Na noite do último domingo (25), no Pátio da Matriz, batemos um papo eleitoral com o amigo e candidato a vereador pelo p-sol, André Carvalho. Sobre sua campanha, entre outras coisas, ele falou de sentimento de coletividade, inclusive, expressado no próprio material. Com relação ao formato tradicional dos movimentos políticos realizado com certa frequência na cidade, disse ele: “ precisamos repensar”. Veja o vídeo:
Arquivo da categoria: Editorial
4º Encontro das Amigas da Vitória foi um sucesso!
Conforme anunciado aconteceu na manhã/tarde do sábado (24), no Clube Abanadores “O LEÃO”, o 4ª Encontro das Amigas da Vitória. Este singular evento nasceu da iniciativa da vitoriense Graça Arruda que após algumas décadas distante da Vitória, resolveu encontrar algumas amigas da juventude. Através das redes sócias, da Espanha, Graça conseguiu arregimentar algumas contemporâneas que “compraram a ideia” e o primeiro encontro ganhou força, ficando assim o último sábado de setembro como data oficial do evento.
Acontecendo pela primeira vez no “Leão” o evento, mais uma vez, foi bastante concorrido. Na qualidade de coordenador e orador do evento, Joel Neto e Sosígenes Bittencourt, respectivamente, usaram da palavra para agradecer a presença de todos realçando à importância da iniciativa. Veja o vídeo:
Animado pela Orquestra Avalovara – que caprichou no repertório da jovem guarda – o evento é recheado de encontro e reencontros. Segundo alguns participantes, voltar ao salão do Clube Abanadores “O LEÂO” e dançar com essas músicas com mesma turma do passado é ter a sensação que o tempo havia voltado. Veja o vídeo:
Após o almoço ser servido, como de costume, os presentes foram brindados com uma espécie de “carnaval fora de época”. À chegada da Orquestra Venenosa ao salão, regida pelo Maestro Silvano, botou todo mundo para dançar. Veja os vídeos:
Como diz o professor, pensador e poeta vitoriense Sosígenes Bittencourt, “este evento é a celebração da memória”. Portanto, este encontro também não deixa de ser uma invenção das novas tecnologias que, de certa forma, consegue aproximar as pessoas que estão corporalmente distantes e que permite uma “viajada no tempo” sem que necessariamente saíamos do nosso canto. Mais uma vez: PARABÉNS A TODOS PARTICIPANTES!!!
E tome sujeira nas ruas da Vitória…
Na noite da sexta (23) nossas lentes flagraram nas proximidades do Cemitério São Sebastião dois cavalos defecando e se alimentando de lixo em plena via pública, promovendo assim a maior sujeira e imundice.
Não é de hoje que chamamos a atenção dos nossos gestores para esse descaso. Não podemos admitir que animais de grande porte, sejam criados soltos nos logradouros públicos – ruas, praças e etc – sem que as autoridades tomem uma atitude. O prefeito Elias Lira “conviveu” os últimos oito anos pacificamente com o problema dos bichos.
No Alto do Reservatório, no Parque Melo Verçosa, os animais sob os cuidados da gestão do Governo de Todos até hoje sofrem com os maus tratos. Nosso zoológico, inclusive foi interditado. Nas ruas os porcos, bois, cavalos e burros já viraram “paisagem da cidade”. Já no carnaval, se não fosse a força dos diretores das nossas agremiações, “os bichos” já teriam todos sucumbidos. Veja o vídeo:
Governo de Todos ainda não engrenou…
A gestão do Governo de Todos – mesmo após oito anos consecutivos no poder – não conseguiu sequer engrenar nos serviços básicos. Na manhã do sábado (24), por exemplo, no bairro da Bela Vista, registramos que o mato, resultado da poda das árvores, ressecam de tanta exposição na rua e o serviço de recolhimento não chega.

