O secretário Paulo Roberto não pode fugir das suas responsabilidades.

palhaço triste 2Ao final do carnaval de 2014, na Vitória de Santo Antão, o assunto mais comentado na cidade foi a FORÇA DESPROPORCIONAL QUE A POLÍCIA MILITAR havia usado na direção dos diretores das agremiações. Assunto, aliás, já amplamente divulgado pelo nosso blog, inclusive, creditando tal violência ser do interesse dos atuais gestores públicos que demonstraram claramente  em querer acabar com o carnaval tradicional da Vitória (desfiles) para implantar na cidade um carnaval de palco, diga-se, algo alienígena aos nossos costumes.

Pois bem, ao final do carnaval de 2016 o assunto mais comentado pelos mais variados públicos na cidade, foi à bagunça generalizada provocada pela falta de interesse do Poder Público Municipal,  com destaque, claro, para a invasão no percurso oficial da folia dos chamados PAREDÕES DE SOM.

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Já no sábado (30) do desfile das “Virgens da Vitória”, o cantor Jonatha Chocolate, na Praça Duque de Caxias, foi obrigado a interromper seu show no trio elétrico para pedir aos “senhores” proprietários dos paredões de som que desligasse para ele poder passar.

No desfile do Etesão, segundo comentários, aconteceu outro problema dessa natureza. Em praticamente todos os desfiles, quer foram  animados por orquestra de frevo ou trio elétrico, lá estava um  ou mais paredões  para atrapalhar e infernizar a vida dos foliões. Tudo isso ocorreu, sem que os organizadores do carnaval, diga-se, o pessoal da Prefeitura, sob o comando do secretário Paulo Roberto, tomasse uma atitude. Veja o vídeo:

O curioso disso tudo é que no carnaval de 2014 o secretário Paulo Roberto, determinou que os trios elétricos tinham que parar de tocar próximo ao Restaurante Pizza Grill por conta do Hospital Pronto Socorro. Houve caso, inclusive, que a polícia chegou a ameaçar a cantora, caso a determinação não fosse cumprida. Este ano, foi justamente no mesmo lugar que a maioria dos paredões se concentraram para promover a maior “bagunça sonora”, sem ao menos ser “incomodado” pela organização do carnaval ou qualquer policial.

Uma pergunta que intriga:

Por que é que esses paredões tiveram  acesso livre em todo percurso?

Agora vem a resposta:

A maioria deles tem como verdadeiros proprietário os políticos, mas  ficam nas mãos  de LARANJAS. Até porque, se bem observado, tem “dono” de paredão que não tem condições financeiras de fazer uma “feira de mês”, como poderiam, então, gastar com equipamentos com valores elevados? O que estou dizendo, será facilmente identificado nos próximos meses, quando a campanha eleitoral municipal, de fato,  começar.

Aliás,  sobre este assunto – paredão de som – o deputado Henrique Queiroz, ontem (15), na Radio Vitória FM, querendo ser engraçado, certamente, acabou fazendo uma comparação totalmente desprovida de cultura e sentimento com o verdadeiro carnaval da terra. Comparou as disputas das orquestras, dos carnavais de outrora, com essa “bagunça sonora” promovida pelos paredões de som. Com esse tipo de comentário, o Henrique Queiroz mostra o quanto  é despreparado para ser prefeito da cidade. Com toda certeza é por “besteira” como essa que disse,  que o povo esclarecido da Vitória não lhe dá o menor crédito.

Portanto, este foi mais um ponto negativo que anotamos no carnaval da Vitória 2016. O secretário Paulo Roberto, que este ano se preocupou apenas em “esquentar” eleitoralmente seu nome e fazer a festa defronte ao seu COMITÊ ELEITORAL, instalado na Praça da Matriz, mais uma vez está precisando se explicar para a comunidade carnavalesca.

Mas,  assim como ocorreu no ano de 2014 onde ele fugiu do debate sobre a força desproporcional usada pela polícia, ele também fugirá da responsabilidade da desastrosa organização do carnaval 2016. Assim sendo, fica demonstrado que o Paulo é um gestor “fujão”, que não gosta de assumir responsabilidades, ou seja: PARA APARECER NA GLOBO FAZENDO POLÍTICA ,  ELE SABE APARECE, MAS APARECER PARA EXPLICAR OS ERROS, ISSO ELE NÃO FAZ.

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Boi Vitoriense: 45 anos de história.

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No sábado de Zé Pereira (06) recebi a visita da Diretoria do Boi Vitoriense. Na ocasião, na medida do possível, também demos nossa colaboração financeira para que o Boi Vitoriense abrilhantasse o carnaval da cidade.

Zé do Boi, Josa e Dudui são três guerreiros. Herdaram do pai, Seu Severino, o amor pela brincadeira e levam muito a sério o compromisso de colar nas ruas, todos os anos, o boi mais famoso da Vitória – Boi Vitoriense.

Na ocasião, gravamos um vídeo onde eles lamentam à falta de incentivo do poderes constituídos e aproveita para agradecer as pessoas que contribui de forma voluntária para que o empreendimento cultural que seu pai tanto amava, não deixe de desfilar no carnaval vitoriense. Veja o vídeo:

Homenagem a Pierre: concentração dos amigo do Alto José Leal.

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Um grupo de amigos GIRAFEIROS que residem no Alto José Leal e que há vários anos se “concentravam” juntos, tomando bicada e ouvindo o cd de Pierre, para  brincar o carnaval no Bloco “A GIRAFA”, este ano (2016), resolveram fazer uma homenagem artista vitoriense Pierre, falecido recentemente.

Conversando com o amigo Junior, na noite do sábado de Zé Pereira (06) na Praça Leão Coroado, ele falou do sentimento da turma em relação ao carnaval sem o Pierre. Veja o vídeo:

Elias Lira e Paulo Roberto: também fracassaram na gestão carnavalesca.

PALHAÇO-TRISTE.-doisAo final do carnaval 2016 é necessário que se faça um balanço das últimas edições carnavalescas administradas pela gestão do Governo de Todos. Diga-se “Elias Lira + Paulo Roberto”. Por incrível que pareça, invertendo toda lógica, iremos notar que primeira edição (2009), mesmo com um TAL  ROMBO FINANCEIRO ENCONTRADO,  foi a melhor,  quanto que a última (2016), que dentro do planejamento estratégico deveria ser coroada de êxito, foi a pior, a mais bagunçada, onde o “bloco da política” acabou  sendo a atração principal da festa.

Nesses oito anos, Elias+Paulo, inventaram muita moda. Paulo, uma espécie de operador do mal do Prefeito Elias Lira, procurou usar o cargo de secretário para perseguir as pessoas que não lhe era  simpática, sobretudo, os diretores de agremiações carnavalescas,  criando, portanto, todo tipo de  dificuldades para depois tentar  “vender facilidades”, algo já comum realizado pelos políticos na cidade da Vitória.

Após oito anos de gestão carnavalesca o  Paulo Roberto ainda não sabe explicar como é que o dinheiro da prefeitura, destinado aos clubes, troças e blocos, é rateado, muito menos qual é  (ou foi) o critério usado para se chegar aos números finais. Paulo, nesses últimos anos, sempre manipulou essas verbas de uma maneira tal, que nunca seguiu a lógica carnavalesca.

Aliás, Paulo Roberto, precisa explicar aos vitorienses porque ele tem tanto ódio do bairro do Livramento e da Praça Duque de Caxias. Por vários anos seguidos, sem a menor explicação e bom senso, os foliões da Vitória foram obrigados a engolir esse formato de festa, que vai de encontro à história do nosso secular carnaval. É bom que se diga que aquela ideia de levar o carnaval lá para o final da Avenida Mariana Amália, só  gerou  lucro para alguns.

O curioso é que para se contratar palco, som, estrutura e tudo mais, como foi o caso do final da Avenida, nos anteriores,  o dinheiro apareceu, mas quando é para se investir nas agremiações – que é quem verdadeiramente produz carnaval na Vitória – a prefeitura não tem dinheiro. Isso também chega a ser muito  engraçado. Paulo Roberto precisa explicar aonde foi parar o dinheiro da sua pasta que foi destinado às promoções carnavalescas.

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Para concluir este comentário, preciso perguntar ao prefeito Elias Lira e ao Secretário Paulo Roberto, porque é que a prefeitura, no que diz respeito à imprensa,  só tem dinheiro para gastar com a Rede Globo.…Ora !! a TV Vitória, as rádios, os blogs, as divulgadoras e os  jornais da cidade,  que verdadeiramente  promovem o carnaval da cidade,  não tem direito a qualquer incentivo do governo municipal… Por que só a Rede Globo? Paulo precisa explicar essa lógica excludente também…

Na reportagem exibida pela Rede Globo de Televisão, na segunda feira de carnaval, ficou escancarado que o secretário Paulo Roberto é desprovido de qualquer espírito público. Ao invés de promover o verdadeiro carnaval da cidade – Barriga d Água – Monges – Etesão e etc – torra o dinheiro azul e branco dos vitorienses  se promovendo politicamente e exibindo um carnaval mentiroso, um carnaval de fachada que lhe expôs  de maneira ridícula perante toda comunidade  vitoriense. Uma aparição  apenas para “esquentar”  suas promoções políticas pessoais. Como podemos observar, ficou bem  claro que o  Elias Lira e o Paulo Roberto  não produziram, nesses últimos oito anos, nada que pudesse enaltecer nosso carnaval, ou seja: fracassaram também  na gestão carnavalesca.

A LOCAR foi o destaque no “Bloco da Limpeza”.

Com as graças de Deus e a proteção do Glorioso Santo Antão, o carnaval da Vitória transcorreu com tranquilidade. Não ocorreu, sob qualquer ponto de vista, nenhuma ocorrência grave. Nada que pudesse manchar nossa festa maior.

Nos quatro cantos da cidade a “saraivada” de críticas aos gestores municipais, no tocante à organização da festa, é grande. Este ano (2016) o desleixo e a falta de compromisso com o nosso Patrimônio Imaterial (Carnaval) foi gritante.

Como um observador atento do nosso carnaval,  posso dizer, sem sombra de dúvida, que a limpeza pública, no corredor da folia do carnaval 2016, funcionou de maneira satisfatória.

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Todas as noites, ao final da folia, as ruas ficavam repletas de sujeira diversas e, ao recomeçar a festa, no outro dia, os foliões já encontravam as ruas limpas. Aliás, fiz questão de abordar uma equipe da LOCAR, no bairro do Livramento, para dar-lhes os parabéns e dizendo que iria fazer um registro no blog. Sendo assim, começo expondo minhas impressões sobre o carnaval 2016 realçando o bom trabalho realizado pela LOCAR.

Contador dos bichos ATIVADO.

Do início do mês de dezembro até a quarta-feira de cinzas (10), devido ao grande volume de postagens relativas às Mensagens Natalinas e matérias atinentes ao nosso carnaval,  “relaxamos” no que diz respeito ao nosso Contador dos Bichos”. É bom que se diga que nesses poucos mais de sessenta dias flagramos inúmeros animais circulando livremente pelas vias públicas.

Portanto, doravante, voltaremos a “monitorar” os bichos nas ruas. Começamos, portanto, com um flagra ocorrido na Praça 3 de Agosto, no bairro do Livramento, aonde dois jumentos pastavam livremente.

IMG_6170Sendo assim, serei obrigado a abrir a “jaula do Elias” e zerar o contador dos bichos, que aliás, chegou à incrível marca de 70 dias “sem bichos”, marca esta, que devemos desconsiderar, claro.

Raminho Fotógrafo: desde de 1958 registrando os carnavais da Vitória.

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Na sexta-feira da semana pré-carnavalesca, dia 05 de fevereiro, no Pátio da Matriz, bati um alongado papo com o amigo Raminho. Raminho, como todos sabem, é uma figura. Toda vez que lhe encontro digo: Raminho, Pedro Ferrer deixou a porta do Instituto Histórico aberta,  mais uma vez, e você saiu.. Ele dá aquela risada…

Fotógrafo profissional na Vitória de Santo Antão desde 1958, Raminho guarda verdadeiras relíquias. Além de fotógrafo atento aos detalhes, Raminho também é identificado com as boas causas da cidade, inclusive, é membro ativo de diversos movimentos sócias.

Pois bem, durante o nosso bati papo, resolvi gravar um pequeno vídeo, onde ele fala um pouco da sua trajetória como fotógrafo e relembra fatos de carnavais passados, com destaque para os memoráveis carros alegóricos e suas exuberantes fantasias. Veja o vídeo:

Vitória dos mosquitos.

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No dia 01 de Fevereiro de 2016 a OMS (Organização Mundial da Saúde Organização Mundial da Saúde) decretou estado de emergência sanitária mundial devido ao Zika vírus. Para melhor compreensão, entende-se como estado de emergência sanitária mundial um evento extraordinário que supõe uma situação grave e repentina com repercussões para a saúde pública além das fronteiras nacionais do estado afetado, exigindo, assim, uma ação internacional imediata. Todavia, a exigência dessas ações, na atual conjuntura do nosso país, não tem passado de uma mera publicidade, não sendo preciso muito esforço para visualizarmos tal afirmação, uma vez que ela pode ser facilmente testificada tomando como exemplo a nossa cidade.

Grande é a divulgação no aparato midiático do nosso município que a atual gestão “ tomou medidas eficazes no combate ao mosquito da dengue”, todavia, basta uma ida ao Hospital João Murilo de Oliveira para confirmar a inverdade típica presente nessas divulgações. Hospital lotado, altíssimo número de pacientes vítimas do Zika vírus, da Chikungunya e da própria Dengue, aguardando horas para serem atendidos e, quando são medicados, em virtude da ausência de leitos suficientes para alta demanda, ficam em pé nos corredores ou dividem as poucas camas com mais dois ou três pacientes, é um pouco do cenário do “combate eficaz ao mosquito da dengue” realizado em Vitória.

Embora o quadro relatado já demonstre preocupação, é importante considerar o imenso número de pessoas que foram vitimadas por esse vírus, mas que, devido à falta de conhecimento ou o receio de enfrentar uma longa fila de espera e péssimas condições de atendimento, não procuraram o serviço médico do município. Vê-se, então que a ausência de campanhas nos bairros, principalmente nos mais periféricos, haja vista que são os mais afetados, é assunto frequente nas conversas dos vitorienses. O popular “carro fumaça” não é visto nos bairros. O trabalho preventivo dos agentes de saúde também não.

A falta de uma política de combate ao elevado número de vítimas desses vírus na nossa cidade, aumenta a insegurança e o medo, enquanto o vírus acomete a todos, sem distinção de jovens, idosos ou crianças. É irrefutável a existência de diversos questionamentos sobre a origem, o modo de “contágio’, entre outras questões que envolvem esta epidemia, mas é preciso que aquilo tido como básico, como o combate ao mosquito, seja efetivado. Ora, é dever do Município, na condição de gestor do Sistema Único de Saúde, zelar pela saúde dos necessitados, oferecendo tratamento adequado à saúde, sendo assim, é preciso uma atitude positiva da atual gestão frente a essa epidemia,  pois o que vemos não é uma “cidade às moscas”, mas uma cidade, literalmente, aos mosquitos.

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Últimas vagas para a Educação Básica do SESI n a Zona da Mata

sesiO Carnaval passou e agora o ano começa de verdade para a maioria dos brasileiros. Metas para os estudos , trabalho, vida pessoal…chegou a hora de colocar tudo em prática! Pensando nos atrasados de plantão, o SESI Pernambuco estendeu o prazo para inscrições na Educação Básica, para quem ainda não conseguiu matricular crianças e jovens no Ensino Fundamental e Médio na Zona da Mata, até o final deste mês.  Há vagas nas unidades de Escada e Goiana, na Zona da Mata, e demais unidades do Estado, exceto no Agreste, que teve mais interessados do que vagas.  Mais informações: (81) 3534.1174 (Escada), (81) 3626.0034 (Goiana) e no site www.pe.sesi.org.br.

As 11 escolas distribuídas em todas as regiões do Estado formam a maior rede de Educação privada de Pernambuco.  As unidades disponibilizam aos alunos ensino de qualidade reconhecido no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), cuja média superou escolas tradicionais da capital pernambucana, e pelo mercado de trabalho, graças a metodologia pedagógica voltada para a construção do conhecimento e das competências humanas, preparando-os para o ensino profissional (superior e técnico) e sua inserção no mundo corporativo.

Professores qualificados, projetos interdisciplinares de inovação e empreendedorismo, uso de tecnologia de ponta (salas 3D, portal preparatório para o Enem, laboratórios) e infraestrutura moderna (salas climatizadas, quadras esportivas e bibliotecas) completam o conjunto de benefícios oferecidos para facilitar a aprendizagem dos estudantes.

“Marias e Lampiões” mistura forró com frevo.

IMG_6040Na terça (09) pela manhã foi a vez da Agremiação Carnavalesca “Marias e Lampiões” ganharem as ruas do corredor da folia tocando forró no carnaval. “Puxado”pela renomada forrozeira Irah Caldeira, os foliões vestiram os kits característico do bloco e caíram na folia. Veja o vídeo:

Ao final do percurso a rua se transformou num  grande “salão” de festa para o encerramento do bloco. Veja o vídeo:

“A MUSA”, no Bloco “Na Pressão”, arrastou muita gente

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Na noite da segunda (08)  também acompanhamos a passagem da  Agremiação Carnavalesca “Na Pressão”, pela Praça Severino Ferrer, também conhecida como “Praça do Fórum”. Um bom público acompanhou o show da “MUSA”. Parabéns aos diretores  da agremiação que já estrearam no carnaval com sucesso de público. Veja o vídeo: