XVII BLIZZARD OF ROCK: UM ESTILO, UMA PAIXÃO!!!

Na noite do último sábado (12) aconteceu no Restaurante Gamela de Ouro a décima sétima edição do BLIZZARD OF ROCK. Dentro desse segmento o encontro é uma referência para as bandas regionais, que expressão nas músicas a linguagem universal do Rock. Na qualidade de principal articulador, encontra-se o amigo Cristovão – O DINOSSAURO DO ROCK VITORIENSE. Veja o vídeo:

Várias bandas se apresentaram no palco. Na plateia, um  público especifico que curte, entende  e se identifica com o estilo de vida próprio dos roqueiros. Veja o vídeo:

Ao amigo Cristovão e toda equipe que produziu esse evento singular, na nossa cidade, Vitória de Santo Antão, segue as congratulações.  Pensar a vida fora da “caixa” do sistema não é tarefa para os fracos. O rock aproxima pessoas diferentes, que se unem por uma paixão única.

Sobre a nota da prefeitura, postada no blog, o consultor Elias Martins emite sua opinião.

Em virtude da matéria postada na sexta (11), na qual reproduzimos a nota da prefeitura,  enviada pelo secretário de governo municipal, Lívio Amorim, esclarecendo pontos questionados pelo blog, um dia antes, ligou-me o amigo e sempre atento, Elias Martins.

Após suas considerações importantes, no que diz respeito ao assunto aventado, acabei sugerindo um comentário em forma de “parecer técnico”. Assim sendo, segue, abaixo, suas considerações sobre o tema:

Sobre questionamento do blog, prefeitura da Vitória se posiciona, através do secretário de governo Lívio Amorim.

Em função da nossa recente postagem – Outro movimento grevista: quem enganou quem? Prefeitura ou Sindicato?questionando os gestores da prefeitura assim como a diretoria dos sindicatos,  que representam o funcionalismo público municipal,  sobre amadorismo ou má fé nas recentes negociações, recebemos, na tarde de ontem (10), do Secretário de Governo  Municipal, Lívio Amorim, a seguinte nota:

PREZADO PILAKO.

Sobre a matéria postada nesse conceituado Blog, sob o título “Outro movimento grevista: quem enganou quem? Prefeitura ou Sindicato”?, o Governo Municipal esclarece que:

1º- Na data de ontem, dia  09 do corrente os Sindicatos (SINDPROV e SINDIVISA), realizaram uma  “Assembleia Geral Extraordinária Conjunta para avaliar e deliberar sobre o posicionamento político/administrativo do Governo Municipal de encaminhar unilateralmente projeto de lei ao Poder Legislativo, que majora a alíquota previdenciária, de 13,5% para 15,0% em desfavor dos servidores”. O ato foi previamente informado ao Poder Executivo, pelos Sindicatos através do oficio nº 61/2017.

2º- Relativamente a questão VITÓRIA  PREV, ENGANAM-SE os Sindicatos que mesmo participando de reuniões sobre a matéria com a Direção do Fundo Previdenciário, apostam na radicalização, quando o Projeto que dispõe sobre a fixação de novas alíquotas e outras alternativas de receitas,  ainda se encontra em fase de elaboração, com efeito, sem tramitação no âmbito do Poder Legislativo.

3º – A Gestão atual tem honrado acordos e compromissos, especialmente com os Servidores, até mesmo antes do aprazado, como ocorreu com o pagamento parcelado dos salários atrasados de 2016.

4º – O VITÓRIA PREV, nasceu velho, com a conta de entrada menor que a conta de saída, há onze anos não promove qualquer perfilamento das contribuições, fixada em 13,5% para  servidores e 15,0% para patronal, não preservando deste modo seu equilíbrio financeiro, considerando que aos longo destes 11 (onze) anos, elevou-se o número de segurados que foram apara inatividade, descontinuando o recolhimento das contribuições previdenciárias que deste eram retiradas. Não é forçoso reconhecer que não se adotaram as medidas saneadoras para o equacionamento do déficit que vinha se agravando e que agora obriga o Executivo a constantes aportes que já alcançam a cifra de R$ 1.000.000.00/Mês.

5º – Sobre salários de Professores considerados altos e de servidores pouco acima do mínimo, convém ressaltar que existe PCCR para o Magistério (Lei nº 4.042/2015) e PCCV para os demais servidores (Lei Municipal nº 3.703/2012 e 3.891/2014), que dispõem diferentemente sobre vencimentos, direitos e vantagens para cada categoria. A gestão promoverá em curto prazo uma auditória na folha de pagamento para identificar e cessar eventuais concessões indevidas ou ilícitas de vantagens remuneratórias.

