Apelidos Vitorienses: PINHA

Por conta de uma “trela”, quando criança, mais ou menos com quatro anos, o senhor Mauro Agostinho da Silva foi “rebatizado” dentro da sua própria casa. Seu pai,  sua mãe e seus irmãos passaram a lhe “chamar” pelo nome da fruta pela qual ele se “lambuzou” todo.

Hoje, conforme nos confidenciou o próprio, só no trabalho alguém lhe chama pelo seu nome de batismo – Mauro Agostinho da Silva. Segundo o amigo Mauro, sua mãe lhe contou que ele, após pegar algumas pinhas que ela havia acabado de comprar, se escondeu debaixo da sua cama para saboreá-las sozinho.

Dando pela falta do dito cujo, após algumas buscas dentro de casa, o garoto Mauro foi encontrado, todo lambuzado de pinha,  debaixo da cama, escondidinho e caladinho com medo de apanhar. Daí em diante, contudo, seu apelido dentro de casa passou a ser “PINHA”.

Eis aí, portanto, a história da origem do apelido do vitoriense Mauro Agostinho da Silva que, assim como tantos, também  ficou mais conhecido na cidade pelo apelido – PINHA – do que pelo próprio nome.

Professor Johnny Retamero promove seminário sobre os 500 anos da Reforma Religiosa.

Sintonizado com as boas práticas pedagógicas o professor, historiador e amigo Johnny Retamero,  vem promovendo,  aos seus alunos do 6º ao 9º, nas escolas municipais Madre Tarcisia e Josefa Álvares,  seminários sobre os 500  anos (1517 – 2017) da Reforma Religiosa.

Os alunos, que desde o mês de agosto trabalham com o tema, segundo o amigo historiador, lhe surpreendeu. “Entender esse movimento na atualidade, ocorrido no inicio do século XVI, proporciona um amadurecimento e senso crítico para essa garotada”. Confidenciou-me Retamero.

Gostaria, portanto, de parabenizar o amigo e professor Johnny Retamero, enquanto educador, pelo seu compromisso e dedicação também com os temas locais. Ele, juntamente com outros estudiosos, conhece a história da nossa cidade como a palma da mão.

Tributo ao “Maestro Aderaldo”…

De parabéns estão os amigos “profissionais do frevo”, Guilherme Pajé e Givaldo Barros, pela organização do Tributo, em forma de retreta,  ao Maestro Aderaldo,  que acontecerá na noite de amanhã, dia 15, a partir das 20h, no calçadão da Igreja da Matriz. O “Mestre Aderaldo”, como era mais conhecido, deixou um grande legado ao nosso município. Ele, entre outras coisas,  transformou vidas, através da arte da música. Verdadeiramente, UM GRANDE VITORIENSE!!

Transparência Pública: prefeitura não cumpre a Lei da Transparência!!!

Dias atrás a mídia em geral repercutiu as informações anunciadas pelo Tribunal de Conta de Pernambuco realçando – em tabela própria (ITMpe) – o comprometimento dos gestores municipais pernambucanos, no que se refere aos PORTAIS DE TRANSPARÊNCIA DAS PREFEITURAS.

Nossa cidade, Vitória de Santo Antão, ficou “mal na fita”. Aliás: MUITO MAL. A classificação foi dividida em cinco categorias: desejado, moderado, insuficiente, crítico e inexistente. A pontuação variou de “0” (zero) a 1.000 (mil). Ficamos com apenas 56 pontos. Ou seja: na “rabada” da fila. Fomos catalogados  no estágio “crítico”. Nessa categoria, das 184 cidades,  figurou apenas 14,67% dos municípios pernambucanos.

Curiosamente municípios “pequenos”, por assim dizer, com baixíssima receita, se comparado ao nosso, como é o caso de Brejinho conseguiu pontuação de 711,5,  deixando claro, sob todos os pontos de vistas, que não se trata de questão de investimento financeiro, se trata sim da boa governança e do compromisso com a transparência pública de todos os gestores envolvidos na questão em tela.

