Hoje disponibilizamos a música GALOPE GALOPADO, composta e interpretada por VANILDO DE POMBOS.
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Aldenisio Tavares
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Aldenisio Tavares
Confirmado para começar já no próximo sábado – 04 de maio – o Projeto Cultural “SIPAÚBA INCONCERT” tem como articuladores dois conhecidos artistas locais. A união comercial do produtor cultural Bad Léo com o músico Pepeu, tem tudo para dá certo, ou seja: “ tem pano pra manga”.
De um lado, um sujeito vivido no mundo artístico e acostumado “empinar” grandes projetos culturais. Do outro, um cara identificado, desde nascença, com o segmento da seresta e com a música de qualidade. Em tempos de “música-lixo”, lubrificar os ouvidos com os clássicos musicais, sempre será uma boa opção!!!
O Projeto Cultural terá como palco o “Beco da Sipaúba”, localizado bem no Centro da Cidade. O local, com o apoio do Engarrafamento Pitú, recebeu pintura nova e agora virou a “Arena Sipaúba”. Assim sendo, a partir do próximo sábado, os boêmios da Vitória, nas tardes dos sábados, sairão da “orfandade”, no que se refere a um lugar para tomar “umas e outras” e escutar uma boa música!!
Serviço:
Projeto: Sipaúba Inconcert
Dia: tarde dos sábado, a partir das 15h
Local: Beco da Sipaúba – Centro da cidade.
Atração musical do próximo sábado: Neide & Pepeu e os Boêmos
Pilako:
“Os ambientalistas, com a ajuda de políticos e de outras burocracias globalmente poderosas, foram bem-sucedidos em impor sobre todo o globo um conjunto de ideias que já custou dezenas de milhões de vidas humanas.
Peguemos o exemplo mais famoso deste totalitarismo homicida. Em 1962, a famosa bióloga americana Rachel Carson publicou o livro Silent Spring, uma fábula sobre os supostos perigos dos pesticidas. O livro se transformou em um clássico do movimento ambientalista, não obstante se tratasse de uma obra de ficção. O livro exerceu uma influência poderosa sobre vários governos, o que levou à proibição mundial do uso do DDT (Dicloro-Difenil-Tricloroetano, o primeiro pesticida moderno) ainda no início da década de 1970.
Em 1970, pouco antes da proibição do DDT, a Academia Nacional de Ciências dos EUA declarou que o DDT havia salvado mais de 500 milhões de vidas humanas ao longo das últimas três décadas ao erradicar os mosquitos transmissores da malária. Naquele ano, a Academia lançou um relatório no qual dizia: “Se tivéssemos de eleger alguns produtos químicos aos quais a humanidade deve muito, o DDT certamente seria um deles. … Em pouco mais de duas décadas, o DDT evitou que 500 milhões de seres humanos morressem de malária, algo que sem o DDT seria inevitável. Antes da proibição do DDT, a malária estava prestes a ser extinta em alguns países. O DDT foi banido pelos governos no início da década de 1970 não obstante o fato de não ter sido apresentada nenhuma evidência científica comprovando que ele gerasse os efeitos que Carson e o movimento ambientalista alegavam que ele gerava.”
Amigo Pilakinho, veja se nós estamos ou não diante de um mesmo “fenômeno” em nossa cidade: dois vereadores, pessoas boas, um gordinho e outro magrinho, abduzidos por ideias alienígenas estão seguindo um caminho de positivar todas as demandas sociais de uma minoria ruidosa e, maledicente.
Faz 300 anos que os fogos de artifício são usados no Nordeste; temos legislação criminal que pune que abusa de todo e qualquer som ou barulho; sempre os cidadãos daqui viveram em harmonia, e agora alguns minoritários querem (igual aos racistas do PT) impor o que pensam à sociedade?
Será, queiram os Céus, mais uma lei sem efetividade social, posto que nós Vitorienses não nos submeteremos a caprichos de amantes de animais, repito, amantes de animais, que, por desordem mental se matam “pulando de barcos para salvar cachorros e alto mar”.
Pessoas assim não podem ditar a uma sociedade seus desejos alucinados.
Onde e desde quando na história da humanidade animas tiveram direitos? Nem o Cavalo de Atila tinha direitos amigo Pilako!
O direito é para seres humanos!
