Nildo Ventura canta “Cenário de Amor” de Petrucio Amorim

Ouça a música “Cenário de Amor” composta pelo grande Petrucio Amorim, na voz de Nildo Ventura.

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Aldenisio Tavares

Hoje 07 de Abril, aniversário do Clube Náutico Capibaribe – Conheça a história

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Oficialmente, o Clube Náutico Capibaribe foi fundado em 7 de abril de 1901. Na prática, porém, já existia desde 1898, quando dois grupos adversários de remadores recifenses decidiram unir forças, criando uma só sociedade. Em 1905, foi a vez de os alvirrubros entrarem em campo, estreando no futebol, esporte em que a instituição também se tornou tradicional, sobretudo com o vice-campeonato da Taça Brasil de 1967 e com o hexacampeonato pernambucano, entre 1963 e 1968.

A origem do clube remonta a 1897, quando um grupo de praticantes de remo participou da recepção das tropas pernambucanas que haviam lutado na Guerra de Canudos. No dia 21 de novembro daquele ano, os remadores, liderados por João Victor da Cruz Alfarra, realizaram uma grande regata no Rio Capibaribe. A competição chamou a atenção no Recife e, consequentemente, o remo tornou-se uma modalidade popular.

Assim, alguns funcionários de armazéns das ruas do Rangel e Duque de Caxias, no Centro, decidiram criar o Clube dos Pimpões e disputar torneios contra o grupo comandado por João Victor Alfarra. No final de 1898, as duas equipes uniram-se, dando origem a uma terceira sociedade, que chegou a ser chamada de Recreio Fluvial, mas acabou se consolidando como Clube Náutico Capibaribe.

Nos gramados

A origem náutica nunca deixou de ter destaque na trajetória do clube. Entre 1905 e 1906, no entanto, ela começou a dividir espaço com o futebol. Foi nessa época que um grupo de ingleses formou a primeira equipe alvirrubra para a modalidade, jogando aos domingos, no campo de Santana ou na campina do Derby. Porém, o primeiro confronto oficial do Náutico só ocorreu em 1909.

O início nos gramados, porém, estava longe de ser glorioso, já que o esporte era tratado de forma secundária dentro do clube. Prova disso foi a falta de interesse do clube em se filiar à Liga Recifense de Futebol, criada em 1914. O início oficial só se deu dois anos depois, com a entrada na Liga Sportiva Pernambucana, em 1916.

A era profissional do futebol alvirrubro, por sua vez, veio na década de 1930. Em 1934, o clube conquistou o primeiro dos seus mais de 20 títulos pernambucanos, vencendo os rivais Sport e Santa Cruz, por 8 a 1 e 2 a 1, respectivamente, nos últimos jogos do torneio estadual. Dois anos depois, o Náutico adquiriu o terreno em que construiu o Estádio Eládio de Barros Carvalho, mais conhecido como Aflitos (bairro onde se localiza). Em 2013, o time profissional deixou de atuar no local, passando a mandar seus jogos na Itaipava Arena Pernambuco, situada no município de São Lourenço da Mata. A sede, no entanto, continua recebendo treinamentos e competições de outras modalidades, além de eventos sociais.

O Timbu, mascote adotado pelo clube, tornou-se conhecido nacionalmente na década de 1960. E não foi à toa. A equipe conquistou seis campeonatos pernambucanos consecutivos, de 1963 a 1968. Quase cinquenta anos depois, a marca continua sendo uma exclusividade do Náutico no estado de Pernambuco e jogadores como Bita, Nino, Nado, Lala, Gena, Ivan Brondi e Salomão, ídolos da torcida alvirrubra.

Hino Oficial do Clube Náutico Capibaribe
Letra Virgínio Marques Cabral de Mello
Música Oriêta Wilma Lins
Intérprete Raphael Gazzaneo

Léo dos Monges – torcedor do Náutico.

Ocupar a cidade com debates.

Hoje é o dia mundial da saúde, dia 07 de abril. A organização Mundial da Saúde define uma pessoa saudável como um indivíduo que possui um completo bem estar-estar físico, mental e social, ou seja, não é uma noção baseada apenas na ausência de enfermidades. E isso nos coloca, entre outros, a necessidade de ampliar as políticas públicas do nosso município para atender não apenas problemas relativos às endemias e prevenções.

Estaremos participando de uma roda de debates sobre saúde pública, no Centro Acadêmico de Vitória, UFPE. Imaginar o futuro da nossa cidade também diz respeito a realizar atividades de reflexão, ocupar a cidade com novas ideias e ouvir o máximo de pessoas possível. Principalmente quando o modelo desta cidade não cabe nos nossos sonhos.

O tema será: O “legado” do Aedes Aegypti. Vocês estão todos convidados.

Momento Cultural: Vitória, princesa matuta! – por Henrique de Holanda

Henrique de Holanda Cavalcanti (3)

VITÓRIA,
minha terra!…
Princesa original
da família real
de Pernambuco!
Toda essa burguesia que se encerra
dentro de ti, dentro de tua gente,
vem do Brasil caduco,
deste velhinho doente,
burguês e visionário.
No seu progresso cívico e moral,
a burguesia é um mal hereditário
Não há preservativo p’ra esse mal.

VITÓRIA,
minha princesa matuta,
garotinha “mignon”, vaidosa e linda,
repetindo, contente,
a grande história de Tabocas;
gloriosa na luta,
p’ra aquele que não a conhece ainda.
Olho o teu céu…
este teu céu bonito,
a boina azul, presente do Infinito;
para a tua cabeça de criatura,
dona da formosura,
amena e singular;
dos dias de sol quente
e da noite dolente
de luar…

Cidadezinha elegante, bem nutrida,
sagaz, insinuante, bem vestida…
tuas florestas de árvores viçosas
nos mostram bem que a natureza quis
aos vestidinhos verdes,
muito lindos,
especialmente vindos
do atelier mais “chic” de Paris…

Vitória linda,
extremamente minha!
De ti, me veio a vida
e, mais ainda,
uma infância de risos e inocência.
– O b-a bá, cantado…
as resingas constantes do recreio,
o Catecismo onde encontrei a essência
mais preciosa desse meu passado!
O meu passado…
….dos cavalos de pau pela Rua do Meio
do gamelo no ar, do peão de ponteira,
do fandango, do anzol, das cavalgadas,
do desafio ao sol, apostando carreira,
dos barcos de papel nas enxurradas!…

Terra sentimental!
Eu ainda te escuto
na voz emocional de Siá Tomásia!…
Siá Tomásia…
a mãe preta que Deus mandou p’ra mim,
as histórias mais lindas me contava
e me embalava, assim:

“Bichinhos do mato, tinô,
anda de gibão, tinô,
pezinho calçado, tinô,
outro no chão, tinô.”

Vitória dos meus dias,
onde bendigo as minhas incertezas,
onde minh’alma se compraz com a dor!
tu me embalas nas tuas alegrias,
para divinizar minhas tritezas,
terra do meu amor!

Vitória,
calçadinha de lírios e verbenas,
é a choupana rústica da glória
onde reside a grei dessas morenas
que lá do céu mandada
quis, p’ra Vitória,
o poético esplendor
de inspirar muito amor
e de ser sempre amada!

Vitória!
Um cofre de guardar ventura.
A menina gentil, boa e inocente,
inteligente e pura,
virgemzinha “da silva”…
e essa gente
essa gente ruim só abre a boca
para falar do “flirt”
Ah! que ideia louca!
Que história!
Mas que povo patife!
Da princesa Vitória
Com o príncipe Recife.

(Muitas rosas sobre o chão – Henrique de Holanda – pág. 17 a 20).

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ENTREVISTADO NA RUA


Andando pela rua, acenderam uma câmera no meu rosto, me fazendo empunhar um microfone para responder a algumas perguntas.

O entrevistador: – Professor, o que o senhor acha dos aluguéis na cidade. O comerciante não pode pagar e aí fica sem poder manter o seu negócio.

Eu: – Vamos começar pela Recessão Técnica de que falam os economistas. A indústria desemprega porque o comércio não está podendo comprar porque não está vendendo. Consequência: desemprego. Aí, a indústria desemprega e o comércio também. Desempregado não compra. Este círculo é concêntrico e difícil de reverter, a tendência é crescer.

O entrevistador: – Mas, é por causa da crise?

Eu: – Olha, crise não é mudança, é desadaptação a mudança. O Brasil sempre foi governado por políticos, quando precisava ser governado por um estadista. Porque o estadista pensa no futuro da nação, e o político pensa na próxima eleição. Então, falta prevenção, o Brasil nunca foi governado para receber o futuro, mantendo-se eternamente desadaptado às mudanças. Esse Brasil de hoje, teria que ter sido pensado há 50 anos.

Mas, voltemos à pergunta inicial. Aluguel, quem faz o preço é o dono, e quem paga, ou não, é o pretendente ou inquilino. Quem manda na Economia são o capitalista e o consumidor. Se você tem uma montanha de tomate e quer vender pelos olhos da cara, só quem pode fazer você baixar de preço é o consumidor. Como? Não comprando o seu tomate. Economia é a coisa mais volátil do mundo. Ninguém é capaz, de fora, de regular a economia. Ninguém dá ordem. Ela se auto(r)regula. (Olho na Reforma Ortográfica).

Quando o Político namora a Economia, o resultado é Corrupção. O capitalista banca a candidatura para poder sonegar imposto, usufruir de benesses fiscais. Aí, o político pega o apoio financeiro do capitalista e compra o voto do consumidor. Depois, o consumidor fica sem saber por que não tem direito a Saúde, Educação, Segurança, etc… Porque o político não quer servir, quer servir-se, ele só queria o poder, e conseguiu facilmente. Ele é o político self-service. Depois, fica todo mundo chorando, esperneando, sem saber o que fazer. Alguns capitalistas sobrevivem, e o resto quebra, e o consumidor não tem como melhorar de vida, resvalando para a orla da pobreza. Ou eu estou enganado?

Sosígenes Bittencourt

No último dia 30 comemoramos o Dia Mundial da Juventude

juventude
O panorama político brasileiro construiu contornos que impulsionam um novo desenho para o futuro, o qual decorre estreitamente da atuação política da juventude. O envolvimento da juventude cria espaços para perceber o modo como a política pode ser reinventada, enfatizando o reconhecimento do jovem como integrante da sociedade e igualmente detentor da responsabilidade frente ao destino comum. Dessa forma, interações formadas entre a juventude e as vozes da experiência são capazes de fortalecer a democracia, contribuindo para o desenvolvimento e a melhoria do país. Já podemos observar que em nossa Vitória de Santo Antão, alguns jovens já se postularam pré-candidatos a disputar as eleições proporcionais contribuindo, com sua força e criatividade, para o engrandecimento do legislativo da nossa cidade. Isso é o que motiva cada vez mais.

Lourinaldo Jr.

EDUCAÇÃO MUSICAL – Um caminho paralelo a alfabetização infanto-juvenil. (PARTE 9)

Quando trabalhamos com Educação Musical com o Corpo Discente infanto-juvenil, ao trabalharmos por exemplo: Rítmo, uma ferramenta fundamental no campo musical, onde sem o rítmo não seria possível existir uma peça  executada por um músico, ou, uma canção executada por um cantor, podemos apresentar os batimentos cardíacos como forma de análise rítmica. No campo musical, se trabalharmos qualquer andamento musical em diversos gêneros, encontraremos rítmos lentos, rítmos moderados e rítmos acelerados.

Se por acaso alguém tivesse perguntado: O que os batimentos cardíacos tem a ver com a ferramenta denominada de rítmo? Iríamos responder simplesmente, que os batimentos cardíacos em seu estado natural, fica aproximado ao rítmo de Samba Canção, no entanto, quando uma pessoa tem um susto, ou, está com bastamente medo, os seus batimentos cardíacos ficam tão acelerados, parecendo o rítmo do Frevo. Estes exemplos nos direcionam a trabalhar com o Corpo Discente infanto-juvenil, de uma forma bem descontraída, para que a Educação Musical na qualidade de Ciência Educacional, Ciências Humanas e Ciências Sociais, tenha aproveitamento no que diz respeito, a esfera do aprendizado musical, como também, as demais disciplinas que compõem as estruturas da formação acadêmica infanto-juvenil.

João Bosco do Carmo
http://lattes.cnpq.br/8222363703321930
E-mail: bcarmo45.bcm@gmail.com

Momento Cultural – O velho Mestre – por João do Livramento

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Perguntei a um velho mestre

Que tinha muito saber

Pra transformarmos o mundo

O que era preciso fazer?

 

Com um sorriso no rosto

Indagou-me se eu poderia

Fazer uma longaviagem

E encontrar o que queria

 

Mas alertou-me que a odisseia

Tinha difíceis caminhos

Também alguns labirintos

E que eu deveria ir sozinho

 

Disse-me os suprimentos

Que eu deveria levar

Essenciais sentimentos

Pra que pudesse caminhar

 

Alegria e gentileza

Caridade e empatia

Para unir todos eles

Fraterno amor resolveria

 

Pra vencer todas batalhas

Que eu iria enfrentar

Indicou-me quais as armas

Que não poderiam faltar

 

O elmo da filosofia

A espada da ciência

A armadura do porque

E o escudo da prudência

 

Perguntei qual direção

Minha jornada seguiria

Respondeu-me o velho mestre

Que um mergulho eu faria

 

Explicou-me que o mergulho

Era um tanto controverso

Pois no âmago da alma

Está o centro do universo

 

E sendo o mundo um espelho

Que reflete o nosso ser

Lá no cerne da existência

Buscai a te reconhecer

 

Ao regressardes desta viagem

Encontrarása tal mudança

A verdadeira alquimia

Da humanidade a esperança

 

E na construção universal

Tomarás perfeito assento

Quão justas tuas medidas

E aprumadas ao firmamento

 

Agradeci ao velho mestre

Quando a lição chegou ao fim

Pois aprendi a mudar o mundo

Mudando o mundo em mim.

 

 

João do Livramento.