À falta de compromisso e seriedade dos atuais gestores municipais é flagrante. Em praticamente todos os serviços prestado pela prefeitura há queixas e reclamações. Saúde, educação, iluminação, salário atrasado, trânsito caótico, sujeira, porcos criados nas ruas são algumas das queixas dos moradores.
O poeta JB também está na batalha pelo voto.
Lá de Portugal, “falou” o professor Pedro.
Recebi, ontem (25), mais um e-mail do amigo professor e presidente do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória. Desta vez, “falou-me” de Portugal. Certamente esse foi o seu último contato do outro lado de Oceano Atlântico. O professor deve chegar hoje, segunda dia 26. Bem vindo Pedoca, aos braços dos seus irmãos antonenses.
“Encontro-me em Lisboa. Para trás a tecnologia e a precisão germânicas. Lisboa fala-nos de mais perto. Vejo em cada sobrado, em cada esquina um pouco da História do Brasil. Lisboa nos invade com seus monumentos e nomes de ruas. Aqui a praça Luís de Camões, acolá o largo do Chiado com Fernando Pessoa. Não sei se mais famosa a estátua ou o próprio Pessoa. Todos querem guardar um souvenir ao lado do poeta maior da língua portuguesa. Descendo a rua/ladeira Almeida Garret desparamo-nos com a livraria Bertrand a mais antiga do mundo. Eles exibem o certificado do “Guinness Book”. É atraente, prazeroso caminhar pelas ruas da Baixa do Chiado, subir ao Castelo de São Jorge. Valeu rever Lisboa. Nem melhor, nem pior que Berlim ou Munique, diferente. Lisboa cativa-nos com sua brejeirice, com sua espontaneidade, com seus fados: “Lisboa velha cidade, de encanto e beleza…..; Teus olhos castanhos…; Ai Mouraria…” Nisto vamos nos deixando levar ao passado que não volta mais, como diz o fadista”.
Pedoca, o lindo….
Feira improvisada do milho verde continua firme e forte no (DES) Governo de Todos.
Na manhã de hoje (23), daqui da varanda do prédio que abriga a redação do nosso Jornal Eletrônico, intitulado Blog do Pilako, registrei que a feira de “milho verde”, improvisada do no meio da rua, mesmo depois de três meses do dia dedicado ao santo famoso do Nordeste e que coloca o povo pra dançar, continua lá, firme e forte.
O curioso é que no ano passado (2015) relatei este mesmo problema. No dia 02 de setembro de 2015, postei aqui no blog que a referida “feira do milho verde” no Largo da Estação, pelo jeito, chegaria às festas natalinas do referido ano (2015).
Já no dia 04 de setembro – dois dias depois – fui obrigado a postar uma matéria sobre o mesmo assunto cujo título foi “ERREI NA PREVISÃO”. Na segunda matéria realcei que após a minha primeira postagem – dia 02 – o prefeito mandou acabar com a bagunça. (matérias abaixo postadas).
Pois bem, está é forma que a gestão do governo de todos vem administrando nossa cidade ao longo desses últimos oito anos, na base do improviso e do desleixo. Já com relação às invasões aos terrenos e prédio públicos o prefeito é organizado. “Coincidentemente” só os seus parentes e correligionários tem direito de “chegar primeiro”. Esse é um pouco do retrato da gestão do (DES)Governo de Todos.
A bagunça e esculhambação continuam no Centro Comercial da Vitória.
Os festejos juninos no nosso Estado já se encerraram há mais de dois meses. Na nossa cidade, Vitória de Santo Antão, a brincadeira de São João, esse ano, foi mais breve ainda. Já com relação à feira IMPROVISADA DO MILHO VERDE, localizada no Largo da Estação parece que vai chegar firme e forte nas festas natalina.
Pois bem, na tarde da última sexta (28) nossas lentes registraram que a feira improvisada do milho verde, em local não adequado, continua resistindo. Aqui é assim, cada qual faz o que quer e bem entende e os gestores do Governo de todos fazem apenas de conta que estão trabalhando. Como disse outro dia, essa administração do prefeito Elias Lira é de “mentirinha”.
…..
ERREI NA PREVISÃO.
Anteontem (02) mostrei aqui no blog que a feira improvisara do milho verde, mesmo passados mais de dois meses do São João, continuava acontecendo no meio da rua, no “Largo da Estação”.

