Vereador Geraldo Filho comenta no blog

Comentário postado na matéria: “Agência Bradesco: atendimento sofrível – o que a Câmara de Vereadores tem haver com isso?“.

Caro Pilako,

Gostaria de informar que a notícia trazida ao blog é “fria” ja que no ano de 2013 tive a oportunidade de apresentar projeto de lei para regulamentar o tempo de espera em filas bancárias, na oportunidade aprovada por unanimidade do Legislativo e sancionada pelo Poder Executivo, posteriormente a pedido de um grupo de advogados e também pelo diretor do Procon em Vitória, adcionamos medidas pelo nao cumprimento mais severas, além de prever também restituição por dano aos clientes desrespeitados pelas agências bancárias no teor da lei em vigor, visitamos junto a um grupo de amigos o MPPE naquela oportunidade para que se fizesse cumprir a lei. Cabe ao lesados procurarem os órgãos competentes para se fazer valer a lei, estamos a disposição para receber as denúncias e orientar/encaminhar as denúncias. Apresentamos também, no quesito, agências bancárias, projeto de Lei que obrigou as instituições financeiras a instalarem os biombos de proteção nos caixas de atendimentos, visando assim uma maior segurança, tentando assim evitar a conhecida “saidinha de banco” ja que terceiros não tem acesso visual a transação efetuada pelos clientes.

Estamos a disposição.

Geraldo Filho
Vereador

Manoel Camilo é o novo presidente do Rotary da Vitória.

Na noite da sexta (08) aconteceu o evento promovido pelo Rotary da Vitória de Santo Antão que teve como objetivo empossar o seu novo conselho diretor, para o período de 2017/2018. Na ocasião o novo presidente, Manoel Camilo, na sua fala, agradeceu aos seus pares pela confiança, realçou sua alegria e satisfação pelo momento assim como pontuou seus novos desafios.

Vitória de Santo Antão no tempo do cinema mudo e do FONÓGRAFO.

Em tempos de acalorados debates sobre a arcaica legislação trabalhista e suas possíveis mudanças, não me canso de dizer: as ideias de Karl Marx, ao seu tempo, configuraram-se em grandes avanços para sociedade ocidental. Hoje, em grande medida, foram vencidas pelo tempo. Atrevo-me, falando: daqui pra frente o grande inimigo dos trabalhadores é à aplicação da tecnologia na nova arrumação produtiva, que além de tirar o posto de trabalho, varrerá muitas empresas do mercado. Por incrível que possa parecer, até agora não consigo entender  o porquê desse debate não haver avançado na sociedade, sobretudo nos colégios e nas faculdades.

Pois bem, outro dia lendo meus arquivos sobre a Vitória de Santo Antão de outrora (1930) encontrei uma notícia, apesar de antiga, que reflete bem o tema atual, acima mencionado. Comentava o Jornal “O LIDADOR” que, em função do novo e possante “Rádio – Vitrola”,  as pequenas orquestras e o piano, que até então acompanhavam, nos cinemas, a projeção dos filmes mudos, aos poucos,  DESAPARECERIAM.

Assim “falava” a notícia do lidador:

“A reprodução e a ampliação do eco e do ruído é feita por eletricidade e apanha as irradiações dos Estados do Brasil e da Argentina. Nos dias em que não houver projeção na tela, a Empresa organizará sessões especiais de rádio, apanhando as irradiações da Rádio Clube de Pernambuco”.

Acrescentava a noticia:

“Para a inauguração foi organizado o seguinte programa: Hino Nacional, pela Banda dos Fuzileiros Navais, Grande Sinfonia do Guarani (1ª e 2ª parte), Minha Viola, canção, e Cismando Valsa.”

Aliás,  quando nossa cidade, Vitória de Santo Antão, ainda nem possui energia elétrica, foi apresentado à sociedade, pelo senhor Fagner, em 20 de fevereiro 1892 (há cento e vinte e cinco anos) o FONÓGRAFO.

Sobre essa apresentação, publicou “O Lidador” de 27 de fevereiro do mesmo ano:

“Ouvimos o fonógrafo e confessamo-nos maravilhados, pois é uma das mais aperfeiçoadas invenções que a mentalidade humana pode produzir………O fonógrafo repete com precisão as peças que nele forem recolhidas, reproduzindo corretamente as palavras com o timbre de voz natural, bem como o som de qualquer instrumento”.

Na ocasião, reproduziu  também,  o mesmo jornal, mais adiante, que só no inicio do século XX é que as famílias mais organizadas financeiramente puderam adquirir-los  e usa-los, nos encontros festivos, juntamente com familiares e amigos e até nas tardes recreativas dos domingos.

Devemos lembrar, porém, que até 15 de novembro de 1922 nossa cidade não possui sistema de energia elétrica.

