As oportunidades não aparecem do nada, você precisa tomar a atitude e correr atrás delas. Conte com a gente para mudar o seu futuro.

As oportunidades não aparecem do nada, você precisa tomar a atitude e correr atrás delas. Conte com a gente para mudar o seu futuro.


Dá a impressão de que é um dia de Domingo. A igreja está sozinha, imponente, erguida para o alto. Impossível contemplar o templo sem sentir o tempo. Foi por trás desta Domus Dei que fiz o meu Curso Primário. Lembro-me até do meu corte de cabelo, camisa engomada e gravatinha pendurada no pescoço. A professora dava aula de tudo, até de boas maneiras. Qualquer erro era denunciado à genitora, qualquer desvio da cartilha moral era um pecado. Era proibido pensar nas tentações da carne por trás da Igreja. Profª. Luzinete Macedo ensinava a verbo amar, com todo amor do fundo da alma. Era o mais regular dos verbos, o verbo dos verbos, o mais conjugado. Prof. Luzinete Macedo era bonita, bem fardada, impecável. Falava explicado, com ênfase, uma lição de ser humano. Saíamos com sua aula na epiderme, na respiração, embalados pelo seu tom, seu gosto. Cheirávamos as páginas do livro, passávamos a mão na pele das páginas.
Impossível contemplar este templo sem pensar no tempo, sem pensar na vida, no vulto iconográfico de Padre Pita. Impossível não pensar no destino, nos meus idos e vindas de menino. Meu corpo era maneiro, meu sangue fino, desengordurado, desintoxicado, a morte estava longe. Minha infância evolou-se por trás deste templo, para além dos coqueiros, na penumbra da Hora do Ângelus. Ah! minha vida, nossas vidas, nossos templos, na correnteza fugaz do tempo. Lembra-me a palavra desesperada de Horácio, angustiado com a brevidade da vida: Eheu! fugaces labuntur anni! (Ai de nós! os anos passam ligeiro!).
Transitório abraço!
Sosígenes Bittencourt

Ouça a música “Deus é Poder“, composta por Aldenisio Tavares, na interpretação de Ricardo Rico. A canção é integrante do CD “O Amor de Deus nos uniu”, lançado pelo compositor no início deste mês.
Aldenisio Tavares

Para os atores políticos, o tempo urge! Os prazos do calendário eleitoral caminham a passos largos, nele, não existe sábado, domingo e feriado. Até o dia da convenção partidária a “peça teatral” do lançamento dos candidatos deverá está devidamente ensaiada e combinada para, logo em seguida, ocorrer os respectivos registros de candidaturas.
Em Pernambuco o quadro ainda é nebuloso! O governador Paulo Câmara se “mexe” para puxar o tapete da pré-candidata ao governo, Marília Arraes. Como uma espécie de “judas” o senador Humberto Costa trabalha contra o crescimento do seu próprio partido (PT). Aos olhos dos mais atentos, não obstante ser um ator importante no cenário nacional, o mesmo (Humberto), nesse pleito, corre o risco de ficar pendurado no pincel. Aliás, não faz tanto tempo assim, os petistas “largavam o pau” nos socialistas estaduais………Coisas do passado…….Na política, dizem os mais experientes, “o feio é perder”.

Assim como sempre acontece na nossa polis, na terra do Mestre Vitalino, os políticos, não menos experientes e até então ferrenhos adversários no plano local, em função da conjuntura, já estão trocando elogios e posando para fotos, com sorrisos na face. Lá, eles deverão se juntar, por conta de um inimigo comum.

Na nossa terra, Vitória de Santo Antão, mudar de lado é a regra, não a exceção. No plano estadual, as forças mais expressivas daqui, já estão “comendo no mesmo cocho”. Dividir-se no plano local é sempre a melhor estratégia. Para os Vereadores não existe vergonha alguma. Normalmente eles acompanham quem estiver com a chave do cofre da prefeitura na mão, não se importando com a cor partidária ou mesmo o palanque pelo qual se elegeu.
Já os caciques – Aglailson, Elias e Henrique – jogam o jogo do poder e reproduzem, para os eleitores, o discurso mais conveniente para a ocasião. Vejamos:

Pelo fato do seu primo, o então gestor José Aglailson (2001 – 2008), não haver lhe hipotecado apoia para prefeito, em 2008, o deputado Henrique Queiroz fez do seu filho vice na chapa oposta, encabeçada por Elias Lira. Em 2010, o então prefeito, Elias Lira, “apoiou” para deputado o candidato verde. Henrique, não custa lembrar, em 2010, rivalizou, no plano local, com o seu primo, Aglailson Junior.
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Concluída a reeleição de Elias e Henrique Filho, em 2012, o prefeito (Elias) cuidou de expurgar da sua administração os verdes, ficando livre para lançar, em 2014, o seu filho, Joaquim Lira, a deputado estadual. Na ocasião, o deputado Henrique Queiroz, bradou o discurso da traição.
Em 2016, numa parceria velada, a conveniência apontou para o retorno do deputado Henrique Queiroz ao ninho dos primos, antes, brigados por conta da emblemática “vias de fato”, lá na “Estrada Nova”, em 2008. Com a operação concluído – com sucesso – o deputado embarcou, novamente, de “mala e cuia”, no governo dos primos. Logo na posse do prefeito Aglailson Junior, ocorrida em primeiro de janeiro de 2017, o mesmo, já apontou em que direção a “maquina” iria “moer”, visando 2018.

Não se espantem!! Os políticos profissionais não tem partido nem coração, muito menos sentimento e emoção. Não se espantem, também, se por ventura, algum dia, aparecer um candidato a prefeito para nossa cidade, fora dessa “trinca”, com condições reais de vencer o pleito, terá como adversário, provavelmente, a união inusitada das três maiores forças políticas locais, ou seja: Aglailson, Elias e Henrique subiriam num mesmo palanque para defender o mesmo candidato. Essa é a regra no mundo próprio da política…..
O pituzeiro Fabio foi esses dias pra Serra Negra, em Pernambuco, aproveitar o friozinho que faz por lá e mandou esse registro pra gente.


Foi empossada na noite de ontem dia 13, às 19:30h no templo da Igreja Evangélica Congregacional a Diretoria do Escritório vitoriense dos Direitos Humanos nesta cidade. O pastor Eber Lucena da Igreja Congregacional, que é presidente de honra da entidade, durante a liturgia elogiou o trabalho desenvolvido pela equipe nesse enfrentamento as violações de direitos dos idosos e deficientes, na grande Vitória e região.
O Bel. José Carlos Marques da 1ª Igreja Batista, em nome da Diretoria agradeceu ao Pastor Eber, aos irmãos congregacionais o apoio moral e eclesiástico dos evangélicos a entidade.
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A Dra. Joseneide Adriana assumiu a presidência, em substituição ao Ex-presidente Pastor André Manoel, prometendo continuar com as campanhas educativas (palestras) sobre o Estatuto do Idoso Lei nº 10.741 de 01/10/2003, fiscalização educativa, ouvidoria para atendimento de reclamações e denuncias, parceria com os governos municipais, estaduais e Ministério Público.
O Dr. Arthur Membro do corpo docente da Faculdade Novo Horizonte, nesta cidade, visitou dia 04 do corrente a ouvidoria dos Direitos Humanos. O ilustre visitante recebeu do ouvidor Wilson Brito, o reconhecimento pelos relevantes serviços prestados na reconhecida Instituição de Ensino, que ofereceu entre outros cursos de pós-graduação em Direitos Humanos.
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O Escritório vitoriense de Direitos Humanos, solicitou parceria com a AGTRAN para um trabalho de fiscalização educativa, em defesa dos idosos e deficientes, no transporte coletivo. O Dr. Ricardo Corte Real do Departamento Jurídico, e o Ouvidor Wilson Brito do Escritório Vitoriense dos Direitos Humanos, dia 11 do corrente visitaram o Sr. Elmir diretor presidente da AGTRAN, em visita de cortesia, parabenizando o trabalho preventivo de trânsito exercido pela autarquia na grande vitória.
Diretoria dos Direitos Humanos para o Triênio 2018-2021
Presidente de Honra: Pastor Eber Lucena dos Santos (Igreja Congregacional)
Presidente Executiva: Dra. Joseneide Adriana da Silva (Psicóloga)
Vice Presidente: Sgt. Camerino Augusto Rodrigues (Ig. Congregacional)
Conselheiro: Dr. Pedro José Cavalcante Queiroz (Advogado)
Departamento Jurídico: Dr. Sueldo Sávio Cavalcanti Queiroz / Dr. Ricardo Corte Real Braga Filho
Departamento de Ensino: Bel. José Carlos Lourenço Marques (1ª Igreja Batista) e Pr. Cephas Reinaux de Barros Júnior (Ig. Presbiteriana)
Tesouraria: Silvio Marcone Pereira de Souza (Farmacêutico)
Depto. Informát. e Arquivo: José Ferreira da Silva (Téc. Informática)
Secretária: Jarbas do Monte Albuquerque (Educadora)
2º Secretário: José Ferreira da Silva (Instrutor)
Depto. Relações Públicas e Comunicação: Cristiano Bassan (Radialista) e Jota Domingos (Radialista)
Ouvidoria (Ouvidor): Wilson Albuquerque Brito (Igreja Congregacional)
Ouvidoria (Assessores): Arapuran Aprígio da Silva (Ig. Assembléia de Deus), José Amaro Lins da Silva (Ig. Assembléia de Deus) e Severino Cosmo Cavalcante.

Quem te conhece
Quem já te viu
Cabelo de sol
Vestido de anil
Caminhas bem lento
Com muita postura
Que corpo tão belo
De além formosura
Tens lindo sorriso
Teu rosto é perfeito
Lá longe te avisto
Me apertas o peito
Se olhas pra mim
Eu finjo não ver
Nome não tenho
Mas deves saber
Te amando calado
O sonho é só meu
Tu és uma princesa
E eu sou um plebeu
João do Livramento.
Essa vai para os colecionadores de plantão: na Lojas Americanas você encontra o álbum oficial da Copa da Rússia 2018. Além de comprar, você pode aproveitar nosso ponto de troca de figurinhas na praça de alimentação todos os sábados às 15h.


1972 – Festa de encerramento dos IV Jogos de Verão – Família Deus e Melo – campões gerais dos jogos pela 1ª. vez:
Atenção alunos do curso Técnico em Enfermagem, preparamos um super evento para vocês! A semana de Enfermagem Grau Técnico é a oportunidade perfeita de aprimorar seus conhecimentos e habilidades que são desenvolvidas diariamente em sala, com minicursos práticos sobre temas relevantes ao mercado. Um momento de estímulo e conscientização do surgimento da enfermagem como profissão.


Tudo que se faz por absoluta obrigação termina ficando absolutamente chato. Até a inspiração ameaça fugir, quando somos obrigados a nos inspirar. E a pressa de nosso mundo fast nos aniquila. Como aquele menino sonolento, detido na sala de aula, mirando o papel sobre o qual tem de escrever uma redação sobre o futuro do mundo. Como é tão jovem que não tem passado, e o futuro é cada vez mais incerto, o texto não passa de uma letra maiúscula, oscilando no início da folha, em busca da primeira oração e sonhando com um ponto final. O que escrever, e ainda rápido, nesta manhã fria de setembro, para chamar a atenção, prender o leitor, gerar comentários e ibope, captar aplausos e patrocinadores? Política, por exemplo, em tempo de Campanha? Não, isso reiniciaria a discussão, já enfadonha, sobre mensalão e propina, insultos, desculpas, amnésias, e nisso há pouca inspiração. Dá uma sensação de vazio, de que estamos perdendo tempo. Falar da poluição, da ganância rapace do progresso, dos universos étnicos, sem ética e sem paz, da arenga das religiões, de aviões trespassando edifícios, da aids e do medo, não resolve, já se foram rumas de papel. Até escrever sobre essa falta de vontade de realizar tão sublime ofício, talvez aborreça. Jorge Luis Borges sugeria que “talvez, seja uma imprudência escrever”. Ficamos à mercê dos olhares e pensamentos alheios. Não estamos juntos de nossos leitores, não nos telefonam – como podemos nos defender? Ademais, digitar para um mundo audiovisual, orientado para ouvir e ver, é arriscar-se a nos petrificar em indecifrável incógnita. Contudo, devo ter cumprido minha tarefa, defendido minha classe. Mesmo sem inspiração, a página já termina e – que pena! – ainda teria tanto o que dizer.
Sosígenes Bittencourt

Ouça a música “Receita“, composta por Aldenisio Tavares e Wendell Nogueira, na interpretação de Serginho Farineli . A canção é integrante do CD “O Amor de Deus nos uniu”, lançado pelo compositor no início deste mês, sendo uma homenagem dos compositores para o ECC (Encontro de Casais com Cristo).
Aldenisio Tavares

Em meio a um turbilhão de problemas, o Brasil vivenciou, ontem, 13 de maio de 2018, a passagem dos 130 do fim da escravidão. Fomos um dos últimos países do mundo a fazê-la. Fomos também a circunscrição territorial que mais recebeu nativos, oriundos do continente africano, para o chamado trabalho forçado. Se prestarmos bem atenção, todos nós, somos, em grande ou pequena medida, filhos da África.
Colocar luz nesse tema é percorrer por muitos espaços ainda não desvendados. À destruição de boa parte dos arquivos da escravidão, ocorrida no inicio da última década do século XIX, nos deixou órfãos de fontes robustas, mas, nas últimas décadas, importantes estudos e novas leis tem incentivado pesquisas e olhares múltiplos sobre o tema aludido.
Não podemos nos referir ao ocorrido – escravidão na Brasil – com os conceitos sociais da atualidade, dessa forma, contudo, estaríamos incorrendo no chamado anacronismo histórico. Se hoje temos leis e uma boa dose de bom senso coletivo, aquilo que chamamos de “politicamente correto”, antes, porém, a escravidão era algo institucionalizado. Nesse contexto, toda via, podemos afirmar, categoricamente, que toda sociedade brasileira é filha do preconceito racial. Políticas afirmativas são necessárias, mas sem radicalismo e longe do sentimento de vingança.

A história tem nos mostrado, sobretudo aos mais atentos, que a divisão de raças, o ufanismo desmedido e o nacionalismo doentio não são bons conselheiros. Portanto, nesse momento de reflexão e amadurecimento sobre essa página da história brasileira, o que mais me preocupa, na qualidade de historiador, não é com o tempo que nos separa do fim da escravidão ou mesmo quantas décadas ou séculos nos faltam para superar esse fantasma, é, sim, o que fizemos e o que faremos, doravante, para romper com os velhos conceitos e promover o equilíbrio educacional e social, pois, a meu juízo, essa, definitivamente, seria a rota mais acertada a ser seguida, isto é: o caminho sem volta!!

Em mais uma “missão cultural a “corriola da Matriz” marcou presença noutro mercado público da capital pernambucana. Agora – a bola da vez – foi o Mercado da Encruzilhada. Com vários espaços e divididos em ambientes diferentes, o mesmo agrega mais de 200 pontos comerciais, que negociam de “um tudo”.

Internamente, além do “vuco-vuco” da feira do sábado, existem pequenos restaurantes dotados de boa estrutura para servir uma vasta clientela, desde os frequentadores assíduos como também os turistas.
Na parte externa do centro de compras, no horário da tarde, grupos artísticos se apresentam. O repertório musical privilegia os que gostam de escutar a boa música de outrora. Veja o vídeo.
Em breve, dentro da programação estabelecida, uma nova “missão” para outro mercado público será realizada. Essa turma gosta de “molhar o bico”……..

Quando me perguntam que horas são.


Sou de um tempo em que o anuncio de uma convocação de jogadores para o selecionado brasileiro disputar uma copa do mundo, era o bastante para deixar o País com cara de feriado nacional. Dizia-se: “todo brasileiro já tem a sua seleção escalada na cabeça”. Hoje, ninguém deu “bolas” para o Tite. Aliás, diga-se de passagem, apesar dele está gozando de boa credibilidade….
Será que o Brasil tá deixando de ser o País do Futebol? Entendidos na matéria, dizem que sim!!
Mesmo sendo de longe o esporte mais popular da nação, segundo pesquisas, os números não lhes são favoráveis. Com o crescimento populacional e tudo, o numero de torcedores nos estádios vem caindo, ano após ano. Aliás, os jogadores mais “badalados” do mundo estão atuando em uma dúzia de equipes da Europa.

Tenho a percepção que os torcedores brasileiros mais jovens, em função da internet, estão, aos poucos, perdendo o interesse pelos times locais e regionais. Imagino que a última Copa do Mundo no Brasil, ocorrida há quatro anos, onde, antecipadamente, ocorreram inúmeros debates e manifestações contrárias, realçando que nossa saúde, educação, transporte e segurança não eram do Padrão FIFA, de qualquer forma, despertou na população em geral um sentimento inverso ao planejado.
Portanto, imagino que essa apatia nacional pelo selecionado brasileiro, seja mais um sinal que nosso país está mudando. Aliás, nos últimos anos, os dirigentes do futebol brasileiro estão sendo estampados constantemente nas páginas polícias. Assim como vem ocorrendo com as gangues partidárias nacionais, no futebol os comandantes da CBF já estão atolados até o pescoço.

Com palavras simples
Eu quero chegar
Até você
E me fazer entender
Que só a ti
Pertence o meu Amor,
Este nobre sentimento:
Em qualquer momento.
José Bezerra de Oliveira


DESFILE 7 DE SETEMBRO – 1979.