A MOSQUITA “DE” DILMA – por Sosígenes Bittencourt.


Dilma deve ter aprendido, depois do seu discurso hilário sobre o aedes aegypti, que o feminino de mosquito não é mosquita, pois trata-se de um substantivo epiceno. Ou seja, ele não sofre alteração morfológica na designação de gênero: masculino e feminino. Quer dizer, para você se referir à mulher do mosquito, você terá que acrescentar a palavra fêmea. O mosquito macho e o mosquito fêmea.

Agora, imagine se você usa o artigo a, antes do nome próprio da presidenta, no exemplo que vou citar. Ao invés de você dizer “a mosquita de Dilma”, que seria referir-se ao seu erro de Português, você dissesse a “mosquita da Dilma”, passando a chamar a presidenta de mosquita.
Docente abraço!

Sosígenes Bittencourt

CONVITE – 06 de março – Dia da Revolução Pernambucana de 1817

Você é nosso (a) convidado (a) para a sessão em homenagem aos heróis da Revolução Pernambucana de 1817, a ser realizada nesta quarta-feira (06), às 16h, no auditório do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP).

Na ocasião, serão empossados os novos sócios: o pesquisador Joaquim Pereira da Silva (sócio honorário) e o jornalista Evaldo Costa (sócio efetivo), que será o orador da tarde.

🗓 06 de março (quarta-feira)
⏰️ 16h
📍 No auditório do IAHGP (Rua do Hospício, 130, Boa Vista).

Participe!

André Carvalho: um conjunto de forças políticas apostam no seu nome…..

Em ato com viés político, ocorrido na tarde do sábado (03), nas dependências do Teatro Silogeu, foi lançada a pré-candidatura do atual vereador, André Carvalho, a prefeito da Vitória de Santo Antão. O referido movimento contou com lideranças  nacionais, estaduais e locais, além do público em geral.

Eleito no último pleito (2020) para ocupar um assento na Casa Diogo de Braga,   com votação eloquente, o jovem André Carvalho “inaugurou” no nosso município um novo jeito de fazer política. Qualificado na área da comunicação de massa e sintonizado com as novas ferramentas tecnológicas, o mesmo conseguiu, entre outros,  representar o desejo daqueles eleitores que não  enxergam o assistencialismo  e à captação de sufrágio como moeda  política/eleitoral.

No Poder Legislativo, procurou desenvolver um mandato coerente com aquilo que pautou seu ingresso na política, ou seja: fiscalizar os atos do executivo, propor ações vinculadas às políticas públicas, transparência na atividade parlamentar e etc. Com efeito, no último pleito estadual (2022),  na qualidade de candidato para ocupar um assento na ALEPE, saiu das urnas fortalecido, mesmo sem lograr êxito eleitoral.

Nesse contexto, ampliou o raio de atuação política dialogando com outros atores locais,  não menos importantes: Socorrinho da Apami, o grupo dos Queiroz, representado pelo vereador Carlos Henrique, e com conceituado médico, vereador e ex vice-prefeito da Vitória, Doutor Saulo Albuquerque.

Lastreada por uma forte relação de confiança e respeito mútuo,  com o deputado federal Túlio Gadelha, André conseguiu suplantar o tão pantanoso terreno partidário, proporcionando-lhe, assim,  a tão desejada “segurança eleitoral”. Prova concreta dessa operação, construída ao longo do tempo,  materializou-se  na presença,  no já citado ato, ocorrido no último sábado, da emblemática Marina Silva, figura internacional que, atualmente,  despacha na capital federal,  na pasta do Meio Ambiente.

Serenada a empolgação do lançamento da pré-candidatura ao cargo máximo do Poder Executivo antonense, esse conjunto de forças, liderado pelo André Carvalho, deverá  enfrentar, nas urnas,  o  atual prefeito, Paulo Roberto, que irá buscar sua reeleição que, segundo recente pesquisa que circulou na imprensa, segue com boa avaliação. Lembremos, também, o grupo liderado pelo ex-prefeito Aglailson Junior,   que segue  se movimentando, visando  o pleito que se avizinha.

Portanto, o ato do último sábado –  por assim dizer –  seria um primeiro movimento público, concreto, que ocorre na nossa cidade, visando o próximo pleito municipal (2024),  protagonizado pelo campo oposicionista.

Nos próximos meses de 2024, até o dia “D” da democracia, muitas águas irão passar por debaixo da ponte, no sentido de desenhar o destino,   dos próximos 4 anos (2025/2028),   da terra de Santo Antão.

Roberto Moreira e Eduardo Garrido – por @historia_em_retalhos.

Esquecidos pela grande mídia, os pernambucanos Roberto Moreira e Eduardo Garrido fizeram história no vôlei de praia nacional.

Sim!

Essa dupla precursora foi fundamental para a consolidação da modalidade esportiva no Brasil.

Poucos lembram, mas Moreira e Garrido formaram uma dupla clássica do vôlei de praia na década de 1990, quando o esporte ainda dava os primeiros passos no país.

Foi por causa de atletas como eles que uma atividade tida apenas como diversão transformou-se em uma modalidade olímpica e com praticantes no mundo inteiro.

Nas Olimpíadas de Barcelona, em 1992, o vôlei de praia fez parte como um esporte de exibição.

Pois naquela ocasião Moreira e Garrido sagraram-se vice-campeões, o equivalente à medalha de prata, sendo derrotados pela lendária dupla norte-americana Smith e Stoklos.

No ano seguinte, em 1993, a dupla conquistou a medalha de bronze nos Jogos Mundiais, disputado na Holanda.

Alô, @prefeiturarecife, que tal uma homenagem a esses dois grandes precursores do vôlei de praia, durante os circuitos brasileiro e mundial que acontecerão na cidade agora em março?

#ficaadica 😉
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Corrida da Vitória: inscrições do 2º lote iniciadas…..

3ª Corrida da Vitória – 28 de abril de 2024. Corrida 7km – Caminhada 4km – Concentração às 6h – Largada às 7h. Troféu – Premiação Geral do 1º ao 5º colocado – masculino e feminino. Troféu – Premiação Faixa Etária – 1º ao 5º colocado Primeira faixa etária: até 39 anos. Segunda faixa: dos 40 anos aos 49 anos. Terceira faixa: dos 50 anos aos 59 anos. Quarta faixa etária: dos 60 anos aos 69 anos. Quinta faixa etária: dos 70 a mais. OBS: NÃO HAVERÁ PREMIAÇÃO EM DINHEIRO! Inscrições on-line: www.uptempo.com.br Inscrições grupos: 81-9.9.9420.9773 Inscrição presencial: Loja Monster Suplementos – Rua Valois Correia – 96 – Matriz – Vitória. Valor Inscrição: Kit completo – corrida ou caminhada – R$ 95,00 Kit  – sem a camisa – corrida ou caminhada – R$ 80,00  – 2º LOTE ATÉ O DIA 01 DE ABRIL OU ATÉ ESGOTAR AS INSCRIÇÕES.

Para mais informações: 9.9420.9773

RE(COR)DAÇÃO DE KAYSE ARRUDA – por Sosígenes Bittencourt


Nunca mais, eu vi Kayse Arruda.
Kayse era uma belezura. Meiga, pura mulher nos trejeitos, no olhar, ar de aventura.
Nunca mais, eu vi Kayse Arruda. Até já escalei o Alto Dr. José Leal, a perguntar, posto que foi a derradeira vez onde a vi, à sua procura.
Lembro-me de tê-la tirado para dançar – ela de saia – e o motivo era a moda Me dê Motivo na execução de Tim Maia. Nunca mais vi fêmea tão feminina, vereda de saudade, ao viajar para Santa Catarina.
A vontade que dá é enguiçar esses brasis, repoltreado em avião alado, sobre rios, florestas e montanhas, margeando a grinalda dos oceanos, para ver menina tão mulher, beleza tão feminina.
 
Sosígenes Bittencourt

Instituto histórico – por Lucivânio Jatobá.

Impossível sair imune de emoções após uma visita ao Instituto Histórico e Geográfico da Vitória de Santo Antão (PE). Como bem o disse, há anos, o poeta e publicitário inesquecível Dilson Lira: Aquele Instituto “É uma igreja cívica e o altar é a Pátria”! O acervo histórico ali existente é riquíssimo. Encontra-se muito bem dividido e com peças raríssimas. Merece uma visitação por todos os que têm interesse pelo passado, pela História, não apenas do município histórico da Vitória de Santo Antão.
Atualmente, o Instituto Histórico e Geográfico referido, um dos mais importantes do Nordeste brasileiro, tem como Presidente o dr. Pedro Ferrer, meu querido amigo vitoriense de longas datas e de profissão. Este fez daquela Casa sua segunda casa. Vive lá, recebendo visitantes de todos os cantos da Região e do Brasil.
Estive mais uma vez naquele Instituto, e saí , como sempre , emocionado, no mês de abril deste ano ( 2023). A primeira vez que ali estive, ainda um menino aluno do Ateneu Santo Antão, na década de 1950, levado pela professora Maria Aragão, o IHGVSA tinha poucos anos de fundação ; agora já é um setentão. Está mais lindo e fascinante nos dias atuais. Cativa-nos! Emociona-nos! Torna-nos mais ricos em conhecimentos históricos.
Visitem esse Templo de História!
Lucivânio Jatobá – professor 

O PENSADOR – por Sosígenes Bittencourt.


De Luís da Câmara Cascudo: Casei-me com uma mulher com nome de flor, flor sem espinhos: Dáhlia.
De Millôr Fernandes: A vida pode me fazer desgraçado, não infeliz.
De Mário Lago: Eu fiz um acordo pacífico com o tempo: nem eu o persigo, nem ele me persegue; um dia, a gente se encontra.
De Milton Friedman Não há excesso de liberdade quando exercida com responsabilidade.
De Bertolt Brecht: O que é um assalto a um banco, comparado com a fundação de um banco?
De Mauro Mota: Quem morre em Recife, engana a morte.

Sosígenes Bittencourt

O Tempo Voa Documento: foi sempre assim…

Revirando nossos  arquivos encontramos  um “desabafo” do senhor Luis Nascimento, em artigo escrito para a Revista do Instituto Histórico, em função  das comemorações do centenário da imprensa na nossa cidade (1866 – 1966),  que bem  reflete o sentimento daqueles que fizeram e que continuam fazendo  imprensa na Vitória de Santo Antão. Vale a apena ler:

PERCALÇOS E IDEALISMO

A imprensa vitoriense sofreu, desde 1866, todos os percalços, dificuldades e inglórias inerentes à espécie. Viveram seus periodistas, por outro lado, os momentos culminantes da criação do jornal e da enunciação de ideias e programas, junto ao desejo de ser útil a comunidade, de consertar os erros do mundo e apontar os caminhos certos.

Continuaram eles, neste século, a amar e a sofrer, teimosamente, jungidos a um ideal, à missão de informar, de aparecer, de transmitir um pensamento, um verso, uma página literária.

Ultrapassou a casa dos trinta o número de publicações da grande família da imprensa dadas à circulação, de 1866 a 1899, na Vitória de Santo Antão. No cômputo geral dos cem anos hoje completados, subiram a mais de 170, de todos os gêneros, de vida intensa ou efêmera, fazendo surgir jornalista a granel, muitos deles perdendo o título rapidamente, outros altanando-se no conceito da imprensa regional ou nacional.

Esta terra de tantas tradições históricas tem, indubitavelmente, a primasia da imprensa no interior do Estado, uma primasia que honra Pernambuco, do mesmo modo que a imprensa de Pernambuco honra o Brasil.

Luis Nascimento
Originalmente publicado na REVISTA DO INSTITUTO HISTÓRICO DA VITÓRIA DE SANTO ANTÃO – VOL. I – 1968.

O ano era 2014 – por @historia_em_retalhos.

Santa Cruz e Paraná disputavam partida válida pela Série B do Campeonato Brasileiro.

Apesar da distância entre os dois estados, a rixa entre as torcidas das duas equipes existia.

A Fúria Independente, do Paraná, era aliada da Torcida Jovem, do Sport.

A Inferno Coral, do Santa Cruz, tinha aliança com a Império Alviverde, do Coritiba.

Nesse meio das torcidas organizadas, há um costume: torcedores do time da cidade recepcionam os integrantes da torcida aliada de fora, realizando confraternização e acompanhando até o estádio rival.

Neste dia 02.05.2014, depois do encontro com os rubro-negros, com bebida e churrasco, os torcedores do Paraná seguiram para o Arruda para assistir ao confronto com o Santa Cruz.

Mal sabia o jovem Paulo Ricardo da Silva, de 26 anos, o que o aguardava naquela noite.

Paulo era fotógrafo, torcedor do Sport e mantinha vínculo com a torcida organizada do clube.

Pois bem.

Com o fim da partida, deu-se início a uma confusão.

De uma altura de 24 metros, em um ato de profunda covardia, dois vasos sanitários foram arremessados, chegando ao solo com o peso de aproximadamente 350 quilos, cada um.

Paulo foi atingido e morreu imediatamente.

Luiz Cabral, Waldir Pessoa e Everton Filipe foram os responsáveis pelo ato de barbárie.

Em depoimento, Everton afirmou que não queria acertar ninguém, mas Luiz admitiu que jogou a privada para se vingar de uma briga travada com a torcida Jovem, do Sport.

Levados a júri popular, os três acusados foram condenados, em 02.09.2015, por homicídio consumado e por três tentativas de homicídio das pessoas que foram atingidas pelos estilhaços das privadas.

Everton pegou 28 anos e 9 meses, Luiz 25 anos, 7 meses e 15 dias e Waldir, 22 anos e 6 meses de prisão.

Em 2022, o Santa Cruz e a CBF foram condenados, solidariamente, a pagar uma indenização de R$ 1.2 milhão, além de uma pensão, aos pais de Paulo Ricardo.

Em 18.02.2020, há 4 anos, decisão judicial decretou a extinção das organizadas em Pernambuco.

As torcidas Jovem, Inferno Coral e Fanáutico tiveram os seus CNPJ’s cancelados.

O problema, porém, segue mais atual do que nunca.

Qual será a solução❓
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3ª Corrida e Caminhada da Vitória – virada do 1º lote na quinta-feira (29)!!!

3ª Corrida e Caminhada da Vitória – 28 de abril de 2024.
Corrida 7km – Caminhada 4km – Concentração às 6h – Largada às 7h.
Troféu – Premiação Geral do 1º ao 5º colocado – masculino e feminino.
Troféu – Premiação Faixa Etária – 1º ao 5º colocado
Primeira faixa etária: até 39 anos.
Segunda faixa: dos 40 anos aos 49 anos.
Terceira faixa: dos 50 anos aos 59 anos.
Quarta faixa etária: dos 60 anos aos 69 anos.
Quinta faixa etária: dos 70 a mais.
OBS: NÃO HAVERÁ PREMIAÇÃO EM DINHEIRO!
Inscrições on-line: www.uptempo.com.br
Inscrições grupos: 81-9.9.9420.9773
Inscrição presencial: Loja Monster Suplementos – Rua Valois Correia – 96 – Matriz – Vitória.
Valor Inscrição:
Kit completo – corrida ou caminhada – R$ 85,00
Kit sem a camisa – corrida ou caminhada – R$ 70,00
1º LOTE ATÉ O DIA 29 DE FEVEREIRO

