Charge: “uma imagem vale mais que mil palavras”.

O provérbio é do pensador chinês Confúcio, que viveu antes de cristo: “uma imagem vale mais que mil palavras”. Hoje o contexto do pensamento é muito atrelado  no mundo da publicidade. Mas, na minha modesta opinião, é na figura da charge,  bem elabora e inteligente,  que aflora e resume tudo o que quis transmitir a sábia ideia do filósofo oriental.

A charge que está transitando pelas redes sócias e grupos de whatsapp, retratando o bicampeonato mundial de futebol,  conquistado pelo selecionado francês,  no último domingo (15), na Rússia,  reproduz de maneira extraordinária inúmeras abordagens numa “simples” imagem.

Debates atuais, erros do passado e perspectiva de um futuro cada dia mais próximo, entre tantas outras possibilidades e avaliações, estão, singularmente, retratada na oportuna e bem encaixada (perfeita)  charge aludida. São tantas leituras e possibilidades para debates que  termino essas linhas por aqui……

Momento Cultural: A DANÇA DO VENTO – Por Valdinete Moura.

A dança do vento frenética não pára. E nessa
alucinação me envolve o corpo que treme e se
arrepia. Me desmancha os cabelos que entram
pelos olhos e penetram em minha boca, buscando
beijos úmidos de amor.

E o vento louco passa levando tudo para longe.
Tudo menos essa ânsia imensa, esse desejo
Insano de carícias e afeto.

O vento passa e leva tudo. Tudo mas deixa em
meu corpo a certeza da saudade e a imensidão
do desejo.

“Voz Interior”

Maria Valdinete de Moura Lima, filha de Manoel Severino de Lima e de Lindalva de Moura Lima, nasceu em Vitória de Santo Antão. Bacharela e Licenciada em Letras. Professora de Português da Faculdade de Formação de Professores da Vitória de Santo Antão. Poetisa e contista, tem um livro publicado VOZ INTERIOR – 1986. Tem vários prêmios, entre os quais: José Cândido de Carvalho, contos: Jeová Bittencourt, contos, menção honrosa (Araguari, MG). Concursos promovidos pelo “Timbaúba Jornal”, contos e poesia. É membro da Academia Vitoriense de Letras, Artes e Ciência.

No primeiro dia útil do ano – Sosígenes Bittencourt

No primeiro dia útil do ano, um casal anoiteceu se beijando. Inútil lembrar-lhes o cotidiano. Esqueceram até que mudaram de ano… Sôfregos, se abraçavam, se beijando. O Brasil deve ser um dos países onde mais se beija no mundo. Falta-se ao trabalho para se beijar. Vai-se ao trabalho para se beijar. Beija-se ao pingo do sol, no deserto, à beira-mar, assim haja quem se preste para beijar. Beija-se até sem beijar, mergulhado em sonho, de tanto desejar.

No primeiro dia do ano, um casal anoiteceu se beijando. A lua ia rápida, atravessando as nuvens, o aroma era de mato, de terra, de rio, como sói acontecer no Brasil. O palco talvez sugerisse uma peça musical à la Villa-Lobos, eivada de tantos arroubos.

No primeiro dia do ano, não cabia desengano, no espaço que estreitava o casal que anoiteceu se beijando.

Amoroso abraço!

Sosígenes Bittencourt

Momento Vitória Park Shopping.

Venham conhecer o mais novo serviço do Vitória Park Shopping! A LotoPark já está inaugurada em frente ao Detran.
Os serviços atuais em funcionamento são: Contas e Boletos; Capitalização; Saques e Depósitos; Benefícios Sociais; Saque Banco do Brasil; Jogos e Apostas; Carnês e Prêmios; Recarga de Celulares; Seguro Amparo; Pis e Pasep; Seguro Desemprego; Licenciamento Ipva, Dpvat e Multas; Pagamentos de Convênios; Abertura de Contas; Prestação Habitacional.

 

 

Paulo Lima é o novo presidente Rotary da Vitória.

Na noite as sexta (13) aconteceu no Restaurante Gamela de Ouro a Reunião Festiva do Rotary da Vitória. Na ocasião também tomou a posse a nova diretoria. O presidente que deixou o cargo, Manoel Camilo, apresentou um balanço das ações da sua gestão. O novo presidente, Paulo Lima, assumiu o cargo tendo o companheiro Luis Jorge como primeiro vice-presidente.

“Projeto Aluno Cidadão”: uma boa iniciativa para Vitória de Santo Antão.

Dentro de uma formatação interessante e proativa o “Projeto Aluno Cidadão”, na prática, foi efetivado na tarde da sexta (13), pelo Centro de Ensino Grau Técnico da nossa Vitória de Santo Antão. Direção, coordenação, professores e alunos, com o apoio da sociedade, estão irmanados na causa, que visa transformar a realidade de pessoas e entidades filantrópicas locais.

Nesse primeiro momento, entre outros objetivos, o projeto vai concentrar seus esforços na elevação da qualidade de vida dos idosos que são assistidos pelo IFEPE – reformas e ampliação nas instalações físicas da entidade onde os alunos, supervisionado pelos professores e coordenadores, literalmente, vão colocar a “mão na massa”, começam a  partir de hoje – segunda-feira (16).

Com o suporte da unidade do Grau Técnico local, que disponibilizou uma TV para  os alunos arrecadarem recursos através de uma rifa, o projeto prevê concluir os trabalhos em 90 dias. Louvemos a iniciativa! Essa é uma atividade que todos ganham. Na qualidade de parceiro, já comprei alguns bilhetes e também estou ajudando na venda da rifa.

Dentro desse contexto, porém, quero realçar a seriedade e o comprometimento do diretor geral da unidade de ensino Grau Técnico da Vitória. Instalada há quatro anos na nossa cidade acompanho e tenho um bom relacionamento com o senhor Antonio Norberto. Desde o nosso primeiro contato, ele foi afirmativo: “ eu não sou  aventureiro, me instalei em Vitória para ficar e quero contribuir com a cidade”.

Rivaldo Felipe e Jurandir Soares: Viva o Rock!!!

Na noite da sexta (13), no dia do Rock, encontramos, no ambiente etílico mais charmoso da cidade –  BROTHER`S PUB – os roqueiros Rivaldo Felipe e Jurandir Soares. Na ocasião, em grupo, celebramos a data. Os autênticos roqueiros – o que não é o meu caso – são pessoas identificadas por um estilo e unidas por uma ideia. A família do rock é universal!!!

Momento Cultural: AI DE MIM E MEU POVO – por Egídio Timóteo Correia.

Não é a minha intenção ser “um fiscal do mundo”, um “reclamador”, um “aponta defeitos”… Entretanto, sou um cidadão que gosta de se informar. Vejo exemplos que gostaria de seguir, e, vejo exemplos que não gosto de seguir. Vejo reportagens de países e cidades civilizadas, e como sou um amante dessa cidade VITÓRIA DE SANTO ANTÃO, que me viu nascer, gostaria que ela fosse exemplo bom, para o resto do Brasil e do mundo. Por isso fico triste quando observo maus-tratos contra a minha cidade Por parte dos próprios cidadãos. Por falta de outro recurso, uso meus versos e poesia na tentativa de sensibilizar a quem ainda não percebeu que uma cidade civilizada. depende antes de qualquer coisa, do seu próprio povo.

Entre outras poesias com o título ( por uma cidade melhor) escrevi esta:

AI DE MIM E MEU POVO

Vê nas paredes dos muros
Dizeres ou pichações,
Isso mostra que meu povo
Carece de educação.
Vê o barulho nas ruas
Fazendo poluição,
Isso mostra que meu povo
Não tem boa educação.
A violência presente
Enlutando a nação,
Matar por qualquer besteira
É falta de educação.
O lixo jogado nas ruas
Pelo próprio cidadão
É triste saber que o povo
É pobre de educação.
Velhos, crianças, mulheres,
Sem a devida atenção
Sinal que devemos todos
Ter melhor educação.
Nossos líderes e governantes
Envolvem-se em corrupção
Quando nos falta a moral
Ta faltando educação
O que faz o meu Brasil tão rico
Não ser a grande nação?
Só há uma explicação:
Riqueza só não basta

Tem que haver educação.

