Hildebrando Lima questiona domicílio dos secretários municipais.

Caro Pilako. No propósito de saber quem são as pessoas que estão administrando a cidade onde nasci, moro e defendo, procurei conhecer o primeiro escalão de assessores do prefeito, que é formado por Secretários e Diretores de Autarquias que compõe o governo do município.

Descobri que, das 18 pessoas que formam o governo incluindo o prefeito, oito delas; Zandramar Braz – Ação Social;
Paulo Teixeira – Assessoria Especial;
Fabiana da Silva Xavier – Administração e Finanças;
Daniela de Andrade – Controladoria Geral;
Danielle de Araújo Alvares – Gestão de Pessoas;
Vera Lúcia Sarmento – Planejamento;
Tereza Cristina Priori – Saúde,
Alcides Bonifácio de Lima Junior – AMAVISA, não sei quem eles são, de onde são, nem onde moram.
Outros cinco incluindo o prefeito que mora em Recife, temos o Secretário de Defesa Social, Cel Targino- Recife,
Secretário de Governo, Lívio Amorim-Gloria do Goitá; Infraestrutura e Obra, Rogério Canejo- Serrita, e
AGTRAN, Elmir Nogueira – Recife.
Os cinco demais são conhecidos, moram em Vitória, e são eles: Darlan Moura- Agricultura;
Marcos Rocha-Cultura, Turismo e Esporte;
Jarbas Dourado – Educação;
Carlos Henrique Queiroz -Industria e Comércio, e
Severino Barros Moura -Serviços Públicos.

A se confirmar esse quadro com 70% da equipe de fora, eu fico me perguntando: Porque será que, um lugar tão desenvolvido, industrializado, com Faculdades e Universidade com os melhores cursos, Escolas Técnicas e Agro técnica, não é competente para preparar pessoas para administrar sua própria cidade? Posso está mal informado, todos serem daqui e eu aplaudiria.

Hildebrando Antonio de Lima

GREVE ENCERRADA!!

Conforme nota emitida pela prefeitura da Vitória de Santo Antão, greve é encerrada.

 

Prefeitura e Sindicatos chegam a um acordo e encerram paralisação

Os sindicatos dos professores (Sinprov) e dos servidores (Sindivisa) do Município da Vitória de Santo Antão em Assembleia realizada no dia de hoje na sede do Sindvisa, decidiram pelo fim da paralisação e o retorno imediato aos trabalhos.


A decisão veio, logo após a negociação realizada na Quarta-feira com representantes da Prefeitura, onde ficou acordado um reajuste de 4% para os servidores, a partir do mês de Agosto e 3% para os professores, a partir do mês de Outubro.


A Secretaria de Educação e o Sindicato dos Professores, estarão definindo as novas datas, para a reposição dos dias parados.

Lançamento do livro Apelidos Vitorienses II – dia 18 de agosto.

Uma coisa curiosa: as pessoas que comentam sobre os nossos novos “apelibiografados”, que estão no segundo livro – APELIDOS VITORIENSES –  não sabem do nome de batismo da maioria deles: E VOCÊ, POR EXEMPLO, SABE DO NOME DE ALGUM?

Babai Engraxate, Novo da Banca, Pea Preta, Branca, Gongué, Veio Eletricista ou Véio da Prefeitura, Brother, Bambam Água, Zé Ribeiro, Regis do Amendoim, Val, Pirraia do Feijão, Pituca, Júnior Facada, Pezão, Moreno, João Potó, Touro,  Lino, Eraldo Boy, Cocota, Castanha, Miro da Cachorra, Nininho, Neném da Joelma.

LANÇAMENTO LIVRO APELIDOS VITORIENSES II

Dia: 18 DE AGOSTO – sexta-feira

Local: VITÓRIA PARK SHOPPING

Hora: 19:30h – APRESENTAÇÃO DO LIVRO

Autógrafos: 20H ÀS 22H

Parabéns para o amigo Joel Neto!!

Nossos parabéns, hoje, seguem na direção do amigo Joel Neto, por mais uma passagem natalícia. Carnavalesco autêntico é folião os 365 dias do ano. Na qualidade de torcedor emblemático  do Sport Clube do Recife, certamente, está feliz. Portanto, amigo Joel Neto, receba de todos que fazemos o Blog do Pilako um abraço apertado, no dia do seu aniversário.

O nosso trânsito continua caótico e sem perspectivas para melhorar!!!

Não precisa ser nenhum gênio ou muito inteligente para atestar que o trânsito da nossa cidade, Vitória de Santo Antão, está cada vez pior! Até parece que os prefeitos concorrem para ver quem consegue piorar, ainda mais, o nosso tão caótico trânsito.

Na atual gestão, tal qual nos últimos oito anos do Governo de Todos, fica evidente que a preocupação dos prefeitos é meramente financista. Não existe, e não existiu, nenhum planejamento sério, desenvolvido por técnicos capacitados onde o pensamento seja voltado ao estudo dos problemas, na busca das soluções. As medidas tomadas, com raras exceções, foram na base do chute e do improviso.

Nossa cidade cresce economicamente – aumenta a quantidade de veiculo – e continuamos estáticos, como se as soluções fossem cair do céu ou sair de dentro de uma cartola, como  numa mágica! Na nova gestão, comandada pelo prefeito Aglailson Junior –  já com sete meses “nas costas” –  até o presente momento não observamos  nada, absolutamente NADA de positivo, no que esteja relacionado à mobilidade urbana!! Nem uma campanha educativa sequer, muito pelo contrário, em alguns casos, inclusive, engatamos marcha à ré.

Dias atrás, por exemplo, enfrentei um engarrafamento danado, descendo a Praça Duque de Caxias, na direção do bairro do Livramento. Quando cheguei à Rua Senador João Cleofas descobri o motivo da retenção: uma camionete,  estacionada, defronte de  uma loja de eletrodoméstico,  carregando uma máquina de lavar!! Nesse local, tecnicamente,  não se pode nem parar, muito menos estacionar! Eu pergunto: cadê os agentes da Agtran para coibir e punir essas irregularidades? Aliás, não custa nada perguntar: quantos agentes estão ativamente trabalhando na nossa cidade?

Semanas atrás, alertado por um amigo, observei que uma “casa de marimbondo” foi fixada em um painel luminoso, de um dos semáforos da Avenida Mariana Amália. Pois bem, já está quase completando um mês e acho  que até agora os técnicos da AGTRAN ainda nem tomaram conhecimento.

Ainda continuo aguardando mudanças, no que diz respeito ao formato administrativo da nova gestão,  comandada pelo prefeito Aglailson Junior, pois,  até agora “o filme tem rodado”, majoritariamente,  no trilho da CONTINUIDADE, ou seja: NA BAGUNÇA….. Lamentável!!!

Lançamento do livro Apelidos Vitorienses II – dia 18 de agosto.

Na prática já estou entregando os convites para o lançamento do segundo volume do livro Apelidos Vitorienses. Evidentemente que estou priorizando os “apelibiografados”, ou seja: àqueles que estão com a história do seu apelido grafada nas páginas do mesmo. Para a esmagadora maioria dos autores independentes, assim como eu, o trabalho e o prazer sempre serão muito maiores que o lucro com as vendas.

Nesse livro – Apelidos Vitorienses II – constam os seguintes “apelibiografados”:

Babai Engraxate, Novo da Banca, Pea Preta, Branca, Gongué, Veio Eletricista ou Véio da Prefeitura, Brother, Bambam Água, Zé Ribeiro, Regis do Amendoim, Val, Pirraia do Feijão, Pituca, Júnior Facada, Pezão, Moreno, João Potó, Touro,  Lino, Eraldo Boy, Cocota, Castanha, Miro da Cachorra, Nininho, Neném da Joelma.

LANÇAMENTO LIVRO APELIDOS VITORIENSES II

Dia: 18 DE AGOSTO – sexta-feira

Local: VITÓRIA PARK SHOPPING

Hora: 19:30h – APRESENTAÇÃO DO LIVRO

Autógrafos: 20H ÀS 22H

GREVE: debates e negociações continuam……

Desde a tarde de ontem (25) circula nas redes sociais, fotos e áudios dando conta que alguns funcionários da prefeitura, que estavam participando do movimento grevista, haviam ficados “presos” no prédio sede do município. “Quem está dentro fica, e quem está fora não entra”.  Essa teria sido a frase dita, segundo os vídeos e comentários.

