Missa de Sétimo Dia.
Marcos Pereira – Marcos de Cornélio.
Dia: Quarta-feira (10) – hoje.
Local: Igreja do Livramento.
Hora: 19h.
Antecipadamente a família agradece.
A #Hoverboard é uma ótima opção para se divertir no Dia das Crianças! Traz toda a família e chama os amigos para brincar muito por aqui! #Hoverboard.
Aluna Jéssica Souza Brito, cursando técnico em RH, turma 02, estagiária no setor administrativo do LAR SÃO FRANCISCO. O estágio é uma etapa importante para o desenvolvimento da carreira de todo profissional. Mais do que ganhar experiência, ele possibilita para os estudantes conhecimento, competências e uma relação prática da teoria vista em sala de aula.
No dia da eleição, preste atenção. Não vá com ânsia ao período de vacância. Das 8 às 17h, ninguém manda no poder, ninguém governa, quem ocupa o poder é você. Não espere que a Justiça julgue os políticos, julgue-o, você.
O poder de absolver ou condenar um político foi concedido a você. O seu voto será martelo, será juiz. O seu voto fará justiça sem que ninguém possa julgar você. Quem educa político e postulante a cargo eletivo é você.
Democrático abraço!
Sosígenes Bittencourt
Do novo CD de Zezé do Forró, ouça a música QUERIDA, de autoria Aldenisio Tavares.
Aldenisio Tavares
Se para eleger um deputado estadual em Pernambuco já é uma equação difícil, imaginar, portanto, figurar entre os vinte e cinco deputados federais pernambucanos que irão para Brasília, a partir de 2019, convenhamos, é mais complicado ainda. Os partidos e as coligações, diferentemente da intenção da maioria do eleitorado – trabalham e fazem seus respectivos planejamentos para justamente renovar o menos possível. Quando muito, investem na troca do pai pelo filho.
Pois bem, na qualidade de um dos maiores colégios eleitorais da interior de Pernambuco, nossa cidade, Vitória de Santo Antão, perdeu protagonismo na Câmara Federal (Brasília) nas últimas quatro décadas, justamente por priorizar os interesses “particulares/familiares” dos três principais grupos políticos locais: diga-se Elias, Henrique e Aglailson. Os “votos da cidade”, nas últimas eleições, sempre foram “negociados” para empinar os projetos pessoais. Aliás, meses atrás, postei aqui no blog que os deputados federais que foram bem votados na cidade, em 2014, destinaram nada, ou quase nada das suas emendas parlamentares para contemplar o nosso município.
Nessas eleições – 2018 – tivemos três postulantes locais na briga por uma cadeira em Brasília. Os três – Paulo, Henrique e Saulo – não lograram êxito eleitoral, mas, de qualquer forma, suas postulações devem ter despertado no eleitorado antonense algumas reflexões positivas.
O que melhor pontuou eleitoralmente na cidade foi Paulo Roberto (17.232). Já o que mais conseguiu votos fora do município foi o Henrique Queiroz (28.815). O atual vice-prefeito, Doutor Saulo, que fez uma campanha franciscana na cidade, conseguiu ultrapassar a votação de Henrique. Ele obteve em Vitória, 6.910, do total de 11.142 alcançados em todo estado.
Numa leitura superficial podemos dizer que Paulo foi o mais competitivo (40.742). Levando em consideração que o seu objetivo maior é a prefeitura da Vitória acredito que se ele tivesse disputado um mandato de deputado estadual teria tido amplas condições de efetivar-se numa cadeira na ALEPE, concretizando assim um espaço real de poder e ainda, na medida do possível, provar ao eleitorado local que não depende de Elias Lira para ser político até porque, convenhamos, o mesmo (Elias) já tem herdeiro político e, certamente, o que puder fazer para lhe atrapalhar fará.
Ao se “substituir” na ALEPE, em favor do seu primogênito (Henrique Filho), o velho Queiroz deu uma prova inequívoca do seu conhecimento político/biológico/empresarial. À nível estadual, sobretudo com a reeleição do governador Paulo Câmara, acredito que o seu espaço continuará vivíssimo. Em se tratando de política, Henrique Queiroz joga em qualquer posição. Mas, para os mais atentos, saiu-se enfraquecido no plano local. Assim, para 2020, em Vitória, deverá ser uma espécie de “linha auxiliar” do primo prefeito.
Já com relação ao resultado político/eleitoral do ex-vereador e atual vice-prefeito, Doutor Saulo Albuquerque, sua votação na cidade nos sugere um fortalecimento político. Sem padrinho e sem estrutura partidária ou financeira o mesmo mostrou que tem um forte elo com praticamente todas as camadas sociais da cidade. Agora, tem dois anos para se cacifar na disputar à prefeitura local ou mesmo continuar na vice, já que o atual prefeito, Aglailson Junior, nessas eleições, no plano local, não demonstrou a larga potencialidade e liderança que a liturgia do cargo deveria ter-lhe conferido.
Para concluir, portanto, se somarmos as votações totais dos três postulantes federais – “filho da terra” – teríamos um somatório de votos (82.237) que daria condições de elegermos um deputado federal em qualquer uma das coligações. Sendo assim, fica provado, por “A” mais “B”, que Vitória de Santo Antão tem amplas condições de eleger um “filho da terra”, para nos representar na Câmara Federal, lá em Brasília, no “Centro do Poder”.
No Dia das Crianças você não pode perder os brinquedos e variedades que a #PlayKids tem! Na loja chegou LOL Surprise, uma novidade ótima para presentear sua princesinha e brincar a vontade. Venham pra cá!
Palestra é um meio de comunicação, onde palestrantes levam a informação para o crescimento profissional do aluno para atuar de melhor forma na sociedade, comunidade e na vida profissional, visando uma forma diferenciada de obter conhecimentos.
DATA – 31 de agosto Tema – Inteligência Emocional Hora – 14h Palestrante – Márcio Brito Turmas – Enfermagem.
Em cima de filho indesejado, nada mais inútil do que chibata moral e desespero. Justamente porque filho não programado é geralmente fruto de emoção desenfreada, apetite incontido. O procedimento deve ser sempre a preservação da serenidade em busca da razão, embora tardia, para solucionar questões do passado. A vida ensina que no passado nem Deus põe a mão. O passado construído pelo homem é “vontade permissiva de Deus”.
Se filho indesejado é resultado de liberdade desenfreada, por que desespero para consertar loucura? Antigamente, quando um menino trelava excessivamente e fugia ao controle era chamado de “desesperado”. No dia em que “desespero” pagar compromisso, eu o aconselharei para sanar dívidas.
Logo, a primeira atitude racional deve ser identificar o pai da “arte”, uma vez que a mãe está à nossa frente com o fruto no ventre. Não adianta arrumar pai para menino e adiar uma questão que será um dramalhão no futuro. Essa questão de dizer que pai é quem cria é deslavada mentira. Pai é quem fecunda óvulo, quem cria é mantenedor. Agora, se o mantenedor é zeloso e ama o enteado, merece ser amado, é outro detalhe. Se o pai é um sem-vergonha de marca maior, e a mãe engravidou por distração carnal, não assumindo os seus atos, não merecem ser amados, o que nem sempre acontece. Merecer não é sinônimo de recebimento, gratidão. Às vezes, o sujeito cria o alheio e recebe pontapé no focinho. Em suma, a vida estará sempre acima de tudo. Todo expediente em favor da vida será bem-vindo, e todo expediente contrário à vida será pecado.
Ainda em relação à paternidade, em caso de dúvida, a ciência entrará com o DNA, ninguém merece não saber quem é o seu pai, mesmo que o reprodutor não seja um anjo. Mentira tem pernas curtas e as más-línguas irão fuxicar. Portanto, é momento de buscar a razão, que não foi convidada no instante do desespero. Razão é reflexão, e reflexão é mais lenta que emoção, precisa de serenidade. Desespero é emoção, que, por associação, deve ser evitado. E, para não resvalar para o discurso moralista, a chibata moral, que de nada serve nesse instante, o conselho é o seguinte: Sexo é a coisa mais gostosa do mundo, mas fazer menino não tem nada a ver com isso. Haja vista que masturbação não gera coisa alguma e a macacada pratica desde a grande descoberta. Filho é vida, é universo, é criação, tem de ser programado, fruto do amor, que é racional. Quando for fazer sexo para sentir prazer, faça a munganga, não faça menino, ninguém é mais ingênuo como antigamente, não estamos mais na era da cegonha. Use a liberdade, preservando a devida segurança. Afinal, segurança sem liberdade é escravidão, mas liberdade sem segurança é loucura.
Sosígenes Bittencourt
“TE QUERO AMOR” samba de Guga, Junior e Paulo, no Cd vol. 02. É pra sambar, swingar e se apaixonar, da Banda Fascina.
Aldenisio Tavares
Desde a chamada “Nova República” uma eleição geral brasileira nunca havia ocorrido com tantas peculiaridades e surpresas. Nesse contexto, devemos incluir pelos menos dois fatos inusitados: um atentado a faca, em pleno ato de campanha, deferido na direção de um dos principais presidenciáveis, assim como de um postulante – que figurava até então no primeiro lugar das pesquisas eleitorais – comandando sua campanha de dentro da cadeia.
Seja lá qual for o resultado anunciado pelas urnas no próximo dia 28 de outubro, tenho a impressão que o Brasil sairá perdendo. Nós, brasileiros, ontem (07), dentre as possibilidades possíveis para conjugar uma disputa no segundo turno, escolhemos a pior, ou seja: de um lado um projeto de governo que fracassou e jogou o País no fundo do poço. Do outro, uma possibilidade evidente de andarmos para trás e tomarmos o conhecimento de que o poço não tem fundo.
Antagonicamente esse mesmo eleitorado, no que se refere ao processo sucessório no Congresso Nacional, deu sinais de sabedoria ao banir da vida pública figuras que nunca fizeram outra coisa na vida a não ser se servir do povo, ao invés de servir ao País. A turma do Sarney, do Cunha, do Jucá e até do Pedro Correa foram barrados no “Baile Democrático”. Isso foi bom!!
Já com relação ao nosso Estado acho que o povo merecia uma nova chance para avaliar os dois candidatos que se saíram melhor nas urnas, numa disputa em segundo turno. Mesmo após quatro anos administrando o Estado o governador Paulo Câmara, antes, um desconhecido, recebeu menos sufrágio agora que em 2014. Sinais de que sua gestão real mente ficou abaixo do esperado.
No quesito Vitória de Santo Antão e seu comportamento eleitoral, realçando apenas o recorte político local e seus desdobramentos, o resultado do último domingo nos sugere algumas avaliações. Uma eleição calma e tranquila, sem maiores alterações. Definitivamente, os sufrágios hipotecados aos três “príncipes” – filhos dos tradicionais políticos locais – foram abaixo da expectativa dos chamados “cientistas políticos populares”. Já outras candidaturas avançaram “fora da margem de erro”.
Assim sendo, no transcorrer da semana iremos comentar, sob o nosso ponto de vista, quem ganhou e quem perdeu musculatura eleitoral no xadrez político local, visando os próximos capítulos. No mais, deu a lógica: Vitória mantém seu espaço na ALEPE, com três assentos.
Não obstante às mudanças ocorridas – em 2018 – na forma de se fazer campanha eleitoral no nosso Brasil, algumas delas positivas, os políticos continuam apostando pesado nas velhas práticas. Se bem observada, analisadas e discutidas as urnas enviaram várias mensagens cifradas.
Não podemos conceber, contudo, que um sem números de papeis (santinhos) sejam espalhados pela cidade com o claro e flagrante objetivo de burlar a lei. Material de praticamente todas as coligações “entapetaram” as ruas e calçadas que davam acesso aos locais de votação. Será que isso ainda se faz necessário? E porque a Justiça Eleitoral não toma uma atitude enérgica?
Não seria difícil uma autuação rigorosa, até porque “os criminosos” deixam suas digitais nos locais do delito……..
Desde o processo do recadastramento biométrico, ocorrido na Comarca antonense, que deixei de hipotecar o meu sufrágio em uma das urnas localizada no Clube Abanadores “O Leão”. Agora, estou votando no prédio da Faintvisa, no bairro do Cajá.
Esse ano, mais uma vez, encontrei o amigo Creodon Maciel, conceituado advogado da cidade. Em rápido bate-papo, até porque o tempo é curto e o “dia eleitoral” é dinâmico, trocamos algumas figurinhas sobre o pleito de maneira geral. Creodon é desses caras “sangue bom” que a gente não ver todo dia, mas é sempre uma festa encontra-lo.