O POETA DRUMMOND, PROFETA DRUMMOND

O poeta é um filósofo apressado, um cientista antecipado, um visionário, um profeta. Tudo através da intuição.

O poeta mineiro Carlos Drummond de Andrade, falecido em 1987, andou prevendo tragédia na sua terra natal. Observem como fez a leitura do leito do Rio Doce e seu amargo destino às margens das barragens da Vale-Samacro em LIRA ITABIRANA.

O Rio? É doce.
A Vale? Amarga.
Ai, antes fosse
Mais leve a carga.

Entre estatais
E multinacionais,
Quantos ais!

A dívida interna.
A dívida externa
A dívida eterna.

Quantas toneladas exportamos
De ferro?
Quantas lágrimas disfarçamos
Sem berro?

(Catastrófico abraço! – Sosígenes Bittencourt)

Internauta Rene Duarte comenta no blog

Comentário postado na matérias “Por favor, MOSTEV, arte e competição não combinam. por Pablo Dantas“.

Concordo e aplaudo tua visão… diante do teu texto ressalto ainda a agressão descrita no julgamento desnecessário que em nada contribuiu com a dimensão artística ou pedagógica. Na arte não cabe a negação do tentar, mas a orientação e reflexão sobre rumos, definição de estilos e coragem de se expor em público pela paixão, muitas vezes (a maioria ) fruto de investimento emocional, financeiro e temporal próprios, cujo aprendizado encontra-se no fazer e arriscar-se. Faço coro com uma amostra sem competição e, caso existam premiações, que estas ocorram sem trazer méritos para a arte cujo formato não a contempla e infringe sua liberdade e licença poética.

Rene Duarte

Momento Cultural: Minha Vitória – por João do Livramento.

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Vitória de Santo Antão

Como eu amo minha terra

A quem dela falar mal

Na hora declaro guerra

Diogo foi quem fundou-a

Com o nome cidade de Braga

Mais tarde pela “vitória”

A Santo Antão foi consagrada

Minha cidade tem histórias

Apesar de desprezada

Muitas delas foram escritas

Com a ponta da espada

Na Guerra dos Mascates

Houve um herói verdadeiro

Representante vitoriense

Capitão Pedro Ribeiro

José de Barros Lima

O grande Leão Coroado

Estopim da revolução

Para sempre será lembrado

Mas não só com a espada

Sua história ela escreveu

Seus filhos de boa pena

O mundo reconheceu

Osman Lins é um escritor

Traduzido no estrangeiro

No cinema foi sucesso

Com Lisbela e o Prisioneiro

Emprestamos ao Rio de Janeiro

Um talento relevante

Atuou no rádio, revista, jornal e tv

Nestor de Holanda Cavalcanti

Do nosso mestre Aragão

O que podemos dizer

Fundou o Instituto Histórico

Guardião do nosso saber

Melchisedec meu grande amigo

Não posso deixá-lo à parte

Criou nossa Academia

De ciências, letras e artes

Dílson Lira o pioneiro

Parnasiano na poesia

Escrever como aquele poeta

Era tudo o que eu queria

Almir Brito é um poliglota

E músico além de pintor

Se na vida me faltou algo

Foi tê-lo meu Professor

Vitória de Santo Antão

Não poderá esquecer jamais

O paladino da nossa cultura

Pedro Ferrer de Morais

Na pátria pernambucana

Encravastes a tua história

Por isso és a terra que amo

Por isso és a minha Vitória

 

João do Livramento.

Internauta José Albertino comenta no blog

Comentário postado na matéria “RECICLAVITÓRIA: Albertino será colunista“.

Bom dia pessoas,
Durante mais de 5 anos me dediquei exaustivamente ao recolhimento de sucata eletrônica e resíduos tecnológicos, tive diversos problemas com a burocracia e nenhum apoio de governantes até de entraves legais porque queria tornar o nosso mundo mais sustentável.
As pessoas e órgãos que estão a frente de fiscalizar e orientar não sabem de nada do que está acontecendo e criam barreiras para impossibilitar o nosso trabalho.
O projeto Recicle e Viva não tem mais condições de se manter, pois devidos aos entraves legais e de local apropriado estará sendo encerrado hoje no dia 19 de novembro de 2015, as 10:44 da manhã e com muita tristeza abandono mais um sonho por causa desse governo canceroso onde mata você aos poucos.
Aos meus apoiadores muito obrigado, as pessoas que nunca acreditaram no meu projeto podem se vangloriar.
Tenho muitos outros sonhos, mais nenhum deles serão concretizado mais em Vitória de Santo Antão.
Esqueçam que o Recicle e Viva existiu nessa cidade.

Gostaria que você publicasse como capa e me retirasse do seu blog.

E por tudo muito obrigado!

José Albertino

Internauta Moises Sales comenta na coluna O Tempo Voa

Comentário postado na coluna  “O Tempo Voa: São João de 1977“.

por pouco eu não saí nessa foto, rsrsr . mais tava sempre com eles nessa época …… maravilhosa. edgar o mais amostrado…. tampinha… sempre calmo e célio afoito principalmente ao volante, gostava dos cavalos de pauuu aos volantes dos coceis e opalas da época, velhos tempos , belos dias lembrando roberto carlos rsrsrsr.

Moises Sales

Novo Vídeo do Coletivo Galileia

Saiu ontem o novo vídeo do Coletivo Galileia. Na oportunidade fizemos o lançamento do cordel “São Luzes de um Passado Vivido por Santo Antão”, do poeta Rildo de DeusO evento aconteceu no dia 31 de outubro e contou com a participação de: Gegê Bonsai, Zeca Viana, OVME, Filhos da Invenção, As Cumadi, Paola Cabrita – por Pablo Dantas, Tchida, Anaíra Mahin, Lu Rabelo & Antônio Hollanda. As imagens e edição ficaram a cargo de Arthur Carvalho.

EDUCAÇÃO MUSICAL – Um caminho paralelo a alfabetização infanto-juvenil. (PARTE 5)

Ao compararmos o alfabeto da Educação Escolar Regular e, da Educação Musical, iremos perceber uma diferença em suas composições, no entanto, cada gramática expressará suas características principais. O alfabeto musical contém sete (07) notas, tais quais: Dó, Ré, Mi, Fá, Sol, Lá, Si, no entanto, para que estas notas, estas vogais musicais, chegassem até os dias atuais com estes nomes e esta estrutura, houve alguns procedimentos que precisamos esclarecer ou relembrar. Segundo Bohumil Med (1996,p.13), em sua obra Teoria da Música 4ª edição Revista e Ampliada, apresenta algumas citações que merecem apreciações de todos: “ A música foi cultivada durante muito tempo por transmissão oral, de geração em geração”. “ Guido d’Arezzo (992-1050) sugeriu o emprego de três e quatro linhas (o canto gregoriano utiliza até hoje o tetragrama). O pentagrama, sistema de cinco linhas paralelas, conhecido desde o século XI, foi adotado apenas no século XVII.”

Ao percebermos o processo de transformação existente pelo esforço realizado por Guido d’Arezzo, ao aplicar as cinco linhas paralelas denominadas de pentagramas, enriqueceu a forma de escrever e colocar na pauta as notas musicais, e, facilitar a compreensão no que diz respeito, na subida e na descida de uma escala. Quando a nota ultrapassar a parte superior acima do pentagrama, ou, a parte inferior abaixo do pentagrama, utilizaremos linhas suplementares superiores ou inferiores, ou linhas complementares. Onde complementam nas notas agudas ou, nas notas graves. Podemos trabalhar este tipo de disciplina com o Corpo Discente infanto-juvenil, para que o mesmo se adapte as colocações e as localizações das notas musicais no próprio pentagrama, onde passo a passo tudo fluirá naturalmente.

 

João Bosco do Carmo
http://lattes.cnpq.br/8222363703321930
E-mail: bcarmo45.bcm@gmail.com