Pois bem, hoje pela manhã (26), por volta das 9h, desloquei-me até lá, para conferir, de perto, essa história. Por lá, muito servidores de braços cruzados, em sinal de união ao movimento. Fiz questão de falar e gravar um vídeo com o amigo e advogado dos sindicatos, doutor Aristides Félix, para saber a veracidade do conteúdo dos áudios.  Na sua fala, em nenhum momento ele deu ênfase ao termo “prisão”, falou, sim, em OCUPAÇÃO. Algo bem diferente. Com relação ao impasse nas negociações,  ele acusou o conjunto de secretários (negociadores) de estarem dificultando o processo e até de estarem  prejudicar o prefeito Aglailson Junior. Veja o vídeo:

No exato momento em que estava gravando com o amigo Aristides, o assessor especial do prefeito, doutor Paulo Texeira, usou do microfone para falar aos servidores. Durante certo tempo, escutei atentamente seu pronunciamento. Ele, vaiado algumas vezes, praticamente, reproduziu o que já havia falado, antes, na manhã de ontem (25), na coletiva de imprensa.

Falando “olho no olho” do servidor,  em assembleia, algo não comum nessas situações, o secretário pontuou vários temas. Realçou as dificuldades do início complicado da gestão, sobretudo no que diz respeito aos débitos deixados pela gestão anterior com os próprios servidores (salários, férias e etc), assim como à maneira aberta e franca com que vem tratando dessa questão com os dirigentes sindicais.

Após suas palavras – durante o tempo em que estive presente – o advogado Aristides Felix também usou da palavra. No primeiro momento, elogiou a postura do Paulo pela disponibilidade de participar daquele movimento público. Mas, em ato continuo, tornou a reivindicar o percentual proposto pela categoria  e elencou outros pontos da pauta, se colocando, também,  aberto ao dialogo para as devidas negociações.

Em certo momento, precisei sair e não acompanhei a conclusão do debate. Pelo que vi e escutei imagino haver disposição para recuos e avanços, de ambas as parte. Portanto, assim como todos os vitorienses, espero que as diferenças sejam sanadas e as atividades da municipalidade votem ao normal.

“O Cisne” promoveu a tradicional procissão de São Cristovão.

São Cristovão é o Padroeiro dos Motoristas e, por extensão, dos viajantes.  Segundo a lenda grega, São Cristóvão era um bárbaro antropófago, da tribo dos cinocéfalos – homens com cabeça de cão – que se converteu, foi engajado nos exércitos imperiais e se recusou a desertar, morrendo sob inomináveis torturas.

Na nossa cidade o Clube dos Motoristas “O Cisne”, tradicionalmente, promove celebração ao santo católico. Na noite de ontem (25), registramos a passagem do andor pela Rua José Rufino Bezerra, bairro do Cajá.

Cavalos pastando pelas ruas da cidade!!

Anteontem (24), nossas lentes registraram dois cavalos pastando livremente na Rua Elzanira Bezerra, no bairro do Cajá. Sai prefeito, entra prefeito e os bichos  – PORCO, CAVALO, BOI, CAVALO, JUMENTO E ETC – continuam perambulando pelas vias públicas da cidade.

A secretaria responsável pela fiscalização e recolhimento desses animais é a de Serviços Públicos. Portanto, mais uma vez, cobramos do amigo Bio da Morepe, chefe da pasta, uma atitude, no sentido de resolver o problema.

Movimento grevista do funcionalismos público municipal e os esclarecimentos dos gestores da prefeitura, em coletiva de imprensa.

Na tarde ontem (24), via ligação telefônica, recebemos o convite para participar de uma coletiva de imprensa no Palácio Municipal. Hoje (25), contudo, na hora marcada, estivemos  presente. O tema central do encontro, conduzido pelo assessor especial do prefeito Aglailson Junior, doutor Paulo Texeira, se ateve aos números e fatos que envolvem o funcionalismo público, sobretudo no que diz respeito à folha de pagamento, uma vez que os sindicatos que representam os mesmos decretaram – ontem e hoje – uma paralisação, inclusive, com movimento de rua.