Conta ainda o jornal “O Lidador” que em 1929 os aparelhos foram incrementados com um  pequeno motor elétrico, passando a se chamar “ELETROLA”. Não tardou e começou aparecer, então, as “RADIO-ELETROLAS”, aparelho que conjugava o receptor de rádio ao fonógrafo eletrificado e aperfeiçoado.

Pois bem, apesar de estarmos distantes temporamente dessas notícias, devemos entender que as mudanças sempre existiram. O grande detalhe é justamente com relação à velocidade dos fatos. Hoje, por exemplo, já temos tratores, nos campos brasileiros,  trabalhando sem a figura do operador. No Japão, agora mesmo, já é possível ser hóspede em um hotel,  por alguns dias, sem que seja necessário se relacionar com os humanos, apenas, com máquinas e robôs.

Na nossa Vitória de Santo Antão do século 21, totalmente integralizada ao mundo globalizado da internet, nada mais nos separa do resto do planeta. A grande pergunta que fica é: será que a qualidade de vida, na nossa cidade de antigamente,  era melhor ou pior?  O TEMPO NÃO PARA……

As invasões nos espaços públicos já começaram “sufocar” a cidade!!

Dias atrás, ao me deslocar à Capital pernambucana, logo pela manhã, deparei-me com uma retenção no trânsito, na sempre movimentada Avenida Henrique de Holanda, na altura do Hospital João Murilo.  Até aí, tudo bem! Vale salientar que na última década, no nosso País, onde a frota veicular cresceu exponencialmente e os investimento em estradas e novas vias públicas praticamente ficaram estáticos, convenhamos que enfrentar engarrafamentos não é mais algo próprio apenas das capitais.

Mas, tenho a absoluta certeza, que se os últimos prefeitos da nossa cidade não tivessem, no gozo dos seus mandatos eletivos, praticado à “complacência” e até a conveniência nas chamadas INVASÕES URBANAS certamente, hoje, teríamos mais espaços para planejarmos melhor o nosso crescimento urbano e, na medida do possível, atenuarmos os malefícios dele (crescimento urbano).

Pois bem, com relação a essa praça – se é que podemos chamar de praça – já falei inúmeras vezes aqui no blog, que o seu “surgimento” – na gestão do Governo Que Faz –  apenas serviu para dá alinhamento às invasões contíguas (prédios comerciais).

O tempo passou e atualmente,  além de não dispormos mais do espaço para a construção de um via local, que certamente desafogaria o fluxo de veículos na faixa de rolamento de trânsito rápido – Henrique de Holanda –, ainda somos obrigados a suportar à incompetência dos técnicos da AGTRAN,  que ainda não sabem que o local deve ser  regulamentado  com uma  placa de ESTACIONAMENTO PROIBIDO.

Evidentemente que essa ação prejudicaria os comerciantes da localidade, mas essa é uma das “faturas”, esse é o preço que deve ser pago por pessoas  e empresas que ocupam espaços públicos, com prédios irregulares, sem nenhum planejamento ou preocupação com a coletividade. Aliás, se formos falar em invasões a espaços públicos na nossa cidade, teremos que escrever, sem parar, até o final do ano!!!!

Momento Cultural: Meu pecado – Henrique de Holanda

Henrique-de-Holanda-Cavalcanti-3

Eu não posso saber qual o pecado
que, irrefletido, cometi; suponho
seja, talvez, porque te fosse dado
meu coração, – a essência do meu sonho..

Se amar é crime, eu vou ser condenado
e toda culpa, em tuas mãos, eu ponho.
– Quem já te pode ver sem ter amado?!…
Quanto é lindo o pecado a que me exponho!

Se tens alma e tens sangue, como eu tenho;
se acreditas em Deus, dizer-te venho,
– Que pecas, tens amor, és sonhadora…

Deus deu a todos coração igual.
Se eu amo, sofres desse mesmo mal.
– O teu pecado é o meu, – és pecadora!

(Muitas rosas sobre o chão – Henrique de Holanda – pág. 22).

Agência Bradesco: atendimento sofrível – o que a Câmara de Vereadores tem haver com isso?

Não obstante o sistema bancário brasileiro ser um dos mais modernos do mundo, aqui na Vitória, os clientes e usuários, quer sejam nos bancos públicos ou privados, nas mais diversas situações, encontram-se vulneráveis ao ritmo interno de cada agência. Até parece que o “padrão” apregoado pelas respectivas instituições financeiras só existem,  mesmo, na propaganda da televisão.  Nela, tudo é lindo e maravilhoso, ágil e PRIME.

Pois bem, no inicio da tarde de ontem (05), recebei uma ligação de um amigo – que goza da minha confiança – relatando sua frustração com o atendido, presencialmente, na agência local do Banco Bradesco. Disse-me ele logo de inicio: “Pilako, procuro sempre realizar minhas transações financeiras pela internet e nos terminais eletrônicos. Não costumo dirigir-me às  agências, uma vez que meus salários são depositados diretamente na minha conta corrente”.

