Agência Bradesco: atendimento sofrível – o que a Câmara de Vereadores tem haver com isso?

Não obstante o sistema bancário brasileiro ser um dos mais modernos do mundo, aqui na Vitória, os clientes e usuários, quer sejam nos bancos públicos ou privados, nas mais diversas situações, encontram-se vulneráveis ao ritmo interno de cada agência. Até parece que o “padrão” apregoado pelas respectivas instituições financeiras só existem,  mesmo, na propaganda da televisão.  Nela, tudo é lindo e maravilhoso, ágil e PRIME.

Pois bem, no inicio da tarde de ontem (05), recebei uma ligação de um amigo – que goza da minha confiança – relatando sua frustração com o atendido, presencialmente, na agência local do Banco Bradesco. Disse-me ele logo de inicio: “Pilako, procuro sempre realizar minhas transações financeiras pela internet e nos terminais eletrônicos. Não costumo dirigir-me às  agências, uma vez que meus salários são depositados diretamente na minha conta corrente”.

Seu calvário, contou-me,  já começou no estacionamento da própria agência. Na qualidade de um cliente especial (o próprio banco é quem diz) foi  obrigado a deixar a chave do seu carro  com uma pessoa que, como garantia,  apenas lhe forneceu um pedaço de papel (qualquer) com o numero da placa escrito a caneta. Nesse “comprovante” – se é que podemos chamar isso de comprovante –  não existia nenhuma identificação. Nada! Nem CNPJ, nem inscrição municipal. Nada que comprovasse uma relação institucional, entre cliente e empresa.

decepcionado e receoso, dirigiu-se ao interior da referida agência para promover a necessária operação presencial. Lá dentro, após andar para lá e para cá, já que, segundo ele,  não existe ninguém para informa, descobriu que tinha que falar com um tal gerente. Para falar com o dito cujo, pelo menos umas vinte pessoas já o aguardava na fila. Antes, porém, narrou-me ele: “Pilako, a agência parece uma feira. Nem parece que estamos num estabelecimento financeiro do porte do Bradesco. Tem gente  até sentada no chão. Lá, o que não falta são clientes insatisfeitos. Eu mesmo vi uma senhora idosa reclamando por atenção e respeito“.

Após a “infindável” espera, ele (meu amigo), finalmente, conseguiu ser atendido. Mas não chegou a  realizar, com sucesso, sua operação. De lá, saiu preocupado. Disse-me ele: as pessoas que lá estão, pareceu-me não ter noção que são clientes e estão pagando por todos aqueles serviços. Esses bancos ganham muito dinheiro, gastam pouco com funcionários e atende, nós consumidores, como se estivessem fazendo favores ou caridades. Incrível isso!”

Para completar sua decepção, ao questionar o tempo regulamentar de espera, previsto em Lei, soube, através de terceiros,  que os vereadores da nossa cidade ( não me informou  se nessa ou na legislatura anterior) foram até provocados  pela aprovação do tempo máximo para atendimento, dentro das agências locais,  mas, soube, contudo, que os nobres parlamentares, na ocasião, optaram por não regulamentar  a referida matéria. Ou seja: se  realmente essa informação for “quente” os nossos vereadores estariam – pasme –  legislando contra a população e em favor dos bancos, isto é: TUDO ERRADO!!

Será que os vereadores da nossa cidade também estão enquadrados naquele  sistema das grandes empresas – JBS e Odebrecht e etc – onde são “motivados” à legislar em favor dos interesses dos grandes grupos financeiros, em detrimento dos interesse do povo?

Pois bem, se algum vereador da Vitória de Santo Antão tiver  interesse  em se pronunciar, para esclarecer essa duvida, estamos a disposição. Com relação ao Banco citado, idem.

Vida de Cachorro: tal qual a dos humanos também é marcada por uma termenda diferençal!!

No meu tempo de menino, certa vez, ouvi um senhor dizer: “quem tem filha moça, tem que dá bom dia até um cachorro”. O tempo passou, e com ele, os conceitos também mudaram. De uma década pra cá, em função de uma série de fatores e variáveis, onde a esmagadora maioria da população não está preparada para perceber que os empresários do  “mudo pet”  criaram uma verdadeira “mina de dinheiro”,  ao sugerir que o cão e o gato também sejam entes da família, podemos dizer que alguns cachorros estão levando uma vida nunca antes imaginada.

Vou logo avisando: gosto de cachorro, mas o trato como tal: CACHORRO. Um shopping na cidade do Recife criou um atendimento diferenciado para receber os bichos. Certamente, vai avançar. Hoje, essa atividade está em crescimento vertiginoso em todo Brasil. Para esse mercado a crise financeira nem deu sinal de vida! As vendas continuam aumentando!

