Meu amigo, a gente não sabe quem é esse Bruno, mas todo mundo queria ser penetra nessa festa. PENSE! Bruno disse que na mistura da receita do bolo a turma colocou umas doses da branquinha. Eita, que deve ter ficado muito bom!

Meu amigo, a gente não sabe quem é esse Bruno, mas todo mundo queria ser penetra nessa festa. PENSE! Bruno disse que na mistura da receita do bolo a turma colocou umas doses da branquinha. Eita, que deve ter ficado muito bom!


Na manhã de hoje (19), no centro comercial, casualmente, encontrei essa trinca de “cientistas políticos populares” (Néneu, Ageu e Apolinário). Na ocasião, o assunto em voga era política. Com o fim da copa do mundo e, consequentemente, mais uma decepção no saco da população brasileira todas as atenções se voltam para as eleições gerais de outubro. Por enquanto, tanto lá quanto aqui, Brasília e Pernambuco, respectivamente, o jogo está aberto. Tudo poderá acontecer, inclusive NADA!!!
Hoje, 19 de julho de 2018, o professor, pensador e poeta santonense, Sosígenses Bittencourt, completa 63 anos que foi dado à luz, como ele mesmo ratificou, em sua página pessoal. Tenho liberdade e amizade bastante com o aniversariante para dizer dele o que bem entender.
Poderia dizer: 63 anos. 6+3=9 e 9 fora, nada. Ou: 63 anos. 6+3=9 e, portanto, quase perfeito!! – Levando em consideração que o 10 seria a nota máxima. Tudo isso vai depender do ângulo que se queira olhar, enxergar e avaliar. Mas, independente de qualquer coisa, para os que são afeiçoados ao equilíbrio, ao exame e à ponderação e costumam olhar por cima do “muro” – algo cada dia mais raro nesse mundo “coisificado” – logo entenderão que o professor é um animal fora de série, ou seja: um bicho daqueles que só nascem um ou dois a cada século.
Ao professor, no dia de hoje, desejo-lhe apenas saúde, para que consiga uma vida longeva até porque o mundo precisa mais dele de que ele do mundo. Portanto, concluo dizendo: Sósígenes todo dia, não tem cristão que aguente!! Mas, também, Sosígenes nunca mais tornaria a vida dos seus amigos um tédio………

As coisas
Vão
E vem.
Quem tem,
Tem.
Quem não tem,
Não convém.
Desde que o mundo
Se fez
Num segundo,
Que sigo
O rastro da caça.
Sim,
Faço poesia!
Quem se importa?
É comum, na cara,
Me baterem a porta.
José Bezerra de Oliveira
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João Valois, José Augusto Ferrer, Elmo Cândido Carneiro, Padre Pedro(de pacas) e o conceituado jornalista Tony Almeida. Foto registrada na década de 60.
Indique uma mudança de vida para os seus amigos. Cada indicação efetiva vale R$ 50,00 para o aluno que a fez.


Um homem tem todo direito de não querer uma mulher, mas não tem o direito de enganá-la. Não querer não é falta de respeito, enganar é roubar.
Transparência é a palavra. E serve para ambos. É preciso saber o que se quer. Há casais que nasceram para fazer sexo, não nasceram para se casar. Casamento só funciona na base do amor, e amor éAMIZADE. Na relação amorosa, a amizade é o ator principal, o sexo é personagem.
Inteligente seria compatibilizar AMOR com SEXO, ou seja, ser amigo, preservando o fogo carnal.
É assim. Se sexo é BAIXARIA, e amor é ALTARIA, você tem de ser versátil para não estragar a relação conjugal. Na hora de amar, um amparar-se no outro; na hora da safadeza carnal, um esfregar-se no outro.
Sosígenes Bittencourt

Disponibilizamos a música “Porta à Fora” do compositor vitoriense Edu Luppa. A música integra o álbum “Edu Luppa e Banda Tcha Run Dun – O Ritmo dos Apaixonados“.
Edu Luppa e Banda Tcha Run Dun – Porta à Fora
Aldenisio Tavares

Com a revelação de que o ex-presidente Lula é considerado o eleitor mais influente da Terra dos Altos Coqueiros, segundo a pesquisa mais recente, e com a proximidade das eleições gerais de outubro os três mais bem avaliados pré-candidatos ao governo de Pernambuco – Paulo Câmara, Armando Monteiro e Marília Arraes – começaram se “mexer” no sentido das amarrações dos velhos e necessários discursos.

Por aqui, queiram ou não queiram os caciques, o fato novo da eleição atende pelo nome de Marília Arraes. Eleita vereadora do Recife (2016) pelo Partido dos Trabalhadores, a neta de Miguel Arraes e prima de Eduardo Campos, deverá ter a primazia e exclusividade em “colar” na imagem do “padrinho ilustre”, Lula da Silva.
Depois de um tremendo desgaste público, para amarrar uma aliança formal com o PT, o governador Paulo Câmara parece que vai “morrer na praia”. Fora do Nordeste as “bênçãos” do presidiário Luis Inácio Lula da Silva não é algo desejável pela maioria dos candidatos a governador filiados ao seu partido – PSB.

Já o senador Armando Monteiro, que lidera uma frente de oposição no estado, se abraça localmente com os antagônicos os lulismo e do petismo, mas faz questão de divulgar que foi visitar – na prisão em Curitiba – o “seu amigo” Lula da Silva.

São por essas e outras que a esmagadora maioria do eleitorado nacional está com nojo da classe política, sobretudo a que confabulam e respiram oo mesmo ar da Capital Federal. Ao que parece a peça mais importante dos respectivos planos de governo é a reedição do velho e bom pragmatismo, ou seja: o “calculo eleitoral” acertado!
Em Pernambuco, por exemplo, em virtudes das novas arrumações eleitorais, mesmo para o eleitor mais atento, fica difícil identificar quem tem ideias diferentes. Em 2010, os três principais postulantes ao governo de 2018, estavam todos juntos, num mesmo palanque. Os Petistas do nosso estado, que no impeachment da presidente Dilma, taxavam os antigos aliados de “golpistas” estão se reconciliando com todos, sem a menor cerimônia, desconstruindo, inclusive, a bandeira da militância, que sempre foi o maior patrimônio do partido (PT).

Concluo dizendo: ao que parece nem tão cedo teremos o que comemorar no que tange ao comportamento e às atitudes dos nossos políticos. Até parece que foram feitos sob medida para o nosso tão despreparado eleitorado….Lamentável!!!

A branquinha aqui tá comemorando 80 anos com carinha de 30, meu povo. Vocês tão pensando o que? Quase todo mundo tem uma história boa pra contar de um dia que tava degustando a branquinha. E o melhor é contar essas histórias tomando outra branquinha.
Vamo nessa? Contar 80 anos de história?


Em recentre encontro com o “eterno” comandante do nosso Tiro de Guerra, Major Eudes, o mesmo confidenciou-me a intenção de escrever um livro, para realçar suas memórias atinente ao seu tempo, no que se refere ao longevo comando no Tiro vitoriense.
Com duas décadas de atividade, na qualidade de instrutor, o então terceiro sargento Eudes assumiu o nosso Tiro em 1970. Nesse período comandou quase vinte turmas e um efetivo de mais de 1.500 soldados.
Inegável, contudo, foi a sua prestação de serviço a sociedade vitoriense. Com pulso forte e atitudes firmes o Major Eudes formou cidadãos santoneses de todos os extratos sociais e que hoje estão – de uma forma ou de outra – contribuindo na construção da Nação Brasileira. Nesse contexto, porém, me coloco.
Fui seu atirador, monitor e comandado. Apenas a título de exemplo hoje, trinta anos depois do meu desligamento do Exército Brasileiro, todas as vezes em que vou cantar o hino nacional lembro-me dos ensinamentos do Major Eudes. Dizia ele: “ primeiro a gente sonha, depois a gente ama…….”

