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Desfile Cívico do dia da Independência – Tiro de Guerra da Vitória – Praça Duque de Caxias – 07-09-1986.
Meu povo, já ouvi dizer que filtro de barro deixa a água mais gostosa, friazinha toda. Alguém sabe se vale pra cachaça também? Essa pituzinha de João Paulo deve ter ficado no ponto, ainda mais pra tomar uma em Garanhuns. Pense numa resenha digna de @Wesley Safadão, viu. Por isso que o bicho se escondeu na foto!


Os israelitas passaram 40 anos caminhando pelo deserto. O seu alimento vinha do céu, era o maná. No entanto, quando tentaram armazenar o maná, ele apodreceu. O alimento celestial era para ser consumido num dia. Isto significa dizer que quem guarda para o futuro, vê a vida apodrecer na palma da mão.
Todavia, referimo-nos a um alimento enviado por Deus. Ele nunca faltou. Nosso pão de cada dia anda produzido e vendido pelo homem. Portanto, há de se ter cautela.
O poeta romano Horácio, agoniado com a brevidade da vida, recitava:CARPE DIEM, QUAM MINIMUM CREDULA POSTERO. (Aproveite o dia, não acreditando minimamente no futuro). Contudo, o mesmo Horácio admoestava sobre o desperdício, aconselhando a moderação: EST MODUS IN REBUS (Há um limite nas coisas).
Sosígenes Bittencourt

DUDA DA PASSIRA no seu CD Acústico – cantando ESPERANDO POR VOCÊ – sua autoria com o parceiro Edmilson Silva.

Sob a coordenação dos amigos Joel Neto e Graça Arruda aconteceu no sábado (28) mais uma edição do evento intitulado “Encontro das Amigas da Vitória”. Na sua 7ª versão a festa contou com três atrações musicais: Rick Anjo, Banda Made In Recife e a Orquestra Venenosa. O Restaurante Gamela de Ouro, palco de tantos encontros no passado, foi o local escolhido mais uma vez.

O evento, que tem como principal objetivo reunir uma turma do passado que viveu sua juventude na Vitória de Santo Antão entre as décadas de 60 e 80, hoje, tudo sessentão congregou pessoas de todas as tendências. Na atualidade, boa parte desse grupo não mora mais em Vitória. Um bom exemplo é Áurea, filha de Luis Caça-Níquel, que foi morar na Europa no início da década de 1970, mas que, movida pelo sentimento coletivo de pertencimento, compareceu ao encontro.

Para o “senhor tempo”, evento imperioso que se coloca de maneira uniforme para todos os seres vivo, esse tipo de acontecimento – encontro de gerações – age como uma espécie de “máquina do tempo”, fazendo com que, pelo menos por algumas momentos, cada qual faça um mergulho no seu particular e infinito oceano que atende pelo nome de memória.
Assim sendo, por mais que a “vida real” nos impulsione para a rotina e os problemas do mundo de hoje, assim como às duvida do amanhã, vez por outra, voltar ao passado também se faz necessário. Às vezes, a medida certa da sua chave se encontra numa fechadura que já tá “enferrujadinha”. Parabéns àqueles que participaram!!!






Na tarde do domingo (29) – como faço costumeiramente – circulei pelo Pátio da Matriz. Diferente dos outros passeios dominicais observei que, ontem, “sua excelência o cão” foi quem guiou a família para um programa diferente. A 5ª Edição do FESTCÃO, evento promovido pela Casa do Agricultor e empresas parceiras, na prática, além de ser uma promoção comercial inteligente, também concretiza uma nova forma de pensar da atual sociedade – suas mudanças e transformações.


Com música, distribuição de brindes, sorteios e muitos cães fantasiados especialmente para o “encontro canino”, por assim dizer, coloca na vitrine, como principal loja do ramo pet na nossa cidade, a empresa familiar – Casa do Agricultor – que em breve completará cinco décadas de atuação. Portanto, no meu modesto entendimento, eis aí um evento que tem tudo para crescer e avançar na nossa cidade!!!!




Sob a coordenação do seu presidente, professor Pedro Ferrer, aconteceu, na manhã do domingo (29) a reunião ordinária (setembro) do nosso Instituto Histórico e Geográfico da Vitória. Na pauta, entre outros assuntos, constou aprovação de novos sócios, prestação de contas, novos convênios e primeiras conversas sobre a passagem dos 70 anos da instituição que acontecerá no próximo ano.

Na ocasião, como um gesto de reconhecimento, comuniquei aos sócios presentes que já havíamos anunciado (final do carnaval 2019) que a nossa agremiação carnavalesca – SAUDADE – estará, no desfile 2020, celebrando como tema a passagem dos 70 anos do Instituto Histórico, inclusive, entre outras coisas, com a gravação de música nova de autoria do renomado compositor Aldenisio Tavares.


Corria o mês de novembro, era o Dia da Bandeira, fomos ver a lua cheia, ao lado da ribanceira. Depois, descemos. Na praia, ficamos a reparar: havia esteira de prata, nas águas mansas do mar. Ali, olhando o mar, a lua, recebemos a lição: Jesus Cristo está presente, na glória da criação.
(migalhas de poesia – Célio Meira – pág. 25).
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Trecho onde foi construída a Praça Diogo de Braga – registro 1924.
Se tiver Pitú Cola, pode me chamar que eu vou. A mistura já vem pronta na latinha, dá pra levar pra todo canto e gela rapidinho. Ou seja, só vantagem. Cleyton Henrique, que foto massa danada. Valeu pelo registro, meu consagrado.


Penso que o halloween daria muito bem para ser uma festa para adultos, uma sátira, com bom humor e sensualidade. Fantasias vampirescas, risadas abracadabrantes e chupada no pescoço. Não vejo nada que sirva para criança.
– Painho, deixa eu ir para a festa do Halloween!
– Para ver o quê, meu filho?
– Para ver as bruxas, painho!
– Não precisa, meu filho.
– Por quê, painho?
– Você já dorme com a sua mãe todas as noites, meu filho.
Isto não é uma piada, mas um fato que passei a denominar de “Hello ruim”. Não sei o que seria pior, o fato, ou você fantasiar o seu menininho de vampiro, colocar-lhe duas presas e explicar que é para chupar o sangue de sua coleguinha.
No Brasil, não há nenhuma lei que proíba opinião, mas há preconceito quanto a opinião. As pessoas gostam de ser iguais, se amoldam, temem ser diferentes. Acham confortável concordar e temem discordar ou ter opinião própria. Ora, se você discorda de toda novidade, você envelheceu, porém se você concorda com toda novidade, você estará sendo volúvel.
O nosso Saci-Pererê é um ente traquinas que surgiu, inicialmente, no folclore nacional, entre indígenas, na região sul do país. Depois, sofreu influência e foi sendo remodelado, ganhou uma carapuça, um cachimbo, perdeu uma perna, supostamente numa luta de capoeira, e por aí vai. Agora, no lugar de ensinar essa historinha às nossas crianças, nós vamos buscar uma bruxaria lá dos Celtas, nos confins da Europa, e fantasiar nossos meninos de vampiro, simbolizando um Drácula que se alimentava de sangue humano para sobreviver. Enfim, que brincadeira é essa? Será por que seria difícil sair pinotando numa perna só?
Espantoso abraço!
Sosígenes Bittencourt

Ouça a música “Valeu Senhor“, composta por Aldenisio Tavares – interpretação de Joelma Mota. A canção é integrante do CD “O Amor de Deus nos uniu”.

Aldenisio Tavares

Se o hábito da leitura nos fizesse perder peso na proporção desejada, ou mesmo mantê-lo na medida recomendada, confesso, para mim seria uma “mão na roda”. Leio todos os dias sem moderação!! Já com relação à atividade física a mesma não me é assim tão palatável. Os resultados que derivam dela (atividade física ), convenhamos, são bastantes compensadores. Se assim não fosse – imagino – que pouquíssimas pessoas se atreveriam investir nessa seara. Não precisa ser nenhum gênio para saber que o bom mesmo seria comer e beber de tudo, todos os dias e ainda colocar “as penas pros ares”.
Partindo do princípio que a “necessidade vence o incômodo” praticar exercícios físicos regularmente, sobretudo para os que já acumulam algumas dúzias de primaveras, é uma regra imperiosa. Para quem quer vida longa com o corpo respondendo com certa eficiência o melhor que se faz é mexer-se já.
Depois de uma longa parada nas atividades físicas e o ganho de 14 kg indesejados, há mais ou menos quatro anos resolvi mudar. Sob a prescrição de uma nutricionista mergulhei na reeducação alimentar. Assim como sugere o bom protocolo comecei, aos poucos e lentamente, voltar às atividades físicas. Para tanto, fiquei submetido às ordens e as orientações da extraordinária profissional Raquel Vasconcelos.

Resumo da ópera: EU VOLTEI!! Voltei a correr uma hora sem parar….. Evidentemente que na equação Tempo X Velocidade X distância não obtivemos os mesmos resultados de décadas atrás onde eu marcava – com frequência – presenças nas corridas da cidade do Recife. Assim sendo, ratifico meu preito de gratidão a Raquel Vasconcelos por me colocar nos trilhos da atividade física, novamente!!!

Na manhã de hoje, com a presença de autoridades políticas, gerentes da Caixa Econômica Federal, empresários e convidados foi aberto solenemente o 6ª Feirão da Caixa. O evento ocorreu no Vitória Park Shopping e segue até o domingo (29), sempre no horário de funcionamento do centro de compras.

Com mais de mil imóveis à venda um conjunto de construtoras estão participando do evento mais uma vez. Na ocasião, representando os empresários, o diretor da Borba Construtora, Diego Borba, em rápidas palavras, traduziu o sentimento e a expectativa da iniciativa.
Portanto, para os que desejam realizar o sonho da casa própria sugerimos visitar os vários stands das empresas parceiras da Caixa Econômica Federal e conferir as oportunidades de negócios.
Serviço:
Evento: 6ª Feirão da Caixa – casa própria. Data: 27 a 29 de setembro. Local: Vitória Park Shopping. Obs: no mesmo horário de funcionamento do shopping.





Ao amigo compositor e poeta Severino José Correia
Correia correu ao correio
Conduzindo carro com correia cortada
Calmo convocou caríssimo carteiro
Conseguindo colocar carta carimbada
Carrancudo colou cartão colorido
Cabeça caída catou cada centavo
Convicto continuou conversando
Comprando correia consertada
Consertou carro caro calado
Contente continuou caminhada.
Stephem Beltrão – escritor e poeta.