No entanto, no “pacote de serviços” oferecido pelo referido centro de compras para os “entes familiares caninos”, considerados de guarda, como por exemplo: pastor alemão, pitbull, rottweiler e outros, há restrições. Daqui uns dias, certamente, haverão de aparecer pessoas reivindicando tratamento igualitário aos “seus familiares”,  considerados “valentões”, afinal, tal qual no mundo dos humanos, não devemos descriminar quem quer que seja, né verdade? Todos num são membros das famílias?

Polêmicas à parte, o “capitalismo sabido”, através dos meios de comunicação de massa, financiado pelas “industrias pet”  também cuidou de precificar algumas raças  e atitudes.

Por exemplo: passear com o seu cão “exótico”, hoje, não deixar de ser um rótulo, um status, uma identificação social e financeira. Ora!! Se você tem um cão na sua família cujo  filhote vale  R$ 4.000.00 (quatro mil reais), logo,  aos olhos da sociedade, você é uma pessoa “bem de vida”. Essa é uma das senhas que, implicitamente, está posta.

Estudos mais aprofundados sobre o psiquê humano também revelam outras curiosidades nessa relação social dos cachorros com os humanos. Algo ainda muito polêmico!

Falo tudo isso porque essa semana, ao trafegar pela Rua José Rufino, também conhecida como “Principal do Cajá”, numa noite fria e chuvosa, avistei dois cães, teoricamente “sem nenhum status social e racial”, deitados na calçada, como se indigentes fossem, tal qual os chamados “moradores de rua” – aqui não estou chamando ninguém de cachorro, é bom deixar claro!

Nesse contexto, danei-me a pensar sozinho: parece que no “mundo pet”, tal qual no “mundo dos humanos”, as diferenças entre pobres e ricos existem e, ao que parece, só faz aumentar.

E acabei concluindo meus pensamentos,  criando um espécie de “utopia canina”, ou seja: já pensou se todas as pessoas  que, verdadeiramente, amam os cães, ao invés de investir muito dinheiro para melhorar apenas a vida do seu “familiar” (cachorro), pudesse criar as condições necessária para que todo esse dinheiro investido,  com mordomias, luxo, festas de aniversário e até extravagâncias múltiplas, pudesse ser dirigido  para  um fundo (uma previdência, cooperativa) onde melhorasse  a vida de todos pertencentes ao  “mundo canino”, sobretudo  dos  chamados “vira-latas”?

Logo, cuidei de apagar da mente essa ideia, pelo seguinte raciocínio: ora! Os humanos não estão conseguindo resolve nem suas diferenças, como  é que vai pensar na desigualdade que existe entre os cachorros… Já vi que sou um abestado mesmo!!!!

Três coroas… na mesma praça, no mesmo salão…

O tempo passa, o tempo voa… Na minha cabeça, por enquanto,  não circula a ideia de que na foto há três coroas. Reside, contudo, nas paredes da minha memória, de maneira acesa e nítida, apenas três amigos de infância que, até ontem, estudavam no mesmo colégio, jogavam bola no mesmo campo, dançavam no mesmo salão e frequentavam a mesma praça. Ninguém vence o tempo! Ou será que o tempo só foi feito para ser usado?  Aliás, vale a pergunta: como será que você, que está lendo agora,  vem usando o seu tempo? Eis aí, um dos grandes mistérios da vida…

Disse o artista Junior Passira: “Hoje me sinto enganado e prejudicado pelo DEPUTADO JOAQUIM LIRA”.

Certa vez, em uma entrevista no rádio, escutei o cantor e compositor Nando Cordel explicar os motivos pelos quais começou a cantar a música “Pague Meu Dinheiro”. Qualquer semelhança, como o que escrevi, abaixo, é mera coincidência.

Muito bem, desde ontem (03), circula nas redes sociais o desabafo e a cobrança pública do artista Junior Passira. Na nota, divulgada na sua página do facebook, ele afirma: Hoje, me sinto enganado e prejudicado pelo DEPUTADO JOAQUIM LIRA”.

Até o presente o momento, o deputado absorveu a informação e mantém-se em silêncio.

Conforme relato do artista – Junior Passira – ele foi procurado pela senhora Cilene Lins, então assessora do deputado Joaquim Lira, para contrata-lo. Valendo salientar que esse fato ocorreu poucos dias antes da noite do São João do ano passado (2016).  Após combinar o cachê e o dia para o pagamento (30 dias após), a apresentação foi realizada, no evento promovido pela Prefeitura, cujo prefeito, à época, era o senhor Elias Lira, pai do referido deputado.

Pois bem, narra o artista – após a apresentação –  que no dia combinado não foi procurado pelos contratantes para quitação do show. Após vários contatos telefônicos com a senhora Cilene, para tratar do assunto a mesma passou a ignorar suas novas ligações (não atendendo).

Segue trecho da nota do Junior Passira:

“Daí então procurei a Prefeitura Municipal da Vitória e fui encaminhado à uma terceira pessoa, que após alguns dias me ligou e me pagou a METADE DO VALOR, lá na Secretaria de Saúde, com dinheiro em espécie.  E que na próxima semana iria liquidar a dívida. Isso faltando poucos dias para a eleição municipal. Entretanto ela não cumpriu com o combinado e passou a não atender mais, minhas ligações”.