O sol se descortinava na praia
Brilhando em meus olhos
Caminho só
Ar imóvel, quente
Vento assobiando ardente
Com o som da minha respiração
Um monte de pensamentos
Um toque agudo sibilante
Suspirando com prazer
O nascer de um novo dia
Uma alvorada arredia
De momentos de introspecção.
Um aroma gostoso de terra molhada
Ou maresia,
Um delicada lua ornamentando o amanhecer
Em uma fantasmagórica poesia,
Plenitude
O vento zunindo
Um sentimento de dignidade
Uma visão do encanto
Insondável graça no rosto
No perplexo momento
Da percepção da vida.
O que ele diz
estará dentro do seu peito
Todo tempo
Para sempre…
Seja longe, seja perto
Não sabemos o exato, o correto
Para tudo tem um tempo
Mas quando será esse tempo certo?
(MOSAICO DE REFLEXÕES – GUSTAVO FERRER CARNEIRO – pág. 14).
O Shopping Vitória vem trabalhando a cada dia para deixar nossos clientes com um shopping mais completo. Dessa vez, chegou mais um serviço para atender a cidade de Vitória de Santo Antão e região, o Expresso Cidadão. Vem para facilitar a vida de todos irá melhorar a qualidade de vida de todos os clientes que não mais precisarão se deslocar para a capital, são mais de 20 serviços com todo conforto e comodidade que todos conhecem.
Uma conquista do Shopping Vitória e Governo do Estado para você.


Ano não registrado.
Aluno Grau Técnico volta às aulas com sorriso no rosto e as energias renovadas para aprender ainda mais. E se você ainda não é aluno, aproveite para fazer sua matrícula com preços especiais!


Um dia, eu estava na Praça Leão Coroado, à Hora do Ângelus, numa roda de cervejeiros a filosofar, quando me apareceu um ex-aluno potencialmente embriagado: – Professor, o senhor fala difícil, é metido a sabido, mas os tapurus irão comer todos nós.
Não tive dúvida: – Menos a verdade. Os tapurus poderão comer você; a mim, comerão os “miodários cuterebrídeos calipterados”.
Sosígenes Bittencourt

Ouça a música “CIRCULANDO” composta por Aldenisio Tavares, na voz de Nildo Ventura.
Circulando – na voz de Nildo Ventura – Composição Aldenisio Tavares
Aldenisio Tavares

Em meio a familiares e diretores do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória, entidade por ele presidida, o professor Pedro Humberto Ferrer de Moraes soprou as velinhas para marcar a passagem dos seus setenta e seis anos de vida. O encontro ocorreu no Restaurante Gamela de Ouro, por volta do meio de ontem (16).
Segundo o aniversariante, ao longo da vida, ele correspondeu às expectativas do criador (Deus). Em rápida avaliação, quando indagado, o “Pedoca” – como é carinhosamente tratado no ambiente familiar – atestou continuar servindo ao próximo, como bem propõe as escrituras sagradas, muito bem conhecida por ele que foi, ainda na juventude, um “quase padre”.
Já com relação ao contributo às boas causas vitorienses podemos afirmar que o professor Pedro é uma espécie de unanimidade. “Com a vida resolvida”, por assim dizer, ele hoje “vive e respira” o nosso Instituto Histórico, projeto cultural que mantém viva a história da formação da cidade assim como o cotidiano e o legado dos nossos antepassados.

Dentre os presentes que recebeu destacamos uma peça original retratando um Pedro Ferrer barbudo e com menos idade, lembrando os tempos que lecionava na Universidade Federal. Após os “comes e beses”, ao final, como toda comemoração natalícia de respeito surgiu o tradicional corte do bolo e o animado “parabéns pra você”. Veja o vídeo.