
“Seu” Zito, “Dona” Anita e filhos até então – 1965.


“Seu” Zito, “Dona” Anita e filhos até então – 1965.

Se uma Pitú Remix assim aparecesse na tua frente, quem tu chamaria pra essa resenha? Marca aqui a galera toda. Afinal, tem Pitú Remix pra todo mundo.


Desde sempre agendado para acontecer no último sábado de setembro, no próximo sábado (27), acontecerá mais um evento que tem como objetivo celebrar a memória. Por mais um ano, quem comandará a festa é a amiga Flávia Verçosa.
O evento – Encontro das Amigas da Vitória – ocorrerá no Restaurante Gamela de Ouro e terá inicio por volta das 11h. Para animar os presentes, várias atrações musicais, incluindo uma orquestra de frevo.
Para participar, basta entrar em contato com Flávia (9.8923.5675) e pagar a taxa de adesão, com direito a almoço, “recheado” de boas memórias……



Ensinar, para mim, é uma forma de conviver.
minha escola é o mundo.
Estudar, para mim, é uma forma de conviver,
minha escola é o mundo.
Sou professor no que ensino;
no que estudo, sou aluno.
Sou filho de professora Damariz,
meio gente, meio pó de giz.
Fazer poesia é destino,
sou poeta desde menino.
Porém, sou poeta trabalhado,
o meu dom é divino,
mas o estudo é sagrado.
Sosígenes Bittencourt


Registro fotográfico do então prefeito Manoel de Holanda – ato inauguração do novo trecho da Avenida Mariana Amália – 15 de novembro de 1951.


Carísio Crumêncio do Rego Barros era pernambucano. Nasceu no ano de 1835. Empregado humilde da antiga companhia da Estrada de Ferro Central de Pernambuco, sentiu-se fascinado pela vida da imprensa, e ingressou, moço ainda, no corpo de revisores do Jornal do Recife. Revendo provas, anônimo e tresnoitado, não perdia, Carísio, a consoladora esperança de, um dia sentar-se à mesa de redator do grande e famoso matutino, que obedecia ao pulso de José de Vasconcelos.
Não viu realizado, a esse tempo, o bom Carísio, o sonho de sua mocidade. Quando passou a pertencer à redação, era o eminente piauiense Sigismundo Gonsalves o diretor desse diário de renome. Se o revisor foi disciplinado e atento, o redator foi brilhante e honesto. Não era um homem culto, mas , inteligente, conhecendo bem o vernáculo, amigo de sua terra, esteve sempre, ao lado das boas causas, servindo à nação e à pátria.
Espirito liberal, e idealista alistou-se na linha vanguarda daqueles cristãos que se bateram pela liberdade da raça negra, e, na campanha da República, foi um dos batalhadores da primeira hora, leal e corajoso.
Lutou, dois decênios, na imprensa diária, e morreu, na brecha, antes de conhecer a velhice , aos 43 anos de idade, no dia 9 de março de 1898. Grandes e justas homenagens foram prestadas ao jornalista. querido e pobre. Curvaram-se tristes, sobre o túmulo do companheiro, o Clube Dramático Familiar, Estrada de Ferro Central, os Centros Literários de Nazaré e da Vitória e a Arcadia Dramática Júlio de Santana.
Promoveu, a 26 de março daquele ano, o Clube Dramático, no Teatro Santa Isabel, um espetáculo em benefício da viúva e dos filhos de Carísio. Foi uma linda festa de caridade. Subiu à cena o drama João, o Corta-Mar. Os animadores Marinho Castro, Virito Cunha e Alexandrina Lima, entre outros, tomaram parte da representação.
Homenageamos, no dia de hoje, a memória de Carísio de Barros. Ele pertenceu à família abençoada dos jornalistas humildes. E, entre os companheiros, disse o Jornal do Recife, foi “um irmão mais velho, sempre solícito, bondoso e jovial”.
Célio Meira – escritor e jornalista.
LIVRO VIDA PASSADA…, secção diária, de notas biográficas, iniciada no dia 14 de julho de 1938, na “Folha da Manhã”, do Recife, edição das 16 horas. Reúno, neste 1º volume, as notas publicadas, no período de Janeiro a Junho deste ano. Escrevi-as, usando o pseudônimo – Lio – em estilo simples, destinada ao povo. Representam, antes de tudo, trabalho modesto de divulgação histórica. Setembro de 1939 – Célio Meira.

Eita que deu pra sentir o sabor da resenha só de olhar, né? Assim como o belga @mysa.restaurant, uma redinha e uma pituzinha é tudo pra mim. Quem concorda, curte aqui.


Nenhum vício é maior, em mim, do que minha curiosidade pelo conhecimento.
Eu não sou um viciado que estuda, sou um estudioso que se vicia.
Sosígenes Bittencourt


Nas últimas semanas, em função das muitas atividades, relacionadas ao evento, por nós comandado, estivemos um pouco ausente, no que se refere ao volume de postagem, aqui, em nosso jornal eletrônico, intitulado Blog do Pilako. Doravante, voltaremos ao ritmo de sempre….Vamosimbora!!!