Alguns mentirosos dirão que é para defender autistas – sei que poucos assim desejam, mas na sua maioria é um bando que deseja humanizar animais (só cachorros, mas as cobras do Butantã, o jacaré da praça, o sapo esfomeado, os cagados dos rios esses não são objeto de amores de ninguém). Não se deve tirar o pão dos filhos para lançá-lo aos cães!
“Os animais podem, pois, ter seu lugar numa sensibilidade cristã bem formada. Mas com limites. Assim como há plantas que servem para o adorno da vida do homem e outras que têm uma rudeza incompatível com este fim, assim também os animais. Uma dama não desce de sua condição se olha uma flor, respira seu perfume e a usa como adorno. Mas desceria se fizesse o mesmo com uma couve-flor, e pior ainda talvez, com uma simples couve. E pela mesma razão o homem, ao qual convém tanto o convívio do cão, não foi feito para beijar focinhos de cães como quem beija uma esposa ou uma filha, e também não foi feito para a intimidade de símios, ratos, javalis e girafas. Toda a inferioridade da natureza animal, patente nestes seres, é incompatível com esta promiscuidade com o homem. E o homem se degrada quando faz calar em si a natural repugnância que causa a intimidade com essas criaturas, nas quais a rudeza animal não foi velada por qualquer aparência. Fazendo calar esta repugnância, o homem embota o sentimento de sua própria superioridade, e, por assim dizer, aceita e assume em si o que no bruto há de inferior. Atitude de espírito bem freqüente em uma época como a nossa, na qual todos os igualitarismos, mesmo os mais degradantes, encontram clima compreensivo. Não se deve dar aos cães o pão destinado aos filhos (Marc. 7, 27 ), adverte Nosso Senhor, nem atirar pérolas aos porcos ( Mat. 7,6 ). É o que faz quem, levado por estúrdio sentimentalismo de fundo igualitário, concede aos animais carinhos e intimidades que a ordem da Providência reservou às relações entre seres humanos.”
Amigo Pilako hoje em função do desequilíbrio emocional se tem mais animais (cachorros) do que crianças…
De acordo pesquisa do IBGE, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), em 2013 havia 44,9 milhões de crianças de até 14 anos”. Quer dizer, o número de cães supera em quase nove milhões o de crianças!
Segundo Lozano, Lachhein explicou em sua entrevista que “a mensagem de que os animais têm direitos, e que devem ser tratados a este respeito como se fossem seres humanos, vai calando na sociedade, fruto de um bombardeio ideológico. Uns por sentimentalismo, pois já não é infrequente que as mascotes estejam começando a substituir os filhos e sejam tratadas como tais, e outros por ideologia. Mas, o objetivo final é ‘socavar os fundamentos desta civilização’ através do marxismo cultural, que se esconde por detrás”.
Bom Pilako termino com esta citação:
Os que dizem “quanto mais convivo com os homens mais gosto de cachorros” — os que encontram nos animais um alívio das exigências do convívio humano, devem ter o cuidado de analisar sua real motivação.
(Os quatro amores)
C. S. Lewis.
Manoel Carlos.
O sol nasceu, brilhou por todo o mundo,
(quarto dia feliz da Criação),
do pináculo da terra ao vale imundo,
iluminou a Santa Geração…
e Deus criou Adão no sexto dia
mas, desgraça tão grande, azar profundo…
era tarde, o sol já ia se escondia,
acordou, bocejando, o vagabundo…
e quedou aterrado, soluçando,
sabendo que o Senhor… e bem sabia
estivera sua incúria observando.
Nem por isso ficou desesperado…
tinha a Lua, a Mulher e bem podia
ser poeta… e o foi muito inspirado.
(do arquivo da família)
Adão Barnabé
O ser humano é um animal sem solução. Ele tem sempre a impressão de que há algo de errado consigo mesmo. Sobretudo quando submetido à angústia de que a morte é o horizonte da vida.
Todo ser humano tem um livro escrito na memória que vai folheando, folheando… Às vezes, desprende um aroma. É o passado intrometendo-se na vida da gente, o passado sempre presente. O passado que se alonga, e o futuro que vai se tornando cada vez mais curto.
A brevidade da vida relembra o poeta romano Horácio (65 – 8 a.C.), agoniado com a fugacidade do tempo: Eheu! fugaces labuntur anni!: Ai de nós! os anos correm céleres.
Tudo que nos mantém vivos, nos mata. Sem o oxigênio, morreríamos; por causa do oxigênio, morreremos. Sem colesterol, morreríamos; por causa do colesterol, morreremos. Se não comêssemos, morreríamos; porque comemos, morreremos. Tudo que nos faz viver corrói a vida. Tudo que auxilia na vida, auxilia na morte.