Hoje, sexta feira 04 de setembro, uma semana depois da publicação da nota, constatei que a “safra” do milho verde, 2015, finalmente, chegou ao fim.
Portanto, devo dizer que aquela previsão, feita na matéria anterior não se confirmou, ou seja: que a referida feira bagunçada iria chegar, firme e forte, no natal. Sendo assim, ERREI FEIO (RSRS).
Os técnicos da AGTRAN continuam castigando os motoristas.
Na manhã de ontem (22), mais uma vez, fiquei “enganchado” na “Rua da Casa dos Pobres”, ao lado da Igreja Assembleia de Deus, na Matriz. Não é de hoje que alerto aos técnicos da AGTRAN que o estacionamento regulamentar nessa localidade é conflitante à lógica e o dinamismo que trânsito impõe.

Além do estacionamento ao lado da Igreja Assembleia de Deus promover um espécie de “encurtamento” na referida via, deixando uma rua larga como aquela com apenas espaço para trafegar um veiculo, toda vez que um motoristas manobra para estacionar o seu veiculo ou deixar o espaço, todos os outros motoristas são obrigados a parar, inclusive os que estão na Rua Dr José Rufino – nos dois sentidos – tentando chegar na “boca do funil”.
Apesar dos vários candidatos a prefeito e vereadores da nossa cidade, nessa campanha, concentrarem “chumbo grosso” na AGTRAN, com críticas atinente à “fábrica de multas”, entendo que a criação da mesma foi uma das coisas boas criada nos últimos quatro anos da gestão do Governo de Todos. Lamento profundamente que o prefeito Elias Lira só consiga enxergar dinheiro nessa iniciativa. Falta-lhe, entre outras coisas, espírito publico…
“Cidade bem administrada”: mais uma mentira de Elias Lira.
Para o vitoriense ou qualquer outra pessoa que chegar na nossa cidade, através do transporte rodoviário coletivo e se utilizar da “Rodoviária” como parada final, certamente se espantará com o total estado de abandono em se encontra o complexo.
Se não bastassem as precárias condições internas, a parte de fora, certamente, também foi abandonada pela LOCAR – empresa responsável pela limpeza urbana na nossa Vitória de Santo Antão. A valeta que deve está limpa e sem entulhos para que as águas provenientes das chuvas sejam canalizadas para um local adequado, estão com vegetação crescida, demonstrando assim que naquele local a “vassoura publica” faz tempo que passou.
A gestão do Governo de Todos fracassou. Elias prometeu uma cidade “bem administrada” e enganou todo mundo e de quebra elegeu seu filho deputado – aquele que dizia detestar política e que por ele seu pai já tinha deixado esse negócio. Mentir e enganar são as especialidades da esmagadora maioria dos políticos da nossa terra.
Aconteceu mais um protesto nas ruas da Vitória.

Na manhã de ontem (22) registramos na Praça 3 de Agosto, mais conhecida como “Praça do Anjo”, a movimentação promovida em todo Brasil pelas centrais sindicais contra as medidas que estão sendo tomadas no Congresso Nacional.
O evento paredista também contou com a adesão do sindicato dos professores da rede pública e do sindicato dos servidores municipais. Na ocasião gravamos um vídeo com advogado militante Aristides Felix e o representante da CUT José Martins. Veja o vídeo:
Candidato a prefeito Edmo Neves apresenta plano de governo no Salão Nobre do Instituto Histórico.

Na noite da quarta (21) o nosso Instituto Histórico e Geográfico recebeu no seu Salão Nobre o candidato a prefeito Edmo Neves para uma apresentação do seu plano de governo no que diz respeito à cultura e às ações que diz respeito diretamente à entidade.
Na condição de sócio atuante do Instituto fui escolhido para mediar o encontro. Na sua fala, o postulante Edmo Neves relembrou sua ligação familiar com a instituição. Na condição de educador, alertou para a falta de atenção das ultimas gestões municipais no que diz repeito às datas cívicas, assim como o abandono dos prédios públicos e também do Monte das Tabocas. Edmo também interagiu e respondeu perguntas formuladas pelos sócios. Realçou também à fraca participação dos atuais gestores públicos no nosso carnaval. Sobre seus projetos, foi taxativo: “ o dinheiro existe”.
O Instituto Histórico da Vitória oficializou os cinco postulantes ao cargo de prefeito para apresentarem seus respectivos projetos à diretoria e sócios. Até o presente momento só o professor Edmo agendou data e compareceu.
Marcelo De Marco: no crivo das urnas.
Na noite de ontem (22) “flagrei” o amigo e eloquente professor Marcelo De Marco gravando na Praça na Restauração. Candidato a vereador nessas eleições Marcelo vem produzindo vídeos para serem utilizados na internet, aliás, ferramenta com a qual tem muita intimidade.
Quando perguntado sobre a campanha,falou Marcelo: “na condição de professor a minha estabilidade financeira não é excelente, mas eu poderia ficar na zona de conforto. Agora eu me coloquei à disposição exatamente para enfrentar o crivo das urnas”. Veja o vídeo:
Fogos em sala de aula.
Na noite de ontem (22) ficou difícil para os alunos da FAINTVISA se concentrarem na aula. Uma longa sequência ininterrupta de fogos de artifícios, promovida pelo candidato “do dia” no bairro do Cajá, causou prejuízo ao aprendizado da noite. Na “minha” sala, por exemplo, noite de seminário, os colegas apresentavam-se em grupo e foram obrigados a se “virar nos 30”. Veja o vídeo:
Alunos e professora, no nosso caso, ficaram encurralados: ou escutavam os estampidos do foguetório, prejudicando consideravelmente as atividades acadêmicas ou “morriam” sufocados com o calor, caso as janelas fossem fechadas. Aliás, desde quando ingressei na FANITVISA que escuto na tal climatização da sala. Vez por outras tenho a impressão de estar cursando uma espécie de subproduto do cardápio de cursos oferecido pela referida instituição de ensino.
Mais noticias do presidente do nosso Instituto Histórico.
Com as graças de Deus e a proteção do nosso Glorioso Santo Antão, nosso amigo professor e presidente do Instituto Histórico, Pedro Ferrer, estará conosco na próxima segunda, dia 26. Abaixo, segue texto e foto do seu mais recente contato.
“Comentar sobre Munique é fácil e difícil ao mesmo tempo. Munique é um carbono de Frankfurt. A trilogia, ordem, limpeza e segurança é a tônica. Munique é maior e oferece mais atrações aos visitantes. Consideremos ainda que Munique está localizada na Baviera, uma região de paisagens encantadoras com belos castelos. Passo alguns fotos que ilustram a decantada beleza, as fachadas dos imóveis ornamentadas de flores. Estas manifestações são também cultura. Voltei a Berlim. Fiquei mais 4 dias. Faltava-me rever os belos e extraordinários museus. Desejava mostrar a Ivanete, minha esposa, um Campo de Concentração Nazista. Por que? Para que? Relembrar miséria, tortura e sofrimento? Pela mesma razão que leva os alemães a mantê-los abertos em forma de museus, com finalidade educativa demonstrando as novas gerações como o autoritarismo é danoso e prejudicial à sociedade, eu o fiz para Ivanete . O campo de concentração sofreu uma série de intervenções para transformá-lo em museu: Memorial e Museu de Sachsenhausen. Um local de sofrimento e morte é reorientado a ser um centro educativo. “INFORMAÇÕES E OFERTAS DIDÁTICAS. Esse monumento também é compreendido como lugar público de ensino. O departamento pedagógico do museu oferece no centro de informações uma vasta oferta de visitas guiadas com temas específicos. Para uma aprendizagem mais intensiva, também são oferecidos jornadas de aprendizagem, assim como cooperações com colégios e outras instituições de ensino.” Esta é uma das funções de um museu. Nosso Instituto recebe constantemente visitas de alunos de escolas locais e da região com o intuito de ensinar-lhes nossa história. Conhecer sua história é o primeiro passo para o cidadão identificar-se e construir um presente mais justo”.
Pedoca, o lindo……..
EU TIVE UMA NAMORADA EM CARUARU
Isso foi na década de 70. Eu era adolescente e achei de me engraçar de uma menina lá em Caruaru. Todo domingo, eu ia passear na pátria de Vitalino. Pulava da cama cedo, me enfatiotava todinho e ia pra BR, pegar ônibus. Os ônibus apostavam carreira. Tinha da São Geraldo, Progresso – parece que da Jotude – e Caruaruense.
Eu viajava com a cabeça na janela para ver a paisagem. A ventania ficava fazendo uma zoadinha no ouvido. Seguia pensando na vida, imaginando o futuro, no horário da esperança. Não sei por que, mas associo a aurora ao porvir. Já minha avó Celina dizia que a noite era a hora da saudade. Sei lá…
A princípio, eu ia assistir a filmes no Cine Santa Rosa e Irmãos Maciel. O Cine Santa Rosa ficava na pracinha, como quem ia para o Bairro do Salgado. Um dia, passou Dr. Jivago, com Omar Sharif e Julie Christie, um filme americano de 1965. O pessoal do meu tempo deve se lembrar. Eu comprava uma carteira de Continental, sentava na avenida e pedia uma cerveja Antártica Paulista. Pedia Brahma Chopp também. Parecia um hominho.
Foi quando, passeando pela Feira de Caruaru, conheci uma vendedora de sandálias, alpercatas, um bocado de coisa de couro. Olhos pretos em moldura amendoada, pele morena afogueada, feito um cavalo alazão. Era todinha um chocolate. Nem parecia gente, parecia uma figura de livro, de romance, de literatura. Ou qualquer coisa que só aparece em sonho. Os cabelos batiam na cintura, e a boca tinha um eterno frescor de chiclete Ping-Pong. Eu ficava o dia todo peruando pra namorar com ela. Um dia, a gente namorou numa esquina lá na Caruá. E eu terminei dormindo na Princesa do Agreste, inalando aquele cheirinho de travesseiro de marcela que tem pr’aquelas bandas. Chega dava sono. A morena era boazinha que era danada, toda silenciosa, andava devagar e ria baixinho. Os olhos é que eram tagarelas. Dava vontade de comer um pedaço, embora, naquele tempo, a gente namorasse de roupa, era proibido namorar nu. Eu ficava tão contente que botava pra contar história. Dava um pigarro e enfeitava a conversa. Meus colegas diziam que eu estava mentindo. Minha mãe também pensava que eu mentia. Um dia, descobriu que era poesia.
Adolescente abraço!
Sosígenes Bittencourt
Aglailson Junior e Paulo Roberto: “FUJÃO CONVICTO E FUJÃO COSTUMAZ”.

Na qualidade de eleitor consciente da nossa Vitória de Santo Antão, aplaudo de pé à iniciativa do debate eleitoral promovido pela ADUFEPE – CAV, ocorrido na tarde de anteontem (20).
Ainda na qualidade de eleitor esperançoso fiquei animado com a possibilidade de assistir um debate eleitoral na minha cidade, onde todos os candidatos participassem. Mas, já na condição de observador da cena política local, achava muito improvável que todos comparecessem.
Cheguei antes do horário previsto para o inicio do debate. No ambiente preparado para receber os postulantes, equipes, estudantes e o publico em geral – de maneira informal – fiquei logo sabendo que os candidatos Aglailson Junior e Paulo Roberto não haviam confirmado presença..
Após o inicio das atividades, com os três postulantes presentes, procurei a assessora de comunicação da ADUFEPE, Wedja Gouveia, para saber quais justificativas os candidatos ausentes, haviam dado.
Naquele momento, o Aglailson Junior já havia comunicado o motivo do seu não comparecimento. Quanto ao candidato Paulo Roberto, já com o debate em andamento, o mesmo não havia entrado em contato com os promotores do evento. Veja o vídeo:
Segundo a nota enviada pelo candidato Aglailson Junior, uma convocação para uma reunião no Palácio do Governo, marcada no mesmo horário, inviabilizava sua presença. Segundo consulta realizada pelo Blog A Voz da Vitória na agenda do gabinete do governador, o mesmo atestou “que o Paulo Câmara (PSB) não recebeu qualquer parlamentar nesta terça (20). Veja o comunicado abaixo:

