram o tortuoso caminho da independência. Veja o vídeo.
Mato “brotando” do calçamento: Blog do Pilako bota prefeitura para trabalhar!!!

Após nossa postagem de ontem (05), realçando a vegetação que “brotava” do calçamento, em um dos cruzamentos viários mais movimentados da nossa cidade, Vitória de Santo Antão, hoje (06), pela manhã, observamos que aconteceu uma rápida mudança na PAISAGEM.
Sejamos também, na medida do possível, agentes da mudanças. Cobrar, aos que tem o dever e a obrigação de executar, em um ambiente democrático, é algo salutar . Nos novos tempos, através das redes sociais, o cidadão comum, politizado e ciente do seu papel social, tem a possibilidade de participar ativamente do chamado “controle social”.
Se no Brasil estamos vivenciando uma crise de representação política, nós, eleitores, estamos errando duas vezes: primeiro, quando os elegemos. Segundo, quando não cobramos!! Portanto, não posso de deixar de dizer: BLOG DO PILAKO BOTA A PREFEITURA PARA TRABALHAR!!!
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Aglailson Junior e equipe: NA DIREÇÃO DA CONTINUIDADE ADMINISTRATIVA!!

Dentre algumas definições para o sentido da palavra “paisagem” fiz a seguinte escolha: “conjunto de componentes naturais ou não de um espaço externo que pode ser apreendido pelo olhar”.
Pois bem, se bonita ou feia, se comum ou descomunal o fato é que qualquer paisagem vista diariamente – sem alteração – acaba, inevitavelmente, por perder a capacidade de fortemente nos impactar, das mais variadas formas possíveis.
Outro dia escutei o depoimento de uma nativa antonense que havia deixado sua aldeia, em 1972, para morar em outros grandes centros urbanos. Eufórica com a possibilidade de voltar à sua urbe, mesmo que de passagem, ao colocar os pés na terra que lhe serviu de primeiro chão foi ao encontro do Pátio da Feira, uma das suas referências de vida. Frente a frente com caos e favelização, lá instalados, disse estarrecida: “Meu Deus! O que fizeram com a minha cidade!”
No cair da tarde do sábado (03), ao trafegar no sentido do Bairro da Bela Vista, esperando o semáforo abrir, observei que em uma das esquinas do Cruzamento da Avenida Henrique de Holanda com a “Subida da Morepe” – como também é conhecida – existe uma “vegetação urbana” brotando do calçamento, que já alcançou “mais de metro”.
Para muitos transeuntes, motoqueiros e motoristas, que por lá circulam diariamente, essa é mais uma paisagem, dentre tantas, que os vitorienses perderam a capacidade de notar sua presença.
Não custa nada lembar que adentramos no sexto mês da nova administração municipal, comandada pelo prefeito Aglailson Junior, mas, contudo, até agora, o sentimento da população é de CONTINUIDADE DE GOVERNO. O contingenciamento financeiro, em todas as esferas do setor público, é algo inegável no entanto, imagino, que se o prefeito e toda sua equipe não procurarem “se mexer” – proativamente – passarão, em breve, à condição de “paisagem administrativa”.
Professora Regina: PARABÉNS PRA VOCÊ!!

Na manhã de hoje ao cruzar a Praça Leão Coroado, casualmente, encontrei com o amigo Claudio Freitas. Após os naturais cumprimentos disse-me ele: “Pilako, Regina está completando setenta anos hoje”. Evidentemente que ele é sabedor de que meus primeiros passos “nas letras” ocorreram sob a orientação da sua irmã, professora Regina. Aliás, as aulas eram ministradas aos discentes no primeiro cômodo (sala) da sua atual residência, no Pátio da Matriz. Juntamente como minhas irmãs mais novas – as gêmeas Alzira e Laura – estudei lá, no início da década de 1970.
Atualmente, próximo do meio século de vida, ainda guardo muitas lembranças desse tempo. Recreio no Pátio da Matriz, festas de São João da escola no Clube Abanadores “O Leão”, aulas de catecismo e etc. Tudo isso está arquivado nas pastas da memória e disponíveis para consultas. Reviver os fatos ainda é a forma mais segura de alongar a vida, pois, lá, no tempo pretérito, não mais existirão surpresas nem sobressaltos, elimina-se o que não foi palatável e abraça-se com o saudável e prazeroso.
Portanto, meus parabéns de hoje seguem na direção da professora Regina, pela marcante passagem natalícia. Se hoje consigo, com certa desenvoltura, transmitir meus pensamentos através da escrita, devo lembrar que quando adentrei, pela primeira vez, na Escola Externato Sagrado Coração de Jesus nem sabia juntar o “B” com “A”.,
Júlio Reinaux comenta no blog.
Meu Amigo Cristiano Pilako !!!
Me senti lisonjeado com as suas generosas palavras… E aqui quero fazer o meu agradecimento pela matéria publicada no seu Blog … Mas também dizer que pra mim, como Professor, e um privilegiado ter numa sala de aula … Um aluno diferenciado como Você … Que enquanto argumenta nas aulas… traz para o debate contribuições de grande relevância para o entendimento do tema discutido … O que acaba enriquecendo as aulas e isso não só facilita a atuação do Professor … Como o obriga a se atualizar ainda mais para entrar em sala de aula … e isso facilita o processo mútuo da aprendizagem e prova a tese de Paulo Freire … Que afirma que se aprende com quem se ensina …
Tenho orgulho de poder dizer, no futuro, aos meus netos … Fui Professor de Pilako … !!!!
Muito grato meu Querido !!!Um grande abraço! ! !
Júlio Reinaux
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Monte das Tabocas poderá receber investimentos para construção do Memorial da Restauração Pernambucana.

Dando continuidade à cobertura da visita do General Jaborandy, ao nosso Tiro de Gurra, a última agenda foi no Monte das Tabocas. Ao nosso Sítio Histórico dirigiram-se autoridades civil e militar. Conhecedor da importância histórica do local, sobretudo para o Exército e para o Brasil, o General Jaborandy , ao pisar naquele no Monte disse sentir “uma emoção diferenciada”.
Na ocasião o presidente do Instituto Histórico da Vitória, professor Pedro Ferrer, narrou acontecimentos da épica batalha, ocorrida em 3 de agosto de 1645. Ao líder militar também foi ofertado um livro que detalha toda logística e estratégica de guerra, usadas pelas tropas luso-brasileiras. Veja o vídeo:
No ponto mais alto do monte, tivemos oportunidade de gravar um vídeo com o presidente do Instituto e o general. Entre outras coisas asseguramos uma exposição do Exército Brasileiro para os festejos cívicos alusivos à Batalha da Tabocas, assim como um possível convênio entre o instituto e 7ª Região Militar.
Aproveitei o momento para reivindicar à Vitória de Santo Antão, assim como aconteceu nos Montes dos Guararapes, recentemente, um investimento no sentido da inclusão do nosso Monte das Tabocas no conjunto de ações visando o Memorial da Restauração Pernambucana. Para nossa alegria o General Jaborandy disse que o processo ainda se encontra numa fase inicial, e nos alimentou com esperança em amplia-lo para o nosso Monte das Tabocas. Veja o vídeo:
Professor Júlio Reinaux: UM MESTRE ADMIRADO!
Na noite de ontem (01), após vinte e sete anos ininterruptos lecionando nas Faculdades Integradas da Vitória, o professor Julio Reinaux ministrou sua última aula, na referida instituição de ensino. Bom camarada e mestre respeitado ele recebeu de todos os alunos do curso de história uma singela, mas verdadeira e calorosa homenagem.
Até pouco tempo não o conhecia. Foi na qualidade de aluno que lhe fui “apresentado”. Nesses dois anos de convivência acadêmica aprovo – com louvor – sua atuação em sala de aula. Natural da cidade de Ribeirão, Julio é um sujeito “sem pantin”, sem muganga e sem cruzeta!
Prático e objetivo o professor Julio Reinaux é a expressão viva da conjugação perfeita da inteligência com a cultura adquirida, sobretudo nos ensinamentos da chamada “faculdade da vida”. Sensível às diferenças e potencialidades de cada aluno procura, na medida do possível, contemplar todos.
Outro dia, após suas considerações em sala, levantei-me e disse: “professor, sua aula é pra se pagar ingresso”. Na qualidade de neófito na docência, imagino que o grande desafio seja o despertar do aluno pelo interesse na argumentação, na crítica, isto é: pelo sentido lógico das coisas, sobretudo na cadeira da história.
Portanto encerro essas linhas numa combinação de tristeza e alegria. À partida de Julio, por motivos já expostos aos alunos, indiscutivelmente, nos entristece. Contudo, a alegria reside justamente em saber que o professor Julio concluiu mais uma etapa da sua vida com galhardia, impávido e com o sentimento de dever cumprido.
Vídeo da sua última aula:
“Se já é ruim durante o dia à noite ainda é pior”: disse um morador da Rua Eurico Valois.
Não obstante haver ocorrido, há cinco meses, mudança na administração municipal local, para os moradores da Rua Eurico Valois – próximo aos supermercados São José e Dora -, segundo relato de um morador, enviado ao blog, por mensagem, o “inferno” continua o mesmo.
Durante o dia, sujeira e esgotos estourados. No horário noturno, acrescenta-se a escuridão em todos os problemas inerentes ao “conjunto da obra”. Ainda segundo o morador que entrou em contato conosco, várias cobranças já foram formuladas aos novos gestores, e até agora NADA!
Como falei outro dia, aqui pelo blog, a gestão comandada pelo prefeito Aglailson Junior começa “ganhar forma” no conceito e na prática, ou seja: CONTINUIDADE ADMINISTRATIVA.
Parabéns ao comunicador Jota Santos.

Ao dinâmico comunicador e amigo Jota Santos, seguem nossas congratulações, pela passagem da data natalícia. Jota, nas mais diversas oportunidades, com ou sem o microfone na mão, demonstra talento e força interior. Parabéns amigo Jota Santos!!
Momento Cultural: Negro – por Henrique de Holanda
Homem negro: se o sol – nessa ansiedade bruta
de quem quer e não pode, – o teu corpo procura,
com o instinto cruel de te vender na luta,
a queimar, ainda mais, a tua pele escura…
Se resistes ao sol, nessa heroica disputa,
fertilizando a terra estéril, seca e dura,
esta cor a tingir a tua carne impoluta
é a rija encrustação de tua rude bravura.
Nem o branco encoraja e nem o negro assombra.
Tanto nos vale a luz, quanto nos vale a sombra.
Desta cor morrerás e morrerás exangue
na luta, que nos dá, pelo teu maior gosto,
a flor que floresceu do suor do teu rosto,
e o fruto que nasceu do vigor do teu sangue!…
(Muitas rosas sobre o chão – Henrique de Holanda – pág. 23).
General Jaborandy visitou nosso Tiro de Guerra.

Sob o comando dos instrutores do nosso Tiro de guerra, Subtenente Sidiclei e Sargento Clauberrobson, aconteceu, na manhã de hoje (01), no Alto do Reservatório, um evento cívico para marcar a visita do General de Divisão José Luiz Jaborandy Rodrigues, ao nosso Tiro de Guerra.
Além da presença dos chefes do Poder Executivo e Legislativo local, Aglailson Junior e Edmilson Zacarias, respectivamente, demais autoridades – civil e militar – prestigiaram o evento, assim como ex-atiradores e o diretor do CAV – Centro Acadêmico da Vitória.
Na ocasião, com entusiasmo, a tropa cantou a canção do Exercido e realizou manobras militares. Veja os vídeos:
Ao fazer uso da palavra o General Jaborandy cumprimentou os presentes e parabenizou o atual instrutor do nosso Tiro de Guerra, Subtenente Sidiclei, pela promoção. Entre outras coisas, realçou à gigantesca tarefa logística desempenhada pela &ª Região Militar em vários estados nordestinos, assim como o importante papel desempenhado pelos Tiros de Guerra, sublinhando o papel social dos atiradores, nas suas respectivas localidades. Veja o vídeo:
Em ato continuo o prefeito da Vitória de Santo Antão, Aglailson Junior, foi empossado no cargo de Diretor do Tiro de Guerra local, oportunidade em que prestou seu juramento, comprometendo-se seguir irmanado com o Exército Brasileiro, na missão de promover o bem o bem estar social. Veja os vídeos:
Na qualidade de guardião da cultura da nossa cidade o Instituto Histórico, através de seu presidente, professor Pedro Ferrer, na ocasião, enfatizou à importância histórica da nossa cidade no contexto pernambucano e brasileiro, evidenciando, naturalmente, o Sítio Histórico do Monte das Tabocas. Ao final da sua fala o professor Pedro Ferrer ofertou ao General Jaborandy um livro contando a história da Vitória de Santo Antão. Veja o vídeo:
O evento foi concluído com uma visita de toda comitiva ao Monte das Tabocas. Oportunamente, amanhã, sexta-feira, estaremos postando fotos e vídeos, reproduzindo os acontecimentos lá ocorridos.

A melancolia dos edifícios eternos
Pilako, antes de vir à Barcelona a única vez que ouvi falar no arquiteto-artista Antoni Gaudí foi quando Caetano, referindo-se a si mesmo, cantava: “sou tímido e espalhafatoso, torre traçada por Gaudí”. Nunca tinha entendido o sentido dessa letra até vir aqui. Praticamente, Barcelona se dobra aos pés do arquiteto e você só entende a razão dessa valorização quando você está diante de um trabalho dele, espantosamente a céu aberto, nas ruas da cidade.
O trabalho dele é assimétrico, contraditório, e por isso Caetano disse que era ao mesmo tempo tímido e espalhafatoso, ou seja, uma torre traçada por Gaudí. Ora, você olha um prédio do homem, na expectativa de enxergar ali um padrão entre uma curva e outra, mas se decepciona (no bom sentido) tamanho o estranhamento. Os olhos fixam-se desejando assimilar tudo aquilo, mas somos constantemente traídos a cada detalhe do trabalho dele. Nem preciso dizer que os arquitetos (alguns que conheci aqui) ficam em polvorosa.
Outro dia estava andando por um parque da cidade, MontJuic, e vi uma vegetação praticamente idêntica às torres que ele fez. Foi quando uma amiga minha me contou que a natureza foi uma fonte de inspiração dele (assim como a funcionalidade).
Como sempre, tentarei aqui fazer reflexões sobre a nossa própria cidade, do que vejo e me encanto, do outro lado do Atlântico. E me recordei que perdemos boas oportunidades por não dar o valor histórico necessário à estética arquitetônica dos prédios antigos de nossa cidade. Lembro que o filme Lisbela e o prisioneiro deixou de ser gravado aí, pois as casas em torno da delegacia estavam modernizadas demais. Ah!, também me recordei da rua Nossa Senhora de Fátima (próximo à Do Carmo chocolataria), com aquelas casinhas coloridas em ordem, que dão um charme pitoresco ao lugar.
Também não falemos só do que há de antigo, falemos também do porvir. Conta Ortega y Gasset que quando Sêneca, ou algum provinciano sofisticado, chegava a Roma e via aquelas construções imperiais, símbolos do poder definitivo, sentia a angústia de que nada de novo poderia trazer para o mundo e que Roma era eterna (e o que poderia ser mais majestoso que aquilo?). Para ele há uma melancolia nas ruínas, que podemos chamar de “melancolia dos edifícios antigos”. Nossos prédios mais emblemáticos, (o sobradinho, as igrejas, a estação e o engenho bento velho, praticamente são cartões postais de Vitória), repousam igualmente melancólicos na nossa cidade. Temos muito arquitetos na cidade, é possível criar uma linguagem própria da arquitetura local?
André, para você Vitória é quase uma Pasargada. Ora, fazer o quê? Somos a metrópole cultural da Mata Sul! Kkkk
Abraços, Pilako!
André Carvalho
Correspondente do Blog do Pilako em Barcelona.
INSTITUTO HISTÓRICO DA VITÓRIA PARTICIPA DE EVENTO NO RECIFE
A utopia de Thomas More: Atividade acadêmica.

Ao sujeito interessado no entendimento das relações humana – no transcorrer da linha do tempo – a obra “Utopia”, escrita pelo pensador inglês, Thomas More, no alvorecer do século XVI, ainda é, indiscutivelmente, sob todos os pontos de vistas, um extraordinário exercício mental.
A obra, se bem discutida e analisada, provocaria intermináveis debates. Seu conteúdo, após múltiplas reflexões sociológicas, antropológicas, religiosas e etc, alimentaria discussões para todo um semestre acadêmico ou até mesmo um curso próprio, que iria muito além de um conhecimento específico.
Aos olhos das ciências já catalogadas, acredito que a verdadeira “Utopia” não reside nas relações sociais da suposta ilha, mas na possibilidade da mudança na natureza humana, apesar de compreendermos que o homem (mulher), no contexto atual, é fruto do meio.
No mundo selvagem, origem de todos nós, encontramos grupos das mais variadas espécies, organizados em “sociedades” hierarquicamente bem definidas, onde, invariavelmente, predomina a lei do mais forte.
No “mundo civilizado” e globalizado, até porque essa é a marcha vigente, e as novas tecnologias estão nos provando isso, imagino haver cada vez menos espaço para as relações humanas horizontalizadas, por mais que esse seja o discurso universal. Aliás, não devemos esquecer que a “maior obra” do homem foi dominar o próprio homem que, nos tempos atuais, defini-se bem na seguinte frase: “TODO O PODER EMANA DO POVO E EM SEU NOME É EXERCIDO”.
Sob o ponto de vista da historicidade, mecanismo que nos coloca dentro do tempo histórico do fato, procurando levar em consideração todas as variáveis inerentes ao cotidiano do acontecimento, neste caso do Thomas More, 1516, realcemos, em primeiro lugar, sua coragem, em segundo: sua inteligência e visão futurística.
Nessa época – final da Idade Média – discordar do clero, mesmo que por pensamento, ou provocar qualquer mudança no humor da nobreza, seria a mesma coisa que assinar a própria sentença de morte. Sugerir, mesmo que sem nenhuma perspectiva concreta, que o povo pudesse trabalhar cooperativado, dormir nove horas por dia e estudar para ascender socialmente, não deixar de ser algo abstrato, surreal, utópico e altamente subversivo.
Realçando às rígidas regras sócias e religiosas da Inglaterra, à época, logo entenderemos que o mundo utópico, imaginado por Thomas More, remonta, mesmo que de forma bastante diferenciada, um modelo social bem definido. A figura “tradicional” do escravo, por exemplo, reproduz algo que ainda perdurou por vários séculos após sua obra e evaporou-se no mundo atual. Aliás, o nosso Brasil foi o último país da América do Sul a elimina-lo por completo.
Mas, não seria nenhum absurdo, dizer que na contemporaneidade o capitalismo e a cultura do consumismo produziu, na nossa “Ilha Planetária”, uma espécie de “gaiola sem grade”, que nos aprisiona e nos escraviza pela vontade de ter e de possuir, mesmo que pelo desejo e pela ânsia, ambos, produzidos por uma química externa, alheia às nossas necessidades elementares, tão bem definida pelos estudiosos da Escola de Frankfurt, na metade do século próximo passado.

Na utopia de Thomas More a guerra é algo abominável. Mas, no entanto, mais adiante, arremata: “os utopianos não fazem a guerra sem graves motivos”. O rei da musicalidade brasileira, Roberto Carlos, certa vez, disse: “não importa os motivos da guerra, a paz é mais importante que eles”. Apesar da distância temporal entre as afirmativas, por incrível que nos possa parecer, ainda conviveremos, por muitos e muitos séculos ancorando nossas frágeis relações de paz naquilo que Jesus Cristo chamou de sepulcro CAIADO – uma espécie de hipocrisia social – onde, invariavelmente, trazer à luz a verdade, seja ela nas relações interpessoais ou na diplomacia intercontinental, seria, indiscutivelmente, uma retumbante declaração de guerra.
De resto, concluo, dizendo que a leitura do referido livro enriqueceu-me. O futuro que se descortina será mais uma etapa da busca utópica pelo mundo perfeito. Onde estará enterrada a formula da felicidade coletiva? Está dentro ou fora de cada um? Suponho que devemos aproveitar o incerto espaço de tempo que nos resta, no chamado “sopro de vida”, para tentar contribuir de forma proativa para um mundo melhor, tal qual sugeriu, no seu tempo (1516), o inglês Thomas More.
EDUCAÇÃO MUSICAL – Uma abordagem referente a composição estrutural da música.
Podemos analisar e expressar as diversas linhas de conhecimentos, no que diz respeito, ao fator Educação. O que está em questão neste momento, onde discutiremos passo a passo, é justamente o que contém o alicerce fundamental desta Disciplina, Ciência Humana, Ciência Social e Ciência Musical, que as vezes a sociedade – sem generalizar – não tem um conhecimento bem fundamentado para absorver a sua mensagem subliminar positiva preenchedora e transformadora, que existe dentro da Educação Musical. A palavra ou o termo Educação Musical, está contido pela sua abrangência no campo musical, em razão da sua própria atuação musicalmente falando. Segundo Med (1996, p.11), em sua obra intitulada, Teoria da Música 4ª. Edição Revista e Ampliada, apresenta as principais partes da música: MELODIA, HARMONIA, CONTRAPONTO e o RITMO. Partindo deste princípio, teremos uma abordagem para começarmos o caminho da pesquisa, do estudo, da análise, e, do crescimento que está focado no ensino da Educação Musical.
Baseado nesta abordagem analítica, e, ao fator estrutural deste tipo educacional, podemos trabalhar o Corpo Discente apresentando de forma bem simples, o que pode ser composto para fortalecer o pensamento pedagógico musical. O interessante no que está sendo direcionado nesta temática, é justamente, que o foco e a essência desta ciência, mesmo se utilizarmos uma outra análise, mas ao trabalharmos a Arte dos Sons, migraremos para o universo do estudo sonoro, onde iniciaremos os princípios pedagógicos e acadêmicos do estudo da Educação Musical.
http://lattes.cnpq.br/8222363703321930
E-mail: bcarmo45.bcm@gmail.com
FESTA DAS NAÇÕES Recife, 02 a 04 de junho de 2017 – Paço Alfândega – Recife – PE

A mostra cultural faz parte das festividades do Centenário do Lions internacional, comemorado em todas as partes do mundo, neste ano de 2017.
Através da exposição de objetos típicos, apresentações culturais, filatelia, degustação de comidas típicas, os países representados divulgarão
suas oportunidades de turismo, além de sua cultura e civilização. Entre os muitos participantes destacaria os representantes dos seguintes países:
Albânia, Benin, Burundi, china, Coreia do Sul, Emirados Árabes, Itália, Japão, Malta, Jordânia, Senegal, Turquia. O evento conta ainda com o fundamental
apoio de importantes entidades culturais. O nosso Instituto Histórico e Geográfico foi agraciado com um “stand”. Apresentaremos um histórico da nossa cidade e
do instituto. Exporemos algumas peças do nosso acervo do carnaval. O Engarrafamento Pitú disponibilizou uma máquina de batidas que ficará à nossa disposição das
16 às 19 horas nos dois dias da Festa das Nações.
Local: Paço Alfândega
Dias: 3 e 4 de junho/2017
Horário: dia 3: das 10h às 22 horas;
dia 4: das 12 h às 20 horas.
Momento Grau Técnico – Vitória.

É com muita tristeza que comunicamos o falecimento do aluno Wagner Dassaiev. O Grau Técnico – Vitória se solidariza com todos os amigos e familiares e deseja força neste momento tão difícil. Que Deus possa confortar a todos.



















