CONSTRUÇÃO DO CIBRAZEM – DÉCADA DE 1960
Arquivo do Autor: Cristiano Pilako
“Sipaúba In Concert”: música de qualidade na Vitória!!
Aconteceu no sábado, dia 04 de maio, a abertura do Projeto Cultural “SIPAÚBA IN CONCERT”, pilotado pelo produtor Leonardo Edardna (Bad Léo) e Pepeu. O evento, que acontecerá nas tardes dos sábados, tem por finalidade abrir espaço para a música de qualidade, assim como valorizando os artistas locais. No vídeo, “Os Boêmios”.
A crise na Venezuela – por Ronaldo Sotero
A crise da Venezuela caminha para ser resolvida externamente. Os chanceler russo e o secretário de Estado americano devem se encontrar na próxima semana. O governo russo não quer guerra pra não ficar desidratado perante a China. Agora dar declarações de força faz parte da retórica de Putin. O chinês por sua vez teme 250 bombas nucleares da Índia em seu quintal. Os indianos são aliados estratégicos dos americanos. Está vendo o que mostra a geopolítica? Os palpiteiros globais precisam abrir um livro. Grandes corporações (empresa é barraca de coco em Boa Viagem ) americanas como a Pepsi, Macro Soft estão comandadas por indianos naturalizados americanos. Os indianos da área de tecnologia são os estrangeiros mais bem pagos nos EUA, sobretudo no Vale do Silício. O idioma inglês é obrigatório nas escolas da Índia, que , em menos de 10 anos , vai superar a população chinesa. E os quelonios (jabutis, cágados) brasileiros preocupados com Neymar cai cai, com o beato Lula, Pablo Vitar, o vira-lata do Santa Cruz, os pernas de pau do Sport e a campanha rumo à série D do Náutico. Tenha paciência, paciente!
Ronaldo Sotero
Momento Cultural: A Alvorada – POR GUSTAVO FERRER CARNEIRO.
O sol se descortinava na praia
Brilhando em meus olhos
Caminho só
Ar imóvel, quente
Vento assobiando ardente
Com o som da minha respiração
Um monte de pensamentos
Um toque agudo sibilante
Suspirando com prazer
O nascer de um novo dia
Uma alvorada arredia
De momentos de introspecção
Um aroma gostoso de terra molhada
Ou maresia,
Um delicada lua ornamentando o amanhecer
Em uma fantasmagórica poesia,
Plenitude
O vento zunindo
Um sentimento de dignidade
Uma visão do encanto
Insondável graça no rosto
No perplexo momento
Da percepção da vida.
O que ele diz
estará dentro do seu peito
Todo tempo
Para sempre…
Seja longe, seja perto
Não sabemos o exato, o correto
Para tudo tem um tempo
Mas quando será esse tempo certo?
(MOSAICO DE REFLEXÕES – GUSTAVO FERRER CARNEIRO – pág. 14).
Momento Vitória Park Shopping
Momento Pitú: Viva a Resenha!!
O coração que ri – por Sosígenes Bittencourt
O sofrimento é um prolongamento da dor, ele sobrevive à dor. Sofrimento é deixar de agradecer pelo amor recebido e resmungar pelo amor que deixou de receber.
Pessoas que amam a vida são pessoas que agradecem e, por isso, são pessoas calmas. A calma promove harmonia, porque a calma organiza a vida. E um dos benefícios dessa postura diante da vida é fundar no convívio a esperança.
O coração que ri não dá asas ao sofrimento porque palpita desesperança.
Sosígenes Bittencourt
Zezé do Forró canta “Querida” de Aldenisio Tavares.
CD Zezé do Forró – música QUERIDA – autoria Aldenisio Tavares.
Aldenisio Tavares
Vamos Comemorar: “MAIO ANTONENSE – O MÊS AZUL E BRANCO”
Hoje, 06 de maio, Vitória de Santo Antão comemora a passagem de mais um aniversário da sua elevação à categoria de cidade. Para “sintonizar” o internauta no tempo e no espaço, por assim dizer, realcemos que o Recife recebera esse título (cidade) apenas duas décadas antes, exatamente em 1823, demonstrando assim que o nosso torrão, já na primeira metade do século XIX, despontava como um circunscrição territorial/política considerável.
Do ponto de vista prático, no que se refere ao contexto administrativo local, o titulo de “Cidade” em nada modificou a relação dos governantes com os nativos, pois a verdadeira transformação local, no que se refere à “vida orgânica municipal”, já havia nos ocorrido décadas antes, ou seja: elevação de Freguesia à Vila, em 1812. Já à autonomia jurídica correu 1833 – Vitória deixou de pertencer à Comarca do Recife e passou a ter Juiz togado.
Na qualidade de estudioso da vida pretérita da nossa aldeia e sócio efetivo – há mais de quinze anos do Instituto Histórico – na próxima oportunidade em que estiver em reunião ordinária na “Casa do Imperador”, que penso ser o embrião natural dessas questões, irei abrir discussão no sentido de promovermos no mês de maio um conjunto de ações comemorativas – haja vista todos esses relevantes acontecimentos terem ocorridos num mês de maio, evidentemente que em dias e anos diferentes. A história é dinâmica! Releituras serão sempre bem vindas e necessárias à boa historiografia.
ESSA SERÁ UMA DAS MINHAS PROPOSTAS: “MAIO ANTONENSE – O MÊS AZUL E BRANCO”
Acredito, se bem trabalhado em conjunto com toda sociedade e os poderes constituídos, poderemos despertar nos nativos, sobretudo nos mais jovens, um incremento substancial no que se refere ao chamado SENTIMENTO DE PERTENCIMENTO, algo que nos parece em processo de desidratação na terra desbrava pelo português Diogo de Braga.
Portanto, desde já, aproveitemos o mês que acaba de começar para introduzirmos e alardeáramos essas informações, principalmente com os nossos conterrâneos menos atentos, no que refere às questões da aldeia………Viva “O MAIO ANTONENSE – O MÊS AZUL E BRANCO”…
Projeto: Sipaúba In Concert – Os Boêmios e Neide & Pepeu – sábad.o – 15h
Empinando mais um projeto cultural na Vitória de Santo Antão, o produtor Leonardo Edardna, mais conhecido por Bad Léo, agora, juntou-se com os artistas locais para promover, nas tardes dos sábados, um “CONCERTO MUSICAL” que visa resgatar os clássicos da música nacional – seresta e musica romântica!! O palco escolhido foi a “Arena Sipaúba” que recebeu pintura nova, realizada pelo Engarrafamento Pitú, especialmente para esse projeto!!
Portanto, nesse sábado, 04 de maio, o Projeto Cultural “SIPAÚBA IN CONCERT” dará partida com o show dos “BOÊMIOS E NEIDE & PEPEU”, a partir das 15h. Para quem gosta de tomar “imas e outras” ouvindo música de qualidade, essa é a pedida desse sábado!!!
Serviço:
Projeto: Sipaúba In Concert
Dia: tarde dos sábado, a partir das 15h
Local: Beco da Sipaúba – Centro da cidade.
Atração musical do próximo sábado: Neide & Pepeu e os Boêmos
CURTA DECUMENTÁRIO – A HECATOMBE DO ROSÁRIO
O curta documentário “A Hecatombe do Rosário” se propõe a resgatar a história de um dos maiores massacres acontecidos no Brasil do Segundo Império. Um acontecimento dos mais trágicos e sinistros acontecido em 1880 na então “Cidade da Victória”, hoje Vitória de Santo Antão. O dia era 27 de junho, véspera das eleições municipais para Juízes de Paz e Vereador, e o racha interno no partido Liberal, que originara duas correntes políticas disputando o poder na região, os “Cachorros” e os “Leões”, resultou em um embate sangrento e macabro, que culminou na morte de 17 pessoas e dezenas de feridos. Os envolvidos eram principalmente senhores de engenho da oligarquia canavieira da época na região. E não bastasse a violência do fato, este se deu dentro de um templo católico dos mais antigos do Estado, a Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, datada do início do século XVIII, e desde 1985 tombada pelo Patrimônio Histórico e Cultural do Estado.