Muito bem à justificativa do candidato – aos meus ouvidos – soa como uma espécie de “mentira formal”. Segundo assessores dos outros candidatos informaram-me que nem um membro da sua campanha apareceu previamente, para discutir e formatar as regras do referido debate, demonstrando assim, de maneira antecipada, que o candidato Aglailson Junior não tinha o menor interesse em participar do debate promovido pela ADUFEPE.

Para quem foi concebido na esteira da vida pública na condição de primogênito de um clã político de uma cidade do nordeste brasileiro, cujo coronelismo e o voto de cabresto foi regra e que traz na sua essência o desprezo pelos eleitores, participar de uma debate político em uma universidade federal, onde a plateia naturalmente não é formada por eleitores “anencéfalos” ou militância paga, é uma agenda de campanha alienígena, se comparada ao modelo político sempre vivenciada pelo atual deputado Aglailson Junior – quarta geração do Coronel José Joaquim da Silva

O candidato a prefeito Aglailson Junior trás na sua composição genética e no seu DNA a falta de disposição ao diálogo, ao confronto de ideias, à discussão do contraditório. Aqui no nosso jornal eletrônico, intitulado Blog do Pilako, lá no ano de 2013, denunciamos que o mesmo, na qualidade de deputado, se escondeu por trás da porta, para fugir do de um debate no Plenário da Assembleia Legislativa. O curioso é que ele, quando participava do seu monólogo na Tv Vitória, abria a boca e dizia a todos pulmões, que “queria debater com esses caras, em qualquer lugar, à qualquer hora”. Tudo balela.

Portanto, para mim, não foi nenhuma novidade ele não ter aparecido na Quadra do Centro Acadêmico da Vitória para debater os problemas e as soluções da nossa tão sofrida e castigada Vitória de Santo Antão. Fica catalogado, então, o Aglailson Junior como um espécie de FUJÃO CONVICTO.

Já com relação ao outro postulante “Fujão” – o Paulo Roberto – o mesmo, com o debate em andamento, acabou enviado aos promotores do evento a seguinte nota:
Em um determinado momento do debate, o professor federal que mediou o encontro repassou o conteúdo da nota aos presentes. Diante do exposto, o candidato Paulo Roberto recebeu uma sonora vaia da plateia, mesmo sem haver colocado os pés na Quadra do CAV.
Com relação à referida nota, assinada pelo professor Carmelo Souza da Silva, deixa-me a convicção que o Paulo está sempre tentando colocar a culpa nos outros, para justificar seus erros, suas falhas, seus traumas e etc.
Ora! Se as regras não foram as perfeitas, quais eram então? E porquê não as propôs em tempo hábil? Com relação aos temas que seriam debatidos, fica simples de saber antecipadamente: TUDO SOBRE VITÓRIA DE SANTO ANTÃO.
Ora! Como os diretores da ADUFEPE poderiam antecipar os temas que seriam aventados, se em um dos blocos do debate as perguntas seriam formuladas pelos os alunos, sob o regime de sorteio?
Pois bem, para mim não foi nenhuma novidade o Paulo Roberto fugir do debate aludido. Paulo não tem temperamento para se explicar. Ele não suporta uma pergunta bem formulada. Paulo não nasceu com vocação para ser servidor publico. Dialogar com as pessoas na linha horizontal lhe faz sair do eixo emocional. Isso é fato. A cidade inteira sabe disso. Não adiante tentar tapar o sol com a peneira.

