ESTUPRO E MULHER COM A NÁDEGA DE FORA – por Sosígenes Bittencourt.

Eu costumo dizer que julgo ser mais prazeroso beijar uma mulher com o seu consentimento do que manter congresso sexual com uma mulher sem sua permissão. Contudo, no primeiro caso, o cidadão deve ser considerado um sujeito normal; no segundo, um psicopata. Um homem pode desejar uma mulher e mudar de tática para conquistá-la, mas não pode usá-la sem sua aprovação, é caso de Justiça.

Cada estuprador ataca sua vítima por questão singular. Há estuprador que enguiça o muro do cemitério para copular com uma falecida, confundindo estupro com profanação de cadáver. Outro não pode ver uma mulher com a nádega de fora – o que não significa dizer que a vítima seja “cúmplice” – o seu azar será apenas a coincidência de cruzar com um “bundomaníaco”.

Oportuno salientar que o psicopata sabe exatamente o que está praticando, que está cometendo crime, que poderá ser linchado na via pública ou estuprado no cárcere, porém não consegue conter o seu apetite criminoso. Contrário ao doido, que não sabe lidar com suas emoções e fica abestalhado, olhando para o objeto do desejo.

Portanto, descartemos a ideia de que homem pega mulher a pulso porque ela está com as fronteiras proibidas de fora. Um cidadão normal lança um galanteio, oferece-lhe uma rodada de chopp, ou a convida para dançar. O estuprador pega uma faca e fica por trás de uma parede, como num filme de terror. Às vezes, fica tão descontrolado que não escolhe o lugar e acaba nas mãos da população – doida por um tarado para descarregar o seu desejo de matar. Azar do estuprador.

Enfim, lugar de estuprador é preso, e mulher brasileira, se tivesse cautela, não andaria nua. O brasileiro, em geral, é enxerido, quando o namorado vai urinar, ele tira sua namorada para dançar.
Cauteloso abraço!

Sosígenes Bittencourt

A última Missão Cultural da “Corriola da Matriz” aconteceu no Instituto Histórico e Geográfico da Vitória.

Como uma espécie de balancete final os componentes da “Corriola da  Matriz” cumpriram na manhã/tarde do sábado (01) uma agenda eminentemente cultural. O encontro ocorreu no Instituto Histórico e Geográfico da Vitória e teve como anfitrião e orientador na visita o presidente Pedro Humberto Ferrer de Moraes.

Após assistir atentamente o filme institucional, no Salão Nobre, o grupo percorreu a chamada “linha do tempo“ do Museu. O espaço dedicado às artes sacras e aos dos  engenhos de cana de açúcar foram bem discutidos.

Na qualidade de porta-voz do grupo visitante o amigo Jurandir Soares fez uma “Raio X” das visitas atinente ao ano de 2018. Foram sete missões. Ao longo do período houve um revezamento entre  vinte componentes. Ao final, apenas quatro pessoas que participaram de todas as viagens,  foram “condecorados” com a Medalha 100% Missão Cultural 2018.

Para o ano de 2019, novas missões culturais estão sendo programadas para os mais ambientes históricos. Dentre eles o Forte de Tamandaré.

Com evento no Restaurante Gamela de Ouro a Liga Vitoriense de Desportos comemorou 30 anos de fundação.

Na noite do sábado (01) o futebol amador vitoriense, sob o comando do atuante Joel Neto há 20 anos, comemorou os 30 anos de fundação da LVD – Liga Vitoriense de Desportos. O evento contou com a  presença de representantes da diretoria do conjunto de times de futebol locais filiados, com representação da Federação Pernambucana de Futebol, fundadores da LVD e convidados.

O encontro comemorativo aconteceu no Restaurante Gamela de Ouro. Oradores se revezaram ao microfone para realçar, entre outras coisas, à importância da Liga para o futebol amador vitoriense assim como para o futebol pernambucano. A figura do anfitrião da comemoração, Joel Neto, foi destacada pela sua liderança e sua capacidade de aglutinação.

Entre sorteios e condecorações, os presentes, ao som do talentoso Rick Anjo, foram convidados aos comes e bebes. Ao amigo Joel Neto, mais uma vez, parabéns pela liderança e pelo evento.

Momento Cultural: Olhe Para Mim – Stephen Beltrão.

Olhe para mim, veja o que você fez.
Não pode existir piedade?
Se nada quero, para que rancor cego?
Não há crime sem queixa,
Choro sem mágoas, nem dor, sem lágrimas.
Os mesmos olhos que se fecham se abrem.
As portas que se trancam se destrancam.
Sofrimentos, quando há,
Têm cura, se a alma é pura.
Existem muitas certezas na vida:
Da noite negra, nasce o dia,
Do desespero, faz-se a alegria,
Se unir o amor e a fantasia.
Simples é entender porque existem
Mil vidas para viver
Mil e uma para sonhar e só uma vida para ser feliz.
Olhe para mim!

 Stephen Beltrão

A televisão na minha visão – por Sosígenes Bittencourt.

