Coligação Pernambuco Vai Mais Longe instala conselho político

Foto: Alexandre Albuquerque/Divulgação

Foto: Alexandre Albuquerque/Divulgação

Começou a funcionar na manhã desta quarta-feira (23) o conselho político da coligação Pernambuco Vai Mais Longe (PTB, PDT, PT, PSC, PRB e PT do B). A primeira reunião ocorreu no escritório político da frente, nos Aflitos, Zona Norte do Recife, e contou com a presença da chapa majoritária e os presidentes dos seis partidos que integram a coligação. Logo no primeiro encontro, já foram discutidos temas como o programa de governo e a estratégia de comunicação da campanha de Armando Monteiro (governador), Paulo Rubem Santiago (vice) e João Paulo (senador).

Após a primeira reunião, a chapa majoritária promoveu uma coletiva de imprensa para explicar o funcionamento do conselho. “No conselho, vamos discutir e definir as linhas estratégicas da campanha e da candidatura. Faremos avaliações permanentes do processo para melhorar o posicionamento do nosso projeto de maneira solidária e integrada”, detalhou Armando, esclarecendo que a instância deverá se reunir semanalmente. “Na verdade, o conselho funciona permanentemente. Estamos sempre em contato, seja presencial ou virtual”, completou o candidato a governador.

“O conselho vai fazer uma reflexão dos momentos importantes da campanha, como também vai avaliar possíveis dificuldades e corrigir rumos se for necessário”, completou João Paulo. “Nossa campanha está se avolumando por todo o Estado. É necessário que tenhamos uma instância para debater”, acrescentou Paulo Rubem.

Para a presidente do PT, deputada estadual Teresa Leitão, o conselho vai mais além. “É uma demonstração da democracia interna da nossa coligação. Ele dará consistência à campanha e tranquilidade fundamental para as decisões que serão tomadas”, afirmou Teresa.
Para o presidente do PRB, Carlos Geraldo, o conselho antecipa uma característica do futuro governo de Armando. “A majoritária quer ouvir. Isso significa que no nosso governo o povo vai ser ouvido.”

COMPOSIÇÃO – Além dos candidatos majoritários, de Teresa e de Geraldo, integram o conselho político os presidentes do PSC, Silvio Costa, do PTB, José Chaves, e do PT do B, José Belarmino Silva. Representando o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi – que dirige também o partido no Estado -, estará Ricardo Amaral, membro da Executiva Estadual. O vice-presidente do PT no Estado, Bruno Ribeiro, também faz parte do órgão.

BRUNO versus ELISA



Bruno é um gato saltando sobre uma bola, 

mas um leão sobre sua presa.
Elisa era uma graça erótica,

mas uma peregrina da própria desgraça.
Bruno ganhava 200 mil reais para pegar bola,
e Eliza, 200 reais para dar bola.
Bruno deve ser rubro-negro, Eliza ficou rubra e negra.
Bruno e Eliza só eram iguais na “auri sacra fames” 
(sede amaldiçoada pelo ouro).
Bruno engravidou Eliza, e Eliza engravidou de Bruno, 
para a gravidade de ambos.
Bruno era sedento por carne humana,

Eliza foi sua carniça.
Bruno não cria na Justiça, esqueceu a mídia.
Bruno era livre como o Maracanã, anda numa cela.
Bruno seria sádico, Eliza, masoquista,

diria a Psicologia.
Bruno fez-se assassino, Eliza prestou-se ao crime,

diria a Vitimologia.
Bruno ganhava dinheiro que não cabia no cérebro, 
Eliza não tinha cabeça.
Bruno sonha com Eliza, Eliza é um sonho.
Neném triturou Eliza, “enfant terrible”.
Nesse momento, há Elizas dormindo

com os seus Brunos assassinos.
The End
Sosígenes Bittencourt

COMBUSTÍVEL DO AMOR

BRENO RAMOS  – A PÉROLA NEGRA DA RÁDIO PERNAMBUCANO – COM 35 ANOS DE COMUNICAÇÃO – trazendo sua coletânea de 18 Sucessos do Rádio 2011 – na voz do cantor vitoriense Jhonata Santos e a música é COMBUSTÍVEL DO AMOR, composição de Aldenisio Tavares.

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Aldenisio Tavares

A zona azul como mudança no território e manutenção do espaço vitoriense.