Seu calvário, contou-me,  já começou no estacionamento da própria agência. Na qualidade de um cliente especial (o próprio banco é quem diz) foi  obrigado a deixar a chave do seu carro  com uma pessoa que, como garantia,  apenas lhe forneceu um pedaço de papel (qualquer) com o numero da placa escrito a caneta. Nesse “comprovante” – se é que podemos chamar isso de comprovante –  não existia nenhuma identificação. Nada! Nem CNPJ, nem inscrição municipal. Nada que comprovasse uma relação institucional, entre cliente e empresa.

decepcionado e receoso, dirigiu-se ao interior da referida agência para promover a necessária operação presencial. Lá dentro, após andar para lá e para cá, já que, segundo ele,  não existe ninguém para informa, descobriu que tinha que falar com um tal gerente. Para falar com o dito cujo, pelo menos umas vinte pessoas já o aguardava na fila. Antes, porém, narrou-me ele: “Pilako, a agência parece uma feira. Nem parece que estamos num estabelecimento financeiro do porte do Bradesco. Tem gente  até sentada no chão. Lá, o que não falta são clientes insatisfeitos. Eu mesmo vi uma senhora idosa reclamando por atenção e respeito“.

Após a “infindável” espera, ele (meu amigo), finalmente, conseguiu ser atendido. Mas não chegou a  realizar, com sucesso, sua operação. De lá, saiu preocupado. Disse-me ele: as pessoas que lá estão, pareceu-me não ter noção que são clientes e estão pagando por todos aqueles serviços. Esses bancos ganham muito dinheiro, gastam pouco com funcionários e atende, nós consumidores, como se estivessem fazendo favores ou caridades. Incrível isso!”

Para completar sua decepção, ao questionar o tempo regulamentar de espera, previsto em Lei, soube, através de terceiros,  que os vereadores da nossa cidade ( não me informou  se nessa ou na legislatura anterior) foram até provocados  pela aprovação do tempo máximo para atendimento, dentro das agências locais,  mas, soube, contudo, que os nobres parlamentares, na ocasião, optaram por não regulamentar  a referida matéria. Ou seja: se  realmente essa informação for “quente” os nossos vereadores estariam – pasme –  legislando contra a população e em favor dos bancos, isto é: TUDO ERRADO!!

Será que os vereadores da nossa cidade também estão enquadrados naquele  sistema das grandes empresas – JBS e Odebrecht e etc – onde são “motivados” à legislar em favor dos interesses dos grandes grupos financeiros, em detrimento dos interesse do povo?

Pois bem, se algum vereador da Vitória de Santo Antão tiver  interesse  em se pronunciar, para esclarecer essa duvida, estamos a disposição. Com relação ao Banco citado, idem.

Vida de Cachorro: tal qual a dos humanos também é marcada por uma termenda diferençal!!

No meu tempo de menino, certa vez, ouvi um senhor dizer: “quem tem filha moça, tem que dá bom dia até um cachorro”. O tempo passou, e com ele, os conceitos também mudaram. De uma década pra cá, em função de uma série de fatores e variáveis, onde a esmagadora maioria da população não está preparada para perceber que os empresários do  “mudo pet”  criaram uma verdadeira “mina de dinheiro”,  ao sugerir que o cão e o gato também sejam entes da família, podemos dizer que alguns cachorros estão levando uma vida nunca antes imaginada.

Vou logo avisando: gosto de cachorro, mas o trato como tal: CACHORRO. Um shopping na cidade do Recife criou um atendimento diferenciado para receber os bichos. Certamente, vai avançar. Hoje, essa atividade está em crescimento vertiginoso em todo Brasil. Para esse mercado a crise financeira nem deu sinal de vida! As vendas continuam aumentando!

No entanto, no “pacote de serviços” oferecido pelo referido centro de compras para os “entes familiares caninos”, considerados de guarda, como por exemplo: pastor alemão, pitbull, rottweiler e outros, há restrições. Daqui uns dias, certamente, haverão de aparecer pessoas reivindicando tratamento igualitário aos “seus familiares”,  considerados “valentões”, afinal, tal qual no mundo dos humanos, não devemos descriminar quem quer que seja, né verdade? Todos num são membros das famílias?

Polêmicas à parte, o “capitalismo sabido”, através dos meios de comunicação de massa, financiado pelas “industrias pet”  também cuidou de precificar algumas raças  e atitudes.

Por exemplo: passear com o seu cão “exótico”, hoje, não deixar de ser um rótulo, um status, uma identificação social e financeira. Ora!! Se você tem um cão na sua família cujo  filhote vale  R$ 4.000.00 (quatro mil reais), logo,  aos olhos da sociedade, você é uma pessoa “bem de vida”. Essa é uma das senhas que, implicitamente, está posta.