O filósofo alemão Martin Heidegger (1889-1976) referiu-se ao tempo de vida: Um minuto de vida é idade suficiente para morrer.
Efêmero abraço!
Sosígenes Bittencourt
Paulo Nascimento e a BANDA REAL – CD “Me Faz Feliz“ – composição de João Caverna, interpretação de Alcir Damião, Nice e Paulo Nascimento.
Aldenisio Tavares
Registro o recebimento do convite, enviado pelos vereadores André de Bau e Jota Domingos, para a Audiência Pública que acontecerá no próximo dia 08 de maio, às 19h no plenário da Casa Diogo de Braga. O encontro tem como objetivo debater sobre o Projeto de Lei que visa regulamentar o uso de fogos de artifício no nosso município. No que se refere ao conteúdo do convite – pelas minhas inferências – perece-nos que já existir uma pré-disposição dos autores pela proibição dos fogos tradicionais. Independente de qualquer coisa é bom que esse assunto seja discutido e debatido. Por várias vezes já cobrei das autoridades locais uma clareza nessa matéria:
Explico:
Por incrível que possa nos parecer, na nossa cidade, apenas no período carnavalesco os “fogos de artifícios” são proibidos. Gozado!!! Durante o ano todo, o quê mais se ouve na nossa cidade é foguetório!! É a procissão, para chamar a atenção dos fiéis, é a loja que vai ser inaugurada, é o aniversário do político, que é “comemorado pelos correligionários”, é o time de futebol que ganhou o campeonato e por aí vai……. Dizem alguns, que até os traficantes de drogas da nossa cidade se utilizam dos fogos de artifícios para se comunicar com o “seu pessoal”…..
Pois bem, recentemente, por ocasião da reunião ampliada (Promotoria, Prefeitura, Polícia de Militar, Corpo de Bombeiro e etc) ocorrido no prédio da promotoria da nossa cidade, por ocasião da confecção do “CAC do Carnaval 2019” – Compromisso de Ajustamento de Conduta – tive a oportunidade de pergunta a todas as autoridades (juntas) presentes o motivo pelo qual os fogos de artifícios só eram proibidos, na nossa cidade, no nosso tríduo momesco…….Ninguém soube responder.
Ainda nessa reunião, falando sobre esse assunto, sugeri ao promotor que estendesse essa proibição, também, para o período eleitoral, até porque é nesse período, em função das caminhadas e carreatas, que todo dia na Vitória é noite de “São João”……Ou não é?
Realcemos também que na nossa cidade “os fogos de artifícios” é uma tradição antiga. Como prova disso, consta nos arquivos da cidade que desde o início da circulação do primeiro jornal local (1866), os comerciantes do gênero já anunciavam seus produtos nos espaços reservados à publicidade. É bem verdade que hoje os tempos são outros.
Existem novos conhecimentos e o comportamento da sociedade mudou, sobretudo na direção das pessoas com algum tipo de dificuldade, assim como na relação e no comportamento da sociedade com os animais. Portanto, espero que a referida Audiência Publica seja uma marco nessa questão para a nossa Vitória de Santo Antão, corrigindo equívocos, respeitando o direito de todos e garantido a livre iniciativa comercial das pessoas. Parabéns aos autores pela provocação!!!
Em postagem no blog do Inaldo Sampaio, ocorrida hoje (30), a deputada estadual Priscila Krause – filha do eminente antonense Gustavo Krause -, de maneira simples e objetiva, revela os motivos pelos quais os pacientes pernambucanos, acometidos de doenças crônicas e que dependem dos medicamos fornecidos pelo Governo do Estado, estão sendo humilhados e ainda correndo risco de vida. Abaixo, segue trecho da matéria:
1- Usando como fonte de consulta o “Portal da Transparência”, a deputada Priscila Krause (DEM) levou ao conhecimento da Assembleia Legislativa de Pernambuco, nesta segunda-feira (29), a causa da crise em que se encontra a Farmácia do Estado, que distribui (ou pelo menos deveria distribuir) medicamentos gratuitos para portadores de doenças crônicas que não dispõem de recursos para adquiri-los.
2- A causa, segundo a deputada, é aquela que já se sabia: falta de recursos. Ela constatou que em 2018 o Governo do Estado reduziu em 96,5% – comparando com o ano anterior– os gastos com recursos próprios para a “Aquisição de Medicamentos e Insumos Farmacêuticos Excepcionais e Especiais”.
