AGTRAN: troféu “ESTÁTUA NO TRÂNSITO”

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Por volta das 18h de ontem (07) – véspera da armação da feira livre da sexta – desloquei-me da maneira mais primitiva possível pelas ruas centrais da nossa Vitória de Santo Antão, na direção do Pátio da Matriz.  Ao cruzar a Avenida Mariana Amália, próximo ao Banco do Brasil, mais uma vez, deparei-me com uma carroça – carregada de banco de madeiras – trafegando na contramão, justamente na única via disponível para o tráfego de veículos, pelo centro, que liga a Matriz ao Livramento.  Veja o vídeo:

Ao continuar minha caminhada pela Rua Senador João Cleófas, observei que a retenção do tráfego era grande – na altura da Praça Duque de Caxias e Ruas Doutor Aloísio Xavier.

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Pois bem, desde janeiro de 2013 que a AGTRAN foi criada na nossa cidade para cuidar exclusivamente das coisas relativas à chamada Mobilidade Urbana e, particularmente do trânsito local. Hoje, quatro anos depois, constatamos que esta mesma manobra – carroça com bancos  pela contramão – ocorre do mesmo jeito, sem que os técnicos do referido órgão tenham tomado qualquer medida paliativa – pelo menos –  para melhorar a qualidade do trânsito.

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Uma manobra dessa natureza, do ponto de vista técnico, é IRRACIONAL. O curioso é em frente a loja Cattan – antiga Pitú-Lanche – existe uma placa de trânsito, regulamentando  que na referida via  o condutor do veiculo é proibido  estacionar nem e até parar. Como pode, contudo, uma carroça trafegar pela contramão? Essa manobra só tem lógica, na cabeça de Hildebrando e dos técnicos da AGTRAN.

Ao longo de todo esse tempo, se não encontraram  uma solução ideal, bastava modificar o horário da transferência dos bancos, ou seja: colocar após as 23h, claro, desde que houvesse compensação financeira para os que realmente trabalham. Aos técnicos da AGTRAN, neste caso,  segue o troféu “ESTÁTUAS NO TRÂNSITO”.

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EDUCAÇÃO MUSICAL – Abordagem e noção básica referente a arte de compor. (PARTE 6)

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Se formos trabalhar um poema, uma poesia, composta apenas para apresentação oral sem melodia, ou, escrito em livro na forma de romance, precisamos em primeiro lugar preservar a obra com respeito e compromisso, em razão a ética profissional e o sentimento colocado pelo compositor da obra, no momento que estava produzindo seus pensamentos para o papel, na qualidade de versos. Se o poema apresentado tem duas estrofes, e, podemos musica-lo na modalidade para Frevo Canção, em primeiro lugar, já estaremos com uma melodia em mente, depois colocaremos cada verso  – linha da frase – e, separamos as sílabas para descobrirmos os tempos fortes ou fracos. O Frevo na divisão binária, onde seu compasso será dois por quatro, está indicando que sua escrita na peça, vai ser construída por colcheia, semicolcheia, mínima e semínima, onde a soma destas notas e dos seus valores, resultará no valor de dois tempos cada compasso.

Após termos entendidos a soma dos valores das notas, vamos trabalhar o primeiro verso da primeira  estrofe, por exemplo: um poema tenha em seu verso a seguinte frase: Te amo meu amor! Vamos separar as sílabas da seguinte forma: Te a—-amo meu a—-mor! Na primeira sequência – Te amo meu amor – está escrita sem som, mas na segunda sequência – Te a—-amo meu a—-amor! Já estamos observando pela separação das sílabas, que no Pentagrama bem abaixo de cada nota musical, existe uma sílaba e, cada sílaba está com o valor de uma colcheia – meio tempo cada uma –  e, para não sair do ritmo, observamos logo após a separação das sílabas, a repetição por exemplo: a—amor, significando que na escrita gramatical musical, a letra (a) ao ser separada, no compasso seguinte, a letra (a) aparece mais uma vez. Tanto em Frevo Canção, quanto em Samba, se existe letra, no condutor bem abaixo de cada nota da melodia, existirá a letra com a separação das sílabas, mantendo uma ligadura para não sair do ritmo.