Estudos mais aprofundados sobre o psiquê humano também revelam outras curiosidades nessa relação social dos cachorros com os humanos. Algo ainda muito polêmico!

Falo tudo isso porque essa semana, ao trafegar pela Rua José Rufino, também conhecida como “Principal do Cajá”, numa noite fria e chuvosa, avistei dois cães, teoricamente “sem nenhum status social e racial”, deitados na calçada, como se indigentes fossem, tal qual os chamados “moradores de rua” – aqui não estou chamando ninguém de cachorro, é bom deixar claro!

Nesse contexto, danei-me a pensar sozinho: parece que no “mundo pet”, tal qual no “mundo dos humanos”, as diferenças entre pobres e ricos existem e, ao que parece, só faz aumentar.

E acabei concluindo meus pensamentos,  criando um espécie de “utopia canina”, ou seja: já pensou se todas as pessoas  que, verdadeiramente, amam os cães, ao invés de investir muito dinheiro para melhorar apenas a vida do seu “familiar” (cachorro), pudesse criar as condições necessária para que todo esse dinheiro investido,  com mordomias, luxo, festas de aniversário e até extravagâncias múltiplas, pudesse ser dirigido  para  um fundo (uma previdência, cooperativa) onde melhorasse  a vida de todos pertencentes ao  “mundo canino”, sobretudo  dos  chamados “vira-latas”?

Logo, cuidei de apagar da mente essa ideia, pelo seguinte raciocínio: ora! Os humanos não estão conseguindo resolve nem suas diferenças, como  é que vai pensar na desigualdade que existe entre os cachorros… Já vi que sou um abestado mesmo!!!!

Três coroas… na mesma praça, no mesmo salão…

O tempo passa, o tempo voa… Na minha cabeça, por enquanto,  não circula a ideia de que na foto há três coroas. Reside, contudo, nas paredes da minha memória, de maneira acesa e nítida, apenas três amigos de infância que, até ontem, estudavam no mesmo colégio, jogavam bola no mesmo campo, dançavam no mesmo salão e frequentavam a mesma praça. Ninguém vence o tempo! Ou será que o tempo só foi feito para ser usado?  Aliás, vale a pergunta: como será que você, que está lendo agora,  vem usando o seu tempo? Eis aí, um dos grandes mistérios da vida…

Disse o artista Junior Passira: “Hoje me sinto enganado e prejudicado pelo DEPUTADO JOAQUIM LIRA”.

Certa vez, em uma entrevista no rádio, escutei o cantor e compositor Nando Cordel explicar os motivos pelos quais começou a cantar a música “Pague Meu Dinheiro”. Qualquer semelhança, como o que escrevi, abaixo, é mera coincidência.

Muito bem, desde ontem (03), circula nas redes sociais o desabafo e a cobrança pública do artista Junior Passira. Na nota, divulgada na sua página do facebook, ele afirma: Hoje, me sinto enganado e prejudicado pelo DEPUTADO JOAQUIM LIRA”.

Até o presente o momento, o deputado absorveu a informação e mantém-se em silêncio.

Conforme relato do artista – Junior Passira – ele foi procurado pela senhora Cilene Lins, então assessora do deputado Joaquim Lira, para contrata-lo. Valendo salientar que esse fato ocorreu poucos dias antes da noite do São João do ano passado (2016).  Após combinar o cachê e o dia para o pagamento (30 dias após), a apresentação foi realizada, no evento promovido pela Prefeitura, cujo prefeito, à época, era o senhor Elias Lira, pai do referido deputado.

Pois bem, narra o artista – após a apresentação –  que no dia combinado não foi procurado pelos contratantes para quitação do show. Após vários contatos telefônicos com a senhora Cilene, para tratar do assunto a mesma passou a ignorar suas novas ligações (não atendendo).

Segue trecho da nota do Junior Passira:

“Daí então procurei a Prefeitura Municipal da Vitória e fui encaminhado à uma terceira pessoa, que após alguns dias me ligou e me pagou a METADE DO VALOR, lá na Secretaria de Saúde, com dinheiro em espécie.  E que na próxima semana iria liquidar a dívida. Isso faltando poucos dias para a eleição municipal. Entretanto ela não cumpriu com o combinado e passou a não atender mais, minhas ligações”.

Outro trecho:

”Daí em diante, passei a procurar o Deputado Joaquim Lira, que foi quem deu a ordem para que eu fosse contratado. Fui por diversas vezes ao Armazém dele, próximo ao shopping. Mas pelo que pude perceber, existe uma ordem para que os funcionários neguem sempre que ele está no local”

Mais adiante:

“Fui mais uma vez procurá-lo no dia 20 de junho desse ano de 2017 e dessa vez, para minha sorte, me deparei com ele na recepção de seu armazém. Conversei com ele e ele se comprometeu em me pagar na sexta-feira dia 23/06/2017. No dia marcado voltei ao armazém, como o deputado me orientou. Cheguei ao local às 8h da manhã e esperei até o meio dia. Pois o funcionário informou que ele não estava no local”.