Apesar da importância do fato para a política e história do município e por que não dizer, do Estado de Pernambuco, o episódio é desconhecido pelos vitorienses e pernambucanos, e o que se tinha de conhecimento eram breves relatos em jornais e alguns escritos. Muitos destes sem fidelidade ao que realmente ocorrera naquele fatídico dia, bem como nas semanas anteriores e pós acontecimento.
Com profunda pesquisa de variadas fontes e depoimentos de alternadas vertentes e conteúdos, conseguimos traçar uma narrativa que resultou em um valoroso trabalho documental, até então inexistente e que agora será apresentado publicamente.
Para construção da narrativa, a produção entrevistou o vitoriense, Ex-governador e Ministro de Estado, Gustavo Krause; o Professor e Arquiteto Urbanista Motta Menezes; o historiador e presidente do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória, Pedro Ferrer; o Professor e Procurador do Estado Marcelo Casseb; o professor e Historiador Reinaldo Carneiro; as Professoras, Historiadoras e Diretoras do IHGV, Cláudia Vicente e Maria de Fátima. O Professor e vice-presidente do IHGV Hiram Gomes; os Historiadores André Pontes e Cláudio Galvão, e o Memorialista José Joaquim Neto. Cada qual evidenciando um tema para a narrativa.
O Roteiro e direção é de Djalma Andrade, a Produção executiva de Leonardo Edardna, e a importante participação dos aristas vitorienses Rildo de Deus, com uma belíssima poesia em cordel; o músico João Caverna, que musicou parte do filme, e desenhos de Fernando nascimento ilustrando a narrativa.
O filme foi contemplado com incentivos do Fundo Nacional de Cultura – FUNCULTURA, através da FUNDARPE e Governo do Estado e a exibição oficial de lançamento é sexta-feira, dia 17 de maio, às 19h30, no Teatro Silogeu, em Vitória de Santo Antão, especialmente para convidados. Paralelamente à exibição, acontece um exposição com fotos dos personagens, documentos e peças relacionados ao fato. Outra sessão, esta aberta para o público, acontece às 21 horas.
ASSESSORIA.
“Ótica Diniz Vitoriense”- GOL DE PLACA!!!!
Sinônimo de força e capilaridade nacional a marca “Ótica Diniz”, que na Vitória de Santo Antão é pilotada pelo amigo empreendedor Sérgio Alves, fez um gol de placa na nossa “aldeia”. Além de ser a melhor empresa do ramo por aqui, no que se refere às tendências do mercado ao passo que disponibiliza os melhores preços, agora, calibrou sua mídia digital com o “DNA” antonense, tanto de corpo quanto de alma.
Após contratar uma agência local – PEDE BIS COMUNICAÇÃO – para melhorar ainda mais o dialogo com o consumidor regional, a “Diniz Vitoriense” promoveu figuras carimbadas da nossa cidade ao patamar de “POPSTAR E CELEBRIDADES”……….Entre outros, destacamos os amigos Pablo Dantas, Márcio Souza e Tatú Lanches, todos, reconhecidamente, autoridades no mundo digital e nas suas respectivas atividades.
Assim sendo, na qualidade de antonense atento aos movimentos locais, não poderia deixar de fazer esse registro, realçando à visão empreendedora do casal amigo, Sérgio e Simone, por prestigiar e valorizar as “pratas da casa”…..
CONVITE: INSTITUTO HISTÓRICO – 04/05 – 19:30H
“A VIDA É FEITO DE TEMPO E DAQUILO QUE FAZEMOS COM O TEMPO TEMOS”
EDUCAÇÃO MUSICAL – A importância dos graus contidos na escala musical. (PARTE 3)
Conforme estamos analisando a importância existente em cada grau (nota) da escala musical, nos faz aproveitar cada momento e, com a escala de DÓ Maior servindo de modelo, teremos o material base suficiente para esta abordagem. O estudo da escala ou, das escalas, contém paralelamente o estudo dos graus conjuntos e os graus disjuntos. Lembramos que estamos trabalhando dentro do campo de DÓ Maior, então, o primeiro grau (I) desta escala será DÓ ( C ), onde já estando ciente dos sete graus existentes nesta escala, e, o acréscimo de mais um grau oitavado que será o próximo DÓ ( C ) formador inicial da segunda escala aguda de DÓ Maior, nos deixa livres para trabalharmos o estudo dos graus conjuntos. No estudo dos graus conjuntos podemos observar sua característica na sua formação da escala de DÓ ( C ), por exemplo: vamos trabalhar com o I e o II grau (DÓ/RÉ), onde podemos representá-lo também pela grafia da cifra: (C/D). Este grau pode ser denominado de grau maior, em razão ao seu valor referente a sua distância entre si, por exemplo, ao iniciarmos a escala dentro do campo de DÓ Maior ( C ), e, ao fazermos os cálculos referentes a soma, encontraremos do ( C ) ao (D ), ( DÓ/RÉ ), um tempo.
Quanto aos graus disjuntos, existe a diferença no que diz respeito, a sua formação composicional entre o grau principal – a primeira nota – e, a sua última nota, por exemplo, (DÓ/SOL); ( C/G ), I e V, onde ao calcularmos a sua distância, encontraremos diversos graus até chegarmos a última nota (grau), para o fechamento do grau trabalhado. Por exemplo: do ( C ) DÓ ao ( G ) SOL, o DÓ ( C ) é o grau principal, seguido do ( D ) RÉ, ( E ) MI, ( F ) FÁ, e o fechamento do ( G ), onde observamos uma separação por outros graus (notas), para que assim seja formado o grau disjunto. Onde passo a passo, vamos nos adaptando com o estudo dos graus e, ao mesmo tempo trabalhando as escalas e seus intervalos ( distância entre um e demais graus).
Bosco do Carmo
E-mail: bcarmo45.bcm@gmail.com
Momento Cultural: Quando – por Stephem Beltrão
Quando você pensa que estou triste
Estou alegre
Quando você pensa que estou mal
Estou bem
Quando você pensa que estou perdido
Estou no rumo
Quando você pensa que estou dormindo
Estou acordado
Quando você pensa que estou só
Estou acompanhado
Quando você pensa que estou embriagado
Estou sóbrio
Quando você pensa que estou caído
Estou erguido.
Enquanto você achar que estou quebrado
Prosseguirei inteiro
Enquanto você achar que sou apagado
Serei acesso
Enquanto você achar que vivo doente
Estarei sadio
Enquanto você achar que fico preso
Serei libertado
Enquanto você achar que ando sofrendo
Permanecerei feliz
Enquanto você achar que ando chorando
Seguirei sorrindo
Enquanto você achar que já morri
Continuarei vivo.
Stephem Beltrão
Momento Vitória Park Shopping
O Tempo Voa: Aerofotografia da Vitória
Momento Pitú: Viva a Resenha!!
ABESTALHADO COM A VIDA – por Sosígenes Bittencourt
Desde menino que eu sou abestalhado com a vida. A vida é uma loucura. Vivemos como se não fôssemos apodrecer, solitariamente, um dia. Nutrimos a esperança de sair voando para o céu, em forma de alma, alvos como um capucho de nuvem, para sentar num jardim paradisíaco, onde não há agrotóxico e todas as frutas são doces.
Mas, por que tanto espanto em pensar que tudo isso pode ser verdade? Walt Disney sonhou fazendo um desenho caminhar e o fez. Sobretudo, para deixarem de chamá-lo de doido. Aliás, o próprio animador de desenho resumiu sua façanha: If you can dream it, you can do it – Se você pode sonhar, você pode realizar.
Por que aquilo que pensamos não pode ser verdade? Por que nossas ilusões não podem se concretizar um dia? Afinal, o homem já sonhou voando e inventou o avião. Não satisfeito, porque queria ser um pássaro, montou uma asa delta e foi dar uma voltinha, atirou-se no precipício, com cara de pássaro, fazendo munganga de pássaro.
Melhor estar iludido do que desiludido. A desilusão é a maior dor. A desilusão é uma depressão, como acocorar-se ante o Portal do Inferno de Dante: Lasciate ogni speranza, voi che entrate – Perdei toda esperança, vós que entrais.
Sosígenes Bittencourt








Querida – Zezé do Forró