João Bosco do Carmo

http://lattes.cnpq.br/8222363703321930

E-mail: bcarmo45.bcm@gmail.com

Internauta J.S. Machado comenta no blog

Comentário postado na matéria “Câmara de Vereadores: os que ficaram, os que saíram, os que voltaram e os que chegaram !!“.

Vamos ficar muito ligados nos movimentos desses sujeitos, porque nesta época de fim de legislação eles costumam se articular para aprovar aumentos exorbitantes em seus próprios vencimentos. Nesta semana os vereadores de Palmares, sorrateiramente e de forma ardilosa, se mobilizaram na calada da noite para se auto-presentear com um aumento absurdo dos próprios vencimentos. A população percebeu, fez uma gritaria danada e conseguiu barrar a malandragem e ainda por cima, estão exigindo que reduzam para 1 salário mínimo. Essa raça não inspira confiança nenhuma.

J.S. Machado

Câmara de Vereadores: os que ficaram, os que saíram, os que voltaram e os que chegaram !!

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Após o movimento popular intitulado “Jornadas de Junhos”, ocorridos em 2013, o Brasil nunca mais foi o mesmo. O debate travado na sociedade brasileira, deflagrado por ocasião da realização da Copa do Mundo no nosso país,  onde muito se evocou o tal  “Padrão FIFA” para as construções e serviços de modos geral, de certa forma, elevou –  mesmo que em pequenas doses – o nível de politização do  nosso povo. Só assim, por incrível que pareça, a nação de chuteiras descobriu que nas nossas terras os serviços públicos (saúde, educação e etc) eram desprovidos de qualquer classificação.

A demonstrator wearing a Guy Fawkes mask holds up a sign during a protest against the Confederations Cup and President Dilma Rousseff's government, in Recife City June 20, 2013. Brazil's biggest protests in two decades intensified on Thursday despite government concessions meant to quell the demonstrations. The sign reads "We want schools and hospitals, not FIFA standards". REUTERS/Marcos Brindicci (BRAZIL - Tags: CIVIL UNREST POLITICS SPORT SOCCER)

Com a deflagração da Operação Lava Jato, há pouco mais de dois anos, o brasileiro mais alienado e desinformado passou a conviver, através do noticiário diário, com o tema: CORRUPÇÃO. Neste contexto a imagem dos políticos, com raríssimas exceções, foi parar na LATA DO LIXO. O índice de não renovação de mandatos de prefeito e vereadores em todo Brasil,  nas recentes eleições municipais, foi alto.

Na nossa cidade, Vitória de Santo Antão, a gestão que pregou continuidade acabou perdendo a disputa. No parlamento local, apesar do acentuado aumento de vagas – 11 para 19 – dos oito atuais vereadores que disputaram o pleito, apenas cinco conseguiram “segurar” o assento.

Por disputarem outros cargos e não concorrer,  os atuais vereadores Edmo Neves, Doutor Saulo e Bau Nogueira, a partir de 2017, deixarão a Casa. Por falta de votos nas urnas os também vereadores Edvaldo Bione, Edinho e Sandro da Banca ficarão de fora da próxima legislatura.

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Dos cinco parlamentares que renovaram seus mandatos o destaque eleitoral vai para o Irmão Duda que manteve a expressiva votação obtida na eleição anterior. Reeleito com a segunda menor votação de todos os dezenove eleitos,  em 2016, Geraldo Filho não correspondeu à expectativa da cidade e até do “mundo político” local.

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Dentre os assentos da Casa Diogo de Braga alguns serão ocupados por candidatos que estão voltando à atividade parlamentar, após insucesso nas urnas em eleições passadas, com exceção de André de Bau que não concorreu em favor do pai. Mano Holanda, Baixa Emiliano e Frazão compõe o referido grupo.

Dos dez novos parlamentares que foram eleitos  pela primeira vez, podemos dividi-lo em dois grupos: os que já haviam concorrido e os que disputaram pela primeira vez. Do grupo dos calouros podemos dizer que a quantidade de sufrágio  hipotecados ao candidato Romero Querálvares decepcionou a expectativa, porém o contratempo na saúde, durante a campanha oficial pode haver sido o principal  motivo. Já à expressiva votação do jovem Lourinado Junior foi confirmada nas urnas com sobras.

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Os candidatos Edmilson de Várzea Grande e Marcos da Prestação, no desenrolar da campanha, “ganharam corpo” e avançaram nos seus respectivos partidos. A  votação dos dois – Edmilson (1.937) e Marcos (1493) – indiscutivelmente,  foram expressivas e bastante convincente para quem disputou pela primeira vez sem favoritismo.

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No grupo dos que já haviam tentado e não obtiveram sucesso, podemos dizer que a determinação e a perseverança dos mesmos,  cada qual na sua área de atuação,  foram os  fatores determinantes para “chegar” nesse pleito.  Aliás, em relação às disputas anteriores todos tiveram sua votação ampliada.

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Silva do Geral chegou fazendo história: foi a quarta mulher na vida republicana da nossa cidade ascende ao parlamento local. Celso Bezerra, foi eleito majoritariamente dentro do campo evangélico, o que não deixa de ser uma “novidade” na nossa cidade. O comunicador Jota Domingos chega à Câmara de Vereadores através das ondas sonoras do rádio e com muita raça,  depois da polêmica mudança ocorridas no número das vagas na Casa Diogo de Braga, na eleição imediatamente anterior.

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O candidato Marconi da Charque, após ter sido bem votado na eleição de 2012 aumentou a estrutura da campanha e chegou ao lugar mais alto do “pódio eleitoral proporcional”. O Xanuca e o Zequinha Mototaxi, ambos oriundos de comunidades próximas e com alta densidade eleitoral, doravante, passam a ser os legítimos representantes dos seus respectivos redutos políticos.

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Portanto, essas são algumas das  primeiras impressões da nova composição da Câmara de Vereadores da nossa Vitória de Santo Antão. Com o aumento das vagas, hoje com dezoito  vereadores e uma vereadora, esperamos que eleitos cumpram com seus deveres que é, entre outras coisas, Legislar e fiscalizar. Parabéns a todos e Boa Sorte!

Problema ainda sem solução…

Alheios a tudo e a todos os animais de grande porte continuam circulando livremente nas vias públicas da nossa cidade. Na tarde de ontem (05), por exemplo, registramos que u burro “capinava” o mato próximo ao meio fio da Rua José Rufino Bezerra, no bairro do Cajá.

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Algum internauta, após acompanhar estas linhas deverá pensar: ora Pilako!!  Se em oito anos Elias Lira não deu jeito nesse problema, não é agora com as malas prontas para deixar a prefeitura que ele vai resolver… E  serei  obrigado a concordar…

“Quem ver cara (camisa), não ver coração”.

Apesar da manobra (irregular)  haver sido praticada com menos intensidade – em comparação com os  pleitos anteriores –  aqui e acolá encontramos eleitores “fardados” no último domingo. Juntar pessoas, vestidas nas cores que representa uma determinada corrente política, próximas dos locais de votação, além de ser uma “compra de votos” disfarçada, de certa forma pode desequilibrar o resultado do pleito na medida em que existe uma parcela do eleitorado que por “não querer perder seu voto” acabam sendo influenciado visualmente. Isso é fato.

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Pois bem, em alguns casos pessoas  acabam sendo contratadas por mais de um candidato para fazerem o mesmo serviço, no mesmo espaço de tempo. É curioso, mas acontece. Já em outros casos existem eleitores que são contratados para prestarem serviço ao candidato “A” mesmo sendo eleitores ferrenhos do candidato “B”.

Na tarde do domingo (02) eleitoral, por exemplo, ainda com o pleito em curso,  registrei que um pessoal, aparentemente contratados pelo grupo amarelo para atuar como  figurante,  certamente hipotecaram seu particular sufrágio no candidato oponente, ou seja: “Quem ver cara (camisa), não ver coração”.

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AGTRAN: pense num planejamento…

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Na manhã do domingo (02) eleitoral dei uma circulada maior pela cidade. Em dois pontos distintos encontrei placas de sinalização de trânsito “dormindo deitadas” pelas calçadas. Aliás, aqui pelo blog, já fiz várias matérias atinente ao mesmo  assunto.

A gestão do Governo de Todos, através da AGTRAN, fixaram as mesmas com material inadequado, já falei isso várias vezes. Até parece que planejamento técnico do órgão que foi criado para cuidar exclusivamente das coisas relativas ao trânsito no nosso município,  calculou exatamente a vida útil do material com o fim da administração comandada pelo prefeito Elias Lira. No ritmo que segue, no próximo  dia 31 de dezembro, poucas placas estarão de pé. Pense num planejamento…

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No futebol e na política a brincadeira é grande…

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Na noite da segunda (03), após o dia da eleição, ainda encontrei um “eleitor torcedor” na Rua José Joaquim da Silva, Centro Comercial, exibindo um boneco todo vestido de amarelo – o qual era tratado pelo nome de Paulo Roberto. Eleição municipal tem dessas coisas. Tal qual no futebol à criatividade e o deboche ao adversário derrotado, indiscutivelmente, já viraram regras do nosso  imaginário popular. Veja o vídeo:

Aglailson Junior é o novo prefeito da Vitória de Santo Antão

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Sob um conjunto de regras nunca antes vivenciadas a disputa eleitoral 2016 na nossa Vitória de Santo Antão, apesar das cinco candidaturas majoritárias postas, polarizou mais uma vez. O recadastramento biométrico, como assim ficou conhecido, de certa forma deu uma “enxugada” no sistema. O rodízio para grandes eventos políticos promovido pela justiça eleitoral, inicialmente, criou uma atmosfera propícia para o avanço de uma terceira candidatura que, por conta da ausência de  uma estrutura financeira mais forte, acabou não acontecendo. Indiscutivelmente a internet ocupou um protagonismo nesse pleito e será, sem sombra de duvida, muito maior  nos próximos.

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Com 30.935 (40,5%) contra 30.019 (39,3%) votos,  o candidato Aglailson Junior, representante do grupo vermelho, acabou levando a melhor sobre o Paulo Roberto que foi  apoiado pelo atual prefeito Elias Lira. A pequena margem de diferença mostra o nível de acirramento e polarização.

Após duas derrotas consecutivas (2008 e 2012) e amargar oito anos fora do poder local o grupo do ex-prefeito José Aglailson,  com a vitória nas urnas no domingo (02), reconfigura o cenário político no município. Aglaison Junior, definitivamente, assumiu  a liderança do grupo vermelho. Elias Lira, que na prática já começou a transferir o seu espólio político para o filho, o deputado Joaquim Lira, em função da ação imperiosa do tempo deverá sair de cena para alça-lo (filho) à líder-mor das oposições na cidade. Já  o deputado Henrique Queiroz demonstrou que mantém vivo seu feudo político na cidade e que, por enquanto,  pode até não assumir a cadeira principal do Palácio Municipal, mas ninguém chegará lá sem  antes combinar com ele.

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Muito bem, com uma vitória por menos de mil votos o Aglailson Junior não pode pensar que ele é absoluto. Na minha modesta opinião o recém-eleito vice-prefeito, Doutor Saulo, preencheu todos os requisitos de um “vice ideal”. Com seu jeito calmo, sereno e apaziguador ele neutralizou um pouco a imagem do  “cabeça da chapa”.

Mas, indiscutivelmente, o Aglailson Junior agora tem um governo para chamar de seu. Será uma tremenda besteira administrativa e erro no timing político se querer  ressuscita a desgastada marca da gestão do “Governo Que Faz”. Os tempos mudaram, as demandas são outras e a nossa cidade vive e num acentuado e permanente intercâmbio com as mais variadas mudanças, desde as tecnológicas à necessária e improrrogável reorganização urbana básica, passando pela  feira livre, assim como um novo olhar para o nosso Patrimônio Material e Imaterial e etc.

Do ponto de vista do relacionamento com a”nova”  Câmara de Vereadores acredito que o prefeito eleito, Aglailson Junior, não terá maiores problemas, até por que, mesmo os novatos, de certa forma,  em algum momento  num passado político não muito distante  já tiveram alguma  convergência política.

É importante que o Aglailson Junior esteja  ciente que mesmo obtendo cerca de trinta mil votos, praticamente dois terços do eleitorado vitoriense não hipotecaram seu voto de confiança ao seu  anunciado projeto de poder. Se faz necessário, contudo, que  neste momento ele “coloque os pés” nas sandálias da humildade para saber que, doravante, ele terá obrigação de ser o prefeito não só dos “vermelhinhos” e sim de todos os antonenses.

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Portanto, todos os bons  vitorienses, daqui pra frente, passará a cobrar dele o que a cidade precisava, precisa e irá precisar. O novo prefeito não poderá ser “mais do mesmo”, ele precisa se cercar de pessoas comprometidas com a cidade e não  apenas com os  que  estão  com “sede” de voltar para recuperar o tempo que passou fora. Nós, que fazemos o blog do Pilako, desejamos sucesso na administração e estaremos, no tempo que julgarmos certo, cobrando o que tem de ser realizado, até por que, na abertura do  seu guia eleitoral, assim se dizia: “o candidato que tem palavra e competência para mudar Vitória”.

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O dia da votação foi calmo e tranquilo.

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Desde a última eleição municipal (2012) que os condutores do processo eleitoral local – Juízes e Promotores – conseguiram se antecipar aos problemas recorrentes do dia da votação, onde, antes, os próprios políticos juntamente com sua militância promoviam e disseminavam a bagunça e a algazarra  nas principais ruas e locais de votação da cidade.

Com o bloqueio de algumas ruas a circulação dos  veículos ficou comprometida. É verdade que algumas pessoas reclamaram do ponto de vista da mobilidade, mas também é verdade que tal iniciativa ceifou pela raiz aquelas manifestações “espontâneas” das mini-carreatas e desfiles dos candidatos na garupa de uma motocicleta.

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O inteligente isolamento de alguns locais de votação (prédio) proporcionou tranquilidade e segurança ao eleitor que não estava engajado nas campanhas políticas. Mais uma vez, observamos que pessoas foram contratadas para servir de “paisagem colorida” nas ruas, sobretudo próximos aos locais de votação.

Com atuação marcante a Polícia Militar se fez presente. Apesar das dificuldades inerentes a uma operação dessa natureza onde a esmagadora maioria dos delitos via de regra,  são cometidos por pessoas que não tem histórico criminal, aumentar a sensação de segurança com deslocamentos estratégicos e demonstração de força é uma ação frutífera. À proibição da venda de bebida alcoólica foi outra medida coerente tomada pelos magistrados.

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Portanto, assim como em 2012, parabenizamos, mais  uma vez,  os condutores do nosso pleito pela organização do dia da votação. Já com relação ao combate ostensivo à chamada “compra de votos”, praticadas nas caladas da noite,  nas 48 horas que antecedeu o dia “D”, infelizmente precisamos de medidas mais amplas e duras.

Meu primeiro voto com o sistema biométrico.

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Conforme falei na matéria sobre as eleições municipais 2016 na Vitória de Santo Antão, ocorridas no ultimo domingo, 02 de outubro, o voto biométrico foi o “fato novo”  do pleito. Em função do recadastramento, deixei de votar no Clube Abanadores “ O Leão” e fui transferido para a FAINTVISA.  Por lá, tudo tranquilo e organizado.

Apesar da fila, não demorei. Meu contato, pela primeira vez com o voto biométrico foi tranquilo e sem o menor problema. Após hipotecar meu sufrágio, circulei pelos vários locais de votação. Muita movimentação, mais tudo funcionado. Na principal rua de acesso ao prédio da FAINTVISA o movimento estava intenso.

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Pois bem, mesmo já estando no processo de votação biométrico e passando pela implantação da urna eletrônica ainda guardo comigo a lembrança dos tempos onde “agradar” o eleitor com brindes, era permitido. Guardo, há muito tempo, o santinho e  o porta-título recebidos do então candidato a vereador Javan Ageu de Lima. Sobre política, “Professor Lima”, como gosta  de se apresentar em alguns lugares menos formais, Javan trazia sempre histórias e curiosidades. Sobre o voto biométrico, caso ainda estivesse entre nós, certamente já devia ter inventado uma nova onda.

