A Carta Cidadã – por historia_em_retalhos.

“Não é a Constituição perfeita, mas será útil, pioneira, desbravadora. Será luz, ainda que de lamparina, na noite dos desgraçados.”
Ulysses Guimarães

Aviltada e ameaçada, constantemente, a Carta Cidadã de 1988 é o maior escudo de proteção do cidadão comum contra qualquer forma de arbítrio.

Defenda a Carta democrática de 1988 e o Estado Democrático de Direito em qualquer circunstância.

Os autoritários pensam apenas em si e nos seus.

05 de outubro: data da promulgação da Constituição Federal de 1988.
.
Siga: @historia_em_retalhos

https://www.instagram.com/p/CjVCiojODXk/?igshid=MTQwMmM4NDE%3D

 

OS AZULEJOS FRANCESES – por Marcus Prado.

OS AZULEJOS FRANCESES do século 19 da Casa e Jardins da Fundaj/ CAMPUS CASA FORTE, têm uma história que vou dizer em artigo para DP, a partir de textos famosos de Gilberto Freyre, Mauro Mota e Joselice Jucá, autora do melhor livro até hoje sobre a história da Fundação. A produção fotográfica já soma mais de 100 peças feitas com equipamento de ponta, inclusive com fotos noturnas.

Marcus Prado – jornalista. 

João e Lourdinha – 62 ano de casados….

No domingo da eleição – 02 de outubro de 2022 -, por ocasião de um encontro familiar, encontrei-me com o querido casal João e Lourdinha Álvares. Bom de papo, “Seu” João é dessas pessoas que estão sempre atualizadas sobre quase  tudo que repercute na grande imprensa. E quando o assunto é sobre os fatos e eventos históricos da Vitória de Santo Antão, por exemplo, ele, literalmente,  esquece da hora. Em ato contínuo,  o mesmo acrescentou: “hoje, Pilako, estamos completando 62 anos de casados”. Assim sendo, fiz questão de registrar,  em fotografia,  o momento. Parabéns ao casal pelos muitos  exemplos à sociedade.  

Deputados reeleitos – Joaquim, Aglailson e Henrique : e agora?

Passado o primeiro momento do encontro do eleitor com a urna, agora, é tempo de recompor as estratégias. Às campanhas majoritárias que ainda estão no front,  visando o embate final, seguem trabalhando firme, no ataque e na defesa. Eleição em segundo turno, dizem os entendidos, “é outra eleição”.

Cidade com tradição política, Vitória de Santo Antão, conseguiu manter sua representação na ALEPE – Assembleia Legislativa do Estado. Reelegeram-se os nossos três deputados  estaduais e ainda enviamos, após várias décadas de orfandade, uma  representação  para Brasília, no caso  em tela, a deputada federal Iza Arruda.

Antes, porém, devemos jogar um feixe deluz no pífio resultado obtido no nosso colégio eleitoral pelo postulante ao governo, Danilo Cabral – o candidato do governador Paulo Câmara.  Os 7.202 votos por ele,  aqui, alcançados  – que correspondem a 10,10% dos votos válidos – é a prova inequívoca que os três tradicionais grupos políticos locais – todos vinculados ao Palácio e com benefícios pessoais – protagonizaram uma das maiores covardia política já registrada em nossa terra.

Pois bem, nesse momento, focando apenas na reeleição dos três deputados – Joaquim Lira, Aglailson Victor e Henrique Queiroz Filho – podemos dizer que os mesmos conseguiram alcançar suas respectivas metas  eleitorais (eleger-se), contudo, politicamente e eleitoralmente falando, suas excelências não se saíram tão bem assim.

Num primeiro plano político, por assim dizer, seus respectivos partidos foram “jogados” no campo oposicionista – lembremos  que nenhum dos três,  até então,  havia  feito parte desse time (oposição)  em nível estadual.

O deputado Joaquim Lira, por exemplo, exercerá o seu novo mandato, a partir de 2023, sem um partido para chamar de seu, ou seja: atualmente integra a bancada do  PV (Partido Verde), mas que será, na prática, comandado pela turma do PT e do PCdoB, em função da federação à qual está inserido.

Joaquim Lira, por exemplo, a qualquer momento, poderá ser intimado  a vestir  o boné vermelho dos “Sem-Terra” e defender invasões às propriedades rurais privadas.

Com relação ao resultado da sua primeira disputa (2014),  o deputado Joaquim Lira vem perdendo  musculatura eleitoral (nominal e proporcional),  tanto no estado quando no seu principal reduto político – Vitória de Santo Antão. Vejamos:

2014 – 67.584 votos no estado (1,74%) – 27.701 votos em Vitória (39,42%).

2018 – 56.584 votos no estado (1,25%) – 14.333 votos em Vitória (21,48%).

2022 – 48.293 votos no estado (0,96%) – 13.968 votos em Vitória (19,16%).

Lembremos que na sua primeira eleição (2014) o seu pai, Elias Lira, então prefeito da cidade, segundo relatos,  azeitou a “máquina pública” para moer  em seu favor. Vale lembrar, também,  que logo após o pleito (2014) a “vassoura da ingratidão” varreu parte significativa dos cargos comissionados da prefeitura. No pleito seguinte (2018), sua votação  no estado encolheu e na cidade  da Vitória despencou. Em 2022, mesmo tendo sua campanha “colada” ao prefeito Paulo Roberto não conseguiu fazer crescer  sua votação em Vitória, muito menos no estado.

Já o atual desempenho eleitoral do deputado Aglalilson Victor,  comparando os números  das  duas disputas (2018/2022), observamos que o mesmo  não  foi tão impactado   em nível estadual,   com a perda do comando da prefeitura local. Mas em relação à votação na Vitória, tal qual o Joaquim (2014/2018), também teve seus sufrágios reduzidos drasticamente. Ou seja: ter um pai, na qualidade de principal cabo eleitoral,  sentado na cadeira de prefeito, não faz mal a ninguém…..   Vejamos:

2018 – 64.763 votos no estado (1,44%) –  14.694 votos em Vitória (22,02%).

2022 – 64.714 votos no estado (1,29%) –  8.779 votos em Vitória (12,04%).

Realcemos que a operação “pula-pula” de última hora dos “Querálvares” não lhes renderam  a visibilidade esperada. Antes, prestigiado pela cúpula do PSB, o deputado Victor  chegou  ao cargo de vice-presidente da Assembleia, doravante, após esse “desvio” partidário, o mesmo,  possivelmente,  será tratado no seu próprio partido como uma espécie de produto avariado.

Dos três deputados da nossa terra, reeleitos em 2022, o único que somou mais sufrágios  no estado – em números reais e proporcionais – foi o deputado Henrique Queiroz Filho.

No entanto, mesmo com o reforço na cidade da boa atuação do vereador Carlos Henrique (seu irmão) ele amargou uma queda em torno de  30% da sua votação na sua cidade (Vitória), caindo para o 5º lugar no ranking local. Segue os números:

2018 – 35.672 votos no estado (0,79%) – 5.209 votos em Vitória  (7,81).

2022 – 43.822 votos no estado (0,87%) – 3.683 votos em Vitória (5,05%).

No quesito “composição partidária estadual” o partido ao qual o deputado Henrique Queiroz Filho pertence (Partido Progressista), em relação aos demais deputados locais, certamente terá mais mobilidade na próxima legislatura, tanto na composição da Casa (Assembleia) quanto no relacionamento com o Palácio, independente da governadora que vier a ser eleita no próximo dia 30 de outubro.

Para concluir essas linhas, em que fizemos uma abreviada leitura dos últimos resultados eleitorais, relacionada aos três deputados  da Vitória,  reeleitos, podemos dizer que em política o futuro sempre será um grande mistério, até porque, como sabemos, suas excelências são animais dotados de uma metamorfose própria e com um raro poder de transformação,  tanto na fala quanto nas atitudes,   no que se refere ao instinto de sobrevivência política.

Portanto, fica-nos a impressão que aquele sentimento que já ganhou corpo na sociedade antonense e verbaliza-se na frase que diz  “que temos três deputados e é mesmo que não ter nenhum”, na prática, começa materializar-se nas urnas, ou seja: na expressão real do eleitor – todos obtiveram menos votos na sua própria cidade. 

Mas adiante, em outra ocasião, falaremos dos candidatos a deputado estadual da nossa cidade que não lograram êxito eleitoral. 

O batismo do Velho Chico – por historia_em_retalhos.

Em 04 de outubro de 1501, uma expedição comandada pelo navegador florentino Américo Vespúcio e pelo português André Gonçalves chegava à foz de um enorme rio.

Pelo fato de a data ser dedicada ao santo italiano de Assis, protetor dos humildes e da natureza, os exploradores decidiram denominar aquela imensa corrente de água doce com o nome de “Rio São Francisco”.

Era o batismo do Velho Chico!

Com o passar dos anos, o rio acabou recebendo outras designações espontâneas, tais como:

– “Rio das Borboletas”

– “Rio da Integração Nacional”: por ser navegável em mais de 80% de sua extensão e correr apenas em solo brasileiro, por cinco estados diferentes.

– “Rio dos Currais”: por causa da criação de gado em suas margens.

– “Nilo Brasileiro”: por banhar áreas inóspitas, de solo estéril, possibilitando a irrigação para a subsistência do povo sertanejo.

Os índios o chamavam de Opará, que, em tupi, significa “rio-mar”.

Penedo, no atual estado de Alagoas, foi o primeiro núcleo povoador de suas margens.

Em verdade, o Velho Chico é protagonista de muitas vidas e histórias.

Além de fazer parte da memória afetiva de muitos brasileiros, inspira e ainda garante o sustento de milhares de famílias.

Navegar pelo São Francisco é como passear pela história do Brasil.

Viva o Velho Chico!

Siga: @historia_em_retalhos

https://www.instagram.com/p/CjSX-s2Obs6/?igshid=MDJmNzVkMjY%3D

PARA O DIA DA POESIA – por Sosígenes Bittencourt.

A poesia está no mundo, esperando ser escrita. Quando a beleza que há no mundo apresenta-se ao poeta, o resultado é a revelação da poesia através do poema.
O dom é a visão, sentido no coração, e a técnica é a arte.
Sobre dom e arte, convém relembrar. Quando perguntaram a Miguel Ângelo, como ele havia feito aquele anjo de mármore, respondeu: – Eu vi o anjo com o dom e retirei-o com a arte.
Já, no sertão pernambucano, quando perguntaram a um artesão, como ele fazia aqueles macaquinhos de madeira tão perfeitos, explicou: – Eu retiro tudo que é madeira e deixo só o que é macaco.
Sosígenes Bittencourt

Eleições 2022: um novo ciclo começando…..

Guiada por uma campanha radicalizada nacionalmente, o pleito geral de 2022 concluiu seu ciclo inicial sem maiores intercorrências. Apesar do muito bate-boca, o segundo turno entre Lula e Bolsonaro confirmou  o resultado mais previsível. Até o próximo dia 30 de outubro deveremos reforçar nossa quota de paciência e tolerância.

Com duas mulheres disputando o segundo turno pelo comando do Palácio do Campo das Princesas – Marília Arraes e Raque Lyra – Pernambuco vivenciará uma gestão histórica, ou seja: no centro das decisões,  um sentimento feminino.

Na nossa Vitória de Santo Antão os três deputados mantiveram seus respectivos assentos na ALEPE. Para Câmara Federal, depois de décadas, o município voltou a ter protagonismo, isto é: elegeu um representante, nessa ocasião e pela primeira vez,  uma mulher.

No contexto geral, independente do resultado do 2º turno, as forças políticas estaduais foram reconfiguradas e, evidentemente, os seus desdobramentos haverão de impactar significativamente no destino político/administrativo do nosso colégio eleitoral. Basta dizer que antes os três deputados – juntamente com seus respectivos partidos –  estavam na base do governador Paulo Câmara, agora, foram  “jogados” na base oposicionista,  independente da vencedora no segundo turno estadual.

No transcorrer da semana, estaremos postando algumas das nossas impressões sobre os últimos  resultados eleitorais ocorridos na República da Cachaça. Estejamos atentos aos novos movimentos políticos.

Eleições 2022: velhas práticas….

Em dia de eleição tranquilo, sem ocorrências de relevo que mereçam algum tipo de registro, registramos em frente a dois espaços importantes de votação – Colégio Municipal 3 de Agosto e Faintvisa – as velhas práticas dos “santinhos jogados ao chão”.

Em virtude da internet e suas múltiplas ferramentas, a cada eleição o papel, antes protagonista, vem perdendo espaço nos pleitos. Não obstantes as gráficas, na mais variadas prestações de contas eleitorais dos candidatos, ainda constarem com elevados gastos. Algo que merecia um olhar mais aprofundado pela Justiça Eleitoral.

 

O “Lobby do Batom” – por historia_em_retalhos.

Véspera de eleições gerais, nós resgatamos a participação histórica dessas 26 mulheres constituintes.

“Lobby do Batom” foi a forma como ficou conhecida a aliança suprapartidária feita por 26 senadoras e deputadas brasileiras que representaram os anseios femininos na Assembleia Nacional Constituinte de 1987/88.

Em um universo de 559 constituintes, 26 (vinte e seis), ou seja, apenas 4.6% do total, eram do sexo feminino.

Apesar do apelido pejorativo dado pelos parlamentares homens, as próprias constituintes o adotaram, para subverter o machismo e fazer história.

Foi graças à atuação dessas 26 constituintes que se concebeu e aprovou uma constituição democrática e igualitária para as mulheres, garantindo-lhes os mesmos direitos e obrigações atribuídos aos homens (art. 5°, I, CF).

Não custa lembrar que, no Código Civil de 1916, a mulher, ao se casar, passava a ser subordinada ao seu marido.

Antes do “Lobby do Batom”, apenas uma única vez as mulheres tiveram participação na elaboração de um texto constitucional: em 1934, com a deputada Carlota Pereira.

Amanhã, dia em que o Brasil vai às urnas, trago à reflexão o desafio de se aumentar a participação feminina nos espaços de poder e a importância de reconhecê-los como fundamentais ao funcionamento do Estado Democrático de Direito.

A nossa homenagem a essas mulheres pioneiras, que, UNIDAS, mudaram o rumo da luta emancipatória feminina neste país:

1 – Lídice da Mata (BA)
2 – Lúcia Vânia (GO)
3 – Rose de Freitas (ES)
4 – Benedita da Silva (RJ)
5 – Anna Maria Rattes (RJ)
6 – Beth Azize (AM)
7 – Bete Mendes (SP)
8 – Eunice Michiles (AM)
9 – Irmã Passoni (SP)
10 – Lúcia Braga (PB)
11 – Maria de Lourdes Abadia (DF)
12 – Maria Lúcia de Mello Araújo (AC)
13 – Marluce Pinto (RR)
14 – Moema São Thiago (CE)
15 – Myriam Portella (PI)
16 – Raquel Cândido (RO)
17 – Raquel Capiberibe (AP)
18 – Rita Camata (ES)
19 – Sadie Hauache (AM)
20 – Sandra Cavalcanti (RJ)

In memoriam:

21 – Abigail Feitosa (BA)
22 – Cristina Tavares (PE)
23 – Dirce Tutu Quadros (SP)
24 – Márcia Kubitschek (DF)
25 – Rita Furtado (RO)
26 – Wilma de Faria (RN)
.
Siga: @historia_em_retalhos

https://www.instagram.com/p/CjKzWq7O4RY/?igshid=MTQwMmM4NDE%3D

O Instituto Histórico da Vitória prestigiou o lançamento da coleção “Pernambuco na Independência”.

Coordenada pelo articulado professor George Cabral foi lançada na noite de ontem (29) a coleção de livros “Pernambuco na Independência”. O encontro literário reuniu intelectuais e representação de vários institutos históricos do nosso estado. O Instituto Arqueológico, histórico e Geográfico de Pernambuco – IAHGP – foi o palco desse memorável acontecimento.

Da Vitória de Santo Antão, representando o nosso Instituto Histórico – IHGVSA -, prestigiaram o evento, além do presidente, professor Pedro Ferrer, membros da  diretoria. Na ocasião, no sentido do enriquecimento do acervo, exemplares da nova coleção foram adquiridos.

O “Chacrinha” – por historia_em_retalhos.

Em 30 de setembro de 1917, nascia, em Surubim/PE, José Abelardo Barbosa de Medeiros, o “Chacrinha”, um dos maiores comunicadores da história do rádio e da TV brasileiros.

Aos 22 anos, Chacrinha desistiu do curso de medicina e desembarcou no RJ, a fim de trabalhar como locutor de rádio.

Em 1956, chegou à TV Tupi, até ser contratado pela Rede Globo, em 1967, de onde saiu e voltou, novamente, em 1982, para apresentar, nas tardes de sábado, o seu maior sucesso: o Cassino do Chacrinha!

Autêntico na forma de ser e de agir, com um talento único para a comunicação em massa, Chacrinha logo alcançou o sucesso de público em todas as camadas sociais, tornando-se um ícone do entretenimento brasileiro.

Grandes artistas conquistaram o estrelato graças às portas abertas por Chacrinha: Fagner, Beth Carvalho, Jorge Ben Jor, Nelson Ned, Wanderléa, Moraes Moreira, Fábio Júnior, dentre inúmeros outros.

Os seus inesquecíveis bordões, como “Alô, Terezinha!”, “Quem não se comunica se trumbica”, “Eu vim para confundir e não para explicar!”, ocupam, até hoje, a memória dos brasileiros.

Você sabia

– o apelido carinhoso “Velho Guerreiro” nasceu na década de 70, por meio da canção “Aquele Abraço” de Gilberto Gil.

– já o nome artístico “Chacrinha” diz-se que vem da época do rádio. A emissora onde Abelardo trabalhava ficava numa chácara pequena e o comunicador referia-se ao local como “a chacrinha”.

– os seus biógrafos afirmam que, no início da carreira, Chacrinha enfrentou resistência por parte da elite brasileira. Esse jogo só começou a virar quando o sociólogo Edgar Morin o chamou de “papa da comunicação brasileira”.

– o famoso bacalhau que Chacrinha distribuía surgiu como merchandising. O dono das “Casas da Banha”, que era seu amigo e patrocinador, estava com um estoque encalhado. Depois que Chacrinha passou a lançar o peixe para a plateia, as vendas explodiram!

Chacrinha faleceu em 1988, aos 70 anos, vítima de câncer no pulmão.

“O velho guerreiro sorrindo, subindo, subindo foi pro céu brincar…”
.
Siga: @historia_em_retalhos

https://www.instagram.com/p/CjGzIukOhD8/?igshid=MTQwMmM4NDE%3D

“CONVERSA” – Homero Fonseca – por Marcelo Batalha.

Homero Fonseca é pernambucano de Bezerros. Escritor, é autor, entre outros, de Roliúde (Record, 2011) e do recém-lançado Tarcísio Pereira – Todos os livros do mundo (Cepe, 2022), um perfil biográfico do icônico livreiro fundador da Livro 7. Jornalista, exerceu a função de editor da revista Continente Multicultural; diretor de redação da Folha de Pernambuco; editor chefe do Diario de Pernambuco e repórter do Jornal do Commercio. Foi também professor de Teoria da Comunicação e recebeu menção honrosa no Prêmio Vladimir Herzog de Direitos Humanos do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo.

Paredes Que Contam a História!!!

Em atendimento ao convite do Rotary Clube da cidade do Jaboatão dos Guararapes para o evento que, entre outras programações, inaugurou um painel realçando à história dos 200 anos da  “Junta Governativa de Goiana e da Convenção de Beberibe (1821/2021)”, ocorrido na noite de ontem (27), o Instituto Histórico e Geográfico da Vitória, através da sua diretoria, marcou presença. Na ocasião o doutor Harlan Gadelha, do Instituto Histórico da cidade de Goiana, explanou sobre o referido evento histórico.

A história do apelido de Sula: no 4ª volume do livro “Apelidos Vitorienses”.

Por ocasião do evento festivo ocorrido no último sábado (24), no Clube Abanadores “O Leão”, “engordei” a minha lista  com nomes de  pessoas que são mais conhecidas pelo apelido do que pelo próprio nome. Nossa amiga SULA se configura num  bom exemplo. Assim sendo, a história do seu apelido também estará grafada nas páginas do próximo volume (4º).

Para o quarto volume (12/25) já catalogamos:

Pereba, Aninho, Feola, Marreco, Jajá do João Murilo, Birino,  Bel Veículo,  Ruela,  Deuh, Caramelo,  Ceará e Sula. 

8º Encontro das Amigas da Vitória – Frevo na Matriz!

Após um “mergulho” de dois anos (2020/21), por conta da pandemia, o evento que foi criado para celebrar as velhas amizades,  voltou. O  epicentro  de tudo, por assim dizer, foi no Facebook. Articulado do outro lado do Oceano atlântico (Espanha) pela Graça Arruda, inicialmente, ela apenas queria reencontrar algumas amigas da cidade.  O tão esperado reencontro acabou ganhando outra forma e volume. Assim,  nasceu o primeiro evento que ocorreu exatamente num sábado, 28 de setembro de 2013, no Restaurante Gamela de Ouro,  com expressivo número de participantes. Veja o vídeo.

Assim sendo, no último sábado (24), no Clube Abanadores “O Leão”, aconteceu mais uma edição do “Encontro das Amigas da Vitória”. Como todo retomo sugere ajustes e oxigenação, nessa 8ª edição,  o amigo Valdemiro, juntamente com outros participantes, coordenaram o tão aguardado evento. Visivelmente emocionado, o mesmo agradeceu a presença de todos. 

Em clima de alegria e euforia, pessoas que viveram suas respectivas  juventudes juntas na nossa cidade – década de 60/70/80 – e que hoje vivem distantes da “terrinha” afluíram ao local combinado. Regados ao famoso “comes & bebes”, embalados por músicas sugestivas e por uma orquestra de frevo,  o 8º Encontro finalizou com uma apoteótica volta no Pátio da Matriz, relembrando os últimos suspiros dos famosos bailes carnavalescos.

Portanto, resta-nos, agora, esperar o próximo encontro, que deverá ocorrer no último sábado de setembro de 2023. Até lá!