A televisão é uma concessão de serviço público. No Brasil, não cumpre sua finalidade primordialmente educativa, que é obrigação, busca apenas o lucro. Qualquer fiscalização no intuito de coibir baixaria é logo tachada de “CENSURA”. O Estado se omite, e a mídia fica totalmente ao bel-prazer de empresas privadas. O escritor norte-americano Roger Shattuck (1923-2005) resumiu o descaso: Evitar que a pornografia chegue às crianças pela TV não é limitar a liberdade de expressão, é cuidar da saúde pública e da educação.

A televisão sexualiza a adolescência e escandaliza com a consequência. A meninada se cria assistindo a beijos de desentupir pia, vendo gente se escanchando ao meio-dia, quando faz neném, a própria televisão deita sensacionalismo em cima. Quer dizer, ganha dos dois lados. Tanto na teleaudiência da influência quanto na teleaudiência da consequência. Manchete: Menino de 13 anos engravida menina de 12 anos que dá à luz bebê de 7 meses.

Depois da Internet, a Televisão virou um radinho de pilha para mim. Sobretudo porque a Internet disponibiliza todo acervo cultural da humanidade para todo mortal. E eu não sou nenhum abestalhado para gastar todo o meu tempo ocupado com fuleiragem. Se você resolver endoidar, a internet o ajudará, mas se você quiser virar santo, ou sábio, a internet também o ajudará. Na Internet está o Bem e o Mal, só depende de sua formação educacional.

Sosígenes Bittencourt

Vitória de Santo Antão – “A Década dos Extremos” – 1850/1860 – Esse foi o tema do meu trabalho de conclusão do curso de história.

Faltando apenas uma semana para concluir o meu curso de história, iniciado em janeiro de 2015, na noite de ontem (29) apresentei à banca, colegas e convidados o meu trabalho de conclusão de curso – o tão falado TCC. Para variar o meu torrão foi o tema em questão.

Por quase vinte minutos fiz uma sustentação oral do assunto escolhido: Vitoria de Santo Antão – “A Década dos Extremos” – 1850/1860. Com efeito,  narrei os dois mais agudos acontecimentos, diferentes por natureza e conflitantes entre si,  que emolduram o pior e o melhor momento já vivenciados pelos antonenses nesses quase 400 anos de história, isto é: desde a chegada do português Diogo de Braga ao Vale do Tapacurá, em 1626,  até o dia de hoje, até porque a história é dinâmica e tudo pode mudar a qualquer momento!!

Ao professor Ricardo Andrade, meu orientador nessa empreitada acadêmica, agradeço de maneira especial. Aos demais – Acidália Tavares, Aurélio Brito, Júlio Reinaux, José Severino, Marcelo Hermínio, Douglas Batista e etc – meu preito de gratidão pelo compartilhamento dos conhecimentos adquiridos ao longo dessa jornada. Agradecer nunca sairá da moda!!!

Genário Rocha: AGRADECER É PRECISO…..

Gratidão é divida que não prescreve. Assim sendo, na manhã de hoje (30), o amigo Genario Rocha, também conhecido como “ O Menino do Cavalo”, nos procurou para agradecer em função das nossas postagens, nas quais  realçamos sua mais recente postulação política – eleições 2018.

Aproveitou também para gravar um pequeno vídeo para estender aos pernambucanos, em particular aos seus irmãos conterrâneos, pelos votos recebidos. Na ocasião, ao final do vídeo, sobre o seu futuro político, deixou uma dúvida: ainda sabe se sairá candidato para a casa legislativa de Vitória ou se Bezerros. Veja o vídeo.

Momento Cultural: Avarento – por Célio Meira.

O avarento, sem bondade,
vive pobre na riqueza,
e quando chega o seu fim,
morre rico na pobreza.

Se a morte lhe ronda a casa,
não tem mais consolação,
porque não pode levar
o dinheiro no caixão…

* * *

Os que passam pelo mundo,
sem amor, sem alegria,
são fugitivos da Fé,
numa triste romaria.

* * *

Esta simples confidência,
revelo a ti, sem rodeio:
– o perfume que me deste,
é das rosas de teu seio.

(migalhas de poesia – Célio Meira – pág. 28).

Recordar é Viver – por Sosígenes Bittencourt.

Eu quero dedicar esse baú de lembranças às meninas que estão me aperreando por fotografias do tempo da brilhantina.

Eu estudei no Colégio Municipal 3 de Agosto, na década de 60. Fiz Curso de Admissão e fui o orador, por ocasião da entrega dos Diplomas do Curso Ginasial.

No Curso de Admissão, fui aluno das professoras Antonieta de Barros Lima, Zezé Lacerda, Glorinha Tavares e Carminha Monteiro. Eu parecia “gente”, estudioso e falante, tagarelava mais do que o Homem da Cobra. Tinha um medo do Bacharel Mário Bezerra da Silva que me pelava. Isso foi quando o Boletim Escolar era assinado em casa, e o Diretor podia botar menino de castigo, cheirando a parede, detrás da porta.

Sosígenes Bittencourt