Guerra do Paraguai: Vitória X Ouricuri

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Li no Diário de Pernambuco do último domingo (10), uma reportagem sobre a cidade de Ouricuri. O conteúdo da matéria, entre outras coisas, fez referência ao esquecimento, pela memória histórica do município, dos chamados Voluntários da Pátria. É bom que se diga que de lá (Ouricuri) saiu um expressivo grupo (408 homens) de voluntários para lutar na Guerra do Paraguai. Na nossa cidade a maior referência neste fato histórico é Mariana Amália.

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Pois bem, não obstante o pórtico da cidade sertaneja fazer alusão ao episódio, a população nativa permanece alheia ao feito de seus filhos que de maneira voluntária serviram à Pátria, naquela ocasião. Um trabalho de conscientização, doravante, deverá começar ser feito por lá, segundo informações do jornal.

MelchisedecNa nossa cidade, sobre a Guerra do Paraguai, o nome de Mariana Amália é a maior referência. Além de emprestar o nome à mais importante artéria da cidade e a um colégio municipal tem seu busto exposto na via que leva seu nome, graças, é bom que se diga, ao fundador da AVLAC – Academia Vitoriense de Letras, Artes e Ciência –  Melshesedec que custeou o monumento com recurso próprio.

Sobre a memória histórica de Mariana Amália na cidade deve-se, portanto, realçar a importância do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória nesse contexto. O Instituto, entre outras coisas, mantém viva as coisas importantes da cidade e se configura, sem sombra de duvidas, NO MAIOR PROJETO CULTURAL DA CIDADE.

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O Mestre Aragão, que foi um dos fundadores da instituição e que presidiu a casa por trinta e sete anos, confidenciava aos amigos próximos seu temor em ver o IHGV nas mãos da Prefeitura (políticos). Dizia ele: “a política nada constrói”. Portanto, numericamente,  o feito da cidade de Ouricuri – montar um grupo de 408 homens –  foi bem maior que o nosso, mas, no que diz respeito à preservação da memória histórica, conseguimos ser melhores e maiores.

ATENÇÃO COMPESA: A MESMA BRONCA…

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Na manhã de hoje (11) registramos que o esgoto próximo ao Colégio 3 de Agosto, mais uma vez, está vazando e promovendo uma invasão de água com BOSTA no Centro Comercial da cidade. Portanto, gostaríamos que a COMPESA tomasse uma providencia. Não custa nada lembrar que há pouco mais de um mês A COMPESA demorou duas semanas para solucionar este mesmo problema. Para chamar a atenção foi necessário populares queimar pneu em plena via pública.

Momento Cartório Mais

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Para quem está encontrando dificuldades para solucionar problemas de ordem burocrática a recomendação do Blog do Pilako é a seguinte: passar no CARTÓRIO MAIS e conversar com o amigo Edgar Azevedo. Lá, com toda certeza, você encontrará o caminho mais curto e seguro para “destravar” sua bronca relacionada à documentação necessária nas mais diversas áreas. Portanto, para regulamentar a escritura da sua casa, resolver a documentação referente ao seu estado civil e outros, o Cartório Mais tem  mais 300 tipos de serviço  a sua disposição.

Serviço:

Cartório Mais – Rua Imperial 100 – Matriz

Telefone : 3145-2479

Internauta Alexandre Pimentel, comenta no blog

Comentário postado na matéria “APAC –ASSOCIAÇÃO DE PROTEÇÃO E ASSISTÊNCIA AO CONDENADO – Vitória-PE.“.

Parabéns à Dra. Carminha e ao Dr. Paulo à frente desse brilhante e louvável projeto recuperador. Sou testemunha que há anos eles buscam, diuturnamente, implantar a APAC aqui no nosso Município. Foi uma luta! Mas, enfim, conseguiram! Desejo sucesso, e espero que a lei seja cumprida (com seu rigor e benesses a quem faz jus).

Alexandre Pimentel, advogado

Ozias Valentim: “serviçal e vassalo do rei”

Mesmo após oito anos consecutivos no comando da cidade a gestão do Governo de Todos ainda não conseguiu engrenar. O modelo administrativo aplicado pelo prefeito Elias Lira mostrou-se ineficiente. Problemas aparentemente simples, como animais soltos nas ruas, não foram, efetivamente, solucionados ao longo de todo esse tempo.