13 de setembro de 1987.
Em uma clínica em ruínas do centro de Goiânia/GO, um aparelho utilizado em radioterapias foi descartado irregularmente, guardando dentro de si uma cápsula do perigoso césio-137.
Dois catadores, Roberto e Wagner, encontraram o equipamento e entenderam que se tratava de algo com algum valor comercial.
Após o desmonte, venderam o objeto para o ferro-velho de Devair Ferreira.
Começava aí o maior acidente radioativo do Brasil e o maior do mundo fora das usinas nucleares.
Foi no ferro-velho de Devair que a cápsula foi aberta, acometendo com os sintomas de náuseas, torturas, vômitos e diarreias todos aqueles que tinham algum tipo de contato com o material.
Isto porque Devair ficou encantado com o pó que emitia um brilho azul no escuro, mostrando com entusiasmo a descoberta para familiares e amigos.
O irmão de Devair achou pouco e levou o pó para a sua filha de 6 anos, que ingeriu as partículas do césio junto com um ovo cozido, morrendo dias depois.
Até o ano de 2012, cerca de 104 pessoas morreram nos anos seguintes em decorrência da contaminação com o césio-37 e cerca de 1.600 foram afetadas diretamente.
Mesmo já acometida pelos sintomas, a esposa de Devair, Maria Gabriela, foi a primeira a perceber que tudo aquilo que estava acontecendo tinha alguma relação com aquele “aparelho estranho”.
Decidiu, então, levar o césio às autoridades de saúde, impedindo que a contaminação espalhasse-se ainda mais e salvando um número incalculável de vidas.
A parte trágica é que a sua ação não poupou a sua própria vida.
Ao transportar o material, Gabriela foi muito exposta à radiação, vindo a morrer de hemorragia interna.
Muitos consideram que, se não fosse o seu ato heróico, o caso de Goiânia poderia tomar proporções inimagináveis, tornando-se o Chernobyl brasileiro.
Por fim, duas constatações tristes:
– o governo da época tentou minimizar o acidente, escondendo dados da população, porque Goiânia sediava um evento de automobilismo e o governador temia que o pânico chegasse aos estrangeiros.
– até hoje, 38 anos depois, a família ainda luta por um reconhecimento de Maria Gabriela como heroína de Goiânia.
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Recebi, ontem (10), da colega Imortal da AVLAC – Academia Vitoriense de Letras, Artes e Ciência -, Marie Cavalcantti, um “panfleto” realçando um fato curioso, ocorrido na nossa cidade, envolvendo a história do A.A. antonense. Abaixo, portanto, segue as informações recebidas.

“A primeira mulher a fazer parte do AA em Vitória foi Noêmia Barnabé como participante honorífica. Foi entitulado madrinha do AA. Ela não era alcoolista mas pediu para fazer parte dessa associação para ajudar os dependentes químicos e muito o fez . Sua participação dentro do AA foi bastante frutífera com vários depoimentos . Atuando por mais de 25 anos”
Marie Cavalcantti.


1 A vantagem de ser viciado em dinheiro é não ter a coragem de alimentar outros vícios.
2 O dinheiro pode não trazer felicidade, mas evita a infelicidade de não tê-lo.
3 Dinheiro não é sinônimo de riqueza, riqueza é organização e nobreza. Já vi mocambo alinhado e castelo mal-assombrado.
DINHEIRO E RIQUEZA
Endinheirado abraço!
Sosígenes Bittencourt

Aconteceu em sua sede, localizada no bairro da Matriz, na manhã do domingo (14), mais uma reunião ordinária da AVLAC – Academia Vitoriense de Letras, Artes e Ciência.
Na pauta, além do “espaço acadêmico”, a diretoria repassou aos membros informações diversas visando o evento comemorativo das duas décadas de fundação da entidade, que ocorrerá em no próximo mês. Vale lembrar, que na referida celebração, novos acadêmicos serão empossados.


Promovida pela Paróquia Nossa Senhora Aparecida, localizada no bairro da ela Vista, aconteceu, na manhã do domingo (14) a primeira edição da “Corrida Mãe Aparecida”. O evento teve como ponto de concentração, largada e chegada, o Pátio da Matriz.
Com percurso desenhado para corrida e caminhada, com distâncias de 5km e 3km, respectivamente, o evento reuniu um bom número de atletas e foi coroado de êxito já na sua primeira edição.


Após muita expectativa, por parte dos corredores da Vitória e das cidades circunvizinhas, na tarde de ontem, finalmente, postamos na página oficial da “Corrida da Vitória” (Instagram), o vídeo anunciando o percurso dos 21km da Primeira Meia da Vitória. No contexto, também postamos o percurso de 10km.
Para conhecer (21KM), basta acessar o link:
https://youtu.be/QVR0mjjzsD4?si=ThYTtN6UGCAkUsF8
Para conhecer (10km), basta acessar o link:
https://youtu.be/pRLOBAdLCBM?si=OS5UD6NH18zJLspM


O PRÍNCIPE DOM PEDRO, SUA ESPOSA E A COLONIA LUSA DO RECIFE – HOMENAGEIAM DIOGO DE BRAGA – FOTO REGISTRADA EM SETEMBRO DE 1954 – PRAÇA DIOGO DE BRAGA – MATRIZ.

