
50 Anos de “Seu” Zito Mariano – Capela São João – junho 1978 – na foto Zito Mariano e Padre Renato

50 Anos de “Seu” Zito Mariano – Capela São João – junho 1978 – na foto Zito Mariano e Padre Renato


– “minha paz vos dou” – Jó 14.27.
Se queres a paz de Deus,
tenha fé no coração,
não roubes a paz alheia,
não persigas teu irmão.
(migalhas de poesia – Célio Meira – pág. 42).

(O verbo “SUICIDAR-SE” é um PLEONASMO?)
O verbo “suicidar-se” vem do latim sui (“a si” = pronome reflexivo) + cida (= que mata). Isso significa que “suicidar” já é “matar a si mesmo”. Dispensaria, dessa forma, a repetição causada pelo uso do pronome reflexivo “SE”. Ou seja, “ele suicidou” em vez de “ele SE suicidou”.
É importante lembrar que as palavras terminadas pelo elemento latino “cida” apresentam essa ideia de “matar”:
formicida – que mata formiga;
inseticida – que mata inseto;
homicida – que mata homem.
Voltando ao verbo “suicidar-se”, se observarmos o uso contemporâneo deste verbo, não restará dúvida: ninguém diz “ele suicida” ou “eles suicidaram”. O uso do pronome reflexivo “se” junto ao verbo está mais que consagrado em nosso idioma. É, na verdade, um PLEONASMO IRREVERSÍVEL.
Numa história que é contada pelo grande ator, compositor, escritor e poeta Mário Lago, do seu livro 16 Linhas Gravadas, entre outras histórias, encontra-se a do professor de Português que se mata ao descobrir a traição de sua amada esposa Adélia. Deixou escrito na sua mensagem de despedida: “ADÉLIA SUICIDOU-ME”.
Sosígenes Bittencourt

Ouça a música FORRÓ DE SEVERINA, composta por Aldenisio Tavares e Samuka Voice, na voz de “Nordestinos do Forró”.
Forró de Severina – Nordestinos do Forró
Aldenisio Tavares

Por iniciativa do vereador Geraldo Filho aconteceu na noite de ontem (28), no Plenário da Casa Diogo de Braga, uma Sessão Solene de outorga de Títulos e Medalha. Na qualidade de novos antonenses, por assim dizer, receberam a honraria os vocalistas da Banda LuaMarte – Afonso Santiago e Joyce Alana – e os maestros da tradicional Banda de Música do Colégio Municipal 3 de Agosto – Geovane Pacheco e André Fernandes. Representado o tradicional educandário o atual diretor geral, Max Blay, recebeu a Medalha do Mérito Professor José Aragão por ocasião da passagem dos 70 anos de fundação da banda do referido colégio.
Dentre os discursos dos agraciados com o Título de Cidadão Vitoriense destacamos a fala do Maestro Pacheco. Natural da cidade do Recife, o mesmo vem atuando de forma ininterrupta, há mais de três décadas, como maestro e educador na nossa cidade.
Na qualidade de um dos grupos de fanfarras mais premiados do Norte Nordeste, a Banda do Colégio Municipal 3 de Agosto foi destacada com louvor pelo diretor Max Bley, realçando seus feitos e suas vitórias.
Para celebrar o auspicioso momento um concerto musical foi organizado na parte externa da Casa Legislativa Antonense. Parabéns a todos envolvidos no evento.





A tão esperada “sexta-feira negra” chegou. Importado dos EUA o referido evento comercial tem animado consumidores e empresários. Em tempos de ritmo lento na nossa economia a Black Friday vem despontando como uma espécie de alvorecer das compras natalinas. Esse é o mundo em que vivemos. Comprar é sempre um prazer para todo mundo!!

Na nossa Vitória de Santo Antão, Capital da Zona da Mata, logo cedo, por volta das 8h o movimento dos carros e pedestres no centro comercial já estava bastante alterado. Sentia-se uma agitação diferente, sobretudo de pessoas moradoras das cidades circunvizinhas. Uma festa!! Uma alegria só…..

A Comunidade acadêmica do Campus Vitória de Santo Antão do Instituto Federal de Pernambuco (IFPE) reelegeu o professor Mauro França para o cargo de diretor-geral. Com o 36,35% dos votos, o docente foi escolhido para exercer o mandato de 2020 a 2024. As eleições foram realizadas na última quarta-feira (27) e resultado preliminar do pleito foi divulgado nesta quinta-feira (28) pela Comissão Eleitoral.
Mauro França de Souza Leão França é graduado em Licenciatura em Química e tem especialização em Pedagogia: Gestão e Planejamento Educacional. Possui 33 anos de experiência em ensino. Sua carreira teve início no Colégio Nossa Senhora da Graça, em 1986. Atuou como professor substituto na antiga Escola Agrotécnica Federal de Vitória, em 1991, e em 1992 ingressou na instituição como servidor efetivo. Desde então, acumulou experiências como supervisor pedagógico, coordenador de Assistência ao Educando, membro do Conselho Superior (Consup) e diretor-geral, cargo que exerce desde 2016.
O professor Sérgio D’Oleron ficou em segundo lugar com 29,91% dos votos, e o professor Alberto Belo foi o terceiro colocado, com 9,98% dos votos. De acordo com a Comissão, a eleição no Campus Vitória de Santo Antão teve um total de 838 votantes, sendo 1,21% dos votos em brancos e 0,43% nulos. O índice de abstenção foi de 22,12%.
Assessoria.
À Cléa, adorada esposa.
Ave que parte, gorjeiante e amiga,
por estes céus de lívidos luares,
aonde hei de ouvir os teus cantares?
Aonde tu’alma lírica se abriga?
Aonde ouvirei a rústica cantiga,
que outrora ouvi aos sórdidos pesares,
aonde tu vás, tu queres que eu te siga,
por outras piagas, em estranhos ares?
Não parte, ave, aqui é doce a vida!
A brisa é fresca e é mais quente o ninho,
A mataria é verde e mais florida!
Mas, se partires, aonde quer que fores,
saibas que em mim atravessou-se um espinho,
porque contigo foram os meus amores!
Manoel Dilson Lira da Silva.


Dodó da Gamela numa farra com amigos – Restaurante Gamela de Ouro – ano não registrado.
Imagina só, tu chega num aniversário, come bolo e ainda volta com uma garrafinha de Pitú. Sabe como tratar os convidados essa pituzeira Daniele Santana! Valeu pela lembrança, minha consagrada.


Há um ditado antigo que diz: Seguro morreu de velho, desconfiado ainda vive.
Eu não sei se você já foi vítima de uns telefonemas meio macabros, cantarolados por uma moça muito delicada, com a vozinha meio açucarada, que diz assim: – Alô, é o senhor Fulano de Tal?
– É, sim. Diga!
– Olha, senhor, eu estou aqui com uma notícia do seu interesse e precisava do seu CPF, por favor?
– Para que a senhorita precisa do meu CPF, posso saber?
– Para saber se o senhor é o senhor Fulano de Tal mesmo.
Outro dia, perdi as estribeiras e terminei tirando uma brincadeirinha, acreditando que “é melhor ser absolutamente ridículo que absolutamente chato”, como aconselhava Marilyn Monroe.
– Bem, madame, eu já estou até tentando me esquecer do número do meu CPF, com receio de mim mesmo. No país do Mensalão, eu não confio mais nem na minha sombra.
Tem jeito?
Sosígenes Bittencourt

DUDA DA PASSIRA no seu CD Acústico, cantando ESPERANDO POR VOCÊ, de sua autoria com seu parceiro Edmilson Silva.
Aldenisio Tavares

Com vários nomes regionais o nosso bom e tradicional “Totó” carrega em si uma disputa mundial pela a autoria da sua criação. Espanhóis, alemães, franceses e ingleses reivindicam protagonismo nesse esporte. Sua criação nos remete ao inicio da década 1930.
Também chamado por aqui (Brasil) de “Pebolim”, “Pacal”, “Fla-Flu”, “Totó” e “Tmbó” o nosso tradicional “futebol de mesa” fez parte de boa parte da infância dos – hoje – coroas antonenses. No meu tempo de garoto e até da juventude fui um jogador “profissional” de totó. Não por ser remunerado, claro, mas por pertencer a um grupo de bons jogadores que marcou época na nossa cidade.
Pois bem, no último mês o nosso amigo “Gilvan do Timbó”, nos finais de semana, vem armando a brincadeira no Pátio da Matriz – local tradicional dessa modalidade esportiva. Vez por outra, lá, estou mostrando minhas habilidades – evidentemente que sem o mesmo reflexo, sem a rapidez de antes e com o vigor físico bem abaixo da média do tempo pretérito (há 35 anos).

Quando circulo de maneira despretensiosa pela Pátio da Matriz, sempre passo pelas “mesas” para dá uma “piruada”, no sentido de arrumar uma dupla ou um jogador para darmos um treino. Uma das minhas últimas “vítimas”, por assim dizer, foi o nosso amigo Batfino. Ele, que também já figurou na lista da “elite” dos jogadores de “Totó” da nossa cidade, justificou o seu baixo rendimento em função dos goles a mais que já havia bebido da famosa “água que passarinho não bebe”.
Bom: pelo sim pelo não, ele disse que terá revanche! Vamos aguardar……..

Apenas por obséquio registro minha admiração na direção do talentoso e plural artista Pablo Dantas. Recentemente, com uma composição, sagrou-se campeão em concurso de música. Estudioso e talhado na língua portuguesa clássica esse camarada, indiscutivelmente, nasceu para o mundo mágico das artes.
Com raro talento e visão holística do ofício que abraçou, Pablo é desses sujeitos que compreende perfeitamente o papel que cumpre um artista no atual contexto social. Assim sendo, mais uma vez, desejo-lhe mais sucesso na sua já reconhecida carreira artística!!


Meus pensamentos vagam soltos na imensidão…
Ouço uma simples canção: From Russia With Love.
Pareço vagar pelas ruas sem encontrar: em ecoººººººº
ou uma luz, que ilumine meus caminhos &&&&&&&&&&&&&&&&
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Pareço sombra…
A vagar…
pelas sombras de muitas indiferenças…
(TAPETE CÓSMICO – ADJANE COSTA DUTRA – 1995 – pág. 15)
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Inauguração da “Pista” José Mariano de Barros (Zezé Mariano) – Parque de Exposição de Animais da Vitória (hoje, Vitória Park Shopping) – entre outro: Luis Mariano (discursando), Zito Mariano, Elias Lira, Henrique Queiroz, Carlos Breckenfeld e Pedro Eugênio, então secretário de Agricultura – registro – 06 de agosto de 1987.