Na noite de ontem (10), por exemplo, registramos na rua conhecida como “Beco Nossa Senhora de Fátimaburros se alimentando de lixo e promovendo a maior sujeira na referida via pública.

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Na chamada “Nova Republica” o instituto da reeleição para cargos executivos ainda não amadureceu o bastante. Via de regra, o segundo mandato consecutivo de um gestor, mesmo que conferido pela chancela do voto popular, tem se mostrado ineficiente na maioria dos casos, até porque, como bem vem mostrando a Operação Lava-jato a continuidade no poder de um mesmo grupo político normalmente gerar “vícios” e deformações no sistema.

Trazendo “esse olhar” para o nosso Condado, Vitória de Santo Antão, no entanto, não consigo enxergar maiores vantagens administrativa em favor da população para se conceder ao prefeito Elias Lira o seu “terceiro mandato consecutivo” – na medida em que o eleitor vitoriense poderá optar, nas próximas eleições pelo nome do amigo Ozias Valentim – para dar continuidade ao ineficiente e pífio governo municipal que,  sequer conseguiu desenvolver um planejamento sério e consistente para retirar os animais de grande porte dos logradouros públicos (ruas, praças e avenidas).

ozias-valentim-02Não podemos achar, sob qualquer ponto de vista, que conceder mais quatro anos para Elias Lira comandar a cidade, através de um preposto – Ozias Valentim – irá nos render frutos coletivos. Ozias, caso venha assumir a cadeira mais importante da cidade, seguramente, não terá nenhum compromisso com o município, com povo ou com às mudanças necessárias que urgem no plano local, e sim, com a manutenção dos “doces ventos” que o poder produz para Elias Lira e seus familiares. De resto, o que cair de mesa do “rei”, servirá de consolo  e vantagem  pessoal para o serviçal e vassalo, Ozias Valentim.

AVLAC promoveu reunião ordinária.

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A AVLAC – Academia Vitoriense de Letras, Artes e Ciência, sob o comando da sua presidente, Lúcia Martins, mais uma reunião ordinária. O Encontro ocorreu na sua sede (O SOBRADINHO) que fica localizado na Rua Imperial, bairro da Matriz.

Dentro da pauta de trabalho, informes e prestações de contas. Por ocasião da proximidade do dia do índio (19 de abril) o assunto discutido por todos, provocado pelo Acadêmico Stephem Beltrão, girou em torno da presença indígena no povoamento da nossa cidade, Vitória de Santo Antão.

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A Acadêmica Fátima Santos, com muita propriedade, explanou sobre a história do índio brasileiro e os efeitos nocivos da invasão europeia em nosso território. Falou também da situação de penúria em que vive as diversas etnias espalhadas no nosso estado. Ao final do debate ficou, portanto, algumas sugestões para estudos vinculados ao nosso torrão.

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Bate-papo agradável.

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Na noite da sexta (08), na Praça Dom Luís de Brito (Matriz), participei de uma roda de bate-papo com os amigos Aldenisio Tavares, Sandro Sorriso e o vice-prefeito Henrique Filho. após uma rápida pincelada no cenário político local, passamos a falar sobre a origem de alguns apelidos que existe na Vitória. O assunto surgiu, contudo, em função do lançamento do meu livro ­­– Apelidos Vitorienses ­­– que ocorrerá nos próximos dias. Nas páginas iremos encontrar, entre outras, a origem da alcunha do amigo “Giba do Bolo”, aliado político dos “Queiroz” há décadas.

Internauta Antonio Maximino comenta em coluna O Tempo Voa

Comentário postado na coluna”O Tempo Voa: Mercado Público

“Ainda lembro bem como era este mercado na verdade este prédio sempre foi um marco na cidade de Vitória,quem ver ele hoje nunca viu ele no passado em sua gloria,eu ia com meu pai a este mercado comprar farinha quentinha todos sábados abraço amigo admin do blog”

Antonio Maximino Pedroso

Internauta J.S.Machado comenta no blog

Comentário postado na matéria ““Liras e Querálvares”: DATA DE VALIDADE VENCIDA.“.

Todas as manhãs o “desinformado”(prá não dizer mal intencionado) locutor Paulo Roberto em seu programa matinal solicita à CELPE providências quanto à precária iluminação pública na cidade. Sendo que essa responsabilidade está nas mãos da prefeitura desde o início deste ano, e a taxa de iluminação pública que pagamos na fatura da energia vão para os cofres da prefeitura.

