Colégio Santo Inácio: um conjunto educacional de formação.

Recentemente através do Facebook a professora Márcia Friggi, da cidade catarinense de Indaial, revelou haver sido brutalmente agredida, por um aluno de 15 anos. Infelizmente o fato ocorrido não é algo isolado.  Foi-se o tempo em que crianças e adolescentes tratavam os professores como autoridades. A Discussão é ampla e muito polêmica. Arrisco-me a dizer que o “nascedouro” dessa nova “chaga educacional” (violência), na sua esmagadora maioria, concentra-se no seio familiar.  Quando os pais não enquadram os filhos, desde cedo, eles acham que o mundo é do mesmo jeito. A escola, na sequencia natural, é, então, o primeiro contato, no que diz respeito às regras básicas sociais. Daí, todo esse acirramento!

É bem verdade, também, que crianças e adolescentes, ricas ou pobres, bem educadas ou não e com mais ou menos idade são difíceis por natureza. Tenho uma dessas “feras” em casa com quatorze anos incompletos – meus pais criaram dez filhos… Em outros tempos, mas……..

Pois bem, aproveito o tema para narrar um testemunho. Na tarde do último sábado (19), por ocasião de um projeto pedagógico, desenvolvido pelo Colégio Santo Inácio, local no qual estuda o meu Gabriel desde as primeiras letras  participei, na qualidade de pai de aluno, da conclusão da jornada dedicada aos concluintes do 9º ano – O PORTO – além das ondas olharei..

Acompanhar, cobrar e reclamar à direção da escola que nossos filhos estudam, seja ela particular ou pública, é obrigação de todos nós (pais). Mas, na medida do possível e até por uma questão de justiça, quando assim for oportuno, também devemos elogia-la publicamente.

Vi de perto o entusiasmo e o comprometimento, assim como as lágrimas que banharam a face emocionada do amigo Roque Andrade, diretor da escola aludida,  ao falar de mais um grupo de alunos que irá concluir o ensino fundamental no Santo Inácio, educandário que vem avançando  na sua missão, ao longo das últimas décadas.

Educar, antes de tudo, é missão. É sacerdócio. Ninguém pode dá o que não tem. Ser educador vai  muito além da transmissão do conteúdo pedagógico. Nesse contexto, externo, aqui, meu reconhecimento, ao termo usado na referida escola por todo corpo docente e gestores: FAMÍLIA SANTO INÁCIO – UM FATO, UMA REALIDADE!!!

Primeiro Encontro de Drone da nossa cidade acontecerá no Monte das Tabocas.

No próximo domingo (27) o pedaço de chão mais importante do nosso município – Sítio Histórico Monte das Tabocas – foi o palco escolhido para sediar o Encontro Diurno Drone Recife – Agosto 2017. Na qualidade de anfitrião  do evento, teremos o “droneiro” antonense, Breno Valois.

O encontro, entre outras finalidades, tem por objetivo reunir a turma pernambucana que lidera esse tipo de movimento no Estado, para “voarem” em novos ares, colher novas imagens e fortalecer a atividade que mais cresce no País e no Mundo.

Cumprindo também função pedagógica, até porque o Monte das Tabocas representa um marco na historiografia brasileira e até universal, o amigo Breno Valois convocou um professor de história para narrar aos participantes à simbologia do lugar. Uma equipe estará aposta no trevo que dá acesso à PE 50 para conduzir o pessoal até o local, aonde serão recepcionados com uma  mesa de frutas tropicais e água mineral.

Encontro diurno Drone Recife Agosto 2017

Local: Monte das Tabocas – Vitória de Santo Antão

Data: 27/08/2017

Horário: 09h

Contato no dia do encontro:

Breno Valois – 98863 0435

Leo – 98154-0306

Chegou a primeira tradução…

Dentre as matérias postadas na sexta (18), no nosso jornal eletrônico, intitulado Blog do Pilako, pedi ajuda aos internautas para traduzir uma informação escrita pela emissora de televisão chinesa, por ocasião da entrevista do gabaritado vitoriense Gustavo Ferrer.  Eis que me apareceu a primeira informação:

“Tradução: sou natural da Vitória de Santo Antão que deu um ponta pé nas bundas dos holandeses . Sou da terra da Pitú. Vocês inventaram a pólvora, nós inventamos a cachaça, que explode os corações. Vocês têm as Muralhas, nós temos o Monte das Tabocas . Vocês têm o Rio Amarelo, nós temos o Tapacurá. Vocês falam chinês que ninguém entende, nós falamos português, língua latina compreensiva. Vocês , afinal, não tem o Blog do Pilako. Morou, meu irmão ?????????????????”

Professor Pedro Ferrer – presidente do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória.

Segundo Flash fotográfico do lançamento do Livro Apelidos Vitorienses II.

Conforme prometido, estamos postando o “segundo flash” do registro fotográfico relacionado  ao lançamento do segundo Livro Apelidos Vitorienses, ocorrido na noite da sexta (18), no Vitória Park Shopping. Nesse contexto, não canso de agradecer a presença de todos. Mais uma vez, MUITO OBRIGADO!!

Atenção ex atiradores do nosso Tiro de Guerra: UMA NOVA MISSÃO!!!

Assim como ocorreu em anos anteriores, os atuais instrutores do nosso Tiro de Guerra, Subtenente Sidiclei e Sargento Clauberrobson, juntamente com o nosso eterno comandante,  Major Eudes,  estão “convocando” os ex atiradores para a formação de um pelotão, com vistas ao desfile cívico do dia 7 de setembro, em nossa cidade.

Alguns nomes já estão confirmados para a missão: Pilako, Carlos Freire, Ozias Valentim, Nogueira, Zé Reinaldo, Célio Meira, Enedino e outros que ainda não tive acesso aos nomes.

Portanto, caso você seja um ex atirador do nosso Tiro de Guerra e também desejar  desfilar  conosco no próximo dia 7 de setembro, favor entrar em contato com o Tiro de Guerra, através do telefone 3523-3307, para dá o nome e confeccionar a camisa.

Academia Vitoriense de Letras promoveu reunião ordinária.

Na manhã do domingo (19) aconteceu mais uma reunião ordinária da AVLAC – Academia Vitoriense de Letras, Artes e Ciência. Sob o comando da presidente, professora Lúcia Martins, o encontro cumpriu sua pauta na íntegra.

Entre outros assuntos a reunião também acolheu representantes de grupos ligados a cultural local para discutir pauta conjunta, que visem buscar o fortalecimento do movimento literário na nossa polis.

Primeiro Flash fotográfico do lançamento do Livro Apelidos Vitorienses II.

Conforme prometido, estamos postando o “primeiro flash” de registro fotográfico relacionado  ao lançamento do segundo Livro Apelidos Vitorienses, ocorrido na noite da sexta (18), no Vitória Park Shopping. Nesse contexto, não canso de agradecer a presença de todos. Mais uma vez, MUITO OBRIGADO!!

O evento de lançamento do segundo volume do Livro Apelidos Vitorienses foi um sucesso. OBRIGADO A TODOS!!

Não à toa começo essas linhas com a última frase da matéria, imediatamente anterior, postada no nosso jornal eletrônico, intitulado Blog do Pilako: AGRADECER É GESTO QUE NUNCA SAIRÁ DE MODA! Em ato continuo, realço a frase inicial do meu pronunciamento, por ocasião do  evento,  do lançamento do meu segundo livro, sobre os apelidos vitorienses, ocorrido na noite da sexta (18), no Vitória Park Shopping:

O DESAFIO É LANÇAR LIVRO NUMA CIDADE QUE NÃO TEM UMA LIVRARIA!

Aliás, a bem da verdade, viver é um grande desafio. Aí de nós se os desafios não existissem!

Reunir pessoas das mais variadas tendências –  profissões, grupos políticos, níveis sociais, econômicos e etc – num mesmo evento,  não é tarefa das mais fáceis, sobretudo para uma missão de caráter eminentemente cultural.

O projeto dos “Apelidos Vitorienses”, pela segunda vez, mostrou, na sua essência, essa pluralidade. O fator agregador, indiscutivelmente, socorre-se no viés da singularidade.  O livro, ao reunir pessoas tão diferentes sob o mesmo critério, de maneira linear, provoca uma isonomia, algo muito distante da vida do nosso cotidiano.

O papel de quem escreve, entre outros, é salvaguardar a memória. Hoje, através dos dois volumes do nosso livro, de certa forma, já imortalizamos cinquenta (50) conterrâneos, que são mais conhecidos na cidade pelo apelido de que o próprio nome. O registro das gravações em vídeo, acessados através do QR CODE, é algo fantástico e inovador.

A partir de hoje, contudo, começo a confeccionar o terceiro volume. Agradeço, mais uma vez, do fundo meu coração, a todos aqueles  que compareceram ao evento festivo de lançamento do nosso segundo livro. A presença de todos vocês é a certeza que podemos vencer os desafios,  e continuar “apelibiografando” mais vitorienses.

Obs: no transcorrer da semana postaremos mais fotos do evento.

Agradecer é gesto que nunca sairá da moda!!

Aos amigos internautas do nosso jornal eletrônico, intitulado Blog do Pilako, espero contar com a presença de todos vocês, hoje, sexta (18), a partir das 19h30 no Vitória Park Shopping, para o lançamento do meu segundo livro, sobre os  “Apelidos Vitorienses“.

Antecipadamente agradeço aos que me ajudaram diretamente nessa empreitada cultural. Professor Pedro Ferrer, Jornalista José Edalvo e o diagramador Tarcílio Douglas, meu muito obrigado pela construção da obra. Ao amigo Doutor Jairo Medeiros, por haver confeccionado o prefácio, também agradeço na mesma proporção.

Agradeço também ao Engarrafamento Pitú, pelo coquetel. À empresa Pronto (mídia impressa e sinalização), comandada pelo primo e amigo Breno Valois, e aos que dirigem o Vitória Park Shopping, meu costumeiro obrigado, por mais essa parceria.

Aos meus novos vinte e cinco “apelibiografados”, que contaram suas respectivas histórias, minha gratidão pelo entendimento do projeto. Aos que irão participar, assim como adquirir o exemplar do livro, segue minhas palmas. Aliás, agradecer é gesto que nunca sairá da moda!!

Artesão Marcos Lins: um bom trabalho, uma boa iniciativa!!

Por ocasião da minha visita a Radio MR, na manhã de ontem (17), conheci o artesão Marcos Lins. No nosso casual encontro revelou-me o Marcos que gosta muito do carnaval vitoriense, inclusive é componente da diretoria da Agremiação Carnavalesca Beija Flor.

O Marcos já vem desenvolvendo um trabalho interessante na nossa cidade. De maneira competente, criativa e empreendedora ele já vem produzindo peças alusivas as agremiações carnavalescas. desde as que são representadas por “bichos” ou até por outras simbologias, como é o caso do tradicional ETESÃO.

Seu projeto, para o carnaval 2018, é produzir peças representativas das mais variadas agremiações carnavalescas locais, para comercializa-las antes e durante o reinado de Momo. De antemão, “comprei a ideia”. Acho que sua iniciativa é importante para o fortalecimento da nossa festa maior. Iremos, na medida do possível, divulgar o seu trabalho. Veja o vídeo:

Alguém pode me ajudar?

Do outro lado do Mundo (China), o amigo e bom vitoriense, Gustavo Ferrer, através das redes sociais, justificou sua ausência ao lançamento do nosso Livro Apelidos Vitorienses II,  desejando-me sucesso! Profissional gabaritado ele cumpre agenda de trabalho, lá, com  entrevistas para emissoras de TV local.

Pois bem, gostaria que alguém me ajudasse nessa parada! Estou querendo saber o que foi que a TV escreveu sobre  a referida  entrevista e não estou conseguindo entender. Alguém pode me ajudar, por favor,  traduzindo essas linhas abaixo……..

O lançamento do livro sobre os apelidos vitorienses é nessa sexta.

Amanhã, sexta, dia 18 de agosto, acontecerá, na praça de eventos do Vitória Park Shopping, o lançamento do meu segundo livro sobre os apelidos vitorienses. Nesse projeto procuramos registrar a origem do apelido de alguns dos nossos conterrâneos que se tornaram mais conhecidos pela alcunha do que pelo próprio nome.

No primeiro volume, além do meu apelido (Pilako),  catalogamos: Americano, Batifino, Baleado, China Contador, Doutor do Posto, Fernando Diamante, Furão, Giba do Bolo, Heleno da Jaca, João de Qualidade, Lavoura, Mané Mané, Manga Rosa, Matuto, Nanãe, Natal do Churrasquinho, Olho de Pires, Moleza, Pindura, Pirrita, Toco, Tonho Trinpa, Torto e Zé Catinga.

Nesse segundo volume, que será lançado amanhã,  os “apelibiografados” são: Babai Engraxate, Novo da Banca, Pea Preta, Branca, Gongué, Vei Eletricista, Brother, Bambam Água, Zé Ribeiro, Regis do Amendoim, Val da Banca, Pirraia do Feijão, Pituca, Junior Facada, Pezão, Moreno, João Potó, Touro, Lino, Eraldo Boy, Cocota, Castanha, Miro da Cachorra, Nininho e Neném da Joelma.

Pois bem esse trabalho, aparentemente simples, me dá um enorme prazer. Na qualidade de historiador local compreendo a singularidade da obra e a importância do registro escrito e em vídeo, uma vez que, através do QR CODE,  poderemos, a qualquer tempo, acessar o próprio apelidado contando a sua história. Indiscutivelmente, esses apelidados estão eternizado na Terra de Diogo de Braga.