Continua a nota:

“Dia 27/06/2017 fui mais uma vez procurar o DEPUTADO JOAQUIM LIRA e mais uma vez a frase padrão foi falada, que “o deputado não está aqui hoje”. Mesmo assim, esperei por toda a manhã, ouvi piadinha de funcionário, e fui mal tratado e ignorado por estar cobrando o que é meu por direito”.

Junior Passira conclui a nota dizendo:

“Hoje me sinto enganado e prejudicado pelo DEPUTADO JOAQUIM LIRA, pela falta de respeito não com a minha pessoa particular, mas como artista que sou e levo o nome de minha cidade onde quer que eu chegue. Fiz um show bonito para milhares de pessoas se divertirem, tive que pagar os músicos da banda com meu próprio dinheiro, mas não tive meu trabalho reconhecido e devidamente valorizado. Não respeitou nem o sobrenome que carrego, nem o meu trabalho nem a minha história”.

Pois bem, como falei, até o presente momento não tomei conhecimento de nenhuma manifestação pública do deputado Joaquim Lira sobre esse tema, até porque ele tem todo direito de se defender, assim como obrigação de se posicionar publicamente sobre os fatos, aqui narrados.

Tudo isso é lamentável. Além de deputado o senhor Joaquim Lira é um empresário e, nessa qualidade, fica sugiro algumas perguntas: como será o seu entendimento, para com as pessoas que lhe compra e não lhe paga? Será que fica satisfeito?
Outra coisa mais grave – que vai além do comprar e não pagar – é que agora o deputado e o ex-prefeito Elias Lira passam a ter obrigação de se explicar à população como foi que se deu essa contratação – informal –, para um evento oficial da prefeitura, assim como à origem do dinheiro VIVO (em espécie), pago na Secretaria de Saúde, em véspera de campanha política municipal. Esse dinheiro era do erário ou da campanha?

Tudo isso é muito estranho, sobretudo aos olhos das leis que regem a administração pública. Os fatos são graves e precisam ser esclarecidos. De resto, quero solidarizar-me com o artista e amigo Junior Passira, não somente pelo fato de haver levado um “calote” financeiro, mas, principalmente, pela indiferença e com a falta de respeito à sua alma de artista, herdada do seu pai, Duda da Passira. Aliás, é nessa hora que não devemos esquecer nunca do pensador alemão, Friedrich Nietzsche: “Aquilo que não me mata, só me fortalece“.

Em relação ao prefeito Aglailson Junior: “Talvez uma luz no final do túnel?”

Olá, amigo Pilako.
Talvez uma luz no final do túnel?
O aspecto positivo dessa entrevista com o prefeito foi ele se dispor a conversar com você. Conversará com outros? Dará espaço às pessoas que realmente trabalham pelo engrandecimento da cidade? Escutará e analisará propostas? Vou aguardar.
Vou dar um tempo. Caso ele não se manifeste, voltarei a escrever neste blog. , para forçar uma melhora em sua série de coisas, especialmente na área da cultura e tradição.

Professor Pedro Ferrer – Presidente do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória.

IAPCA promoveu Conserto Musical no Teatro Silogeu.


Na noite da sexta (30) o Teatro Silogeu José Aragão foi o palco escolhido pelo IAPCA – Instituição de Assistência Profissional da Criança e Adolescente – para promoção do Primeiro Concerto Musical da Orquestra Popular Multicultural.  Fundado em 17 de dezembro de 1998, na nossa cidade, a entidade  tem como principais metas aconselhar, disciplinar e profissionalizar crianças e adolescentes de escolas públicas. Na qualidade de fundador e coordenador geral desse projeto, encontra-se o Mastro Freire.

O evento musical foi dividido em duas partes:

1ª parte – coletânea de músicas sertanejas.

2ª parte – coletânea de baião,  coletânea de xote, musicas do Clube de Fado Taboquinhas e o hino da nossa cidade, Vitória de Santo Antão.

A orquestra é composta por alunos e ex-alunos do IAPCA, através do “Projeto Me dê a Mão” e modernizada em sua formação por misturar as opções naturais dos teclados com instrumentos ao vivo e sem uso de recursos digitais.

Em tempos difíceis, no que diz repeito aos nocivos impactos, promovido pelos meios de comunicação de massa, nas famílias, assim como o aumento no uso de drogas licitas e ilícitas, principalmente pelas crianças e adolescentes, entendemos que trabalhos sociais como este, que visem contemplar a educação clássica, é algo louvável e digno de aplausos.