Egidio T. Correia é poeta.

Para refletir – Sosígenes Bittencourt.

Caso nossa maior necessidade fosse informação,
Deus nos teria enviado um educador.
Se nossa maior necessidade fosse tecnologia,
Deus teria nos enviado um cientista.
Se nossa necessidade fosse dinheiro,
Deus teria nos enviado um economista.
Mas, uma vez que nossa maior necessidade era o perdão,
Deus nos enviou o Salvador.

Max Lucado

Sosígenes Bittencourt

Não somos mais os donos dos “Deuses do Futebol”……….

E nesse domingo, 15 de julho, com o jogo final entre os selecionados da França e da Croácia serão fechadas as cortinas do espetáculo da 21ª Copa do Mundo. Na qualidade de fio condutor de mais um encontro universal,  o futebol segue ganhando mais espaço no cotidiano das pessoas e alimentando inúmeros sonhos,  nos quatro cantos do globo terrestre. Uma mercadoria –  digamos –  hipervalorizada!!!

Nós, brasileiros, fomos formados na ideia de que somos os melhores do mundo. Em apenas quatro edições do torneio (espaço de 12 anos) ganhamos três títulos. Somos os únicos a marcar presença em todas as edições da competição. Mas, ao que parece, a globalização também chegou ao “mundo da bola”. Ainda somos os únicos pentas, mas, queiram ou não queiram os fanáticos, perdemos espaços, até no nosso quintal – América do Sul.

Não obstante haver sido a França o epicentro das “luzes” da racionalidade  e a potência das grandes conquistas do Napoleão Bonaparte que ditou, inclusive, a maioria das regras e costumes no ocidente,   não ser propriamente reconhecida como uma referência  nos gramados, a mesma,   nas últimas duas décadas,   elevou-se à potência  nos gramados. Seu primeiro título mundial só ocorreu em 1998, diga-se de passagem,  em cima justamente do Brasil.

Já a Croácia, com seu padrão de camisa espalhafatosa, até poucas décadas, na qualidade de país,  nem existia. Sua origem ocorreu em função da separação da antiga Iugoslávia cuja escola futebolística sempre foi forte e tradicional. Sem sombra de dúvida foi a grande surpresa da Copa da FIFA 2018, ocorrida na Rússia.

Aliás, na edição da copa imediatamente anterior, ocorrida no Brasil, em 2014, com o meu filho Gabriel tive a oportunidade de assistir, na Arena Pernambuco, uma das suas apresentações.

Ao que parece os “Deuses do Futebol” não é mais uma propriedade exclusiva dos brasileiros, difícil de acreditar que o mesmo não tenha chegado a todas as nações. Não somos mais os detentores – como muitos querem que pensemos – do famoso futebol arte e imbatível. Concluo,  dizendo: não ficamos desaprendemos….. Os outros foram que melhoraram e até, em alguns casos,  passaram a  perna na nossa “Pátria de Chuteiras….”

Dia do Rock: Cristovão é o nosso dinossauro!!!!

Foi por conta de uma causa humanitária, em favor da fome e da miséria na Etiópia, país do  continente africano, em 1985, que um mega evento de Rock aconteceu. Por haver ocorrido no dia 13 de julho a data tornou-se emblemática para roqueiros brasileiros. O rock, ao contrário do que muita gente pensa, não é só um estilo musical é um conceito de vida.

Não podemos, porém, deixar de registrar a data, na nossa Vitória de Santo Antão,  sem fazer uma referência direta ao maior roqueiro santonese de todos os tempos: O dinossauro Cristovão. A história do rock nas nossas terras se confunde com a vida desse cara.

Na qualidade de amigo de bons e autênticos roqueiros, tais como Rivaldo Felipe, Jurandir Soares, Rafael Ferrer e tantos outros, vez por outro me aventuro nessas águas….. Assim sendo, segue, no dia de hoje, uma saudação especial a todos os roqueiros santonenses……