J. S. Machado

“Liras e Querálvares”: DATA DE VALIDADE VENCIDA.

Os programas de rádio na nossa cidade – do tipo “Chapa Branca” – maliciosamente, confunde o ouvinte menos atento ao colocar  a culpa na Empresa LOCAR por problemas relativos ao não recolhimento dos mais diversos tipos de lixo. Na cidade de Caruaru, por exemplo, a mesma Empresa,  LOCAR, é parceira em um projeto sustentável implementado, recentemente, pelo prefeito José Queiroz, situação bem diferente daqui, do nosso município.

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Lá, na Capital do Agreste, os pneus recolhidos pela LOCAR, nas vias públicas,  estão sendo reciclados e servindo, entre outras coisas,  para incrementar a indústria moveleira, servi também,  na fabricação de sola de sapato e dutos de águas pluviais,   sendo útil , inclusive, no asfaltamento das vias públicas, como pó de borracha .

Pois bem, para esconder a má administração e à falta de interesse em produzir frutos para cidade o prefeito Elias Lira, já em final de carreira, prefere trafegar no caminho mais curto e sórdido, ou seja: jogar a culpa da sua INCOMPETÊNCIA E DA SUA FALTA DE CAPACIDADE GERENCIAL na empresa LOCAR (só para ficar no exemplo da coleta do lixo).

Sob o ponto de vista administrativo, o prefeito Elias Lira é um gestor sínico. o seu governo trabalha sob os efeitos do calendário eleitoral. Não custa nada lembrar, que no ano de 2012, ano da sua reeleição, para tapar os buracos das ruas mais movimentadas da cidade o prefeito se utilizou de um caminhão moderno – todo enfeitado com a marca da prefeitura-  para passar à população que estava trabalhando sintonizado com o futuro. Hoje, próximo de deixar o governo, as ruas continuam cheias de buracos e a esculhambação campeia, falta planejamento, continuidade e respeito ao povo. Sobram, portanto, cinismo, desrespeito e  falta de vergonha na cara.

Esse ano de 2016, em breve, seremos todos convocados às urnas. Não podemos, sob qualquer ponto de vista, eleger outra “múmia administrativa”, tal qual Elias Lira. A cidade clama por  mudança, sangue novo e não, esses parasitas do poder que são viciados no jogo do “arrumadinho” e que sempre se lambuzaram com práticas não republicanas trabalhando, basicamente,  em beneficio próprio e para as suas respectivas famílias.

Equívoco pensar, contudo, que eleger os filhos do folclórico ex-prefeito José Aglailson para governar a cidade,  e torna-la uma propriedade privada dos Querálvares novamente, seja a solução mais sensata. O eleitor da Vitória de Santo Antão  também precisão criar vergonha na cara e desempregar esse povo do poder. Nossa cidade,  precisa experimentar algo que não seja os mesmos, pois esse pessoal já mostrou que, administrativamente falando, ESTÃO COM DATA DE VALIDADE VENCIDA.

Festa dos “Deus e Melo”: postagem atrasada.

O texto, abaixo, me foi enviado pelo amigo e internauta Sérgio de Deus no dia 28 de março. Por uma questão de ordem técnica não visualizei o mesmo em tempo hábil, para que pudesse ser postado no período correto, já que se tratava de um evento com data definida. Portanto, pedindo desculpas ao amigo Sérgio,  pela não postagem no tempo certo e  pela falta à festa, posto hoje (atrasado) por entender que o conteúdo do mesmo também expressa um sentimento familiar.

Caro Pilako, Diferentemente dos 8 (oito) anos anteriores, fugindo da concorrência das confraternizações de início de ano, dos veraneios em casas de praias e das viagens de ferias de alguns dos nossos, este ano estamos realizando o nosso encontro anual (9º. Encontro anual dos “Deus e Melo”) no mês de abril. Sabemos que somos muitos, não conseguimos nem precisar exatamente quantos. Certamente já somos muito mais que 120 (sem contar os agregados*). (*) Agregados: Aqueles que entram na nossa família casando-se com um “Deus e Melo”, ou seja, indivíduos que se denominam “Deus e Melo”, mas que para isso dependem de situação matrimonial confirmada. Somos como somos: festivos e turrões, estamos espalhados por todo Brasil. Temos Deus e Melo até no exterior, ou seja, nosso clã já disseminou o nosso espírito pelos quatro cantos do Brasil e do mundo e é por essas e outras que nosso encontro anual se torna cada vez mais importante e necessário… Digam-me, onde mais os nossos vão encontrar tanta alegria, gritaria e farra juntas? Das certezas que temos na vida, uma é que somos “Deus e Melo”… Até porque nosso temperamento (festivo e turrão) nunca nos deixaria negar este traço da nossa biografia. Não nos envergonhamos e achamos que nenhum “Deus e Melo” de verdade consiga sentir vergonha de ser como é, afinal de contas, faz parte do nosso espírito, do nosso jeito, da nossa cara… E ai eu pergunto mais uma vez, onde encontrar tantos que, como nós, sentem tanto orgulho da história que carregamos marcadas na nossa identidade? É isso aí Pilako, todo este texto serve unicamente para que o amigo, através do seu BLOG reforce o convite, a todos os “Deus e Melo” para participarem do nosso encontro anual, a 9ª edição dele (2008, 2009, 2010, 2011, 2012, 2013, 2014, 2015 e 2016) que ocorrerá no dia 03 (três) de abril de 2016 na histórica casa de Esmeraldino José de Deus e Melo – na Avenida Rui Barbosa, Vitória de Santo Antão, a partir das 11:00 hs. Vamos ter aquela feijoada, regada a muita cerveja, cachaça, boas risadas e muitas lembranças. Plagiando você/seu BLOG: “O centro do mundo é a nossa cidade” … As grandes famílias de uma cidade são seus pilares … A nossa família, a do amigo e tantas outras da nossa querida Vitória de Santo Antão fazem a nossa história”. Antecipadamente agradecemos o reforço que o amigo dará ao “convite” da nossa festa. Sinta-se convidado a participar da mesma. Sua presença será uma grande satisfação para todos nós.

Sérgio de Deus e Melo.

Depois de pedir desculpas por telefone ao amigo Sérgio – que naturalmente entendeu – recebi uma foto do evento que contou com a presença de cerca de 130 pessoas (família e agregados).

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Parabéns para o advogado Jairo Medeiros.

Hoje, 08 de abril, meus parabéns seguem na direção do advogado militante e companheiro da ABLOGPE, Jairo Medeiros, pela passagem da comemoração natalícia. Jairo é um sujeito guerreiro, leal e comprometido com as causas nas quais acredita. Portanto, como seu admirador, mesmo não acreditando em algumas causas que ele acredita, segue meu forte abraço no dia do seu aniversário. Parabéns, amigo Jairo Medeiros.

APAC –ASSOCIAÇÃO DE PROTEÇÃO E ASSISTÊNCIA AO CONDENADO – Vitória-PE.

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Através de assembleia realizada na sala de audiências da 1ª. Vara Criminal da Comarca de Vitória de Santo Antão, gentilmente cedida pelo juiz Dr. Uraquitan José dos Santos, em15 de março de 2016 na presença de advogados e de pessoas interessadas e comprometidas com a ressocialização dos apenados, ocorreu a 1ª. Reunião formal, onde ficou juridicamente constituída a APAC – Unidade Vitória-PE.

Sua diretoria eleita por aclamação ficou assim constituída:

Diretoria

Presidente – Maria do Carmo Oliveira (Fone: 81 98842-8286)

Vice-Presidente – Veridiana Martins de Moura (Fone: 81 99964-4446)

Primeiro Secretário; Rose

Segundo Secretário; Sandro Batista Dos Santos

Primeiro Tesoureiro – Paulo Alves da Silva

Diretor do Patrimônio – Marquiran Alves da Cruz

Consultor Jurídico – José Widson Soares Alexandre

Conselho Deliberativo

Presidente –  Maria José Da Silva

Vice-presidente – José Valdemiro da Cruz

Secretário – Graciela Soares Alexandre

Conselheiro – Emmanuel Anderson dos Santos

Conselheiro  – JOSÉ BENTO VERAS NETO

Conselheiro   – Antonio Almeida Santos

Justifica-se a criação da APAC, pois, em nosso Ordenamento Jurídico vigente a pena possui finalidade dupla: punitiva e recuperativa. Dispõe o artigo 1º da Lei nº 7.210/84 (lei de execução penal), que “a execução penal tem por objetivo efetivar as disposições de sentença ou decisão criminal e proporcionar condição para a harmônica integração social do condenado e do internado.” Esta lei trata, de modo amplo, da execução das penas e das medidas de segurança privadoras de liberdade.

