Conforme já anunciada, aqui no blog do Pilako, no próximo sábado, 16 de setembro estaremos vivenciando a Segunda Festa da Saudade. De antemão, agradeço a todos aqueles que já adquiriram suas respectivas “mesas”, alguns até mais de duas, para prestigiar nosso evento dançante, que tem, entre outros objetivos, reviver os grandes bailes festivos, ocorrido na Vitória de Santo Antão de outrora. Veja o vídeo:
Hoje em dia, festas direcionadas a um público mais “maduro” ou para pessoas com gosto musical mais apurado é algo difícil de encontrar, sobretudo na nossa polis. De modo que anuncio que estamos na reta final dos nossos contatos com os amigos na chamada “vendas de mesa”.
Com estilo próprio e performance de quem tem estrada na arte de cantar e encantar, subiu ao palco, na tarde do sábado (10), no Restaurante Varanda do Tadeu, a consagrada artistas vitorienses Joelma Mota. Com show “intimista” ela cantou de tudo um pouco.
Joelma é uma artista nata. Já esteve no comando de bandas de sucesso, colocou voz em várias composições locais e até representou nossa cidade, juntamente com sua filha, no SBT, ao lado inatingível Silvo Santos.
Mas, segundo ela, é interpretando as músicas do Rei, Roberto Carlos, que ela se completa como artista. Veja o vídeo:
Na qualidade de fã do seu trabalho, ao final da sua apresentação, comprei um dos seus CDs. Nesse trabalho ela interpreta músicas de gosto mais popular. JOELMA MOTA, indiscutivelmente, é um talento vitoriense que merece nossos aplausos!!!
Na manhã de ontem (10) os membros da AVLAC – Academia Vitoriense de Letras, Artes e Ciência – se reuniram no histórico prédio do Sobradinho, sua sede, para deliberar sobre as próximas atividades da instituição assim como eleger sua nova diretoria. Por unanimidade, ficou decidido que o novo presidente será o acadêmico Serafim Lemos.
No próximo dia primeiro de outubro a instituição está promovendo o IV Encontro Cultural de Literatura Infantil, no Vitória Park Shopping, a partir das 15h. Em outubro a AVLAC também estará promovendo a solenidade em comemoração aos doze anos de fundação, ocasião em que a nova diretoria tomará posse.
A convite do amigo Max Bley, atual diretor do Colégio Municipal 3 de Agosto, estive, na tarde de ontem (07), acompanhando os preparativos para o desfile da vitoriosa e premiada Banda 3 de Agosto. Vale salientar que o Max, além de aluno do colégio que, hoje, é dirigido por ele, foi membro atuante da referida banda.
Esse ano os ex-alunos e membros da banda do Colégio de 3 de Agosto preparam duas homenagens: ao ex-diretor e grande incentivador da banda, Doutor Ubirajara Carneiro da Cunha e ao Maestro Pacheco, que há trinta anos ininterrupto é o regente da vitoriosa banda.
Na ocasião, gravamos videos com os dois homenageados:
Disse Pacheco: “como regente eu ganhei tudo que podia ganhar”.
Com o doutorUbirajara, além de falarmos da Banda do Colégio 3 de Agosto e do momento que estar vivenciando o atual diretor – seu ex-aluno Max Bley –, comentamos também sobre o futuro da educação brasileira. Ele, na qualidade de um educador experiente, foi taxativo: “eu tenho esperança que o viés ideológico, que tem empanado a educação brasileira, desapareça! Educação não se pode fazer com ideologia”. Veja o vídeo:
O Colégio Municipal 3 de Agosto – que no seu nascedouro chamou-se “Ginásio da Vitória” –, indiscutivelmente, tem na sua Banda uma das grandes referências. Com relação à arte da música, na terra de Nestor de Holanda, atualmente, a Banda do Colégio 3 de Agosto se configura como nossa EXPRESSÃO MAIOR.
Na qualidade de ex atirador do nosso Tiro de Guerra, juntamente com outros companheiros, participamos, na tarde de ontem (07), do desfile da referida instituição, na festividade cívica do 7 de setembro. Sob o comando dos atuais instrutores do Tiro, Subtenente Sidiclei e Sargento Clauberrobso, a tropa abriu a o vento, com vibração e disciplina.
