Essa galera do Paraibano’s Bar merece até um salve. Pelo que tô vendo, tão cuidando direitinho do meu parceiro Wesley Safadão. Valeu, turma!

Essa galera do Paraibano’s Bar merece até um salve. Pelo que tô vendo, tão cuidando direitinho do meu parceiro Wesley Safadão. Valeu, turma!


Não dá para ouvir Bienvenido Granda sem relembrar o grande Eurípedes Waldick Soriano, baiano de Caitité, que fugiu por causa de uma confusão num clube da cidade.
Na minha opinião, Perfume de Gardênia ficou melhor na sua voz. Contam que Waldick gostava de saborear cebolinho regado a aguardente e trabalhara de engraxate.
Se o cubano Bienvenido Granda cantava nos ônibus, o nosso boêmio deve ter cantado dando polimento.
Os cabarés agradecem.
Sosígenes Bittencourt

Ouça a música “100 ANOS DO LEÃO” Composta pelo amigo Guilherme Pajé, na voz de Cássio Campos.

100 anos do Leão – Cássio Campos
Aldenisio Tavares

Por ocasião de uma cerimônia religiosa, ocorrida recentemente na Igreja Matriz de Santo Antão, observei algo que despertou minha atenção. Nas “costas” de uma das cadeiras, que se encontrava no grande salão, estava grafado: “ Patrimônio do Rosário – 1949 – Vitória – PE”.
De maneira automática, fiz as contas: lá de 1949 para o ano em curso ( 2019) já se passaram sete décadas, ou seja: 70 anos. Pensei: poxa! Essa cadeira é mais antiga do que o nosso Instituto Histórico – que só completará 70 anos no ano que vem (2020).

Em raciocínio contínuo, lembre-me do Padre Renato da Cunha Cavalcanti. No longo período da sua vida que dedicou a nossa cidade suas marcas ganharam relevo. Na qualidade de gestor zeloso e cuidadoso, por exemplo, Padre Renato era muito exigente. Voltando à cadeira, que completou 70 anos e encontra-se em perfeito estado de uso , só consigo imagina-la como mais um extrato da operosa e profícua administração do Padre Renato. Disso eu não tenho a menor dúvida e, se peguntar, o Glorioso Santo Antão confirma tudo!!!

Sob a coordenação do atuante produtor cultural, Leonardo Edardna, aconteceu na noite de ontem (26), o 3º Fórum do Carnaval. O encontro aconteceu no Teatro Silogeu e contou com a participação de representantes do Poder Executivo e Legislativo local. Também tiveram assento na mesa dos trabalhos os presidentes da ABTV, ACTV e o Conselho de Cultural vitoriense. Na plateia interagiram pessoas de várias tendências culturais, sobretudo às ligadas ao tríduo momesco antonense. O conteúdo do debate será objeto de um relatório, realçando as dificuldades e apontado caminhos para o melhoramento da nossa festa maior – O Carnaval.

Na minha contribuição particular ao debate, de maneira geral, procurei despertar os atores locais para o espaço ao campo do empreendedorismo proporcionado pelo nosso mais tradicional evento. É inadmissível, por exemplo, ao final da folia, não sabermos oficialmente quantas caixas de cervejas foram negociadas. Aliás, em tempos de desajustes no emprego formal o período carnavalesco seria um espaço considerável para o chamado “emprego temporário”.Vitória precisa despertar!!
O carnaval como um todo, na qualidade de festa popular, se configura num espaço que vai muito além da exposição política.

Assim sendo, no meu modesto entendimento, acredito que é na iniciativa privada que reside o “caminho das pedras” para a redenção da nosso carnaval, para tanto necessita-se de gestores públicos comprometidos com a causa, no sentido de destravar as “amarras” administrativas e políticas culminando assim, evidentemente, com a fluidez da festa e dos negócios inerentes a mesma.


Eu, que me quis bem contigo,
Tu, que te quiseste bem comigo…
Tu…
Eu…
Esses dois seres que se foram
vida a dentro,
passo a passo,
ânsia a ânsia,
hora a hora,
onde é que estão?
onde nos encontramos?!
em qual espaço?
em que distância
agora?!
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Passaram as folhas,
passaram as réstias,
as sombras passaram…
…e passamos, também!
Mas, como as hastes que se renovaram,
também nos renovamos…
à miragem mais calma,
às mais encantadoras florações.
Somos um sangue só; uma só alma;
fundimos, num, os nossos corações;
estamos UM!…
Um todo em tudo,
neste terceiro ser, que contemplamos!…
Nele nos encontramos, mais que dois,
mais que vivos,
mais que nós…
Nele nos ajustamos.
Nele, as glórias possíveis são sentidas
e é onde embaralhamos,
indivisivelmente,
eternamente,
quase divinamente,
as nossas vidas.
(Muitas rosas sobre o chão – Henrique de Holanda – pág. 2 e 3)

Auditório do Colégio Municipal 3 de Agosto – extinto por ocasião das obras de ampliação da quadra coberta – registro da década 1970.
Hoje a pergunta é diferente: quero saber quem da #NaçãoPituzeira já achou o Boneco de Wesley Safadão na vida real. Tá liberado tirar foto, gravar vídeo, pedir autógrafo e até chamar o cara pra virar uma dose.


O contrário de quem tem força interior e Fé em Deus é aquele que sofre de um dos Pecados Capitais mais graves: a Acídia, que é a Preguiça Espiritual.
A Preguiça, como a conhecemos, é definida no mundo Capitalista como falta de coragem de fazer aquilo que deve ser feito, sinônimo de frouxidão, abatimento, depressão, negligência, indiferença. Já a Acídia é a rejeição ao mundo espiritual, que gera egoísmo e desamor. Antes de não acreditar em Deus, o acidioso não quer acreditar em Deus.
Pecado Capital é o pecado que gera pecado. Por exemplo, o Homicídio é um pecado, mas não é um Pecado Capital, porque só gera um morto. Já a Ira é Pecado Capital porque gera o Homicídio.
Sosígenes Bittencourt

JOÃO CAVERNA E EDILMA – ao vivo no cd e dvd – ALÉM DO LIMITE, canta ROBERTO CARLOS.
João Caverna e Edilma – Além do Limite
Aldenisio Tavares

Sob a comando do eminente presidente professor Pedro Ferrer, na noite do sábado (23), o nosso Instituto Histórico e Geográfico da Vitória celebrou mais um ano de fundação. Chegamos fortes e pujantes aos sessenta e nove anos. Para 2020, quando a referida instituição chegará às sete décadas, uma vultosa programação já está sendo pensada e elaborada, com eventos e comemorações para o ano todo.

Na pauta da última solenidade festiva do ano (2019), da “Casa do Imperador”, entre outras coisas, contou com a posse de dois novos sócios efetivos e dois correspondentes. Doravante, os amigos Doutor Gil e André Carvalho se juntam aos demais sócios da entidade.

Na qualidade de sócio correspondente realçamos a tomada de posse do Juiz de Direito da nossa Comarca, doutor Hugo Vinícius. Aliás, mesmo sendo natural da cidade do Recife, confidenciou-me o magistrado, que na tenra idade circulava na nossa polis com certa frequência em função de uma fraterna amizade construída por sua mãe com uma antonense.

Na qualidade de sócio benemérito, outorgado as pessoas que prestaram relevantes serviços ao Instituto Histórico, os senhores Fernando Nascimento e Josenido João foram os homenageados. Ambos, totalmente sintonizados com a missão da instituição.
A sessão foi coroada com a exibição do documentário “ A Hecatombe do Rosário”, filme que reproduz fato histórico da nossa cidade, ocorrido em 27 de junho de 1880. Ao final, os presentes foram convidados para o corte do bolo acompanhado do tradicional “parabéns pra você”.


Há 160 anos , no período de 18 a 20 de dezembro de 1859, Vitória de Santo Antão se tornou a Capital do Império, por ocasião da vista de Sua Majestade Imperial D.Pedro II e da esposa, a Imperatriz Teresa Cristina e comitiva. Os visitantes foram hospedados no atual prédio do Instituto Histórico do município.
Aos 34 anos, D.Pedro II chegou a Pernambuco em 22.11.1859, a bordo do navio Apa. Visitou várias cidades do Estado. Viajava a cavalo e a Imperatriz em uma carruagem. O casal embarcou às cinco da manhã, no Porto do Recife, no dia 24 de dezembro com destino a Cabedelo, Paraíba.
Vitória é uma cidade que respira história. Cada passo que se dá, é um caminho na história. Ora se contempla o Monte das Tabocas, cenário da Batalha das Tabocas, em 3 de agosto de 1645, ora uma visita a estação ferroviária, onde transitaram vários presidentes da República, Getúlio Vargas, Afonso Pena , revolucionário Cleto Campelo, ora uma leitura na obra de Osman Lins, traduzido para vários idiomas. O município de Vitória é um pomar, segundo o ex- governador Agamenon Magalhães definiu a Terra das Tabocas.
Ronaldo Sotero


Me diz por favor Vitória, será que fostes
tu mesma que geraste, em tuas próprias
entranhas estes filhos tão ingratos, que
não enxergam teu verdadeiro valor.
O que fizeste para merecer tal sorte?
Vitoriosa fostes “sempre”, em um passado
não tão remoto, mas que alarga-se por descaso.
A tua verdadeira vocação, sempre foi de
vanguarda, seguindo os passos da tua pátria
Pernambuco, que sendo leão aqui foi coroado.
Moribunda necessitas sem demora, que um
“Soro cultural” seja injetado em teus filhos
Caçula, Para adiante ter “Vitória” garantida,
Mas não estás de um todo esquecida, ainda
Tens guardiões de tua história que relutam
Incansáveis para manter teu nome vivo.
Ajuntem-se então os filhos teus que ainda
Reconhecem o verdadeiro sentido do teu
Nome, antes que o antônimo a ele prevaleça.
João do Livramento.


TIRO DE GUERRA NOVEMBRO DE 1933
Chegou essa informação aqui no meu ponto. Sabem me dizer se é verdade mesmo, galera?


Manhã, cedinho, mulher aporta na minha porta:
– Moço, me dê um trocadinho para ajudar uma criança que nasceu e não tem nadinha…
Na realidade, toda criança nasce sem nadinha. Maneirinha, pouco cabelo, sem dente, o cérebro vazio. Contudo, toda criança nasce de alguém que tem tudinho para fabricar uma criança, inclusive um cérebro cheio de vontade, cheio de apetite.
Vou lá dentro, pego um trocado e lhe dou. Prefiro considerar que todo mundo é honesto até que prove o contrário, do que imaginar que todo mundo é desonesto até que prove o contrário.
Imaginar que todos que batem na porta são salafrários e mentirosos, ou querem nos matar, pode ser um tipo de esquizofrenia, delírio persecutório. Até já cheguei a pensar que, no Natal, era preciso um certo cuidado, pois Jesus estava na lapinha, e a rua cheia de Judas Iscariotes.
Olhei para aquela mulher e ainda me sobrou inspiração para desejar-lhe um Feliz Natal. Afinal, o Natal pertence a todos; a felicidade é que depende de cada um de nós.
Sosígenes Bittencourt