Aliás, Paulo passou os últimos anos na condição de secretário de Cultura, Turismo e Esporte e não conseguiu avançar, ou seja: não conseguiu juntar pessoas e liderar processos. Na maioria das vezes, se utilizou do cargo para perseguir e criar dificuldades para as pessoas que não lhes eram simpáticas ou que não lhes fossem serviu.
Fugir de debates sempre foi à regra de Paulo Roberto. Exemplos é o que não faltam. No desastroso carnaval vitoriense de 2014 – por ele coordenado – ele também fugiu da Audiência Pública sobre o carnaval, ocorrida no auditório da Promotoria. Fugiu também após o fiasco do evento, quando os diretores das agremiações e foliões em geral, exigiam explicações. Ele sempre arruma um jeito de se esconder atrás dos outros.

Para ilustrar bem o que digo, recentemente, por ocasião do lamentável evento por ele protagonizado no bairro de Santana, nessa campanha eleitoral, onde foi filmado em cenas de total descontrole emocional, Paulo preferiu silenciar e contratar um preposto para falar por ele e atacar o adversário, para tentar mudar o foco. Paulo é assim. Qualquer pessoa que lhe contrarie, ele já o chama de “meu inimigo”.
Portanto, sabendo de tudo isso, já desconfiava que Paulo Roberto não marcaria presença no debate. Mas, indiscutivelmente, do ponto de vista do conteúdo e da sistematização das informações, não podemos dizer que ele é um sujeito despreparado.
Paulo é diretor de uma faculdade e goza de um bom conhecimento geral. Aliás, acho até que ficou com muita vontade de participar desse debate, promovido pela ADUFEPE. Ele é vaidoso e com certeza gostaria de aproveitar uma oportunidade como essa para discorrer sobre seus conhecimentos e colher elogios diversos.
Para encerrar gostaria apenas de dizer que os maiores problemas do Paulo Roberto não são os fatores externos. Ele é vitima de uma instabilidade emocional que lhe toma por completo e bloqueia sua racionalidade. Agredir e usar da violência, muitas vezes, torna-se uma rota de fuga recorrente para esconder nossas fragilidades. Paulo, em relação ao debate do contraditório, é um FUJÃO COSTUMAZ. Ou seja: ele está sempre fugindo…….
Atenção candidatos a prefeito: e esse problema, como será solucionado?
Na noite de ontem (21) nossas lentes registraram na Rua Primitiva de Miranda que o barulho e as movimentações das carreatas políticas não mudaram a rotina dos porcos que se alimentam de lixo nas praças e vias públicas da nossa cidade.

Até o presente momento não escutei nenhum postulante ao cargo de prefeito da nossa cidade, nesta campanha eleitoral, dizer como vai solucionar este grave problema de saúde pública que é ignorado pela desastrosa gestão do Governo de todos, há oito anos no poder. Com a palavra, todos os candidatos a prefeito da Vitória.
Exposição sobre Dom Helder Câmara fica até final de setembro em Vitória de Santo Antão

A exposição DOM HELDER, Memória e profecia no seu centenário 1909 – 2009, fica no Instituto Histórico durante o mês de setembro para visitação do público em geral.
“Eu tenho fome de sede e de paz. Dessa paz do Cristo que se apoia na justiça. Eu tenho fome e sede de diálogo, e é por isso que eu corro por todos os lados de onde me acenam, à procura do que pode aproximar os homens em nome do essencial… E falar em nome deles que são impedidos de fazê-lo”.
Boneco gigante de Dom Helder, confeccionado por Silvio Botelho, gentilmente cedido pela Instituição Ação da Cidadania contra a fome, a miséria e pela vida.
Fonte: A Voz da Vitória
Debate com os candidatos a prefeito da Vitória foi democrático e civilizado.

