Fragmentos – por Sosígenes Bittencourt.

*Não há nada mais eterno do que o passado, pela impossibilidade de modificá-lo – *Vejo poesia em tudo. Por isso, ando pela calçada – *Somos excelência em ciência e tecnologia, mas pobres em sabedoria – *Há amores acidentais e amizades essenciais – *Ando à procura de um “talvez”, e talvez você seja o meu “onde” – *Não há maior distração do que ser humano. – *Ninguém pensa nem age para ter paixão, mas pensa e age porque tem paixão – *Vivo estudando. Quando não tenho o que fazer, estudo – *Leio desde quando não sabia ler e escrevo desde quando não sabia escrever –*Todo homem crê no limite de sua fé e descrê no limite de sua descrença – *Forte não é quem bate, mas quem defende –  *Rico não é quem tem, mas quem ajuda – *Inteligente não é quem humilha, mas quem ensina.

Sosígenes Bittencourt

Queda de Barreira: São Pedro, rogai por nós…

A tragédia é recorrente. Por  mais que seja comum sempre choca e sugere reflexões diversas. O saldo fatal das fortes chuvas na Região Metropolitana do Recife, ocorridas ontem (24),  é mais uma vez lamentável. Colocar a culpa na chuva talvez seja o caminho mais curto para atenuar os efeitos.

Incomoda-me  bastante escutar autoridades de plantão, jornalistas e repórteres repetirem a mesma frase: “ choveu mais do que estava previsto para esse período”. Sim!! Mas se tivessem acertado na previsão o que seria feito com antecedência? Nunca vi nenhum repórter fazer essa pergunta………..

Não se pode imaginar que o problema da moradia nas periferias seja algo simples e de fácil solução. Esse é o tipo de imbróglio  que perpassa um sem número de fatores, causas e variáveis. Ao mesmo tempo,  é conjuntural e pontual.

Mas não podemos se utilizar do discurso fácil de achar que as pessoas que se encontram em situação de risco sejam os únicos culpados. Se existe a chamada “industria das ocupações irregulares” os gestores,  do passado e do presente –  no mínimo foram  e são  coniventes.

O espaço é curto para  incluir  tantos fatores envolvidos nesse drama humano,  que ocorre nas periferias das grandes cidades do nosso Brasil…..São Pedro, rogai por nós…

Uma verdadeira aula sobre música….Vale a penas assistir !!!

Dias atrás, através da “boa internet” na qual recebemos e enviamos mensagens que edifica, instrui e informa positivamente, recebi um vídeo realçando o conjunto de etapas na construção de uma obra musical, assim como sua função no sentido de promover encontros e cumprindo o seu verdadeiro papel social. Uma verdadeira aula em poucos mais de três minutos.

Adianto não saber dominar – com técnica razoável – qualquer instrumento musical e também não calibrar a voz para cantar, apesar de gosta de muito de música. Dentro das nossas frustrações, essa é uma delas.  É bem verdade que nunca me esmerei em aprender nada nessa arte, não obstante já  ser  mergulhador  com certa segurança –  do mar das composições. Na segunda-feira o carnaval é de primeira, a saudade tá na rua é festa a noite inteira, eis o  refrão de uma “famosa”.

Diz o professor no referido vídeo: “ a música é dividida em três partes: a melodia, a harmonia e o ritmo”.

A melodia: estimula  sua memória.

A harmonia: mexe com as emoções.

O ritmo: mexe diretamente com os seus batimentos cardíacos.

Aliás, já envie esse vídeo, pelo whatsapp, para contatos que, de certa forma,  se interessam pela temática. Assim sendo, abaixo, segue o referido vídeo. Convido o internauta apertar o play e “viajar”….

Momento Cultural: A Carta – Stephem Beltrão.

Sobre a folha branca
A caneta voa de leve e escreve
Apenas o seu adorado nome.
Deito-me, desligo o abajur
Durmo e sonho com você.

A carta que não escrevi
Chegou ao seu destino
Lançou-se nas autopistas dos sonhos
Do meu amor ingênuo e divino.

Por que fiz essa loucura?
Será que ela desvendou meu segredo?
Anseio que ao acordar
Ela me olhe com desejo.

Stephem Beltrão

MENTIRAS ESPETACULARES – por Sosígenes Bittencourt.

A minha geração sempre foi alvo de duas mentiras espetaculares: O Brasil é o país do futuro, e o mundo vai se acabar. O “futuro” seria a “prosperidade”, e o mundo iria ser engolido por uma coivara de fogo, ou inundado por um gigantesco maremoto. O futuro não chegou, o mundo não se acabou, e a gente se acabando.

Sosígenes Bittencourt 

Alcimar Carlos e a sua particular revolução 4.0!!

Em uma rápida consulta ao Google sobre a Indústria 4.0 ou Quarta Revolução Industrial chegaremos à pequena explicação: “Indústria 4.0 ou Quarta Revolução Industrial é uma expressão que engloba algumas tecnologias para automação e troca de dados e utiliza conceitos de Sistemas ciberfísicos, Internet das Coisas e Computação em Nuvem”.

Pois bem, é nessa linha tênue de transformação e ruptura de conceitos, no qual, na qualidade de “cidadão planetário”,  todos nós estamos submersos –  aceitemos ou não –   que um antonense – de rara capacidade –  pilota,  com maestria, seus negócios e a vida. Alcimar Carlos, ou mesmo “Mazinho”, na noite de ontem, dia do seu aniversário, reservou espaço para  receber familiares e amigos.

Totalmente sintonizado com os novos tempo, comemorou ele a sua particular revolução   “4.0”. Não à toa, há muito tempo, lhe alcunhei de “Homem do Futuro”. Sem sombra de duvida, no atual contexto cibernético global,  o amigo Alcimar Carlos é portador de uma das mentes mais  brilhante já brotada na terra das tabocas. De sorte que sou seu amigo e pude abraça-lo e ouvi-lo cantar, ontem. Mas convenhamos, na cantoria o amigo não iria muito longe…….Parabéns Mazinho, o “Homem do Futuro”……

Momento Cultural: EXCENTRICAMENTEPORÂNEA – por ADJANE COSTA DUTRA

Excentricamenteporânea na minha cosmovisão.
Na linhas retilíneas da minha cosmovisão, amplidão…
Volver, revolver, parar sempre no mesmo caminho…
Excentricamenteporânea…
Não sei, se meu universo é um verso, ou e o verso é
o próprio universo…
Hoje estou assim perdida, mergulhando num universo sem
verso, na minha cosmovisão, execntricamenteporânea…

(TAPETE CÓSMICO – ADJANE COSTA DUTRA – 1995 – pág. 20)

Momento FAMAM – Faculdade Macêdo de Amorim.

Independentemente do cenário econômico, o trabalho de um contador é fundamental para o sucesso de qualquer empreendimento.

Seu papel é orientar a empresa na tomada de decisões estratégicas que envolvam custos, investimentos, tributos, ampliação ou redução da estrutura. Quando o mercado está favorável, sua presença é importante para orientar a expansão. Quando os tempos estão difíceis, o contador ajuda analisando riscos e os investimentos necessários para que a organização se mantenha competitiva.

Não é à toa que Contabilidade registra uma das maiores taxas de empregabilidade do Brasil: 93,8%, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Como consequência, o curso de Ciências Contábeis está entre os que têm mais alunos matriculados no País.

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