É bom conhecer um pouco desse trabalho de ressocialização que foi inicialmente implantadopor Mário Ottoboniem Minas Gerais desde 1972 e que tem se espalhado pelo Brasil e outros países, Alemanha, Argentina, Bolívia, Bulgária, Chile, Cingapura, Costa Rica, El Salvador, Equador, Eslováquia, Estados Unidos, Inglaterra e País de Gales, Latvia, México, Moldovia, Nova Zelândia e Noruega  com enorme sucesso e apoio de toda sociedade consciente.

O método funciona em conformidade com a Lei 7210/84 (Lei de Execução Penal). Possui regulamentos próprios baseados na experiência de mais de 40 anos administrando prisões. Está alicerçado em 12 elementos fundamentais. Tem como objetivo recuperar o preso, proteger a sociedade, socorrer a vítima e promover a Justiça.

 Não tem a participação de agentes penitenciários, policiais civis e militares. A disciplina e a segurança são feitas em parceria com os recuperandos que participam do Conselho de Sinceridade e Solidariedade – CSS. Existe uma equipe administrativa (alguns funcionários e dezenas de voluntários).

A Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (APAC) é uma entidade civil, sem fins lucrativos, que se dedica à recuperação e reintegração social dos condenados a penas privativas de liberdade, bem como socorrer a vítima e proteger a sociedade. Opera, assim, como uma entidade auxiliar do Poder Judiciário e Executivo, respectivamente na execução penal e na administração do cumprimento das penas privativas de liberdade. Sua filosofia é ‘Matar o criminoso e Salvar o homem’, a partir de uma disciplina rígida, caracterizada por respeito, ordem, trabalho e o envolvimento da família do sentenciado.

Uma apresentação detalhada e muito esclarecedora de todo esse trabalho está contida no link abaixo que deve ser acessado para visualizar uma realidade surpreendente:

http://www.tjmt.jus.br/INTRANET.ARQ/CMS/GrupoPaginas/97/801/file/Conteudos/Forum_de_Modenizacao_e_Humanizacao_do_Sistema_Prisional/Apresentacao_APAC.pdf

Assim, confiantes no sucesso desse projeto humanitário e vitorioso, convidamos a todos que queiram conhecer e colaborar com a equipe responsável e fazer valer a cidadania e a fraternidade cristã: “Estive preso, e foste me visitar.”

Valdemiro Cruz

Regis do Amendoim: uma vida de trabalho.

http://www.blogdopilako.com.br/wp/wp-content/uploads/regisdoamendoim.jpgAinda no ano de 2015 o amigo Regis do Amendoim me disse: “Pilako, ano quem vem eu completo 60 anos, nem parece. Ainda lembro, eu garotinho, vendendo cocada e amendoim pelas ruas”. Pois bem, hoje, o conhecidíssimo Regis do Amendoim já completou 60 anos de idade (16-01), já é feirante há quase 45 anos e, junto com sua esposa Sônia, filhos e netos está próximo de completar 40 anos de casado, ou seja: BODAS DE ESMERALDA.

Reginaldo Antônio de Barros, o popular Regis do Amendoim, nasceu no dia  16 de janeiro de 1956 aqui, na Vitória de Santo Antão. Filho de família simples e trabalhadora nunca teve vida fácil,  a parir dos 9 anos de idade começou no trabalho. A feira sempre  foi sua “escola e faculdade”.

Carregando frete, vendendo cocada, tapioca e amendoim pelas ruas da cidade, o menino Reginaldo, magrinho e franzino, tomou gosto pelo comercio. Segundo Regis, era nos cabarés, nas festas noturnas, que mais se vendia esses produtos. Quando perguntado sobre a proibição de menores nesses ambientes, diz ele: “nesse tempo num tinha isso não, quando a gente via a polícia ou o inspetor,  a gente ia saindo de fininho”.

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No dia 30 de dezembro de 1972, já com 16 anos de idade, Reginaldo fixou ponto comercial ao lado do Cibrazém para ser uma espécie de revendedor “ em grosso” de Amendoim na cidade da Vitória, atividade, aliás, que desenvolve até os dias de hoje na mesma localidade. Quando perguntado sobre a alcunha – Regis do Amendoim – todo satisfeito,  ele diz: “tenho  orgulho de ser Regis do Amendoim”.

Conheço Regis há muito tempo. Sou testemunha ocular do seu espírito público, sua vontade de ajudar as pessoas e de ser uma pessoa útil à coletividade. Na enchente de 2005, ocorrida na nossa cidade, Regis cumpriu um papel importante como um dos lideres dos feirantes, junto aos órgãos representativos e governamentais nas soluções desejadas.

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Regis do Amendoim, como liderança dos feirantes, também atuou na cena política da cidade sendo inclusive, candidato a vereador por mais de uma vez. Portador de uma fidelidade canina ao grupo político de Elias Lira, Regis tornou-se figura emblemática na cidade, sendo alvo, inclusive,  de chacotas e gracejos nos meios de comunicações pertencentes ao grupo político adversário. Como observador da cena política local, entendo que Regis, de certa forma, é uma pessoa injustiçada no atual cenário administrativo, pois, como o próprio Regis diz, “as vezes os doutores também tem que aprender com os analfabetos”.

No final do ano de 2014 Regis do Amendoim deu um susto na família e nos amigos. Passou por uma cirurgia cardíaca,  mas, com as graças de Deus e a proteção do Glorioso Santo Antão, de quem ele é devoto fervoroso, se recuperou bem.

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Portanto, encerro essas linhas, onde falo um pouco da vida do amigo Reginaldo Antônio de Barros – o Regis do Amendoim – dizendo que sou amigo de Regis na mesma medida que  ele também é meu amigo. Regis é uma pessoa decente, uma cara trabalhador e amigo dos amigos. Para concluir, digo:  Regis do Amendoim, que Deus lhe conceda pelo menos, mais 60 anos de vida.

Hoje 07 de Abril, aniversário do Clube Náutico Capibaribe – Conheça a história

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Oficialmente, o Clube Náutico Capibaribe foi fundado em 7 de abril de 1901. Na prática, porém, já existia desde 1898, quando dois grupos adversários de remadores recifenses decidiram unir forças, criando uma só sociedade. Em 1905, foi a vez de os alvirrubros entrarem em campo, estreando no futebol, esporte em que a instituição também se tornou tradicional, sobretudo com o vice-campeonato da Taça Brasil de 1967 e com o hexacampeonato pernambucano, entre 1963 e 1968.

A origem do clube remonta a 1897, quando um grupo de praticantes de remo participou da recepção das tropas pernambucanas que haviam lutado na Guerra de Canudos. No dia 21 de novembro daquele ano, os remadores, liderados por João Victor da Cruz Alfarra, realizaram uma grande regata no Rio Capibaribe. A competição chamou a atenção no Recife e, consequentemente, o remo tornou-se uma modalidade popular.

Assim, alguns funcionários de armazéns das ruas do Rangel e Duque de Caxias, no Centro, decidiram criar o Clube dos Pimpões e disputar torneios contra o grupo comandado por João Victor Alfarra. No final de 1898, as duas equipes uniram-se, dando origem a uma terceira sociedade, que chegou a ser chamada de Recreio Fluvial, mas acabou se consolidando como Clube Náutico Capibaribe.

Nos gramados

A origem náutica nunca deixou de ter destaque na trajetória do clube. Entre 1905 e 1906, no entanto, ela começou a dividir espaço com o futebol. Foi nessa época que um grupo de ingleses formou a primeira equipe alvirrubra para a modalidade, jogando aos domingos, no campo de Santana ou na campina do Derby. Porém, o primeiro confronto oficial do Náutico só ocorreu em 1909.

O início nos gramados, porém, estava longe de ser glorioso, já que o esporte era tratado de forma secundária dentro do clube. Prova disso foi a falta de interesse do clube em se filiar à Liga Recifense de Futebol, criada em 1914. O início oficial só se deu dois anos depois, com a entrada na Liga Sportiva Pernambucana, em 1916.

A era profissional do futebol alvirrubro, por sua vez, veio na década de 1930. Em 1934, o clube conquistou o primeiro dos seus mais de 20 títulos pernambucanos, vencendo os rivais Sport e Santa Cruz, por 8 a 1 e 2 a 1, respectivamente, nos últimos jogos do torneio estadual. Dois anos depois, o Náutico adquiriu o terreno em que construiu o Estádio Eládio de Barros Carvalho, mais conhecido como Aflitos (bairro onde se localiza). Em 2013, o time profissional deixou de atuar no local, passando a mandar seus jogos na Itaipava Arena Pernambuco, situada no município de São Lourenço da Mata. A sede, no entanto, continua recebendo treinamentos e competições de outras modalidades, além de eventos sociais.

O Timbu, mascote adotado pelo clube, tornou-se conhecido nacionalmente na década de 1960. E não foi à toa. A equipe conquistou seis campeonatos pernambucanos consecutivos, de 1963 a 1968. Quase cinquenta anos depois, a marca continua sendo uma exclusividade do Náutico no estado de Pernambuco e jogadores como Bita, Nino, Nado, Lala, Gena, Ivan Brondi e Salomão, ídolos da torcida alvirrubra.

Hino Oficial do Clube Náutico Capibaribe
Letra Virgínio Marques Cabral de Mello
Música Oriêta Wilma Lins
Intérprete Raphael Gazzaneo

Léo dos Monges – torcedor do Náutico.

Filiações partidárias na Vitória de Santo Antão.

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Apesar da fervura política de Brasília, na nossa cidade, as movimentações eleitorais, em função do prazo final das filiações partidárias, ocorridas no último sábado (02), se deram na “obediência” da agenda local. Não seria nenhum absurdo dizer que, mais uma vez, a folha de pagamento da prefeitura foi a “moeda” mais valiosa no convencimento final das filiações. Teoricamente, todas as pessoas que estão em dia com seus direitos políticos podem ser candidatos – vereador, prefeito e vice-prefeito 2016.

A mudança na quantidade de assentos na Casa Diogo de Braga – de 11 para 19 – de certa forma, deu uma animada nos mais diversos segmentos de candidatos. Nesse contexto, indiscutivelmente, o conjunto dos atuais vereadores deverá renovar seu mandatos, com exceção, claro, àqueles que não conseguirem efetuar uma coligação favorável.

Já com relação aos demais candidatos interessados na vereança,  podemos dividi-los, basicamente, em três grupos: OS QUE REALMENTE  DISPUTAM A ELEIÇÃO – OS QUE PENSAM QUE DISPUTAM A ELEIÇÃO – E OS QUE SÃO CANDIDATOS COMERCIANTES, ou sejam: aqueles que sabem que não vão chegar em lugar nenhum, mas que  querem estar no jogo para se dar bem – ganhar um trocado, um dinheirinho,  e até, quem sabe,  se garantir na folha de pagamento da prefeitura em uma possível vitória da chapa majoritária do campo eleitoral do qual ele está inserido. Pode parecer maldade ou até preconceito meu, mas, no “frigir dos ovos” é isso que acontece.

Já com relação às filiações dos pré-candidatos a prefeito, nenhuma grande novidade. Dentro de uma visão mais pragmática, exigência dos que militam na vida política, esperava, apenas, que o Paulo Roberto tivesse capacidade (ou coragem) de montar um partido onde ele pudesse ter autonomia, pois, segundo comentários na cidade, ele acabou ficando filiado no PSD (55), ou seja, sigla comanda com mão de ferro  pelo prefeito Elias Lira que já deu, inclusive, várias demonstrações que tem preferência por outro candidato, que diga-se de passagem, uma manobra do prefeito para desmoralizar politicamente o Paulo Roberto.

Foto: Blog Nossa Vitória

Foto: Blog Nossa Vitória

No que diz respeito aos anúncios, através das redes sociais, dos prováveis  candidatos a vice-prefeitos,  devemos ter muita cautela. Muitas vezes,  essas demonstrações públicas com muita antecedência, servem apenas como disfarce para o que realmente se quer e se vai fazer, aliás, o deputado Henrique Queiroz é mestre nessas coisas: “ele faz que faz e termina fondo”.

Foto: Blog Nossa Vitória

Foto: Blog Nossa Vitória

Portanto, já vencemos mais um  capitulo da agenda eleitoral para as eleições 2016, que doravante começa correr com menos indefinições. Como se diz no meio político: “ainda tem muita água para passar por baixo da ponte”.