“Receita” na voz de Serginho Farineli.

Ouça a música “Receita“, composta por Aldenisio Tavares e Wendell Nogueira, na interpretação de Serginho Farineli . A canção é  integrante do CD “O Amor de Deus nos uniu”, lançado pelo compositor,  uma homenagem dos compositores para o ECC (Encontro de Casais com Cristo).

Receita -Serginho Farineli

Aldenisio Tavares

Carnaval da vitória, na Vitória, do novo presidente da República, Jair Messias Bolsonaro!!

Com a primeira parcial dos votos, emitida pelo TSE, apontando vantagem segura para o candidato a presidente Jair Messias Bolsonaro, assim como em todo Brasil, os antonenses simpáticos ao seu projeto também ganharam as ruas para comemorar.

O Pátio da Matriz, tal qual como ocorre em vitórias eleitorais locais  e conquista de campeonatos de futebol, foi o mais movimentado. Por lá, a partir da decretação oficial do resultado, muitos fogos e muita zoada!! Eleitores vestidos nas cores da bandeira nacional “ desfilaram”  para exibir a alegria da conquista. Veja o vídeo.

Carros com o som ligado, camionetes com pessoas na caçamba e até um paredão de som  “puxando” um sem números de motoqueiros serviram de mais animação e para os grupos que lá se fixaram para beber e comemorar.

Esses, portanto, foram alguns lances e imagens que marcaram o “carnaval improvisado” dos eleitores do agora Presidente da República Jair Messias Bolsonaro. Doravante, independente de qualquer coisa, devemos baixar a guarda, pacificarmos-nos enquanto Nação e seguir a em frente até porque o novo mandatário precisará do apoio e da paciência de  todos nós para tentar fazer o melhor!!!

O dia da eleição na Vitória foi tranquilo e sem filas!

A eleição do domingo (28) foi tranquila em todo País, segundo noticiário da grande imprensa. Na Vitória de Santo Antão, idem. Durante todo dia observamos uma movimentação bem acima de um domingo normal, mas sem nenhum transtorno ou problemas de trânsito ou “algazarra eleitoral”.

Ao  prédio da FAINTVISA, local que  passei a votar após o recadastramento da biometria, comparecei praticamente no mesmo horário. Por lá, nada de filas ou aglomeração, tal qual no primeiro turno.  A rapidez na efetivação do sufrágio na urna – apenas em um candidato – verdadeiramente foi o motivo número um da fluidez.

Apesar da proibição da velha prática dos “santinhos” jogados nos cantos da rua,  no caso, próximos ao principal acesso da FAINTVISA, apenas demonstra que a mudança do  Brasil,- que precisa mudar  de verdade –  não deve ser apenas uma obrigação dos políticos, mas,  de maneira geral, também dos seus apoiadores e da população em geral. Tenho absoluta certeza que não foi o Capitão Jair Messias Bolsonaro – muito menos seus filhos –  que jogou  esses “santinhos” no chão, cometendo, então, “crime eleitoral”. Foi sim, quem votou nele, inclusive,  por querer um País sem corrupção e com novas práticas na política. Ou seja: UM PAÍS HONESTO!!!!

Campanha animada na Vitória até o final do “segundo tempo”!!

Nas últimas 48 horas que antecederam o pleito do domingo,  do histórico dia 28 de outubro de 2018, fizemos alguns registros realçando a movimentação espontânea dos antenenses que abraçaram as ideias e vestiram, literalmente, a camisa dos seus respectivos candidatos.

Na noite da sexta (26) aconteceu uma grande movimentação – no formato carreata – nas ruas centrais da cidade, promovido pelos apoiadores da candidatura do presidenciável Fernando Haddad. Registramos a passagem do grupo pelo Pátio da Matriz. Veja o vídeo.

Já no sábado (27) pela manhã, apoiadores das duas candidaturas – Bolsonaro e Haddad –munidos de bandeiras, camisas e panfletos, se posicionaram em dois pontos estratégicos da movimentada Avenida Mariana Amália para  “fazer barulho” na tentativa do convencimento  dos indecisos que por transitavam pelo local.

Na ocasião, gravamos um vídeo com os dois grupos. Ambos se mostravam animados. Veja o Vídeo.

 

Orquestra Super Oara: PARABÉNS PRA VOCÊ!!!!

 

28 DE OUTUBRO – DIA MUNICIPAL DO TURISMO E ANIVERSÁRIO DA ORQUESTRA ARCOVERDENSE DE RITMOS AMERICANOS, A SUPER OARA!!!!

PARABÉNS!!!!!

Num dia como o de hoje, há 60 anos atrás, surgia em Arcoverde uma pequena orquestra fruto da iniciativa de um músico filho da cidade pajeuzeira de Carnaíba das Flores que, ao lado de alguns abnegados arcoverdenses, fundaram a que hoje conhecemos, admiramos e que é aclamada Brasil afora – Orquestra Arcoverdense de Ritmos Americanos, a SUPER OARA.

O tempo passou, a orquestra cresceu, ficou famosa e o Maestro Egerton Verçosa do Amaral – o filho de Carnaíba das Flores e, posteriormente, filho adotivo de Arcoverde e por diversas vezes homenageado, inclusive com o título de Comendador – viu a data de aniversário de sua orquestra ser imortalizada a partir do momento em que, através da Lei Municipal nº 2.543/2018, o 28 de outubro passa também a ser considerado o DIA MUNICIPAL DO TURISMO – importante efeméride a ser comemorada em todo o território municipal, doravante, sempre nesta data.

Porém, como hoje, domingo 28 de outubro, coincidiu com o segundo turno da eleição presidencial, infelizmente não se pode realizar alguns eventos previamente planejados para lembrar a tão significativa data. Fica, pois, o registro e a certeza de que no próximo 28 de outubro, em 2019, possamos celebrar o DIA MUNICIPAL DO TURISMO com tudo que a data merece, não apenas pelo seu simbolismo, mas, sobretudo, para homenagear o aniversário da trajetória de sucesso da Orquestra Arcoverdense de Ritmos Americanos (SUPER OARA), a Rainha das Orquestras Brasileiras, juntamente com o legado do seu fundador – o emblemático Maestro Egerton Verçosa do Amaral, o popular e querido Beto da Oara.

Portanto, VIVA O DIA 28 DE OUTUBRO – DIA MUNICIPAL DO TURISMO E ANIVERSÁRIO DE FUNDAÇÃO DA ORQUESTRA SUPER OARA, ícone histórica da cultura musical arcoverdense, nordestina e brasileira!!!!!

– Albérico Pacheco.

Momento Grau Técnico Vitória.

Os estudantes da Turma de Enfermagem realizaram visita pedagógica a Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Getúlio Vargas. A visita foi orientada pelo instrutor Anderson Lacerda e teve o objetivo principal de levar os estudantes a vivenciar as práticas profissionais aplicadas nos setores que atendem pacientes em situação crítica ou de risco. As visitas pedagógicas oportunizam os estudantes a vivenciar na prática os conhecimentos adquiridos nas aulas teóricas em sala de aula.

A QUENTURA QUE ESTÁ FAZENDO – por Sosígenes Bittencourt

A quentura que está fazendo não está no termômetro. No meu tempo, dir-se-ia que era a canícula abrasadora; que, no sertão, galinha estava botando ovo cozido, e vaca dando leite em pó. E seria só. Hoje, tem explicação. É o Buraco da Camada de Ozônio, que estão afolozando. Até as crianças já ouviram falar em Gás Carbônico e Efeito Estufa. Rendilharam a peneira do sol. Os raios vêm diretinho na pele, no calçamento, no juízo dos moradores da terra. Isso porque ninguém quer saber de conselho de ecologista, ambientalista, e outros tenebrosos profetas do final dos tempos. Nem querem saber das gerações futuras, embora venham a ser os próprios filhos, seus netos, pessoas que dizem amar. Parecem comungar a frase “Depois de mim, o dilúvio”. Desprezam a natureza em nome de riquezas passageiras, pois o tempo corre célere, e a morte é desprovida de matéria. Sequer se amam, pois poluir o meio ambiente é uma forma de lambuzar-se.
Outro dia, deu uma ventania aqui na cidade tão forte que quase altera a posição do município. Um matuto me contou que suas galinhas foram parar no terreiro do vizinho.

Já deu enchente por aqui de geladeira boiar e aventureiro abrir latinha de cerveja no roldão das águas, entre cobras e lagartos.

O falecido barbeiro Moisés recitava uma quadrinha mesmo assim:

O sertanejo, ao nascer,
Tem seu destino traçado,
Se de sede não morrer,
Por certo morre afogado.

Só relembrando Drummond: Êta vida besta, meu Deus!

Sosígenes Bittencourt

Vitória de Santo Antão já vivenciou dias de VERDADEIRO INFERNO!!!

Mergulhando nos arquivos que contam a história dos nossos antepassados, dos vitorienses filhos do eremita Santo Antão, continuo encontrando muitos fatos intrigantes. Acontecimentos, ocorridos há cera de um século e meio, que 99,99% da população atual desconhecem completamente. Se narrados, muita gente vai dizer que é coisa de filme de terror!

Já imaginou famílias inteiras morrendo dentro de casa, de maneira rápida e sem qualquer medicamento ou assistência médica para socorrê-las? Pensar, então, que quando uma criança negra conseguia sobreviver desse verdadeiro holocausto, algumas eram recolhidas por mercadores e vendidas no sertão como escravos?

Com efeito,  espiar  centenas de fogueiras ardendo em fogo alto, dia e noite, para debelar o mal invasor, causador do maior pavor já vivenciado pelos nossos irmãos antonenses, fossem eles ricos ou pobres, brancos ou pretos, instruídos ou analfabetos?

Como mensurar, então, o que se passava na cabeça de uma pessoa que nas suas horas derradeiras se deslocavam para as proximidades das suas covas para não dar trabalho aos seus familiares, no transporte dos seus corpos?

Nesse período, por assim dizer, POR conta dos corpos insepultos, apenas os urubus viveram na fartura……Tudo isso, num só tempo,  aconteceu na nossa Vitória de Santo Antão………..

Uma boa mensagem. Um bom exemplo de história de vidas compartilhadas……

Republicado por um jornal da capital, recentemente, tomei conhecimento de uma matéria do famoso e respeitado “The New York Times” na qual realçou um fato curioso que ocorreu no interior da Alemanha, lá do outro lado do Atlântico.

Não irei dar-me ao trabalho de escrever as palavras em alemão – dá um trabalho danado. Irei, contudo, apenas narrar o fato:

Em um vilarejo agrícola do interior da Alemanha, com cerca de 1.500 habitantes existia, há 60 anos,  uma cervejaria que serviu e atuou como ponto de convergência da comunidade. Foi lá, por exemplo, nas festas e datas comemorativas, que muitas crianças e jovens se conheceram, depois namoraram e se casaram. Muito deles, atualmente, refazem com os netos o mesmo que fizeram com os filhos, ou seja: continuam frequentando o mesmo ambiente.

Eis que o dono do estabelecimento, um senhor com quase 90 anos e fundador  da cervejaria que foi seu ponto laboral a vida inteira, dormindo, fez a viagem sem volta. Sem sucessor natural para o negócio, o mesmo foi fechado. Economicamente inviável, na visão das grandes redes do gênero, o negócio acabou ficando sem serventia para a comunidade.

Tocados pela ideia do pertencimento, os moradores da localidade,  numa espécie de cooperativa,  assumiram o negócio abrindo o capital da empresa para investidores externos sem perder o controle administrativo, muito menos as características e  o formato da atividade de fim da cervejaria que,  majoritariamente, era ser voltada e direcionada  aos eventos e necessidade da convivência dos moradores locais.

Moral da história: todos os dias o “mundo real” nos inclina a pensar  que o que  é meu,  é apenas meu! O que pertence aos outros é problema  deles……Mas, afinal, como poderemos construir o tão sonhado nosso?

Dividir o que nos pertence sem que, necessariamente, eu leve o meu pedaço para casa é, imagino, ser um dos  grande desafios  da humanidade  nesse  alvorecer do século XXI.  O drama humanitário das migrações está na ordem do dia, sobretudo  nas cabeças pensantes do capitalismo,  tendo em vista à  nova revolução industrial em curso, diga-se de passagem:  em estado  avançado………..

CONVITE: Instituto Histórico da Vitória.

No mês de novembro próximo realizaremos diversas atividades enfatizando a importância da Educação das Relações Étnico-Raciais. Entre elas realizaremos uma Conferência sobre: As Conquistas e os retrocessos dos Direitos da População Negra, com enfase na Lei 10.639/03.  Convidamos para o debate a ilustre dra Lívia Sant Anna Vaz, Promotora de Justiça e Coordenadora dos Grupos de Atuação Especial de Defesa da Mulher e da População LGBT (GEDEM) e de Proteção dos Direitos Humanos e Combate à Discriminação (GEDHDIS). Contamos com sua presença, evento gratuito e que disponibilizará certificado valendo hora/aula.

Momento Cultural: SORRISO DE CRIANÇA – por ADJANE COSTA DUTRA.

Tão pequenino Netinho…
Teu sorriso terno de criança…
Alegremente acalentas doces travessuras,
de lá pra cá,
de cá pra lá.
Netinho tão pequenininho…
E de lá pra cá,
de cá pra lá.
A correr alegremente,
bateu cá na mesa.
Tão pequenininho Netinho,
com teu sorriso de criança.

(TAPETE CÓSMICO – ADJANE COSTA DUTRA – 1995 – pág. 21).