
Foto registrada no auditório do Colégio Nossa Senhora das Graças em 1973,
durante apresentação cívica.

Foto registrada no auditório do Colégio Nossa Senhora das Graças em 1973,
durante apresentação cívica.

O Governo de Pernambuco decretou estado de emergência em 13 municípios e as unidades do Grau Técnico se juntaram para ajudar aos desabrigados das cidades atingidas pelas chuvas. E você pode fazer sua doação em nossa unidade. Juntos, somos muito mais fortes. Grau Técnico e Você: Todos Por Pernambuco. #GrauTecnico #Solidariedade #TodosPorPernambuco

A Compesa avisa que não vai cobrar conta d’água das populações atingidas pelas enchentes.
Como cobrar conta d’água de usuário cuja casa foi na enxurrada com a pia?
Como conferir consumo d’água, se o hidrômetro encontra-se desaparecido?
Como receber conta d’água de ex-usuário, afogado no dilúvio de lama do rio?
Como tirar conta d’água em endereços submersos e ruas que mudaram de rumo?
Como tirar consumo, se tudo sumiu?
Sosígenes Bittencourt

Na tarde de ontem (28) ao me encontrar no Pátio da Matriz com o amigo Antônio Freitas ele foi logo me dizendo: “tenho uma coisa para lhe mostrar”. Sacou da carteira um recorte de jornal e após minha atenta leitura, questionou: “você, que sabe escrever, deveria fazer alguma coisa no seu blog”.
Apesar de naquele instante já haver realizado a minha costumeira leitura nos três grandes jornais Capital, confesso que se não fosse à interferência do amigo Antônio Freitas o fato, por mim, haveria de passar em “brancas nuvens”. Não observei a nota, publicada no Jornal do Commercio (ontem -28), na pag 19 – Opiniões. Eis a nota:
Pois bem ao ler a referida nota, escrita pelo senhor Franklin Santos (não o conheço), assim como o amigo Antônio Freitas, fiquei indignado. Comprometi-me, com ele e comigo mesmo, escrever uma espécie de desagravo, para salvaguardar a memória do ilustre Joaquim Nabuco.
Como “prudência e canja de galinha não faz mal a ninguém”, hoje, antes de escrever “carregando nas tinhas”, sobre esse episódio, entrei em contato com a superintendência de comunicação da ALEPE – Assembleia Legislativa do Estado de Pernambuco, através do telefone 3183-2211.
A primeira pessoa que me atendeu foi senhora Malú. Identifiquei-me e relatei o conteúdo da nota. Ela, sem maiores delongas, disse não saber do fato e logo transferiu a ligação para outra pessoa. Atendeu-me, então, Felipe Marques. Esse, com muita educação e preparo, disse haver um mal entendido no conteúdo da nota aludida e que eles já estavam redigindo uma explicação.
Na verdade, segundo falou-me Felipe, não existe troca de nomes, até porque no atual plenário não existe nome algum. A proposta da Mesa Diretora da casa é dá nome – Eduardo Campos – ao plenário do novo prédio que está sendo preparado na Rua da União. O atual – Palácio Joaquim Nabuco – continuará com o mesmo nome. Com as explicações do senhor Felipe, respirei mais aliviado.

