Diretoria da ACTV promove evento dançante no “Cisne”.

Visando reforçar o caixa da instituição, a diretoria da ACTV – Associação do Carnaval Tradicional da Vitória – promove na noite de amanhã, sábado (25), um evento festivo/dançante que será animado por vários conjuntos musicais.

“Quinteto Dourado”, “Vaqueiro do Forró”, “Orquestra Venenosa” e o consagrado cantor romântico, Augusto Cesar foram os nomes escolhidos. A “mesa” para quatro pessoas custa R$ 100,00. A festa acontecerá no Clube dos Motoristas “O Cisne”, localizado no bairro do Cajá.

Apesar de tudo a “Cidade Maravilhosa” continua linda!!

Sob todos os pontos de vista o estado do Rio de Janeiro  – principalmente a “Cidade Maravilhosa” – é a referência maior da cultura brasileira. Desde a chegada da família real, em 1808, que o Rio de Janeiro irradiou moda e exemplos ao resto do País. Praticamente tudo que aconteceu de moderno no Brasil,  a partir do século XIX, teve como epicentro a “Terra do Samba, do sol e da Mulata”.

Não é injusto, por assim dizer, que o “novo Brasil” que surge, sendo parido a fórceps pela Operação Lava Jato, tenha como ponto de partida asséptica o mesmo lugar que inventou o Jeitinho brasileiro, a vida malandra e tudo mais que torna a corrupção algo tolerável, sinônimo de “esperteza” e até, em boa medida, normal.

O que estamos vivenciamos no Rio de Janeiro hoje, há vinte anos, seria algo nunca antes pensado. Três ex-governadores presos. Deputados federais que representam o povo do Rio igualmente presos. Presidente e ex-presidentes da Assembleia Legislativa na cadeia, ex-secretários e empresários milionários enrolados até o pescoço, assim como toda a cúpula do Tribunal de Contas do Estado, órgão que deveria auditar todas as despesas governamentais, submerso no mar de lama da corrupção.

Imagino que a prática delituosa instituída no estado do Rio de Janeiro durante todo esse tempo, em maior ou em menor medida, seja a ordem do dia em praticamente  todos  os estados da federação brasileira. A diferença, contudo, é que lá as ações já começaram surtir o devido efeito punitivo.

Talvez por desejo,  ou até ingenuidade,  começo a acreditar, com base nos últimos acontecimentos, que o Brasil entrou numa rota sem volta. Como diz a canção do eterno roqueiro Lulu Santos: “nada do que foi será, de novo do jeito que já foi um dia ….. Tudo passa, tudo sempre passará…..” AVANTE LAVA JATO!!

As múltiplas obras dos compositores vitorienses Gustavo Ferrer e Aldenisio Tavares.

O pensador contemporâneo Mário Sérgio Cortella, em um dos sues trabalhos,  pergunta: Qual é a Tua Obra? Independentemente da orientação religiosa ou atividade laboral que exerçamosmos somos todos protagonistas do nosso próprio destino. No palco da vida, aliás, sem direito a ensaio, somos todos diretores de nós mesmos. Se há uma coisa que ninguém pode fazer por nós é atuar no nosso lugar. Na cena da vida real, nunca  coube nem caberá dublê.

Pois bem, em recente evento sócio/cultural registrei o encontro de duas figuras emblemáticas da nossa polis. Gustavo Ferrer e Aldenisio Tavares, ambos compositores,  são profissionais respeitados nas suas respectivas áreas de atuação. Além de gozarem do respeito devido dos seus familiares, são os “filhos” que toda terra se orgulharia  apresentar.

Dentro do cenário  musical antonense Gustavo e Aldenisio são dois patrimônio vivos da terra de Nestor de Holanda e Amadeu de Senna. O hino oficial das Agremiações Carnavalescas da “Girafa”, do “Etesão” e do “Coelho”, entre outras, é uma das “obras eternas” que  o veterinário Gustavo Ferrer deixará para a cidade que ostenta o  carnaval de todos os bichos – Vitória de Santo Antão.

Já o funcionário público Aldenisio Tavares, com estilo mais eclético, se configura,  hoje,  no compositor mais gravado da história da Vitória de Santo Antão. Sua obra musical  dialoga desde os hinos carnavalescos (entre outros Monges e Saudade) ao forró de raiz, do religioso ao profano, da música mais tradicional aos jingles voláteis. Seu trabalho, assim como a do Gustavo Ferrer, perpassará, com absoluta certeza, muito além das suas existências no plano da vida terrestre.

Eis aí, portanto, dois antoneses que tomariam muito do tempo do pensador Mario Sérgio,  ao tentar responder sua pergunta: Qual é a tua Obra?

Banda do Colégio 3 de Agosto: UM PATRIMÔNIO DE TODOS OS VITORIENSES!

Foto: Nossa Vitória

Na noite de ontem (21), excepcionalmente, estava na redação do blog, localizado aqui, na Praça Leão Coroado. Pois bem, quebrando o costumeiro  silêncio noturno  do nosso centro comercial eis que surge um ensaio da nossa magnífica Banda do Colégio 3 de Agosto. Naturalmente que, convidado pelo ritmo harmonioso e ao mesmo tempo frenético que fui à varanda para acompanhar.

Coincidência ou não, hoje, 22 de novembro, comemora-se o dia da Música e dos Músicos. A data é uma alusão direta a Santa Cecília – Padroeira da Música e dos Músicos – que segundo nos conta a tradição ela (Santa Cecília) cantava com tanta doçura que um anjo desceu do céu para ouvi-la.

Aliás, aqui na nossa Vitória de Santo Antão, contam os livros que em 11 de dezembro de 1926 foi fundado pelo musicista competente, José Francisco de Mendonça, o “Orfeão Santa Cecília” com o objetivo de cultivar a boa musica.

O grupo musical reunia “cerca de 20 senhorinhas da melhor sociedade vitoriense e alguns rapazes”. O “Orfeão” contava com pianistas, violonistas, bandolinistas e flautistas que ensaiavam em sua sede à Praça Dom Luiz de Brito.

A histórica musical clássica na nossa terra, Vitória de Santo Antão, é rica e nos remete ao inicio do século XIX, quando ainda éramos a Vila de Santo Antão. Hoje, a Banda do Colégio 3 de Agosto, sob a batuta do competente  Maestro Pacheco,  apoiado pelo o ex integrante da mesma, atualmente na qualidade de gestor  do educandário, Max Bley, tem honrado a nossa tradição musical muito além dos nossos territórios.

Apenas para ter uma ideia da força da nossa Banda 3 de Agosto, em 2017, foi campeã em todos os concursos que participou e está “escalada” para representar Pernambuco num certame nacional.

Abaixo, portanto, segue alguns vídeos gravados do ensaio da banda que virou um PATRIMÔNIO DE TODOS OS VITORIENSES!

Banco do Brasil: atendimento precário!!

Segue, abaixo, o questionamento relacionado ao atendimento da agência do Banco do Brasil da nossa cidade, enviado pelo internauta Alexandre Rogério do Nascimento, presidente do Conselho Municipal de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência da Vitória de Santo Antão.

“Amigo Pilako, por falar em acessibilidade nos bancos, hoje estive no Banco do Brasil ás 8:30 hrs, e a porta de acessibilidade (a porta de vidro onde quem é usuário de cadeira de rodas utiliza, já que a porta utilizada por todos tem menos de 80 cm) estava fechada de chave, indaguei porque a mesma estava trancada, já que ela deveria ficar aberta das 7:00 às 22:00 horas, porque só ela nos da acesso aos caixas eletrônicos, e eu exijo esse direito já que eu sou cliente do banco, e me informaram que era ordem o gerente geral. Fui falar com o mesmo, ele não se encontrava, a funcionaria ligou para o mesmo informando da minha presença, ele ficou de chegar, esperei até as dez horas e o mesmo não chegou.
Tentei dialogar, não obtive exito, agora estou enviando um oficio pelo Conselho Municipal de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência da Vitória de Santo Antão – COMUD-Vitória, exigindo que a referida porta esteja aberta no horário do funcionamento dos caixas eletrônicos e que providencie o mais rápido possível a instalação do elevador para que possamos chegar ao primeiro andar do prédio e torna o mesmo acessível, sem precisar esperar o funcionário descer e nos atender, queremos chegar até eles, é o que nos garante a legislação vigente.
Só pedimos respeito em garantir os nossos direitos de cidadão e pagadores de impostos.

Um Abraço”

Alexandre R. do Nascimento
Presidente do COMUD-VITÓRIA

Vovô Léo dos Monges…

Também por coincidência, hoje, no dia dedicado à música e aos músicos,  recebei na nossa redação o amigo carnavalesco Léo dos Monges que é, diga-se de passagem, um dos maiores conhecedores de música da nossa cidade. Aliás, por falar em Léo, o mesmo  está cantarolando à toa. Virou vovô de um menino!! Só não fazê-lo virar torcedor do Náutico… Isso é maldade…

OS deputados André de Paula, Felipe Carreras e Augusto Coutinho receberam os votos do povo da Vitória, se elegeram, e deram uma “banana” para a cidade!

Segundo matéria estampada no Diário de Pernambuco do domingo (19), no caderno Política (pag 2.4), cada um dos três senadores e dos vinte e cinco deputados federais pernambucanos tem direito a destinar R$ 14.000.000,00 (quatorze milhões) em emendas parlamentares para suas bases eleitorais. A lógica dessa distribuição, entendemos, que deveria seguir o mapa eleitoral de cada parlamentar  ou mesmo o vinculo que cada um mantém com seu município de origem (votação em cada cidade).

Nossa cidade, Vitória de Santo Antão, sob o ponto de vista de “Colégio Eleitoral”, configura-se entre as cinco maiores cidades do interior do estado. Mesmo após o recadastramento biométrico possuímos 90 mil eleitores (89.714). Levando-se  em conta que Pernambuco possui mais de 180 municípios somos, indiscutivelmente, uma “praça” muita cobiçada, sobretudo por sermos limítrofes da Região Metropolitana. Tudo isso é levado em conta quando o mapa geopolítico- eleitoral encontra-se em cima da  mesa na hora do “vamos-ver”, ou seja: quando se começa botar o “pé na estrada” para angariar os votos na campanha eleitoral.

Pois bem,  mesmo nossa cidade sendo detentora dos atrativos que mais interessa ao mundo político (voto), o referido relatório, publicado pelo Diário de Pernambuco, em nenhum momento realça à chegada de recursos federais, enviados, através de emendas,  pelos deputados federais, principalmente pelos que aqui foram votados na eleição de 2014.

Levando em consideração apenas os candidatos a deputado federal que foram apresentados e apoiados pelos três principais grupos políticos na nossa cidade  (Elias, Aglailson e Henrique) constatamos que os senhores  André de Paula, Felipe Carrearas e Augusto Coutinho trataram Vitória de Santo Antão como algo desprezível, insignificante isto é:  sem a menor importância.

Certamente por haver sido “ludibriado” pelo experiente deputado estadual Henrique Queiroz, no que se refere ao volume da votação prospectada na nossa cidade, o deputado federal Augusto Coutinho (SD) não destinou nenhum recurso  à nossa cidade. Dos 67.918 votos que conseguiu na eleição de 2014,  apenas 1.496 foram “pescados” por aqui. Investiu muito e teve pouco retorno. Certamente para o pleito do ano que vem não repetirá a dobradinha com o mesmo parceiro. Por aqui, deverá, contudo,  se “aconselhar” com o seu companheiro de partido, o atual vice-prefeito Doutor Saulo Albuquerque.

Sem nenhum vinculo com a nossa cidade o deputado federal Felipe Carreras (PSB) “pescou” um bom volume de sufrágios por aqui e também não destinou nenhum um centavo das suas emendas para ser investida na Terra de Mariana Amália. Dos 187.348 votos que obteve em todo estado, 8.179 conseguiu daqui. Graças ao apoio do grupo político do prefeito Aglailson Junior.

Curiosamente o deputado federal Felipe Carreras destinou R$ 1.200,000,00 para a cidade de Riacho das Almas,  aonde conseguiu pouco mais da metade dos votos que “arrancou” daqui. Outra curiosidade na destinação das verbas do Carreras é que,  não obstante haver conseguido ganhar a confiança de apenas 14 eleitores do município de Brejão,  o mesmo  enviou para lá a quantia de R$ 250.000,00.

Já o deputado federal André de Paula (PSD), velho conhecido dos eleitores vitorienses, tem na cidade da Vitória de Santo Antão a sua melhor “praça”. Nem no Recife, sua terra, onde existe mais de hum milhão de eleitores, ele conseguiu tantos votos quanto aqui. Lá (1.065.450 eleitores)  ele obteve 9.481, enquanto que aqui (89.714) foi agraciado com a confiança de 11.176 vitorienses e, mesmo assim, segundo a relação do Diário de Pernambuco, não destinou um centavo para Vitória de Santo Antão.

Ainda segundo o relatório do jornal, o deputado André de Paula  destinou  duas emendas no valor de R$ 150.000,00 para as cidades de Abreu e Lima e Camaragibe, comarca que conseguiu angariar na eleição passada  apenas 135 e 453 votos, respectivamente. Convenhamos, votação inexpressiva se comparada aos votos que conseguiu por aqui.

Esses, porém, são alguns “lances eleitorais” que o povo da nossa cidade, Vitória de Santo Antão, deve saber e ficar atento. Ano que vem (2018) teremos novas eleições. Fica a pergunta: será que vale a pena acreditar, investir e votar nesses  deputados federais que apenas nos concedem aperto de mão e “tapinhas” nas cotas?

Na medida do possível, no transcorrer da semana, voltarei a tratar desse mesmo assunto assinalando minhas impressões sobre esse tratamento dispensado ao povo da nossa Vitória de Santo Antão por esses políticos do tipo “Copa do Mundo”, ou seja: QUE SÓ APARACEM DE QUATRO EM QUATRO ANOS!

Preconceito Racial: INFORMAÇÃO E EDUCAÇÃO!!!

Hoje, 20 de novembro, foi o dia instituído por lei para “chamar” toda sociedade a refletir sobre o preconceito e à segregação racial no nosso País. A data – 20/11 – é uma referência direta ao dia atribuído à morte do líder da grande resistência, Zumbi do Palmares, ocorrida em 1695.

Em regra geral discriminação existe em todo e qualquer tipo de ajuntamento humano. Seja de maneira explicita ou velada. Imagino que desde que o “bicho humano”, motivado pelo sentimento da perda, sepultou o primeiro semelhante, deflagrando assim o entendimento de que não éramos iguais, sob o ponto de vista da existência, aos outros bichos (insepultos), nossas vidas passaram a ter “prazo de validade”.

Cônscio da sua finitude, até porque nesse momento ainda não se apregoava o conceito da “vida eterna”, muito menos dos “espaços” que fomos estimulados a materializa-los mentalmente, que os chamamos até hoje de céu e inferno, suponho que o ser humano passou a despertar para aquilo que atualmente entendemos por egoísmos. Suponho, ainda,  que tenha brotado desse sentimento (egoísmos) todos os tipos de preconceito que conhecemos hoje. Apenas suponho!!

O preconceito racial não é só uma questão de sentimento é também algo cultural, ensinado, instituído e até incentivado, muita das vezes silenciosamente em todos os quatro cantos da nossa aldeia global. Combatê-lo não é uma tarefa fácil e simples, muito pelo contrário é extremamente complexo. A “porta de saída”, certamente, estará sempre aberta na direção do conhecimento, sobretudo no histórico, antropológico e sociológico.

Ao olharmos pelo retrovisor para a construção do nosso Brasil logo entenderemos o motivo ou os motivos pelos quais, mesmo sem querer,  somos todos, pouco ou muito, consciente ou inconsciente, preconceituosos em potencial. No passado os negros que aqui chegaram, já na qualidade de prisioneiros dos seus irmãos negros do continente africano e vendidos como “bichos” aos donos dos  navios negreiros,  nem alma possuíam, segundo o entendimento dos europeus da época.

Com o passar dos séculos, em 13 de maio de 1888, por uma conjunção de fatores, sobretudo o econômicos, os sobreviventes de um dos  maiores crimes contra a humanidade (tráfico negreiros) de toda história, são alforriados por força da lei. Se pesquisarmos o grande debate travado nesse contexto, à época,  se deu por conta da insegurança jurídica, afinal o último suspiro da monarquia, com a Lei Áurea, desapropriou um patrimônio privado sem a devida contrapartida financeira.

Libertos em massa a comunidade negra que morava nas senzalas, providos das mínimas condições pelos seus “senhores”, sem instrução e totalmente estigmatizados socialmente foram obrigados a criar, sem a menor organização,  aquilo que hoje conhecemos como FAVELA. É bem verdade que cento e trinta anos depois muita coisa mudou. Mas os números sociais disponíveis não mentem –  lhe são adversos.

No momento atual, se bem estudado e analisado através das pesquisas e índices sociais, logo veremos o quanto nosso País ainda é devedor a toda essa comunidade  que verdadeiramente,  com a força do seu trabalho, construiu nossa nação.

Todos os tipos de combate ao preconceito racial são importantes e válidos. Mas não devemos ser caudatários de falácias e de novas segregações  no intuito  de  se combater o velho, danoso e perene preconceito racial.

De resto, sentencio: todo tipo de preconceito se combate e se vence com informação e educação. Viva o dia da Consciência Negra no Brasil!!

Em Sessão Solene o nosso Instituto Histórico comemorou mais um aniversário.


Sob o comando do vice-presidente da casa, professor Hiram Gomes, o nosso Instituto Histórico e Geográfico da Vitória promoveu reunião solene para comemorar o seu 67º aniversário de fundação. O evento teve como conferencista o historiador Reinado Carneiro Leão, abordando o seguinte tema: formação dos primeiros engenhos na Vitória de Santo Antão.

Além da tomada de posse de três novos sócios a programação também contou a aposição de foto de três figuras vinculadas a instituição: Elmo Cândido Carneiro, Joca Neri e Padre Renato. Seus respectivos familiares usaram da palavra para agradecer. Veja os vídeos:

Também foram condecorados com o título de “Cidadão Vitoriense” dois diretores do Instituto Histórico: a escritora Luciene Freitas e o empresário Carlos Freire.


Ao final do evento, marcada pela ausência do presidente da instituição, professor Pedro Ferrer, que se recupera de uma intervenção cirúrgica nos olhos, na capital pernambucana, todos os presentes foram convidados ao coquetel,  para o corte  do bolo e cantar o tradicional “parabéns pra você”. Veja o vídeo:

Parabéns para Alexandre Rogério!!!

Nossos parabéns de hoje seguem na direção do amigo contemporâneo e ativista social Alexandre Rogério,  face à virada de mais página natalícia no chamado calendário da vida. Não bastasse sua destacada atuação nos vários movimentos  sociais nosso amigo Alexandre é um autêntico carnavalesco vitoriense. Nesse dia especial, EVOÉ para você!!!

Governador Paulo Câmara: muito econômico na sua agenda “administrativa” na Vitória de Santo Antão.

FOTO: CRISTIANO BASSAN

Durante o dia de ontem (16) o governador de Pernambuco, Paulo Câmara, cumpriu agenda administrativa na nossa cidade. Esteve em rádios locais e depois foi a sede do 21ª Batalhão da Polícia Militar para entregar a população da Região trinta e dois policiais e algumas viaturas. O chefe do executivo estadual também esteve em outras regiões para tratar do mesmo assunto, ou seja: SEGURANÇA!

Escutei as duas entrevistas concedidas nas rádios locais. O seu governo vive momento de extremo desconforto. Os números oficiais da violência “puxam” para baixo a autoestima do povo pernambucano. A sensação de insegurança é perene e já contagiou, também, a classe média e alta, antes, porém, observada apenas nas camadas mais pobres da população.

No que diz respeito aos recentes acontecimentos em Palácio, onde a Policia Federal foi acionada,  o discurso do governador, até agora,  apenas se limitou a evidenciar à “espetacularização” da ação. Isso é pouco. Ficou devendo. Aliás, de maneira geral, o PSB já é devedor de muitas explicações ao eleitor brasileiro.

http://www.senado.gov.br/senadores/img/fotos-oficiais/senador5540.jpg

Visivelmente incomodado com as movimentações do antigo aliado, Senador Fernando Bezerra Coelho, com vistas ao pleito que se aproxima,  o governador não aliviou. Mesmo sem citar o seu nome alfinetou o senador.  Aliás, discutir temas eminentemente técnicos “jogando para plateia” não tem sido o caminho mais inteligente para os políticos que preservam a coerência.

No plano nacional, aproveitando a baixa popularidade do atual mandatário do governo central, Michel Temer, na qualidade de vice-presidente nacional da sigla (PSB), o mesmo já começou a construir um caminho de volta para se aliar ao PT. Não custa nada lembrar: o PT acusou o PSB de “golpista”. Recentemente o ex-presidente Lula emitiu uma nova senha: “ eu perdoo todos”.

Com relação às agendas administrativas de interesse do povo vitoriense o governado Paulo Câmara foi muito econômico. Não anunciou ações que possamos sublinhar. Na ocasião, contudo, o prefeito Aglailson Junior disse que tem recebido, no transcorrer da sua gestão, um bom apoio do governo estadual. Temos que cobrar dele mais ação!

Para concluir imagino que para as eleições gerais de 2018 o palanque da Frente Popular na Vitória de Santo Antão irá “murchar”. No meu modesto entendimento, em função das movimentações dos principais atores políticos pernambucanos, alinhados aos caciques partidários,  lá de Brasília, dificilmente os grupos políticos do ex-prefeito Elias Lira e do deputado Henrique Queiroz deverão  pedir votos para a reeleição do atual governador. Em política,  tudo pode acontecer, inclusive NADA!.

Ausência da prefeitura: mototaxista esfaqueia outro por conta da concorrência no “ponto”.

No inicio dessa semana, através do Blog A Voz da Vitória, tomei conhecimento de um crime ocorrido por conta de uma disputa em  um “ponto” de mototaxi. Segundo a matéria o fato ocorreu na comunidade da Militina. Por haver sido impedido de trabalhar no “ponto” o “mototaxista” insatisfeito deferiu dois golpes de faca no outro profissional das duas rodas. O fato é lamentável.

Pois bem, sem querer entrar no mérito da questão – quem tá certo ou errado – gostaria apenas de chamar a atenção para a ausência do controle, na chamada fiscalização e regulamentação, por parte da prefeitura local. O problema não novo, ressaltemos!

Implantado na nossa cidade há mais de duas décadas esse serviço, hoje,  cumpre papel importante no cotidiano da cidade, sob todas frentes sócio/econômica. Cumpridas as exigências federais, no que diz respeito às leis de trânsito, o enquadramento do serviço de mototaxi é de total responsabilidade da prefeitura.

Na nossa cidade, ao longo de todo esse tempo que existe o serviço (mototaxis),  nenhum prefeito tratou da questão com a seriedade devida. Na Era do Governo Que Faz até cartão eletrônico para identificação desses profissionais foi prometido. Nos últimos oito anos, sob a regência do Governo de Todos, apenas mais “farofa” e enganação. Nada de consistente. A bagunça continuou, tanto prova que tá aí, o caos reinando.

Meses atrás o atual gestor, Aglailson Junior, através da AGTRAN,  alardeou um recadastramento e tal. Até o presente momento nada mudou. Tudo como antes. Outro dia, ao parar num semáforo na Avenida Mariana Amália avistei dois motoqueiros com batas e placas cuja grafia remetia-nos  à vizinha cidade de Gloria do Goitá. A “praça” na nossa cidade é livre. Qualquer um chega, coloca uma bata qualquer e sai carregando o passageiro.

Mudou de gestão, mas a bagunça continua. No meio dessa “ZORRA” está o cidadão que, ao passar a perna em uma dessas motos, poderá estar assinado sua sentença de morte, seja por conta de um assalto ou pelo fato do piloto não estar preparado para desempenhar a função. Aliás, uma parcela expressiva dos motoqueiros que estão “rodando” na nossa cidade nem habilitação possuem.

Concluo dizendo: mototaxista esfaqueado companheiro por conta da concorrência  no “ponto”, é algo  que denúncia a completa ausência do controle do município  na questão dos mototaxistas. Aliás, infelizmente, também nos remete ao tempo dos “bárbaros” no qual tudo era resolvido na base da luta corporal…

Solenidade comemorativa aos 67 anos do nosso Instituto Histórico acontece hoje (sexta).

Dentro da programação festiva, alusiva ao 67º aniversário do nosso Instituto Histórico e Geográfico, serão condecorados com o “Título de Cidadão Vitoriense” dois sócios da instituição. O empresário Carlos  Freire e a escritora Luciene Freitas.

O evento acontece na noite de hoje (17), a partir das 19h, no Teatro Silogeu. Na ocasião também será aberta a exposição sobre o Patrimônio Sub-Aquático de Pernambuco.

O “Santo Atraso” salvou o nosso Melchisedec do trágico acidente aério.

A falta de informação, muitas vezes, torna-nos “insensível” e “distante”. Diz um respeitado estudioso da área das ciências humanas que conhecer a história das pessoas, mesmo daquelas que aparentemente não tem nada a comemorar, as tornam “maiores” e mais admiradas.

Possivelmente nenhum vitoriense  – antes de ler esse artigo –  ao trafegar pela Rua Jean Emile Favre, localizada no bairro do IPSEP, na Capital Pernambucana, faria alguma associação intrínseca com algum vitoriense, no que diz respeito ao motivo pelo qual esse nome foi colocado na citada via.

Jean Emile Favre foi um sargento da Aeronáutica que figurou como uma das sete vítimas do trágico acidente aéreo, ocorrido no Recife, em 1947. Na ocasião o avião participava de uma demonstração no céu do Recife e, com problemas no motor, chocou-se com a rede elétrica que cruzava o Rio Capibaribe,  nas imediações da Ponte 06 de Março – mais conhecida por “Ponte Velha”.  Na construção do bairro do IPSEP, em 1950,  a principal rua foi batizada com o nome do Sargento Jean Emile Favre.

O internauta, então, poderia me perguntar: e qual é a ligação que esse acidente tem com  algum vitoriense? Eu responderei: TUDO.

Na verdade o sargento Jean Emile Favre não estava, em princípio, escalado para fazer parte dessa missão. Sua inclusão nessa tripulação, poucos minutos antes da aeronave decolar, se deu em função do atraso do aviador vitoriense José Severino de Militão, mais conhecido como Melchisedec. Ou seja: o escritor e fundador da nossa AVLAC– Academia Vitoriense de Letras, Artes e Ciência.

Aliás, o Melchisedec, que ao chegar fora do horário previsto já havia sido recolhido ao “xilindró” daquela  instituição militar, só tomou conhecimento do trágico acidente quando foi liberado,  pouco tempo depois. Ele, naturalmente,  triste com o falecimento dos companheiros, respirou aliviado e comemorou!!! Agradeceu muito aos céus e, principalmente,  ao “Santo Atraso”.

A “buraqueira” continua intacta…

Para o condutor de veiculo que trafega pela Antiga BR 232 a “buraqueira” exposta,  próximo ao prédio da TV Vitória,  já virou paisagem, ou seja: já incorporou-se como algo “normal” e “comum”…

Pelo fato de não circular  por esse lado da via constantemente, mesmo “puxando” pela memória, não consigo lembrar-me desse trecho sem esses buracos. Infelizmente, parece que as coisas na nossa cidade são programadas para não funcionar.

Fica prefeito, sair prefeito, entra prefeito e o modus operandi permanece intacto, tal qual a referida “buraqueira”.

A Solenidade para comemorar os 67 anos do Instituto Histórico é nessa sexta (17).

Amanhã, sexta (17), o nosso Instituto Histórico celebrará o seu 67º aniversário. O evento festivo conta com uma pauta recheada. Além da palestra  sobre a formação dos engenhos na nossa cidade, proferida pelo secretário do IHAGP,  Reinaldo Carneiro Leão, também teremos entrega de títulos vitorienses, tomada de posse de novos sócios e abertura de exposição, realçando o patrimônio sub-aquático de Pernambuco.

Na ocasião teremos também a aposição das fotografias de três personalidades vitorienses: Padre Renato, Joca Neri e Elmo Cândido Carneiro. Aliás, “Seu” Elmo foi um dos fundadores do nosso Instituto Histórico. Ao final do evento será servido um coquetel – inicio da solenidade: 19h.

SAUDADE 2018: COMEMORANDO OS 80 ANOS DA PITÚ E OS 60 ANOS DA SUPER OARA!!

Em função do curto espaço de tempo que ocorrerá entre as festividades do final do ano (2017) com o tríduo momesco que se avizinha (2018), faz-se necessário se antecipar no planejamento e execução das atividades carnavalesca. Ou seja: do feriado universal do 1º dia do ano ao próximo “Sábado do Etesão”,  apenas quarenta dias os separam.

Na qualidade de cidade carnavalesca Vitória de Santo Antão sempre dialogou sobre a festa do Rei Momo de maneira antecipada. Contam-nos os livros que registrou nossa história que os ensaios de ruas configuravam-se em verdadeiras epopeias brincantes. Não à toa, foram no ensaio dos Clubes “Abanadores” e “Vassouras”, no ano de 1925, que surgiu o peculiar costume antonense de apelidar as agremiações com nomes de bicho  e, mais adiante, muitas delas,  já nasceram com nome genuinamente animalesco.

Sem mais nem menos o CARNAVAL DA VITÓRIA é um patrimônio de todos os vitorienses. Por aqui a “Festa da Carne” é tratada como algo valioso. Possivelmente nossa pujança nesse segmento derivou justamente por nossa cidade haver sido forjada nos mais tradicionais costumes católicos portugueses. Essa é uma relação que devemos nos aprofundar, mais adiante……

Pois bem, dentro desse contexto, desde ontem (13),  já circula pelas redes sociais a primeira peça publicitária da nossa Agremiação Carnavalesca – SAUDADE. Nela, visualmente, narramos um pouco do desfile do ano passado assim como  anunciamos os preços dos kits,  que serão praticados no 1º lote.

Diz a máxima futebolística que “em time que tá ganhando não se mexe”. A Orquestra Super Oara e o “Trio Asas da América” já estão escalados. Em 2018 faremos duas homenagens: 80 ANOS DA PITÚ E 60 ANOS DA SUPER OARA. Mantendo a tradição não iremos abrir mão das boas e tradicionais  músicas, que embalaram os carnavais de outrora. Veja o vídeo da primeira peça publicitária.

Narguilé Club Vitória: um novo barzinho com um diferencial!!

Chamou minha atenção a passagem de dois rapazes pelo Pátio da Matriz, na noite do domingo (13). Eles portavam um objeto que eu nunca havia visto antes. Ainda mais pela fumaça que produziam, após ser inalado, através de um a mangueira. Por curiosidade “puxei” conversa, uma vez que os mesmo estavam panfletando.

Pois bem, descobri que o objeto “não identificado”, chama-se NARGUILÉ. Na prática, configura-se num cachimbo de água. Sua origem é oriental e hoje virou moda no mundo ocidental, sobretudo no sul do nosso País. Consiste em uma mistura do tabaco com essências aromatizadas, com sabores variados.

Os dois jovens – Alan e Leonardo – são os proprietários do Narguilé Club Vitória, um barzinho localizado na Rua Melo Verçosa – Galeria Plaza – que disponibiliza esse novo serviço na nossa cidade. Na oportunidade do encontro gravamos um pequeno vídeo os eles fazem uma pequena demonstração e dá as devidas explicações.  Veja o vídeo:

Convite: Solenidade do nosso Tiro de Guerra.

Acontecerá na noite de amanhã, 15 de novembro,  a Solenidade de Encerramento do ano de instrução da turma/2017  do nosso Tiro de Guerra. O evento ocorrerá na sede do próprio Tiro de Guerra, às 19h. Esse tipo de evento é marcado pela emoção. Esses jovens, que após um período de novas e intensa convivência,  que lhes proporcionou  um aprendizado único, indiscutivelmente,  voltam à vida normal mais preparados e seguros,   para enfrentar os desafios que o mundo impõe.