Ainda na tarde ontem, porém, entrei em contato com o amigo e advogado representante da categoria grevista, doutor Aristisdes Felix, para colher algumas informações, atinentes às reivindicações. Adiantou-me que desde janeiro (2017) os dirigentes sindicais vem dialogando com os atuais gestores da prefeitura, mas, segundo ele, com muitas dificuldades, pois estavam sem ter acesso às informações necessárias. Apontou à falta de transparência da gestão como o grande “entrave”  para as negociações avançarem. Disse-me Aristides: “Pilako, o portal da transparência da prefeitura num tá nem funcionando, imaginas!!”. Confirmou-me o doutor Aristides que o salário médio dos professores municipais é algo em torno de R$ 5.000,00 (cinco mil reais).

Pois bem, de posse de documentos, planilhas, relatórios e uma pasta de ofícios, que segundo o Doutor Paulo “narra” um espécie de histórico do relacionamento da gestão com os sindicatos em questão, os representantes da municipalidade – assessoria especial e secretários de finanças, planejamento e educação – explanaram aos presentes, em primeiro lugar, a maneira pela qual encontraram o município, no que diz respeito às péssimas condições financeiras, fiscais, estruturais e materiais, a partir de janeiro de 2017, ao assumirem o comando administrativo.

Com base no piso nacional dos professores – R$ 2.298,80 –  disse os gestores que em Vitória o menor salário pago a um professor – inicio de carreira –  é de R$ 2.721,54, ou seja: maior que o piso. Disse também haver aqui, professor ganhando mensalmente salário de  R$ 21.970,26. Uma parcela  na faixa de R$ 15.807,00 e um bom número entre dez e quinze mil.

Com relação aos percentuais discutidos, para o aumento dos salários, a secretária de finanças, Fabiana Silveira, evidenciou os limites da Lei, no que diz respeito ao comprometimento da receita com a folha assim como o alerta do TCE ao atual prefeito, relacionado ao 3º quadrimestre de 2016, que alcançou 60,32%, número acima do máximo permitido.

Após os esclarecimentos dos gestores da prefeitura, de ordem técnicas e políticas, o debate foi aberto. O jornalista José Edalvo, na sua intervenção, disse, nos seus trinta e oito anos de imprensa local, nunca haver participado de uma reunião tão produtiva e técnica. Na minha oportunidade de falar, entre outras coisas, parabenizei o modelo usado para informar os negócios da prefeitura à sociedade, esperando, evidentemente, que, doravante, esse formato vire rotina.

Com relação aos salários de todos os funcionários da prefeitura, solicitei a relação para a devida divulgação. Garantiu-nos os gestores que o Portal da Transparência da prefeitura estará no ar, cumprindo sua função constitucional, no máximo entre 15 e 3o dias.

Ao final, pedi licença a todos para propor uma mudança na relação entre os funcionários municipais e a prefeitura: Por que não adequar o ponto biométrico para todos os funcionários da municipalidade? Seria um avanço para o serviço público municipal local.

Por volta do meio dia os funcionários municipais, vestidos de preto e com o famoso “apitaço” adentraram, de maneira pacífica, no prédio da prefeitura, reivindicando os seus direitos.

Aos que aqui foram citados, fica aberto o espaço para maiores informações e esclarecimentos, se assim desejarem.

Justiça concede Reintegração de Posse do prédio público em favor do Centro Social União e Trabalho!

Na manhã de ontem (23), através do contato telefônico realizado pelo amigo Ozias Valentim, fiquei sabendo de alguns detalhes da disputa judicial que vem sendo travada, entre o Centro Social União e Trabalho, cujo presidente é o próprio Ozias, e o Município da Vitória de Santo Antão, envolvendo um prédio público localizado em Terra Preta.

Os fatos geradores dessa disputa, contudo, não é algo novo. Muito pelo contrário: já é de amplo conhecimento da sociedade vitoriense. Ozias questiona –  segundo ele –  a invasão do imóvel e a subtração dos  equipamentos da referida instituição, pelo município,  sem qualquer aviso prévio ou comunicado oficial, por parte dos órgãos competentes da prefeitura.

Ainda segundo a narrativa do Ozias, em matéria publicada no Jornal da Vitória, “o advogado Bruno Teixeira, agiu a mando do prefeito Aglailson Junior, cujo chefe do Executivo, assim procedeu por mera perseguição política, movido por picuinhas e vingança,  em face dele (Ozias) ter disputado as últimas eleições na condição de candidato a vice-prefeito,  na chapa de oposição ao atual governo municipal”.  Sobre a forma como as coisas aconteceram, disse Ozias: “Nem durante a ditadura militar vi tamanha arrogância e desrespeito à sociedade”.

Pois bem, na qualidade de veiculo de comunicação independente da nossa cidade, intitulado Blog do Pilako, coloquei-me a disposição do amigo Ozias Valentim, para, caso ele tivesse interesse, enviar-me suas considerações e novos fatos – com documentos – para que postássemos matéria esclarecendo o assunto para a  comunidade vitoriense, uma vez que o conflito envolve interesse comum a todos antonenses.

Isto posto, contudo, na manhã de hoje (24), através de e-mail, recebemos fotos e documentos oficias do Ozias, anunciando a DECISÃO de “Reintegração de Posse com pedido liminar proposto pelo Centro Social União e Trabalho em face do Município de Vitória de Santo Antão”.

Ainda:

Determinando a devolução no mesmo prazo, dos móveis, utensílios e insumos recolhidos durante o Processo Judicial Eletrônico 1º Grau.

Ainda:

Fixando multa diária de R$ 20.000,00 (vinte mil reais) para a hipótese de descumprimento desta decisão, devendo o Oficial de Justiça identificar os réus ou terceira pessoa que viole a ordem judicial, inclusive, se necessário, dar voz de prisão pelo crime que vier a praticar.

Segue, abaixo, documento em pdf com toda decisão judicial expedida pela Juíza de Direito Mari Betânia Martins da Hora Rocha.

Atenção Bio da Morepe: PORCOS NAS RUAS!!!

Ao trafegar por volta do meio dia da sexta (21), pela Rua Primitivo de Miranda, na direção do Pátio da Matriz, fui obrigado a esperar que uma porca saísse da frente do carro. É triste, mas é real. Sai prefeito, entra prefeito e nada muda.

Porcos circulando pelas vias públicas, promovendo sujeira e imundice, é algo que depõe contra nossa cidade e, sobretudo, nos coloca numa vala comum, ou seja: no sub-mundo da incivilidade. Nenhum munícipe se sente satisfeito com bichos, desse porte, lambuzando a porta da sua residência.

Nesse contexto, não custa nada perguntar ao prefeito Aglailson Junior e ao secretário de Serviços Públicos, Bio da Morepe, se eles ficariam satisfeitos, casos os porcos estivessem, diariamente,  espelhando o lixo nas suas respectivas calçadas ?

Da Carolina do Sul (USA), o antonense Pedro Ferrer comenta sobre o livro (Apelidos Vitorienses II), o açougue da carne e da triste realidade urbanística da nossa Vitória de Santo Antão.

Da Carolina do Sul (USA) mais precisamente Hilton Head meus parabens e carinhoso abraço. Não somos, nem seremos, “best seller” mas temos sensibilidade para registrarmos e descrevermos fatos de nosso torrão natal: passados ou presentes. Pessoas de visão curta, incapazes de escrever não conseguem atinar para a importância do seu livro. Seu livro será com certeza uma referência e uma fonte de consulta para o futuro

Aproveitando a ocasião já que mais atrás você publicou uma foto do açougue. Dói-me ver tal prédio abandonado. Amigo Pilako por onde ando no momento é de causar inveja: limpeza, trânsito organizado, planejamento. Nem na Europa observei algo semelhante. Tudo erigido sem afetar a natureza. 80% do espaço ocupado por vegetação e vegetação de grande porte, árvores com mais de 15 metros de altura. Bom, meu amigo, fico por aqui. Pobre Vitória de Santo Antão…

Como era nossa Vitória, no inverno ou verão, sem a energia elétrica?

Ao circular pelas ruas centrais da nossa urbe, na noite fria e chuvosa de ontem (20), percebi, paradoxalmente, um movimento estático. Calçamento molhado, portas fechadas, praças desabitadas, bares silenciosos, carros estacionados e nem os mototaxistas, sempre agitados, faziam barulho, através dos escapamentos da suas respectivas ferramentas de trabalho.

Parado no semáforo, do cruzamento da Avenida Silva Jardim com a Rua Joaquim Nabuco, o painel  marcava pouco mais de duas dezenas de segundos, na contagem regressiva, indiferente a tudo e a todos e obrigando-me a esperar. Nem precisava, eu estava sozinho, naquela selva de pedra molhada.

Nesse lapso temporal, aparentemente insignificante, deu-me tempo para uma viagem, mesmo que sem sair do canto. Fui a um período, não sei precisar, na Vitória de Santo Antão de antes de 1922, quando, ainda, não dispúnhamos da então moderna energia elétrica já, largamente usada, em outros centros urbanos mais desenvolvidos.

À Vitória de antes, materializada na minha imaginação, não contava com essa invenção de alcance coletivo que mudou, radicalmente, a forma das pessoas se relacionarem, na sociedade moderna. Até então, claridade, após o pôr do sol, só pela obra e graça da lua, sobretudo na cheia, e pelo fogo, graças à combustão da madeira, ainda em abundância, nos quatro cantos da imaginável bucólica Vila de Santo Antão.

Quando estava me aprofundando no ritmo social, vivenciados pelos nossos antepassados santonenses, no inverno ou no verão, durante a noite ou dia, nos conceitos familiares e nas obrigações religiosas com o santo local,  o contador do semáforo zerou e a lâmpada vermelha apagou. O verde, acendeu em mim uma obrigação contemporânea, dando-me, imperiosamente,  uma ordem: o direito é seu,  para seguir, mesmo que, naquele instante,  não pugnasse pela volta, para o mundo atual.

Lançamento do Livro Apelidos Vitorienses II acontecerá no dia 18 de agosto.

É com muita alegria que anunciamos o lançamento do segundo volume do nosso livro Apelidos Vitorienses. Mantendo o formato anterior revelaremos a origem do apelido de mais vinte e cinco conterrâneos, que ficaram mais conhecidos na cidade pela alcunha do que pelo nome do batismo.

Nesse livro – Apelidos Vitorienses II – constam os seguintes “apelibiografados”:

Babai Engraxate, Novo da Banca, Pea Preta, Branca, Gongué, Veio Eletricista ou Véio da Prefeitura, Brother, Bambam Água, Zé Ribeiro, Regis do Amendoim, Val, Pirraia do Feijão, Pituca, Júnior Facada, Pezão, Moreno, João Potó, Touro,  Lino, Eraldo Boy, Cocota, Castanha, Miro da Cachorra, Nininho, Neném da Joelma.

Na prática, já começamos organizar o lançamento, que ocorrerá no dia 18 de agosto, no Vitória Park Shopping. Diferente do anterior, mudamos o dia evento para uma sexta-feira. Dessa vez incluímos um apelido feminino. Nossa amiga “Branca” foi a contemplada.

Os apelidos, indiscutivelmente, acabam tornando-se uma espécie de marca registrada. Já pensou, por exemplo, ao postar uma matéria falando dos torcedores do Sport, que participaram, no último domingo (16), aqui na Vitória, das festividades alusivas ao 41º título estadual, escrever que encontrei, no meio da festa, o senhor Amaro Henrique da Silva, na maior animação?

Quem danado iria saber que o “tal” senhor Amaro Henrique da Silva é o nosso “internacional” e popularíssimo  BABAI ENGRAXATE?