Outro trecho:

”Daí em diante, passei a procurar o Deputado Joaquim Lira, que foi quem deu a ordem para que eu fosse contratado. Fui por diversas vezes ao Armazém dele, próximo ao shopping. Mas pelo que pude perceber, existe uma ordem para que os funcionários neguem sempre que ele está no local”

Mais adiante:

“Fui mais uma vez procurá-lo no dia 20 de junho desse ano de 2017 e dessa vez, para minha sorte, me deparei com ele na recepção de seu armazém. Conversei com ele e ele se comprometeu em me pagar na sexta-feira dia 23/06/2017. No dia marcado voltei ao armazém, como o deputado me orientou. Cheguei ao local às 8h da manhã e esperei até o meio dia. Pois o funcionário informou que ele não estava no local”.

Continua a nota:

“Dia 27/06/2017 fui mais uma vez procurar o DEPUTADO JOAQUIM LIRA e mais uma vez a frase padrão foi falada, que “o deputado não está aqui hoje”. Mesmo assim, esperei por toda a manhã, ouvi piadinha de funcionário, e fui mal tratado e ignorado por estar cobrando o que é meu por direito”.

Junior Passira conclui a nota dizendo:

“Hoje me sinto enganado e prejudicado pelo DEPUTADO JOAQUIM LIRA, pela falta de respeito não com a minha pessoa particular, mas como artista que sou e levo o nome de minha cidade onde quer que eu chegue. Fiz um show bonito para milhares de pessoas se divertirem, tive que pagar os músicos da banda com meu próprio dinheiro, mas não tive meu trabalho reconhecido e devidamente valorizado. Não respeitou nem o sobrenome que carrego, nem o meu trabalho nem a minha história”.

Pois bem, como falei, até o presente momento não tomei conhecimento de nenhuma manifestação pública do deputado Joaquim Lira sobre esse tema, até porque ele tem todo direito de se defender, assim como obrigação de se posicionar publicamente sobre os fatos, aqui narrados.

Tudo isso é lamentável. Além de deputado o senhor Joaquim Lira é um empresário e, nessa qualidade, fica sugiro algumas perguntas: como será o seu entendimento, para com as pessoas que lhe compra e não lhe paga? Será que fica satisfeito?
Outra coisa mais grave – que vai além do comprar e não pagar – é que agora o deputado e o ex-prefeito Elias Lira passam a ter obrigação de se explicar à população como foi que se deu essa contratação – informal –, para um evento oficial da prefeitura, assim como à origem do dinheiro VIVO (em espécie), pago na Secretaria de Saúde, em véspera de campanha política municipal. Esse dinheiro era do erário ou da campanha?

Tudo isso é muito estranho, sobretudo aos olhos das leis que regem a administração pública. Os fatos são graves e precisam ser esclarecidos. De resto, quero solidarizar-me com o artista e amigo Junior Passira, não somente pelo fato de haver levado um “calote” financeiro, mas, principalmente, pela indiferença e com a falta de respeito à sua alma de artista, herdada do seu pai, Duda da Passira. Aliás, é nessa hora que não devemos esquecer nunca do pensador alemão, Friedrich Nietzsche: “Aquilo que não me mata, só me fortalece“.

Em relação ao prefeito Aglailson Junior: “Talvez uma luz no final do túnel?”

Olá, amigo Pilako.
Talvez uma luz no final do túnel?
O aspecto positivo dessa entrevista com o prefeito foi ele se dispor a conversar com você. Conversará com outros? Dará espaço às pessoas que realmente trabalham pelo engrandecimento da cidade? Escutará e analisará propostas? Vou aguardar.
Vou dar um tempo. Caso ele não se manifeste, voltarei a escrever neste blog. , para forçar uma melhora em sua série de coisas, especialmente na área da cultura e tradição.

Professor Pedro Ferrer – Presidente do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória.

IAPCA promoveu Conserto Musical no Teatro Silogeu.


Na noite da sexta (30) o Teatro Silogeu José Aragão foi o palco escolhido pelo IAPCA – Instituição de Assistência Profissional da Criança e Adolescente – para promoção do Primeiro Concerto Musical da Orquestra Popular Multicultural.  Fundado em 17 de dezembro de 1998, na nossa cidade, a entidade  tem como principais metas aconselhar, disciplinar e profissionalizar crianças e adolescentes de escolas públicas. Na qualidade de fundador e coordenador geral desse projeto, encontra-se o Mastro Freire.

O evento musical foi dividido em duas partes:

1ª parte – coletânea de músicas sertanejas.

2ª parte – coletânea de baião,  coletânea de xote, musicas do Clube de Fado Taboquinhas e o hino da nossa cidade, Vitória de Santo Antão.

A orquestra é composta por alunos e ex-alunos do IAPCA, através do “Projeto Me dê a Mão” e modernizada em sua formação por misturar as opções naturais dos teclados com instrumentos ao vivo e sem uso de recursos digitais.

Em tempos difíceis, no que diz repeito aos nocivos impactos, promovido pelos meios de comunicação de massa, nas famílias, assim como o aumento no uso de drogas licitas e ilícitas, principalmente pelas crianças e adolescentes, entendemos que trabalhos sociais como este, que visem contemplar a educação clássica, é algo louvável e digno de aplausos.

Visivelmente emocionado e até em tom de desabafo, o Maestro Freire, ao final do espetáculo, realçou o descaso das gestões e dos políticos locais, na direção da sua pessoa e do seu trabalho. Disse ele: “nós temos reconhecimento internacional, nos estamos  reconhecidos  pelo  Ministério Público, nós estamos reconhecido em todo canto, menos na cidade de Vitória. A prova está nas cadeiras que vocês estão vendo aqui”.  E completou: “nenhum aluno desse eu fui buscar em casa nem na porta do colégio, foram eles que me procuram. esse movimento  vai fazer vinte anos.” Veja o vídeo:

Com relação às cadeiras que o Maestro Freire se referiu, na sua fala, é que o mesmo, além de convidar todos os políticos formalmente, fez questão de pregar o nome de todos eles, nas respectivas poltronas do teatro, marcando assim, simbolicamente, à invisibilidade do seu projeto social, aos olhos  da classe política local. O ponto fora da curva, nesse contexto, foi à presença do vereador de primeiro mandato, Marcos da Prestação.

Outra coisa curiosa, é que todos os gestores e diretoras das escolas públicas locais – municipais e estaduais – também foram convidados formalmente. Segundo informações, uma articulação foi feita, por parte dos políticos, para ninguém se fazer presente.

De sorte que o projeto conta, por força da lei, de um repasse de verba pública no valor de R$ 3.000,00 (três mil reais) e uma ajuda mensal do Engarrafamento Pitú, no valor de R$ 300,00 (trezentos reais). Com esforço, vez por outra, o Maestro Freire vem se utilizando de recursos próprio para tocar o projeto.

Na medida do possível, aqui pelo blog,  estamos divulgando e incentivando esse ação, que julgamos importante para nossa cidade que visa, entre outras coisas, transformar vidas.  Parabéns ao Maestro Freire pela perseverança, visão  e atividade efetiva no tecido social.

ACIAV – Associação Comercial da Vitória promoveu animada festa na Gamela de Ouro.

Aconteceu na noite do sábado (01) uma animada festa de forró, promovida pela Associação Comercial da Vitória. O evento ocorreu no Restaurante Gamela de Ouro e contou com as apresentações da banda Toque Nordestino e do “poeta do forró”, Petrúcio Amorim. Registramos, em vídeo, momentos dos respectivos shows.

Com mais de noventa anos de serviços prestados ao nosso município, a ACIAV configura-se numa das instituições locais mais antigas (em atividade). Formada por representantes dos mais diversos setores  produtivos sua história é rica e profícua.

Foi através da articulação da sua diretoria, à época, que Vitória inaugurou o primeiro estabelecimento bancário. Consta também, nos mais diversos títulos de jornais locais, publicados na primeira metade do século passado, que foi por iniciativa da referida entidade que nossa urbe vivenciou a primeira greve geral.

Além de atuar pelo melhoramento constante da energia local, após a inauguração do sistema, em 1922, pelo então prefeito João Cleofas, foi também pelas “mãos” da Associação Comercial que nossa cidade dispôs, totalmente equipado,  do primeiro carro de bombeiro. Curiosamente, té pela manutenção do nome da nossa identificação maior (Vitória), em 1943, a referida entidade irmanou-se,  às tantas outras instituições nessa mesma luta.

Portanto, por tudo que construiu e vem realizando, ao longo da sua trajetória, a ACIAVAssociação Comercial da Vitória – configura-se num patrimônio não só das classes produtoras do nosso município, mas sim de toda comunidade vitoriense. Contudo, também está de parabéns,  a atual diretoria pela atuação e manutenção dos princípios pelos quais a respeitada instituição foi criada.

Hildebrando Lima contesta algumas informações fornecidas pelo prefeito Aglailson Junior.

Vi o texto sobre o bate-papo de Pilako com o prefeito por ocasião do feirão da casa própria dia 28. Sobre os demais assuntos que o prefeito comentou até em tom de acusação, não tenho conhecimento. O que me interessou foi a fala sobre a AGTRAN em resposta a pergunta oportuna de Pilako.

A fala do prefeito sobre o monitoramento do trânsito, mostra que, ou ele está sendo enganado ou desconhece o assunto. Primeiro, a prefeitura não pagava nada da AGTRAN a exceção da folha de pessoal. Tudo mais sobre trânsito, sinalização, fiscalização, material de expediente, manutenção de veículos, conservação, licenciamentos, toda logística e investimentos, era tudo paga pela autarquia com sua arrecadação. Não deixamos um real de dividas no final do exercício e ficou saldo para o próximo como divulgamos. Com relação aos contratos, as licitações eram conduzidas pelo financeiro da prefeitura e a AGTRAN apenas pagava. Como os contratos foram suspensos e os serviços desativados, devemos aguardar os novos contratos se terão as mesmas proporções e comparar os valores para uma avaliação se são verdadeiras as acusações. O amigo Pilako vai receber todo esse material, e ai de posse das provas, podemos ver nas empresas o que ocorreu.

Hildebrando Lima.

Em outro comentário completou:

Complementando o relato acima. Todos os contratos sobre trânsito como: Operação de fotosensor, manutenção de sinalização, monitoramento do trânsito, locação de viaturas, e talonários eletrônicos, todos eram pagos pela AGTRAN.

Hildebrando Lima.

São João da Vitória: com esse modelo de festa é jogar dinheiro fora!!

Apesar da alardeada crise financeira, Pernambuco manteve a tradição e  festejou “com força” o seu São João. As festas em algumas cidades, ainda seguem nesse final de semana. O centro das atenções – em 2017 – foi a  polêmica no estilo musical. Artistas regionais, com toda razão, reivindicaram seus espaços, em detrimento aos chamados “sertanejos”.

Pela imprensa acompanhei as movimentações em Pernambucano. Na Capital do forró, terra do Mestre Vitalino,  a “bola fora” ficou por conta da apresentação do Dj Alok, no palco principal da festa, na noite de São João. O papelão do ator global, Fábio Assunção, acabou dando publicidade para todo território nacional dos festejos juninos de Arcoverde. Na cidade mais importante do Sertão do Estado, Petrolina, os violeiros deram um show especial. Mas, no meu modesto entendimento,  foi o prefeito da vizinha cidade de Gravatá,  Joaquim Neto,  que, com sua visão administrativa e interlocução política, melhor planejou e faturou com a festa.

Com uma rede hoteleira estruturada, Gravatá atendeu todos os públicos: desde o povão, na rua, aos “Vips”, nas respectivas propriedades. Lá, a festa é montada com inteligência e lógica. Seguindo nessa sequência, em breve, tornar-se-á uma das referências mais consistentes do nosso estado. Um evento festivo que propicia oportunidade e ganhos econômicos para toda cadeia produtiva do município, tanto para os grandes empresários como para os nativos, que vai desde as faxineiras ao acendedor de fogueira, dos barraqueiros aos artistas locais foi, indiscutivelmente, torna-se  EVENTO CONSISTENTE!

Já na nossa cidade, Vitória de Santo Antão, diferentemente do carnaval, nunca tivemos tradição nos festejos juninos. Tivemos sim, lá atrás, festas de salão sequenciadas, realizadas nos  Clubes  “O Leão” e “O Camelo” , assim como na AABB, o famoso Forró do Namorados – já em outros tempos.

Tivemos também, há mais ou menos duas décadas, um movimento expressivo nas chamadas “quadrilhas estilizadas”. Nada mais que isso, além, claro, de muita fogueira e a exportação da mercadoria mais valiosa do mês de junho, isto é:  o milho verde.

Portanto, no quesito São João, somos ainda uma página em branco, a espera  de um prefeito que goste de festa, que tenha condições de entender o sentido amplo dos eventos tradicionais  e que, naturalmente, seja portador de uma visão macroeconômica com   capacidade para transforma  uma festa  em oportunidades sustentáveis  para os que querem , precisam e desejam empreender.

Nesse contexto, não obstante a prefeitura haver promovido três dia seguidos de festa no Pátio de Eventos Otoni Rodrigues, um “rela bucho” no distrito de Pirituba e um evento voltado para grupos da chamada 3ª idade, no Pátio da Matriz,  no meu modesto entendimento, considero que o prefeito Aglailson Junior e sua equipe perderam uma ótima oportunidade de marcar um “gol de placa”, na sua incipiente administração, ou seja: no seu primeiro São João.

OBS: O evento voltado para o público da 3ª idade, se bem planejado e com sequência aprimorada, poderá ser usado como um bom cartão de visita para nossa cidade, no que diz respeito aos festejos juninos.

Já ficou mais do que provado que esse conceito de evento,  para atrair multidão, obrigatoriamente,  passa por altos  investimentos, principalmente em estrutura e  atrações “de peso”, o que demanda, “sangrar o erário”, ou seja: o DINHEIRO PÚBLICO.

Também ficou provado, nas duas últimas gestões administrativas – Governo Que Faz e Governo de Todos – que os nossos atores políticos, juntamente com suas respectivas equipes,   são despreparados para o planejamento. Não tem trânsito em Brasília e muito menos interlocução com a iniciativa privada, para captar recursos e transformar o evento em noticia.  À falta de sequência e o descompasso, nas mínimas iniciativas que tiveram, ao meu vê, foram, entre tantas outras, as principais  “chagas” para o insucesso. Foram quase duas décadas de investimentos errados e perdidos beneficiando  apenas uns pouquíssimos “atores sabidos”. A prova está aí: apesar de todo dinheiro investido, continuamos sem nenhuma marca para o nosso São João, o legado deixado, podemos definir como  “UM CONJUNTO VAZIO”.

Imagino que para as festas juninas antonenses devemos avançar por outras frentes, inclusive, gerando e incentivando algumas culturas nossas, regionais e  que encontram-se adormecidas, que aliás custariam bem menos aos cofres públicos e que promoveriam oportunidades para os nossos artistas pudessem alavancar seus respectivos trabalhos.

Por exemplo:

Já pensou se durante os festejos juninos a prefeitura saísse desse modelo de festa engessada (shows com artistas que nada representam os festejos juninos) e  investisse num grande evento com violeiros renomados de todos Nordeste? Inclusive, documentando-o  e gravando um DVD, com uma  superprodução,  para que se pudesse mostrar essa cultura para todo Brasil? Em poucos anos, nossa cidade seria uma referência no gênero e seria, inevitavelmente,  invadida por turistas  de todas os estados da nossa região. Pessoas que viriam se hospedar e passar vários dias na cidade.

Evento religiosos, reverenciando os três santos católicos do mês de junho é algo ainda muito pouco  explorado pelos festejos juninos na nossa região. Vitória poderia ser uma referência, caso houvesse um investimento consistente, juntamente com toda comunidade católica.

Promover um grande festival INTERNACIONAL  de mamulengos e seus afins! Investir em quadrilhas estilizadas, bancando as despesas e premiando-os. Além do incentivo local, esses grupos circulariam  por todo estado se apresentando e ganhando dinheiro. É assim que se deve investir o recurso público, para gerar renda para a cidade e seus filhos e não se pagar “rios de dinheiros” para cantores e bandas que nada tem haver com as nossas tradições  juninas, como foi o caso do último sábado (24) – noite de São João – que subiu no palco, aqui em Vitória, a cantora Musa do Calypso. Aí eu pergunto: O que somou para nossa cidade? Qual o legado ficou?  Que referencia teremos, no futuro, desse dinheiro investido?

Concluo essas observações dizendo que a prefeitura da nossa cidade precisa investir nas festas tradicionais com mais racionalidade, mais planejamento e coerência, se não, tal qual às gestões anteriores, estaremos, doravante, novamente,  JOGANDO DINHEIRO PÚBLICO FORA. Aliás,  se somarmos toda essa farra – décadas de investimentos errados – veremos o quanto de milhões de reais foi investido errado e sem planejamento na nossa cidade… Que no próximo São João a prefeitura local procure investir o nosso dinheiro com mais critério e serventia…

Óticas Diniz: Eficiência e compromisso social, no Brasil e em Vitória de Santo Antão.

Recentemente, no caderno de economia do Diário de Pernambuco, li uma matéria com o seguinte título: “A arte de fidelizar os consumidores” – Empresas utilizam estratégicas diversas para manter o público fiel ao seu produto e atrair novos perfis.

Dentre as empresas elencadas na matéria, encontra- se a maior rede de óticas do País – ÓTICAS DINIZ. “Oferecemos uma prestação de serviço personalizada para que o cliente tenha a mais completa experiência, nas mais de 950 unidades da rede”. Disse o fundador e presidente da empresa, Arione Diniz. Completou a matéria: apesar de seguirem as mesmas estratégicas, cada unidade das Óticas Diniz, também leva em consideração o contexto de cada região.

Pois bem, sob o comando do amigo e parceiro Sérgio Alves, a marcar possui três unidades na nossa cidade, Vitória de Santo Antão. Se não bastasse o profissionalismo na abordagem ao cliente, dentro das lojas e nas respectivas campanhas externas, realçamos o compromisso social da referida marca. Oportunamente, postamos matéria, aqui no blog, realçando a ação com crianças.

Na qualidade de cliente local,  no que diz respeito à eficiência, dou meu testemunho: Outro dia meu óculos sofreu uma avaria. Preocupado pelo meu grau de dependência, ao chegar em uma  das lojas e expor minha preocupação a gerente acalmou-me,  dizendo: “aguarde que vou resolver”. Em menos de dez minutos já estava como meu óculos no rosto, “novo de novo”.

Avenida Silva Jardim: coletor entupido!

Invariavelmente, toda que vez chove, com um pouco mais de volume,  uma das vias da Avenida Silva Jardim fica alagada, no trecho próximo ao cruzamento com a Rua José Rufino Bezerra. Ontem (29), aconteceu novamente!

Já observei isso várias vezes. Tão simples: bastava promover uma limpeza naquele coletor pluvial. Não consigo entender o motivo pelo qual isso ainda não foi resolvido. Aliás, não demanda nem investimento financeiro, isso é uma questão, apenas,  de gerenciamento até porque a mão de obra já existe.  Portanto, vamos aguardar!!!!

Começou o 4º Feirão da Casa Própria da Caixa, em Vitória de Santo Antão.

Na manhã de hoje (28) aconteceu a abertura do 4º Feirão da Casa Prória da Caixa. O evento, que tem por objetivo fomentar a venda de imóveis na nossa cidade, contou com a presença de representantes da Caixa, do prefeito, lojistas e empreendedores. A estrutura com os stands das construtoras foi montada no espaço de eventos do Vitória Park Shopping e segue até o próximo dia 30.  Veja o vídeo:

Com uma década de atividade a Borba Construtora possui empreendimentos em vários bairros da nossa cidade. Bairro Nobre, Caic e Loteamento Veneza,  são alguns deles. Exclusivamente para o evento, segundo o diretor da empresa, Diego Borba, os descontos por unidade pode chegar a vinte mil reais.

Ainda segundo Diego Borba, a crise financeira que assola o País parece não haver chegado aos negócios da empresa: “estamos construindo e vendendo, não paramos hora nenhuma”, disse ele. Com relação aos preços dos imóveis ele foi taxativo: “temos preço pata atender o sonho das pessoas”.

A expectativa do evento é faturar mais que nos anos anteriores, disse os organizadores do evento. Portanto, para as pessoas que sonham com adquirir seu imóvel, o 4º Feirão da Casa Própria da Caixa Econômica Federal, no Vitória Park Shopping, configura-se numa uma ótima oportunidade!!.

Parece que foi ontem: SEIS ANOS DO BLOG DO PILAKO.

Consumida em larga escala, nas duas últimas décadas, a internet é um ponto de inflexão na história da civilização humana. Nos dias atuais é difícil pensar a vida em sociedade sem a “intromissão” da rede mundial de computadores, quer seja para melhor ou até pior, em alguns casos isolados.

Se antes existia algum mistério para se criar um endereço na web, hoje, em minutos, através de aplicativos e tal você faz sua própria página. A taxa de nascimento e mortalidade dos endereços na internet (blogs, sites e etc) é algo impressionante. Em média um blog (3 meses) vive menos que uma abelha (6 meses), tudo vai depender da dinâmica, do conteúdo e, principalmente, da rotina na atualização.

Pois bem, é nesse contexto volátil e extremamente concorrido, pois, “na internet” se encontra tudo, principalmente entretenimento, que caminha o nosso Jornal Eletrônico, intitulado Blog do Pilako.

Hoje, 27 de junho de 2017, estamos comemorando a passagem do 6º ano de atuação consecutiva. Comemoremos, então!!

Desde a sua concepção imaginei fazê-lo com conteúdo próprio – o caminho mais difícil. Imagine, contudo, escrever praticamente todos os dias, durante seis anos, sobre o mesmo tema, ou seja: Vitória de Santo Antão. Não! Não é fácil. Aqui e acolá, na medida do possível, estamos também escrevendo sobre  outros assuntos, mas nossa linha mestra é falar para o mundo, sobre as coisas da nossa cidade e não, falar do mundo, para os nossos conterrâneos.

Esse é, indiscutivelmente, o nosso DNA, a nossa COMPOSIÇÃO GENÉTICA. Por isso, e também por outras variáveis, evidentemente, somos, no que diz respeito ao tempo e ao conteúdo, um blog único e CONSOLIDADO. Aliás, esse título nos é conferido pelos milhares de internautas que nos acessam diuturnamente, toda hora, minuto a minuto, segundo a segundo.

Nesses seis anos de atividade chegamos à incrível marca de dezenove mil postagens (18.987). Não escrevo por encomenda. Não uso esse espaço, gestado e dilato pelo meu senso crítico,  para bajular ou promover quem quer que seja. Escrevo aqui, majoritariamente, aquilo que comunga com o que penso. Não sou movido por elogios e vaidades efêmeras, tenho total consciência que estou escrevendo para história. Como disse o pernambucano Nelson Rodrigues: “sem paixão não dá nem para chupar um picolé”.

Portanto, concluo essa comemoração cibernética agradecendo aos sem números de internautas que, na esmagadora maioria dos casos – sem suas palavras elogiosas – nos brindam com o seu diário e pontual acesso. Obrigado a todos por acompanhar nosso Jornal Eletrônico, intitulado Blog do Pilako.

VITÓRIA: um dos centros comerciais mais bagunçados do Brasil.

Nossa cidade, Vitória de Santo Antão, parece que “jogou pedra na cruz”. Sai prefeito, fica prefeito, entra prefeito, mas a bagunça no nosso Centro Comercial parece ser algo “imexível”- expressão inventada  pelo ex-ministro de Collor, Rogério Magri.

Pois bem, na manhã de ontem (26), em uma das calçadas mais movimentada da cidade,  e que também serve de “parada de ônibus”, registramos que, por falta de um ordenamento e uma fiscalização regular, por parte da prefeitura, a mesma também tem servido de “deposito de mercadorias”.

Ora!! Não tem lógica, aqui ou em qualquer outro lugar do Mundo, se “entupir” a calçada de mercadoria, em pleno Centro Comercial, fazendo com que os pedestres sejam obrigados a circular pelas ruas, dividindo o espaço com os veículos.

Certamente essa transportadora não é daqui. Tenho absoluta certeza que se houvesse ordem na nossa cidade eles não teriam realizado uma manobra estúpida dessa natureza. Até quando, nossa cidade terá que conviver com um dos centros comerciais mais BAGUNÇADO DE BRASIL?

BAGUNÇA NO TRÂNSITO: na nossa cidade até o veículo da UFPE fica estacionado em cima das calçadas!!

Desde sempre, na medida do possível, estamos aqui, através das páginas do nosso jornal eletrônico, intitulado Blog do Pilako, levanto questões que diz respeito ao cotidiano da nossa urbe e, quando oportuno, cobrando explicações e até apontado caminhos a seguir.

Pois bem, no início da tarde da quinta (22) constatei, mias uma vez, que à falta de critério e  interesse dos gestores da AGTRAN, na nossa cidade, infelizmente, vem colaborando para a continua deseducação dos já mau educados motoristas, principalmente os que circulam, majoritariamente, por aqui.

Em cima de uma das calçadas (contramão) do entorno da Antiga da Estação Ferroviária flagramos, estacionado, um ônibus da UFPE – Universidade Federal de Pernambuco. Como podemos observar os maus exemplos no trânsito não só partem das pessoas iletradas ou mal informadas. Zelar por um trânsito mais humanizado, até porque as calçadas são equipamentos destinados exclusivamente aos pedestres, é, indiscutivelmente, uma obrigação de todos, sobretudo aos que tem a nobilitante tarefa de educar e, diga-se de passagem: recebendo muito bem do Estado para isso…

Guilherme Pajé: homem de dois “pecados originais”

Não obstante  haver sido colega de turma do amigo Guilherme Pajé, no Colégio Municipal 3 de Agosto,  só ontem (25), quase quatro décadas depois, é que fiquei sabendo o motivo pelo qual o próprio foi batizado pelo nome “Guilherme”.

Ao nascer, no principal dia dos festejos juninos – 24 de junho -, seus pais, católicos fervorosos, ao invés de dar-lhe o nome de João Batista (lógica) optaram por homenagear o santo católico festejado no dia seguinte (25), o São Guilherme.

São Guilherme nasceu em 1085, em Vercelli, na Itália. Apesar de órfão, ainda criança, seguiu na vida religiosa por incentivo dos parentes. Ficou conhecido como o combatente contra o mal. Durante  seus sessenta e sete anos de vida nunca admitiu um só pecado.

Já o nosso Guilherme Pajé, gente da melhor qualidade e sujeito  temente a Deus, no transcorrer da sua vida, que continua seguindo, pelo menos dois pecados,  “originalmente”,  lhes são atribuídos.

Primeiro: haver nascido no dia de um santo e seu nome homenagear outro.

Segundo: “O MAIS GRAVE” – é que apesar de nascer no dia da festa mais tradicional da Região Nordeste – o  São João  –  renegou-a. E, entregou-se,  de corpo alma,  aos festejos  do Rei MOMO, da chamada festa da carne (pecado), ou seja: tornou-se o HOMEM DO FREVO!!!

Fernando Verçosa: UM HOMEM DO MUNDO!

No inicio da noite do domingo (26), casualmente, encontrei o amigo médico, Fernando Verçosa, no Pátio da Matriz, acompanhado de um casal de chilenos. Ela com o nome de Vitória e ele Roberto Ayala. Até aí, tudo bem. Fernando Verçosa conhece os “quatro cantos” do Mundo e sempre está interagindo com amigos de tudo quanto é lugar. Aliás o doutor não se perde em lugar nenhum, fala vários idiomas e sabe tudo sobre viagem internacional.

Pois bem, ao aproxima-me do grupo fiquei sabendo de uma história interessante. Fernando havia perdido o contado com a Vitória (chilena), há mais de quarenta anos. Por incrível que possa parecer, antes, eles, e demais familiares, mantiveram os laços de amizade através das  cartas e do envio de produto típicos das suas respectivas regiões e etc.

Por intermédio de um amigo em comum – que mora na cidade do Limoeiro -, ano passado (2016), eles acabaram se “encontrando” e se conectando através da internet. Curiosamente, antes de 2016, Fernando Verçosa voltou ao Chile, ficou na cidade em que mora a amiga, Vitória, por cinco dias, coincidentemente passou várias vezes em frente ao hospital que ela trabalha, sem saber de nada. Coisa de novela ou filme!

Após os recentes contatos cibernéticos, os chilenos aceitaram o convite do doutor e vieram conhecer as festas juninas pernambucanas. Antes, no Brasil, eles só conheciam Porto Alegre e Rio de Janeiro. Eis aí, portanto, uma história com final feliz, de amigos da infância que acabaram se cruzando novamente, no transcorrer da estrada da vida.