Pilako, não sei se realmente houve desvio ou não, mas se não houve, Demétrius terá todo meu respeito, mas voltando as promessas de emprego do atual prefeito, acho um absurdo. Vivemos em uma economia capitalista, onde o poder estatal não deve interferir na vida da população a ponto da mesma precisar trabalhar para o estado para sobreviver. Prefeito, procure trazer empresas, elas irão trazer empregos, faça um cadastro das pessoas desempregadas e tente encaixá-las nas empresas, capacite-as, deixe dessa velha política. Cresça politicamente.
Distante entre espectros solares,
amplidão…
Um amplo vácuo de solidão no solar da casa grande.
Viajor de antanhas ilusões.
Espectros coloridos: azuis, anis, amarelo-ouro,
algo como um tesouro.
Amplidão…
No vislumbrar do alto-mar, amar, estar, solamente no solar.
DUDA DA PASSIRA no seu novo CD para o São João 2012, homenageando o Rei do Baião -de Luiz Gonzaga e João Silva, canta Pagode Russo com participação de Bruna Kelly.Duda da Passira se encontra com Joquinha Gonzaga, sobrinho de seu Lula e neto do famoso Januário. Ouça:
[wpaudio url=”http://www.blogdopilako.com.br/wp/wp-content/uploads/duda-comcara.mp3″ text=”Pagode Russo – Duda da Passira e Bruna Kelly” dl=”http://www.blogdopilako.com.br/wp/wp-content/uploads/duda-comcara.mp3″]
Conforme prometido, hoje postaremos mais alguns rótulos de cervejas importadas, disponíveis ao consumidor no Restaurante Pizza Grill, localizado na Praça Diogo de Braga no bairro da Matriz.
A verdade sempre chega
A mentira sempre é alcançada
A verdade desmascara a mentira,
desmoraliza as falsas crenças,
transforma a insana inquietude que a mentira alastra.
A verdade é a língua dos justos
que por justiça implora,
e impuros que a lastimam,
maldizendo as pertinências
das frases maldosas,
da verdade nomeada
e das conveniências da hora.
Uma verdade vale mais
que mil mentiras.
Derruba a fúria vã
da cobiça de um demolidor
de vidas incontidas,
escudadas na mentira
de quem se acha sã.
Às vezes, eu sou acusado de meter o bedelho onde não sou convidado. Mas, matutando sobre o ENEM e outras práticas examinadoras e educativas, observo alguns aspectos que preciso desembuchar. Por exemplo, nunca entendi por que tanto assunto no crânio de um aluno de Ensino Médio. Ademais, a profundidade com que são cobradas as matérias, a exigir raciocínio em nível universitário. O adolescente não pode com tanta coisa. Obviamente, não me refiro a gênio nem excepcional, falo sobre o comum dos mortais. Nem mesmo um universitário é pressionado a armazenar tamanha salada de conhecimentos. E para dirimir qualquer dúvida sobre o que denuncio, eu pediria aos fazedores de jornadas vestibulares que se submetessem a essas sabatinas e publicassem suas notas. Já meditaram?
Paulo Nascimento e a BANDA REAL no CD “Me Faz Feliz“, com a composição deJoão Caverna, a música COCO DA CABRA, com a interpretação de Alcir Damião, Nici e Paulo Nascimento.
[wpaudio url=”http://www.blogdopilako.com.br/wp/wp-content/uploads/bandareal.mp3″ text=”Banda Real – Coco da Caba” dl=”http://www.blogdopilako.com.br/wp/wp-content/uploads/bandareal.mp3″]
Cumprindo com o que foi divulgado o Instituto Histórico da Vitória, deu início nesta Quarta-feira (12), ao ciclo de palestras que integra o mês da consciência negra. Numa abordagem interdisciplinar os palestrantes da noite puseram em pauta se Democracia Racial existe ou trata-se apenas de um mito.
O evento teve início com o Presidente da Instituição prof. Pedro Ferrer, que fazendo a apresentação do coordenador da mesa, convidou-o para dar início aos trabalhos.
O primeiro a compor a mesa foi o coordenador do Núcleo de estudos Afro-Brasileiros e indígenas da Universidade Católica de Pernambuco, Pe. Clóvis Cabral. De modo bastante interativo interagiu com a plateia num momento de mistica cultural, em seguida convidou os demais palestrantes para comporem a mesa onde leu seus eventuais currículos.
O segundo convidado a se apresentar, o africano da Guiné-Bissau, sociólogo da Universidade Federal de Pernambuco; Roberto Cordeiro. Fez um levantamento histórico sobre o tema, considerando uma série de fatores pudemos observar, segundo sua fala, que democracia racial nada mais é do um discurso construído e desconstruído ao longo do século passado, más que ainda se trata de algo que nem de longe acontece de fato na prática.
O terceiro convidado a compor a mesa, o Psicólogo de formação e atualmente Gerente de Igualdade Racial da Prefeitura do Recife Samuel da Luz, iniciou sua fala, incitando a plateia com a seguinte colocação; O que é Democracia Racial? Sendo incisivo respondeu: Trata-se de um mito na sociedade Brasileira. Neste ponto o discurso dos dois convergiram-se, pois, assim como Roberto Samuel apontou dados estáticos sobre a população negra na atualidade, acrescentando que muito está sendo feito, mas que existe a urgente necessidade de mudança comportamental de nossa sociedade, para que negros e brancos possam conviver num plano de equidade racial.
Encerrando assim o debate, o coordenador da mesa dispôs o microfone à plateia para perguntas, o que deixou o debate bastante participativo.
Desse modo, nós o convidamos para hoje às 19h no Silogeu Prof. José Aragão, participar de mais uma noite de debates, a palestrante da noite, senhora Raquel Trindade, fará uma releitura da importância do poeta Solano Trindade grande Pernambucano e principal militante do movimento negro no País.
Vitória de Santo Antão, terra de heróis pernambucanos, terra centenária, de grandes indústrias, e abastecida de um povo valente… Com essa introdução, nos parece que falamos de um grande centro ou no mínimo um futuro grande centro onde a qualidade de vida parece ser uma das maiores da região. Mas ao entrar na cidade percebemos que essa realidade nos foge um pouco, vemos uma cidade mal cuidada, uma cidade feia, uma cidade com uma população carente de necessidades básicas como uma educação de qualidade por exemplo. Vitória de Santo Antão deveria está no mínimo entre as 5 maiores cidades do estado de Pernambuco, mas por que isso não acontece ou por que nada é feito para que isso aconteça? Nossa cidade possui uma péssima educação básica e isso reflete na população adulta que em sua maioria é alienada, não possuem opiniões próprias, mas que bobagem minha, eles nem possuem mesmo sobrevivência garantida, para que educação se eu mal posso sobreviver? Enquanto não investirmos o máximo em educação, estaremos contribuindo para que cada vez mais tenhamos pessoas dependente do estado, tenhamos marginais e como consequência não tenhamos desenvolvimento. Vamos investir em nossas crianças, elas merecem uma boa estrutura escolar aonde poderiam estudar pela manhã e praticar esportes a tarde na mesma escola, para que não fiquem na rua as margens da criminalidade. Independente do valor que isso custe, isso é uma investimento, é investir em vida.
Lupicínio Rodrigues nasceu em Porto Alegre em 16 de setembro de 1914. Filho de Abigail e Francisco Rodrigues (Seu Chico).
Seu Chico funcionário da Escola de Comércio (anexa a Faculdade de Direito de Porto Alegre), Seu Chico podia garantir para o filho uma infância pobre, mas sem grandes dificuldades. Quando Lupicínio fez cinco anos, o pai comprou-lhe uma cartilha e levou-o para o Liceu Porto-Alegrense. O menino ficou pouco tempo na escola.
– Olha, o senhor leva seu filho para casa e traz quando ele completar sete anos. Já faz uma semana que ele está aqui, mas até agora não quis saber de prestar atenção à aula. Só quer saber de brincar na classe e cantarolar… Assim não é possível! E lá se foi seu Chico puxando o filho pelas ruas e dando-lhe uns cascudos por ser tão moleque.
Lupe, como era chamado desde pequeno, gostava mesmo era de jogar futebol, torcedor do Grêmio, compôs o hino do clube em 1953: Até a pé nós iremos / para o quer der e vier / mas o certo é que nós estaremos / com o Grêmio onde o Grêmio estiver…
Conforme crescia, Lupicínio mostrava-se cada vez mais interessado na roda de amigos que se reuniam em bares, e ali ficavam bebendo e cantando até a madrugada. E seu Chico dizia: Não quer estudar! Não quer trabalhar! Vai dar pra vagabundo!
Seu Chico resolver tomar providências. Em 1931 apresentou o filho, na época com dezesseis anos incompletos, como voluntário ao exército. A rígida disciplina militar entra em choque com o espírito boêmio do rapaz.
– Foi público e notório que o soldado 417 faltou à instrução no dia 7 e foi encontrado dormindo no alojamento de outra unidade, na manha do dia 8. Fica por isso detido durante dez dias.
Foi em Santa Maria, no salãozinho do Clube União Familiar, que Lupe cultivou seus primeiros romances. Foi ali que teve início sua história de eterno e incompreendido namoro. No Clube União Familiar, Lupe conheceu Iná, era uma mulata bonita e faceira.
Em 1935, o cabo Lupicínio deu baixa do exército e voltou para Porto Alegre com ideia fixa: conseguir um bom emprego e casar com Iná.
Teve sorte. Seu Chico conseguiu-lhe com emprego de Bedel na Faculdade de Direito da UFRGS.
Escreveu para a noiva contando a novidade e reafirmando os planos para o futuro. Tudo corria bem, mas Iná não era o único amor da vida de Lupe. Havia a música, os amigos, os bares, as serenatas… E isto gerou muitas discussões entre o casal, e Iná tomou uma decisão, rompendo o noivado.
Ela seguiu uma vida de funcionária pública e Lupicínio a boemia, o samba uma carreira vitoriosa de compositor e o grande amor fracassado. Que serviria de inspiração para a maioria de suas músicas. O rompimento com Iná coincidiu com o sucesso de (Se acaso você chegasse) e ambas as coisas levaram Lupicínio para o Rio de Janeiro em 1939, onde ficou seis meses.
– Foi a primeira vez que fui ao Rio. Eu estava muito doente e me meti com uma turma de malandros lá na Lapa. Era o Germano Augusto, o Kid Pepe, Wilson Batista, Ataulfo Alves, aquela turma que tomava mais cachaça do que água e foi aí que eu me curei.
Por lá teve alguns romancezinhos que acabava sempre num novo samba, pois a maioria das letras de Lupicínio fala de mulheres enganadoras, amores fracassados e traições.
Ora é a mulher que partiu e agora volta “Procurando em minha porta o que o mundo não lhe deu”. E Lupe apontando a cadeira vazia diante de sua mesa, concede: “Não te darei carinho nem afeto, mas pra te abrigar podes oculpar meu teto, pra te alimentar podes comer meu pão”.
Mas o amor é um só e Iná volta à sua lembrança fazendo-o exclamar: “Eu preciso esquecer a mulher que me fez tanto mal”. E se encontra com ela acompanhada de seu marido; por “Ciúme, despeito, amizade ou horror”, ele pergunta “Você sabe o que é ter um amor, meu senhor? Ter loucura por uma mulher, e depois encontrar este amor, meu senhor? Nos braços de um outro qualquer”… (Nervos de Aço).
Lupicínio compôs marchinhas de carnaval e samba canção, músicas de muitos sentimentos, principalmente a melancolia por um amor perdido. Foi o inventor do termo Dor-de-cotovelo, que se refere à prática de quem crava os cotovelos em um balcão ou mesa de bar, pede um uísque duplo, e chora pela perda da pessoa amada.
Lupe considerava Jamelão como seu melhor intérprete. “O único que mantém integralmente o meu recado”.
Deixou centenas de canções dentre elas: Felicidade, Vingança, Ela disse-me assim, Nervos de Aço, Esses moços pobres moços, Volta, Se acaso você chegasse e tantas outras.
Se acaso você chegasse.
Se acaso você chegasse
No meu chateau e encontrasse
Aquela mulher que você gostou
Será que tinha coragem
De trocar nossa amizade
Por ela que já lhe abandonou?
Eu falo porque essa dona
Já mora no meu barraco
À beira de um regato
E de um bosque em flor
De dia me lava a roupa
De noite me beija a boca
E assim nós vamos vivendo de amor.
Futurama é um desenho criado pelo cartunista norte-americano Matt Groening, o mesmo de Os Simpsons, que faz muito sucesso pelo enredo de ficção científica. O legal foi que, o artista digital russo Alexey Zakharov decidiu dar uma cara 3D ao desenho e ficou show! Veja mais emhttp://goo.gl/HmmgAJ
Você curte Futurama, o que achou da versão 3D?
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