Portanto, conto com todos vocês para mantermos essa coluna e, na medida do possível, transforma-la, com  cada novos vinte e cincos “apelibiografados”,  em um livro. Em breve, aqui pelo blog, através de convites formais e  virtuais, estaremos chamados os internautas, amigos e familiares para participar conosco da festa de lançamento do livro APELIDOS VITORIENSES II

Serviço

LANÇAMENTO LIVRO APELIDOS VITORIENSES II

Dia: 18 DE AGOSTO – sexta-feira

Local: VITÓRIA PARK SHOPPING

Hora: 19:30h – APRESENTAÇÃO DO LIVRO

Autógrafos: 20H ÀS 22H

 

Com dinheiro ou sem dinheiro, a cidade precisa de GESTÃO!!

Em um passado relativamente distante a nossa Rua André Vidal de Negreiro –  conhecida por “Rua da Águia” – também já foi chamada por “República de Gloria de Goitá”, em função da grande quantidade de comerciantes, oriundos da vizinha cidade, lá estabelecidos. O tempo passou e, atualmente, a configuração do nosso comercio formal mudou. Grandes redes da Capital tem presença forte por aqui, mantendo assim, sob o ponto de vista comercial, nossa cidade como o centro da região.

Pois bem, há duas semanas, tarde da noite, ao  trafegar pelo Viaduto do Cajá, no sentido centro/subúrbio, observei uma movimentação estranha. Três pessoas – desconfiadas – circulavam pela via, de um lado para o outro.  Numa  distância segura, diminui o ritmo para observar. Logo entendi do que se tratava. Eram produtores de eventos populares colando, nas paredes internas do viaduto, o chamado “LAMBE-LAMBE” – cartazes com publicidade de festas.

No outro dia, pela manhã, ao retornar para o centro, observei que a propaganda, ali exposta, fazia referência a um evento na cidade de Glória de Goitá que,  aliás,  ocorrerá no próximo sábado (22), no RGF Hall com a Banda Torpedo (segue uma mídia grátis, aqui).

Muito bem, no início da tarde do último domingo (16), por ocasião do movimento realizado pelos torcedores do Sport Clube do Recife – uma “puxada” com trio elétrico, nas principais ruas da nossa cidade – registrei, na Rua Valois Correa, um automóvel – tipo vam – com placa de Gloria do Goitá, descarregando uma penca de carros de mão, carregados com isopor, lotados de bebidas,  para circular, vendendo-as,  no aludido “carnaval”.

Ora!! Alguém, então, poderia perguntar: Pilako, o que há de ilegal nessas práticas, por você observadas? Afirmando, ainda: essas pessoas são “guerreiras” e estão, honestamente, buscando o “pão” para suas famílias.

Eu, naturalmente, só poderia dizer uma coisa: É verdade!! Eu sou obrigado a concordar.

Chamo à atenção, às práticas mencionadas, no tocante à ceara administrativa pública municipal. Analisemos:

Já estou “rouco” de dizer que durante o carnaval vitoriense os nossos gestores – da gestão passada e da atual – mostraram-se incapazes de controlar o segmento do comércio ambulante. Nesse caso, à bagunça generalizada promovida pelos donos de “carro de mão” das outras cidades, que, entre outros malefícios,  prejudica diretamente os pequenos “guerreiros” locais,  é o ponto nevrálgico em questão. Aliás, eles  chegam  aqui, apenas para lucrar. Não nos deixar nada de frutífero, apenas confusão e mais bagunça!!!!

Com relação aos chamados “LAMBE-LAMBE”, esse é ainda pior!! Os produtores de festas – que não chegam a ser propriamente uns “coitadinhos” – oriundos “da casa de cacete”,  danam papel e cola nas paredes dos espaços públicos da cidade, desaparecem , deixando toda  sujeira e a imundície para os “bestas locais” limparem. Além do mais, sem contar, que provocam um efeito visual horroroso na nossa paisagem urbana.

De sorte, que esse é um tipo de “crime” fácil de combater, até porque os “malfeitores” deixam seus rastros e serão, caso a prefeitura tenha interesse, facilmente encontrados, mesmo sendo de outras cidades.

Digo tudo isso para mostrar, sobretudo ao prefeito Aglailson Junior, que existem ações administrativas, positivas, que podem ser realizadas,  sem que necessariamente seja investido “rios de dinheiro”. Basta boa vontade do gestor,  auxiliares com cabeça para pensar e caneta – cheia de tinta –  para punir!!! Simples assim…

Nossa cidade, infelizmente, acostumou-se na bagunça. Os prefeitos não ligam para o município, a população não cobra nada dos eleitos e as pessoas, de maneira geral,  gostam da levar uma “vantagenzinha”. O tão esperado  CHOQUE DE GESTÃO, ESSE, AINDA  NÃO VEIO,  E PARECE QUE NEM TÃO CEDO VIRÁ!!!!

O débito da prefeitura da Vitória com a empresa SERVITIUM é da ordem de R$ 1.839.099,86

Conforme havia prometido, ontem (18), segue  detalhamento  do débito da prefeitura da Vitória de Santo Antão com a empresa SERVITIUM, referente a prestação de serviços de locação de veículos, realizada no curso da gestão do Governo de Todos.

Pois bem, de posse da documentação entregue pelo Doutor Paulo Texeira – secretario especial do prefeito Aglailson Junior – procurei levantar detalhes e demais informações, inclusive com pessoas ligadas a empresa credora – SERVITIUM.

Através do telefone (3228-2482), entrei em contato com a referida empresa. Falei com várias pessoas até chegar num representante do setor financeiro.  Um senhor com o nome de Bruno, de maneira educada e prestativa, confirmou que a prefeitura da Vitória encontra-se em débito com a SERVITIUM. Após narrar o conteúdo dos ofícios, enviado pela empresa à Prefeitura da Vitória, no último dia 03 de julho, ele atestou todas as informações.

Os carros locados foram: s-10 (KFO-9313), s-10 (KHH-5826),gol (PDK-2423), gol (PDJ-0913), gol (PDX-5364), saveiro (OYY-9091), saveiro (PCE-1370), kombi (S/placa), retro, caminhão pipa, trator, limpa fossa, caminhão Basculante e escavadeira hidráulica (conforme planilha no pdf).

Estes automóveis, conforme notas fiscais, foram utilizados por várias secretárias (conforme planilha pdf) para serviços diversos, tais como:  escolares, entregas de merenda e até para prestação de serviços no pleito eleitoral, no valor de R$ 5.075, 00, através da secretaria de serviços públicos – item 131 (conforme planilha pdf)

Sobre os débitos referentes aos anos de 2010 e 2011, falou-me o senhor Bruno, ser resíduos financeiros não pagos. Já com relação aos anos de 2014, 2015 e 2016, segundo ele, foram atrasos que foram ficando “um por dentro do outro”.

No quadro abaixo, segundo a empresa, segue relação das notas ficais em aberto, assim como às secretárias correspondentes,  que usaram os veículos para suas atribuições.

Conforme o documento, enviado pela SERVITIUM à prefeitura da Vitória de Santo Antão, no dia 03 de julho do corrente ano, o débito total da prefeitura com a empresa é da ordem de R$ 1.839.099,86 (hum milhão, oitocentos e trinta e nove, noventa e nove reais e oitenta e seis centavos).

Essas, contudo, são informações que julgo importantes, na medida em que a população da nossa cidade,  com relação aos negócios realizados pela prefeitura,  é pouco informada  e quase ninguém tem acesso a documentos oficiais.

Seria de bom alvitre, em ato contínuo, que o prefeito Aglailson Junior pudesse realmente enviar outras documentações para atestar os débitos que disse, haver encontrado na prefeitura, a partir da sua chegada, em janeiro de 2017.  Isso é salutar para o “mundo político” e, principalmente, para  história da nossa cidade. Evidentemente que o atual prefeito não ficará imune à criticas e cobranças, no que diz repeito ao seu desempenho, na qualidade de gestor público, mas,  convenhamos,  trazer os fatos à luz do dia não deixa de ser algo positivo.

De resto, contudo, deixo a aberto o nosso jornal eletrônico, intitulado Blog do Pilako, para que os envolvidos se pronunciem, ou seja: o atual prefeito, a empresa Servitium, o ex-prefeito Elias Lira e até os ex-secretários, cujas pastas correspondentes foram nominadas, até porque, cada qual tem sua responsabilidade, nessa questão de ordem administrativa.

PDF – com toda documentação: