O nordeste inteiro faz festa para “comemorar” o aniversário de Nininho.

Na qualidade de nordestino o amigo Nininho nasceu no dia da maior festa regional – o São João. Ao invés de Valdemiro bem que poderia se chamar João Batista ou Luiz Gonzaga, em homenagem ao dono da festa ou ao maior propagandista dela. Hoje, portanto, nossos parabéns seguem na direção do amigo Nininho,  por mais uma passagem natalícia.

SÃO JOÃO – NO TEMPO DE EU MENINO

Das três maiores festas anuais, o São João é a mais singela e tradicional. O Ano Novo nos trespassa de tristeza, porque sugere a contagem do tempo e amontoa os mortos. Abrimos álbum de retrato e botamos pra choramingar. O Carnaval é uma festa perigosa, de extravasar frustrações. O pessoal só falta correr nu pela rua.

O São João é uma festa mais pacata, que relembra nossas tradições mais atávicas, nossas raízes culturais. Lembro-me do São João das ruas sem calçamento. O mundo parecia um terreiro só. As mulheres cruzavam as pernas, enfiavam as saias entre as coxas, para ralar o milho e o coco, enquanto os homens plantavam o machado nos toros de madeira para fazer as fogueiras. À tardinha, a panela virava uma lagoa de caldo amarelo onde fervia o maná das comezainas juninas. A meninada ensaiava o jeito de ser homem e mulher. De chapéu de palha, bigode a carvão e camisa quadriculada, era quando podíamos chegar mais perto das meninas sem levar carão nem experimentar a sensação de pecado. O coração se alegrava quando sonhávamos com a liberdade de adultos que teríamos um dia. Batia uma gostosíssima impressão de que estávamos bem próximos de fazer o que não podíamos fazer. Os ensaios de quadrilha relembravam a tristeza do último dia. Pois um ano durava uma eternidade, as horas eram calmas, podíamos acompanhar a réstia do sol e contar estrelas. Pamonha, canjica e pé de moleque eram tarefas de dona de casa prendada, de quem o marido se gabava. Tudo era simples e barato, ninguém enricava com a festa. A novidade era a radiola portátil, e os conjuntos eram pobres de tecnologia, mas os instrumentos ricos de som e harmonia, manuseados com habilidade e gosto, na execução do repertório da festa do milho. Quando São Pedro se ia, ficava um aroma de saudade na fumaça das derradeiras fogueiras e no espocar dos últimos fogos.

Sosigenes Bittencourt

Disse o candidato a vereador JB: “no geral, a pessoa não é eleita, ela compra a eleição”.

Em meio a todo esse caos político nacional, onde entendemos que a classe política foi “privatizada” pelo poder econômico  – desde os esquerdistas aos direitistas -, aqui e acolá, ainda encontramos um fio de esperança na tentativa de uma mudança coletiva, não obstante havermos sidos, na qualidade de nação,  confeccionados dentro do escopo da safadeza e da ladroagem, matérias primas do famoso “jeitinho brasileiro”.

Dias atrás, casualmente, encontrei o amigo poeta e produtor cultural antonense, JB, na Praça Diogo de Braga. Bom de papo e sempre focado no seu trabalho, mais uma vez estava ele a circular pela cidade comercializando seu produto original –  aquilo que poderíamos chamar de cultura,  verdadeiramente,   “made in Vitória”.

Após cumprimenta-lo efusivamente, como sempre  o faço, nos colocarmos a conversar sobre os mais variados temas. Acabamos chegando ao campo político eleitoral, uma vez que o mesmo, no último pleito municipal (2016), concorreu a uma das vagas da Casa Diogo de Braga.

Com relação à disputa e sobre o eleitor, disse-me ele: “não encontramos, exatamente, eleitores. encontramos pessoas que querem vender voto. Querem trocar o voto por algum benefício pessoal de imediato”. Com relação aos eleitos, explicou JB: “no geral, a pessoa não é eleita, ela compra a eleição”.

O curioso disso tudo é que o amigo JB, com minúscula vivência nessa atividade –  primeira candidatura para vereador –   já “desvendou boa parte do mistério”, na medida em que a onerosa e super tecnológica Justiça Eleitoral Brasileira, por incrível que possa parecer,  ainda não conseguiu promover nenhum mecanismos que assegure, de maneira justa e honesta, à participação de todos cidadão no processo eleitoral.

Falando ainda, particularmente, no processo eleitoral local, ocorrido ano passado, tive a oportunidade de realizar, no Fórum da nossa cidade,  uma entrevista com o corregedor do TER-PE, Doutor Orson Santiago Lemos, onde, entre outras coisas,  lhe questionei várias incongruências  nas campanhas  e até denunciei à “farra financeira”,  promovida  por alguns candidatos na nossa cidade. Como resposta, o Doutor Orson apelou para a população. Veja o vídeo:

Portanto, no que diz respeito à fiscalização e promoção de direitos iguais, nas campanhas políticas na Vitória de Santo Antão e em todo Brasil, posso dizer que a nossa Justiça Eleitoral continua fiscalizando na velocidade de um “jabuti”, diferentemente da esmagadora maioria dos postulantes e agremiações partidárias que, criminosamente,  atuam  na velocidade de um canguru.

Luís Boaventura: vitoriense bem na fita!

Professor da UNINASSAU tem trabalho aprovado em evento no Rio de Janeiro

Luís Boaventura é o único representante de Pernambuco no evento

O professor de Jornalismo da UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau, Luís Boaventura, teve seu livro sobre os 25 anos da TV Asa Branca, afiliada da Rede Globo em Caruaru (PE), entre os selecionados para a 11ª edição do Seminário Temático Globo/Intercom, que será realizado nos dias 18 e 19 de julho, no Rio de Janeiro. O jornalista é o único representante de Pernambuco no evento, que este ano traz o tema “Comunicação, memória e historicidades”.

Na obra intitulada “ABTV Fazendo História”, Boaventura fala um pouco sobre a história da TV, a evolução da emissora, o modo como o jornalismo avançou durante os 25 anos e relembra fatos históricos de Pernambuco que a TV fez cobertura. O livro, que tem prefácio do jornalista da TV Globo Francisco José, foi lançado na véspera dos 25 anos da emissora, em 31 de julho do ano passado, no Caruaru Shopping, na UNINASSAU, na Feira Nacional do Livro do Agreste (Fenagreste) também em Caruaru, em Garanhuns, e na Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (USP), durante o Publicom da Intercom Nacional também em 2016.

O professor da UNINASSAU conta como foi a experiência de escrever sobre o tema. “O processo que iniciou-se como uma pesquisa para artigo e resultou no livro durou 10 meses. Depois foram as revisões, diagramação e impressão. Tive uma vantagem de ter trabalhado por mais de cinco anos na emissora e antes disso ter sido estagiário da mesma durante as férias. Então já conhecia histórias e as pessoas que deveria procurar para subsidiar as informações necessárias para o livro”, relatou.

Para Boaventura, o evento será uma oportunidade para trocar informações com pesquisadores respeitados e reconhecidos e que poderão ser usados como referência bibliográfica nos trabalhos científicos desenvolvidos com os alunos na Instituição. “Estou muito feliz, pois consegui me inscrever e de primeira fui aceito. A expectativa é de atualização. Estaremos lá com os grandes pesquisadores do telejornalismo acompanhando o que a principal emissora da América do sul está produzindo de novo”, comemorou.

A coordenadora dos cursos de Humanas da Instituição, Anny Jatobá, afirma que é uma conquista mais do que merecida. “Acredito que este momento representa a colheita de frutos, cujas sementes são plantadas no dia a dia. Professor Boaventura é um exemplo disso! Merece este e muitos outros momentos”, disse.

Além de escrever um projeto sobre a pesquisa que desenvolve na área da comunicação, relacionada com a temática do evento, também foram considerados os critérios de adequação do perfil profissional ao seminário e antiguidade de filiação à Intercom. Em todo o país, 25 trabalhos foram aprovados

Com informações da assessoria de imprensa.

EDUCAÇÃO MUSICAL – A importância do solfejo na formação musical do músico. (PARTE 2)

Todos estes fatores e outros, talvez bem simples e simbólicos, onde parecem até inofensivos, ficaram guardados  de forma negativa no cérebro, transformando em mensagem subliminar negativa de incapaz, que é impossível, não nasceu para aprender música e, que só os outros conseguem e o discípulo não. No estudo referente a formação do ser humano, podemos encontrar pessoas, que já nasceram neste globo terrestre totalmente prontas, só precisam conhecer as sete notas musicais, no entanto, existem outro grupo de pessoas, que estudam, buscam, e as vezes, não conseguem chegar a um nível considerável na Arte dos Sons. Neste segundo grupo, precisamos de paciência e, mudarmos a metodologia pedagógica do ensino da música, para que os resultados acadêmicos musicais, apareçam a longo prazo.

Outro fator bem simples que encontramos, está claramente visível aos olhos dos naipes instrumentais, contidos nas Bandas de Músicas existentes. Não generalizando, mas encontramos um bloqueio referente ao estudo do solfejo em alguns músicos, porque ao iniciarem seus aprendizados musicais, por algum motivo ou fator, não houve dedicação exclusiva a esta disciplina. Onde a “finalidade inicial do aprendizado musical”, era simplesmente, a prática instrumental do instrumento de sopro, e, logo após o sucesso dos primeiros obstáculos vencidos, incorporava-se na banda participando dos eventos, desfilando marchando fardados, tocando em retretas nos coretos, em festividades carnavalescas e de modo geral.

 

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João Bosco do Carmo

http://lattes.cnpq.br/8222363703321930

E-mail: bcarmo45.bcm@gmail.com

Momento Cultural: ÁRVORE AMIGA – por José Teixeira de Albuquerque

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Ei-la aqui derrubada! Esta árvore que outrora
era o ponto melhor dos ninhos da floresta,
vivendo a proclamar a beleza da flora
altaneira, copuda e ramalhuda e erecta.

Farfalhando – acordava os pássaros na aurora
protetora – abrigava os pássaros na sesta…
Então eles cantavam uma canção sonora
uma canção de amor, de gratidão, de festa!

Mas um verme a roer-lhe as fibrosas entranhas
deu-lhe dores cruéis, estúpidas, tamanhas
fazendo-a vacilar… esmorecer e cair…

de pássaros deixando a procissão chorosa!
– José de Barros foi como esta árvore frondosa
deixou Vitória toda enlutada a carpir.

“O LIDADOR” 24.VI.1926

José Teixeira de Albuquerque, nasceu na fazenda Porteiras, Vitória de Santo Antão aos 23 de agosto de 1892. Seus pais: Luiz Antonio de Albuquerque e Dontila Teixeira de Albuquerque. Estudou medicina na Faculdade da Bahia, porém desistiu do estudo no 3º ano. Casou em segundas núpcias com a conterrânea Marta de Holanda, também poetisa e escritora. Publicou o livro de versos MINHA CASTÁLIA e colaborou em várias revistas e jornais; tanto da Vitória como do Recife. Foi funcionário do Arquivo da Diretoria das Obras Públicas do Estado,com competência e zelo. Faleceu no Recife, no dia 2 de outubro de 1948. Não deixou filhos. Sua morte foi muito sentida entre os intelectuais, que não se cansaram de elogiar sua prosa e seus versos.

Artista vitoriense, Fernandes Rodrigues, consegue mais um título para Vitória de Santo Antão.

Estamos todos em festa! Não obstantes os festejos juninos, festa maior da Região Nordeste, o nosso amigo e conterrâneo, artista renomado e premiado, Fernandes Rodrigues  acaba de ganha mais uma disputa!

Dessa vez arrematou o primeiro lugar na Feneart, no 13ª Salão de Arte Popular Ana Holanda com a peça (cerâmica), “Apaixonados por Forró”. Seu trabalho foi um dos setenta selecionados e julgados por uma comissão formada por dez membros, criteriosamente escolhidos pela coordenação do tradicional e importante evento.

Portanto, na qualidade de amigo e admirador do  trabalho artístico do Fernandes Rodrigues, conterrâneo reconhecidamente talentoso, resta-nos, nesse momento, parabeniza-lo pelo prêmio e prestigia-lo  sempre, por representar com galhardia  e maestria o nome da nossa Vitória de Santo Antão.

“Não estou em nenhuma encruzilhada”: disse o professor Pedro Ferrer, presidente do Instituto Histórico.

“Amigo Pilako. Não estou em nenhuma encruzilhada. Tão pouco preciso da sensibilidade de quem quer que seja. Desejo apenas agilidade em um processo banal que está retido há mais de um mês. Necessário relembrar que o Secretário dr. Lívio, Aglaílson Victor (candidato a deputado), o Secretário de Cultura, Marcos Rocha e o próprio prefeito Aglaílson Júnior telefonaram na minha frente pedindo agilidade ao responsável. Até ao presente nenhum resultado. A retenção desta certidão prejudica toda coletividade, tendo em vista que o Instituto Histórico é uma entidade de Utilidade Pública reconhecida pelo Estado e pela Prefeitura desde 1950”.

Complementa em outro comentário:

 

“Completando ou corrigindo: não solicitamos certidão. Trata-se, o que é mais grave, de um projeto do próprio executivo, que concederá imunidade tributária ao Instituto, e será encaminhado à Câmara. O Departamento de Tributos deverá opinar… Será que eles sabem que o projeto partiu do próprio executivo??????????????????”

Pedro Ferrer – presidente do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória de Santo Antão.

Se o Doutor Jaime Lima “permitir”, em breve, o Instituto Histórico abrirá as portas do novo MUSEU DO CARNAVAL VITORIENSE.

Na manhã do domingo (18) estive “vistoriando” as obras de ampliação do nosso Instituto Histórico. Antes de tudo devemos dizer: o recurso financeiro para tal empreitada é fruto de uma emenda parlamentar, indicada pelo deputado Henrique Queiroz, no valor de cinquenta mil reais (R$ 50.000,00) cuja prestação de conta deverá ser feita à FUNDARPE – Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco.

Muito bem, realçar a dedicação, o respeito e o compromisso do professor Pedro com o nosso maior projeto cultual de todos os tempos – Instituto Histórico –  é chover no molhado. Acredito haver, entre os dois (Pedro e Instituto) uma ligação, tal qual a lua com o sol,  dos peixes com mar e  etc..

O novo espaço, que será aberto ao público em breve, será dedicado a nossa festa maior: O CARNAVAL. Essa é uma aspiração antiga de todos que dirigiram o Instituto assim como de toda comunidade carnavalesca local e até pernambucana. O carnaval vitoriense é uma das referências do Estado de Pernambuco.

Na qualidade de sócio atuante do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória, carnavalesco conhecedor da nossa história e folião por essência, comemoro tudo isso. Vale salientar também que nesse processo de ampliação física e até do próprio acervo, a equipe gestora do nosso museu está reaproveitando todo madeiramento retirado do forro do Salão Nobre, aplicando-lhe, integralmente, nas paredes do Teatro Silogeu, numa espécie de revestimento, produzindo assim, na prática, o melhor sentido da frase: “ fazer mais com menos”.

Pois bem, toda essa dinâmica não é fácil. Usar dinheiro público corretamente é algo que requer, também, empreender uma energia quase desumana na chamada prestação de contas que, aliás, tem algum sentido positivo. Na qualidade de instituição séria e respeitada o nosso instituto, para ser contemplado pelo projeto, teve que apresentar toda documentação necessária: certidões de Receita Federal, Ministério do Trabalho, INSS, FGTS, controle do Estado, negativas  municipais e tudo mais.

Devido à burocracia inerente a projetos dessa natureza, na sua conclusão, na chamada prestação de contas final, faz-se necessário apresentar toda documentação novamente, pois algumas certidões, durante o processo de obras, expiram suas validades.

Nesse contexto, por incrível que nos possa parecer, testemunhei a mudança no semblante do presidente Pedro Ferrer, ao relatar, em reunião interna, seu calvário, seu descontentamento, sua tristeza na tentativa de renovar a certidão negativa municipal, ou seja: a emitida justamente pela prefeitura local.

Apesar de não ter procuração dele (Pedro) – para falar sobre o assunto – como sócio de uma das instituições mais sérias e respeitadas da nossa cidade, tomarei a liberdade de fazer alguns comentários, mesmo sem o seu consentimento prévio.

O professor Pedro nos relatou uma espécie de problema oculto: não obstante ter o apoio e a agilidade dos procedimentos na pessoa do secretário de governo, Lívio Amorim, como também  haver conseguido parecer favorável na procuradoria do município, atribuindo IMUNIDADE TRIBUTÁRIA ao Instituto, assim como contar com o total apoio do secretário de Cultura, Turismo e Esporte, Marco Rocha e até mesmo do empenho pessoal do prefeito, Aglailson Junior,  pelo bom andamento e celeridade do processo aludido, a referida certidão negativa do Instituto encontra-se “travada” no departamento de tributos da prefeitura, sob o comando do seu chefe, o Doutor Jaime Lima.

Diante desse relato fiquei a pensar: o que danado tem o Doutor Jaime contra o nosso Instituto Histórico? Apesar de não gozar da sua amizade pessoal, ele, até então, parecia-me um sujeito “boa praça”. Não consigo entender o porquê  dessa documentação ainda continuar retida nesse departamento. Não consigo compreender, contudo,  o motivo pelo qual alguém possa querer promover algum embaraço ao nosso Instituto Histórico. Aliás, não custa nada lembrar: atrapalhar as atividades do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória é ir de encontro a toda  uma lógica cultural, é trabalhar contra toda comunidade vitoriense.

Portanto, gostaria de fazer um apelo ao nobre Doutor Jaime Lima, chefe do departamento de tributos da prefeitura local: irmão!!! Venha conhecer o nosso museu e a nossa instituição, para você, assim como todos que lá adentram, se encantar  e ficar maravilhado com o patrimônio material e imaterial, lá expostos,  quem sabe, assim, o nobre Doutor, num consegue  abrir o coração e tira o professor Pedro dessa “encruzilhada”, fazendo com que seus “olhinhos” voltem a brilhar, ainda mais, quando assunto for INAUGURAÇÃO DO MUSEU DO CARNAVAL DA VITÓRIA !!!!

São João: ” esperamos que as vendas sejam melhores do que as do ano passado”, disse Alexandre Ferrer, presidente da PITÚ.

De acordo com o presidente da PITÚ, Alexandre Ferrer, é preciso driblar as dificuldades do cenário econômico atual conquistando o consumidor com ações diferenciadas e procurando vendas. “Esperamos, por exemplo, que as vendas cresçam,  por conta das festas de São João. São festas tradicionais que aquecem o mercado e a PITÚ estará presente. Esperamos que as vendas sejam melhores do que as do ano passado. Mesmo com toda a dificuldade do cenário nacional, existe uma melhora na economia brasileira e estamos otimistas”.

Uma das apostas da PITÚ está no lançamento periódico de latas com embalagem comemorativas. Anualmente são lançados quatro diferentes layouts comemorativos: Réveillon, Carnaval, Abril Pro Rock e São João.

“O grande intuito é estreitar a nossa relação de afetividade com os apreciadores da cachaça. É uma forma de registrar na memória momentos especiais e comemorativos da marca. Os consumidores podem guardar as latinhas”. Completou Alexandre.

Com Informações do Diário de Pernambuco.

Quadrilha Forró Fiá: NOTA 10 EM ANIMAÇÃO E ENTUSIASMO!!!

Na noite da sexta (16) acompanhei a apresentação, no Pátio da Matriz, da quadrilha junina estilizada vitoriense, FORRÓ FIÁ. Recentemente a mesma representou nossa cidade, Vitória de Santo Antão, no prestigiado Festival de Quadrilhas, promovido pela Rede Globo Nordeste.

Com entusiasmo, disciplina e coreografia original o pessoal deu um verdadeiro show. Apesar de nos parecer uma novidade, sobretudo para os mais jovens, devemos lembrar que já tivemos um forte movimento cultural nesse sentido. Há pelo menos duas décadas tivemos quadrilhas estruturadas em vários bairros da nossa cidade.

Lembremos algumas: Dona Beija, Beija Flor, Vamp, Felicidade, Xuxa no Arraial, Traje a Rigor, Tradição,  Dragão de Fogo, Raio de Luar, Vai Lá Mané, Matuto Caçolão e etc. Essas quadrilhas foram formadas por jovens de vários bairros. Dentre eles:  Maués, Alto José Leal, Nossa Senhora do Amparo, Redenção e Sítio do Meio.

Na qualidade de lideres desse movimento de quadrilhas estilizadas na nossa cidade, entre outros, podemos citar: Sandro Sorriso, Queiroga, Betão Alegria, Sineilton,  Roberto de Deus, Marcos, Bira e etc. Aliás, praticamente todo esse pessoal está aí, para contar a história e quem sabe, prontos para reativar essa cultura “adormecida” da nossa cidade.

Infelizmente todo esse movimento, com participação fervorosa por parte dos jovens, sobretudo nos bairros periféricos do nosso município,  foi desidratado, foi “estrangulado!” Não por falta de recursos financeiros muito menos por falta  de material humano e sim, por obstrução política. Aliás é bom que se diga:  POLÍTICOS NÃO SE  INTERESSAM POR MOVIMENTO GENUÍNOS DO POVO, OU SEJA, AÇÕES QUE ELES NÃO POSSAM CONTROLAR 100%!!!

Por incrível que nos possa parecer, ano passado (2016), houve uma apresentação de uma quadrilha no Pátio da Matriz, cujo grupo era oriundo da cidade vizinha do Limoeiro. Apenas para ilustrar – com tristeza – o que acabei de narra, acima.

Portanto, parabéns aos lideres e participantes da Quadrilha FORRÓ FIÁ, pela coragem de empreender em “campo adverso” e “contra os ventos”. Estamos na torcida por uma boa colocação no certame, promovido pela Rede Globo Nordeste. Parabéns pra vocês e BOA SORTE!!!

Instituto Histórico da Vitória: AVANÇANDO!!!!!


Na manhã do domingo (18), sob o comando do seu presidente, Pedro Ferrer, aconteceu mais uma reunião ordinária do nosso Instituto Histórico e Geográfico da Vitória. De maneira improvisada, em função das obras de ampliação do museu, o encontro ocorreu no Teatro Silogeu José Aragão.

Além dos assuntos atinentes ao cotidiano da instituição, da programação para as festividades e da tomada de posse dos novos sócios, o professor Pedro Ferrer elencou também o andamento das obras de ampliação, sublinhando o ato do deputado Henrique Queiroz na indicação da Emenda Parlamentar, no valor de cinquenta mil reais (R$ 50.000,00).


Em ato continuo o presidente demonstrou certa preocupação, no diz repeito às questões burocráticas, envolvendo certidões negativas municipais, necessárias ao fechamento do convênio com a FUNDARPE, hora vencidas. Fechando a reunião um lanche foi servido aos sócios presentes.

Placa de trânsito tem sua serventia restabelecida!!


Após uma semana jogada no chão, a placa de regulamentação de trânsito –  alvo  recente de uma das nossas postagens –  voltou para sua posição (+ ou -) correta, justamente para disciplinar o estacionamento, assim como o embarque e desembarque dos alunos da escola que funciona na Igreja Batista, na Praça Diogo de Braga. Melhor assim!

Simpatias e adivinhações juninas: PIMENTA.

Dentro das nossas tradições juninas também estão as Simpatias e Adivinhações. Aproveitando o clima da semana estaremos, até a próxima sexta (23), postando todo dia uma. Eis a primeira:

DEVE –SE APANHAR PIMENTAS NUM PÉ DE PIMENTEIRA COM OS OLHOS VENDADOS. CASO SE COLHA PIMENTA VERDE, O NOIVO SERÁ JOVEM; SE FOR MADURA, O CASAMENTO SERÁ COM UM VELHO OU VIÚVO; SE A PIMENTA FOR DE VERDE PARA MADURA, O CASAMENTO SERÁ COM UMA PESSOAL DE MEIA IDADE.