De resto, portanto, concluo dizendo que o terceiro volume desse projeto já encontra-se  “desenhado” na minha cabeça. Buscarei, na medida do possível – para lançar ano que vem (2018) –  mais vinte e cinco conterrâneos que são mais conhecidos na cidade pelo apelido do que pelo próprio nome.

Conto com sua presença: 

Sexta: 18 de agosto

Lançamento do Livro Apelidos Vitorienses II

Local: Vitória Park Shopping

Hora: a partir das 19h30 (apresentação)

Valor do livro: R$ 30,00

Obs: Na ocasião estarão disponíveis à venda o dois volumes.

O que seria de mundo se todos pensassem do mesmo jeito?

No feriado municipal do dia 03 de agosto, como sempre, estive no nosso Monte das Tabocas. Por lá, sentimentos diversos. O sitio histórico, não obstante ser o pedaço de chão mais importante do nosso torrão, não provoca na nossa população – nem no nosso conjunto de governantes – maiores “frisson”.

Alheio a tudo e todos, ao que nos parece, encontrei, circulando por entre as pedras que foram lavadas pelo sangue dos nossos heróis, o sempre animado e brincalhão “doutor Zé Maria”. Ele, naturalmente, como muitos que para lá se dirigiram, estava apenas se divertindo.

O “doutor Zé Maria”, “queiram ou não queiram os juízes”, já está registrado na história da nossa cidade pelo seu estilo próprio e sua maneira de ser. O mundo em que vivemos é o mesmo, mas a maneira de interpretá-lo é de múltiplas escolhas…

Um bate-papo positivo…

Juntamente com o compositor Aldeniso Tavares, recentemente, bati um alongado com o amigo das antigas, Dodó Carvalho. De antemão anuncio, para o próximo volume do livro Apelidos Vitorienses, à inclusão da origem do seu simpático “nome social”.

Pois bem o professor Dodó é desses camaradas que nem é novo nem velho, mas é conhecedor de muitos fatos históricos da nossa cidade. Do ponto de vista político, por exemplo, na qualidade de militante partidário, tem uma “memória de elefante”. Ele sabe dos bastidores das campanhas políticas e até de muitas curiosidades “inéditas”.

Sobre o atual momento político nacional, fala com desenvoltura. No “eterno” bate-boca sobre direita e esquerda ele tem opinião muito consistente, alicerçada em princípios filosóficos, dispensando, na maioria dos casos, os “clichês” midiáticos. De modo que “jogar conversa fora” com o professor Dodó Carvalho, sempre será algo positivo.

Escancarar os problemas também faz parte da solução…

Após pouco mais de três anos de plena atividade da Operação Lava Jato, já ficou difícil encontrar aquelas pessoas que diz: ISSO NÃO VAI DÁ EM NADA! A relação “intima” entre o capital financeiro, o mundo político e o Poder Judiciário só “funciona bem” – para os envolvidos –  quando uma das partes não está no precipício.

Quando “a casa cai” para um dos elos da corrente, da chamada “Corrupção Sistêmica”, os outros querem mais “é se salvar”. Nessa hora vale o velho e sempre recomendável instinto da sobrevivência. A DELAÇÃO PREMIADA, nesse contexto, é perfeita! Aliás, não custa nada perguntar: cadê os muitos amigos do casal Cabral, lá da Cidade Maravilhosa, por onde andam? No mundo do crime, não existe amizade, existe conveniência e interesse.

Não sou nenhum cientista social, mas acredito, que no dia em que a Justiça Brasileira começar a cumprir o seu papel, como manda o figurino, todo resto, inevitavelmente, acabará entrando  nos eixos, como se diz no popular. Não existe empresário rico que, na iminência de ficar vendo o sol nascer quadrado, não recue. Já para os políticos que, doravante, forem “ferrados na testa” com a tatuagem de LADRÃO, sobretudo nos grandes centros urbanos, à porta de saída da vida pública será à serventia do sistema.

Portanto, concluo essa breve reflexão, sobre a o contexto nacional, lembrando a canção da MPB que diz: “Nada do que foi será – De novo do jeito – Que já foi um dia – Tudo passa – Tudo sempre passará”.

Um registro fotográfico para o futuro.

Não obstante, hoje, entre os jovens e adolescentes, o registro fotográfico ser um ato quase que obrigatório, em função das postagens nas redes sociais, também é verdade que o descarte indiscriminado desses registros, por eles próprios, por motivos variados (troca, perda de celular e etc) também funciona quase que na mesma proporção.

Na manhã do último sábado (12), por exemplo, após ser “escalado” para ser o “responsável” por essa “galera”, fiz esse registro fotográfico dizendo: vocês só saberão exatamente o  valor desse momento, daqui a uns trinta anos.