Muito tenho ouvido falar sobre as discussões à respeito da chamada “zona azul”, resolvi tentar entender um pouco esse processo. O crescimento econômico do município (lembrem-se! Crescimento é diferente de desenvolvimento) vem acontecendo de forma não linear, ou seja, é um crescimento controlado pelo incentivo fiscal numa espécie de batalha de “favores econômicos”. Vitória está bem posicionada geograficamente e sua posição e função urbana facilita o comércio. A pouca distância do centro consumidor, a região metropolitana do Recife, como também do centro distribuidor, o porto de Suape,  além da boa condição de infraestrutura e de abastecimento de água, gás e a mão de obra abundante  torna o município extremamente competitivo. Vitória hoje representa uma centralidade econômica na mata centro-sul e um ponto de convergência educacional e de serviços. O crescimento proporcionou a segurança financeira, e a segurança financeira facilitou o crédito, com a facilitação do crédito crescem o número de veículos na cidade. A grande questão é que a estrutura urbana da cidade nunca foi alterada para esse crescimento. O transporte público na cidade sempre foi defasado não sendo suficientemente confortável ou sequer útil pela demora entre as saídas. Apenas as populações de áreas rurais utilizam o precário transporte de forma contínua. O transporte por moto taxistas entrou para suprir essa carência de mobilidade, e há vários anos representa uma forma forte na paisagem da nossa cidade. O aumento desenfreado no número de carros, com o fraco desenvolvimento do espaço urbano tornou o transito difícil, e estacionar se tornou um desafio para uma população cada vez mais dependente do transporte individual. A zona azul veio como estratégia de mudança e de melhora para esse problema gerado. Talvez uma estratégia de “pelo menos”, uma estratégia para cobrir o sol com a peneira como diz o ditado. É fácil observar o quanto diminuiu a quantidade de carros estacionada entre as ruas do centro comercial, mas também é fácil ver que os problemas de infraestrutura ainda continuam. Trazer uma empresa de fora para organizar e cobrar pelo serviço tornou o preço do serviço caro pelo custo benefício que essa empresa teria e a zona azul além de ser uma estratégia política de cobrir um problema passa a não oferecer sequer renda para um melhoramento da malha urbana ou do transporte. Muda-se toda uma dinâmica e as territorialidades que antes exerciam uma disputa por espaço no centro perdem força. Pontos de moto taxistas foram movidos, taxistas foram movidos. Pergunto-me se há uma melhora no ambiente e respondo que sim. Pergunto-me se há uma melhora na cidade e respondo que não. Uma melhora passa por uma mudança de mentalidade e uma mudança estrutural. Uma zona azul, branca, verde ou amarela não corrigirá o histórico de má gestão a que passamos. A cidade ainda clama por uma mudança de padrão! não se pode pensar em crescimento, ou até desenvolvimento, com uma estrutura de cidade do século XIX.

Por Felipe Cavalcanti
Fonte: Vitoria360graus

Curiosidades Musicais: Sinhô – por Léo dos Monges

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José Barbosa da Silva – Sinhô – nasceu na Rua do Riachuelo no Rio de Janeiro, no dia 08 de setembro de 1888. Filho do pintor Ernesto Barbosa da Silva, era um mestre pintor o que naquele tempo significava um pintor de paredes “melhorado”, isto é, um profissional capaz de reproduzir a óleo, paisagens de folhinhas ou quadros históricos em paredes de botequim ou sedes de clubes recreativos.

O maior desejo do pintor Ernesto Barbosa, desde que o filho José começou a deitar as beiçolas de fora, foi transformá-lo também num grande flautista. O moleque, porém, já pelos seus catorze anos, demonstrava de fato muita tendência para levar a vida na flauta, mas não é no sentido que o pai imaginava. Sua grande vocação eram as aventuras de rua, ao lado dos bandos de moleques do bairro. Desses grupos faziam parte garotos como o pretinho João da Baiana e o vendedor de roletes de cana José Luiz de Moraes e que todos conheciam por caninha doce ou simplesmente caninha.

O pintor Ernesto Barbosa, inconformado com a falta de sopro de José para os altos desígnios da arte, chegava ao extremo de esconder-lhe as calças deixando-o apenas de camisola para obrigá-lo a ficar estudando dentro de casa. Com apenas dezessete anos Sinhô resolve apaixonar-se por uma moça do bairro do Catete, e tantas histórias bonitas lhe conta, que afinal a conquista e seduz. A moça, a portuguesa Henriqueta Ferreira, de dezesseis anos.

Em 1905 Sinhô começava a ensaiar-se com pianista. Jose Barbosa da Silva começou uma peregrinação de bairro em bairros, arrastando ao seu lado a inocente Henriqueta. Desde o início da experiência Marital, em uma casa de São Francisco Xavier, para onde levou inicialmente Henriqueta. O casal tiveram três filhos: Durval, Ida e Odális. Novamente no centro da cidade, em 1909. Em 1914, morre Henriqueta, deixando-o com três filhos, José irá entregar-se definitivamente à boêmia que nunca pudera deixar, ao menos como parece indicar um anúncio do Dragão clube Universal, do largo do Catumbi, que em 1910 o apontava como o seu pianista.

A partir da viuvez, de qualquer forma, ia desaparecer de uma vez por todas o homem que não tinha jeito para a flauta nem para pai de família, surgindo em seu lugar J. B. da Silva – o pianista e compositor Sinhô, que o grupo carnavalesco dançante Netinhos do Vovô já podia anunciar como responsável pela animação de seu baile da noite de 14.01.1915.

Jose Barbosa, aos 26 anos, lançava-se para fama como pianista, tocando em clubes da chamada cidade nova, que tinha como centro a famosa praça 11 de junho. O início da carreira de Sinhô como compositor de sambas carnavalescos em 1918, com o samba Quem são Eles?, estava destinado a revelar no filho do velho pintor Ernesto um talento que o pai jamais teria suspeitado naquele moleque vadio que prendia em casa, de camisola: a capacidade de autopromoção.

Sinhô teve Mário Reis, como seu intérprete preferido e para Heitor dos Prazeres, Sinhô era o “Rei dos meus Sambas”.

Morreu em decorrência da Tuberculose, no Rio de Janeiro, no dia 4 de agosto de 1930.

Compôs várias músicas, entre elas.

O pé de Anjo, Sai da Raia, Não Quero Saber mais Dela, Alegrias de Caboclo, Gosto que me Enrosco, Cansei, Jura…

Jura foi o primeiro triunfo fonográfico de Mário Reis, apesar da gravação de Aracy Cortes, que é do mesmo ano. Atribui-se o samba (feito especialmente para o estilo macio e confidencial de Mário Reis) a uma “Dor-de-Cotovelo” de Sinhô.

JURA (ZECA PAGODINHO)

Autor: Sinhô


leo

 

Leo dos Monges

Botão RSB

Internauta Jordania comenta no blog

Comentário postado na matéria “Agora é oficial: mais uma praça deixa de existir em Vitória.“.

ISTO QUE ESTOU VISUALIZANDO SUFOCA A MINHA SENSIBILIDADE;
O MINISTÉRIO PÚBLICO PRECISA ENTRAR EM AÇÃO IMPONDO, LEGALMENTE, À PREFEITURA RESTAURAR AO SEU ESTADO NATURAL DE PRAÇA ESTE LOCAL TOTALMENTE DEGENERADO, DECAIDO.

AS FAMÍLIAS DA CIDADE PRECISAM MOBILIZAR-SE CONTRA ESTA AFRONTA À NÓS VITORIENSES.

JORDANIA

Instituto Histórico e Geográfico da Vitória faz CONVITE

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O Instituto Histórico e Geográfico da Vitória de Santo Antão tem a honra de convidar V. S. e Exma. Família para a sesso comemorativa do 369º aniversário da batalha do Monte das Tabocas, a realizar-se, no seu auditório, Silogeu Professor José Aragão, às 20 horas do dia 1 de agosto, com o seguinte programa:

— Abertura da sessão. Canto do Hino Nacional e saudação do presidente professor Pedro Ferrer;

— Homenagem. Concessão da Comenda Instituto Histórico e Geográfico da Vitória de Santo Antão aos  vitorienses: Diva Holanda Bastos, Severina Andrade Moura, Erasmo José de Almeida;

— Palestra. Os holandeses em Pernambuco e a Batalha do Monte das Tabocas. Palestrante: professor José Ernane Souto Andrade – UNICAP;

— Tomada de posse dos novos sócios;

— Coquetel

Confiante em sua honrosa presença nesse preito cívico, penhoradamente agradece

A Diretoria

Plenária do PT aclama Armando e João Paulo em Olinda

Foto: Alexandre Albuquerque/Divulgação

Foto: Alexandre Albuquerque/Divulgação

Olinda – Uma militância animada promoveu na noite desta quarta-feira (23), em Olinda, um dos mais expressivos eventos da campanha de Armando Monteiro (PTB) ao governo do Estado. No primeiro ato da coligação Pernambuco Vai Mais Longe na Cidade Patrimônio da Humanidade, a plenária do Partido dos Trabalhadores foi marcada por discursos com estímulos aos militantes e pela defesa das realizações dos governos Lula e Dilma Rousseff, principalmente em Pernambuco.
 
Cerca de duas mil pessoas compareceram ao evento realizado na quadra de uma escola, no bairro de Casa Caiada. Deputados, vereadores, candidatos e presidentes de partidos que dão sustentação às candidaturas de Armando, Paulo Rubem (vice) e João Paulo (senador) marcaram presença – além de lideranças de legendas que integram a coligação adversária.
 
O candidato a vice de Armando foi um dos que pediu o engajamento total da militância. “Vamos aumentar a nossa capacidade de mobilização. Não vamos nos encantar com resultado de pesquisas. Façamos de conta que é uma disputa no escuro”, disparou Paulo Rubem Santiago.
 
Nascido em Olinda, o ex-prefeito do Recife João Paulo lembrou que a cidade é o terceiro maior colégio eleitoral do Estado. “Somente este fato faz com que tenhamos mais atenção a Olinda.” O petista lembrou a necessidade de reeleger Dilma. “O nosso desafio é o de manter as conquistas que Lula começou e Dilma deu continuidade. Se Pernambuco cresceu, foi por causa da articulação, apoio e parceria com o governo federal”, enfatizou.
 
Armando Monteiro também salientou a importância de Olinda para Pernambuco. “Olinda sempre foi o norte. Foi palco de movimentos que imprimiram o DNA de Pernambuco”, reconheceu. O petebista ainda chamou a militância para defender o projeto que Lula e Dilma apoiam. “Pernambuco precisa crescer mais e melhor. E para isso precisamos investir em educação, que é a prioridade das prioridades”, destacou.
 
ARIANO – Antes do início dos discursos, foi feito um minuto de silêncio em homenagem ao escritor paraibano Ariano Suassuna, falecido na tarde desta quarta-feira (23).

A farra pode acabar – Por Sheila Borges

Por Sheila Borges

da coluna “Pinga-fogo” publicada no Jornal do Commercio desta quarta-feira (23)

A farra das emendas parlamentares, indicadas de forma impositiva pela Assembléia Legislativa para patrocinar shows com verba do orçamento estadual, parece que está com os dias contados. O cidadão reagiu, principalmente pelas redes sociais, contra o gesto de 39 deputados que repassaram R$ 19,3 milhões de recursos do erário para fazer campanha em suas bases. Com as emendas, pagaram cachês a bandas e cantores que se apresentaram em ambientes abertos e fechados no interior e na Região Metropolitana do Recife.

Em função da repercussão negativa, o governo estuda alternativas para estabelecer critérios de liberação. Como o orçamento impositivo é uma lei e precisa ser cumprida, o Palácio quer evitar que as próximas emendas tenham nome e sobrenome. Ou seja, que a aplicação da verba seja personalizada. Um projeto do executivo é esboçado no sentido de obrigar os deputados a direcionarem as emendas para projetos elaborados pelo próprio Estado. Os parlamentares teriam porém, o direito de escolher para qual área enviar, como saúde, educação, cultura e infraestrutura.

Esse disciplinamento, por um lado, evitaria o uso de verba pública para projetos pessoais e, por outro, estimularia investimentos em políticas de Estado. Nesse caso, pelo menos em tese, as ações estruturais de Estado sobreviveriam aos humores da política partidária. O palácio resolveu agir porque cansou de esperar pelo bom senso dos deputados.

Pacto pela Vida precisa ser aperfeiçoado, defende Armando

Foto: Léo Caldas/Divulgação

Foto: Léo Caldas/Divulgação

Com o objetivo de debelar os crescentes índices de violência no Estado, Armando Monteiro (PTB), candidato a governador da Coligação Pernambuco Vai Mais Longe, vai aperfeiçoar o Pacto pela Vida, programa de segurança pública implantada em 2007. Armando se comprometeu a institucionalizar o Pacto, tornando-o uma política de Estado e não apenas de um governo. O petebista prevê ajustes na gestão do programa, com melhor distribuição dos efetivos das polícias Civil, Militar e Científica, incentivos salariais por desempenho, estruturação nas carreiras profissionais, entre outras medidas para o setor.
 
