Tome decisões que mudarão a sua vida. Escolha Grau Técnico e garanta um futuro brilhante.

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Amanheço morto na cidade. Tomo conhecimento de que morri logo cedo. Sou um morto muito especial, porque posso negar a minha morte, abrir a porta e sair andando, respirando o ar, rever as ruas, os lugares antigos por onde passei quando criança e que o tempo foi modelando, ora para melhor, ora para pior. Posso perceber, agora, que alguns lugares é que morreram. Caminho com um ar importante pelas ruas, porque posso descrever o que desapareceu. O cheiro do Café São Miguel, as meninas do Colégio Municipal, picolé de mangaba, disco de vinil com o retrato de Carlos Gonzaga, sessões dominicais de cinema, com sabor de ping-pong, Rock Lane a cavalo. Sou um morto que pode contemplar o nojo, a paixão e o tédio dos que me rodeiam e me julgam. Tenho direito a mais um dia, um jantar, telefonar para marcar um encontro. Principalmente, ir ao encontro e praticar, meticulosamente, a arte de dar e receber amor, como na milenar receita de Vatsyayana, o Kama Sutra de todo dia. Sinto-me vaidoso de minha morte – sem esquife, castiçal, lampejo de vela, coro lúgubre de carpideiras e meu derradeiro desfile, horizontal, pela cidade.
Respondo a alguém que me telefona para saber a verdade:
Morrer na boca do povo faz mais sucesso do que morrer de verdade. Não é todo dia que se é um morto andando pela cidade.
Sonho com alguém me perguntando: – Sosígenes, você andou morrendo ?
– Não, ando sem tempo para a morte.
Sosígenes Bittencourt

Disponibilizamos a música “Vaqueiro Apaixonado” dos compositores vitoriense Dédo Bezerra e Sérgio Bezerra. A música integra o álbum com o mesmo nome, interpretada pelo Dédo Bezerra.
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Gostou da música? – Baixe a MP3
Aldenisio Tavares

Na nossa Vitória de Santo Antão, no tempo pretérito, um grupo de notáveis lideraram um movimento que teve como objetivo maior – para marcar a passagem do século XIX para o XX – a construção de um monumento homenageando o Nosso Senhor Jesus Cristo. Essa narrativa está disponível nos livros que contam a nossa história. Até recentemente, nunca havia escutado outra versão.
Eis que, dias atrás, fiquei sabendo que existe outra versão, dando conta que o mesmo (obelisco) teve como principal “articulador” o então prefeito da nossa polis – Coronel José Xavier Cavalcanti Wanderley – que tinha fortes ligações com a Maçonaria em nossa cidade. Não obstante, o mesmo, ser descrito pelos registros oficiais, por assim dizer, como “prestigiosa e venerada figura das classes conservadoras e membro de tradicional família pernambucana”.
A história é dinâmica! Em conversas outras já haviam me questionado que o obelisco em forma de pirâmide não seria o formato mais acertado para homenagear a figura singular do cristianismo. Na qualidade de pessoa identificada com a história e, consequentemente, com os fatos que construíram nossa sociedade, doravante, irei me aprofundar nesse contexto.

Antigamente, em restritas parcelas sociais, circulava o prestigiado “cartão-postal”. Correspondência, que dispensava os envelopes, enviadas por pessoas que estavam em viagem ou entre amigos que moravam em lugares distintos. O tempo passou e, com o advento e as facilidades das novas tecnologias, a comunicação entre pessoas, corporalmente distantes, virou letra morta.
Sobre a origem dos “cartões postais” há várias informações: oficialmente, o primeiro foi colocado à venda nos correios da Áustria, em primeiro de outubro de 1869 – “escrito na cor negra, sobre um cartão creme”, No Brasil, o mesmo foi instituído pelo Decreto nº 7695, de 28 de abril de 1880, proposto pelo Ministro da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, conselheiro Manuel Buarque de Macedo.

Pois bem, em mais uma circulada internacional, o nosso conterrâneo santonense, Fernado Verçosa, através da sua pagina do Facebook, vem nos enviando vários “cartões-postais”. Aliás, o doutor é uma das pessoas mais “viajada” da nossa cidade. Diferentemente da maioria das pessoas, que buscam promoções para viajar, ele, primeiro, escolhe para o lugar que quer ir, depois, compra o pacote. Mesmo não viajando a negócio, toda vez que ele retorna ao seu torrão, volta mais rico.
O pituzeiro Erlen foi comprar umas coisinhas gostosas no mercado e resolveu mandar essa foto pra gente. Quem aí fica feliz quando acha a branquinha no mercado? hahah.


Deve ter sido pela madrugada:
– Em torno da modesta sepultura,
Daquela dentre as puras a mais pura,
Anjos, em graciosa revoada,
Como a medir, de céu, a imensa altura,
Vão de estrelas formando a linda escada
Por onde subiria a Imaculada…
– Jamais se viu tão régia iluminada.
(Se Deus é o Autor de tão custosa tela…).
Rasga a morte seus véus! Eis que esplendente,
Surge Maria, a quem Gabriel conduz.
Astros se apagam diante da mais bela…
E todo o Céu saúda alegremente,
A que trouxe em seu seio a própria Luz.
1969
(Entre o céu e a Terra – 1972 – Corina de Holanda – pág. 33).
Se depender da nossa grade de filmes, você já tem programação pra semana inteira.


Pronunciamento de Barreto. Ano não registrado.
Atenção alunos do curso Técnico em Enfermagem, preparamos um super evento para vocês! A semana de Enfermagem Grau Técnico é a oportunidade perfeita de aprimorar seus conhecimentos e habilidades que são desenvolvidas diariamente em sala, com minicursos práticos sobre temas relevantes ao mercado. Um momento de estímulo e conscientização do surgimento da enfermagem como profissão.


A diferença entre Herodes e os assassinos de nosso tempo é que
Herodes não era pai das crianças que mandou matar.
Sosígenes Bittencourt

A inesquecível interpretação e a saudade da voz marcante de VANILDO DE POMBOS, cantando a música Vaquejada da Vitória, composta por Samuka Voice, Benedito de Cachoeirinha e Aldenisio Tavares.
Vaquejada da Vitória – Vanildo de Pombos
Aldenisio Tavares

No tratamento ao cliente/usuário todas são iguais. Nas suas respectivas mensagens/ comunicação, nos grandes veículos de propaganda, idem. Ao consumidor, resta apenas pagar, para não ter seu nome na lista dos inadimplentes, nos respectivos órgãos competentes. Já com relação à qualidade dos serviços contratados, não tem escapatória, somos obrigados a engolir o chamado “prato feito”. Se você pensou numa empresa de telefonia móvel, ACERTOU!!
Hoje, no Brasil, segundo várias fontes, existem mais telefones habilitados do que indivíduos. Os números financeiros são astronômicos. A “ industria cultural”, praticada 24 horas por dia, por essas empresas, produz uma gigantesca inversão na tão difícil distribuição de renda, isso porque, via de regra, são justamente os mais pobres que comprometem a maior parte da sua renda nesse tipo de consumo impulsivo.
A história que narrarei adiante, é mais uma, igual a de tantos outros brasileiros – “Josés e Marias” – espalhados nos quatro cantos do nosso País. Há meses, vinha, sem sucesso, tentando cancelar, via telefone, uma das linhas de celular que está vinculada ao meu CPF – até então tinham três.

A primeira ligação ocorreu no dia 27 de março. A segunda em 28 de março, a terceira no dia 02 de maio, a quarta no dia 03 de maio e a última (espero que sim) ontem, 09 de maio. Após todos aqueles procedimentos de espera e “mil” perguntas de identificação – já conhecido por todos – quando manifestamos o desejo do cancelamento de uma linha, TUDO FICA DIFÍCIL.
Como se fosse um procedimento padrão, para esses casos, o atendente lhe deixa esperando mais que o habitual, o que convenhamos, já não é pouco. Diz a voz que vem do outro lado, de maneira robotizada: “senhor, o sistema tá lento. O senhor vai esperar?” Como sou duro na queda e só ligo quando estou realmente com tempo disponível, para enfrentar a “via crucis” – com exceção do contato de ontem – todas as vezes fui informado pelo atendente de que, o mesmo, não estava apto para realizar esse tipo de procedimento.
Ao passar para outro setor (mais espera e paciência) o novo atendente promove mais uma bateria de perguntas, para só depois dizer: “ senhor, sua solicitação foi encaminhada e em até 24 horas estaremos entrando em contato, para concluirmos o procedimento” – algo que nunca acontece(u).
Resumo da ópera: irei pagar por um serviço que não estou utilizando, por três meses, simplesmente porque a operadora está programada para lhe enrolar até o quanto puder. Informou-me, ainda, que para eu desvincular o numero do meu CPF (desse chip), terei que, obrigatoriamente, fazê-lo presencialmente, em uma loja física. Algo, totalmente desnecessário, quando se trata de uma operação inversa, ou seja: PARA CONTRATAR OS SERVIÇOS OU COMPRAR ALGUM PENDURICALHO. Muita vezes “ofertado” e “empurrado” sem que você esteja precisar ou mesmo nunca solicitou.
Moral da história: mais uma vez, irei acionar a justiça. Digo mais uma vez, por que já o fiz várias vezes e ganhei todas. Não consigo absorver esse tipo de procedimento com indiferença, achando que é “assim mesmo” ou que todas as operadoras são “iguais”. Aciona-las judicialmente, é uma forma de atenuar o desrespeito à relação de consumo e, ao mesmo tempo, fazer com elas (operadoras de celular) mantenham-se no topo da lista das empresas mais questionada na justiça.
Por conta dessa “ineficiência programada” e estudada das operadoras, nesses três meses, ficarei mais pobre em R$ 180,00, sem comer e sem beber. As operadoras de telefonia móvel ESTÃO SAQUEANDO O NOSSO PAÍS. A equação é mais ou menos simples: Se ela (operadora qualquer) tem hum milhão de clientes e, todos os meses (em média) lhe rouba R$ 10,00, terão, ao final de um ano – fruto da delinquência planejada – a pequena bagatela de R$ 120.000.000,00 (cento e vinte milhões de reais) em seus caixas. Dessa montanha de dinheiro, retira-se-á algumas migalhas para pagar as pacas e irrisórias indenizações na justiças, aos pouquíssimos clientes que acionou-a e, o resto, é LUCRO LÍQUIDO.

De certo, pouquíssimas pessoas ajuizarão as questões, pedindo reparação na justiça. Logo, para as operadoras, ROUBAR OS CLIENTES É UM GRANDE NEGÓCIO. Elas sabem muito bem disso. Outra observação que faço, é que, de certa forma – intencional ou não – essa “maracutaia” conta com a conivência do Poder Judiciário pois, após o final da questão em juízo – depois de muito tempo – os magistrados sentenciam às operadoras pagamentos indenizatórios ridículos e inócuos.
Portanto, eis aí mais um problema em que a Justiça Brasileira “trabalha” contra a população e em favor dos grandes conglomerados financeiros. Tenho a absoluta certeza de que se a justiça, doravante, despachasse sentenças justas, que pesassem no caixa dessas empresas, as mesmas passariam a trabalhar da maneira correta, ou seja: SEM ROUBAR SISTEMATICAMENTE O CLIENTE. No Brasil, nem só os políticos são pecadores, a justiça também, ao meu juízo, passará maus bocados, no chamado “Juízo Final”. AVANTE!! LAVA JATO.

Falar dessa matéria não para qualquer um. Questões jurídicas, de alta complexidade, dividem até os mais experientes juristas. Na suprema corte brasileira, por exemplo, as decisões veem sendo tomadas com o plenário se dividindo, o que comprova o alto grau de múltiplos interesses envolvidos.
A “bola da vez” é o “foro por prerrogativa de função” – popularmente conhecido como “Foro Privilegiado”. Após a iniciativa do STF em alterar o entendimento, no que se refere aos deputados federais e senadores, imediatamente, um contra-ataque foi anunciado pelo congresso, visando “mexer” na “casta” judiaria.
Entre “súmulas vinculantes” e PEC (proposta de emenda constitucional), os dois poderes – Judiciário e Legislativo – estão em pé de guerra. Numa espécie de “chumbo trocado”. Os poderes, como diz a constituição, deve, e deveriam ser independentes e harmônicos entre si.

No acaso em tela, no meu modesto entendimento, essa é uma divergência interessante, salutar e bom para o Brasil. Outro dia, aqui mesmo, eu escrevi que na nossa “Pátria de Chuteiras” os poderes constituídos (Executivo, Legislativo e Judiciário) tem harmonia de mais e independência de menos.
Botem uma coisa na cabeça: enquanto as autoridades estiverem se entendendo mais que o necessário o correto deixou de ser feito. O povo, coitado! Não sabe nem se é de dia ou se é de noite…….
Galera, a pituzeira Dadhy resolveu registrar esse almocinho light: feijuca com Pitú. Eita que chega dá pra sentir o cheirinho daqui. Quem aí ficou babando?

Nascida numa velha primitiva mina
Corre milênios rolando pelas pedras
Na descida de uma cachoeira emoção e evolução
Em busca da perfeição
Percorrendo toda terra
Germinando esse solo sagrado
Do homem para o nascimento
Os vegetais e árvores crescendo
Indo desaguar no mar
O sol aquecendo evaporação e precipitação
A terra chuva trazendo
Faz lembrar reencarnação
Pois tudo é transformação
De moléculas e paixão vivida
Revividas em todo coração
Do homem em evolução
É princípio origem da criação
Água que vem do céu
Que corre pelo chão pro céu voltar
Na chuva retornar
E a terra voltar é como reencarnar
A mesma essência
Em corpo matéria renovada
Pra nova vida experimentar
Sete vezes setenta vezes
Que precisar o homem receber
O perdão pra renascer
Oportunidade à esclarecer
O caminho da iluminação
Justiça divina é reeencarnação
Lei da natureza
Que espera do tempo à salvação
Quem não tem pressa em aprender à lição
Sofre nas reencarnações
Aprende pela dor
O que não viveu com amor
Tem que amar para resgatar
Aquele último centil
E se libertar de reencarnar
Para a felicidade conquistar
Marcone Melo – É poeta vitoriense.

Quem dorme bem, vive melhor! Pra quem deseja melhorar a qualidade de vida através do repouso, na #SonhosColchões do Vitória Park Shopping tem preços imperdíveis para presentear sua mãe. Venham conferir!


Seu Sitonho do Posto, entre amigos. Foto registrada na década de 1970.
Tome decisões que mudarão a sua vida. Escolha Grau Técnico e garanta um futuro brilhante.


Se você perguntar a qualquer animal racional o significado da palavra “comunista”, todos saberão defini-lo, do matuto lá da roça ao sociólogo polonês Zigmunt Bauman.
Juca Chaves dizia que “Comunista é aquele que não tem nada e quer dividir com os outros.”
Como Juca Chaves era um comediante refinadamente sarcástico, irônico, eu resolvi também partilhar minha comédia. No meu entender, COMUNISTA É AQUELE QUE OFERECE TUDO DE QUE “VOCÊ” PRECISA PARA “ELE” SER FELIZ.
A ironia afia a inteligência.
Sosígenes Bittencourt