3- Só de “restos a pagar” referentes a compras iniciadas em 2016, o governo estadual deve a fornecedores R$ 70,4 milhões.
4- Em 2017 foram pagos a fornecedores R$ 69,7 milhões referentes à compra de remédios excepcionais e especiais (que não incluem os medicamentos vinculados à atenção básica), dos quais R$ 25,7 milhões foram repassados pelo governo federal e R$ 43,9 milhões saíram dos cofres do Governo do Estado.
5- Em 2018, segundo a deputada, o gasto caiu para R$ 15,9 milhões – R$ 14,4 milhões transferidos por convênios do Sistema Único de Saúde (SUS) e R$ 1,5 milhão da gestão estadual.
6- Significa que no ano passado, apenas R$ 1,5 milhão foram gastos com a farmácia básica, ante R$ 43 milhões em 2017.
7- “É um corte desumano num Estado que tem um orçamento superior a R$ 30 bilhões”, comentou a deputada.
8- Este ano, pelos cálculos dela, foram pagos R$ 19,7 milhões de medicamentos comprados nos anos anteriores e R$ 3,6 milhões referentes a compras novas, realizadas no atual exercício.
9- “A questão dos restos a pagar é uma bola de neve, que tem inviabilizado a continuidade das entregas”, disse a deputada.
10- Atualmente, as três maiores dívidas são com os Laboratórios Novartis (R$ 12 milhões), Roche (R$ 11 milhões) e Majela Medicamentos Ltda. (R$ 7,5 milhões).
11- A Lei Orçamentária do Governo de Pernambuco prevê que para esta ação, 80% dos recursos seriam originados do tesouro estadual e 20% do Ministério da Saúde.
12- Esclarecido o problema, cabe agora ao Governo do Estado assumir sua responsabilidade e não ficar botando a culpa nas licitações, nas concorrências “desertas” e nas transportadoras que não teriam entregue os medicamentos no prazo previsto.
13- Há que se contar a verdade para a população. Ou seja, de fato, está faltando medicamentos na Farmácia do Estado, porque não temos dinheiro para comprar todos os itens de que a população precisa.
14- É muito mais bonito e muito mais honesto. Até porque, como diz o dito popular, “a verdade sempre aparece”.
Desafiei o tempo e triunfei.
Há mais e meio século resisto.
Sofrendo, embora, por aqui fiquei,
da vida não me canso e não desisto.
Espectro de gente me tornei.
O padecer me faz quase outro Cristo.
Morreram-me os entes que amei.
Ao meu desmoronar eu mesmo assisto.
Doente está meu corpo alquebrado
E esgotada tenho a pobre mente.
É triste, muito triste hoje o meu fado.
Meu ser, enfim, se encontra aniquilado.
Porém de todas essas aflições
mais me afligem as recordações.
Aloísio de Melo Xavier
No Rio de Janeiro, atirar uma bituca de cigarro no meio da rua pode gerar multa. Basta o esquadrão da Guarda Municipal flagrar. Esse expediente é imitação do Primeiro Mundo, implantado no Imundo. E tem detalhe: se o sujismundo se negar a oferecer o número do CPF para o registro da ocorrência e a cobrança da multa, pode ser rebocado, delicadamente, a uma Delegacia. Cautela e caldo de galinha não fazem mal a ninguém. Pois, se enterrar os pés ou se meter a besta, poderá até levar umas cipoadas na coluna vertebral.
Os antigos diziam que “quem não aprende em casa, Mestre Mundo ensina”.
Aqui, em Vitória de Santo Antão, eu apanhei uma bolinha de guardanapo, dentro da padaria, e joguei na lixeira, a garçonete me perguntou se eu era funcionário da padaria. Uma outra moradora me disse que “quando um homem era muito educado, ela pensava que ele queria enganá-la ou era veado.”
Se todos varressem a frente de suas casas, o mundo amanheceria limpo. No Japão, as crianças nem cospem no chão. Tudo questão de educação doméstica e perfeita sintonia entre a escola e a família.
Poluir o Meio Ambiente é uma forma de LAMBUZAR-SE. Quem suja, não só desrespeita o seu semelhante, mas revela baixa autoestima. Um ambiente desorganizado reflete uma desarrumação interior. É preciso fazer boa leitura do comportamento para chegar à causa do efeito.
Sosígenes Bittencourt