Vida Passada… – Felix Peixoto – por Célio Meira

Aos quinze anos de idade, Felix Peixoto de Brito e Melo, recifense, era alferes, sob o comando do valoroso José de Barros Falcão de Lacerda, nos campos de Pirajá. Regressando ao torrão nativo, ouvindo a palavra inflamada e apostólica de Frei Caneca, e sentido, no espirito, o desabrochar da rebeldia republicana,  informa Pereira da Costa, “o mestre de nós todos”, alistou-se, patrioticamente, nas fileiras dos sonhadores da Confederação do Equador. Derrotado e Anistiado, abandonou a carreira das armas. Ingressou no comercio, e dedicou, aos livros, as horas de suas noites.  Concluiu os preparatórios, matriculou-se no Curso Jurídico de Olinda, e em 1834, obteve a carta de bacharel, na mesma turma de Ângelo Ferraz, o futuro barão de Uruguaiana, de Basílio Torreão, de Pereira da Graça Junior, que seria, mais tarde, o barão de Aracati, de França e Leite, “deportado, em 1842, narra Clovis Bevilaqua, em consequência dos movimentos revolucionários de Minas e São Paulo”,  e de Urbano Sabino Pessoa de Melo, um dos raros historiadores da Revolução Praieira.

Diplomado, seguiu a magistratura, exercendo a judicatura no Brejo da Madre de Deus e no Recife. Deputado pela sua província, de 1836 a 1842, governou, anos depois, a província das Alagoas, revelando-se administrador inteligente e honesto. Quando subiu, ao poder, o gabinete conservador de 29 de setembro de 1848 sob a chefia dos pernambucanos Marquês de Olinda, Felix Peixoto representava Pernambuco, na deputação geral sob a bandeira das hostes liberais. Desencadeada a revolução praieira, o antigo soldado dos combates, na Baia, o integro e sereno magistrado, conta Pereira da Costa, assumiu o comando geral das forças rebeldes, e atacou o Recife. Não obtendo Vitória, refugiou-se nas Alagoas, voltando, depois, a Água Preta, onde se organizou o Diretório da Revolução. Coube a esse intimorato recifense a presidência do Diretório, tendo ao lado,  nos postos de confianças,  informa Rocha Pombo, os praieiros Antônio Afonso Pereira de Morais e Borges da Fonseca . Triunfante o governo da coroa , exilou-se, em Lisboa, esse liberal pernambucano. Foi mais tarde anistiado. E mereceu a nomeação de Cônsul do Brasil, na terra espanhola. Anos decorridos, regressou a pátria para rever amigos e matar saudades.

E estava no Recife, feliz, e na esperança de voltar ao consulado,  quando, na manhã do dia 13 de janeiro de 1878 sentiu doente. Tinha febre. À tarde, sobreveio uma congestão pulmonar, e à noite,  morreu. Desapareceu, aos 71 anos, no dia em que passava o 53º aniversário do arcabuzamento de Frei Caneca, o desditoso companheiro na Confederação do Equador. Adormeceu o ardoroso praieiro, no seio da terra onde nasceu.

Esperava-o, já, na eternidade, Joaquim Nunes Machado, o bravo de Goiana.

Célio Meira – escritor e jornalista. 

LIVRO VIDA PASSADA…, secção diária, de notas biográficas, iniciada no dia 14 de julho de 1938, na “Folha da Manhã”, do Recife, edição das 16 horas. Reuno, neste 1º volume, as notas publicadas, no período de Janeiro a Junho deste ano. Escrevi-as, usando o pseudônimo – Lio – em estilo simples, destinada ao povo. Representam, antes de tudo, trabalho modesto de divulgação histórica. Setembro de 1939 – Célio Meira.