Isto posto, nos colocamos a disposição para esclarecimentos adicionais, se necessários e aproveitamos o ensejo para reafirmar o compromisso de diálogo permanente com os servidores.

Lívio Oliveira de Amorim – Secretário de Governo – Port. 015/2017.

“Dias Cardoso, nós estamos aqui”. Disse Célio Meira, ao final do seu discurso…..

Em ocasião recente, contou-me a professora Adeilda Dias uma história interessante, sobre a leitura do feriado municipal do dia 3 de agosto, sob a analise do seu neto (7 anos), quando o mesmo foi questionado o motivo do feriado municipal. De maneira resumida disse ele: “foi uma briga com galera da Holanda. Teve vida, teve morte e a gente ganhou”.

Pois bem, sem tanta simplicidade, na noite do dia dois de agosto, o professor George Cabral, presidente do Instituto Arqueológico Pernambucano, proferiu palestra na solenidade promovida pelo nosso Instituto Histórico. No bojo das suas explanações realçou a figura do Sargento-mor Dias Cardoso, no contexto da chamada Restauração Pernambucana. Mais adiante, no mesmo evento, na intervenção oral o professor Pedro Ferrer, o mesmo reforçou a imprescindível participação do experiente guerrilheiro – Dias Cardoso – na épica Batalha das Tabocas, cravando que o valente herói vem sendo  injustiçado pela macro-história.

Confirmando o sentimento do professor Pedro, recortamos um trecho da publicação do Diário de Pernambuco, ocorrida no último final de semana, na coluna “Diário na História”.

Naquela ocasião, há 75 anos, autoridades civis, militares e eclesiásticas renderam merecidas homenagens aos heróis, Vital de Negreiro e Fernandes Vieira, “esquecendo” do Sargento-mor Duas Cardoso. Ressaltemos, porém, que na nossa cidade, Vitória de Santo Antão, seu nome está grafado em rua, colégio e até um busto, erigido na Praça da Restauração.

 A título de curiosidade, porém, o mesmo (busto) foi inaugurado por ocasião tricentenário da Restauração Pernambucana, ocorrido em 24 de janeiro de 1954. Na placa comemorativa, entre outras coisas, tem grafado: “Sargento-Mor Dias Cardoso, o construtor da Vitória nas Tabocas”.

Convidado pelo prefeito da época, Manoel de Holanda, o orador oficial desse marcante evento comemorativo/inaugural, foi o meu avô, Célio Meira (foto). Suas palavras escritas,  “ipsis litteris, fazem parte do meu arquivo.  “Dias Cardoso, nós estamos aqui”. Disse ele, ao final do seu discurso……

COMPESA: prêmio para inglês ver…

Em ano pré-eleitoral as coisas começam “ganhar forma”. Dias atrás o presidente da COMPESA, Roberto Tavares, que está se organizando para disputar um mandato de deputado federal, em 2018, participou, em São Paulo, da edição 2017 do Anuário Época Negócio 360º.

Pois bem, a COMPESA, empresa que ele dirige, foi agraciada, em todo Brasil,  com a primeira colocação no setor de saneamento. Certamente essa pesquisa e todo esse “brilhante” trabalho da COMPESA não passou na nossa cidade, Vitória de Santo Antão.

Em Vitória, aliás, como todos são testemunhas oculares, a referida empresa é a representação máxima da ineficiência, do descaso e do desrespeito aos consumidores. Além, claro, de ser um péssimo exemplo de gestão, sobretudo no que diz repeito à interferência danosa e nebulosa, promovida pelos três principais grupos políticos locais. O referido prêmio, aos vitorienses, constitui-se numa verdadeira PIADA.

Pedido de Desculpas: do atual secretário na direção do ex-diretor.

Caro Pilako. Sobre a recente declaração do Secretário Municipal Dr. Paulo, alegando divida da AGTRAN no contrato de locação de veículos referente 2016, a empresa nos forneceu declaração afirmando não haver nenhuma dívida da AGTRAN com a empresa, e que passamos ao secretario que já nos mandou pedido de desculpas pessoal. Resta o Blog divulgar justificativa para que o público que viu a matéria conheça a realidade. Aguardamos. Caso queira, lhe enviaremos cópia do documento.

Hildebrando Antonio de Lima.

 

Outro movimento grevista: quem enganou quem? Prefeitura ou Sindicato?