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Vejam à criatividade dos eleitores na festa da comemoração.

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Com o dever do dia cumprido e com a barriga cheia, após o almoço, plantei-me no Pátio da Matriz para, na qualidade de blogueiro, registrar o histórico dia político vivenciado por todos vitorienses. Ainda com a votação em curso a praça permaneceu em estado de alerta, ou seja, partidários dos mais variados candidatos ficaram sob o compasso da espera.

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Na medida em que  apuração foi avançando o clima foi mudando. Após a constatação da vitória nas urnas do grupo vermelho a criatividade dos eleitores começaram a ganhar espaço. Assim como acontece nas comemorações futebolísticas, até uma “urna funeral” foi improvisada. Fazendo alusão à sempre lembrada musica do “arruma a mala aí”,  vários eleitores “desfilaram” na praça carregando as suas –  malas –  improvisadas.

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De maneira mais direta um eleitor mais eufórico, circulou com um cartaz da campanha de Paulo Roberto e Ozias Valentim onde o mesmo relembrava  assuntos que serviram de artilharia pesada nos ataques aos adversários, através das redes sociais. Veja o vídeo:

Já outro grupo demonstrava certa agressividade para com a pessoa do candidato Paulo Roberto, algo desaconselhável nas comemorações dessa natureza. Veja o vídeo:

Portanto, esses foram algumas das cenas que colhemos no Pátio da Matriz, logo após o anuncio da vitória nas urnas do grupo vermelho,  que bem remete à criatividade e euforia dos eleitores do grupo vencedor.

Dodó Carvalho: um pensador político.

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Ainda no “calor” da apuração eleitoral, no Pátio da Matriz,  bati um papo com o amigo politizado Dodó Carvalho. Sobre a política nacional, o amigo Dodó  lembrou que várias siglas partidárias que aí estão, foram derivações do, hoje, combalido Partidos dos Trabalhadores. Aos vencedores do pleito local ele citou Machado de Assis: “ ódio ou compaixão”. Com relação à postura do Blog do Pilako no que diz respeito às eleição 2016, foi taxativo: “parabéns pela condução”. Veja o vídeo:

Batfino: UM ELEITOR EMBLEMÁTICO E FIEL.

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Na qualidade de um dos eleitores mais emblemáticos do grupo que  se sagrou  vencedor na noite de ontem (02), o popular Batfino foi ao delírio. Mais cedo, ainda com a votação em curso, registrei-o circulando na sua moto confiante na vitória dos seus candidatos.

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Mais tarde, também no Pátio da Matriz, registramos o Batfino que todos estão acostumados a ver, ou seja: brincalhão, espirituoso e vibrante. Vestido numa camisa amarela, ele soltou  a voz para dizer: “o amarelo acabou”.

Helder Nery: foi fogos até umas horas…

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Antes mesmo do encerramento da contagem oficial dos votos, o amigo Helder Nery já comemorava em frente da sua residência à vitória dos seus candidatos, com o seu já tradicional foguetório. Aliás, eleitores dos grupos derrotados também fizeram parte da sua festa. Todo numa boa, sem brigas ou problemas. Na ocasião, gravamos um pequeno vídeo onde o amigo Helder arremata: “ é trabalhar por uma Vitória Melhor”. Veja o vídeo:

Doutor Creodon: relaxado e contente…

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Na manhã do domingo (02) ao adentrar no prédio  que abrigou  o meu local de votação, encontrei,  enfiado num paletó preto e com cara de quem estava focado no trabalho, o amigo advogado Creodon Maciel. Em rápidas palavras, “trocamos algumas figurinhas” sobre o pleito e o dia decisivo que estava apenas começando. Na qualidade de internauta assíduo do nosso jornal eletrônico, o amigo Creodon acompanha nossas postagens diárias,  sobretudo às com conteúdo político  local e,  mais uma vez,  parabenizou-me pela linha independente.

Após o anuncio da vitória do seu candidato, encontrei-o  novamente. Desta vez, no Pátio da Matriz,  o doutor estava  bem diferente no que diz respeito à indumentária e o semblante. Veja o vídeo.