Visivelmente emocionado e até em tom de desabafo, o Maestro Freire, ao final do espetáculo, realçou o descaso das gestões e dos políticos locais, na direção da sua pessoa e do seu trabalho. Disse ele: “nós temos reconhecimento internacional, nos estamos  reconhecidos  pelo  Ministério Público, nós estamos reconhecido em todo canto, menos na cidade de Vitória. A prova está nas cadeiras que vocês estão vendo aqui”.  E completou: “nenhum aluno desse eu fui buscar em casa nem na porta do colégio, foram eles que me procuram. esse movimento  vai fazer vinte anos.” Veja o vídeo:

Com relação às cadeiras que o Maestro Freire se referiu, na sua fala, é que o mesmo, além de convidar todos os políticos formalmente, fez questão de pregar o nome de todos eles, nas respectivas poltronas do teatro, marcando assim, simbolicamente, à invisibilidade do seu projeto social, aos olhos  da classe política local. O ponto fora da curva, nesse contexto, foi à presença do vereador de primeiro mandato, Marcos da Prestação.

Outra coisa curiosa, é que todos os gestores e diretoras das escolas públicas locais – municipais e estaduais – também foram convidados formalmente. Segundo informações, uma articulação foi feita, por parte dos políticos, para ninguém se fazer presente.

De sorte que o projeto conta, por força da lei, de um repasse de verba pública no valor de R$ 3.000,00 (três mil reais) e uma ajuda mensal do Engarrafamento Pitú, no valor de R$ 300,00 (trezentos reais). Com esforço, vez por outra, o Maestro Freire vem se utilizando de recursos próprio para tocar o projeto.

Na medida do possível, aqui pelo blog,  estamos divulgando e incentivando esse ação, que julgamos importante para nossa cidade que visa, entre outras coisas, transformar vidas.  Parabéns ao Maestro Freire pela perseverança, visão  e atividade efetiva no tecido social.

ACIAV – Associação Comercial da Vitória promoveu animada festa na Gamela de Ouro.

Aconteceu na noite do sábado (01) uma animada festa de forró, promovida pela Associação Comercial da Vitória. O evento ocorreu no Restaurante Gamela de Ouro e contou com as apresentações da banda Toque Nordestino e do “poeta do forró”, Petrúcio Amorim. Registramos, em vídeo, momentos dos respectivos shows.

Com mais de noventa anos de serviços prestados ao nosso município, a ACIAV configura-se numa das instituições locais mais antigas (em atividade). Formada por representantes dos mais diversos setores  produtivos sua história é rica e profícua.

Foi através da articulação da sua diretoria, à época, que Vitória inaugurou o primeiro estabelecimento bancário. Consta também, nos mais diversos títulos de jornais locais, publicados na primeira metade do século passado, que foi por iniciativa da referida entidade que nossa urbe vivenciou a primeira greve geral.

Além de atuar pelo melhoramento constante da energia local, após a inauguração do sistema, em 1922, pelo então prefeito João Cleofas, foi também pelas “mãos” da Associação Comercial que nossa cidade dispôs, totalmente equipado,  do primeiro carro de bombeiro. Curiosamente, té pela manutenção do nome da nossa identificação maior (Vitória), em 1943, a referida entidade irmanou-se,  às tantas outras instituições nessa mesma luta.

Portanto, por tudo que construiu e vem realizando, ao longo da sua trajetória, a ACIAVAssociação Comercial da Vitória – configura-se num patrimônio não só das classes produtoras do nosso município, mas sim de toda comunidade vitoriense. Contudo, também está de parabéns,  a atual diretoria pela atuação e manutenção dos princípios pelos quais a respeitada instituição foi criada.

Hildebrando Lima contesta algumas informações fornecidas pelo prefeito Aglailson Junior.

Vi o texto sobre o bate-papo de Pilako com o prefeito por ocasião do feirão da casa própria dia 28. Sobre os demais assuntos que o prefeito comentou até em tom de acusação, não tenho conhecimento. O que me interessou foi a fala sobre a AGTRAN em resposta a pergunta oportuna de Pilako.

A fala do prefeito sobre o monitoramento do trânsito, mostra que, ou ele está sendo enganado ou desconhece o assunto. Primeiro, a prefeitura não pagava nada da AGTRAN a exceção da folha de pessoal. Tudo mais sobre trânsito, sinalização, fiscalização, material de expediente, manutenção de veículos, conservação, licenciamentos, toda logística e investimentos, era tudo paga pela autarquia com sua arrecadação. Não deixamos um real de dividas no final do exercício e ficou saldo para o próximo como divulgamos. Com relação aos contratos, as licitações eram conduzidas pelo financeiro da prefeitura e a AGTRAN apenas pagava. Como os contratos foram suspensos e os serviços desativados, devemos aguardar os novos contratos se terão as mesmas proporções e comparar os valores para uma avaliação se são verdadeiras as acusações. O amigo Pilako vai receber todo esse material, e ai de posse das provas, podemos ver nas empresas o que ocorreu.

Hildebrando Lima.

Em outro comentário completou:

Complementando o relato acima. Todos os contratos sobre trânsito como: Operação de fotosensor, manutenção de sinalização, monitoramento do trânsito, locação de viaturas, e talonários eletrônicos, todos eram pagos pela AGTRAN.

Hildebrando Lima.

Momento Cultural: Meu pecado – Henrique de Holanda

Henrique-de-Holanda-Cavalcanti-3

Eu não posso saber qual o pecado
que, irrefletido, cometi; suponho
seja, talvez, porque te fosse dado
meu coração, – a essência do meu sonho..

Se amar é crime, eu vou ser condenado
e toda culpa, em tuas mãos, eu ponho.
– Quem já te pode ver sem ter amado?!…
Quanto é lindo o pecado a que me exponho!

Se tens alma e tens sangue, como eu tenho;
se acreditas em Deus, dizer-te venho,
– Que pecas, tens amor, és sonhadora…

Deus deu a todos coração igual.
Se eu amo, sofres desse mesmo mal.
– O teu pecado é o meu, – és pecadora!

(Muitas rosas sobre o chão – Henrique de Holanda – pág. 22).

São João da Vitória: com esse modelo de festa é jogar dinheiro fora!!

Apesar da alardeada crise financeira, Pernambuco manteve a tradição e  festejou “com força” o seu São João. As festas em algumas cidades, ainda seguem nesse final de semana. O centro das atenções – em 2017 – foi a  polêmica no estilo musical. Artistas regionais, com toda razão, reivindicaram seus espaços, em detrimento aos chamados “sertanejos”.

Pela imprensa acompanhei as movimentações em Pernambucano. Na Capital do forró, terra do Mestre Vitalino,  a “bola fora” ficou por conta da apresentação do Dj Alok, no palco principal da festa, na noite de São João. O papelão do ator global, Fábio Assunção, acabou dando publicidade para todo território nacional dos festejos juninos de Arcoverde. Na cidade mais importante do Sertão do Estado, Petrolina, os violeiros deram um show especial. Mas, no meu modesto entendimento,  foi o prefeito da vizinha cidade de Gravatá,  Joaquim Neto,  que, com sua visão administrativa e interlocução política, melhor planejou e faturou com a festa.

Com uma rede hoteleira estruturada, Gravatá atendeu todos os públicos: desde o povão, na rua, aos “Vips”, nas respectivas propriedades. Lá, a festa é montada com inteligência e lógica. Seguindo nessa sequência, em breve, tornar-se-á uma das referências mais consistentes do nosso estado. Um evento festivo que propicia oportunidade e ganhos econômicos para toda cadeia produtiva do município, tanto para os grandes empresários como para os nativos, que vai desde as faxineiras ao acendedor de fogueira, dos barraqueiros aos artistas locais foi, indiscutivelmente, torna-se  EVENTO CONSISTENTE!

Já na nossa cidade, Vitória de Santo Antão, diferentemente do carnaval, nunca tivemos tradição nos festejos juninos. Tivemos sim, lá atrás, festas de salão sequenciadas, realizadas nos  Clubes  “O Leão” e “O Camelo” , assim como na AABB, o famoso Forró do Namorados – já em outros tempos.

Tivemos também, há mais ou menos duas décadas, um movimento expressivo nas chamadas “quadrilhas estilizadas”. Nada mais que isso, além, claro, de muita fogueira e a exportação da mercadoria mais valiosa do mês de junho, isto é:  o milho verde.

Portanto, no quesito São João, somos ainda uma página em branco, a espera  de um prefeito que goste de festa, que tenha condições de entender o sentido amplo dos eventos tradicionais  e que, naturalmente, seja portador de uma visão macroeconômica com   capacidade para transforma  uma festa  em oportunidades sustentáveis  para os que querem , precisam e desejam empreender.

Nesse contexto, não obstante a prefeitura haver promovido três dia seguidos de festa no Pátio de Eventos Otoni Rodrigues, um “rela bucho” no distrito de Pirituba e um evento voltado para grupos da chamada 3ª idade, no Pátio da Matriz,  no meu modesto entendimento, considero que o prefeito Aglailson Junior e sua equipe perderam uma ótima oportunidade de marcar um “gol de placa”, na sua incipiente administração, ou seja: no seu primeiro São João.

OBS: O evento voltado para o público da 3ª idade, se bem planejado e com sequência aprimorada, poderá ser usado como um bom cartão de visita para nossa cidade, no que diz respeito aos festejos juninos.

Já ficou mais do que provado que esse conceito de evento,  para atrair multidão, obrigatoriamente,  passa por altos  investimentos, principalmente em estrutura e  atrações “de peso”, o que demanda, “sangrar o erário”, ou seja: o DINHEIRO PÚBLICO.

Também ficou provado, nas duas últimas gestões administrativas – Governo Que Faz e Governo de Todos – que os nossos atores políticos, juntamente com suas respectivas equipes,   são despreparados para o planejamento. Não tem trânsito em Brasília e muito menos interlocução com a iniciativa privada, para captar recursos e transformar o evento em noticia.  À falta de sequência e o descompasso, nas mínimas iniciativas que tiveram, ao meu vê, foram, entre tantas outras, as principais  “chagas” para o insucesso. Foram quase duas décadas de investimentos errados e perdidos beneficiando  apenas uns pouquíssimos “atores sabidos”. A prova está aí: apesar de todo dinheiro investido, continuamos sem nenhuma marca para o nosso São João, o legado deixado, podemos definir como  “UM CONJUNTO VAZIO”.

Imagino que para as festas juninas antonenses devemos avançar por outras frentes, inclusive, gerando e incentivando algumas culturas nossas, regionais e  que encontram-se adormecidas, que aliás custariam bem menos aos cofres públicos e que promoveriam oportunidades para os nossos artistas pudessem alavancar seus respectivos trabalhos.

Por exemplo:

Já pensou se durante os festejos juninos a prefeitura saísse desse modelo de festa engessada (shows com artistas que nada representam os festejos juninos) e  investisse num grande evento com violeiros renomados de todos Nordeste? Inclusive, documentando-o  e gravando um DVD, com uma  superprodução,  para que se pudesse mostrar essa cultura para todo Brasil? Em poucos anos, nossa cidade seria uma referência no gênero e seria, inevitavelmente,  invadida por turistas  de todas os estados da nossa região. Pessoas que viriam se hospedar e passar vários dias na cidade.

Evento religiosos, reverenciando os três santos católicos do mês de junho é algo ainda muito pouco  explorado pelos festejos juninos na nossa região. Vitória poderia ser uma referência, caso houvesse um investimento consistente, juntamente com toda comunidade católica.

Promover um grande festival INTERNACIONAL  de mamulengos e seus afins! Investir em quadrilhas estilizadas, bancando as despesas e premiando-os. Além do incentivo local, esses grupos circulariam  por todo estado se apresentando e ganhando dinheiro. É assim que se deve investir o recurso público, para gerar renda para a cidade e seus filhos e não se pagar “rios de dinheiros” para cantores e bandas que nada tem haver com as nossas tradições  juninas, como foi o caso do último sábado (24) – noite de São João – que subiu no palco, aqui em Vitória, a cantora Musa do Calypso. Aí eu pergunto: O que somou para nossa cidade? Qual o legado ficou?  Que referencia teremos, no futuro, desse dinheiro investido?

Concluo essas observações dizendo que a prefeitura da nossa cidade precisa investir nas festas tradicionais com mais racionalidade, mais planejamento e coerência, se não, tal qual às gestões anteriores, estaremos, doravante, novamente,  JOGANDO DINHEIRO PÚBLICO FORA. Aliás,  se somarmos toda essa farra – décadas de investimentos errados – veremos o quanto de milhões de reais foi investido errado e sem planejamento na nossa cidade… Que no próximo São João a prefeitura local procure investir o nosso dinheiro com mais critério e serventia…

Óticas Diniz: Eficiência e compromisso social, no Brasil e em Vitória de Santo Antão.

Recentemente, no caderno de economia do Diário de Pernambuco, li uma matéria com o seguinte título: “A arte de fidelizar os consumidores” – Empresas utilizam estratégicas diversas para manter o público fiel ao seu produto e atrair novos perfis.

Dentre as empresas elencadas na matéria, encontra- se a maior rede de óticas do País – ÓTICAS DINIZ. “Oferecemos uma prestação de serviço personalizada para que o cliente tenha a mais completa experiência, nas mais de 950 unidades da rede”. Disse o fundador e presidente da empresa, Arione Diniz. Completou a matéria: apesar de seguirem as mesmas estratégicas, cada unidade das Óticas Diniz, também leva em consideração o contexto de cada região.

Pois bem, sob o comando do amigo e parceiro Sérgio Alves, a marcar possui três unidades na nossa cidade, Vitória de Santo Antão. Se não bastasse o profissionalismo na abordagem ao cliente, dentro das lojas e nas respectivas campanhas externas, realçamos o compromisso social da referida marca. Oportunamente, postamos matéria, aqui no blog, realçando a ação com crianças.

Na qualidade de cliente local,  no que diz respeito à eficiência, dou meu testemunho: Outro dia meu óculos sofreu uma avaria. Preocupado pelo meu grau de dependência, ao chegar em uma  das lojas e expor minha preocupação a gerente acalmou-me,  dizendo: “aguarde que vou resolver”. Em menos de dez minutos já estava como meu óculos no rosto, “novo de novo”.