Conforme anunciado, aconteceu na tarde de ontem (20) na Quadra do CAV – Centro Acadêmico da Vitória – o debate com os candidatos a prefeito da nossa cidade, Vitória de Santo Antão. O evento foi promovido pela ADUFEPE – Associação dos Docentes da Universidade Federal de Pernambuco. Salve engano, na história republicana do nosso município, foi a primeira vez que uma instituição séria e com credibilidade promoveu um debate dessa natureza. Parabéns aos que fazem ADUFEPE, pelo ineditismo na Terra de João Cleofas de Oliveira – maior expressão política brotada do nosso Torrão.
Todos os candidatos foram previamente convidados. Apenas os representantes da coligação liderada pelo PSB não participou da formatação e discussão sobre o encontro, segundo informou-me um assessores de um dos candidatos presentes. Dos cinco postulantes aptos, apenas três compareceram ao debate: Zé Catinga, Edmo Neves e Henrique Filho. Com relação aos que se furtaram de debater, só amanhã farei minhas observações.
De forma serena o organizada, o debate foi conduzido pelo presidente da ADUFEPE, professor Augusto Barreto. Com pré-definidas e aceitas por todos, o debate transcorreu tranquilamente, da maneira democrática que deveria ser, sem maiores reclamações.
A plateia, composta por assessores dos candidatos, professores, imprensa, alguns cidadãos comuns e na sua esmagadora maioria por estudante, se comportou muito bem. Sem algazarras e sem maiores manifestações.
Com relação aos candidatos, que junto com o professor Augusto tomaram assentos na mesa principal, poderíamos dizer que deram uma aula de civilidade. Não cabe a mim, portanto, dizer quem “ganhou” ou “perdeu” o confronto.
O Zé Catinga, estreante em disputas eleitorais, saiu-se bem. Fez uma boa abertura. Apenas em uma pergunta demonstrou não ter intimidade com determinada siglas e acabou não respondendo uma pergunta de uma aluna do CAV.
Apesar de ser relativamente jovem, no debate, o professor Edmo Neves era o que tinha mais “estrada” política. Procurou, na medida do possível, replicar o que vem produzindo no seu guia eleitoral televisivo, ou seja: propor e atacar.
Com relação ao candidato Henrique Filho – atual vice-prefeito – demonstrou um certo conhecimento sobre a burocracia administrativa, mas foi obrigado a usar seu tem no debate para se explicar com relação à sua ligação histórica com os grupos que se revezam no poder, há décadas.
Ao final do debate, por volta das 18h30 – que mesmo com um pequeno atraso no inicio, terminou antes do previsto, em função da ausência de dois postulantes, gravamos vídeos com os três postulantes. A todos, fizemos três perguntas com mesmo conteúdo: Veja os Vídeos:
Na qualidade de observador da cena política e curioso da história da nossa cidade, Vitória de Santo Antão, espero que esse debate tenha sido o primeiro de muitos. A população esclarecida da nossa cidade já demonstra claramente sinais de esgotamento no modelo de campanha eleitoral imposto pelos candidatos que representam os grupos da velha política que se vem se alternado do poder, há décadas, na nossa cidade. Com relação ao formato do evento, gostaria de propor aos dirigentes da ADUFEPE que pensem incorporar ao formato do debate um bloco onde os representantes da imprensa local tenham direito a fazer perguntas diretas aos candidatos. De resto, parabéns a todos…

Evento político suprapartidário está sendo preparado na nossa cidade.

Ao final do debate de ontem (20), na quadra do CAV – Centro Acadêmico da Vitória – aconteceu uma plenária, proposta pelo lideres do movimento estudantil #RegulaBusão, com os três candidatos a prefeito, presentes no encontro.
A intenção, segundo os proponentes, é a realização de um evento publico suprapartidário, no sentido contrário às candidaturas dos dois candidatos “fujões” – Paulo Roberto e Aglailson Junior. No primeiro momento da “reunião” a proposta foi aceitar por todos. Uma comissão foi formada para as tratativas legais, junto aos magistrados locais, condutores do processo eleitoral na nossa Comarca. Veja o vídeo:




























































































