Desde a tarde de ontem (25) circula nas redes sociais, fotos e áudios dando conta que alguns funcionários da prefeitura, que estavam participando do movimento grevista, haviam ficados “presos” no prédio sede do município. “Quem está dentro fica, e quem está fora não entra”. Essa teria sido a frase dita, segundo os vídeos e comentários.
Pois bem, hoje pela manhã (26), por volta das 9h, desloquei-me até lá, para conferir, de perto, essa história. Por lá, muito servidores de braços cruzados, em sinal de união ao movimento. Fiz questão de falar e gravar um vídeo com o amigo e advogado dos sindicatos, doutor Aristides Félix, para saber a veracidade do conteúdo dos áudios. Na sua fala, em nenhum momento ele deu ênfase ao termo “prisão”, falou, sim, em OCUPAÇÃO. Algo bem diferente. Com relação ao impasse nas negociações, ele acusou o conjunto de secretários (negociadores) de estarem dificultando o processo e até de estarem prejudicar o prefeito Aglailson Junior. Veja o vídeo:
No exato momento em que estava gravando com o amigo Aristides, o assessor especial do prefeito, doutor Paulo Texeira, usou do microfone para falar aos servidores. Durante certo tempo, escutei atentamente seu pronunciamento. Ele, vaiado algumas vezes, praticamente, reproduziu o que já havia falado, antes, na manhã de ontem (25), na coletiva de imprensa.
Falando “olho no olho” do servidor, em assembleia, algo não comum nessas situações, o secretário pontuou vários temas. Realçou as dificuldades do início complicado da gestão, sobretudo no que diz respeito aos débitos deixados pela gestão anterior com os próprios servidores (salários, férias e etc), assim como à maneira aberta e franca com que vem tratando dessa questão com os dirigentes sindicais.
Após suas palavras – durante o tempo em que estive presente – o advogado Aristides Felix também usou da palavra. No primeiro momento, elogiou a postura do Paulo pela disponibilidade de participar daquele movimento público. Mas, em ato continuo, tornou a reivindicar o percentual proposto pela categoria e elencou outros pontos da pauta, se colocando, também, aberto ao dialogo para as devidas negociações.
Em certo momento, precisei sair e não acompanhei a conclusão do debate. Pelo que vi e escutei imagino haver disposição para recuos e avanços, de ambas as parte. Portanto, assim como todos os vitorienses, espero que as diferenças sejam sanadas e as atividades da municipalidade votem ao normal.


























Caro Pilako, sobre sua publicação dia 18/7 referente débitos da prefeitura com a SERVITIUM, aparece incluido o nome GTRAN que suponho ser AGTRAN. Quero lhe informar que o contrato da AGTRAN como autarquia, era com a própria entidade e que venceu dia 31/12/2016 que encerramos com a diretoria da SERVITIUM, deixando os bens a disposição da mesma. Portanto desafio esse senhor a comprovar débito da AGTRAN com a empresa ou qualquer outra, e ele vai precisar comprovar ou se retratar. Iremos a diretoria da SERVITIUM pegar certidão de regularidade da autarquia e acionar sobre a acusação.