Pois bem, ainda no mês de julho (2017), por ocasião de uma coletiva de imprensa realizada no prédio da prefeitura, relativa aos movimentos grevistas dos funcionários públicos  municipais, questionei à falta de informações no portal da prefeitura, sobretudo na questão dos salários dos servidores. Respondeu-me a equipe financeira que no “máximo em trinta dias as informações estariam no ar”. Passados cinco meses, hoje, nada encontrei. Aliás, durante a gestão anterior – Governo de Todos – também fiz várias cobranças e nada aconteceu. Infelizmente Vitória não tem “tradição” em cumprir as determinações da Lei da Transparência Pública. Lamentável !!!

Os gestores da nossa cidade, Vitória de Santo Antão, por incrível que possa parecer, recusa-se a “entender” que os tempos são outros. Não podemos continuar com esse modelo de gestão que não possibilita à participação da população,  sobretudo quando a mesma se sente motivada em participar.

O prefeito Aglailson Junior, na montagem do seu secretariado, aparentemente utilizou-se de critérios técnicos, mas o fato é que os negócios da prefeitura,  realizados com o dinheiro público, continuam sendo geridos sem a devida informação legal, conforme atestou o TCE na sua auditoria pública, realizada nos municípios pernambucanos.

Portanto, entendemos  já haver passado  da hora da prefeitura, através do prefeito ou dos seus auxiliares,  ou mesmo da assessoria de imprensa,  explicar aos munícipes o motivo ou os motivos pelos quais nossa cidade continua na “opacidade” no que diz respeito à TRANSPARÊNCIA PÚBLICA!

Colégio Santo Inácio: há 35 anos construindo valores?

O desafio está posto. E não é pequeno. Em tempo de revolução tudo muda. De uma geração para outra os valores “inabaláveis” do passado se evaporam e uma nova ordem surge. Como seguir acompanhando e reinventando-se para ensinar e educar? Se para os pais a tarefa já se apresenta gigantesca imaginar, então, para os professores e gestores do ramo da educação,  que são obrigados, por oficio, mergulhar nesse “novo mundo” cada dia mais mutante?

Nesse sentido, mais uma vez, parabenizo o amigo Roque Andrade e toda “família Santo Inácio” pela dedicação e afinco com que continuam “construindo valores” e se reinventando há trinta e cinco anos… Aliás, prova inconteste de capacidade gestora.

Por ocasião do evento, promovido pelo Colégio Santo Inácio, na noite de ontem (12), no Vitória Park Shopping, aproveito para externar minha satisfação e alegria ímpar, afinal “o meu Gabriel”, juntamente com alunos de várias outras turmas,  foram condecorados pelo o esforço e destaque nos estudos. Parabéns a Todos!!!!

O nosso Instituto Histórico é condecorado pela Assembleia Legislativa de Pernambuco.

O nosso Instituto Histórico e Geográfico da Vitória foi condecorado, ontem (11), pela Assembleia Legislativa no Estado de Pernambuco. Na qualidade de entidade que contribuiu para a preservação da cultura e da história pernambucana o Instituto histórico da Vitória, juntamente com  a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), o Arquivo Público Estadual, o Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP), a Rede Globo Nordeste, a Fundação Gilberto Freyre, o Instituto Histórico de Caruaru (IHC), a Fundação Hemope e a Sociedade 21 de Setembro, de Petrolina figurou entre as nove instituições que receberam a honraria.

Proposta pelo deputado Tony Gel –  Resolução de nº 1309/2015 –  foi criada para marcar a passagem do Bicentenário da Revolução Pernambucana. “A bravura dos heróis de 1817, o sonho de um povo que lutou para ser dono do seu próprio destino e o ideal libertário tão arraigado em nossa gente fizeram parte da  formação histórica e cultural de nosso Estado. Foi para manter viva a memória dos revolucionários que a nossa instituição criou essa homenagem”, afirmou, em seu discurso, o presidente da ALEPE, Guilherme Uchoa.

A “Casa do Imperador”,  como também é conhecido o prédio que abriga o nosso Museu, em função de haver hospedado a Família Real, em 1859, é o guardião maior da história da nossa cidade e, em especial, dos costumes do nossos antepassados. Na pessoa do dedicado, rigoroso  e atuante presidente, professor Pedro Ferrer, parabenizo todos que empreenderam e empreendem esforços para manter vivo e forte esse patrimônio que pertence a todos os antonenses.

ABTV: em ritmo de carnaval e folia…

Na noite de ontem (11) aconteceu mais uma reunião da ABTV – Associação dos Blocos de Trio da Vitória. Na pauta, o planejamento para o carnaval 2018. Com relação à Feijoada da ABTV, evento que congrega toda comunidade carnavalesca, artistas e associados o formato será mantido. Esse ano, pelo menos duas homenagens já estão confirmadas: Pitú, pela passagem dos 80 anos de fundação e uma homenagem póstuma ao carnavalesco e grande folião vitoriense, Paulo Freitas.

Ex-peladeiros e ex-atiradores da mesma turma do nosso Tiro de Guerra!

Por ocasião da confraternização dos ex-peladeiros do campo de Zé Guelpher, ocorrida no último domingo (10), casualmente, relembrei boas histórias do tempo em que servi ao Exército, no Tiro de Guerra. Fábio, Roberto e eu, curiosamente, servimos na mesma turma (1986).

Relembrar as brincadeiras e os fatos marcantes assim como dos companheiros, inclusive de alguns que já seguiram à viagem sem volta, foi um momento de pura viagem no tempo. No meio da conversa sapecou o Fábio a seguinte expressão: “P… já faz 31 anos que a gente “serviu…..”

TRADIÇÃO: mais uma confraternização dos ex-peladeiros do Campo de Zé Guelpher.

Mantendo a tradição os ex-peladeiros do Campo de Zé Guelpher, sob a coordenação dos amigos  Artur e Manoel Bem, promoveram ontem (10) o seu sempre animado encontro. A festa, como sempre,  manteve  seu formato original, ou seja: partida futebolística logo cedo e comes e bebes em seguida, entrado de “tarde a dentro”, como se diz no popular.

Nossas lentes, no primeiro ato, conseguiu registrar lances futebolísticos dignos de verdadeira PELADA DE COROAS.

O peladeiro Denilson, como sempre, participou da partida fazendo propaganda do seu bloco carnavalesco, “AS VIRGENS DA VITÓRIA“.

Na programação profana da confraternização, por assim dizer, registramos, em vídeo, um pouco do sentimento de cada um, no que diz respeito a esse evento que procura, na medida do possível, manter acesso e vivo os laço de amizade e convivência do passado, quando todos ainda eram adolescentes e “bons de bola”. Veja o vídeo:

Após algumas latas de cervejas, umas lapadas de Pitú e à ingestão de uma suculenta feijoada, ao som das canções da boa época que não volta mais, boas risadas e de haver, também, reavivado a memória, fica a certeza que ano que vem estaremos reunidos novamente. Parabéns a todos, mais uma vez !!!

Loja Joelma Sports já inaugurada no Vitória Park Shopping.

Desafiando a crise financeira nacional e todos os prognósticos pessimistas, na última sexta (07), o amigo Nénem, juntamente com seus familiares, funcionários e  irmãos de fé, começaram o dia promovendo um culto matinal, para consagrar mais um empreendimento comercial. A mais nova Loja da Joelma Sports fica no Vitória Park Shopping. Por ocasião do seu convite estive no ato inaugural.

Com experiência no ramo varejista o amigo Nénem bota fé no mês de dezembro para começar com “pé direito” as atividades da nova loja. Segundo ele,  o incremento do 13ª salário na economia e a tradicional troca de presentes, que sempre acontece no final de ano, configura-se num grande incentivo.

Com histórico de empresa familiar, contou-nos o amigo Nénem, seus pais, há quarenta e dois anos, até então proprietários de banco de feira que vendia sapatos, venderam  a casa que moravam  e investiram todos os recursos num ponto comercial fixo. Mesmo pagando aluguel do prédio comercial e da residencial, com fé e muito trabalho, criaram a família e consolidaram-se na atividade comercial. Veja o vídeo:

O ramo de atividade da Joelma Sports, contudo, encontra-se em total sintonia com o novo conceito de vida, ou seja: “movimente-se”. Portanto, nós que fazemos o blog do Pilako, desejamos sorte e sucesso nos negócios ao amigo Nénem da Joelma.

Audiência Pública sobre o Carnaval: UMA BOA INICIATIVA DO VEREADOR LOURINALDO JÚNIOR!

Conforme anunciado, aconteceu na noite de ontem (07) a Audiência Pública na Câmara de Vereadores da Vitória, proposta pelo vereador Lourinaldo Junior, que teve como objetivo debater o carnaval em todos os seus aspectos,  assim como para apresentação de um  Projeto de Lei confeccionado também pelo mencionado edil.

Com a participação de políticos, lideres das instituições representativas do nosso carnaval (ABTV e ACTV), Polícia Militar de Pernambuco, Guarda Militar, representação da prefeitura, presidente do conselho municipal de cultura, presidentes de diversas agremiações e carnavalesco em geral podemos dizer que os debates, visando o carnaval 2018,  na nossa cidade,  foram abertos oficialmente.

Em regra geral as discussões convergiram na mesma direção: que o carnaval vitoriense é forte,  tradicional e importante para o município e toda região, mas que não vem tendo a atenção devida dos prefeitos, que se alternam no poder. Ficou claro, também, que os diretores das mais diversas agremiações estão desestimulados,  em virtude do tratamento lhes dispensado, ao longo do tempo,  por parte Poder Executivo Local.

Em virtude de outro compromisso, devidamente justificado ao amigo e sempre atencioso vereador Lourinaldo Júnior,  não pude acompanhar o início dos trabalhos, mas comparecei e estive presente no momento da apresentação do seu projeto. Com relação à sua iniciativa, assim como sua proposta, temos que apoiar e incentivar. O carnaval da Vitória,  há muito tempo,  precisa de um regramento consistente e sério. Já com relação à efetivação do mesmo, caso seja aprovado na íntegra, tenho minhas dúvidas se será posto em prática pelo poder executivo. Aliás, deve-se acrescentar mais algumas coisas no bojo do seu conteúdo.  Como por exemplo: um disciplinamento efetivo para o chamado comércio ambulante – diga-se “Carro de mão”.

No meu modesto entendimento, na cabeça dos lideres políticos da vitória,  o nosso carnaval jamais deverá avançar e se organizar. Eles não tem interesse que as festividades tradicionais da nossa cidade sejam autônomas e que possam caminhar com suas próprias pernas. Não obstante termos duas entidades que representam todas as agremiações carnavalescas do município –  “vivas e ativas” –  as mesmas são INVISIBILIZADAS, do ponto de vista do planejamento financeiro e de um  melhor conceito para a festa. Apenas um exemplo de que “eles” não querem promover parcerias verdadeiras.

Tenho opinião contrária aos que acham que nosso carnaval perdeu fôlego. Temos hoje cerca de 150 agremiações cadastradas o que nos garante um extraordinário conjunto, sob todos os pontos de vistas. O problema é que, nas últimas décadas,  a prefeitura tem MAIS ATRAPALHADO O EVENTO DO QUE INCENTIVADO, pontualmente falando. O nosso problema não é a falta do dinheiro, É À FALTA DO INTERESSE DOS PREFEITOS. Aliás, temos potencial para promover um grande evento sem que seja necessário sacar um real do cofre  público municipal. Basta planejamento, transparência, boa vontade e disposição para lapidar um dos  nossos maiores  Patrimônio Imaterial.

De sorte que, independente da má vontade dos políticos, o nosso carnaval continua forte e pujante, apenas “adormecido” por falta uma boa “trilha musical” administrativa continua e perene. Aos foliões e diretores das agremiações carnavalescas locais, segue o meu EVOÉ!!! LEMBRANDO BACO E DIONÍSIO…

Alexandre Ferrer e Elaque Amaral: meus parabéns e meu muito obrigado!

Faltando pouco mais de sessenta dias para o carnaval oficial começar – nossa festa maior – os movimentos nos bastidores das agremiações continuam  intensos. Alguns blocos  já estão com a mídia na rua, outras intensificando contatos para, posteriormente,  anunciar sua participação no evento.

Nós, da SAUDADE, em 2018, vamos de Trio Asas da América e Orquestra Super Oara , mais uma vez – “time que tá ganhando não se mexe”,  diz a máxima futebolística. Com modelo e produção próprias estaremos repetindo o nosso aprovado estilo musical – canções que emocionam e alegram o coração!

Em 2018, duas homenagens importantes: OS 80 ANOS DO ENGARRAFAMENTO PITÚ E OS 60 ANOS DA ORQUESTRA SUPER OARA. Dois parceiros de primeira hora e imprescindíveis na engrenagem da nossa história. Na pessoa dos amigos Alexandre Ferrer – Presidente da PITÚ –  e Elaque Amaral  – Comandante da Orquestra Super Oara – externo meus parabéns e o meu muito obrigado, antecipadamente!!!

“Eu queria ser civilizado como os animais”, diz o Rei Roberto Carlos.

Apesar da nossa Vitória de Santo Antão, nos últimos anos, começar a crescer para cima, em virtudes da construção dos prédios verticais, na tarde de ontem, na Avenida Silva Jardim, bairro da Matriz, nossas lentes registraram uma cena típica da zona rural.

Um gavião, imponente e suntuoso, características que bem define a sua espécie, encontrava-se  “estacionado” numa antena de TV. Com a sua aproximação e posterior chegada no espaço, os pombos, em grupo numeroso, rapidamente,  tomaram destino ignorado. Vez por outra, acompanho esse espetáculo da natureza,  em plena “selva de pedra”, bem no centro de um dos bairros mais movimentados da nossa pólis.

Observar e procurar entender o movimento harmônico da cadeia alimentar dos animais, quase sempre indelicados e agressivos, nos ajuda a entender um pouco da natureza humana, para não dizer do “domesticado” bicho homem. Pensando num ramal diferente e saindo do hipotético “aquário comum”,  em que todos nós somos “obrigados” a viver  submersos – que se chama “sistema” –  reproduzo a inteligente expressão musical do  Rei Roberto Carlos: “eu queria ser civilizado como os animais”.

Sérgio Mouro esqueceu de lembrar do Poder Judiciário!

No Brasil atual são poucas figuras públicas que merecem nosso respeito e admiração. Aliás, as próprias instituições brasileiras, vítimas da herança maldita e danosa da eterna confusão (proposital) do público com o privado, também estão na berlinda e precisando urgentemente se adequar aos novos tempos e às exigências minimamente razoáveis e equilibradas.

Não obstante, aqui e acolá, encontrarmos opiniões contrárias, até porque diz o ditado “que toda unanimidade é burra”, destacamos como figura proeminente e acima de qualquer suspeita o juiz federal Sérgio Fernando Mouro. Suas ações e firmeza tem mantido acesa a pira da esperança por justiça  e igualdade nesse país de todos os “santos”.

Na medida do possível, através da imprensa e das redes sociais, tenho acompanhado suas aparições púbicas, dentro e fora do Brasil. Sempre sereno e tranquilo o magistrado tem se colocado de maneira positiva. Pelo seu protagonismo nacional, pela simbologia que exerce no combate a corrupção sistêmica tupiniquim o doutor Sérgio Mouro, em si, é a figura de um Poder Judiciário digno e indubitável.

Pois bem, corroborando com tudo que foi narrado acima, recentemente, o nobre Juiz Federal,  Sérgio Mouro,  foi agraciado com o prêmio BRASILEIRO DO ANO, emitido pela revista ISTOÉ. No evento de entrega do prêmio,  figuras enroladas com a OPERAÇÃO LAVA JATO dividiram o palco com ele. Até aí, nada demais!! LADRÃO TEM EM TODO CANTO!!

No meu modesto entendimento acho que o nosso “paladino” da justiça nacional, na sua fala, dessa vez, se posicionou mal. Ele, em tom de critica, falou diretamente aos  principais atores do Poder Executivo, presentes no ato solene. Falou de economia, falou de orçamento e da influência na qual a suprema corte está submetida, mas em momento algum fez uma autocrítica, no que diz respeito aos altos salários (quase sempre acima do teto constitucional) e privilégios do poder do qual faz parte, ou  seja: PODER JUDICIÁRIO.

Concluo essas linhas dizendo que continuo hipotecando minhas esperanças na figura do Juiz Federal Sérgio Mouro, mas não posso, oportunamente,  deixar de citar o Duque de La Rochefoucauld, quando, lá no século XVII, dizia:  “A conveniência é a menor das todas as leis, e a mais seguida”.

JOELMA SPORTS AGORA TAMBÉM NO VITÓRIA PARK SHOPPING.


Driblando a macroeconomia brasileira, estagnada em patamares recessivos, o empresário vitoriense e amigo Nénem da Joelma inaugura uma loja na nossa cidade. A partir das 12h de amanhã, sexta-feira (08), A JOELMA SPORTS contará com uma unidade no Vitória Park Shopping. Desde já agradeço o convite, desejando-lhe boa sorte nessa nova empreitada comercial.

Mais um livro da poetisa Adjane Dutra: “ENCONTRO COM A POESIA”

Recentemente recebi na nossa redação a amiga Adjane Dutra. Poetisa e escritora Adjane ofertou-me seu último trabalho. O livro,  “ENCONTRO COM A POESIA”, prefaciado  e produzido pelo pensador vitoriense, Sosigenes Bittencourt, rememora poesias de outra obras perpassando por trabalhos inéditos. Parabéns a amiga Adjane Dutra por mais um trabalho!

Apelidos Vitorienses: BILLY SHOW

Considerado o “Príncipe do Gueto da Vitória”, o artista Billy Show é aquilo que podemos chamar de “fruto” do seu talento, da perseverança e do espaço que as novas tecnologias e, sobretudo, das redes sociais oportuniza aos que sonha com o sucesso artístico. Com  o seu nome de batismo –  Iranilson Gomes da Silva  – ele  não é conhecido nem pelos vizinhos da comunidade em que  mora – Doutor Bido (Antigo 13).

Desde criancinha, por manter os cabelos grandes, costume que mantém até hoje, seu apelido na escola sempre foi associado ao modelo estiloso: “Cabeludo”, “Cabelo de Índio” e etc. Mas foi só em 1994, com pouco mais de dez anos, que o seu apelido começou a ganhar forma.

Seu pai, o senhor Severino Gomes da Silva, para arrancar o sorriso do filho, ainda um bebê de colo, cantava a musica do “bilú, bilú teteia”. Foi daí que, inicialmente, surgiu seu apelido de “Bilo”. Mais  tarde foi o próprio Iranilson que começou a dá forma ao seu nome social,  que, para ele, é motivo de orgulho.

Foi através de um personagem dos jogos eletrônico que o “Bilo” virou “Billy”. Ao passo que sua carreira como artista, através dos shows e dos vídeos postados na internet começou a avançar,  sua  alcunha ficou acrescida do “sobrenome” Show.

Atualmente, porém, o senhor Iranilson Gomes da Silva vem investindo pesado na sua carreira artística, o que nos possibilita imaginar que seu apelido ainda será muito conhecido no meu artístico regional e até no cenário nacional. O “Billy Show”, contudo, na pratica, se configura em mais um vitoriense que é mais conhecido pelo apelido do que pelo próprio nome.

Tudo haver: Pedro Ferrer, o avião dos alemães e os bons vitorienses!!

Parece filme de ficção, mas não é. Quem assistiu a última exibição do FANTÁSTICO –   programa dominical da Rede Globo de Televisão – certamente acompanhou os detalhes da operação que transferiu-se da capital cearense, Fortaleza, para o outro lado do Oceano Atlântico,  uma “sucata” de avião, tipo Boeing, dentro de outra aeronave, com o dobro das suas dimensões e totalmente apta para voar.

Essa “sucatade avião, por assim dizer, veio “encalhar” aqui no Brasil depois de uma transação comercial comum e, após  meia duzia de anos em operação, acabou fechando seu ciclo de validade. Mas a referida aeronave, poucos sabiam,  foi palco de algo incomum e que se tornou histórico. Mesmo nos remetendo a um fato negativo, que todos gostariam de esquecer,  ocorrido em outubro de 1977.

Ao decolar da Espanha com destino à Alemanha,  com noventa e um passageiros,  terrorista assumiram o controle da aeronave e circulou por cinco dias, pousando em vários aeroportos. O ato terrorista, naquela ocasião, estava ligado à libertação da Palestina.  Agora, quarenta anos depois,  a preservação do “palco” da tragédia,  foi assegurada.

Pois bem, na medida do possível tenho conversado continuamente com o presidente do nosso Instituto Histórico, professor Pedro Ferrer. Pedro encontra-se em Recife, hospedado na casa de uma irmã se tratando da visão. Ele está bem e segue se recupera dentro dos prognósticos médicos, mas o repouso tem que ser absoluto. Motivo pelo qual foi “expulso” da sua rotina antonense.

Ao telefone, anteontem (04),  batemos um alongado papo. Sobre o caso acima exposto, comentamos bastante. Ele, conhecedor dos museus pelo Mundo afora, realçou a preocupação e o desprendimento financeiro dos alemães em preservar a história. Disse-me ele: “Pilako, depois que esse avião  for recuperado e exposto em algum museu, quantos turistas não irão ao seu encontro. Ao final, todo dinheiro investido retornará, além da preservação histórica, que é o mais importante”. Ao final arrematou: “que este exemplo sirva de inspiração aos nossos governantes brasileiros”.

Com efeito, entramos no “mundo vitoriense” e citamos a campanha continua que o nosso Instituto Histórico vem promovendo,  na busca da preservação da história, ao solicitar das famílias locais peças valiosas – sem valor financeiro – para enriquecer o acervo da Casa do Imperador. Apesar da indiferença,  por parte de alguns,  uma boa parcela, com mais entendimento histórico e desapego material, vem doando peças interessantes que tem tudo haver com o cotidiano vitoriense do tempo pretérito.

Recentemente, por exemplo, o casal Edinaldo e Terezita  doaram uma filmadora, que captou, durante décadas, cenas do nosso memorável carnaval. O sempre atencioso Jurandir Soares repassou ao acervo do Instituto  Histórico uma peça que foi da Rede Ferroviária. A “amplificadora” do Nelson Propaganda também é outra peça valiosa que foi doada e se encontra a disposição de toda população no nosso Instituo Histórico.

Esses e outros tantos são bons exemplos de preservação da nossa cultura,   que deveriam ser seguidos pelos outros conterrâneos. Não são raras as oportunidades em que os objetos deixados por seus proprietários, após a viagem sem volta, são desprezados pelos familiares e vão “morar” na lata do lixo, sem nenhuma contribuição à “Terra Mãe”.

Portanto, encerro essas linhas provocando outros tantos vitorienses para que sejamos  inspirados pelos  alemães e também nos atos dos vitorienses aqui citados, a doarem  peças ao acervo do nosso Instituto Histórico. Imortalize sua memória. Toda peça tem uma história, preserve-a,  doando a uma instituição séria e comprometida com a cultural da cidade assim como com o futuro das gerações vindouras, afinal, como diz o viajado professor Pedro, “todo Museu é uma escola!

Vereadores Celso Bezerra e Antonio Gabriel: muita “fé religiosa” ou “má-fé política-eleitoral?”

A pauta não é local, é nacional. Nesse sentido qualquer pessoa ou autoridade, se assim desejar, poderá opinar. A nossa Carta Magna nos garante o direito à “Liberdade de Expressão”. Vivemos num Estado laico. Esse é o Brasil de hoje!!

Está previsto, porém, para ser discutido no plenário da nossa Câmara de Vereadores, amanhã, dia 06, o projeto 069/2017.

No bojo do seu conteúdo o mesmo dispõe que “fica proibida a inserção na grade curricular das escolas do Município da Vitória de Santo Antão a orientação política pedagógica aplicada à implantação e ao desenvolvimento de atividades pedagógicas que visem à reprodução do conceito de ideologia de gênero”.

Independente da minha opinião sobre tal debate até porque, nesse caso, é o que menos devemos levar em consideração, gostaria de dizer que o Ministério Publico local, ontem (04/2017), emitiu recomendação aos vereadores pela rejeição da matéria. Ao prefeito, caso o referido projeto seja aprovado, que o mesmo use o seu poder constitucional de veto. Abaixo reproduzimos a recomendação MP.

Pois bem, dias atrás os vereadores Celso Bezerra e Antônio Gabriel (Toninho) se utilizaram de um vídeo, postado nas redes sociais, convidando a população para participar dos debates. Celso Bezerra, vereador de primeiro mandato, tem vinculo com o segmento evangélico. Já o Toninho, que se coloca como representante dos católicos e das famílias, estar exercendo o seu segundo mandato na Casa Diogo de Braga.

Com relação aos dois parlamentares, gostaria de dizer que a exposição midiática, sobretudo na direção dos eleitores de boa fé lhes geram dividendos eleitorais. Aliás, é bom que se diga: em todo segmento evangélico e no seio do chamado “católico praticante” essa matéria é uma unanimidade.

Já com relação ao tema – na seara política – poderíamos afirmar que os mesmos – Celso e Toninho –  estão “jogando para a plateia”,  uma vez que essa mesma matéria, na legislatura passada, na  mesma Casa Diogo de Braga, segundo informações, já foi arquivada por ser inconstitucional.

Com todo respeito aos dois amigos vereadores, não irei joga-los na “vala comum” dos despreparados, pois não saber das suas competências constitucionais já seria um claro atestado público de incompetência para qualquer legislador.

Contudo, vejo na ação dos dois nobres vereadores um ato de deslealdade – aquilo que no nosso arcabouço jurídico chamamos de “litigância de má-fé”.  Ora! Quem mais sabe que essa matéria é inconstitucional são os dois citados vereadores, mas para ficarem “bem na fita” com os incautos eleitores, sobretudos com os “irmãos de fé”,  nas suas respectivas denominações religiosas, procuram requentar uma agenda na tentativa apenas de ganharem simpatizantes e eleitores. Isso, no meu modesto entendimento, chama-se deslealdade!!

Concluo, portanto, parabenizando o amigo e ex-candidato a vereador André Carvalho, pela provocação ao Ministério Público local. Não obstante a nossa Câmara de Vereadores haver  aumentado de onze para dezenove cadeiras continuamos pobres,  no que diz respeito à qualidade dos nossos legisladores. Uma pena!!!!