No início da tarde de hoje (09), ao passar pela Praça 3 de Agosto – mais conhecida como “Praça do Anjo” – observei um movimento promovido pelos funcionários da prefeitura. Como todos sabem, dias atrás, uma grave foi convocada pela categoria. Vários movimentos públicos ocorreram na cidade, inclusive com uma a “ocupação” da sede do governo municipal.

Pois bem, ao que parece um novo conflito foi aberto entre a categoria e a gestão municipal, comandada pelo prefeito Aglailson Junior. O impasse, agora, segundo informações preliminares, gira em torno da alíquota do desconto no salário do funcionalismos, para a contribuição do  VitoriaPrev (fundo previdenciário do servidor municipal).

Aos olhos dos observadores atentos, dentre os quais me incluo, acredito que essa agenda já deveria ter sido tratada e resolvida,  no ato das últimas negociações. Ora! Não é nada lógico, muito menos produtivo, se fatiar discussões salariais! Nesse caso, fatalmente, quem sairá prejudicado é  a população, com mais um movimentos grevista.

Seria de imperiosa necessidade explicações de ambas as partes – prefeitura e sindicato – para sabermos o que realmente está acontecendo. Será que é a prefeitura que não está cumprindo com o acordado? Ou será que é o sindicato que está radicalizando nas negociações?

O munícipe, pagador dos impostos e usuário dos serviços públicos, não pode ser penalizado por possíveis amadorismos ou até, quem sabe, má fé de alguém, nessas negociações. De resto, entre tantas, fica apenas duas perguntas: Quem provocou o rombo no VitoriaPrev? Por que tem professor ganhando mais de R$ 20.000,00, enquanto outros servidores municipais ganham pouco mais de R$ 1.000,00?

Com a palavra os diretores dos sindicatos locais e os atuais gestores municipais.

Na mesa de bar, nem tudo é bebida…

“A praça é do povo, como o céu é do condor”. Certa vez, bradou Castro Alves. À mesa dos bares, nem sempre apenas se bebe. Outro dia, conversando com um escritor independente, disse-me ele: “Pilako, certa vez, numa sexta feira, fiz o lançamento de um dos meus livros numa academia. Só tinha intelectual. Ao final, vendi cinco exemplares. No outro dia – sábado – promovi um segundo lançamento, num bar. Vendi trinta e seis livros”.

“CORONELISMO E CANGAÇO NO IMAGINÁRIO POPULAR: um presente do amigo escritor vitoriense Erivam Felix Vieira.

Recentemente recebi na nossa redação o amigo e escritor vitoriense, Erivam Felix Vieira.  Com formação na sociologia, parapsicologia e antropologia ele é desses camaradas que “dá gosto se conversar”.  Calmo, sereno e bom ouvinte, Erivam enriquece o mundo, cada vez mais capitalista, sem precisar usar medidas financeiras –  ouro, dólar ou qualquer commodity. Ele é rico, justamente nas coisas que não se pode comprar ou vender.

Com vários livros publicados na área da natureza humana, trouxe-me, obsequiosamente, um dos seus títulos. “CORONELISMO E CANGAÇO NO IMAGINÁRIO SOCIAL”. Nessa obra ele procurou esmiuçar os elementos que compõe o imaginário popular na construção das figuras míticas, no caso em tela,  dos coronéis do Nordeste Brasileiro e do LAMPIÃO. (Virgulino Ferreira).

Com ilustrações, fotos e recortes dos jornais da época, ele nos faz uma leitura que vai além do policialesco, tão comum nas abordagens sobre o tema. Na literatura de cordel, uma das representações mais emblemáticas da nossa região, entre outras coisas, ele foi buscar a construção do imaginário popular para o tema, ainda permeado de muito mistério e controvérsia.

Em momento oportuno estaremos publicando recortes da  sua obra:

Resumo:

“Neste artigo analiso a dimensão construtivo-interpretativa do fenômeno social denominado cangaço, partindo de uma perspectiva baseada na Sociologia do imaginário. Proponho a busca para a compreensão do imaginário e o cotidiano do Sertão nordestino, sugerindo não apenas relacionar o contexto histórico em que tais manifestações se inserem e situá-lo à nossa realidade, como gerar um ponto de análise sobre as diferentes percepções dos atores em relação a si mesmos e de uns em relação aos outros, onde o paradoxo e o excêntrico se fizeram presentes em importante acontecimento sociológico nacional”. Escreveu o Erivam.