“O Pacto pela Vida foi uma experiência exitosa. O arranjo deve ser mantido e institucionalizado como política de Estado. Na gestão da segurança pública há ajustes que precisam ser feitos. Pernambuco ainda tem problemas sérios. Os efetivos, além de serem mal distribuídos, há déficits em alguns locais, como no Sertão do Araripe”, argumentou Armando Monteiro, em entrevista à Rádio Olinda, na manhã desta terça-feira (22), citando que na região há cerca de 20 policiais por cada turno para cobrir toda a região.
 
Armando Monteiro apontou ainda que Pernambuco amarga índice de 36 homicídios para cada 100 mil habitantes, quando a média nacional é de 24 por 100 mil. “Temos quase 50% de homicídios acima da média do País”, destacou o candidato a governador. O candidato lembrou que há um recrudescimento em algumas áreas no Estado nos crimes contra o patrimônio, que envolve roubos, sequestros e assaltos.
 
SISTEMA CARCERÁRIO – Como forma de solucionar a crise no sistema carcerário de Pernambuco, Armando Monteiro garantiu que vai construir novos presídios no Estado através de Parcerias Público-Privadas (PPP). O candidato também informou que vai requalificar as unidades já existentes, que funcionam em condições precárias atualmente.
 
“A população carcerária em Pernambuco é relativamente pequena. Precisamos ampliar o sistema e o caminho é através da PPP, onde devemos reformar e requalificar algumas unidades que estão em precárias condições hoje”, admitiu.

Momento Cultural: LEI DE ANALOGIA – por MELCHISEDEC

Melchisedec

Ponto de semelhança entre coisas diferentes. É a preponderância de uma forma sobre outra, habitualmente associada ou aproximada. Parte do princípio de que havendo identidade de razão, deve haver a mesma disposição.

Esta Lei manifesta-se numa certa correspondência ou analogia entre as manifestações de vários planos de atividade cósmica. É fato realmente verdadeiro, de que o que está em baixo, é como o que está em cima e o que está em cima é como o que está em baixo, para fazer o milagre de uma só coisa.

Como todas as coisas procedem do Uno por intermédio da unidade, assim todas as coisas nasceram dessa coisa única por adaptação. Podemos verificar a veracidade dessa Lei pela analogia existente entre um sistema atômico e um Sistema Solar ou a analogia entre os ciclos da vida da Natureza. As mesmas Leis que governam a ameba, são as mesmas que governam a Natureza, a atividade do homem e dos outros seres superiores. A essência da matéria é a mesma da energia e da mente. Baseado no aforismo hermético: “Assim como é em cima, é em baixo” e, pelo axioma arcano: “Por um se conhece o Todo”, concluímos que assim como o Sistema Solar pode ser conhecido pelo estudo cuidadoso dos átomos e moléculas, assim os planos mais altos do Ser podem ser estudados através de um exame dos mais baixos planos que se manifestam entre nós. Depois de descobrir a operação de certos princípios numa coisa, podemos com segurança, raciocinar, que esses princípios existem noutras coisas sobre um plano maior e assim conhecemos a natureza do desconhecido. Pelo estudo da monera (organismo primitivo do ser vivo) se chega a conhecer os Arcanjos, baseado tão somente no princípio cósmico de que se deve encontrar em cada coisa, substância ou corpo, movimento, energia ou consciência. Assim os antigos ocultistas supunham haver em cada coisa, sobre um plano desconhecido, três grandes formas de manifestação.

(VERDADES FUNDAMENTAIS – MELCHISEDEC – pág. 11 e 12).

Instituto Histórico e Geográfico da Vitória faz CONVITE

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O Instituto Histórico e Geográfico da Vitória de Santo Antão tem a honra de convidar V. S. e Exma. Família para a sesso comemorativa do 369º aniversário da batalha do Monte das Tabocas, a realizar-se, no seu auditório, Silogeu Professor José Aragão, às 20 horas do dia 1 de agosto, com o seguinte programa:

— Abertura da sessão. Canto do Hino Nacional e saudação do presidente professor Pedro Ferrer;

— Homenagem. Concessão da Comenda Instituto Histórico e Geográfico da Vitória de Santo Antão aos  vitorienses: Diva Holanda Bastos, Severina Andrade Moura, Erasmo José de Almeida;

— Palestra. Os holandeses em Pernambuco e a Batalha do Monte das Tabocas. Palestrante: professor José Ernane Souto Andrade – UNICAP;

— Tomada de posse dos novos sócios;

— Coquetel

Confiante em sua honrosa presença nesse preito cívico, penhoradamente agradece

A Diretoria