Durante todo percurso a tropa chamou a atenção das pessoas. Em vários pontos populares aplaudiram as manobras. Veja os vídeos:
Comandando o “pelotão” dos ex atiradores encontravam-se o Major Eudes e oTenente Gildo Sales. Na ocasião, gravamos um vídeo onde alguns dos componentes do grupo expressaram seu sentimento patriótico. Veja o vídeo:
O nosso Tiro de Guerra é um orgulho para Vitória de Santo Antão. Portanto, parabenizamos, mais uma vez, os instrutores pela garra e terminação, com que mantém acesa a pira do Exército Nacional na nossa cidade.
No dia de ontem (07), feriado nacional, comemoramos a nossa independência de Portugal. A historiografia clássica, aquela que aprendemos nos primeiros anos escolares, tenta reproduzir um ato heroico do então príncipe regente, D. Pedro I, às margens do Rio Ipiranga. Ao aprofundarmo-nos nas pesquisas, referente ao contexto temporal do fato aludido, logo entenderemos que tudo num passou de um “ato de fachada”, pois, continuamos sendo comandados por português: pelos “Pedros, I e II” até a proclamação da República, ocorrida só em 1889, sessenta e sete anos depois. Aliás, não custa nada lembrar: o primeiro presidente civil do Brasil foi o paulista Prudente de Morais (1894 a 1898).
Pois bem, na nossa cidade, assim como em muitos municípios, espalhados pelos quatro cantos do Brasil, o feriado é comemorado com desfiles e gente nas ruas. Já virou tradição na nossa cidade, Vitória de Santo Antão, o desfile de 7 de setembro reunir milhares de pessoas, para acompanhar o evento cívico patriótico.
Sob a coordenação da nova gestão municipal um novo traçado foi aplicado. A mudança voltou a contemplar a Praça Duque de Caxias, como o ponto apoteótico dos desfiles. Com mais espaço para todos – para quem desfilou e apenas acompanhou- a mudança foi positiva.
A maior reclamação das pessoas, de maneira geral, continuou sendo o horário. Não cuidaram, mais uma vez, do planejamento nesse sentido, pois algumas escolas desfilaram no horário noturno. Sem uma iluminação adequada, o trabalho de meses do corpo docentes, no que diz respeito ao fardamento e fantasias, confeccionado exclusivamente para o evento, não realçaram como deveriam.
Registramos a passagem de algumas “escolas”. O carnavalesco José Marques de Sena foi lembrado pelo CAIC.
A Rede Globo, ontem (04), veiculou matéria no telejornal local denunciando à prática de ilegalidade no uso – sem o divido critério legal – das chamada placas de bronze. Aquelas que são usadas nos automóveis que trafegam com as autoridades.
Pois bem, apesar de escandaloso, o fato não é novo. Em várias outras oportunidades e até outras emissoras já aventou o assunto. Possivelmente, nos quatro cantos do País, essa prática seja comum.
Usar um automóvel diariamente sem se preocupar com as regras do trânsito é algo possível, basta trafegar com uma dessas placas – a reportagem mostra o flagrante desrespeito às Leis de Trânsito.
Pergunta e respostas são muitas. Mas, para quem leu o livro do antropólogo Roberto da Matta – “Fé em Deus e Pé na Tábua” –, que aborda, entre outras coisas, o comportamento das pessoas no trânsito, podemos dizer que esse tipo de atitude nos remete ao Brasil Colonial.
Naquele recorte temporal os “seres superiores”, que habitavam esse “quintos dos infernos” trafegavam nas chamadas LITEIRAS. Eis aí, portanto, uma das explicações para mais esse vexame!!
A Segunda Festa da Saudade, que acontecerá no sábado, 16 de setembro, no Clube dos Motoristas – O Cisne – será animado por dois grupos musicais. Abrindo o evento dançante, teremos o Quinteto Dourado. Como atração principal, contaremos com extraordinária ORQUESTRA SUPER OARA.
Segue, abaixo, um registro em vídeo do nosso primeiro encontro dançante, que ocorreu ano passado (2016).
No dia 20 de Julho de 2017 o Governo Federal publicou no DOU (Diário Oficial da União) o Decreto de nº. 9.101/2017 passando a ter eficácia a partir do dia 21 de Julho de 2017, este tem como objeto alterar as alíquotas das contribuições PIS (Programa de Integração Social) e COFINS (Contribuições para o Financiamento da Seguridade Social) combustíveis.
O Direito Tributário como qualquer outro ramo do Direito, tem como paradigma a obediência a princípios encravados em nossa Constituição Federal, entre aos quais se destacam: Princípio da Legalidade Tributária (art. 150, I, CF/88), Princípio da Anterioridade Tributária (art. 150, III, b, CF/88), Princípio da Noventena (art. 150, III, c, CF/88).
Em breve abordagem, o Princípio da Legalidade estabelece que não se pode instituir tributos ou majorar alíquotas sem Lei que estabeleça, O Princípio da Anterioridade estabelece que a Lei que institui tributo ou majorar alíquotas deve produzir efeitos no exercício (ano) seguinte, o princípio da Noventena estabelece que a Lei que institui tributos ou aumenta alíquotas só pode produzir efeito a partir de 90 (noventa) dias depois de editada. Existem tributos que são exceções ao princípio da Anterioridade e da Noventena, mas essas exceções não contemplam os tributos PIS e CONFIS considerados Contribuições para Seguridade Social.
Sem adentrarmos nos pormenores sobre a natureza jurídicas desses dois tributos (PIS, CONFINS) no que se refere a seu caráter EXTRAFISCAL, basta saber que aqueles não possuem o status de tributos extrafiscais e que para serem majorados (aumentos alíquotas), necessário se faz a edição de uma Lei e não através de Decreto, como foi o caso, bem como seus efeitos deverão obedecer, aos princípios da Anterioridade ou da Noventena.
Em Decisão (Liminar) de Primeira instância na 20ª Vara Federal de Brasília o Magistrado suspendeu o referido aumento com base na agressão aos Princípios da Legalidade e da Noventena, apesar da flagrante INCOSTITUCIONALIDADE desse Decreto, em ato contínuo a Advocacia Geral da União (AGU) impetrou recurso contra aquela decisão e o TRF1 (Tribunal Federal de Brasília), julgou procedente o recurso da AGU derrubando a Liminar expedida em primeira instância, ou seja, o aumento dos combustíveis continua a valer.
Constata-se que em diversos Estados da Federação estão sendo impetradas ações judiciais questionando a ilegalidade deste aumento, entretanto, as decisões de primeiro grau, em regra, reconhece, mas quando chega em estancias superiores se reverte aquelas decisões. O que se ver é o Governo Federal com sua mão de ferro empurrando de goela abaixo aumento de tributos ilegais nos contribuintes. É na tora!!
Recentemente, acertei os últimos detalhes da estrutura de sonorização e iluminação da Segunda Festa da Saudade. O nosso amigo Marcone, proprietário de uma das empresas mais conhecida na região, nesse ramo, é quem cuidará dessa parte.
Estaremos promovendo alterações na estrutura do evento. Festa se faz com som, luz e, principalmente, gente!! Veja o vídeo.
Portanto, estamos providenciando o melhor para a Segunda Festa da Saudade, que acontecerá no próximo dia 16 de setembro, no Clube dos Motoristas “O Cisne” com a ORQUESTRA SUPER OARA.
Os atuais instruções do nosso Tiro de Guerra, Subtenente Sidiclei e Sargento Clauberrobson, juntamente com o nosso eterno comandante, Major Eudes, estão “convocando” os ex atiradores para formar um pelotão, com vistas ao desfile cívico do próximo dia 7 de setembro, em nossa cidade.
Para ilustrar a ideia e animar os “velhos soldados de guerra”, segue, abaixo, um dos vídeos que gravamos em edições passadas.
Portanto, caso você seja um ex atirador do nosso Tiro de Guerra e tenha ficado com vontade de desfilar conosco, no próximo dia 7 de setembro, favor entrar em contato com o Tiro de Guerra, através do telefone 3523-3307, para dá o nome e confeccionar a camisa.
Na manhã do domingo (03), sob o comando do professor Pedro Ferrer, aconteceu mais uma Reunião Ordinária do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória. Na pauta, o presidente repassou aos membros os informes gerais. Abriu espaço para as devidas prestações de consta e falou do andamento das obras de ampliação do Museu, com o incremento do espaço dedicado exclusivamente ao nosso carnaval.
No encontro foi reservado um espaço ao sócio Erivan. Na ocasião ele ministrou uma palestra sobre a técnica secular chinesa do TAI CHI BEING TAO (Contribuição para o Relaxamento do Corpo e da Mente). Sua proposta é formar turmas para prática dessa atividade. Aliás, é que se diga: TUDO DIRECIONADO AO PÚBLICO E GRATUITAMENTE. Veja o vídeo:
Na tarde do domingo (03), no Pátio da Matriz, comemorou-se o aniversário do amigo “Tricolor do Arruda”, João Vitor. Com setenta e uma primaveras, João é uma cara “brincalhão”. Duas paixões: a família e o futebol.
Os atuais instrutores do nosso Tiro de Guerra, Subtenente Sidiclei e Sargento Clauberrobson, juntamente com o nosso eterno comandante, Major Eudes, estão “convocando” os ex atiradores para formar um pelotão, com vistas ao desfile cívico do próximo dia 7 de setembro, em nossa cidade.Para ilustrar a ideia e animar os “velhos soldados de guerra”, segue, abaixo, um dos vídeos que gravamos em edições passadas.
Portanto, caso você seja um ex atirador do nosso Tiro de Guerra e tenha ficado com vontade de desfilar conosco, no próximo dia 7 de setembro, favor entrar em contato com o Tiro de Guerra, através do telefone 3523-3307, para dá o nome e confeccionar a camisa.
Na tarde do sábado (02) aconteceu mais um “Encontro dos Amantes da Boa Música”, no Restaurante Varanda do Tadeu Souza. No palco, artistas se revezaram. Cada qual no seu estilo. Fizemos dois registros em vídeos. O eclético Edmilson Silva, como sempre, cantou de tudo um pouco. Já o experiente e talentoso, Ery Melo, interpretou um dos clássicos da nossa região (Nordeste). Veja os vídeos:
Foi com alegria que recebi, recentemente, o oficio (244/2017) enviado pela Câmara Municipal da nossa Vitória de Santo Antão. Nele, consta um VOTO DE APLAUSO na direção da minha pessoa, face ao recente lançamento do segundo volume do Livro Apelidos Vitorienses, ocorrido no dia 18 de agosto no espaço para eventos do Vitória Park Shopping.
O requerimento (456/2017) foi de autoria do vereador Edmilson Zacarias da Silva (Novo da Banca), com aprovação unânime dos seus pares, presentes à Reunião Ordinária da Câmara de Vereadores.
“Nós como representantes do povo vitoriense temos obrigação de tornar público o reconhecimento daqueles que realmente contribui para o desenvolvimento e do bem estar do nosso Município”
“PARABÉNS E SUCESSO”.
Evidentemente que não poderia deixar de fazer esse registro. De antemão externo minha gratidão ao conjunto de legisladores que seguiram e aprovaram a ideia do vereador Novo da Banca. Não à toa, o Edmilson Zacarias da Silva, atual presidente da Casa, também teve o registro da história do seu apelido – NOVO DA BANCA – no opúsculo mencionado, afinal, ele também é um vitoriense que se tornou mais conhecido pela alcunha do pelo próprio nome.
Aproveito a oportunidade para agradecer e registrar duas observações:
Primeira: o vereador Novo da Banca, no que diz respeito ao convívio com os mais diversos movimentos da cidade (festividades populares, eventos sociais, solenidades cívicos/religiosas e etc) não é daquele tipo de político que poderíamos chamar de “Copa do Mundo”, ou seja, aquele que só aparece de quatro em quatro ano (ano de eleição). Aliás, já falei isso algumas vezes aqui e também no microfone de Rádio Vitória FM, por ocasião de um programa alusivo aos festejos carnavalescos. Ele é um político, na medida do possível, presente no cotidiano da cidade. Isso, aos olhos dos observadores mais atentos, revelar um caráter, um estilo, uma conduta diferenciada do conjunto de políticos locais.
Segundo: Além do seu ato de reconhecimento público (Voto de Aplauso), o mesmo – Novo da Banca –, por ocasião do meu contato para agradecê-lo, em ato de “dupla” generosidade, pediu-me que autografasse dezoito livros – com o nome de todos os vereadores (situação e oposição) – para que os mesmos sejam ofertados aos seus pares.
Concluo dizendo: Voto de Aplauso é um reconhecimento extraordinário e importantíssimo para qualquer pessoa que desenvolva seu talento, contudo, quando o mesmo (Voto de Aplauso) oportuna, concretamente, à difusão da ideia (Apelidos Vitorienses) e ainda proporciona caixa financeiro para mantê-lo em movimento, exponencialmente, o Voto de Aplauso torna-se COMPLETO na sua essência.
Ontem Vitória de Santo Antão amanheceu mais triste. Também pudera, partiu para a eternidade um filho seu que transbordava alegria e, além disso, um dos mais queridos por toda a sociedade local: PAULO IZIDORO DE FREITAS.
Durante os seus 76 anos, três propósitos moveram a sua passagem por este plano espiritual: o amor ao trabalho, o amor à Família e o amor por Vitória de Santo Antão, valores, para ele, só superados pelo seu amor pela vida, pela graça do existir.
Comerciante dos mais antigos de nossa cidade, renovava a cada dia a satisfação de abrir as portas de sua loja, A Girafa Tecidos, para o exercício da labuta diária. Nesse mesmo estabelecimento comercial, ao longo de décadas, além de inúmeros fregueses, recebia freqüentemente amigos vitorienses e de outras terras, que faziam parte do seu vastíssimo círculo de amizades, conquistadas através de sua simpatia, cordialidade e, sobretudo, pela lealdade e solidariedade que ornavam a sua personalidade ímpar.
O seu amor à família saltava aos olhos de todos os que tinham o privilégio do seu salutar convívio. A união com os seus irmãos (Antônio Freitas e Pedro Queiroz), o carinho que dedicou à sua mãe, dona Dora, durante toda a sua existência, a atenção, o afeto e o acompanhamento da vida dos seus sobrinhos, a ternura, cumplicidade e exemplar harmonia que demonstrava para com a sua esposa, Cristina, onde quer que estivesse, além de revelar a sua sensibilidade no trato com os entes mais queridos, fortaleciam-no a imagem de verdadeira comunhão com a família.
No que se refere à terra querida, Vitória de Santo Antão, Paulo Freitas não escondia a sua satisfação de ter nascido no Berço da Nacionalidade Brasileira e sua identificação com tudo o que diz respeito a esta cidade.
Homem que primava pelas relações sociais, procurou participar de todos os eventos públicos do seu tempo. Na Presidência do Clube O Leão, durante vários anos, viria a revelar sua capacidade gestora na promoção de festas e eventos, destacando-se as “Gincanas Automobilísticas” que promoveu, cuja iniciativa mobilizava festivamente toda a cidade, em inesquecíveis finais de semana.
Quanto aos bailes monumentais que promovia no Clube XVI, além da fina flor da sociedade vitoriense, o evento recebia também pessoas de todas as cidades da região e, até mesmo, da capital pernambucana, atraídas pelos conceituados grupos musicais de sucesso, na época, que os animavam, além de serem enriquecidos por um aparato organizacional impecável e ornados pelo seu indiscutível carisma e espírito cativante e agregador.
Conhecido como “dançarino pé de valsa”, Paulo Freitas tanto promovia como participava efetivamente dessas grandiosas festas. E por falar em dança, após o seu matrimônio com Cristina, desde então era comum ver-se jovens e adultos admirando a maestria do casal bailando na mais perfeita sintonia, em eventos do gênero em nossa cidade, demonstrando toda a sua habilidade na prática dessa belíssima arte.
Ainda à frente do Clube da Praça da Matriz, ele deu também importante contribuição para a nossa festa mais tradicional, o carnaval, e mesmo após deixar o comando do agreiação, continuou dando sua valiosa participação para o sucesso do entrudo. Vale acrescentar ainda que, invariavelmente, mandava confeccionar belíssimas fantasias especialmente para participar do tríduo momesco, e nas últimas décadas, junto com Cristina, formava um dos casais mais lindamente vestidos para a folia de Momo em nossa cidade.
É de justiça destacar, ainda, que a sua participação no nosso carnaval não se limitou ao Leão e ao Clube O Coelho – que tem no seu irmão “Tonho” um dos maiores entusiastas – mas também com a contribuição financeira que dava a outras agremiações através da sua empresa comercial, de onde também canalizava recursos para contribuir com outros eventos da terra amada, como festas religiosas, juninas, etc.
Este seu amor telúrico também se fez revelar através da participação efetiva na imprensa local. No início da última década de oitenta, juntamente com o eminente Jornalista vitoriense Ronaldo Sotero, reeditou por alguns meses o Jornal O Victoriense e, em seguida, durante anos publicou o Jornal O Lidador, através dos quais exaltou o torrão vitoriense e registrou fatos para a história de sua (nossa) cidade, fazendo-o com o mesmo amor, talento e criatividade que demonstrou em tudo o que empreendeu e realizou durante todo o palmilhar de sua existência.
Enfim, como já foi anteriormente registrado nesta crônica pincelada de admiração e de lembranças, somente o seu amor pela vida seria maior do que a sua valorização ao trabalho, a identificação com a terra natal e o seu apego extremo à família. Mesmo porque, quem o conheceu, dele não carrega na retina dos olhos nenhuma imagem de tristeza. Paulo transbordava a alegria de viver e transmitia esse sentimento para as pessoas que com ele conviviam.
É oportuno recordar, ainda, a sua devoção ao catolicismo. Como um filho obediente, desde menino e até o branquear dos cabelos, ia à Missa aos domingos, e a cada dia procurava crescer na Fé, no respeito ao próximo e no exercício da caridade, que procurava praticar anonimamente, como preceitua a Bíblia Sagrada.
Por tudo isto, nesta hora de despedida em que um forte sentimento de angustia nos dilacera o peito pela perda irreparável, quero associar-me aos seus familiares na dor e na saudade imorredoura, porém, agradecido a Deus por me ter permitido conviver e partilhar de sua amizade fidalga e poder constatar que a sua energia positiva deixou uma luz de bondade e afeição que jamais se apagará e que o manterá eternamente vivo em nossos corações!
Descanse em paz na morada eterna, amigo!
(O Jornalista José Edalvo é Diretor do Jornal da Vitória)
Aos que vivenciaram as boas promoções festivas, ocorridas nos salões dos clubes tradicionais da nossa cidade, convidamos para participar da Segunda Festa da Saudade, que acontecerá no próximo dia 16 de setembro no Clube dos Motoristas “O Cisne” e será animada pela extraordinária Orquestra Super Oara.
O amigo e parceiro Elaque Amaral, líder do grupo, como sempre, não deixará ninguém ficar parado. Ou seja: É FESTA PARA DANÇAR A NOITE TODA!! Do clássico ao popular, da música internacional ao brega rasgado, do forró ao frevo e passando pelo axé, a Super Oara é especialista. Veja o vídeo:
Dentro de um conceito mais tradicional, voltado para um público mais maduro, que curte uma boa noitada, para se divertir ao lado dos familiares e amigos, a Segunda Festa da Saudade é a opção “da vez”. Nesse contexto, estamos viabilizando o evento, fazendo contato com os conterrâneos que estão sintonizados com o perfil do evento, ou seja: que apreciam ouvir e dançar, com as boas músicas. Abaixo, portanto, segue um pequeno vídeo do primeiro evento, ocorrido ano passado.
Portanto aos amigos conterrâneos que ficaram interessados em participar desse encontro dançante, favor entrar em contato conosco – apesar de já estarmos fazendo isso. é impostante salientar que nesse evento não teremos vendas avulsas de ingresso, apenas estamos comercializando “mesa”.