O “crime” praticado pela mesa diretora, capitaneado pelo seu presidente, Guilherme Uchoa, doravante, passa a ser, por me catalogado, como de “menor potencial ofensivo”. Ainda me utilizando das informações do senhor Felipe Marques, o novo prédio da ALEPE se chamará Miguel Arraes de Alencar.
De posse de todas essas informações não posso deixar fazer algumas ponderações:
Ora! Num seria um excesso de bajulação colocar o nome do avô (Miguel Arraes) e do neto (Eduardo Campos), de uma só vez, no novo prédio do Poder Legislativo do Estado? Acho que sim!!
Não obstante haverem sido governadores da nossa Província e políticos nacionalmente conhecidos, Pernambuco tem história! A nossa Capitania não começou com os “Arraes”… Nas nossas terras derramou-se muito sangue por liberdade, igualdade e devoção: Restauração Pernambucana, Revolução de 1817, Confederação do Equador (1824) e a Insurreição Praeira, no segundo reinado são inequívocos exemplos de episódios que revelaram figuras emblemáticas à consolidação da Nação Brasileira.
Aliás, sem sair da seara política, cuja liturgia é algo próprio, distante dos discursos e fora da lógica aplicada a toda sociedade, na própria composição da Mesa Diretora da ALEPE e nas arrumações das chapas majoritárias – governador, vice e senadores – aplica-se à regra da proporcionalidade, sob o argumento do equilíbrio: nunca se privilegiando uma só corrente política. Ou num é? Não se pode, sob qualquer argumento, apagar a história de quem quer que seja. Acho que os senhores deputados, se assim procederem, estão dando um evidente atestado de sucinto conhecimento histórico e um obtuso mau exemplo às gerações vindouras.

De resto encerro essas linhas dizendo que não consigo encontrar elementos mínimos para tentar comparar Joaquim Nabuco com Eduardo Campos – o que não foi ocaso. Ao tentar realçar seus feitos, suas obras, suas contribuições coletivas, seus exemplos na vida terrena – em tempos diferentes – só consigo dizer que quanto mais o tempo passa o nome de Joaquim Nabuco aumenta de estatura, na medida em que o de Eduardo Campos apodrece, no transcorrer da operação Lava Jato.
Marcando o calendário junino vitoriense há mais de uma década o “Forrozão da Pitú” 2017 manteve a tradição. Realizado pela primeira vez no Haras Bela Vista, o evento teve como atrações musicais Geraldinho Lins e a dupla sertaneja Felipe e Gabriel. Veja os Vídeos:
Uma quadrilha junina estilizada, dirigida pelo grupo vitoriense Maquina Teatral, apresentou-se no evento. Na ocasião anunciou-se sua participação no concurso da Rede Globo Nordeste, na qualidade de representante da nossa cidade. Veja o vídeo:
Sob o comando do casal amigo, Charles e Lizandra, a Kiko Produções se esmerou em proporcionar uma noite agradável aos participantes do evento. Animado do o inicio até o fim, a festa agradou os forrozeiros vitorienses.
Na ocasião registramos, em vídeo, a satisfação do amigo Charles Romão pelo sucesso de mais uma edição do Forrozão da Pitú. Veja o vídeo:
Nem tudo está perdido! É com essa frase que começo essas linhas para divulgar uma ação coletiva, protagonizada por alguns moradores da Rua Severino da Costa Gomes (Nova Vitória), localizado no bairro da Matriz, na direção dos chamados “catadores de produtos recicláveis”.
Pois bem, por lá, sem nenhuma intervenção do Poder Público ou qualquer ONG do gênero, fixaram em um muro tecidos nas cores básicas da representação reciclável: (verde – vidro), (azul – papel), (amarelo – metal), (vermelho – plástico).
De maneira colaborativa e sem qualquer interesse financeiro os moradores estão, em suas respectivas residências, separando seu lixo e depositando-o de maneira seletiva no painel correspondente. Alguns catadores – sem hora marcada ou qualquer aviso previu – passam e coleta o material, já separado e limpo, pois, assim, os produtos agregam cerca de 40% no valor, na hora da revenda
Pois bem, enquanto os políticos brasileiros estão nos dando exemplos de como não devemos proceder, nas mais variadas situações, alguns moradores da nossa Vitória de Santo Antão – em atitude diametralmente oposta – estão ofertando ao mundo um belo exemplo de civilidade e amor ao próximo!

Dias atrás, aqui pelo blog, cobrei da AGTRAN “sinal de vida”. Na ocasião, entre outras coisas, sugestionei à implantação da campanha internacional – MAIO AMARELO – na nossa cidade. O mês de maio está se findando e até agora NADA!
Praticamente cinco meses já se passaram, sob a regência da nova administração municipal, e até o presente momento, na questão da MOBILIDADE URBANA, nossa cidade continua sem direcionamento, sem “pegada”, para não dizer PATINANDO.
Hoje pela manhã, por exemplo, registramos que um ônibus escolar da própria prefeitura ficou estacionado, “sem a menor cerimônia”, em cima da calçada e ainda por cima no sentido contrário da via, próximo à Antiga Estação Ferroviária, ou seja: TUDO ERRADO. Chego até a imaginar que esse condutor nem habilitado deva ser.
Sai prefeito, entra prefeito, fica prefeito, entra novo prefeito e até o presente momento o trânsito da nossa cidade continua na mesma bagunça. O que é que falta para que o mesmo seja tratado com a devida seriedade pelos nossos gestores? Vitória continua sendo o município pernambucano que possui menos agentes de trânsito nas ruas, tanto em números reais quanto proporcionais. Aliás, essa é uma realidade não é nova e nos parece, pelo andar da carruagem, que ainda vai continuar na ordem do dia.
Portanto, mais uma vez, cobro do novo diretor da AGTRAN, Elmir Holanda, alguma atitude no sentido do planejamento da sua gestão. Quais serão os próximos passos da AGTRAN na nossa cidade? A mesma continuará na plateia ou entrará em campo para jogar?
Ao amigo e companheiro de sala de aula, Heitor Acioli, rendo-lhe, mais uma vez, minhas homenagens. Dessa vez ele nos enriqueceu ao buscar um ponto foro da curva, como bem realçou o nosso mestre, Júlio Reinaux, ao se aprofundar e até levantar novas teses sobre a Civilização Maia, que convenhamos é algo que a grade curricular posta não nos “incentiva”.
Portanto, apesar de todas as dificuldades inerentes às pesquisas dessa natureza, sobretudo ao colega Heitor que tem uma limitação visual e busca complementar boa parte dos seus conhecimentos através dos áudios, no canal do youtube, sua apresentação, para todos nós, configura-se num claro atestado de superação e lição de vida. Assim sendo, não poderia deixar de fazer esse registro, parabenizando-o, mais uma vez.

Com o apoio imprescindível do canal do youtube, ontem (24), por acaso, revivi alguns momentos históricos das eleições presidências 1989, cujo pleito contou com vinte e dois candidatos e reabriu um novo tempo político na Pátria de Chuteiras. Naquela ocasião, a maioria do eleitorado estava votando pela primeira vez, na escolha de um presidente da república– a última havia ocorrido em 1960.
O chamado pluripartidarismo, desde o inicio dos anos 80, provocou, na nação brasileira, um frisson, um otimismo cívico, afinal, antes, sob o regime militar, votava-se, apenas, em parlamentares da ARENA ou do MDB e acho que em prefeitos de cidades pequenas. À possibilidade de um “cardápio partidário” bem mais amplo e à legalização de siglas históricas, mais adiante, consolidava, definitivamente, a DEMOCRACIA BRASILEIRA.
Pois bem, atualmente diante da falência moral da classe política brasileira, onde apenas uma empresa – JBS – pagou propina para quase dois mil vigaristas e, diante das cenas protagonizadas em Brasília, ontem (24), patrocinada com o dinheiro público, através das centrais sindicais e movimentos sociais, chegamos a questionar, mesmo que por alguns instantes, O QUE FIZEMOS COM A NOSSA LIBERDADE POLÍTICA?.

O povo – fiador de tudo isso – continua acuado, assistindo, assim como ocorre nos morros cariocas, UMA VERDADEIRA DISPUTA DE GANGUES PARTIDÁRIAS. De um lado, os que roubaram e sangraram a Petrobrás e o BNDES, do outro os que também meteram a mão no dinheiro público e deram cobertura a tudo isso e, agora, querem protagonizar novas trapaças, até porque eles – senhores denunciados – representam os dois lados de uma mesma moeda.
Voltando ao início do texto, gostaria de dizer que lá em 1989, no primeiro turno da eleição presidencial, votei no candidato Mário Covas. No segundo turno votei em Collor. Hoje, quase trinta anos depois, justifico minha opção por questões obvias, ou seja: o discurso do Lula, naquela ocasião, era muito radicalizado e pouco confiável. Hoje, após as operações policias deflagradas, no âmbito da Operação Lava Jato, entendo que erraria de qualquer jeito, pois os dois, sem tirar nem pôr, são a mesma coisa, apenas se apresentam de formas diferentes para enganar todos nós.
Mas, para concluir, recomendo a visualização do vídeo abaixo, realçando um pouco dos pensamentos do então candidato Enéas Carneiro, do Prona (56). Lá atrás, a mídia cuidou de estigmatiza-lo como “um louco”. Foi constantemente ridicularizado – não obstante suas colocações serem as mais profundas e sensatas. Cabe-nos, portanto, refletirmos, também, sobre a velha frase – século XIX – do filósofo francês, Joseph-Marie Maistre (1753-1821), que diz: “cada povo tem o governo que merece”.
Veja o vídeo:
https://www.youtube.com/watch?v=W4axuadd1Bk
O Brasil está vivendo uma das maiores crises da sua história. Até aí, nenhuma novidade. A quantidade de pedido de impeachment, na direção do presidente Michel Temer não para de crescer, já passa de uma dúzia. Por mais que o discurso, por parte do chefe do executivo federal, seja pela continuidade do governo sua renuncia será o caminho natural, para que seja preservado o pouco que o conjunto administrativo construiu, nesse pouco mais de um ano de “gestão tampão”. Daqui, do “centro meu mundo”, imagino já haver em curso, nos bastidores, adiantas tratativas nesse sentido, afinal, esse pessoal não é principiante na atividade política.
Acredito estarmos assistindo o momento de maior descrédito da classe política nacional. O “conjunto da ópera” apodreceu. Ex-presidentes, presidenta, vice que assumiu, ministros, ex-governadores, principais nomes de partidos de oposição, assessores próximos e até membros do judiciário estão sem condições de colocar a “cabeça do lado de fora”, na janela de casa.

E aí, para acabar de lascar, hoje (24), foi deflagrada a operação “Epístolas”, para prender parentes do traficante Fernandinho Beira Mar. O curioso é que o mesmo encontra-se trancafiado num presídio Federal em Porto Velho e, mesmo assim, consegue controlar (pasmem!), através de bilhetes, um conjunto de atividades econômicas na Baixada Fluminense, Rio de Janeiro.

Confesso que não sei o que é pior: se escutar Lula dizer que não sabe de nada ou que Aécio “não fez dinheiro na vida pública”. Ou então, saber que Fernandinho Beira controla atividades criminosas à distância ou constatar que o dinheiro do BNDES serviu para turbinar o patrimônio dos já ricos irmãos Batista, hoje, livres, leves e soltos, circulando na 5ª Avenida, nos EUA.
Pois bem, não obstante serem os magistrados, capitaneado pelo juiz federal Sergio Moro, à força motriz dessa verdadeira cruzada de assepsia ética e moral nacional coloco-me a dizer que a raiz de todos esses problemas reside no histórico de impunidade no nosso País, curiosamente promovido pelo mesmo judiciário que hoje abala os pilares da república.
Ora! Se a justiça, ao longo dos anos, houvesse cumprido seu papel com rigor não teríamos chegado ao ponto que chegamos ( a Justiça Eleitoral é um exemplo emblemático). É verdade que todos nós carregamos na nossa composição genética, pouco ou muito, a herança do famoso “jeitinho brasileiro”, mas, vale lembrar, que os julgadores de oficio, são preparados para fazer cumprir as Leis. Concluo, dizendo: depois do que estamos assistindo, hoje, o Brasil nunca mais será o mesmo!! AVANTE LAVA JATO !!!!

Registro o recebimento do convite, emitido pela “Pastoral da Comunicação das Paróquias da Vitória de Santo Antão”, no sentido do evento que ocorrerá na próxima sexta, dia 26, no Teatro Silogeu, às 19:30h que tem como objetivo promover uma “mesa redonda” na perspectiva à mensagem do Papa Francisco: “Comunicar a esperança e confiança no nosso tempo”. O acontecimento contará com a presença de padres, escritores, professores, radialistas e blogueiros.

Noticia recente dá conta de mais uma vítima do chamado “jogo da Baleia-Azul”. Desta feita na nossa cidade, Vitória de Santo Antão. O tema é muito delicado. Para esse tipo de episódio não existe uma explicação pronta e acabada, capaz de narrar tamanha estupidez humana. É importante que ressaltemos: cada caso é um caso.
Fala-se que essa “praga cibernética” surgiu na rede social russa. O termo faz referência às baleias que ficam encalhadas e que acabam morrendo. A macabra relação fatal, segundo alguns especialistas, baseia-se num conjunto de desafios e tarefas que a vítima, tal qual num game alucinante, é obrigada seguir instruções culminado por atentar contra própria vida.
Há duas semanas um ataque com proporções planetárias, promovidos por hackers, espalhou pânico e correria, nos quatro cantos do mundo. Assim como os piratas dos mares, que saqueavam e roubavam cargas preciosas, os “internautas do mal” sequestraram arquivos e bloquearam softwares de alta complexidade, destravando-os em troca de um “saco de 300 moedas”, que atende pelo nome de BITCOIN.
Pois bem, para nós, simples mortais, parece que o futuro chegou, definitivamente. Desde os tempos pré-históricos que os humanos convivem com as ameaças, sejam elas individuais ou coletivas. Em nenhum momento da linha do tempo tivemos tanta propriedade do tamanho do mundo que nos cerca, assim como dos seus avanços científicos e até das suas incongruências.

O conhecimento individual é algo muito perigoso. Na alta Idade Média os católicos dominaram o mundo suprimindo as descobertas e disseminando o caminho do inferno, para àqueles que deles discordassem. Com a chegada dos Tempos Modernos, a partir do século XVI, a civilização parecia haver encontrado a rota da felicidade. Eis que surge, então, o embrião do chamado Capitalismo. Em ato continuo, contudo, a chegada do Liberalismo e depois do Neoliberalismo foi mais um ato expansionista – com nova roupagem – do desejo primitivo humano, isto é: do domínio do homem sobre o homem.
Na sua essência os meios de comunicação de massa, com inteligentes disfarces, entre outras coisas, cumprem a extraordinária função de “pasteurizar” nossas mentes, para sermos sedentos por desejos alheios às nossas necessidades, tal qual “desfilar pelas ruas e eventos badalados” com uma peça rasgada da nossa indumentária, em função da MODA.

Portanto, no tempo de agora, entre tantos, esse é mais um desafio. Como conviver com o “pessoal da turma do mal”, que se apropriou da neurociência, para sobrepor e subjugar as massas? Que bom seria, se os avanços, nas mais variadas áreas, apenas pudessem contemplar as demandas do bem…….Que bom seria!!!!!

Genebra, capital da paz. A cidade transpira liberdade e paz. Liberdade ampla em seus diversos aspectos: político, racial, religioso. Este último chamou-me a atenção. Ruas, monumentos e praças grafados com nomes dos reformadores protestantes. A catedral de Genebra originalmente era católica romana, com o advento da reforma, comandada por Calvino, passou para o controle do protestantismo e sobre sua tutela , permanece até aos dias atuais. Foi erigido no século passado um muro,”Muro dos Reformadores” que narra a formação do País e o advento do protestantismo. São painéis, gravuras, escritos e grandes estátuas dos reformadores religiosos.
De quebra visitei o Palácio das Nações, hoje sob tutela da ONU. A bandeira do Brasil é a primeira, fica na cabeça da fila. Senti-me orgulhoso, apesar de ….. Pobre pátria, tão distraída e traída. Mas vamos reconstruir nosso país apesar dos PMDB, PT, PSDB, PSOL, DEM e toda essa camarilha de corruptos.
Pedro Ferrer

Apesar de não haver acompanhado presencialmente o movimento público reivindicatório, promovido pelos estudantes universitários, ocorrido na manhã do sábado (20), no nosso Centro Comercial, que teve como principal pauta à questão do retorno dos ônibus que transportam os estudantes locais à Capital Pernambucana, é possível dizer que o mesmo, mais uma vez, cumpriu seu papel.
Na nossa cidade, de maneira geral, por incrível que possa parecer, essa questão – transporte público –, desde o seu nascedouro – na visão dos governantes – está muito mais atrelada ao processo eleitoral do que mesmo à ceara administrativa. Deve-se levar em consideração, também, que não há muita clareza na legislação, quanto à sua aplicabilidade legal. Mas, independente de qualquer coisa, o pleito dos estudantes é legítimo, até porque, à prestação desse serviço (aos eleitores) é algo considerado, com relevo, nos respectivos planos de governo, dos então candidatos a prefeito.

Pois bem, em um passado não muito distante até um ônibus de primeiro andar foi apresentado como a melhor solução para os alunos, mesmo que à aplicação dessa alternativa confrontasse a lógica viária – uma vez que o melhor uso desse tipo de veiculo esteja direcionada às viagens com longas distâncias.
Na última campanha eleitoral, o então candidato a prefeito, Aglailson Junior, acabou sendo o principal “beneficiário” pelo sucateamento dos ônibus e até da descontinuidade dos serviços oferecidos aos estudantes. Na ofensiva, o mesmo, produziu esperança de dias melhores, na direção dos insatisfeitos estudantes (eleitores), antes de se eleger e até mesmo depois da posse.
Com praticamente cinco meses sentado na cadeira mais importante da cidade, o nosso mandatário, Aglailson Junior, ao que parece, ainda não entendeu, com clareza, “a dor e a delícia de ser o que é” – como bem interpretou o bom e eterno Caetano Veloso.
Na qualidade de gestor público, o sujeito não tem o direito de não ser claro, objetivo e conclusivo nas suas decisões. Afinal, qual é o real planejamento da sua administração para essa demanda? Quais as alternativas que estão postas, até o presente momento? Existe, de fato, um planejamento municipal financeiro para esse tipo de serviço?
Pelo andar da carruagem – conforme outras experiências administrativas locais – todas essas indagações e duvidas só serão respondidas às vésperas do pleito eleitoral que se avizinha (2018), confirmando assim, aquilo que realcei no inicio dessas linhas. O político Aglailson Junior, nas mais variadas situações, inclusive nas suas peças publicitárias da disputa mais recente, sempre se “auto-gabor” como um sujeito fiel aos compromissos assumidos e por ser também um “homem de palavra”.
Portanto, cabe-lhe, nesse momento, Aliás: Já passou da hora do mesmo, expor com clareza qual é o seu planejamento ou ação no que diz respeito ao transporte público dos universitários. Falar e responder à população com sinceridade e rapidez, não é favor de nenhum gestor, muito pelo contrário, é OBRIGAÇÃO, sobretudo nesse momento delicado em que vive o nosso País. Aguardemos, então seus próximos passos.
Aconteceu na tarde do sábado (20) mais um Encontro dos Amantes da Boa Música, ocorrido na Restaurante Varanda do Tadeu. Por lá, como sempre, música de qualidade! Na qualidade de banda base, os cantores Tadeu e Edmilson interpretaram os grandes clássicos nacionais.
Subindo ao palco, na condição de convidado, o amigo Reinaldo produziu uma qualificada e vibrante apresentação. Eis aí, portanto, um pouco da sua participação. Veja o vídeo:

Há pouco mais de um ano estreei no seleto “clube dos escritores”. Na ocasião – todos devem lembrar – lancei o livro Apelidos Vitorienses. Confesso que gostei da experiência. Ao começar a coluna aqui no blog – com o mesmo nome -, por sugestão do amigo Batfino, não havia essa pretensão.
Pois bem, com objetividade o conteúdo do segundo volume fluiu com mais facilidade e rapidez. Estou, agora, materializando a ideia e pretendo, em breve, lançar o “Apelidos Vitorienses II”
Diferentemente do mundo digital, tal qual o nosso jornal eletrônico, intitulado Blog do Pilako, o livro clássico requer um ritual próprio. Exigi-se uma sequência e uma lógica além, claro, dos preparativos para a solenidade festiva, algo que julgo imprescindível para marcar o fato.
Dessa vez espero juntar todos os apelidados já “biografados”. Assim como o volume anterior teremos vinte e cinco novas histórias, ou seja: MOTIVOS PELOS QUAIS OS NOSSOS CONTERRÂNEOS FICARAM MAIS CONHECIDOS PELO APELIDO DO QUE PELO PRÓPRIO NOME.
Para o volume dois os escolhidos foram: Nénen da Joelma, Nininho, Miro da Cachorra, Castanha, Cocota, Eraldo Boy, Lino, Touro, João Potó, Moreno, Pezão, Junior Facada, Pituca, Pirraia do Feijão, Val, Regis do Amendoim, Zé Ribeiro, Bambam Água, Brother, Véio Eletricista, Gongué, Branca, Pea Preta, Novo da Banca e Babai Engraxate.
Estaremos, na medida do possível, adiantando o dia e o local do lançamento!!.
Reveja o vídeo do lançamento do primeiro volume:

Fui visitar o Monte Branco (Mont Blanc) nos Alpes franceses. Trinta minutos de rodagem, saindo de Genebra. saímos da Suiça e entramos na França, aliás voltamos à França, semana passada estávamos em Lyon. Chegamos a Chamonix. Esta charmosa cidade abriga o maciço onde se encontra o Monte Branco e outras atrações geográficas. Apesar do enorme frio (- 13º C), não deu para esfriar a cuca atormentada com as palhaçadas recentes dos nossos políticos. Há pessoas eufóricas com as “novidades”. Esquecem o Brasil e pensam em sua paróquia, em suas beatas. Esqueçamos as estrepolias dos nossos antropófagos devoradores do dinheiro do erário.
Chamonix fica encravada em um profundo vale. Como a grande maioria das cidades europeias, a limpeza e a pontualidade são marcantes. Cidade encantadora, belas construções, jardins floridos e um silêncio “ensurdecedor” de quebrar nossas mais sensíveis fibras nervosas. Que saudade da Matriz de Santo Antão com seus paredões sonoros enxovalhando nossos ouvidos. Não importa, para semana, se Deus quiser, estarei de volta.. Subimos a uma altitude de 3.480 metros. Neve, só neve. Visão deslumbrante, maravilhosa.. A grandeza do Senhor manifesta-se no máximo e no mínimo. Subimos de teleférico. Deu-me arrepio e medo. A caixinha balançava, pendurada no cabo. O bondinho ou caixinha,, era um bondinho, ínfimo bondinho, comparado com o abismo que se projetava abaixo. Li há pouco no nosso blog, (nosso) um artigo de um conterrâneo que vagueia alegremente pela Espanha, Carvalho. Ele expressa claramente e muito bem escrito os sentimentos que vão em nossos corações e mentes: quanto tempo perdido com nossa trilogia satânica de gestores: IEA. Quanto potencial, material e humano, desperdiçado.
A edificação das torres que seguram os cabos do teleférico é obra extraordinária. Vale conhecê-la. Impressionou-me tanto quanto a bela paisagem polar. Está lá de pé, Investimento que gera empregos, impostos e mais benefícios. O Carvalho sonha com o turismo na República das Tabocas. Sonho também e procuro fazer minha parte no Instituto Histórico com o apoio dos sócios e da diretoria. Desanimei do poder público….
Regresso com boas ideias. Vou analisá-las com os companheiros e tentar concretizá-las.
Seguem fotos da beleza das geleiras e abismos nevados.
Pedro Ferrer
No mundo político não há limites para o fundo do poço. Não existe nada que não possa piorar. Essa é a situação em que nos encontramos hoje. O Brasil vivencia mais um momento daqueles que ilustrará os livros de história, nas décadas vindouras.
No mundo atual, vez por outra, a realidade tem chegado à frente da ficção. O ataque às torres gêmeas, ocorridas nos EUA, é um exemplo emblemático. O WhatsApp, algo disponível à vida cotidiana de qualquer pobre mortal, configura-se, hoje, em um futuro real, nunca antes imaginado pelos produtores ficcionistas.
Pois bem, deflagrado por elementos de um livro, há mais ou menos uma década, a maioria dos brasileiros foram apresentados, por intermédio do estrondoso sucesso da película cinematográfica “Tropa de Elite”, ao “mundo real” dos morros cariocas.
No filme, apesar das muitas balas e cenas violentas, o ponto central da trama foi à revelação da corrupção generalizada, retratada naquele extrato populacional, sob a égide do aparato policial e estatal.

De maneira singular, o povo brasileiro só “tomou conhecimento” que os serviços públicos nacionais eram indignos – escolas, hospitais, transportes e etc –, por ocasião da realização da Copa do Mundo no Brasil, pois, descobriram, rapidamente, tal qual o de uma injeção intravenosa, que ainda não éramos detentores do tal “Padrão FIFA”, mesmo sendo os “donos da bola” do planeta.
A Operação Lava-jato, há mais de três anos, caminhando a passos largos na estrada da assepsia, daquilo que o escritor Sergio Buarque de Holanda modelou como “O Homem Cordial”, é, indiscutivelmente, um novo ponto de inflexão na história política brasileira. Por mais que o arcabouço jurídico realçasse, com letras garrafais, que todos são iguais perante às Leis, NUNCA ANTES NA HISTÓRIA DESSE PAÍS – o grifo é proposital – houve tantos figurões presos ou sob suspeição.
Os últimos acontecimentos revelados, envolvendo o atual presidente da Republica Federativa do Brasil, Michel Temer, se confirmados e tonados públicos, sugerem um novo caminho a seguir. Não devemos, contudo, sob o guarda-cuva dos debates acalorados, buscar alternativas novas, que não estejam dentro do protocolo constitucional. Isso, sim! Seria um golpe!
Daqui, da minha Vitória de Santo Antão – centro do meu mundo – concluo esse “pitaco nacional” dizendo que, diferentemente do filme Tropa de Elite, onde, há dez anos, escancarou-se uma corrupção generalizada latente, no comando do andar de baixo, agora, o rigor técnico do juiz Sérgio Moro, vem despertando nos mais apáticos brasileiros o acompanhamento atento – “online” – da vida real do andar de cima, ou seja: dos políticos tupiniquins. E, da melhor forma, isto é: sem as máscaras das lentes do big-brother frívolo ou da magnifica super produção cinematográfica.
Portanto, aguardemos as cenas seguintes, onde os atores principais e os lideres estarão, simultaneamente, sob o fio da navalha, assim como no paredão da vida real. Avante Lava Jato!!
Como dizia meu pai, Zito Mariano, “saudade não se mata, alimenta-se”. Hoje, contudo, passados oitenta dias do desfile da nossa agremiação carnavalesca, divulgo em primeira mão, aqui no blog, o vídeo inédito do desfile 2017.
Após assistir e revê-lo várias vezes, os sentimentos são diversos. Nesse contexto, então, poderia destacar dois: o do dever cumprido e o da gratidão. Agradecer é algo – imagino – que nunca sairá da moda, não obstante não gostar do emprego da palavra “nunca”, não mais diversas situações.
Na qualidade de conhecedor da história da nossa urbe, enxergo no seu carnaval uma das mais salientes expressões. No último século, por exemplo, poderíamos afirmar que os festejos momescos locais – com suas disputas e vaidades – foi um importante vetor da sociedade antonense, que aliás – não custa nada lembrar – somos frutos dessa miscigenação. O pujante carnaval vitoriense, entre outros, também revela a nossa forte herança religiosa, católica apostólica romana.
De resto, assim como tantos outros foliões e carnavalescos, aguardo 2018 chegar para, “vestido com o kit da alegria, dá de cara com lembrança” até porque: NA SEGUNDA FEIRA O CARNAVAL É DE PRIMEIRA, A SAUDADE TÁ NA RUA ……É FESTA A NOITE INTEIRA!!
Veja o vídeo: